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TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS 
INTRABUCAIS
Profa. Natália Nascimento Odilon
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Técnicas nas quais o filme radiográfico ou sensor digital; é mantido dentro da cavidade bucal do paciente no momento da obtenção da imagem
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007; Whaites, 2009
Periapical
Interproximal
Oclusal
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Técnica radiográfica intrabucal periapical
3
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Técnica radiográfica intraoral periapical
Fenyo-Pereira, 2015; Whaites, 2009
4
Indicações
Estudo do órgão dentário
Estudo da região periapical
Estudo de estruturas contíguas à região periapical
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Técnica radiográfica intraoral periapical
Detecção de infecção/inflamação apical
Dentaalpress.co.br
Dentalpress.com;br
Avaliação de reabsorções internas e externas
Goconqr.com.br
Avaliação de anomalias dentárias
Avaliação de tratamento endodôntico
Dentaalpress.co.br
Fenyo-Pereira, 2015; Whaites, 2009
5
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; Whaites, 2009
Técnica radiográfica intraoral periapical
Saudebemestar.pt
Detecção de cáries proximais
Moodle.stoa.usp.br
Avaliação da relação permanente/decíduo 
Avaliação do estado periodontal
Leonard et al, 2011
Avaliação de nódulos e calcificações pulpares 
Avaliação pós-operatória de implantes
Avaliação da presença e posição de dentes não erupcionados
6
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015
Técnica radiográfica intraoral periapical
Filme radiográfico adulto: 3x4cm
Filme radiográfico infantil: 2x3cm
7
MSD
PMSD
ICS
lCSD
lCSE
PMSE
MSE
MIE
PMIE
CIE
II
CID
PMID
MID
MSD
PMSD
ILCSD
ICS
ILCSE
PMSE
MSE
MIE
PMIE
CIE
II
CID
PMID
MID
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Exame periapical completo
9
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Posicionamento do filme radiográfico
Face lisa do filme  Exposição.
“Picote”  Plano oclusal
Margem de 2 a 3mm de filme além da borda incisal 
Técnica radiográfica intraoral periapical
10
Molares e 
pré-molares
Incisivos e caninos
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Posicionamento da cabeça para técnicas da maxila 
Plano Sagital Mediano  perpendicular ao chão 
Plano de Camper  paralelo ao chão 
Técnica radiográfica intraoral periapical
11
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Posicionamento da cabeça 
para técnicas da mandíbula 
Plano Sagital Mediano  perpendicular ao chão 
Linha tragus – comissura labial  paralelo ao chão 
Técnica radiográfica intraoral periapical
13
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Técnica periapical do paralelismo
Price em 1904 
Paralelismo entre o longo eixo de implantação do dente e o filme.
Feixe central dos raios X perpendicular ao plano do filme  menor distorção geométrica dos dentes.
Clique para adicionar texto
15
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Técnica periapical do paralelismo
16
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Whaites, 2009
Técnica periapical do paralelismo
Vantagens:
Imagens geometricamente precisas são produzidas com mínima ampliação;
A projeção do processo zigomático aparece acima do ápice dos molares;
Os níveis ósseos periodontais apresentam-se bem registrados;
Os tecidos periapicais apresentam encurtamento ou alongamento mínimos;
Angulações horizontais e verticais do cabeçote são automaticamente determinadas pelo posicionador;
Reprodutibilidade das radiografias.
17
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Whaites, 2009
Técnica periapical do paralelismo
Desvantagens:
O posicionador pode ser desconfortável para o paciente;
Anatomia da boca pode dificultar a técnica;
Ápices podem aparecer muito próximos à borda da imagem.
19
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Técnica periapical da bissetriz
Cieszynsky – 1907.
Lei da Isometria: 
“A imagem projetada tem o mesmo comprimento e as mesmas proporções do objeto, desde que o feixe central de raios X seja perpendicular a bissetriz do ângulo formado pelo plano do filme e do objeto”
Ou seja... 
O raio central deve incidir perpendicular a bissetriz do ângulo formado entre o eixo do dente e do filme 
Dois triângulos são iguais quando eles compartilham um lado completo e têm dois ângulos iguais.
20
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Técnica periapical da bissetriz
Feixe perpendicular à bissetriz do ângulo dente-filme 
Sem distorção
Feixe perpendicular ao longo eixo do dente 
Alongada
Feixe perpendicular ao longo eixo do filme
Encurtada
Imagem adequada
21
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Whaites, 2009
Técnica periapical da bissetriz
Vantagens:
Posicionamento do filme é mais confortável;
A imagem apresenta seu comprimento real, se todas as angulações forem selecionadas corretamente.
22
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Whaites, 2009
Técnica periapical da bissetriz
Desvantagens:
As muitas variáveis podem resultar em imagens distorcidas;
Angulação vertical errada pode alongar ou encurtar a imagem;
Os níveis do osso periodontal não são muito bem mostrados;
A projeção do processo zigomático se sobrepõe às raízes dos molares superiores;
Os ângulos verticais e horizontais devem ser estimados para cada paciente;
As imagens não são reprodutíveis;
Angulação horizontal incorreta irá resultar em sobreposição das coroas e das raízes.
23
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Técnica radiográfica intraoral interproximal
24
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Técnica radiográfica intraoral interproximal
Howard Rapper – 1925.
“Bite-wing”
Filme paralelo aos dentes com o auxílio de uma aleta de mordida.
25
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Técnica radiográfica intraoral interproximal
27
Indicações
Pesquisa de cáries proximais e incipientes
Pesquisa de reabsorção da crista óssea alveolar
Pesquisa de excesso ou falta de material restaurador
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Técnica radiográfica intraoral interproximal
28
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Técnica radiográfica intraoral interproximal
29
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Técnica radiográfica intraoral oclusal
30
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Técnica radiográfica intraoral oclusal
Simpson – 1916.
Filme posicionado sobre as superfícies oclusais dos dentes.
31
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Técnica radiográfica intraoral oclusal
Indicações:
Estudo de grandes áreas patológicas não observadas inteiramente no exame periapical;
Observação de dentes supranumerários, raízes residuais e corpos estranhos em paciente edêntulos; 
Observação de sialólitos (litíase salivar) das glândulas sublinguais e submandibulares;
Observação de dentes não irrompidos;
32
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Técnica radiográfica intraoral oclusal
Indicações:
Estudo de anomalias maxilares – fissura palatina, toro palatino e mandibular
Estudo de fraturas maxilomandibulares;
Controle radiográfico do crescimento dos maxilares (expansão do palato duro);
Detectar abaulamento ósseo em áreas patológicas no sentido vestibulolingual.
33
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Técnica radiográfica intraoral oclusal
Odontoimagensfernandes.com.br
britesbucofacial.blogspot.com
34
TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS INTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015
Técnica radiográfica intraoral oclusal
Posicionamento do filme oclusal:
Exame total da maxila e da mandíbula: maior eixo do filme perpendicular ao PSM.
Exame parcial da maxila e da mandíbula: maior eixo do filme paralelo ao PSM e deslocado para o lado a ser radiografado.
“Picote”: voltado para vestibular
35
TÉCNICAS RADIOGRÁFICASINTRAORAIS
Fenyo-Pereira, 2015; White & Pharoah, 2007
Técnica radiográfica intraoral oclusal
Posicionamento da cabeça do paciente:
Maxila: PSM perpendicular ao plano horizontal e linha de orientação tragus-asa do nariz paralelo ao plano horizontal;
Mandíbula: PSM perpendicular ao plano horizontal e plano oclusal dos dentes superiores em 90° com o plano horizontal (inclinação da cabeça para trás).
36
Tempo de exposição
	Região	Maxila 	 Mandíbula
	Periapical		
	Incisivo	0,3 a 0,4 	0,3 a 0,4
	Canino	0,3 a 0,4	0,3 a 0,4
	Pré-molar	0,4 a 0,5	0,4 a 0,5
	Molar	0,4 a 0,6	0,4 a 0,5
Interproximal: 0,3 a 0,4 seg
Oclusal: 0,4 a 0,5 seg.
Tempo em segundos
FATORES QUE INFLUENCIAM NA FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA
1. FATORES RELACIONADOS AO APARELHO (FATOR ENÉRGICO)
MILIAMPERAGEM (mA)
TEMPO DE EXPOSIÇÃO
QUILOVOLTAGEM (kV)
DISTÂNCIA
Miliamperagem
Quilovoltagem
39
UMA BOA RADIOGRAFIA…
Máximo de nitidez
Mínimo de distorção
Grau médio de densidade e contraste
(Fenyo-Pereira, 2013)
Uma radiografia tecnicamente correta, ou seja, com condições adequadas para nos auxiliar no processo de diagnóstico, deve apresentar os seguintes quesitos: Máximo de nitidez
Mínimo de distorção, Grau médio de densidade e contraste
40
1.1 MILIAMPERAGEM (mA)
A maioria dos aparelhos radiográficos odontológicos apresentam miliamperagem fixa, que varia de 7 a 10 mA.
A miliamperagem é o principal fator que influencia a DENSIDADE.
mA : responsável pela quantidade de elétrons
 
mA
Elétrons
Raios x
1. FATOR ENÉRGICO
Densidade = Grau de escurecimento da radiografia.
Em radiografias com alta densidade (escuras), a passagem de luz é reduzida, ao passo que, em radiografias com baixa densidade (claras), essa passagem de luz é aumentada.
41
DENSIDADE
Grau de escurecimento de uma radiografia 
Densidade
 alta (escura)
Densidade
média
Densidade 
baixa (clara)
Quantização da prata negra precipitada sobre a base da película, após o processamento radiográfico
Capacidade da radiografia de se deixar passar ou não pela luz
Quantização da prata negra sobre a base da película, após o processamento radiográfico
Capacidade da radiografia de se deixar passar ou não pela luz
42
ALTA DENSIDADE
BAIXA DENSIDADE
Miliamperagem alta
 Miliamperagem baixa
Os exames ficam com pouca capacidade de auxílio no processo de diagnóstico.
Densidade = Grau de escurecimento da radiografia e, em função dessa propriedade, a quantidade de luz que passa por ela. 
43
1.2 TEMPO DE EXPOSIÇÃO
↑ tempo de exposição 
↑densidade (escura)
↓ tempo de exposição 
↓ densidade (clara)
Única forma de controlar a quantidade de energia emitida pelo aparelho 
1. FATOR ENÉRGICO
Pode ser controlado pelo operador e é determinado em segundos.
Quanto maior o tempo de exposição, mais radiação o filme radiográfico estará recebendo, acarretando densidade maior da radiografia (escura).
Quanto menor o tempo de exposição, menos radiação estará incidindo sobre o filme, originando uma radiografia de densidade baixa (clara).
44
1.3 QUILOVOLTAGEM (kV)
Os aparelhos radiográficos odontológicos apresentam quilovoltagem pico (kVp) fixa, entre 60 e 70 kVp.
A quilovoltagem é o principal fator que influencia o CONTRASTE.
O contraste radiográfico = diferença entre as cores branca e preta, e os diferentes tons de cinza entre elas.
Define a qualidade dos raios X quanto ao seu comprimento de onda 
1. FATOR ENÉRGICO
Clique para adicionar texto
Define a qualidade dos raios x quanto ao seu comprimento de onda (maiores ou menores) e consequentemente pelo poder de penetração destes = CONTRASTE observado na radiografia.
Quanto mais baixo o kVp do aparelho radiográfico, maior será o comprimento de onda, menor o poder de penetração = radiografia de ALTO CONTRASTE.
O principal fator que influencia no contraste é a quilovoltagem, entretanto a miliamperagem e o “véu” ou fog também contribuem para sua formação.
45
ALTO CONTRASTE
Escala curta de tons de cinza.
BAIXO CONTRASTE
Escala longa de tons de cinza.
1.4 DISTÂNCIA
↓intensidade
↓ poder de penetração
1. FATOR ENÉRGICO
Quanto mais distante estiver a fonte dos raios x do objeto/filme, menor será a intensidade e poder de penetração da radiação ionizante.
Quando a distância foco/filme/objeto for aumentada, o tempo de exposição aos raios x também deverá ser aumentado, caso contrário, teremos uma radiografia com densidade baixa.
Uma radiografia com densidade alta será obtida quando a distância foco/filme/objeto for diminuída e o tempo de exposição permanecer inalterado.
47
2. FATORES RELACIONADOS AO OBJETO
Determinarão a maior ou menor absorção de raios X
DENSIDADE FÍSICA
NÚMERO ATÔMICO
- Alto: maior radiação absorvida – imagem radiopaca
- Baixo: pouca radiação absorvida – imagem radiolúcida
ESPESSURA
Menos denso: fótons incidentes são menos absorvidos, ou até atravessá-los
 Imagem mais escura (RADIOLÚCIDA)
Mais denso absorve maior quantidade de energia
 Imagem mais clara (RADIOPACA)
Todos estes aspectos determinarão a maior ou menor absorção de raios X.
Polpa
Tecidos moles (ex: polpa) 
O fator densidade do objeto exerce mta influência na produção da imagem. Objetos com uma densidade menor produzem uma imagem mais escura, pois os fótons. Um objeto mais denso (restauração metálica) absorve maior quantidade de energia, produzindo uma imagem mais clara (radiopaca). cidentes são menos absorvidos, podendo até atravessá-los, formando a imagem radiolúcida.
48
3. FATORES GEOMÉTRICOS
DISTORÇÃO
Inclinação da fonte de radiação
Inclinação do foco
Posição do objeto a ser radiografado
Do filme
MOVIMENTAÇÃO
Os princípios geométricos devem ser respeitados: inclinação da fonte de radiação, posição do objeto a ser radiografado, do filme, além da inclinação do foco.
Caso esses princípios não sejam respeitados podem ser ocasionadas distorções.
É importante lembrar que paciente e foco devem permanecer imóveis para evitar distorções.
49
3.1 DISTORÇÃO
Qualquer modificação na forma original do objeto ou da área radiografada, seja alongamento, seja encurtamento.
Fatores que podem causar distorção: distância e posicionamento (angulação vertical) entre o foco, filme e objeto.
Objeto deve estar o mais paralelo e próximo possível do filme, o ponto focal deve ficar o mais distante e perpendicular possível do filme e do objeto.
3. FATORES GEOMÉTRICOS
Preferencialmente o objeto deve estar o mais paralelo e próximo possível do filme, o ponto focal deve ficar o mais distante e perpendicular possível do filme e do objeto.
50
Distância objeto-filme:↓distância ↓ ampliação
FEIXE DE RAIOS X
D1
D2
51
Incidência do feixe central de raios X deve ser perpendicular ao objeto e ao filme. 
Evita a distorção da imagem
FEIXE DE RAIOS X
52
DISTORÇÃO
IMAGEM ALONGADA
Ângulo vertical menor que o recomendado
IMAGEM ENCURTADA
Ângulo vertical maior que o necessário
DETALHE (NITIDEZ)
Detalhe ou nitidez.
As estruturas no filme devem ser visualizadas até bordas e linhas mais delicadas dos tecidos.
A radiografia realizada deve apresentar o máximo de detalhe e nitidez do objeto radiografado, dos mais sutis aos mais evidentes.
54
Paciente/aparelhos de raios-x e filmes devem permanecer imóveis
3. FATORES GEOMÉTRICOS
3.2 MOVIMENTAÇÃO
O movimento do apareljo leva o aumento da area focal
55
4. FATOR FILME
Tamanho e dispersão dos grãos de brometo de prata: quanto menor o tamanho e maior o número dos cristais de brometo de prata, MAIOR A NITIDEZ DE IMAGEM. 
Filmes menos sensíveis possuem cristais de prata menores e dão ao filme maior contraste e detalhe
Filmes mais sensíveis (cristais de prata maiores) produzem radiografias com menos contraste e nitidez.
5. FATOR PROCESSAMENTO
Mais indicado: automático, pois possibilita padronização da qualidade radiográfica
O processamento manual deve ser realizado em câmaras escuras totalmente à prova de luz e utilizando-se, de preferência, o método temperatura-tempo.
SOLUÇÕES PROCESSADORA
FILMES
Se a temperatura estivermto alta, a revelação será rápida, e o filme ficara escuro e emulsão danificada. Se a temperatura estiver mto baixa, a revelação será lenta e o filme ficara claro
57
6. VÉU OU FOG 
Densidade extra, indesejável, sobreposta à densidade básica da película 
Radiação secundária 
Filtros de alumínio
Tecidos moles do paciente 
UMA BOA RADIOGRAFIA…
Máximo de nitidez
Mínimo de distorção
Grau médio de densidade e contraste
(Fenyo-Pereira, 2013)
Uma radiografia tecnicamente correta, ou seja, com condições adequadas para nos auxiliar no processo de diagnóstico, deve apresentar os seguintes quesitos: Máximo de nitidez
Mínimo de distorção, Grau médio de densidade e contraste
59
CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO DE QUALIDADE:
 Erros na preparação do paciente, exposição, posicionamento, processamento ou manuseio do filme
EXCELENTE
ACEITÁVEL PARA DIAGNÓSTICO
INACEITÁVEL
(Fenyo-Pereira, 2013)
EXCELENTE: sem erros na preparação do paciente, exposição, posicionamento, processamento ou manuseio do filme.
ACEITÁVEL PARA DIAGNÓSTICO: alguns erros na preparação do paciente, exposição, posicionamento, processamento ou manuseio do filme, mas que não prejudicam o diagnóstico radiográfico. ATENÇÃO COM TRABALHOS E PESQUISAS!
INACEITÁVEL: erros na preparação do paciente, exposição, posicionamento, processamento ou manuseio do filme, que tornam a radiografia inaceitável para o diagnóstico.
60
ERROS RADIOGRÁFICOS
Filme ao contrário
Filme ao contrario
62
Encurtada
Corte de cone
Corte de cone
64
Entrada de luz
Entrada de luz
65
Não ligar a máquina ou não acionar
Esqueceu de ligar a máquina ou de acionar
66
Dupla exposição
Dupla exposição
67
 Artefato metálico esquecido na boca do paciente
 
Artefato metálico esquecido na boca do paciente
68
Movimento
Movimento 
69
Pouco tempo de exposição
Pouco tempo de revelação 
Revelador velho ou 
Revelador com baixa temperatura
Pouco tempo de exposição, pouco tempo de revelação ou revelador velho ou com baixa temperatura
70
Entrada parcial de luz durante a revelação
Entrada parcial de luz durante a revelação
71
Falta de lavagem final
Falta de lavagem final
72
Pouco líquido revelador no recipiente – revelação parcial
Pouco liquido revelador no recipiente – revelação parcialPouco liquido revelador no recipiente – revelação parcial
73
Marcas de dedo
Marcas de dedo
74
Filme dobrado
Filme dobrado
75
Exames de imagens extrabucais: Indicações para auxílio de diagnóstico 
76
Indicações
Visão ampla das áreas patológicas extensas;
Crianças;
Pac. Com reflexo de náuseas;
Pacientes com trismos;
Pac. Politraumatizados;
Pac. Submetidos à tratamentos ortodônticos;
Estudo das condições gerais do paciente.
Filmes extrabucais 
Sensibilidade 
Eficácia com que o filme responde à exposição.
Diretamente relacionada com as placas intensificadoras.
*Filmes Screen 
Placa intensificadora
Filmes extrabucais
Preparo do paciente 
Bioproteção 
-Colete de chumbo 
-Protetor de tireóide
-Filme de PVC –suporte oclusão / auricular
Explicar o procedimento
Remover aparelhos ortodônticos e peças protéticas removíveis
Remover óculos, brincos, colares, presilhas de cabelo ou outros objetos que possam causar artefato na imagem radiográfica
Classificação
A) Laterais 
Da mandíbula para exame de corpo.
Da cabeça (tecidos moles e duros).
Cefalométricas (teleradiográficas).
B) Póstero-Anteriores (PA)
PA da mandíbula.
PA do seio maxilar.
PA Frontal.
C) Axiais 
Lateral da mandíbula 
Exame do ramo, ângulo e corpo da mandíbula.
Indicações: 
 Pesquisa de corpos estranhos,
 Delimitação de processos patológicos,
 Localização de cálculos salivares, 
 Avaliação de fraturas .
Lateral da mandíbula para exame do ramo e ângulo 
O chassi deve estar encostado na face do paciente, do lado de interesse; feixe de radiação incidindo no ângulo da mandíbula do lado oposto ao que está sendo radiografado. 
Distância focal: 50 cm, ângulos: vertical - 0º; horizontal – 90
84
Lateral da cabeça 
Indicações: 
estudo do desenvolvimento e crescimento facial.
acompanhamento de tratamento ortodôntico.
distúrbios do espaço nasofaríngeo. 
planejamento de cirurgias ortognáticas.
Lateral da cabeça 
plano sagital mediano paralelo ao plano do chassi e perpendicular ao plano horizontal, e
plano de Frankfurt paralelo ao plano horizontal; 
coluna e pescoço eretos; 
ápice nasal 2cm de distância do filme, base da mandíbula 3 cm d a borda inferior do filme; paciente 
com máxima intercuspidação e lábios relaxados
87
Lateral simples 
Sem cefalostato 
Cefalométrica 
PA da mandíbula 
Towne reversa 
Indicações:
Visualização da mandíbula (ramo ascendente e cabeça).
Fraturas da mandíbula em região de ângulo, ramo ascendente, pescoço do côndilo e terço posterior do côndilo
Boca aberta ou fechada 
PA da mandíbula 
PA frontal 
Caldwell 
Clássica para visualização de seios frontais e etmoidais.
93
PA de seio maxilar 
PA de Waters 
Clássica para visualização de seios maxilares, osso próprios do nariz, complexo zigomático maxilar e fraturas.
Na radiografia PA convencional há muita sobreposição do processo petroso do osso temporal no seio maxilar, com a modificação da técnica se consegue eliminar toda essa sobreposição..
O paciente apoia o mento no centro d o filme
Afasta o ápice nasal de 3 -5 cm do chassi, 
96
Axial 
Hirtz 
A radiação incide por baixo da cabeça e sai pra cima
Indicação:
Observar os arcos zigomáticos
Radiografia panorâmica 
Permite a visualização de toda a mandíbula e maxila, incluindo ATMs, seios maxilares, fossa nasal e espaço aéreo. 
Radiografia panorâmica 
Vantagens: 
ampla visibilidade dos ossos faciais e dentes; 
baixa dose de radiação;
 não causa desconforto; 
possibilidade de ser realizada em pacientes com dificuldade de abertura de boca; 
curto tempo necessário para realizar a radiografia; 
facilidade de compreensão das radiografias panorâmicas pelo paciente. 
Radiografia panorâmica 
Desvantagens: 
Não são úteis quanto radiografias periapicais para a detecção de pequenas lesões cariosas, detalhes das estruturas periodontais ou doença periapical. 
Ampliação desigual e distorção geométrica ao longo da imagem. 
Sobreposição de estruturas, como a coluna cervical, pode mascarar lesões odontogênicas, particularmente na região de incisivos.
“Alto custo”
Radiografia panorâmica 
Exame radiográfico inicial
Complemento de exames radiográficos intra-orais
Trismo
Delimitação de grandes áreas patológicas
Localização de corpos estranhos, raízes residuais, dentes retidos, impactado e supranumerários 
Indicações: 
Radiografia panorâmica 
Localização e delimitação dos neoplasmas;
Localização e delimitação das fraturas ósseas dos maxilares;
Pesquisa de cálculos em glândulas salivares;
Em ortodontia:
- Verificação do crescimento, desenvolvimento e das anormalidades crânio-faciais.
Indicações: 
Não substituem o exame radiográfico intrabucal e sim, fornecem informações complementares de diagnóstico.
105
LITERATURA RECOMENDADA:

Mais conteúdos dessa disciplina