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Trauma Urológico Basicamente Trauma em: Rim Bexiga Uretra (o trauma de ureter é raro) As lesões renais correspondem a 1-5% de todos os traumas e 10% dos traumas abdominais. Trauma Renal (N. Djakovic, Th. Lynch, L. Martínez- Piñeiro, Y. Mor, E. Plas, E. Serafetinides, L. Turkeri, R.A. Santucci, M. Hohenfellner, 2005) (Cury J, Mesquita JLB de, Pontes J, Oliveira LCN de, Cordeiro M, Coelho RF. , 2008) (N. Djakovic, Th. Lynch, L. Martínez- Piñeiro, Y. Mor, E. Plas, E. Serafetinides, L. Turkeri, R.A. Santucci, M. Hohenfellner, 2009) (N. Djakovic, Th. Lynch, L. Martínez- Piñeiro, Y. Mor, E. Plas, E. Serafetinides, L. Turkeri, R.A. Santucci, M. Hohenfellner, 2005) Trauma Ureteral Raro 75% iatrogênico, 18% por trauma fechado e 7% por penetrante. O local mais comum de lesão é o terço inferior (74%). (Cury J, Mesquita JLB de, Pontes J, Oliveira LCN de, Cordeiro M, Coelho RF. , 2008) Extravasamento de contraste radiológico (TC ou Radiografia) Lesão mínima: cateter ureteral ou colocação de um cateter de nefrostomia https://www.youtube.com/watch?v=c15OORmd5Oo Lesão complexa: Terço superior: uretero-ureterostomia. 2. Terço médio: uretero-ureterostomia ou retalho de Boari e reimplante (em etapas, não realizar o procedimento na fase aguda). 3. Terço inferior: reimplante direto ou “psoas hitch” ou cistoplastia de Blandy. 4. Perda ureteral completa: interposição ileal (tardia) ou autotransplante (tardio). O trauma fechado corresponde a 67-86% das rupturas de bexiga, Trauma de Bexiga (N. Djakovic, Th. Lynch, L. Martínez- Piñeiro, Y. Mor, E. Plas, E. Serafetinides, L. Turkeri, R.A. Santucci, M. Hohenfellner, 2005) Hematúria macroscópica, dor abdominal, incapacidade de urinar, contusão suprapúbica e distensão abdominal, edema no períneo, escroto e/ou porção anterior da parede abdominal •fratura pélvica e hematúria macroscópica= cistografia. • A cistografia retrógrada https://www.youtube.com/watch?v=BMuVYAuHkr8 • A cistoscopia de rotina após grandes cirurgias ginecológicas e/ou cirurgias para incontinência. https://www.youtube.com/watch?v=3YRMWNwKKsE (Cury J, Mesquita JLB de, Pontes J, Oliveira LCN de, Cordeiro M, Coelho RF. , 2008) Trauma de Uretra Relação com trauma pélvico Mais incidente em homens (N. Djakovic, Th. Lynch, L. Martínez- Piñeiro, Y. Mor, E. Plas, E. Serafetinides, L. Turkeri, R.A. Santucci, M. Hohenfellner, 2005) (N. Djakovic, Th. Lynch, L. Martínez- Piñeiro, Y. Mor, E. Plas, E. Serafetinides, L. Turkeri, R.A. Santucci, M. Hohenfellner, 2005) (N. Djakovic, Th. Lynch, L. Martínez- Piñeiro, Y. Mor, E. Plas, E. Serafetinides, L. Turkeri, R.A. Santucci, M. Hohenfellner, 2005) Homem X Mulher Fratura peniana Atividade sexual: golpe contra o períneo Ultrassonografia, ressonância magnética e cavernosografia 10 a 20% de chances de ocorrer ruptura uretral = reparo cirúrgico: Incisão peniana por circuncisão ou incisão longitudinal (ambos associados à abstinência sexual por aproximadamente 6 semanas). Considerando a anatomia do aparelho gênito-urinário, os traumas dessa região possuem apresentações típicas, de acordo com o mecanismo de lesão e os sintomas.A correlação correta de mecanismo de trauma e hipótese diagnóstica, considerando as relações anatômicas, é: A) Queda a cavaleiro: trauma de próstata com hemospermia. B) Fratura de bacia: trauma de uretra bulbar com retenção urinária. C) Trauma abdominal fechado: rotura de bexiga intraperitoneal se a bexiga estiver cheia. D) Estalido durante relação sexual: rotura de freio peniano com sangramento local e perda da ereção. E) Queda de altura com desaceleração súbita e sem fratura óssea: rotura de bexiga extraperitoneal, se a bexiga estiver vazia. Considerando a anatomia do aparelho gênito-urinário, os traumas dessa região possuem apresentações típicas, de acordo com o mecanismo de lesão e os sintomas.A correlação correta de mecanismo de trauma e hipótese diagnóstica, considerando as relações anatômicas, é: A) Queda a cavaleiro: trauma de próstata com hemospermia. B) Fratura de bacia: trauma de uretra bulbar com retenção urinária. C) Trauma abdominal fechado: rotura de bexiga intraperitoneal se a bexiga estiver cheia. D) Estalido durante relação sexual: rotura de freio peniano com sangramento local e perda da ereção. E) Queda de altura com desaceleração súbita e sem fratura óssea: rotura de bexiga extraperitoneal, se a bexiga estiver vazia. No trauma urológico fechado, o(s) órgão(s) mais comumente afetado(s) A) é a bexiga. C) são os rins. B) são os ureteres. D) é a uretra posterior No trauma urológico fechado, o(s) órgão(s) mais comumente afetado(s) A) é a bexiga. C) são os rins. B) são os ureteres. D) é a uretra posterior No trauma renal, pode-se observar clinicamente os pacientes, sem a necessidade de realização de exames de imagem, na seguinte condição: A) trauma fechado, com hematúria microscópica e estabilidade hemodinâmica. B) trauma fechado, com hematúria macroscópica e desaceleração brusca. C) trauma penetrante, com hematúria microscópica e desaceleração brusca. D) trauma penetrante, com hematúria macroscópica e estabilidade hemodinâmica. No trauma renal, pode-se observar clinicamente os pacientes, sem a necessidade de realização de exames de imagem, na seguinte condição: A) trauma fechado, com hematúria microscópica e estabilidade hemodinâmica. B) trauma fechado, com hematúria macroscópica e desaceleração brusca. C) trauma penetrante, com hematúria microscópica e desaceleração brusca. D) trauma penetrante, com hematúria macroscópica e estabilidade hemodinâmica. Referências CURY, José et al. Trauma urológico. Revista de Medicina, v. 87, n. 3, p. 184-194, 2008. DESCRIÇÃO, Grau. Diretrizes para o trauma urológico. Eur Urol, v. 47, n. 1, p. 1-15, 2005. MARTINS, Dayane Diniz et al. Trauma ureteral penetrante por arma branca: relato de caso. Brazilian Journal of Development, v. 6, n. 7, p. 48416-48423, 2020. REIS, Bárbara Oliveira et al. Conduta na urgência de fratura peniana com ruptura parcial de uretra: relato de caso. Revista Eletrônica Acervo Científico, v. 6, p. e2433- e2433, 2019.