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QUALIDADE O QUE É? Satisfação do cliente Melhorar atendimento Maior eficiência Maior produtividade Controle produtivo Controle preventivo Maior integração do pessoal Redução de custos Redução de perdas Maior volume de vendas Visão a longo prazo Feedback rápido Preocupação no projeto Foco nos resultados Inovação e criatividade Responsabilidade social Melhoria na imagem Redução de retrabalhos Maior lucratividade Maior crescimento Coleta de Alimentos► Inspeção pelos consumidores EVOLUÇÃO DA GESTÃO DA QUALIDADE Divisão do trabalho: Fornecedores de alimentos► Inspeção nos mercados das aldeias Primeiros Fabricantes: Artesãos das aldeias► Confiança na técnica e reputação O Código de Hamurabi (2.150 a.C.) já demonstrava preocupação a durabilidade e funcionalidade das edificações; EVOLUÇÃO DA GESTÃO DA QUALIDADE Os Fenícios amputavam a mão do fabricante de produto fora das especificações do governo; Livro dos Mortos – Egito Exército Terracota – China EVOLUÇÃO DA GESTÃO DA QUALIDADE Os Romanos desenvolveram padrões de qualidade e métodos de medição altamente sofisticados. EVOLUÇÃO DA GESTÃO DA QUALIDADE Com a Revolução Industrial, a produção em massa de bens manufaturados se tornou possível através da divisão do trabalho e da criação serial de peças, o que criou problemas para aqueles que estavam acostumados a ter seus bens feitos sob medida. EVOLUÇÃO DA GESTÃO DA QUALIDADE Há um longo caminho a ser percorrido em virtude do atraso no acesso e implantação desses conceitos, principalmente nos países menos desenvolvidos (Brasil) A partir da década de 90 a qualidade foi marcada pela retomada da força das empresas americanas e pela crise econômica nos Tigres Asiáticos. O final dos anos 70 e 80 foram marcados pelo esforço para a Qualidade em todos os aspectos de negócios e das organizações prestadoras de serviços, incluindo finanças, vendas, pessoal, manutenção, gerenciamento, produção e serviços. 2. ERA DO CONTROLE ESTATÍSTICO • Produtos são verificados por amostragem; • Um departamento especializado faz a inspeção da qualidade; • Ênfase na localização de defeitos. EVOLUÇÃO DA GESTÃO DA QUALIDADE 1. ERA DA INSPEÇÃO • Produtos são verificados um a um • Cliente participa da inspeção • Inspeção encontra defeitos, mas não produz qualidade EVOLUÇÃO DA GESTÃO DA QUALIDADE 3. ERA DA QUALIDADE TOTAL • Processo produtivo é controlado; • Toda a empresa é responsável; • Ênfase na prevenção de defeitos; • Qualidade assegurada. 1. TOTAL SATISFAÇÃO DO CLIENTE O cliente é a figura principal de todo o processo organizacional; É preciso considerar as necessidades e expectativas do cliente 2. GERÊNCIA PARTICIPATIVA É importante considerar a opinião dos funcionários nas decisões gerenciais; O executor das tarefas está em melhores condições de identificar as principais dificuldades. PRINCÍPIOS DA QUALIDADE TOTAL PRINCÍPIOS DA QUALIDADE TOTAL 3. DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS Os funcionários são alma da empresa e deles depende o sucesso da organização; A capacitação profissional deve ser constante; A Remuneração deve ser “justa”; Motivação. 4. CONSTÂNCIA DE PROPÓSITOS Os funcionários apresentam resistência à implantação de conceitos da qualidade; Devem ter consciência dos conceitos da qualidade; É preciso modificar a conformidade da cultura da empresa por sua direção (Gestor); PRINCÍPIOS DA QUALIDADE TOTAL PRINCÍPIOS DA QUALIDADE TOTAL 5. APERFEIÇOAMENTO CONTÍNUO DO SISTEMA. CICLO PDCA Antigamente, a qualidade e a oferta de produtos/serviços para os clientes era vista de uma forma bastante diferente da visão atual. Henry Ford dizia “que sua empresa atendia seus clientes em qualquer cor de automóvel, desde que fosse preto ou preto.” QUALIDADE X PRODUTIVIDADE X COMPETITIVIDADE COMPETITIVIDADE OBRIGA A: • Concepção de melhores produtos • Melhores soluções • Produção mais rápida • Menor custo DÉCADA DE 60 – Preço antes da qualidade DÉCADA DE 80 – Qualidade antes do preço DÉCADA DE 90 – Qualidade e Preço COMO FAZER O DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO/SERVIÇO COM QUALIDADE? • Organização do ambiente de trabalho • Administrativamente (documentos, registros, cadernos de controle; • Verificação dos equipamentos • Plano de Manutenção dos equipamentos; • Levantamento de Materiais e suprimentos (reagentes, padrões e materiais de referência); GQT – PLANEJAMENTO BUSCAR O CONHECIMENTO PARA SOBREVIVER ÀS MUDANÇAS QUE OCORREM TÃO VELOZ E CAOTICAMENTE OBJETIVO: GQT – PLANEJAMENTO ETAPAS: Definição do negócio, da missão e visão da organização, com base na cultura e política da empresa Análise interna: pontos fortes e fracos: Análise externa: ameaças e oportunidades Definição dos objetivos estratégicos, estratégias e ações Acompanhamento e controle GQT – IMPLEMENTAÇÃO CONSIDERAÇÕES: Mudanças drásticas a nível da organização e cultura da empresa; Principais motivações na adoção: - Posição competitiva ameaçada (perda de mercado) - Decisão pró-ativa para melhorar A implementação deve abranger todas as áreas da GQT e ser adaptada ao contexto específico da empresa. ETAPAS: Estrutura organizacional com o menor número possíveis de níveis; Qualidade posicionada em um nível hierárquico elevado; Criação de comissões para a qualidade; Documentação de procedimentos, de acordo com a Norma ISO 9000. GQT – IMPLEMENTAÇÃO GQT – IMPLEMENTAÇÃO BENEFÍCIOS: MENOS ERROS MENOR CUSTO MAIOR PRODUTIVIDADE MAIOR FATIA DE MERCADO MAIOR SATISFAÇÃO DOS COLABORADORES CUSTOS DA QUALIDADE OBJETIVOS: Responder questões relativas à mensuração financeira da qualidade; Quantificar as perdas de oportunidades derivadas da baixa qualidade dos produtos e serviços; Direcionar e motivar os esforços de melhoria, através de linguagem compreendida por todos na empresa: A LINGUAGEM MONETÁRIA PROCESSO DE CUSTEIO 1. Identificação de todas as atividades relacionadas com a qualidade e seus centros de custos; 2. Determinação da quantidade do critério de alocação de cada função relacionada com a qualidade 3. Determinação da taxa unitária de cada critério de alocação; 4. Determinação dos custos de cada atividade relacionada à qualidade; 5. Obtenção dos custos totais de qualidade. CUSTOS DA QUALIDADE INIMIGOS DA QUALIDADE • Refugos e Retardos • Esperas • Quebra de Máquinas e Equipamentos • Falhas de Manutenção • Informações Erradas e Demoradas; • Excesso de Manuseio; • Alterações no Pedido; • Contratações Inadequadas; • Burocracia Inútil; • Desconhecimento do Processo; • Irresponsabilidade; • Mau treinamento e/ou Orientação Incompleta; • Ausência de Comprometimento Participativo. “A análise COQ (custo operacional e qualidade) é uma completa perda de tempo: o tempo gasto calculando os custos de fazer as coisas erradas seria muito mais bem gasto fazendo essas coisas corretamente desde a primeira vez”. (Deming, 1982). CUSTOS DE PREVENÇÃO 1. PREVINEM A MÁ QUALIDADE; 2. Envolvem as atividades de inspeção dos materiais, processos, equipamentos, treinamento; 3. Envolvem também os fornecedores; 4. Objetivam evitar a geração de produtos defeituosos ou serviços insatisfatórios. CUSTOS DA QUALIDADE CUSTOS DE AVALIAÇÃO 1. OBJETIVAM EVITAR QUE PRODUTOS SEM CONFORMIDADE CHEGUEM ATÉ OS CLIENTES. 2. Envolvem identificação de produtos defeituosos; 3. Cada empregado deve funcionar como seu próprio controle de qualidade; 4. Qualidade já deve nascer com o produto;CUSTOS DA QUALIDADE CUSTOS DE FALHAS INTERNAS 1. SURGEM QUANDO UM PRODUTO FORA DA CONFORMIDADE É DETECTADO ANTES CHEGAR AO CLIENTE; 2. Quanto melhor a inspeção, menor o risco de defeitos; 3. Se não há defeitos, não há custo de falhas. CUSTOS DA QUALIDADE CUSTOS DAS FALHAS EXTERNAS 1. PRODUTOS E SERVIÇOS SEM CONFORMIDADE, DETECTADOS PELOS CLIENTES; 2. Vendas perdidas devido à produtos de baixa qualidade; 3. Insatisfação dos clientes; 4. Imagem denegrida. CUSTOS DA QUALIDADE QUALIDADE - FERRAMENTAS BRAINSTORMING/ BRAINWRITING “Tempestade de idéias”, expressões de idéias, sem discriminação das mesmas, por mais absurdas que possam parecer. É geralmente usado para desenvolvimento de novos produtos, implantação do sistema de qualidade e solução de problemas. QUALIDADE - FERRAMENTAS É um método particularmente efetivo de ajudar a pesquisar as raízes do problema através do levantamento de questões. A partir dos questionamentos deve-se ir preenchendo a espinha. DIAGRAMA DE ISHIKAWA (Espinha de Peixe/ Causa e Efeito) DIAGRAMA DE ISHIKAWA (Espinha de Peixe/ Causa e Efeito) WHY - (Por que fazer) WHAT - (O que será feito) WHERE - (Onde será feito) WHEN - (Quando será feito) WHO - (Quem fará) HOW - (Como fará) HOW MUCH - (Quanto custará) PLANO DE AÇÃO (5W2H) QUALIDADE - FERRAMENTAS Esta ferramenta é aplicada a análises e priorização dos aspectos relevantes relacionadas à qualidade de um produto, visa a fácil visualização da estratificação de várias causas ou características de efeitos. Deve-se estabelecer o problema e perguntar-se o porquê? DIAGRAMA DE PARETO QUALIDADE - FERRAMENTAS Ex.: Distribuição das peças segundo o tipo de defeitos 0% 20% 40% 60% 80% 100% A B C D E D Tipo de defeito % D E D E F E IT O S DIAGRAMA DE PARETO QUALIDADE - FERRAMENTAS CICLO PDCA SEIS SIGMA COLETA DE DADOS BENCHMARKING ESTRATIFICAÇÃO FOLHA DE VERIFICAÇÃO HISTOGRAMA DIAGRAMA DE DISPERSÃO CARTA DE CONTROLE ??? S I S T E M A 5 S DIAGRAMA DE AFINIDADE DIAGRAMA DE ÁRVORE DIAGRAMA DE RELAÇÃO FMEA (Failure Model and Effect Analysis)