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Patologia
Professora: Lidiany de Souza Araujo Linhares
Farmácia - turma A - 3º semestre.
Anaelle de Sá Araújo de Melo - 01361338
A necrose liquefativa é caracterizada pela total lise da área tecidual com necrose, que se mostra muito amolecida, semifluida, ou líquida, devido à ação das enzimas lisossomais liberadas das células mortas.
A necrose é um processo que ocorre sem gasto energético uma vez que a produção de ATP está comprometida, há perda da estabilidade da membrana, extravasamento do conteúdo celular e perda da compartimentalização citoplasmática. Além disso, o núcleo sofre três processos em sequência: picnose (o núcleo reduz o tamanho e a cromatina é condensada); cariorrexia (o núcleo é fragmentado e a cromatina está irregular); e cariólise (perda do núcleo e dissolução da cromatina).
A necrose por liquefação pode ser chamada também de necrose coliquativa. Ocorre por digestão enzimática do tecido, seja pelo próprio organismo ou por microrganismos, ou outras células não pertencentes àquele tecido. Mas, independente da forma, há uma digestão desse tecido.
Nessa lâmina ocorre uma hiperemia, que é um processo ativo pelo qual uma maior quantidade de sangue necessária a uma área é levada até ela. Em circunstâncias normais, o sangue flui através de alguns poucos capilares em um tecido, sendo na sua maior parte desviado através das pontes artério-venosas.
Também possui um abscesso, que é um cisto de tamanho variável que abriga em seu interior pus e outros resíduos da atividade do corpo humano.
O edema pulmonar é causada pelo extravasamento de água dos vasos sanguíneos para o tecido pulmonar, tornando a respiração difícil. O edema do pulmão possui o mesmo mecanismo fisiopatológico de qualquer edema em nosso corpo, surgindo sempre que há extravasamento de água dos vasos sanguíneos para algum tecido.
Quando a pressão fica muito elevada dentro dos vasos do pulmão, a água do sangue tende a ir para os poros, indo se acumular dentro do tecido pulmonar, principalmente nos alvéolos, que são as estruturas que realizam as trocas gasosas.
O infarto agudo do miocárdio, pode causar edema pulmonar caso haja necrose de uma grande área do músculo cardíaco do lado esquerdo do coração, levando a uma insuficiência cardíaca súbita. Se grande parte músculo cardíaco morre, o coração torna-se incapaz de bombear o sangue adequadamente, provocando retenção deste nos pulmões. O edema agudo do pulmão é um dos possíveis sintomas de um infarto cardíaco.
A hemossiderina constitui uma forma pigmentada de armazenamento de ferro, que se observa em todos os locais em que há acumulação excessiva deste material.
A aterosclerose é uma inflamação, com a formação de placas de gordura, cálcio e outros elementos na parede das artérias do coração e de outras localidades do corpo humano, como por exemplo cérebro, membros inferiores, entre outros, de forma difusa ou localizada. Ela se caracteriza pelo estreitamento e enrijecimento das artérias devido ao acúmulo de gordura em suas paredes, conhecido como ateroma. Com o passar dos anos, há o crescimento das placas, com estreitamento do vaso, podendo chegar à obstrução completa, restringindo o fluxo sanguíneo na região. Com isso, o território afetado recebe uma quantidade menor de oxigênio e nutrientes, tendo suas funções comprometidas. 
A formação da placa de gordura se inicia com uma agressão ao endotélio vascular das artérias, devido aos múltiplos fatores de risco, sendo os principais: HAS, Dislipidemia e diabetes.Logo em seguida, a disfunção endotelial aumenta a permeabilidade da camada íntima das artérias às Lipoproteínas plasmáticas, favorecendo a retenção destas partículas no espaço subendotelial.Esse acúmulo acontece de maneira proporcional à concentração das lipoproteínas no plasma dos indivíduos. Após serem retidas no espaço subendotelial dos vasos, essas lipoproteínas sofrem processo de oxidação se tornando lipoproteínas de baixa densidade oxidadas, o que irá gerar a exposição de uma série de neo-epítopos, tornando-as imunogênicas.
Trombose pode ser genericamente definida como a formação de um coágulo na circulação, que resulta na obstrução do fluxo de sangue para alguma parte do corpo.
O melanoma metastático corresponde ao estágio mais grave do melanoma, pois é caracterizado pelo espalhamento das células tumorais para outros locais do corpo, principalmente fígado, pulmão e ossos, tornando o tratamento mais difícil e podendo comprometer a vida da pessoa.
O melanoma metastático acontece principalmente quando o melanoma não é identificado nas fases iniciais, quando o diagnóstico não é feito ou quando o tratamento não é realizado da maneira como deveria ter sido. Isso faz com que a proliferação das células malignas seja favorecida, assim como o seu espalhamento para outros locais do corpo, como pulmões, fígado, ossos e trato gastrointestinal, caracterizando a metástase.
As células tumorais podem se desprender do tumor de origem e se espalhar por meio da corrente sanguínea ou dos vasos linfáticos para outras partes do corpo, dando origem a novos tumores. As células cancerosas desses novos tumores têm as mesmas características das células do câncer de pulmão. O tratamento das metástases leva em conta a localização e o tipo de câncer que as originou.

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