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1. Hipertrofia: Consiste no aumento do tamanho das células e levam ao tamanho do órgão. Nessa manifestação não ocorre o aumento do número de células, apenas o seu tamanho. Esse aumento está ligado a células com incapacidade de multiplicação, como o tecido muscular. Pode tanto ser resultado de um processo fisiológico como patológico. Está ligada a uma maior demanda funcional ou por fatores estimulatórios como hormônios. Ex: Aumento fisiológico do Útero durante a gravidez. · Esquerda: Miométrio normal, células pequenas , fusiformes e mais próximas. · Direita: Miométrio hipertrofiado, células maiores, maior distanciamento entre elas. Ex: Aumento patológico da hipertrofia cardíaca em casos de hipertensão arterial. · Esquerda: Miocárdio normal, fibras musculares cardíacas paralelas, Núcleos mais próximos, pouco estroma visível . · Direita: Miocárdio hipertrofiado com aumento de tecido fibroso intersticial, células maiores com núcleos mais distantes e fibras dispersas sem orientação. · Sinais: Fibrose intersticial, feixes em várias direções, ramificações anômalas, vasos sanguíneos e glóbulos vermelhos visíveis. 0. Hipotrofia/ Atrofia: É a diminuição no tamanho das células por perda de substância celular. As causas estão relacionadas a diminuição da carga de trabalho, perda de inervação, nutrição inadequada. Consiste na diminuição da síntese proteica e a maior degradação de proteínas. Ex: Poliomielite: A poliomielite, também chamada paralisia infantil, é uma doença infecciosa causada por um vírus, o poliovírus, que está presente no intestino, mas que pode atingir a corrente sanguínea e chegar no sistema nervoso. Dentro do sistema nervoso ela pode atingir a medula espinhal, na porção do corno anterior, levando a perda de função da musculatura afetada e consequentemente atrofia. · Fibras musculares atrofiadas por conta da perda de inervação decorrente da poliomielite. Uma pequena quantidade de fibras passa por hipertrofia tentando compensar a perda de função da maioria.