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FUNDAMENTOS DA CAPOEIRA
ORIGEM, HISTÓRIA E EVOLUÇÃO
► SISTEMA DE RELAÇÃO DE PRODUÇÃO
► PORTUGAL E O TRÁFICO NEGREIRO
► O NAVIO NEGREIRO
ETNIAS AFRICANAS:
SUDANESES
GUINEANOS SUDANESES ISLAMIZADOS
BANTUS
MAUS TRATOS, FUGAS E DEFESA COM O PRÓPRIO CORPO
O SURGIMENTO DA CAPOEIRA E SUAS FASES:
MARGINALIZAÇÃO
ACEITAÇÃO COMO FOLCLORE
INSTITUCIONALIZAÇAO COMO LUTA DESPORTIVA
MASSIFICAÇÃO
○ CAPOEIRA PRIMITIVA (UTILITÁRIA)
○ CAPOEIRA ANGOLA
○ CAPOEIRA REGIONAL
ORIGEM DA CAPOEIRA
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ESCRAVIDÃO E TRÁFICO NEGREIRO
ARTHUR RAMOS E AS FAMÍLIAS ÉTNICAS
FUGAS E REVOLTAS
MANIFESTAÇÕES CORPORAIS AFRICANAS
OBSERVAÇÕES DOS MOVIMENTOS DOS ANIMAIS
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CULTURA OU FAMÍLIA SUDANESA
	IORUBANOS DA NIGÉRIA: NAGÔ, IJECHÁ, EUBÁ, KETU, IBADAN, IJEBU
	DAOMEANOS: 	GEGE, EWE, EFAN
CULTURA SUDANESA ISLAMIZADA
	PEUHL: FULA, FULAH
	MANDINGA: SOLINKE, BAMBARA
	HAUSSÁ, ACHANTI, TAPA, BUNDA
CULTURA BANTA
ANGOLANOS, CONGOLÊSES, COSTA MARFIMNIANOS
FASES DA CAPOEIRA
1- MARGINALIZAÇÃO:
INICIADA NO SÉC. XVI SE PROLONGA ATÉ O SÉC. XX (1932/34)
2- ACEITAÇÃO COMO FOLCLORE
INICIADA NO INÍCIO DA DÉCADA DE 30 DO SÉC. XX VAI ATÉ O INÍCIO DOS ANOS 70
3- INSTITUCIONALIZAÇÃO COMO LUTA DESPORTIVA
INICIADA ENTRE 1970 E 1972, ATRAVÉS DA SUA INCLUSÃO NA CBP
4- MASSIFICAÇÃO (início 1979)
APÓS SER PRATICADA COMO LUTA DESPORTIVA É INSERIDA COMO DISCIPLINA NA EEFD/UFRJ
 * Em 1992 com a reformulação curricular da EEFD/UFRJ se torna disciplina obrigatória 
A TRAGETÓRIA HISTÓRICO/POLÍTICO E SOCIAL DA CAPOEIRA:
PODEMOS DIZER NA PERSPECTIVA DE GONÇALVES (NILO), QUE A
CAPOEIRA SAIU DOS ENGENHOS, SE FORTIFICOU NOS QUILOMBOS
SOBREVIVEU ÀS PERSEGUIÇÕES NAS RUAS, FOI RECONHECIDA NAS
ACADEMIAS E PENETROU OS UMBRAIS UNIVERSITÁRIOS.
PRINCIPAIS ESTILOS DE CAPOEIRA
PRIMITIVA: AUTODEFESA, UTILIZADA PELOS ESCRAVOS EM SITUAÇÃO DE FUGA CONTRA O CAPITÃO DO MATO. OBJETIVO ESPECÍFICO DE CONQUISTA DA LIBERDADE, UTILIZADA COMO DEFESA PESSOAL.
ANGOLA: CAPOEIRA PROPOSITALMENTE DISSIMULADA COM INTUITO DE ESCONDER SUA EFICIÊNCIA MARCIAL, UTILIZAÇÃO DE APOIOS DE MÃOS E CABEÇA NO CHÃO PARA VALORIZAR O CONTROLE CORPORAL PRÓXIMO AO SOLO, DE MANEIRA SEMELHANTE AO QUE O ESCRAVO EM FUGA EXECUTAVA PARA FORÇAR O CAPITÃO DO MATO A DESCER DO CAVALO.
REGIONAL: ESTILO DE CAPOEIRA QUE VALORIZA A VELOCIDADE E A ESTÉTICA DO MOVIMENTO SE DESENVOLVE NA POSTURA MAIS ERETA, TEVE COMO BASE A CAPOEIRA ANGOLA, MAIS SOFREU TRANSFORMAÇÕES PARA RESGATAR A EFICÊNCIA COMO LUTA MARCIAL
DE SINHÔ: CAPOEIRA UTILIZADA PARA TREINAMENTO DE DEFESA PESSOAL, COM FORTE EXIGÊNCIA DO CONDICIONAMENTO FÍSICO, SEM PREOCUPAÇÕES COM A ESTÉTICA DO MOVIMENTO VALORIZANDO A EFICIÊNCIA NA APLICAÇÃO DOS GOLPES.
 
PRINCIPAIS MESTRES E ESTILOS
PRIMITIVO: ZUMBI GUERREIRO
ANGOLA: PASTINHA (VICENTE FERREIRA)
REGIONAL: BIMBA (MANOEL DOS REIS MACHADO)
DE SINHÔ: SINHÔZINHO (AGENOR SAMPAIO)
PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DA RODA DE CAPOEIRA:
	BERIMBAU, PANDEIRO E ATABAQUE
TIPOS DE BERIMBAU:
VIOLA (CABAÇA PEQUENA - SOM AGUDO)
GUNGA (CABAÇA MÉDIA - SOM INTERMEDIÁRIO)
BERRA BOI (CABAÇA GRANDE – SOM GRAVE)
PRINCIPAIS TOQUES DE BERIMBAU
�
ANGOLA, SÃO BENTO PEQUENO
SÃO BENTO GRANDE, BENGUELA
IDALINA, SANTA MARIA
PEGA LARANJA NO CHÃO TICO-TICO
CAVALARIA, IÚNA
AMAZONAS, FÚNEBRE
SAMBA DE RODA
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A criatividade na falta de recursos:
Mãodeiro
	A técnica do toque do pandeiro na mão.
Onomatopéia do Toque do Berimbau
	Aprendizado do toque do berimbau através da memorização da sonoridade vocal, reproduzindo o som do instrumento.
Mestres da Capoeira Angola
Pastinha, Besouro, Cobrinha Verde, Aberrê, João Grande, João Pequeno, Amosino, Boa Morte, Traíra, Onça Preta, Pivô, Nagé, Samuel Preto, Daniel Noronha, Geraldo Chapeleiro, Totonho de Maré, Juvenal, Canário Pardo, Livino, Antônio Diabo, Bilusca, Cabelo Bom, Manduca da Praia, Moraes, Leopoldina, Russo, Samuel Querido de Deus, Gildo Alfinete, Lua, etc.
Mestres da Capoeira Regional
Bimba, Vermelho, Camisa Roxa, Decânio, Camisa, Acordeom, Jelon, Itapoan, Suassuna, Gigante, Gil Velho, Boca Rica, Nestor, Gladson, Gato, Mosquito, Edna, Deputado, Nô, Ousado, Esdras, Anzol, Peixinho, etc.
ORGANIZAÇÃO DE COMPETIÇÃO DE CAPOEIRA
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DIRETOR DE COMBATE
DIRETOR DE ARBITRAGEM
CRONOMETRISTA
APONTADOR
LOCUTOR
EQUIPE DE ARBITRAGEM
EQUIPE DE RITMO
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	TIPOS DE COMPETIÇÃO EM CAPOEIRA
SOLO: Flexibilidade, Equilíbrio, Resistência, Técnica e Variedade de Movimentos
DUPLAS: Volume de jogo, Vestimenta, Objetividade, Técnica e Condicionamento físico
TEMPO DE COMPETIÇÃO: 1,5 MINUTOS
ÁRBITROS OU JURADOS: 3 OU 5
INDIVIDUAL E EQUIPE: Técnica, Defesa, Ataque, Eficiência, Fuga e Faltas
TEMPO DE COMPETIÇÃO: 1,5 MINUTOS
ÁRBITROS LATERAIS: 3 OU 5
ÁRBITRO CENTRAL: 1
CATEGORIAS DE PESO: Pena, Leve, Médio, Meio Pesado e Pesado
CONJUNTO: Toques e Cânticos, Ritmo, Rituais e tradições, Vestimenta e Jogo
TEMPO DE COMPETIÇÃO: 10 MINUTOS
ÁRBITROS LATERAIS: 3 OU 5
O OBJETIVO DO TREINAMENTO EM SEQUENCIAS
	→ Desenvolver a noção espaço-temporal
	→ Fixar o aprendizado dos fundamentos
	→ Preparar para situação real do jogo
	→ Desenvolver a criatividade
SEQUÊNCIAS DE TREINAMENTO
 PRIMEIRA SEQUÊNCIA: 
	Passa Pé, Passa Pé com Armada, Esquiva e Aú / Resistência, Resistência, Passo, Bênção, Cabeçada.
 
SEGUNDA SEQUÊNCIA:
	Martelo do alto, Martelo do alto com Karatê Kid, troca de base, cabeçada / Esquiva com proteção de mão, Armada com proteçãode costelas, Aú.
 
TERCEIRA SEQUÊNCIA: 
	Jogo, Volta ao mundo, Cabeçada, Negativa mola, Cabeçada/
 Jogo, Volta ao mundo, Joelhada, Aú 
CLASSIFICAÇÃO DOS GOLPES DA CAPOEIRA
�
Traumáticos:
Martelos
Chapas
Coice
Cabeçada
Armada
Queixada
Meia lua de frente
Desequilibrantes:
Rasteira
Bandas
Tesouras
Arrastão
Boca de calça
Traumático- Desequilibrantes:
Bênção
Vingativa
Baianada
Vôo do Morcego
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Rituais e Tradições na Capoeira
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Formação da roda
Início da roda
Toque de angola
Saudação ou reverência
Pedido de proteção ou introspecção
Cumprimento ao companheiro
Início do jogo ao som do toque de angola
Iê! Vamos embora
Término do jogo
Parada ou chamada de angola, passo-a-dois ou mandinga
Compra do jogo ou jogo de compra
Volta ao mundo
Término da roda
Samba de Roda
Maculelê
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Sistema de Graduações
 O sistema de graduações de cordéis foi implantado por Damionor Ribeiro de Mendonça (Mestre Mendonça) entre 1970 e 1972 na CBP (Confederação Brasileira de Pugilismo/Departamento Especial de Capoeira)
	O Batizado faz parte da tradição da Capoeira. Neste evento o aluno recebe sua primeira graduação e joga pela primeira vez numa Roda oficial com Mestres e professores sem exigência da perfeição, mas para que possa sentir toda a magia do mundo da Capoeira. O Batizado é a forma máxima de expressão da Capoeira. Neste dia também acontece a Troca de corda daqueles alunos que já participaram do Batizado.
GRADUAÇÃO CBP/FCDERJ
CORDEL VERDE
CORDELVERDE/AMARELO
CORDEL AMARELO 
CORDEL AMARELO/AZUL 
CORDEL AZUL (Aluno Formado) 
CORDEL VERDE/AMARELO/AZUL (Contramestre)
CORDEL DE MESTRE
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Branco com Verde
Branco com Amarelo
Branco com Azul
Branco
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CBC e FCERJ
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1º estágio - iniciante: sem corda ou cordão
•	 2º estágio - batizado: verde
 3º estágio - graduado: amarelo
 4º estágio - graduado: azul
 5º estágio - intermediário: verde e amarelo
 6º estágio - adiantado: verde e azul
 7º estágio - estagiário: amarelo e azul
Docente de capoeira 
8º estágio - Formado: verde, amarelo, azul e branco
9º estágio - Monitor: verde e branco
10º estágio - Instrutor: amarelo e branco 
11º estágio - Contramestre: azul e branco
12º estágio - Mestre: branco 
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ABADÁ CAPOEIRA – MESTRE CAMISA
 
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Crua 
Crua e Amarela 
Amarela 
Amarela e Laranja 
Laranja 
Laranja e Azul 
Azul 
Azul e Verde 
Verde
Verde e Roxa
 Roxa (Instrutor) 
Roxa e Marrom (Instrutor) 
Marrom (Prof)
Marrom e Vermelha (Prof)
 Vermelha
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