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Diante da situação hipotética, o juiz que receber a ação proposta por Marta deverá aplicar a lei

A. ( ) brasileira, considerando ser o local onde foi proposta a ação.
B. ( ) paraguaia, considerando ser o foro de eleição para controvérsias existentes no contrato.
C. ( ) argentina, considerando ser a lei do país de origem de Juan.
D. ( ) uruguaia, considerando ser a lei do país em que Juan é domiciliado.
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Desafios para Aprender

ano passado

Respostas

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Para responder a essa questão, precisamos analisar as alternativas considerando os princípios do Direito Internacional Privado e a aplicação da lei em casos que envolvem elementos de diferentes jurisdições. A. ( ) brasileira, considerando ser o local onde foi proposta a ação. - Esta opção pode ser válida se a ação foi proposta no Brasil e não houver cláusula de eleição de foro. B. ( ) paraguaia, considerando ser o foro de eleição para controvérsias existentes no contrato. - Se houver uma cláusula de eleição de foro que determine o Paraguai, essa opção pode ser correta. C. ( ) argentina, considerando ser a lei do país de origem de Juan. - A origem de Juan pode não ser suficiente para determinar a aplicação da lei, a menos que haja uma conexão mais forte com a situação. D. ( ) uruguaia, considerando ser a lei do país em que Juan é domiciliado. - Se Juan é domiciliado no Uruguai, isso pode ser relevante, mas depende do contexto da ação e da legislação aplicável. A escolha correta depende do contexto da situação hipotética, especialmente se há cláusula de eleição de foro ou se a ação foi proposta em um local específico. Se não houver informações adicionais, a opção mais segura geralmente é a que considera a lei do local onde a ação foi proposta, que é a alternativa A. Portanto, a resposta correta, considerando a informação disponível, é: A. ( ) brasileira, considerando ser o local onde foi proposta a ação.

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As autoridades públicas devem atuar para aumentar a segurança jurídica na aplicação das normas, inclusive por meio de regulamentos, súmulas administrativas e respostas a consultas. Nesse sentido, a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (Decreto-Lei nº 4.657/1942, com redação dada pela Lei nº 13.655/2018) dispõe que, em qualquer órgão ou Poder, a edição de atos normativos por autoridade administrativa, salvo os de mera organização interna:

A. ( ) poderá ser precedida de consulta pública para manifestação de interessados, exclusivamente por meio eletrônico e pelo prazo mínimo de trinta dias, caso haja recomendação do órgão de controle interno;
B. ( ) deverá ser precedida de consulta pública para manifestação de interessados, caso haja recomendação do órgão de controle externo, sob pena de nulidade do ato normativo, por abuso de poder, na modalidade desvio de competência;
C. ( ) deverá ser precedida de consulta pública para manifestação de interessados, para o exercício regular e legítimo do poder administrativo disciplinar, que embasa diretamente a edição de atos normativos;
D. ( ) poderá ser precedida de consulta pública para manifestação de interessados, e a convocação conterá a minuta do ato normativo e fixará o prazo e demais condições da consulta pública, observadas as normas legais e regulamentares específicas, se houver;
E. ( ) deverá ser precedida de consulta pública para manifestação de interessados, caso haja recomendação do órgão de controle externo, sob pena de nulidade do ato normativo, por abuso de poder, na modalidade desvio de finalidade.

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