Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação ao mandado de segurança e à legitimidade de João: A) improcedente considerando que o instrumento adequado é o habeas data; - O habeas data é utilizado para garantir o acesso a informações pessoais, não se aplica diretamente à questão de legitimidade para impetrar mandado de segurança. B) procedente, considerando que João, embora ocupe o cargo eletivo de vereador, não deixa de ser cidadão; - Embora João seja cidadão, a questão central é a legitimidade para impetrar o mandado de segurança, que pode não ser garantida apenas por sua condição de cidadão. C) improcedente, considerando que as prerrogativas dos parlamentares não se confundem com as da Casa Legislativa; - Essa alternativa sugere que as prerrogativas de João como vereador não lhe conferem legitimidade para a ação, o que pode ser um argumento válido. D) improcedente, considerando que João não tem o poder de reapresentação da Casa Legislativa, salvo se sua solicitação for ratificada a posteriori; - Essa alternativa também aborda a questão da legitimidade, afirmando que João não pode agir sem a ratificação da Casa Legislativa. Analisando as opções, a alternativa que melhor se alinha com a questão da legitimidade e a natureza do mandado de segurança é a C), pois enfatiza que as prerrogativas dos parlamentares não se confundem com as prerrogativas da Casa Legislativa, o que implica que João pode não ter legitimidade para impetrar o mandado de segurança. Portanto, a resposta correta é: C) improcedente, considerando que as prerrogativas dos parlamentares não se confundem com as da Casa Legislativa.


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