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1 Aline David – ATM 2025/B SEMIOLOGIA – AULA 8 REVISANDO ANATOMIA ❖ Projeções superficiais do coração. - 5º espaço intercostal → topografia do ventrículo direito e mais posterior o ventrículo esquerdo. - O ápice do coração fica em torno do 5º espaço intercostal. - A base do coração é composta pelos grandes vasos -- : a. pulmonar direita, a. pulmonar esquerda, cajado da aorta, v. cava superior. - O ápice do coração é composto pelo ventrículo esquerdo. A pontinha do coração é o ictus cordis. SISTEMA DE CONDUÇÃO - Entra as doenças de artérias coronárias, as arritmias, e as doenças mais internas que são dos ventrículos, dos átrios e das artérias. - Nodo sinoatrial gera o potencial de ação e conduz para o nodo atrioventricular que vai retardar a despolarização dos ventrículos. A partir disso o PA segue o potencial de ação em direção aos ventrículos. FISIOLOGIA CARDÍACA - O sangue entra pelas veias e sai pelas artérias. O sangue entra pela VCS e VCI no AD passa pela valva tricúspide e atinge o VD. O VD manda sangue para os pulmões. O sangue retorna para o coração pelas veias pulmonares chegando até o AE, passa pela valva mitral 2 Aline David – ATM 2025/B e atinge o VE, que ejeta o sangue para a aorta com uma maior pressão, logo, é mais potente. ❖ Valvas atrioventriculares: mitral e tricúspide. ❖ Valvas semilunares: aórtica e pulmonar. ÁREAS NA PAREDE TORÁCICA - Região mitral: no 5º espaço intercostal → batimento visível do ictus cordis. - Região paraesternal: região tricúspide. - Região aórtica: segundo espaço intercostal. - Região pulmonar: segundo espaço intercostal esquerdo. ❖ O fechamento da valva mitral quando tem alguma patologia, a gente escuta mais na região mitral. Quando tem patologia na valva tricúspide, a gente ausculta melhor na região paraesternal. FOCOS DA AUSCULTA ANAMNESE ❖ Idade; ❖ Sexo; ❖ Procedência (doença de chagas, causa miocardiopatica dilatada, logo, é importante saber se o paciente veio de áreas endêmicas ou não) e Ocupação (trabalhos que tem um nível de esforço muscular maior). ❖ Cor; ❖ História da doença atual (entra mais afundo nos sinais e sintomas). ❖ História patológica pregressa (o que o paciente nos traz se já teve alguma doença na infância, procedimentos, alergias, imunizações, mulheres esquecem de relatar o uso de anticoncepcional, medicações (tempo que usa)). ❖ Antecedentes pessoais e familiares (sempre relatar doenças cardiovasculares principalmente em jovens e relacionar com hábitos de vida) → pesquisar a obesidade familiar e procurar pesquisar desde quando ele é obeso. ❖ Hábitos (dieta (pão, salada, carne, doces, refrigerante – saber frequência), exercícios, tabagismo, álcool). - Dieta rica em carboidratos, pobre em proteínas, rica em gorduras trans, uso de alimentos processados ou ricos em açúcar, rica em sal. - Sociedade americana de cardiologia preconiza que as pessoas façam 150 minutos de atividade aeróbica por semana (30 min por 3 Aline David – ATM 2025/B 5 vezes na semana). Lembrar que mulheres donas de casa e da limpeza falam que fazem atividade física o dia inteiro limpando e tals, mas isso não é exercício físico. Quando estimula a questão de a caminhada sempre lembrar a questão do sapato adequado, caso contrário pode desenvolver problemas de coluna e outras lesões. - Tabagismo é um grande fator de risco, bem como o álcool. Lembrar de investigar a quantidade e a frequência. SINAIS E SINTOMAS COMUNS Dor torácica: ❖ Parede torácica: incluindo sistema musculoesquelético e pele. ❖ Pulmões ❖ Coração ❖ Vasos (aorta). ❖ Esôfago ❖ Órgãos abdominais (estômago, vesícula). Dor Precordial: ❖ É uma dor em aperto, pressão, peso, queimação, sufocação (paciente se sente sufocado com a dor). Em geral é de origem isquêmica → infarto ou angina. 7 atributos da dor precordial oriunda de patologias cardíacas: ❖ Local mais comum: retroesternal. ❖ Caráter: constritivo. ❖ Intensidade: leve, moderada ou intensa. ❖ Duração: depende da patologia (angina estável, instável, IAM). ❖ Situação que ocorre: atividade ou repouso (lembrar de saber se o paciente tem dor pós relação sexual). ❖ Fatores de alívio e piora: alivia com repouso, uso de medicamentos, se piora com atividade física, banho. ❖ Irradiação/sintomas associados: a dor precordial típica do infarto tem dor retroesternal com irradiação para o ombro esquerdo. AUMENTO DO TRABALHO CARDÍACO ❖ Fatores desencadeantes do aumento do trabalho cardíaco da dor precordial: - Taquicardia: investigar se é súbita, por estresse, por exercícios. - Estresse; - Frio: por vasoconstrição. - Após refeições: FATORES ATENUANTES ❖ Uso de vasodilatadores; ❖ Alívio com repouso; FATORES ASSOCIADOS ❖ Náuseas, vômitos, sudorese. ANGINA ESTÁVEL ❖ Dor retroesternal, em aperto (ou ardência, queimação) com irradiação para o MSE e cervical, agravada pelo exercício, estresse, relação sexual, clima frio, refeições e alívio no repouso e com nitrato (3-4 min). ❖ Sinal de Levine: é a dor no momento do exercício. O paciente aperta o peito e melhora com repouso. ❖ Síndrome coronariana crônica. ANGINA INSTÁVEL ❖ Dor retroesternal em aperto (ou ardência, queimação), com irradiação para MSE (ulnar), cervical e mandibular, no repouso, alivia com nitrato (5-10min). ❖ Síndrome coronariana aguda. INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO ❖ Acontece no repouso, não alivia no repouso e nem com uso de nitratos. Essa dor pode durar mais de 20 min e estar associada com sudorese, dispneia, náusea e vômito. ❖ Tem um coágulo obstruindo o lúmen além da placa de aterosclerose. ❖ Cuidar com mulheres, idosos (circulação colateral já formada) e diabéticos (neuropatia diabética): sintomas atípicos (mortalidade maior); infarto silencioso (mesmo prognóstico dos sintomáticos). 4 Aline David – ATM 2025/B DOR PERICÁRDICA ❖ É aguda; ❖ Retroesternal; ❖ Constritiva e contínua; ❖ Não tem relação com esforço; ❖ Piora com a respiração e com o decúbito dorsal. ❖ Sem melhora com vasodilatadores; TAMPONAMENTO CARDÍACO ❖ Presença de aumento do fluído pericárdico; ❖ Sinais de aumento da pressão intrapericárdica; ❖ Dificuldade para respirar (dispneia); ❖ Dor na respiração e na movimentação. ❖ A tríade de Beck – turgência jugular (obstrução da volta do sangue do coração nessa região), bulhas hipofonéticas e hipotensão → está presente em apenas 30 a 40% dos casos. DOR DE DISSECÇÃO DE AORTA ❖ Início súbito; ❖ Lancinante → separação das camadas da aorta (interna com a íntima); ❖ Retroesternal com irradiação dorsal; ❖ Paciente fica inquieto, muitas vezes sem posição de alívio. ❖ O endotélio já está doente, como em diabéticos ou em tabagistas. DOR DE ORIGEM PSICOGÊNICA ❖ Dor “neurocirculatória”; ❖ Especialmente no ápice cardíaco; ❖ Constante – pode durar dias; ❖ Sem relação com esforços; ❖ Associado a humor instável, emoções; ❖ Alívio com repouso, analgesia (vasodilatador não faz diferença), tranquilizantes, placebo. PALPITAÇÕES ❖ Percepção desconfortável dos batimentos cardíacos. 5 Aline David – ATM 2025/B MIOCARDIOPATIA ❖ Pode ter a miocardiopatia dilatada onde o miocárdio fica mais fino e se dilata por perda de massa muscular do miocárdio. Dilatação de átrios. ❖ Na miocardiopatia hipertrófica o miocárdio fica hipertrofiado e vai menos sangue para o coração, quando ele vai bombear pouco sangue. Nem sempre terá mais força contrátil. ❖ É uma causadora de dispneia. DISPNEIA ❖ Dispneia de esforço (progressiva): classicamente da insuficiência cardíaca, mas pode ser associada com a angina. ❖ Dispneia de decúbito (ortopneia): por congestão pulmonar ele vai ter que dormir com dois ou três travesseiros.❖ Dispneia periódica (Cheyne-Stokes): insuficiência cardíaca mais avançada, aumenta a frequência respiratória, tem um período de apneia e depois volta a aumentar. ❖ Edema pulmonar → Parênquima pulmonar congesto origina impulsos aferentes vagais → reflexo de Hering – Breuer → limita a insuflação pulmonar (taquipneia/dispneia). - Saber diferenciar cansaço de falta de ar. COMPILADO ❖ Pacientes que já estão congestos, começa a acumular sangue e líquido no pulmão. Logo, começa a aparecer tosse, expectoração (espumosa/rosácea), sibilância/estertores finos e edema de membros inferior. SÍNCOPE E LIPOTÍMIA (DEMAIO) ❖ Desmaio súbita; ❖ Sensação de desmaio; ❖ Perda de consciência; 6 Aline David – ATM 2025/B SEMIOLOGIA – AULA 9 EXAME FÍSICO INICIAL ❖ Sinais vitais (PA, FR, FC, Saturação e Tempertura). - Atletas costumam ter bradicardia e em casos de vagotomia, sendo alteração fisiológica. - Bradicardia patológica: hipotiroidismo. - Taquicardia patológica: hipertireoidimos. ❖ Coloração do paciente (cianose); ❖ Postura (como ele se encontra no leito); INSPEÇÃO E PALPAÇÃO ❖ Tipos de tórax ❖ Abaulamentos ❖ Ictus cordis → batida da ponta do coração (do ventrículo esquerdo → é importante para pensar em cardiomegalia, sendo um sinal de que o paciente pode ter uma hipertrofia. - Do lado do paciente, mas a gente se abaixa para ver meio transversal. - É mais bem encontrado no 5º espaço intercostal, na linha hemiclavicular esquerda. - Avaliar: localização, extensão, intensidade, ritmo e frequência. - Mobilidade do ictus: paciente faz decúbito lateral esquerdo e a gente observa que o ictus se movimenta cerca de 2cm para a região lateral esquerda. - Palpar região de 2º espaço intercostal esquerdo, direito, 5º espaço intercostal esquerdo na linha paraesternal e 5º espaço intercostal esquerdo em linha hemiclavicular. - Colocar os dedos no 4º, 5º e 6º espaços intercostais. Sendo um sinal de aumento de VD. AUSCULTA ❖ Estetoscópio: - Diafragma → sons agudos – B1 e B2 - Campânula → ruídos graves - Compressão firme e leve; - Todas as bordas; - Diretamente sobre a pele; - Ambiente silencioso; 7 Aline David – ATM 2025/B - Foco pulmonar: 2º espaço intercostal esquerdo (paraesternal); - Foco aórtico: 2º espaço intercostal direito (paraesternal); - Foco aórtico acessório: 3º espaço intercostal esquerdo (paraesternal); - Foco tricúspide: 4º e 5º espaço intercostal (paraesternal). - Foco mitral: linha hemiclavicular no 5º espaço intercostal. - O coração fica mais próximo da caixa torácica, sendo possível auscultar melhor. PRIMEIRA BULHA (B1) ❖ “TUM”; ❖ Fechamento das valvas mitral e tricúspide durante a sístole → quando o sangue chega nos ventrículos. ❖ Ocorre junto com o ictus; ❖ Ocorre junto com o pulso carotídeo e com o pulso radial; ❖ Som mais forte; ❖ Mais audível no foco mitral (ápice); ❖ M1 e T2 → fecham sincronicamente → componentes de B1. SEGUNDA BULHA (B2) ❖ Originada pelo fechamento das valvas aórtica e pulmonar; ❖ Menos longo, mais agudo; ❖ Mais intensa em foco aórtico e pulmonar (base do coração). DESDOBRAMENTO FISIOLÓGICO DE B2 (TLA) ❖ A inspiração aumenta o retorno venoso retardando a sístole do VD, separando os componentes Ao e P da 2ª bulha (desdobramento fisiológico) → só vai ser auscultado se for feito alguma manobra durante a inspiração. - Fecha primeiro a valva aórtica e segundos depois a pulmonar. - Desdobramento patológico: em vez de auscultar “TUM-TÁ”, ausculta “TUM-TLÁ”. Isso pode ocorrer no bloqueio de ramo, comunicação interatrial, estenose aórtica, por retardo de ativação do potencial de ação → ausculta sem manobras. B1 E B2 ❖ Estados de hiperfonesee: magros, taquicardia, exercício, febre, sepse, hipertireoidismo, estenoses valvares. ❖ Estados de hipofonese: obesidade, musculosos, DPOC, cifose, derrame pericárdico, insuficiências valvares. ❖ BNF → bulhas normofonéticas, hipofonéticas ou hiperfonéticas. TERCEIRA BULHA (B3) ❖ “TU” → depois do “TUM-TA”; ❖ Início da diástole, de baixa frequência, ápice; ❖ Se origina das vibrações da parede ventricular (enchimento rápido); ❖ Pode ser fisiológico (crianças, jovens, gestantes 3º trimestre). ❖ Som protodiastólico → TUM – TA TU - - - TUM B1 B2 B3 B1 ❖ Galope por B3 → alterações na complacência ventricular (sobrecarga de volume crônica, 8 Aline David – ATM 2025/B miocardiopatia, ICC sistólica descompensada → sinal de mau prognóstico). QUARTA BULHA (B4) ❖ Final da diástole (imediatamente antes de B1); ❖ Desaceleração do fluxo sanguíneo; ❖ Contração atrial (galope atrial); ❖ Pode ser fisiológico em crianças e em atletas; ❖ B4 ---------- TURUTUM --------- TA B4 B1 B2 ❖ É melhor de auscultar com a campânula. ❖ É necessário que a complacência ventricular esteja baixa, comum na hipertrofia concêntrica da HAS, estenose aórtica, miocardiopatia hipertrófica, cardiopatia isquêmica (vai menos sangue para o miocárdio, tendo menos sangue nas coronárias, ficando mais sangue nos ventrículos). AVALIAÇÃO DOS RUÍDOS CARDÍACOS: ❖ Sistólicos → Proto – Meso – Tele SOPROS ❖ Sons atribuídos à turbulência do fluxo sanguíneo; ❖ Localização: apical, bordas esternais; ❖ Irradiação: axilar, cervical → quando tem um compartimento maior acometido. INTENSIDADE DOS SOPROS ❖ Pode ser classificada em graus ou em cruzes. ❖ Grau 1: intensidade baixa, requer ausculta cuidadosa. ❖ Grau 2: intensidade média. ❖ Grau 3: intensidade alta, mas sem frêmito; ❖ Grau 4: presença de frêmito; ❖ Grau 5: frêmito + audível com o diafragma parcialmente encostado na pele. ❖ Grau 6: frêmito + audível com o diafragma fora da pele. ❖ Ex.: (+/6+) → sopro sistólico em FM (grau 1 ou +/6+); SOPROS SISTÓLICOS ❖ Sopro inocente: sempre sistólico (meso), “em diamante”, máximo grau 2, 2°-4° EIC na BEE sem irradiação. - Em geral diminui ou desaparece quando o paciente está sentado e à medida que o paciente cresce. - Só dá para denominar sopro inocente depois que for investigado e comprovado. ❖ Sopro fisiológico: anemia, febre, gravidez, exercício, hipertireoidismo → síndromes hipercinéticas. - Semelhante ao sopro inocente → u, sistólico no meio do ciclo. SOPROS PATOLÓGICOS ❖ Podem ser sistólicos ou diastólicos: 9 Aline David – ATM 2025/B Sopros Patológicos Sistólicos: ❖ Estenose aórtica (ou pulmonar) → dificultam a passagem de força → o ventrículo faz força (sístole) e esse fechamento da valva aórtica ou pulmonar, como ela tá mais estreita, faz com que seja escutado. ❖ Regurgitação/insuficiência mitral (ou tricúspide) → o sangue volta em forma de refluxo do sangue para o átrio, sendo auscultado na forma de sopro. Sopros Patológicos Diastólicos: ❖ Estenose mitral ou tricúpide → a valva contrai e passa menos sangue, originando o sopro. ❖ Regurgitação/insuficiência aórtica (ou pulmonar) → o sangue que retorna para a artéria aorta ou pulmonar, cria esse som diastólico. INSUFICIÊNCIA AÓRTICA ❖ O sangue reflui, tem a sístole, a válvula aórtica fecha, porém, reflui sangue. ❖ Origem: reumática (complicação de uma infecção por estreptococo, se não tratada corretamente dá complicações, que é chamada de febre reumática. Para isso não ocorrer, a infecção por estrepto deve ser erradicada), sífilis, aterosclerose, endocardite. ❖ Achados cardíacos: ictus desviado e amplo (sempre vai ter sangue a mais no VE, ocasionando uma hipertrofia do VE), sopro diastólico, insuficiência cardíaca esquerda progressiva. ❖ Sinais a nível do coração: - Ictus derivado para baixo e para a esquerda. - Sopro diastólico aspirativo ❖ Traz consequênciaspara sinais periféricos: P sistólica mais elevada e uma menor pressão diastólica. ❖ A insuficiência aórtica é a patologia das válvulas que tem mais sinais periféricos. ESTENOSE AÓRTICA ❖ Origem: congênita (valva bicúspide), senil (calcificação dos folhetos). ❖ Associa-se pulso parvus et tardus. INSUFICIÊNCIA MITRAL ❖ Origem: infarto do miocárdio, prolapso da mitral. ESTENOSE MITRAL ❖ Origem: reumática (principal complicação). ❖ Associa-se a hipertensão pulmonar grave. SEQUÊNCIA DA AUSCULTA 1) Escute B1 → borda esternal inferior esquerda; 2) Escute B2 – precordio 3) Escute o desdobramento de B2 4) Bulhas ou sopros extras na sístole; 5) Bulhas ou sopros extras na diástole; 10 Aline David – ATM 2025/B PULSOS AMPLITUDE DOS PULSOS ❖ Pulso amplo → magnus ❖ Pulso fraco → parvus TIPO DE ONDA ❖ Pulso martelo d’água ou célere → aparece e desaparece rapidamente. - Ex.: insuficiência aórtica, fístula A-V; ❖ Pulso alternante → uma onda ampla seguida por outra fraca. - Ex.: insuficiência ventricular esquerda. ❖ Pulso filiforme → pequena amplitude; - Ex.: choque. ❖ Pulso paradoxal → diminuição da amplitude durante a inspiração forçada. - Ex.: pericardite, tamponamento cardíaco; ❖ Pulso bisferiens → dupla ondulação. - Ex.: estenose e insuficiência aórtica associadas. REFLUXO HEPATOJUGULAR ❖ Compressão abdominal durante 1 minuto, com isso a contração atrial e ventricular fica mais intensa pelo maior volume de sangue drenado da área esplâncnica até o átrio direito. ❖ Observa-se turgência jugular externa direita; ❖ Sinal de insuficiência ventricular direita; AUSCULTA DO PESCOÇO ❖ Serve para ver se não tem sopro na carótida que pode ser causado por placa ateroscleróticas. VÍDEO – EXAME FÍSICO CARDIOVASCULAR https://www.youtube.com/watch?v=XU_xeUMJ3Zc VÍDEO = SONS BULHAS NORMAIS https://www.youtube.com/watch?v=NFb3K3I5s7w VÍDEO = SONS 3ª E 4ª BULHAS https://www.youtube.com/watch?v=d8jJerXTS38 VÍDEO = SOPROS https://www.youtube.com/watch?v=KOm8e4rAaC4 https://www.youtube.com/watch?v=d8jJerXTS38 11 Aline David – ATM 2025/B