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AULA 1 NUTRIÇÃO E SUPLEMENTAÇÃO ESPORTIVA APLICADAS ÀS MODALIDADES DE LUTA Profª Michelle Teixeira Frota Reichmann TEMA 1 – AVALIAÇÃO NUTRICIONAL I Para um atendimento nutricional completo para atletas e praticantes de atividade física, é muito importante que alguns pontos sejam analisados. Dentre esses pontos, podemos listar: Anamnese (história familiar, doenças regressas, doenças crônicas, doenças atuais, medicamentos que se está tomando, se já se estão tomando suplementos, dores, cirurgias, objetivos...); Alimentação (macronutrientes, micronutrientes e fibras); Sono; Fadiga; Intestino; Exames laboratoriais; Hidratação; Ciclo de treinamento; Composição corporal; Suplementos. 1.1 Alimentação Com relação à alimentação, existem várias ferramentas para a avaliação do consumo alimentar. Cabe a nós, nutricionistas, definirmos qual ferramenta melhor se encaixa à nossa prática clínica, que forneça a maior quantidade de informações quanto à alimentação e aos hábitos alimentares. Existe o recordatório de 24 horas, no qual o cliente relata todas as refeições, os horários delas e o que nelas consumiu durante o dia anterior à consulta. Um viés dessa técnica é que esse pode ter sido um dia atípico (pode ter ido a uma festa, passado quase todo o dia sem comer, comido mais do que o normal, ficado doente, pode ter sido um dia mais ansioso, dentre outras possibilidades). Outra ferramenta é o registro alimentar de três dias, no qual se é orientado o relato de dois dias de dia da semana e um dia de final de semana, mencionando as refeições, o que havia nelas e o horário em que as fez. Essa ferramenta o cliente leva para casa e utiliza em tempo real, entregando-a para o nutricionista no final dos três dias. O viés dessa técnica é que o cliente pode 3 mudar seus hábitos por saber que precisa anotá-los e entregá-los ao nutricionista. Existe também o questionário de frequência alimentar, o qual pode ser feito de diversas formas, mas, resumindo, é uma ferramenta na qual o cliente marca os alimentos que consome e com que frequência. Normalmente é mais utilizado para a avaliação da população, podendo ser muito vago para a compreensão do consumo alimentar do paciente. Existe ainda o questionário de consumo habitual do cliente, por meio do qual este relata no dia da consulta o que consome e os horários de um dia habitual, ou um resumo de sua alimentação habitual. Com isso, podemos avaliar um pouco melhor sobre o que o cliente come, bem como seus gostos, sua frequência e seus horários. Porém, todas as técnicas de triagem de consumo alimentar possuem o viés de o próprio cliente precisar falar a verdade. Além disso, para cada tipo de modalidade há recomendações nutricionais específicas, então é preciso conhecer as corretas recomendações de macronutrientes para cada esporte, a fim de propiciar a devida orientação. Como tudo na nutrição, precisamos trabalhar com a individualidade do atleta. As recomendações de micronutrientes devem seguir as de ingestão diária recomendada (DRI) e não ultrapassar o limite máximo (UL). 1.2 Sono Muito se tem estudado sobre o impacto do sono na melhora da performance. Muitos estudos vêm demonstrando que uma noite mal dormida, ou seja, um sono não reparador, pode aumentar a fadiga durante o treinamento, diminuindo o rendimento. Além disso, alguns hormônios são liberados quando entramos em sono profundo, como o GH (hormônio do crescimento) e a melatonina (melhora a qualidade do sono). Muito ainda se é discutido sobre quantas horas seriam necessárias para um sono reparador ou um sono profundo, contudo mais estudos devem ser feitos para que se obtenha uma resposta mais precisa. O mais importante é que o atleta consiga dormir e descansar, acordando recuperado para iniciar um novo dia de treinamento. Alguns alimentos auxiliam na qualidade do sono, como aqueles ricos em vitaminas do complexo B, magnésio, zinco, vitamina E, antioxidantes e 4 precursores de neurotransmissores como a serotonina. Dentre eles, podemos destacar abacate, aveia, banana, laticínios magros, cacau, amêndoas etc. 1.3 Fadiga A fadiga pode ser classificada em central e periférica. A fadiga central é a mais grave, pois está relacionada com o sistema nervoso central (fadiga mental), diminuindo principalmente a disposição para o exercício. A fadiga periférica é a fadiga de membros, a qual também compromete o rendimento. Ambas estão relacionadas com a frequência e a intensidade do exercício, além do tempo de repouso e recuperação. Outros fatores podem contribuir para a fadiga, como má alimentação, falta de nutrientes, sono inadequado e desidratação. 1.4 Intestino Tem-se estudado consideravelmente sobre a microbiota intestinal e seu papel no funcionamento do organismo. Já se sabe que uma microbiota desequilibrada afeta a capacidade do organismo de absorver e metabolizar corretamente os alimentos. Além disso, está diretamente ligada à imunidade. A atividade física intensa e o elevado processo de estresse oxidativo e metabólico também podem impactar negativamente a microbiota intestinal, deixando o organismo mais suscetível a doenças, sobretudo do trato respiratório superior. É recomendado que o atleta tenha uma alimentação equilibrada e, caso seja necessário, a suplementação para atingir as recomendações necessárias e, com isso, manter íntegra a microbiota intestinal. Além disso, o nutricionista deve ficar atento a ciclos de treinamento mais intensos e competições para fazer a correta abordagem no que tange à suplementação de probióticos, simbióticos ou outros métodos para evitar a disbiose. 1.5 Exames laboratoriais É muito importante que saibamos interpretar os exames laboratoriais. Da mesma forma, é necessário que cada atleta faça exames bioquímicos periódicos, respeitando a sua individualidade. Os exames bioquímicos nos fornecem ferramentas para fazermos ajustes na prescrição do plano alimentar, 5 caso necessário. Além disso, com os exames bioquímicos, fazemos o monitoramento de algum tipo de doença, deficiência ou nível de estresse oxidativo (como o treinamento está impactando no metabolismo do atleta). Que exames é interessante avaliarmos? Pelo menos hemograma, lipidograma, função hepática, glicemia, proteínas totais e frações e vitaminas e minerais. Mas existem alguns marcadores inflamatórios, como creatinoquinase, proteína C reativa, fibrinogênio e lactato desidrogenase, importantes para a avaliação do impacto da intensidade do treinamento no atleta. TEMA 2 – AVALIAÇÃO NUTRICIONAL II 2.1 Hidratação A hidratação é extremamente importante para atletas e, principalmente, para atletas de luta que necessitam atingir pesos específicos. Existem recomendações específicas para cada tipo de exercício, e muitas vezes recomendações específicas para diferentes modalidades esportivas. É consenso, até os dias de hoje, que até 1 hora de atividade física, de intensidade leve e moderada (com exceção de atividades que sejam feitas em extremos de temperatura e caso o atleta tenha maior sudorese), é recomendado somente água para hidratação. A partir dessa duração ou com uma intensidade maior, é recomendada, ainda, a ingestão de eletrólitos como sódio, potássio e glicose (até cerca de 8%, o que contribui para a otimização da hidratação). Existe uma legislação da Anvisa que pontua a quantidade que esses componentes devem estar contidos em uma bebida considerada isotônica (RDC 18/2010). A Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva recomenda que as bebidas isotônicas contenham de 0,5 a 0,7 g de sódio por litro. A desidratação pode levar a fadiga e diminuição do rendimento. Além disso, alguns sintomas de desidratação podem incluir coloração da urina (embora outras variáveis possam interferir nesta), falta de apetite e sede, até os mais graves,como espasmos musculares, visão fosca, pele seca e murcha, perda de equilíbrio, dificuldade de engolir etc. A performance e a segurança dos atletas são otimizadas quando a variação do peso inicial não excede 2%. Protocolos já testados indicam que de 2 a 3 mL/kg em intervalos de 15 a 20 minutos são bem tolerados (variando com a modalidade e o gênero). Bebidas mais frias são mais bem toleradas. A tolerância 6 ao consumo de líquidos vai depender de cada indivíduo (esvaziamento gástrico) e é treinável. Considerando um esvaziamento gástrico normal (de 800 a 1.000 mL/h), os líquidos podem ser oferecidos com intervalos de 10 a 20 minutos, na quantidade de 200 a 250 mL. Quanto maior o calor, menor o intervalo de hidratação. 2.2 Ciclo de treinamento Independentemente da modalidade esportiva, há ciclos de treinamento nos quais são trabalhadas diferentes cargas e intensidades. E em cada ciclo de treinamento se tem um objetivo específico. Além dos ciclos de treinamento, é importante sabermos quais são os objetivos dos atletas e treinadores para cada etapa, como está a composição corporal desses atletas e como atuaremos com a parte alimentar e suplementar. O atleta terá uma melhora na performance e no rendimento esportivo quando são trabalhadas a alimentação e a suplementação com ajustes aos ciclos de treinamento. Veremos melhor sobre isso ainda nesta aula, no tema de ciclos e periodização do treinamento. 2.3 Suplementos Alguns praticantes de atividade física já podem chegar à primeira consulta tomando algum tipo de suplemento que outro profissional indicou ou que os próprios atletas resolveram tomar (é mais difícil que este último caso aconteça quando estamos trabalhando com atletas de competições oficiais, pois se preocupam com o doping, logo só tomam o que os profissionais da comissão multidisciplinar orientam). Logo, é de extrema importância sabermos sobre isso, para que possamos fazer as corretas orientação e prescrição. Os suplementos só devem ser prescritos caso o atleta não consiga atingir suas necessidades por via alimentar ou por algo na sua rotina pessoal ou de treinamento que o impeça de se alimentar. De qualquer forma, é muito importante sabermos a procedência desse suplemento, a correta dosagem, como ele é absorvido e como age no organismo. 7 TEMA 3 – INTRODUÇÃO À SUPLEMENTAÇÃO Suplementos alimentares são preparações destinadas a complementar a dieta e fornecer nutrientes que estão faltando ou não podem ser consumidos em quantidade suficiente na dieta do indivíduo. O objetivo básico é nutrir ou ajudar a suprir as necessidades específicas do indivíduo. Atletas podem ter dificuldade em suprir as necessidades nutricionais com alimentos, já que o gasto energético é muito grande, precisando de suplementos para atingir suas necessidades. A suplementação, principalmente no esporte, deve ser usada com muita cautela e sob a orientação de profissionais especializados. A linha que divide o que seria suplementação nutricional do que se aproximaria do doping é tênue. 3.1 Doping Suplementos proibidos, levando ao doping, poderiam ser definidos como substâncias que podem agir alterando processos metabólicos e genéticos, diferentemente dos alimentos e produtos, os quais simplesmente fornecem os nutrientes que normalmente viriam da alimentação. A utilização de substâncias químicas ou meios farmacológicos, químicos ou físicos para melhorar artificialmente o desempenho em atividades físicas ou mentais caracteriza a dopagem. O controle antidoping, que inclui a realização de análises toxicológicas, tem sido a forma mais consistente de minimizar o consumo excessivo de suplementos “proibidos”. A lista de substâncias consideradas doping está em constante mudança, de acordo com as inovações do mercado. A caracterização de doping independe da concentração encontrada na amostra do atleta, porém algumas substâncias podem ser permitidas, dependendo da modalidade, desde que até certa dosagem (ex.: álcool, corticosteroides, anestésicos locais, betabloqueadores…). Agentes anabólicos, diuréticos, hormônios como gonadotrofina coriônica (hCG), luteinizante (LH), corticotrofina (ACTH), hormônio do crescimento (GH), fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1), eritropoetina (EPO) e insulina são alguns exemplos de substâncias consideradas doping. 8 A dopagem contraria a ideia da filosofia desportiva: disciplina, dedicação, lealdade e competitividade. Constitui uma fraude, pois quebra o princípio de igualdade de condições dos participantes. 3.2 Suplementos ergogênicos Os suplementos ergogênicos podem ser caracterizados por suplementos que auxiliam de alguma forma na melhora da performance. Podemos destacar alguns grupos como: Energéticos (carboidratos, aminoácidos, proteínas, lipídeos, pré- treinos…); Proteicos (whey, proteína vegana, proteína da carne, aminoácidos…); Termogênicos (cafeína, canela, pimento, taurina...); Recuperadores (aminoácidos, carboidratos, recoverys…); Imunomoduladores (vitamina D, arginina, glutamina, probióticos, ômega- 3…). TEMA 4 – CICLOS E PERIODIZAÇÃO DE TREINAMENTO Independentemente do tipo de exercício, existem ciclos de treinamento com mudanças de intensidade, duração e tempo de recuperação. Normalmente, em início de ciclos de treinamento são feitos treinos com: Menor intensidade; Maior volume; Com objetivo muitas vezes de perda de peso e mudança da composição corporal; Recuperação da memória muscular (para voltar ao nível esportivo o mais rápido possível). Os treinos com alta intensidade são feitos ao longo dos meses de treinamento, visando principalmente à adaptação ao exercício e melhora de performance e rendimento após essa etapa. Logo, são treinos com: Maior intensidade e maior volume; Maior intensidade e menor volume; 9 O foco, nesse momento, é a melhora da performance. Em períodos de pré-competição, o treinamento é focado em deixar o atleta o melhor possível para a competição, calculando para deixá-lo dessa forma no dia “D”. Normalmente, são treinos com: Menor intensidade (menor do que no ciclo de treinamento intenso) e menor volume. Nesse momento, deve-se cuidar para que o atleta não ganhe peso. O objetivo principal é garantir imunidade e recuperação; Dependendo do esporte de luta, existirão protocolos de perda de peso para atingir peso ou não. Nesses casos, o cuidado deve ser redobrado, para garantir imunidade adequada e não se ter diminuição do rendimento (pela desidratação) nem ganho de gordura corporal (por mecanismo de acúmulo de rebote). A estratégia de treinos e plano alimentar para os atletas pós-período de competição vai depender da agenda de competições anuais desse atleta. 4.1 Periodização do treinamento O objetivo da alimentação e da suplementação varia com a periodização do treinamento. Normalmente, dependendo dos objetivos do atleta, a alimentação e a suplementação na periodização do treinamento pode ter estes componentes: Antes do exercício, devem-se garantir: Reservas energéticas adequadas para o início do treinamento; hidratação adequada; Imunidade (estratégias de suplementos ou alimentos para garantir uma boa imunidade podem ser ofertadas nesse período, principalmente quando o exercício é feito pela manhã); Estimulantes (sejam energéticos, para aumento do metabolismo, queima de gordura, dentre outros). Durante o exercício, podem-se usar: Repositores energéticos; hidroeletrolíticos; Recuperadores (aminoácidos e combinações de carboidratos e proteínas); 10 Estratégias também para ganho de massa e perda de gordura corporal. Após o exercício, dependendo do objetivo do atleta, podem-se fazer: Recuperação (muscular e de reservas de nutriente); hipertrofia; emagrecimento; Hidratação e reposição de eletrólitos. Períodosafastados de treino: Antioxidantes (estudos apontam que a suplementação de antioxidantes em períodos afastados do treinamento tem demonstrado melhores resultados em melhora de fadiga, sem afetar a adaptação ao treinamento e a hipertrofia muscular); Polifenóis; Estoques de glicogênio (os estoques de glicogênio muscular e hepático podem ser repostos ao longo de todo o dia, embora seja importante que uma parte seja reposta pós-exercício); Adequação proteica (estudos demonstram que a proteína deve ser distribuída ao longo do dia, e não somente em períodos próximos ao exercício); Vitaminas e minerais. TEMA 5 – TIPOS DE EXERCÍCIO Diferentes estímulos do treinamento físico levam a adaptações específicas. O tipo, a intensidade, a duração e a frequência do treinamento influenciam a conduta nutricional. Os tipos de exercício mais comuns são endurance, força e intermitente. 5.1 Endurance Um dos tipos de exercício que mais provocam desgaste muscular, psicológico e fisiológico. Promove a utilização predominante de glicogênio como energia (por isso, uma atenção maior deve ser dada às reservas dessa substância). 11 O grau de endurance de um atleta resulta na capacidade em absorver O2 e transportá-lo para o músculo para utilizá-lo nas vias metabólicas. Pode induzir um aumento de duas a três vezes no número, tamanho e superfície das mitocôndrias, melhorando o transporte de O2. É um exercício em que predominam grandes volumes e cargas menores. Além da reposição dos estoques de glicogênio muscular e hepático, uma atenção deve ser dada à hidratação e reposição hidroeletrolítica. Exemplos de esportes de endurance: maratona, ciclismo, natação, triatlo… 5.2 Intermitente Também conhecido como HIIT, ou treino intervalado de alta intensidade. Consiste em intercalar períodos de atividades em que são realizados exercícios de baixa, média e alta intensidade. Existe a possibilidade de pausar por um certo tempo determinado para descanso. A vantagem seria realizar uma maior quantidade de exercícios e conseguir melhores resultados. O tempo e a duração do exercício podem variar de 20 a 30 minutos em média, fora o período de aquecimento e o descanso. Existem inúmeras maneiras de praticar o treino. Os principais benefícios desse tipo de exercício são: Aumento do gasto calórico; Diminuição do apetite; Aumento da queima de gordura; Manutenção do peso. Alguns estudos demonstram que a atividade física intermitente produz mais picos anaeróbicos (quando comparados com exercício contínuo), utilizando maior quantidade de gordura e tendo maior gasto energético. Podem-se obter também melhorias no controle glicêmico e na sensibilidade à insulina. Além do CrossFit, outros tipos de exercício, considerados de endurance, podem ter períodos ou treinos intermitentes (natação, corrida…). Essa atividade pode não ser indicada para iniciantes, obesos e pessoas idosas. 12 5.2.1 Força É uma forma de exercício de contra resistência, com ênfase em treinamento e desenvolvimento da musculatura esquelética. Pode ser utilizado para fins atléticos (por meio da melhora do desempenho), estéticos (no desenvolvimento do volume muscular) e de saúde (auxiliando no tratamento de doenças musculares, ósseas, metabólicas, melhora de mobilidade, postura…). O treinamento resistido causa adaptações tanto neurais como musculares, que aumentam a capacidade do indivíduo de produzir força através da contração muscular. O exercício de força auxilia no fortalecimento dos diferentes músculos do corpo. Pode ser utilizado, também, para melhora e prevenção de lesões, melhora do metabolismo e hipertrofia. O treinamento de força possibilita, ainda, melhora no desenvolvimento da potência aeróbica, auxiliando em outros tipos de exercício. REFERÊNCIAS HIRSCHBRUCH, M. D. Nutrição esportiva: uma visão prática. 3. ed. Barueri: Manole, 2014. HOHL, A. et al. Suplementos, exercícios e esportes: uma visão endocrinológica. São Paulo: Clannad, 2018. KLEINER, S. M.; GREENWOOD-ROBINSON, M. Nutrição para o treinamento de força. 4. ed. Barueri: Manole, 2016. LORENZETI, F. M.; CARNEVALI JUNIOR, L. C.; LIMA, W. P.; ZANUTO, R. Nutrição e suplementação esportiva: aspectos metabólicos, fitoterápicos e da nutrigenômica. 1. ed. São Paulo: Phorte, 2015. LUSTOSA, A. M. A; OLIVEIRA, A. V.; BENTO, A. P. N. Suplementação nutricional no esporte. 1. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2016. MAUGHAN, R. J. et al. IOC Consensus Statement: Dietary Supplements and the High-Performance Athlete. International Journal of Sports Nutrition and Exercise Metabolism, v. 28, p. 104-125, 2018. TIRAPEGUI, J. Nutrição, metabolismo e suplementação na atividade física. São Paulo: Atheneu, 2006.