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CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU 
 
Curso de Nutrição 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE DIAGNÓSTICO DO ESTADO 
NUTRICIONAL - IDOSOS 
 
 
 
 
 
 
Erica Melo da Silva 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Natal 
MAIO/2021
 
 
 
FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU 
Curso de Nutrição 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NOME: Erica Melo da Silva 
 
 
ÁREA DO ESTÁGIO: Nutrição Social 
 
 
LOCAL: 100% de forma Remota - Uninassau Natal 
 
PROFESSORA: Jussara Maria Dos Santos Pessoa 
 
 
 
 
 
Natal 
 
MAIO/2021
SUMÁRIO 
 Pag. 
 
1. INTRODUÇÃO...........................................................................................................4 
2. DESCRIÇÃO..............................................................................................................7 
 
 
 
3. RESULTADOS...........................................................................................................8 
 
 
 
4. DISCUSSÃO........................................... ..................................................................12 
 
 
 
7. CONCLUSÕES..........................................................................................................13 
8. REFERÊNCIAS .........................................................................................................14 
4 
 
1. Introdução 
 
O processo de envelhecimento no Brasil ocorre pela rapido queda dos numeros 
de feculndidade e mortalidade. Por volta dos anos 2050, os idosos representarão em 
media 14,2% da população brasileira, o que aponta a necessidade de se conhecer 
mais sobre o envelhecimento, suas repercussões e impacto sobre o sistema de saúde 
brasileiro. O estimulo a saúde pode diminuir o impacto que o envelhecimento provoca 
ao sistema de saúde. Um dos fatores relacionados ao envelhecimento sadio é a boa 
nutrição durante toda a vida1,2. 
O envelhecimento populacional e o aumento da expectativa de vida, 
provocaram mudanças no perfil epidemiológico da população, com o predomínio das 
doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), específicas das faixas etárias mais 
avançadas, aumentando, cada vez mais, a necessidade do conhecimento dos fatores 
de risco que incidem sobre a prevalência das DCNT associadas à idade3. 
Desse modo o estado nutricional adequado aumenta o número de pessoas que 
se aproximam do seu ciclo máximo de vida. Por um lado, a obesidade consolidou-se 
como agravo nutricional associado à alta incidência de DCNT, tais como doenças 
cardiovasculares, câncer e diabetes, influenciando, desta maneira, no perfil de 
morbimortalidade das populações4. 
Por outro, especialmente na faixa etário de idosos, a desnutrição apresenta-se 
constantemente interligada ao crescimento da incapacidade funcional, redução da 
qualidade de vida, aumento no número de internações, maior susceptibilidade às 
infecções e, consequentemente, aumento da mortalidade5. 
A avaliação do estado nutricional é um dos principais componentes na 
avaliação do estado de saúde dos indivíduos. É resultante do equilíbrio entre a 
ingestão alimentar e a necessidade energética do organismo, sendo que, em geral, 
as alterações no estado nutricional geram conseqüências indesejáveis para a saúde 
das pessoas. Esse estudo é de suma importância para avaliar a autonomia e, 
conseqüentemente, a participação social4. 
O estado nutricional dos idosos pode ser medido pelo índice de massa corporal 
(IMC), peso em kg dividido pela altura m2, sendo os seguintes pontos de corte: 
 
 
 
5 
 
 Tabela - IMC para idosos (65 anos ou mais) 
Feminino Masculino 
IMC Classificação IMC Classificação 
≤ 21,9 Abaixo do peso ≤ 21,9 Abaixo do peso 
22,0 - 27,0 Peso normal 22,0 - 27,0 Peso normal 
27,1 - 32,0 Sobrepeso 27,1 - 30,0 Sobrepeso 
32,1 - 37,9 Obesidadegrau I 30,1 - 35,0 Obesidadegrau I 
37,1 - 41,9 Obesidade grau II (severa) 35,1 - 39,9 Obesidade grau II (severa) 
≥42,0 Obesidade grau 
III(mórbida) 
≥ 40,0 Obesidade grau 
III(mórbida) 
Fonte: BUSCAR 
A alteração nutricional mais importante nos idosos é a desnutrição protéica 
calórica, responsável pelo aumento da mortalidade, susceptibilidade à infecção e 
redução da qualidade de vida. A obesidade, por sua vez, está associada a uma 
elevada incidência de patologias clínicas e mesmo cirúrgicas, constituindo um fator de 
risco para doenças graves. As principais são as doenças cardiovasculares, 
hipertensão, diabetes tipo II, osteoartrite, distúrbios em mulheres, alguns tipos de 
câncer e problemas respiratórios, podendo causar sofrimento, depressão e 
comportamentos de esquiva social, que prejudicam a qualidade de vida6,7. 
Para realizar a Vigilância Alimentar e Nutricional (VAN), que faz parte da 
vigilância em saúde preconizada pelo SUS, os dados são consolidados pelo Sistema 
de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN). O sistema disponibiliza online os 
dados sobre o consumo alimentar e o estado nutricional da população e pode gerar 
relatórios públicos com as informações, acessível tanto para os profissionais quanto 
para qualquer indivíduo que deseje o acesso as informações8. 
 A Vigilância Alimentar e Nutricional (VAN) nos serviços de saúde inclui a 
avaliação antropométrica (medição de peso e estatura) e do consumo alimentar cujos 
dados são consolidados no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), 
apoiando gestores e profissionais de saúde no processo de organização e avaliação 
da atenção nutricional, permitindo que sejam observadas prioridades a partir do 
levantamento de indicadores de alimentação e nutrição da população assistida. 
Destaca-se ainda que o SISVAN permite o registro dos dados da população atendida 
na atenção básica, com destaque para os beneficiários do Programa Bolsa Família.8,9. 
O monitoramento da situação alimentar e nutricional da população brasileira 
gera dados que podem permitir análise e desenho/prospecção de cenários futuros e 
dão apoio aos profissionais de saúde para realizar o diagnóstico local das condições 
e agravos alimentares e nutricionais, fatores de risco ou proteção associados e as 
6 
 
condições de saúde da população atendida na atenção básica.10 
A VAN deve fazer parte do cotidiano das equipes multiprofissionais da atenção 
basica e se constitui em uma das diretrizes da Política Nacional de Alimentação e 
Nutrição (PNAN). Esta política tem como premissa o monitoramento, avaliação e 
fortalecimento da nutrição do SUS através da organização e gestão dos cuidados em 
alimentação e nutrição na Rede de Atenção à Saúde. Para que a PNAN seja 
implementada no SUS, é importante conhecer o perfil epidemiológico da população, 
para que as estratégias e políticas públicas traçadas assegurem aos usuários o Direito 
humano à alimentação adequada. 9 
Nessa sentido, o presente projeto tem por objetivo diagnosticar o estado 
nutricional e identificar fatores associados ao perfil nutricional na população idosa 
brasileira, compreendendo indivíduos acima de 60 anos, e acobertura da AB na cidade 
de Natal nos últimos cinco anos, como se comportou os resultados entre sexos e 
comparar com outros estudos e resultados do SIVAN na mesma faixa etária e sexo. 
Conhecer o perfil nutricional dos idosos atendidos na AB no quinquenio, pode contribuir 
para formulação de novas políticas públicas e reorganização das já existentes para o 
enfrentamento, prevenção e recuperação dos agravos à saúde que acometem os 
indivíduos que ali residem. 
7 
 
2. Descrição 
 
Trata-se de um estudo transversal descritivo, longitudinal, de base populacional 
referente aos anos de 2016 a 2020 com dados secundários do estado nutricional de 
idosos acima de 65 anos atendidos pela AB no município de Natal-RN colhidopor meio 
dos relatórios de acesso público disponibilizados na plataforma online do SISVAN. 
 Foram investigados relatórios de estadonutricional do município de Natal por 
ano, dentre a série histórica pesquisada: um relatório com total de atendimentos e 
estado nutricional composto por ambos os sexos, um relatório com dados dos 
indivíduos do sexo feminino e outro com dados do sexo masculino; totalizando 05 
relatórios analisados entre o período de 2016 a 2020. 
Para o desenvolvimento dos relatórios públicos anuais foram aplicados as 
seguintes condições para cada ano da série pesquisada: ano referência, mês de 
referência (todos), agrupar por (município), região (nordeste), estado (RN), cidade 
(Natal), na categoria outros filtros foram adicionadas região de cobertura (todas), 
acompanhamentos registrados (todos) - que inclui SISVAN-Web, Sistema de Gestão 
do Bolsa Família (DATASUS) e e- SUS AB; fase da vida (idosos); povo e comunidade 
(todos); sexo (todos, que inclui masculino e feminino - posteriormente foram gerados 
em separado relatórios por sexo a fim de se ter a composição percentual de 
atendimentos por gênero); escolaridade (todas); raça/cor (todas). 
A atualização dos dados do sistema é feita semanalmente e o módulo é 
composto por três opções: estado nutricional, consumo alimentar e ANDI – 
acompanhamento nutricional, sendo que neste estudo foram utilizados os relatórios 
de estado nutricional. 
O módulo gerador de relatórios pode ser acessado pelo site 
https://sisaps.saude.gov.br/sisvan/relatoriopublico/estadonutricional. O banco de 
dados, compilação, análise, confecção de tabelas e gráficos foram realizadas no 
programa Microsoft Office Excel. 
 
 
 
 
 
 
8 
 
2.950
3.040
4.415
4.376
4.961
0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000
2016
2017
2018
2019
2020
Atendimento da Atenção Basica no 
sisvan para idosos de ambos os sexos 
em Natal/RN
3. Resultados 
Segundo o número de registros de atendimentos com informação do estado 
nutricional de idosos acima de 65 anos cadastrados no SISVAN-WEB em todo o 
nordeste, observa-se que ocorreu aumento do número absoluto de registros desde 
2016 até o ano de 2020 (Tabela 1). O SISVAN consolida a VAN como ferramenta 
importante para o diagnóstico de saúde da população e traz dados para realizar 
comparação dos atendimentos realizados em todo o nordeste (n=100%) onde o Rio 
grande do norte concentrou cerca de 1/2 dos registros no quinquenio pesquisado, com 
média de 0,87% ao longo desses cinco anos. Natal apresentou apenas 0,16% dos 
atendimentos a idosos realizados no país. 
 
Tabela 1. Comparativo de atendimentos da AB registrados no SISVAN para 
idosos ambos os sexos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Nordeste RN Natal 
Ano n % n % n % 
2016 491.280 100 19.139 1,11 2.950 0,17 
2017 476.587 100 17.857 0,88 3.040 0,14 
2018 541.512 100 19.890 0,83 4.415 0,18 
2019 608.973 100 20.314 0,77 4.376 0,16 
2020 635.184 100 20.811 0,78 4.961 0,18 
Tabela 1Fonte: Dados compilados do SISVAN-WEB. 
9 
 
302 272 368 380 4811.001 989 1.393 1.405
1.6121.647 1.779
2.654 2.591
2.8682.950 3.040
4.415 4.376
4.961
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
2016 2017 2018 2019 2020
Estado Nutricional de idosos 
atendidos pela atenção basica em 
Natal/RN
baixo peso eutrofia sobrepeso
Relativo ao estado nutricional e a composição percentual de cada grupo 
observou-se que o sobrepeso foi a faixa mais predominante na maioria do ultimo 
quinquenio examinado, com maior prevalencia absoluta e relativa. (Tabela 2). 
Tabela 2. Atendimentos e distribuição percentual por ano de acordo com 
estado nutricional de idosos atendidos pela AB em Natal, RN. 
 
Ano 2016 2017 2018 2019 2020 
Estado nutricional n n n n n 
Baixo peso 302 272 368 380 481 
% 10.24% 8.95% 8.34% 8.68% 9.7% 
Eutrofia 1.001 989 1.393 1.405 1.612 
% 33.93% 32.53% 31.55 32.11% 32.49% 
Sobrepeso 1.647 1.779 2.654 2.591 2.868 
% 55.83% 58.52% 60.11% 59.21% 57.81% 
Total 2.950 3.040 4.415 4.376 4.961 
 Fonte: Dados compilados do SISVAN-WEB. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No tocante ao gênero da população da amostra verificada, a (Tabela 3) 
constata a composição percentual por sexo e podemos analisar que a amostragem é 
constituida principalmente por pessoas do sexo feminino com média de 92,23% e no 
sexo masculino 7,77% ao longo dos utimos 5 anos. 
 
10 
 
Tabela 3. Composição de gênero dentre o total de atendimentos da AB à 
população idosa de Natal/RN 
 
 Sexo Feminino Sexo Masculino Total 
Ano n % n % n % 
2016 2.159 73,18 791 26,81 2.950 100 
2017 2.243 73,78 797 26,21 3.040 100 
2018 3.276 74,20 1,139 25,79 4.415 100 
2019 3.238 73,99 1.138 26,01 4.376 100 
2020 3.205 64,60 1.756 35,40 4.961 100 
 Fonte: Dados compilados do SISVAN-WEB. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2.159 2.243
3.276 3.238 3.205
791 797
1.139 1.138
1.756
2.950 3.040
4.415 4.376
4.961
0
1.000
2.000
3.000
4.000
5.000
6.000
2016 2017 2018 2019 2020
Composição de gênero entre o total de 
atendimentos da Atenção Basica à população 
idosa de Natal/RN
Feminino Masculino Total
11 
 
MAS. FEM MAS. FEM MAS. FEM MAS. FEM MAS. FEM
Baixo Peso 72 230 62 210 112 256 95 285 187 294
Eutrofia 313 688 320 669 408 985 435 970 660 952
Sobrepeso 406 1.241 415 1.364 619 2.035 608 1.983 909 1.959
Total 791 2.159 797 2.243 1.139 3.276 1.138 3.238 1.756 3.205
0
500
1000
1500
2000
2500
3000
3500
Atendimentos e distribuições percentual por ano de 
acordo estado nutricional de idosos por genêro 
atendidos pela AB em Natal/RN 
Tabela 4. Atendimentos e distribuição percentual por ano de acordo com 
estado nutricional de idosos por gênero atendidos pela AB em Natal, RN 
Ano 2016 2017 2018 2019 2020 
Estado 
Nut. 
Masc Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem Masc. Fem. 
Baixo 
Peso 
 
72 
230 62 210 112 256 95 285 187 294 
% 91 10.65 7.78 9,36 9,83 7,81 8,35 8,8 10,65 9.7 
Eutrofia 313 688 320 669 408 985 435 970 660 952 
% 39,57 31.87 40.15 29,83 35,82 30,07 38,22 29,96 37,59 29,7 
Sobrepeso 406 1.241 415 1.364 619 2.035 608 1.983 909 1.959 
% 51,33 54.48 52,07 60,81 54,35 62,12 54,43 61,24 51,77 61,12 
Total 791 2.159 797 2.243 1.139 3.276 1.138 3.238 1.756 3.205 
Fonte: Dados compilados do SISVAN-WEB. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2016 2017 2018 2019 2020 
12 
 
4. Discussão 
 
A avaliação de ordens temporais e posterior pode apontar tendências. Estudos 
com categorias contribuem dados que podem orientar futuras políticas de saúde para 
propiciar melhor embate do cenario da saúde de uma população geral ou específica. 
O grpo estudado no projeto é refere aos idosos atendidos pela Atenção Básica do 
SUS, o que engloba também os beneficiários do programa de transferência de renda 
Bolsa Família. 
Houve um crescimento no número integral de registros no SISVAN-WEB em 
todo o nordeste durante o quinquênio analisado, com uma leve queda em 2017, mas 
na cidade de Natal continuou crescendo em número de atendimentos a idosos (Tabela 
1). Quando verificado o percentual desses registros frente ao total de atendimentos 
no nordeste, o o rio grande do norte não é um dos Estados mais representativo em 
termos de números relativos e a cidade de Natal apresenta baixíssima cobertura 
(menos de 1%) dos registros, mesmo sendo a capital de um estado. O índice estimado 
pelo Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde de cobertura da AB em 
Natal (24,38%) representa uma cobertura insuficiente do SUS na atenção de saúde da 
população idosa na cidade. 
O excesso de peso foi predominante no ultimo quinquenio, sendo que a 
prevalência de sobrepeso foi maior em idosos do sexo feminino (60,55%) em 
comparação com o masculino (52,79%) (Tabela 4). 
Há necessidade de evitar e o excesso de peso e obesidade pois sabemos que 
são fatores de risco associados a diversasdoenças crônicas não- transmissíveis 
(DCNT), como hipetensão arterial sistemica, diabetes mellitus tipo II, doenças renais 
e cardiovaculares, nsão arterial sistêmica, câncer, e tantas outras patologias que são 
responsaveis hoje pelo crescimento da morbimortalidade da população brasileira11,12 
No quesito gênero, os dados mostra uma tendencia predominatemente de 
indivíduos do sexo feminino (Tabela 3), o que não permite deduzir os resultados de 
crescimento do excesso de peso adquiridos neste estudo à toda a população idosa 
natalense. Assim, nota-se a necessidade de fortalecer as políticas públicas focadas 
para saúde do homem idoso como é o caso da Política Nacional de Atenção Integral 
à Saúde do Homem (PNAISH) na AB, desenvolver ações para ampliar o atendimento 
a indivíduos do sexo masculino e melhorar as políticas de enfrentamento de 
sobrepeso nos idosos na cidade de Natal13. 
13 
 
5. Conclusões. 
 
Os defechos obtidos neste estudo reflete o perfil do estado nutricional da 
população idosa de Natal atendida na Atenção Basica de saúde e revela que a amostra 
apresentou excesso de peso ao longo de todo os últimoscincos anos, episodio que 
pode ser notado na maioria das regiões do nordeste com leve caida no ano de 2017. Tal 
prjeto pode ajudar para melhor analisar a situação de saúde do município de Natal, 
pesquisa do baixo número de registros e definições futuras de políticas públicas que 
visem melhor abordagem e enfrentamento dos problemas de saúde relacionados ao 
excesso de peso dessa população13. 
A amostra prevalentemente contida pelo sexo feminino não permite inferir os 
resultados a toda a população natalense e atesta necessidade de maior incentivo aos 
cuidados em saúde, atenuação da prevalência de excesso de peso nas mulheres e na 
população geral, enquanto que fortalece ainda a necessidade de planejar ações para 
buscar mais pessoas homens na AB e em todos os níveis de cuidado e atenção à 
saúde. 
 Há urgência do estudo da situação nutricional da população idosa através das 
condições contextuais que a rodeiam e não somente tomando características 
individuais. Somente a partir dessa compreensão é que se poderá ter um 
conhecimento detalhado dos fatores determinantes do estado nutricional de idosos, 
que está diretamente associado ao perfil epidemiológico e de mortalidade desta 
parcela da população. Logo é de suma importância a atuação do nutricionista na 
Atenção Básica, para promover a recuperação, prevenção, promoção e manutenção 
da saúde da popuulação, pois o excesso de peso e obesidade tem crescido em todo 
o nordeste e no Brasil, significando fatores de risco relacionados a varias doenças 
cronicas não transmissiveis, induzindo, deste modo, no perfil de morbimortalidade desta 
população14,15. 
14 
 
Referências Bibliográficas 
 
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 Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_alimentacao_nutr 
icao.pdf 
http://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9126-tabuas-completas-
http://www.scielo.br/pdf/csp/v29n6/a18v29n6.pdf
http://www.scielo.br/pdf/csp/v30n7/0102-311X-csp-30-7-1515.pdf
http://www.scielo.br/pdf/csp/v30n7/0102-311X-csp-30-7-1515.pdf
15 
 
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