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PLANEJAMENTO: Trabalho Pedagógico e o Cotidiano Escolar Profa. Mônica Appezzato Pinazza Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Trajetória Argumentativa Sugiram uma palavra, uma expressão ou uma ideia que possa exprimir a relação entre os termos- chave da aula de hoje: “planejamento”, “trabalho pedagógico” e “cotidiano escolar”. 1ª. ENQUETE Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 • Os práticos emprestam as lentes para a composição argumentativa Parte 1 - Pensar a definição de “trabalho pedagógico” Parte 2 - Pensar a definição de “cotidiano escolar” Parte 3 - Desvelar a complexidade do trabalho pedagógico Parte 4 - Lançar apostas para o enfrentamento da complexidade Trajetória Argumentativa Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Parte 1 Pensar a definição de “trabalho pedagógico” Falam os práticos Para mim, o trabalho pedagógico é um movimento que envolve várias ações: do gestor, do professor, dos funcionários, dos alunos e dos pais. Todos estão diretamente interligados para que favoreçam as aprendizagens no trabalho pedagógico. Quando uma das partes falha compromete os resultados das ações. No meu pensar, ele está ‘dentro’ do meu ser 24 horas por dia, 7 dias por semana, tudo o que penso em relação à aprendizagem das crianças: um olhar, um brinquedo, atividade, organização, projetos, festas. É a minha intenção profissional para com os pequenos para alcançar os direitos de aprendizagem, alfabetizar, ensinar, é o ato de trabalhar de forma que as crianças venham alcançar a aprendizagem. Esse trabalho não ocorre isoladamente. Quando os diversos profissionais se encontram ocorrem trocas, onde vamos nos aperfeiçoando juntamente com as crianças porque elas são o incentivo para que não haja fim.Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Parte 1 Pensar a definição de “trabalho pedagógico” Falam os práticos Entendo ‘trabalho pedagógico’ como o meu fazer, a minha prática enquanto professora. Eu tenho minhas convicções enquanto professora, no que diz respeito, por exemplo, a como ensinar, aprender, avaliar, etc. E o meu trabalho pedagógico vai ser o reflexo disto, do que acredito. É o conjunto de ações, tanto práticas como no campo das ideias (planejamento, medidas...) que visem o pleno desenvolvimento do principal foco (educando) nos aspectos físicos, sociais, emocionais e cognitivos/intelectuais de maneira global. Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Parte 1 Pensar a definição de “trabalho pedagógico” • Trabalho educativo : Escola e Sociedade - apurando responsabilidades • Condicionantes do Trabalho Pedagógico • Dimensões implicadas no Trabalho Pedagógico Questões suscitadas Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Trabalho educativo Escola e sociedade – apurando responsabilidades Aludindo à obra emblemática de Ivan Illich (década de 1970) “Sociedade sem Escolas”, Nóvoa (2002) faz uma inversão na proposição e afirma que chegamos, ao final do século XX, com “Escolas sem Sociedade”. “Sem sociedade”, porque estamos perante uma ruptura do pacto histórico que permitiu a consolidação e a expansão dos sistemas públicos de ensino e que constituiu uma das grandes marcas civilizacionais do século XX. “Sem sociedade”, porque hoje, para muitos alunos e para muitas famílias, a escola não tem qualquer sentido, não se inscreve numa narrativa coerente do ponto de vista dos seus projetos pessoais ou sociais. Não conseguiremos ir longe nas nossas reflexões, se não compreendermos o alcance desta dupla ausência da sociedade, que, paradoxalmente, projeta sobre os professores expectativas e missões que jamais poderão cumprir. (NÓVOA, 2002, p.15). Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Trabalho educativo Escola e sociedade – apurando responsabilidades Para Nóvoa (2002) o desafio imposto, na atualidade, é o de renovar a educação como espaço público. “Repensar a educação como espaço público implica interrogar criticamente o one best system e compreender as razões que impediram a escola de cumprir muitas das suas promessas históricas. É a partir deste lugar que poderemos imaginar propostas que reconciliem a escola com a sociedade e chamem a sociedade a uma maior presença na escola”. ( p. 19)Le and ro Gom es D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Condicionantes do Trabalho Pedagógico Ensino como atividade inerente ao trabalho pedagógico Aprendizagem como propósito – constituição de conhecimentos Natureza da atividade de ensinar ciência: os enunciados, as regras e os métodos ou arte: inventividade, criatividade e emoção Vale a pena insistirmos nesta polarização? Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Condicionantes do Trabalho Pedagógico Woods (1999) considera uma insensatez debater se o ensino é uma ciência ou uma arte. “É claro o fato de o ensino ser uma atividade complexa que desafia qualquer tentativa monolítica de caracterização. É muito provável que encontremos exemplos de ciência, de arte, trabalho técnico e administrativo e de muitos outros no decorrer de um dia típico de trabalho de um professor”. (p.42)Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Dimensões implicadas do Trabalho Pedagógico Pensar o trabalho pedagógico (dimensões: filosófica, política, ética, teórica e técnica) Desenvolver o trabalho pedagógico (dimensões prática e experiencial)Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Dimensões implicadas no Trabalho Pedagógico Pensar o trabalho pedagógico (dimensões: filosófica, política, ética, teórica) • Uma gramática pedagógica orientadora: “Uma gramática pedagógica pode ser compreendida como a expressão de uma ideologia educacional (KOHLBERG; MAYER, 1972) ou de um modelo pedagógico que se constitui a partir de determinados pressupostos filosóficos e científicos traduzidos em um conjunto de concepções a compor um quadro de referência interpretativo (NUTHALL; SNOOK, 1973) norteador de uma determinada forma de pensar, organizar e conduzir a ação educativa.” (PINAZZA, 2014, p.52).Le and ro Gom es D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Dimensões implicadas no Trabalho Pedagógico Pensar o trabalho pedagógico (dimensões: filosófica, política, ética, teórica e técnica) • Uma gramática pedagógica orientadora: Conforme adverte Parra (1985), como quadro de referência interpretativo, o modelo somente materializa-se interpretado e vivido pelos práticos no plano das realizações educativas cotidianas. Nessa mesma direção, Oliveira-Formosinho (2007) afirma que o modelo pode favorecer ou criar obstáculos aos professores em sua jornada de desenvolvimento e no reconhecimento das dimensões pedagógicas implicadas em seu trabalho, e isso, indiretamente, influenciará as jornadas de aprendizagens das crianças. Portanto, para que uma gramática pedagógica do currículo se torne vigorosa, é preciso compreendê-la em sua potencialidade evolutiva, explorada no plano da prática por profissionais capazes de refletir sobre ela e de (re)construí-la permanentemente com criatividade. (PINAZZA, 2014, p. 53). Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Dimensões implicadas no Trabalho Pedagógico Desenvolver o trabalho pedagógico (dimensões prática e experiencial ) O professor na sua atividade criativa de ensinar é um solitário, que por isso mesmo não deve esperar socorro definitivo de nenhum modelo ou método de ensino por mais avançadas ou sofisticadas que sejam as teorias que supostamente os fundamentam. (AZANHA, 1985, p.32). [...] não devemos apenas estudar regras, teorias e princípios, senão também como interpretá-los e aplica-los de forma adequada, ou seja, o que se requer de quem exerce uma profissão é uma certa iniciativa para descobrir a pertinência da teoria a respeito de sua própria prática. A função da teoria é apelar para o julgamentoe não para a obediência cega. (ENTWISTLE, 1976, p. 139 apud PARRA, 1985, p. 98). O ensino é muito mais uma atividade ‘prática’ do que ´técnica’, implicando um constante fluxo de situações problemáticas que requerem dos professores julgamentos sobre como traduzir os seus valores educativos gerais [...] em prática na sala de aula. Interpretado à luz da linguagem ‘prática’, a ‘qualidade do ensino’ tem pouco a ver com a aplicação competente de regras e técnicas, e mais com a capacidade de traduzir valores éticos abstratos em práticas educacionais concretas – capacidade esta que os professores manifestam no conhecimento relativo ao que, do ponto de vista educacional, é requerido em situações específicas e na sua disponibilidade para agir no sentido de dar expressão prática a este conhecimento. (CARR, 1989, p.5, apud WOODS, 1996, p.36) Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Parte 2 Pensar a definição de “ cotidiano escolar ” 2ª. ENQUETE 13. Diz um dos profissionais entrevistados por mim, que “o cotidiano escolar é a rotina da escola [...] o cotidiano define prazos a serem cumpridos, regras da escola, horários. É o cotidiano que vai norteando o trabalho pedagógico”. A partir dessa afirmação: a.)Podemos concordar plenamente com a afirmação do profissional, porque o cotidiano escolar restringe-se a acontecimentos rotineiros e a circunstâncias previamente definidas. b.) Podemos concordar em parte com a afirmação do profissional, porque o cotidiano caracteriza-se, sim, pelas rotinas, pelos costumes, pelos rituais, pelos hábitos, mas reserva a possibilidade de “desvios”, de “imprevistos”. c.) Podemos discordar da afirmação do profissional porque o cotidiano escolar é composto de imprevistos, o que exige que se modifiquem as práticas no dia-a-dia. d.) Podemos discordar da afirmação do profissional, porque o trabalho pedagógico independe dos acontecimentos do cotidiano escolar, porque o trabalho pedagógico depende daquele que o desenvolve.Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Parte 2 Pensar a definição de “ cotidiano escolar ” Falam os práticos É tudo: a cultura escolar, os horários, a rotina, toda a movimentação que ocorre na unidade escolar. Ex; entrada, lanche, reuniões, atendimento às famílias, etc. Hoje é tarefa difícil [...] cada dia é um novo dia [...] mas se define pela rotina estabelecida em conjunto e pelas inúmeras emergências que acontecem no dia a dia da escola.Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Parte 2 Pensar a definição de “ cotidiano escolar ” Falam os práticos Uma verdadeira montanha russa de sentimentos e sensações. Num único dia vivemos os sabores e dissabores de estar num ambiente tão vivo e repleto de práticas diferenciadas, que vêm carregadas de vivências e atitudes muito particulares. É uma mistura de realidades, de pontos de vista e de posicionamentos, que nos desafiam o tempo todo na tentativa de formarmos uma equipe forte, inteligente e que respeite a posição de cada ator do espaço escolar. Cotidiano complexo, pois há muitas concepções convivendo, coexistindo. [...] há profissionais que não arredam pé do seu jeito [...] há outros que cedem atabalhoados para onde o vento sopra; [...] os acomodados; [...] os tarefeiros [...] há os que estudam, refletem , criam situações [...] Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Parte 2 Pensar a definição de “ cotidiano escolar ” Questões suscitadas Dimensões do Cotidiano Escolar Natureza dos Acontecimentos no Cotidiano Escolar Composição autoral do Cotidiano EscolarLea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Dimensões do Cotidiano Escolar • Tempos Hargreaves (1998) expõe da seguinte forma a incidência do tempo no trabalho pedagógico: “O tempo é inimigo da liberdade. Ou, pelo menos, assim pensam os professores. Ele influencia a realização de seus desejos, reprime a concretização das suas vontades, afeta o problema da inovação e desconcerta a implementação da mudança. Na verdade, trata-se de um elemento fundamental na formação de seu trabalho”. (p.105) Fala em quatro dimensões do tempo: Tempo técnico-racional Tempo micropolítico Tempo fenomenológico Tempo sociopolítico Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Dimensões do Cotidiano Escolar • Espaços Sacristán (1995) a respeito dos espaços que se destinam ao trabalho pedagógico adverte que: “ As escolas e o posto de trabalho são espaços profissionalmente organizados antes da existência dos seus atores, mas o trabalho dos professores só se pode compreender se se considerarem os aspectos não burocráticos das escolas: é real a existência de múltiplas restrições, condicionalismos e forças socializantes, mas é também evidente que há margens para a expressão da individualidade profissional” (p.72-73) Estrela (1994) considerando do ponto de vista da relação pedagógica, afirma que a concepção dos espaços origina maneiras diferentes de se conceber o ato pedagógico. A autora define o espaço pedagógico como sendo “simultaneamente o lugar físico em que se processa a transmissão intencional do saber e a estrutura de origem cultural que suporta e organiza a relação pedagógica. (p 37) Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Dimensões do Cotidiano Escolar • Relações Inperpessoais – Cultura Escolar e Culturas Docentes Sacristán (1995) expõe da seguinte forma a questão: “ A profissão docente é socialmente partilhada, o que explica a sua dimensão conflituosa numa sociedade complexa, na qual os significados divergem entre grupos sociais, econômicos e culturais” (p. 71) Ao tematizar a cultura escolar, Lima (2002) sugere a presença de uma grande complexidade, que aponta para a conveniência de culturas docentes, embora haja também no âmbito escolar a partilha de padrões profissionais. Conclui: a cultura ocupacional dos professores parece ser, ao mesmo tempo, relativamente unificada e complexamente diversificada. (p. 49)Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Natureza dos Acontecimentos do Cotidiano Escolar • Rotina As rotinas podem ser vistas como produtos culturais criados, produzidos e reproduzidos no dia a dia, tendo como objetivo a organização da cotidianidade (BARBOSA, 2006) • Imprevisto – urgência • Construção do trabalho em sala de aula e o encontro com o grupo – simultaneiddade e singularidade Perrenoud (1993) adverte para a necessidade de romper com a imagem racionalista e simplista da ação, dos saberes, do aluno e convida a ver a prática como ela é. Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Natureza dos Acontecimentos do Cotidiano Escolar • Rotina repetição / organização/ criação de hábitos implicação com as dimensões de tempo e de espaço • Cotidiano totalidade de acontecimentos que constituem o dia a dia/ a história de vida das pessoas compõe-se das ações rotineiras, mas também dos acontecimentos inéditos, ou seja, envolve o que pode haver de inusitado na vida das pessoas e nas relações guarda a possibilidade da (re)invenção/ da (re)criação de significados e de sentidos aos acontecimentosLe and ro Gom es D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Composição Autoral do Cotidiano Escolar Individualidade do professor – margens de autonomia Coletividade - a confluência de formas distintas de pensar e agir Projeto da escola, planejamento do professor e desenvolvimento da ação O trabalho pedagógico e a influência de três naturezas de práticas: didáticas, organizativas e institucionais “ A prática profissional depende de decisões individuais, mas rege-se por normas coletivas adotadas por outros professores e por regulações organizacionais. A cultura da instituição é muito importante, mas é preciso não esquecer as determinações burocráticas da organização escolar.” (SACRISTÁN, 1995, p. 71) Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Parte 3 Desvelar a complexidade dotrabalho pedagógico Pontuando os dilemas da profissão docentes nas três perspectivas assinaladas por Nóvoa (2002): Da Comunidade: redefinir o sentido social do trabalho docente no novo espaço público da educação ou da importância de saber relacionar e de saber relacionar-se Da Autonomia: repensar o trabalho docente numa lógica de projeto e de colegialidade ou da importância de saber organizar e de saber organizar-se Do Conhecimento: reconstruir o conhecimento profissional a partir de uma reflexão prática e deliberativa ou da importância de saber analisar e de saber analisar-se Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Parte 4 Lançar apostas para o enfrentamento da complexidade 3ª. ENQUETE Em um grupo de estudos, instalou-se o seguinte diálogo entre duas diretoras de escolas públicas da mesma rede de ensino. _Na minha escola, temos realizado um grande esforço em fazermos reuniões, pelo menos, quinzenais para avaliarmos nosso projeto da escola e para que cada um dos professores traga um balanço sobre o desenvolvimento de seus planejamentos no dia-a-dia, afirma a diretora A. _ Nossa! Na minha unidade, essas reuniões não acontecem há muito tempo. Só fizemos aquela reunião por áreas no início do ano, na tal da semana de planejamento. Lá é “cada um por si e Deus por todos”, diz a diretora B. A conversa continuou, mas diante dessa pequena amostra de duas realidades, o que se pode afirmar: a.) A escola da diretora A. pode ter maiores chances de êxito em face às urgências do cotidiano, porque há um trabalho mais coletivizado e, também, porque há uma sistemática de avaliação e revisão do que se havia planejado b.) A escola da diretora A. não consegue ter uma linha definida e firme de ações para dar conta do cotidiano e, por isso, precisa retomar com mais frequência o projeto da escola e os planejamentos dos professores, como forma de controle c.) A escola da diretora B. parece compor-se de profissionais bastante inventivos capazes de conduzir seus trabalhos cada um a seu modo, de acordo com aquilo que percebem ser importante em cada dia escolar d.) A escola da diretora B. tem um projeto pedagógico bastante consistente que permite aos professores muita clareza de tudo que pode ocorrer ao longo do período letivo, porque pauta-se em rotinas bem definidas Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Parte 4 Lançar apostas para o enfrentamento da complexidade Lançando apostas para o enfrentamento dos dilemas da profissão docente: Aposta em professores empreendedores e investigadores Aposta na colegialidade e na concepção de um projeto comum em resposta aos desafios postos pela urgência, pela imprevisibilidade do cotidiano escolar Aposta em uma perspectiva sistêmica, ecológica de ver o contexto escolar em interconexão com outros contextos Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88 Referências Bibliográficas Bibliografia Básica: textos-base da aula NÓVOA, António. Formação de Professores e Trabalho Pedagógico. Lisboa, EDUCA, 2002. p.11-29. SACRISTÁN, J. Gimeno. Consciência e Ação sobre a Prática como Libertação Profissional dos Professores. IN: NÒVOA, A. (org.) Profissão Professor. Porto /Pt: Porto Editora. 2ª. Edição. 1995. p.63-92. Bibliografia Complementar: para ampliar os argumentos AZANHA, José M. Uma Reflexão sobre a Didática. Ata do 3º. Seminário – A Didática em Questão (1). São Paulo. FEUSP. 1985. p.24-32. ESTRELA, M. T. et al. Relação Pedagógica, Disciplina e Indisciplina na Aula. Porto: Porto Editora, 1993. HARGREAVES, Andy. Os Professores em Tempos de Mudança – o Trabalho e a Cultura dos Professores na Idade Pós- Moderna. Lisboa/Pt: McGraw-Hill. 1998. LIMA, Jorge Ávila de. As culturas colaborativas nas escolas: estruturas, processos e conteúdo. Porto: Porto Editora, 2002. NÓVOA, A. Relação Escola-Sociedade: novas respostas para um velho problema. IN: SERBINO,R.V. et.al.(orgs).Formação de Professores. SP: UNESP. 1994, p.17-36. PARRA, Nélio. Didática: dos modelos à prática de ensino. Ata do 3º. Seminário – A Didática em Questão (1). São Paulo. FEUSP. 1985. p. 80-102. PERRENOUD, P. Práticas Pedagógicas e Profissão Docente. Lisboa/Pt: Publicações Dom Quixote. 1993. PINAZZA, M.A. Formação de profissionais de educação infantil em contextos integrados : informes de uma investigação-ação. SP. FEUSP. 2014. WOODS, Peter. Investigar a Arte de Ensinar. Porto/Pt: Porto Editora. 1999, p.27-44. Lea ndr o G ome s D ias Bol ivar 104 .508 .687 -88