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AULA 14 – Fisiopatologia e 
Dietoterapia no Diabetes Mellitus
e Doenças Cardiovasculares 
Profª Drª Myrella Cariry Lira 
Nutricionista - UFPB
Professora da UNINASSAU – CG
Especialista em Nutrição Clínica - UGF
Doutora em Ciências da Nutrição - UFPB
PREPARATÓRIO EM NUTRIÇÃO
Licenciado para - Regilane Maria Costa Souza - 68148330344 - Protegido por Eduzz.com
REFERÊNCIAS
• CUPPARI, L. Nutrição clínica no adulto. 4. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 
2018. 
• MAHAN, L. K. & SCOTT-STRUMP. KRAUSE: Alimentos Nutrição e Dietoterapia. 11 ed. 
Sao Paulo: Roca, 2018.
• Sociedade Brasileira de Cardiologia. V Diretriz Brasileira de Dislipidemia e Prevenção a 
Aterosclerose. v. 101, n° 4. Supl. 1, 2013. 
• Sociedade Brasileira de Cardiologia. VII Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial. v. 24, 
n° 1, 2017. 
• Sociedade Brasileira de Cardiologia. I Diretriz Brasileira de Prevenção Cardiovascular. V. 
101. n°6, Supl. 2, 2013
• Sociedade Brasileira de Cardiologia. I Diretriz de Insuficiência Cardíaca (IC) e 
Transplante Cardíaco, no feto, na criança em adultos com Cardiopatia Congênita, da 
Sociedade Brasileira de cardiologia. v. 103, n° 6, Supl. 2, 2014. 
• Sociedade Brasileira de Diabetes. Diretrizes a Sociedade Brasileira de Diabetes – 2019-
2020. 
• Sociedade Brasileira de Cardiologia. I Diretriz sobre o Consume de Gorduras e Saúde 
Cardiovascular. v. 100, Supl. 3, 2013. 
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DIABETES 
MELLITUS
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Definição: • Diabetes Mellitus (DM) é um 
grupo de doenças 
metabólicas, com etiologias 
diversas, caracterizado por 
hiperglicemia resultante de 
uma deficiente secreção de 
insulina pelas células β, 
resistência periférica a ação 
da insulina ou ambos.
(MAHAN; RAYMOND, 2018)
01 INTRODUÇÃO
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CLASSIFICAÇÃO DA DM
DM Tipo 1
DM Tipo 2
Tipos 
específicos 
de DM
DM 
gestacional
Corresponde a 10 a 20% dos casos de DM. Caracteriza-se por uma 
deficiência absoluta de insulina, decorrente de uma destruição 
auto-imune das células β. A hiperglicemia se manifesta quando 
90% das células β são destruídas. 
Corresponde a 80 a 90% dos casos de DM. Caracteriza-se por uma 
resistência periférica a ação da insulina, associada a uma 
deficiente secreção de insulina pelo pâncreas e um aumento da 
produção hepática da glicose.
Defeitos genéticos na função das células β, defeitos genéticos na 
ação da insulina, doenças do pâncreas exócrino (fibrose cística, 
pancreatite) ou DM decorrente de medicamentos ou substancias 
químicas. s
Qualquer intolerância a glicose, de intensidade variável, com início 
ou diagnóstico durante a gestação, ocasionado tanto pela 
resistência a insulina quanto a diminuição da função das células β. 
(ADA, 2019; OMS, 2020)
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DM Tipo 1 DM Tipo 2
Hiperglicemia Sintomas variáveis 
Polidpsia Hiperglicemia
Poliúria Polidpsia
Perda de peso significante Poliúria
Distúrbios de eletrólitos Polifagia
Perda de peso
Câimbras , formigamentos 
QUADRO CLÍNICO NO DIABETES
(MAHAN; RAYMOND, 2018)
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Complicações agudas:
• Hipoglicemia (sudorese, taquicardia, cefaléia, palidez, tremores)
• Hiperglicemia
• Cetoacidose
Complicações crônicas:
• Doenças macrovasculares (Doença cardíaca, vascular, cerebrovascular)
• Dislipidemia
• Hipertensão
• Doença microvascular ( retinopatia, nefropatia, neuropatia, amputação 
de membro)
COMPLICAÇÕES DO DIABETES
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DIAGNÓSTICO DA DM
Glicose em 
jejum 
(mg/dL)
Glicose 2 h após 
sobrecarga com 
75g de glicose 
(TOTG- mg/dL)
Glicose ao 
acaso 
(mg/dL)
Hemoglobina 
glicada
Normoglicemia < 100 < 140 - < 5,7%
Pré-diabetes 100 a 125 140 a 199 - 5,7 a 6,4
Diabetes ≥ 126 ≥ 200 ≥ 200 ≥ 6,5%
(SBD, 2020)
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DIAGNÓSTICO DA DIABETES GESTACIONAL (SBD, 2020)
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Indivíduo < 45 anos, com sobrepeso ou obesidade e apresente 
mais um fator de risco dentre os seguintes:
Pré-diabetes
Histórico familiar (parente de 1°)
Raça ou etnia de risco (negros, hispânicos ou índios pima)
Mulheres com DMG
Histórico de doença cardiovascular
Hipertensão arterial
HDL < 35 mg/dL e/ou TG > 250mg/dl
Síndrome de ovários policísticos
Sedentarismo
Acantose nigricans
FATORES DE RISCO PARA DM Tipo 2
(SBD, 2020)Licenciado para - Regilane Maria Costa Souza - 68148330344 - Protegido por Eduzz.com
TRATAMENTO
MONITORAÇÃO
Glicose sanguínea
Hb A1c
MEDICAÇÃO
Insulina
Hipoglicemiantes
EXERCÍCIO ALIMENTAÇÃO
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• Manter a glicemia normal ou próxima;
• Atingir níveis adequados de lipídios séricos;
• Prover quantidade adequada de energia;
• Prevenir e tratar complicações agudas e crônicas;
• Adequar dieta ao exercício físico e terapia 
medicamentosa
• Promover a saúde a partir de uma nutrição adequada
Tratamento Nutricional
Objetivos da terapia nutricional:
(CUPPARI, 2018)
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• Elaborar plano alimentar integrando 
alimentação com uso da insulina e exercício;
• Recomenda-se aos pacientes que usam insulina 
fazer refeições em horários definidos;
• Monitorar a glicemia e ajustar as doses de 
insulina a quantidade de alimento ingerida; 
 Insulina de ação rápida permite maior 
flexibilidade quanto ao horário das refeições. 
Terapia nutricional no DM tipo 1
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ÍNDICE GLICÊMICO NORMAL META
Glicemia pré-prandial < 100 mg⁄dL 80 – 130 mg⁄dL
Glicemia pós-prandial (1-2hs) < 140 mg⁄dL < 180 mg⁄dL
HbA1c < 5,7% < 7%
RECOMENDAÇÕES PARA CONTROLE GLICÊMICO
(ADA, 2019)
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METAS DE LIPÍDEOS E PA
LIPÍDEOS (mg⁄dL) PRESSÃO ARTERIAL (mmHg)
Colesterol < 200 Sistólica < 130
LDL < 100 Diastólica < 80
HDL
Homens > 45
Mulheres > 55
Triglicerídeos < 150
(ADA, 2019)
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Diabéticos do tipo 2 com excesso de peso
PERDA DE PESO
Resistência a 
insulina
Melhora a 
glicemia
 Lipídeos 
séricos
 a PA
Importante: Conduta nutricional apoiada em mudança
comportamental e atividade física adequada
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PROTEÍNAS
• 0,8 a 1 g/Kg/dia (15 – 20 % das calorias totais)
• Nefropatia: 0,8 g/Kg/dia ( 50% de AVB)  Estudos mostram que mais 
importante que a redução da quantidade total de ptn é a redução da 
proporção de ptn de origem animal.
Recomendações nutricionais
Mais frequente com menor controle 
glicêmico
Pacientes com HbA1c > 11%  Risco
Pacientes com HbA1c < 8%   Risco
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Gorduras: 25 a 30% do VCT 
Obesos: < 30%
Saturados < 7% do VCT
Polinsaturados até 10% do VCT
Monoinsaturados até 20% do VCT
Colesterol < 200mg/dia
Recomendações nutricionais
 “A porcentagem recomendada de gordura depende do perfil lipídico e dos 
objetivos relacionados a glicemia, lipídios séricos e peso”
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Carboidratos: 45-60% 
Recomendações nutricionais
• Estes devem ser distribuídos de 10 a 15% no café da manhã, 30%no 
almoço e jantar e o restante nos lanches, objetivando-se evitar 
episódios de hiperglicemia, hipoglicemia ou cetose.
•Pode conter até 10% do VET de açúcar simples (sacarose). 
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Carboidratos:
Recomendações nutricionais
• É recomendado dar preferência aos carboidratos ricos em fibras e 
que a ingestão desse macronutriente seja a partir de vegetais, frutas, 
grãos integrais, legumes e produtos lácteos, distribuídos em 
quantidade equilibrada ao longo do dia. 
• Substituir alimentos de alto índice glicêmico por alimentos de 
baixo índice glicêmico (ervilhas, lentilhas, pão de centeio, grãos 
integrais, cevada, aveia, quinoa), sobretudo quando consumidos de 
maneira isolada. 
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Contagem de Carboidratos
• Anteriormente acreditava-se, que no tratamento da DM, o uso de 
açucares simples era proibido, devendo-se apenas usar amido;
•Ao observar as diferentes respostas glicêmicas dos alimentos, a 
prioridade passou a ser dada a quantidade total de carboidratos 
consumidos, do que propriamente sua fonte.
• A contagem de carboidrato prioriza o total de carboidratos 
consumidos por refeição, considerando que entre 15 min a 2 h os 
carboidratos são 100% convertidos em glicose (resposta glicêmica 
pós-prandial)
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Indicação: 
• Portador de DM tipo 1 em uso de insulina ou 
bomba de infusão ou terapia com múltiplas 
drogas;
• Portador de DM tipo 2 em uso de insulina, 
medicamentos orais ou apenas tratamento 
dietético. 
Contagem de carboidratos 
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1 unidade de insulina  15g de carboidrato
• 15 g = 3 colheres de arroz
2 colheres de feijão
½ xícara de macarrão
½ pão francês
2 biscoitos
1 fatia de pão de forma
1 batata pequena
4 colheres de milho
1 fruta média ou fatia grossa
1 colher de açucar
Contagem de carboidratos 
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ÍNDICE GLICÊMICO
REPRESENTA A QUALIDADE DE UMA QUANTIDADE FIXA DE CARBOIDRATO 
DISPONÍVEL DE UM DETERMINADO ALIMENTO, EM RELAÇÃO A UM 
ALIMENTO-CONTROLE, QUE NORMALMENTE É O PÃO BRANCO OU A GLICOSE.
SÃO CLASSIFICADOS BASEADOS EM SEU POTENCIAL EM AUMENTAR A GLICOSE 
SANGÜÍNEA. ATRAVÉS DA ANÁLISE DA CURVA GLICÊMICA PRODUZIDA POR 50g 
DE CARBOIDRATO (DISPONÍVEL) DE UM ALIMENTO TESTE EM RELAÇÃO A 
CURVA DE 50g DE CARBOIDRATO DO ALIMENTO PADRÃO (GLICOSE OU PÃO 
BRANCO). 
CG = IG x Teor CHO disponível na porção do alimentos/ 100
CARGA GLICÊMICA
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Comparação entre IG e CG
Alimento IG CG
Maçã 40 6
Batata assada 85 26
Pão puro 72 25
Arroz integral 50 16
Açúcar 
refinado
58 6
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CLASSIFICAÇÃO
IG CG
Alto ≥ 70 ≥ 20
Médio 56 - 69 11 - 19
Baixo ≤ 55 ≤ 10
• Considerando a glicose como controle
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Ingestão de Sódio
• Diabéticos: No máximo 3000mg de Na/dia
• HA leve a moderada: No máximo 2400mg/dia
• HA e Nefropatia: No máximo 2000mg/dia
Fibras – mínimo de 20g/ dia
• Mínimo de 14g/1000 Kcal para DM1, sem síndrome metabólica
• 20g/1000 Kcal para DM2
(SBD, 2020)
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ÁLCOOL
COM INSULINA:
HOMENS - 2 Doses por dia
MULHERES -1 Dose por dia (360ml de cerveja, 150ml de vinho ou 45ml de 
bebida destilada)
- Concomitante à ingestão de alimentos
SEM INSULINA:
- Substituir por grupo de gordura:
1 dose (30g álcool) = 2 grupos de lipídeos
- Restringir para controle de peso e triglicerídeos
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• Calóricos:
- Frutose – ↓ resposta glicêmica
- Xarope de milho
- Sucos ou concentrados de frutas
- Mel, melaço
- Sorbitol, Manitol, Xilitol
ADOÇANTES
• Não Calóricos:
- Sacarina
- Ciclamato
- Aspartame
- Acessulfame K
- Sucralose
- Stevia
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• PRODUTOS DIET E LIGHT
• MICRONUTRIENTES: RDA
Cromo → TNP prolongada → deficiência
Diuréticos – ↓K
Inibidores de ECA – ↑K
RECOMENDAÇÕES
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QUADRO RESUMO
Composição da Dieta Recomendações
Carboidrato (CHO) 45 A 60% do VCT
Gordura Total
Gordura monoinsaturada
Gordura poli-insaturada
Gordura saturada
~ 30% do VCT
Complementar de forma individualizada
Até 10% do VCT
< 7% do VCT
Colesterol < 200 mg/dia
Proteínas 15 a 20% do VCT
Fibra alimentar Mínimo de 20g/dia
Fracionamento das refeições 5 a 6/dia
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RECOMENDAÇÕES DMG
Calorias O cálculo do VET será de acordo com o IMC 
pré-gestacional
CARBOIDRATOS 40 – 55% (preferência por CHO de baixo 
índice glicêmico )
PROTEÍNAS 15 – 20%
LIPÍDIEOS 30 – 40 %
Fibras 25 a 30g/dia
(SBD, 2020)
 Os CHO devem ser distribuídos de 10 a 15% no café da manhã, 30% no almoço e 
jantar e o restante nos lanches, objetivando-se evitar episódios de hiperglicemia, 
hipoglicemia ou cetose.
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DIETOTERAPIA NAS 
DOENÇAS 
CARDIOVASCULARES
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 Hipertensão Arterial (HAS)
Dislipidemias
Doença aterosclerótica
Infarto agudo do miocárdio 
Insuficiência cardíaca 
Transplante cardíaco
DOENÇAS CARDIOVASCULARES
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HIPERTENSÃO 
ARTERIAL (HAS)
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Hipertensão Arterial (HAS)
Definição:
• Hipertensão arterial é uma 
Pressão Arterial Sistólica (PAS) ≥ 
140 mmHg e/ou Pressão Arterial 
Diastólica (PAD) ≥ 90 mmHg.
 Diagnóstico de HAS: aumento da Pressão Arterial em 3 medições consecutivas em 3 
momentos diferentes. 
(MAHAN; RAYMOND, 2018)
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Etiologia:
• Primária ou essencial (90 a 95% dos casos): multifatorial 
• Secundária (5% dos casos): doenças renais, doenças 
endócrinas, coarctação da aorta, medicamentosa, DHEG.
Hipertensão Arterial (HAS)
(MAHAN; RAYMOND, 2018)
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• Classificação Diagnóstica da Hipertensão Arterial (> 18 anos)
Hipertensão Arterial (HAS)
Fonte: 7° Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, 2017.
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Fatores de Risco
Idade
Sexo e etnia
Fatores sócio-econômicos 
Excesso de Sal
Obesidade (obesidade central)
Álcool
Sedentarismo
Hipertensão Arterial (HAS)
(MAHAN; RAYMOND, 2018)
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SISTEMAS HORMONAIS 
VASOCONSTRICTORES
SISTEMAS HORMONAIS 
VASODILATADORES
Sistema renina-angiotensina Bradicinina
Catecolaminas Prostaglandinas vasodilatadoras
Prostaglandinas
vasoconstrictoras
Peptídios Natriuréticos
Vasopressina Óxido Nítrico (NO)
Insulina
Endotelina
Hipertensão Arterial (HAS)
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• Medicamentoso
• Não medicamentoso
TRATAMENTO
Hipertensão Arterial (HAS)
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TRATAMENTO
Modificação Recomendação
Controle de peso Manter o peso corporal na faixa normal 
(IMC 18,5 A 24,9 Kg/m²) e CC < 102 cm 
para homens e < 88 cm paramulheres
Padrão alimentar Adotar dieta DASH
Redução do consumo de sal Restringir a ingestão de Na para 2,0 g/dia 
ou 5 g de cloreto de sódio
Abandono ao tabagismo eliminado
Moderação no consumo de álcool Limitar para 30mL/dia (2 doses) homens 
e 15 mL/dia ( 1 dose) para mulheres
Exercício físico Atividade aeróbica (caminhada), pelo 
menos, 30 min/dia, 3 a 5 vezes /semana
Modificações no estilo de vida no controle da PA
(MAHAN; RAYMOND, 2018)
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TRATAMENTO NUTRICIONAL
Dieta DASH
“É usada para prevenção e 
tratamento da HAS”
A dieta vai além da redução de sal 
ou sódio na alimentação. Enfatiza o 
consumo de frutas, hortaliças e 
laticínios com baixo teor de gordura; 
inclui a ingestão de cereais integrais, 
frango, peixe e frutas oleaginosas; 
preconiza a redução da ingestão de 
carne vermelha, doces e bebidas com 
açúcar. Ela é rica em potássio, cálcio, 
magnésio e fibras, e contém 
quantidades reduzidas de colesterol, 
gordura total e saturada.
Fonte: 7° Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, 2017.
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DIETA DASH
Grupo Alimentar Porções diárias Exemplos
Grãos 7-8 Grãos integrais, aveia.
Vegetais 4-5 Tomate, batatas, cenouras, 
espinafre, brócolis, couve.
Frutas 4-5 Banana, uva, laranja, 
manga, melão, abacaxi
Leite e derivados 2-3 Leite desnatado ou 
semidesnatado, queijo de 
baixo teor de gordura ou 
sem gordura
Carnes, aves e peixes 2 ou menos Carnes magras, remover 
gordura visível, pele de 
aves, não fritar
Leguminosas e oleaginosas 4-5/semana Amêndoas, avelãs, nozes, 
feijões comuns
Gordura e óleos 2-3 Margarina vegetal, óleos, 
azeite
Doces 5/semana Geléia, gelatina, compota
de frutas
(MAHAN; RAYMOND, 2018)
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TRATAMENTO NUTRICIONAL
As dietas vegetarianas preconizam o consumo de alimentos de 
origem vegetal, em especial frutas, hortaliças, grãos e leguminosas; 
excluem ou raramente incluem carnes; e algumas incluem 
laticínios, ovos e peixes.
DIETA VEGETARIANA
É rica em frutas, hortaliças e cereais integrais, porém possui 
quantidades generosas de azeite de oliva (fonte de gorduras 
monoinsaturadas) e inclui o consumo de peixes e oleaginosas, além 
da ingestão moderada de vinho.
Fonte: 7° Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, 2017.
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TRATAMENTO NUTRICIONAL
GORDURA
No máximo 30% do VCT, sendo até 10% de saturada e até 300 mg/dia de 
colesterol. A ingestão de ácidos graxos w3 ≥ 2g/dia de EPA+DHA 
(eicosapentaenoico – EPA e docosaexaenoico - DHA) reduz a PA e que doses 
menores (1 a 2 g/dia) reduzem apenas a PAS. O consumo de ácidos graxos 
monoinsaturados também tem sido associado à redução da PA.
POTÁSSIO
Deve-se garantir o consumo de 75mmol ou 4,7 g/dia de potássio, utilizando 
verduras, legumes, frutas, principalmente cruas e leguminosas (feijão, 
ervilha, grão de bico, lentilha) 
CÁLCIO E 
MAGNÉSIO
Atingir a recomendação (RDA) pelos alimentos. Fonte de Cálcio (leite e 
derivados, folhosos, sardinha e salmão. Fonte de magnésio ( cereais 
integrais, leguminosas e vegetais folhosos verdes escuros)
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TRATAMENTO NUTRICIONAL
Em alguns estudos, níveis séricos baixos de vitamina D se associaram com 
maior incidência de HA. Entretanto, em estudos com suplementação 
dessa vitamina, não se observou redução da PA.
O leite (com baixo teor de gordura) contém vários componentes como 
cálcio, potássio e peptídeos bioativos que podem diminuir a PA.
A ingestão de fibras promove discreta diminuição da PA, destacando-se o 
beta glucano proveniente da aveia e da cevada.
Fonte: 7° Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, 2017.
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TRATAMENTO NUTRICIONAL
Uma meta-análise concluiu que o consumo de diferentes tipos de 
castanha foi eficiente em diminuir a PA.
O chocolate com pelo menos 70% de cacau pode promover discreta 
redução da PA, devido às altas concentrações de polifenóis.
O café e chá verde são ricos em cafeína. Recomenda-se que o 
consumo não exceda quantidades baixas a moderadas.
Discreta diminuição da PA tem sido relatada com a suplementação de 
várias formas do alho.
Fonte: 7° Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, 2017.
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• Recomendações: 
Reduzir o sal adicionado aos alimentos
Evitar o saleiro a mesa
Reduzir ou abolir alimentos industrializados (enlatados, conservas, frios, 
embutidos, sopas, temperos, molhos prontos e salgadinhos)
Evitar alimento gordurosos como bolachas recheadas, margarinas 
duras, leite e derivados integrais, carnes gordas, frituras. 
TRATAMENTO NUTRICIONAL
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DISLIPIDEMIAS 
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DISLIPIDEMIAS
Definição:
• Alteração no metabolismo lipídico, 
resultando na elevação de 
colesterol e/ou triglicerídeos, 
assumem um importante papel no 
desencadeamento da gênese da 
aterosclerose e das doenças 
cardiovasculares.
(CUPPARI, 2018)
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Quilomícrons formados no intestino. Transportam TG exógenos e são 
constituídos de 95 a 99,5% de lipídeos.
VLDL formados no fígado. Transportam TG endógenos, sendo 
constituído de lipídeos (85-90%) e proteínas (10-15%).
IDL secundária ao catabolismo de outras lipoproteínas. 
Precursora da LDL
LDL produto metabólico da VLDL contendo 75% de lipídeos e 
25% de proteínas. Transportam grande massa de CT 
(produção de ác. biliares).
HDL Formadas no fígado e intestino na forma de precursores 
de HDL, se transformam no plasma em HDL verdadeira e 
torna-se capaz de captar CT das células e transportá-lo 
de volta ao fígado.
LIPOPROTEÍNAS
DISLIPIDEMIAS
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Valores de Referência para adultos > 20 anos
V Diretriz Brasileira de Dislipidemia e prevenção da aterosclerose, 2017
DISLIPIDEMIAS
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DISLIPIDEMIAS
CLASSIFICAÇÃO:
 Primárias - quando decorrentes de distúrbios genéticos (rara).
 Secundárias - quando ocorrem em conseqüência de outras 
patologias (diabetes, hipertensão arterial) ou uso de determinadas 
drogas (anabolizantes, corticóides, anticoncepcionais orais).
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DISLIPIDEMIAS
 Hipercolesterolemia isolada: elevação isolada do LDL-C ( ≥ 160 
mg/dL);
Hipertrigliceridemia isolada: elevação isolada dos TG (≥ 150 
mg/dL); 
Hiperlipidemia mista: valores aumentados de LDL-C (≥ 160 mg/dL) 
e TG (≥ 150mg/dL). Nos casos em que TG ≥ 400 mg/dL, deve-se 
considerar a hiperlipidemia mista quando CT ≥ 200 mg/dL;
 HDL-C baixo: redução do HDL-C (homens < 40 mg/dl e mulheres < 
50 mg/dl) isolada ou em associação a aumento de LDL-C ou de TG.
CLASSIFICAÇÃO:
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Principais Fatores Dietéticos que afetam os níveis plasmáticos de 
CT, LDL-C, HDL-C e TG
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 Ácidos Graxos Saturados:
 Receptores celulares  inibindo a remoção plasmática de LDL-C
 CT [ácido láurico(óleo de coco), mirístico(gorduras animais e óleo 
de coco, leite e derivados) e palmítico (gorduras animais e azeite de 
dendê)]
Não elevam o CT: Ác. Graxos de cadeia curta (cáprico e esteárico)
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 Ácidos Graxos Polinsaturados:
Ação hipocolesterolêmica ( receptores de LDL), porém possuem o inconveniente de 
 HDL-C e induzir maior oxidação lipídica quando em grande quantidade.
- Ácidos graxos ômega-6 (linoléico e araquidônico): óleos vegetais: girassol, milho e 
soja
- Ácido graxo ômega-3 (alfa-linonênico, eicosapentaenóico-EPA e docosahexaenóico-
DHA): linhaça, canola e soja; salmão, sardinha, cavala, arenque, bacalhau, nozes
outros efeitos cardiovasculares: redução da viscosidade do sangue, maior relaxamento 
do endotélio e efeitos anti-arrítmicos 
 TG (inibição da secreção da VLDL)
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100g EPA+ DHA (g) Alfa linolênico (%)
Cavala 2.5 -
Sardinha 1.7 -
Arenque 1.6 -
Salmão 1.0 -
Truta 0.5 -
Bacalhau 0.2 -
Óleo de soja - 7.08
Óleo de canola - 9.0
Fontes de ômega-3
Dose mínima recomendada: 4g/dia
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Efeitos dos monoinsaturados:  CT e  LDL-C, antitrombótico e inibir a 
agregação plaquetária)
 Ácidos Graxos Trans-isoméricos:
- Fontes: óleos e e gorduras hidrogenadas, margarinas duras e 
shortenings (sorvetes, chocolates, maioneses, cremes p/ sobremesa, 
molhos p/ saladas etc)
- Possuem propriedades físicas, químicas e metabólicas semelhantes 
às dos Ác. Graxos Saturados
-  LDL-C e  HDL-C < 1% do VET
 Ácidos Graxos Monoinsaturados (ômega-9 – oléico): 
- Fontes: azeite de oliva, óleo de canola, oleaginosas (castanha, 
amêndoas, nozes), azeitona e abacate
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 Colesterol dietético:
- CT e  LDL-C, mas numa menor extensão do que os 
ác. graxos saturados
- Para diminuir evitar: alimentos de origem animal, em 
especial as vísceras, leite integral e seus derivados, 
embutidos, frios, pele de aves e frutos do mar (camarão, 
ostra, marisco, polvo, lagosta)
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A terapia nutricional para controle das 
dislipidemias tem como objetivos:
 Reduzir os níveis elevados de CT, LDL-C e TG
 Diminuir a ingestão de gorduras saturadas e colesterol
 Aumentar o consumo de fibras e alimentos antioxidantes
 Atingir o balanço energético e a nutrição adequada
 Promover mudanças alimentares permanentes
Alterar os fatores de risco modificáveis pela dieta
Terapia Nutricional
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TERAPIA NUTRICIONAL NAS HIPERCOLESTEROLEMIAS
Recomendações dietéticas para o tratamento das hipercolesterolemias
Calorias Atingir e manter o peso desejável
Carboidratos 50-60% das calorias totais
Proteínas Aproximadamente 15% das calorias totais
Gordura Total 25 – 35% das calorias totais
• Ác. Graxos Saturados: ≤ 7% das calorias totais
• Ác. Graxos Polinsaturados: ≤ 10% das calorias totais
• Ác. Graxos monoinsaturados: ≤ 20% das calorias totais
Colesterol < 200mg/dia
Fibras 20 a 30g/dia (5 a 10g de solúvel)
(V Diretriz Brasileira de Dislipidemia e prevenção da aterosclerose, 2013)
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TERAPIA NUTRICIONAL NAS HIPERTRIGLICERIDEMIAS
A terapia nutricional é a primeira conduta terapêutica a ser adotada na prevenção e/ou tratamento 
das dislipidemias
Medidas terapêuticas deverão ser tomadas quando os níveis de TG atingirem valores superiores a 
150mg/dL e mantidas continuamente.
Hipertrigliceridemia primária (Quilomicronemia)
Reduzir a ingestão de gordura total da dieta
Hipertrigliceridemia secundária (Obesidade ou Diabetes)
Obesidade: Dieta hipocalórica balanceada
Diabetes: compensação (drogas, quando necessário e dieta)
RESTRIÇÃO TOTAL DO ÁLCOOL
Exercício físico  TG e  HDL-C
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TERAPIA NUTRICIONAL COADJUVANTE
FIBRAS SOLÚVEIS
Diminui a síntese de 
colesterol no fígado
Se liga aos ácidos biliares 
aumentando sua excreção nas fezes
Aumentar a produção de 
ácidos biliares no fígado a 
partir do colesterol
Aumenta a síntese de AGCC: 
propianato, acetato, 
butirato
Colesterol sérico
LDL-C
• Recomendação de fibra total 20 a 30 g/dia, sendo 25% (6g) de fibra 
solúvel
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SOJA (ISOFLAVONAS)
As isoflavonas são grupos de fitoquímicos classificados como fitoestrógenos que estariam 
relacionados: 
Prevenção da aterosclerose, pela ação que exercem sobre as concentrações 
dos lípides plasmáticos ( TG e  LDL-C), efeitos antioxidantes e 
antiproliferativos
FITOSTERÓIS
Encontrados apenas nos vegetais e possuem funções estruturais análogas ao colesterol 
O principal fitosterol é o beta-sitosterol e é extraído dos óleos vegetais
FITOSTERÓIS
 Colesterol pela redução da absorção do colesterol 
alimentar (deslocado para fora das micelas por competição) 
– Ingestão de 3 a 4g/dia p/tratamento
Não influenciam os níveis plasmáticos de HDL e TG
Ingestão mínima de 25g/dia de proteína de soja p/tratamento
TERAPIA NUTRICIONAL COADJUVANTE
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ANTIOXIDANTES: Flavonóides e Vitaminas
Flavonóides 
Inibem a oxidação do LDL-C e reduzem a agregação plaquetária
Os mais importantes são: quercetina, campferol, miricetina e crisina
• Qüercetina  frutas, grãos, batata, berinjela, cebola
• Campferol  rabanete, couve, escarola e nabo
• Miricetina  vinhos e suco de uva
As vitaminas antioxidantes, por terem propriedades lipofílicas, 
exerceriam efeito antiaterogênico por sua incorporação à partícula da 
LDL, tornando-a menos sensível à oxidação
Vitaminas
Hipótese oxidativa
VITAMINAS C, E , CAROTENÓIDES
 Resistência da LDL à oxidação
Vitaminas antioxidantes não devem ser suplementadas de forma indiscriminada
TERAPIA NUTRICIONAL COADJUVANTE
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ÁLCOOL
Efeito cardioprotetor atribuído à sua capacidade de  HDL-C e também sobre a 
hemostasia ( o fibrinogênio e inibindo a agregação plaquetária)
Efeitos deletérios do álcool: ESTIMULAÇÃO DA PRODUÇÃO DE VLDL PELO 
FÍGADO (HIPERTRIGLICERIDEMIA)
Pode acarretar ainda  PA, peso corporal, glicemia, alterações gastrintestinais, 
câncer
CAFÉ
Cafestol e Kahweol  Colesterol sérico
SEMPRE QUE POSSÍVEL UTILIZAR O FILTRO DE PAPEL
TERAPIA NUTRICIONAL COADJUVANTE
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DOENÇA 
ATEROSCLERÓTICA
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Doença Aterosclerótica
Definição:
• A doença arterial coronariana 
(DAC) ocorre com o enrijecimento 
e o estreitamento das artérias que 
conduzem o sangue ao músculo 
cardíaco. As artérias enrijecem e 
estreitam-se em virtude do 
desenvolvimento de placas nas 
paredes internas, processo 
denominado de aterosclerose. 
(MAHAN; RAYMOND, 2018)
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 O processo aterosclerótico começa na infância e leva décadas para avançar 
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Fatores de Risco
Fumo
Pressão arterial elevada
Níveis baixos do HDL-C 
Histórico familiar de DAC precoce
Idade (homens >45; mulheres > 55 anos)
Obesidade
Diabetes mellitus
Doença Aterosclerótica
(MAHAN; RAYMOND, 2018)
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• Dieta
• Atividade física
• Medicamentos 
• Cirurgia 
TRATAMENTO
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TRATAMENTO NUTRICIONAL
• Corrigir os níveis de homocisteína pormeio da suplementação de vitaminas do 
complexo B.
• Restrição moderada de carboidratos simples e o controle de peso.
Fonte: V Diretriz Brasileira de Dislipidemia e prevenção a aterosclerose, 
2013.
• Substituir ácidos graxos saturados por ácidos graxos monoinsaturados e poli-
insaturados. 
• Incluir óleos vegetais e fontes alimentares ricos em ácido alfa-linolênico, 
resultando em uma ingestão total de mais de 1,5 g/dia
• O consumo de uma dieta com maiores quantidades de frutas e vegetais e 
reduzida em sódio (2g/dia)
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TRATAMENTO DIETÉTICO
• Consumir de 2 a 3 g de esteróis e estanóis de plantas ( em margarinas, iogurte com 
baixo teor de gordura, suco de laranja, pães e cereais. 
• Consumir maiores quantidades de fibras totais (17-30 g/dia) e solúveis (7-13 g/dia). 
O uso de fibras solúveis pode incluir farelo de aveia, farelo de milho, maçãs e legumes 
como fontes satisfatórias. 
Fonte: V Diretriz Brasileira de Dislipidemia e prevenção a aterosclerose, 
2013.
• Utilizar mais flavonoides, fitoquímicos, produtos à base de soja, frutas e vegetais. 
• A ingestão recomendada de ácidos graxos saturados < 7% do VET
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INFARTO AGUDO 
DO MIOCÁRDIO 
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INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO
Definição:
• Consiste na necrose do músculo 
cardíaco, causada por uma 
situação prolongada de 
suprimento inadequado ou de 
deficiência de oxigênio. 
(CUPPARI, 2018)
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INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO
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Fatores de Risco
Fumo
Pressão arterial elevada
Dislipidemia
Herança genética
Idade (homens >45; mulheres > 55 anos)
Obesidade
Diabetes mellitus
Estresse
INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO
(CUPPARI, 2018)
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• Agentes trombolíticos
• Angioplastia
• Bypass coronariano (ponte de safena)
• Tratamento Dietético 
TRATAMENTO
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Principais Objetivos:
• Diminuir a sobrecarga cardíaca, fornecendo uma 
alimentação saudável, equilibrada e individualizada. 
TRATAMENTO NUTRICIONAL
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 Dieta fracionada (4 a 6 refeições/dia); evitando sobrecarga do trabalho cardíaco no 
processo digestivo.
 Evitar alimentos formadores de gases (feijão, repolho, couve-flor)
 Consistência líquido-pastosa nos primeiros dias para melhorar mastigação, deglutição 
e digestão. Evoluindo para branda e de fácil digestão, reduzida em gordura saturada e 
colesterol. 
 Evitar temperaturas extremas dos alimentos (quente-frio) prevenindo resposta vagal.
 Incluir fibras solúveis e insolúveis para facilitar funcionamento intestinal, aumentar 
volume fecal, retardar absorção do amido e tornar mais lenta absorção de glicose. 
Recomendação de fibras de 20 a 30 g/dia.
TRATAMENTO NUTRICIONAL
ENERGIA Harris e Benedict ou 20 a 30 cal/Kg/dia
É indicado jejum nas primeiras 4-12 horas após o diagnosticado o evento e ao iniciar a 
alimentação é recomendado:
III Diretriz Brasileira sobre tratamento do infarto agudo do miocárdio, 2004. 
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 A tentativas de evacuar fezes duras produzem aumento da PA, freqüência cardíaca e consumo 
de O2. De acordo com a necessidade poderá ser indicado dieta laxante.
 Suplementos hipercalóricos caso necessário. 
 As recomendações de macro e micronutrientes deverão ser realizadas de acordo com quadro 
clínico e exames laboratoriais. 
 Restringir o consumo de sódio 2 g/dia.
 Necessidade Hídrica: para adultos (1500ml/dia ou 30 ml/kg de peso), idoso > 65 anos ( 
mínimo de 1700 ml/dia ou 30 ml/kg de peso. Em alguns casos há necessidade de restrição 
conforme quadro clínico. 
 Evitar cafeína. 
TRATAMENTO NUTRICIONAL
III Diretriz Brasileira sobre tratamento do infarto agudo do miocárdio, 2004. 
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INSUFICIÊNCIA 
CARDÍACA 
CONGESTIVA E 
TRANSPLANTE 
CARDÍACO
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INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA
Definição:
• É um distúrbio progressivo 
caracterizado por um complexo de 
sintomas (fadiga, falta de ar, edema, 
congestão) que ocorre pela 
incapacidade do ventrículo esquerdo 
em bombear quantidades adequadas 
de sangue para o resto do corpo. 
(CUPPARI, 2018)
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SINTOMAS:
• Fadiga
• Dispnéia
• Congestão
• Edema
• Caquexia cardíaca
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA
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Classificação funcional: 
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA
Diretriz Brasileira de Insuficiência cardíaca aguda e crônica, 2018
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• Reduzir a carga de trabalho cardíaco
• Controle da retenção excessiva de líquidos
• Reduzir a progressão da IC
• Redução da mortalidade
TRATAMENTO
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Calorias Harris e Benedict ou 25 a 30 cal/kg peso ideal/dia
Carboidratos 50-60% das calorias totais. Observar DM e 
hipertrigliceridemia
Proteínas Eutrófico (1g/kg/dia), desnutrido grave (1,5 a 2 g/kg/dia). Com 
diminuição da função renal (0,8g/kg/dia)
Lipídios 25 – 30% das calorias totais; < 300 mg de 
colesterol se não houver dislipidemia 
Sódio Hipossódica. Em pacientes assintomáticos – restrição leve de 2 
a 4g de sódio; em graus mais avançados e na presença de 
edema 1 a 2g de sódio. Restrições severas não são indicadas 
por reduzir a aceitação da dieta. 
Potássio Implementar aumentando consumo de frutas, verduras, legumes, devido o 
uso de diuréticos. 
TRATAMENTO NUTRICIONAL
(CUPPARI, 2018)
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TRATAMENTO NUTRICIONAL
Cálcio e Magnésio
Restrição hídrica
Fracionamento
Consistência 
Alimentos estimulantes
Suplementar quando necessário. Devido ação espoliadora do uso 
de diuréticos 
Nem sempre é necessária. Vai depender do quadro clínico do 
paciente
5 a 6 refeições por dia para diminuir o trabalho cardíaco .
Na presença de dispnéia e fadiga é necessário oferecer uma dieta 
que exija pouca ou nenhuma mastigação (pastosa).
Evitar alimentos estimulantes: ricos em cafeína (café, coca-cola), 
teína (chá) e teobromina (cacau, chocolate e derivados). 
(CUPPARI, 2018)
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• É uma opção terapêutica quando a expectativa de sobrevida é menor que dois 
anos, para casos de ICC terminal, com qualidade de vida inaceitável, progressão 
da disfunção ventricular, hipertensão pulmonar e arritmias malignas. 
TRANSPLANTE CARDÍACO 
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Terapia nutricional pré-transplante:
Calorias 30 Kcal/ kg de peso, desnutrição grave 35 a 40 Kcal/ Kg de 
peso
Proteínas 1 1,2 g/kg de peso, desnutrição grave 1,5 a 2g/kg de 
peso
Lipídios Dar preferência a gordura mono e poli-insaturadas e 
restringir colesterol dietético no limite de 200mg/dia
Líquidos Restringir. 20 a 30 ml/kg/dia
Sódio 1 a 2 g/dia
Fibras 20 a 30g/dia, sendo 6 g de fibra solúvel 
Ca e Vit. D Pacientes precisam ser avaliados quanto a doença óssea 
osteopênica. Nesses casos suplementar Ca ( 1a 1,5 g/dia) 
e Vit. D
(MAHAN; RAYMOND, 2018)
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Terapia nutricional pós-transplante imediato:
Calorias Hipercalórica: Necessidades de nutrientes são aumentadas 
Proteínas Hiperproteica: 1,5 a 2g/kg de peso
Lipídios 25 a 30% do VET. Priorizando gordura mono e poli-insaturadas e 
restringir colesterol dietético no limite de 200mg/dia e gordura 
saturada < 7%. Aumentar a ingestão de ácidos graxos ômega-3.
Carboidratos Restringir carboidrato simples nos casos de hiperglicemia e 
hipertrigliceridemia e priorizar carboidratos complexos 
Volume Aumentar o volume da dieta conforme a tolerância e quadro clínico 
Sódio Restrição moderada, em torno de 2,4g/dia
Fibras 20 a 30g/dia, sendo 6 g de fibra solúvel 
Ca e P Ofertar quantidades adequadas de cálcio e fósforo (1.200 mg/dia)
(MAHAN; RAYMOND, 2018)
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97
DÚVIDAS
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1 - (RESIDÊNCIA – SES/SC -2020) O diabetes apresenta diversas complicações
agudas e crônicas. Com relação ao diabetes, analise as sentenças abaixo:
I. A cetoacidose, ocasionada pela produção excessiva de corpos cetônicos, é
característica especialmente do diabetes tipo II, tipo no qual a insulina está
completamente ausente.
II. A cetoacidose caracteriza-se por ser um estado hiperosmolar, causado por
aumento na concentração sanguínea de corpos cetônicos e hiperglicemia,
podendo ser acompanhado de náuseas e vômitos.
III. O diabetes tipo II caracteriza-se pela presença de resistência à insulina em um
primeiro momento. Esta, pode ser desencadeada por aumento circulante de
adipocinas, as quais interferem na sensibilidade do hormônio supracitado.
IV. A morte de células beta, no diabetes tipo II, ocorre devido a falhas no sistema
imune, o qual passa a produzir anticorpos contra as células beta.
Pode-se afirmar que estão corretas apenas:
Alternativa correta: Letra B) II, III
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2 - (RESIDÊNCIA – SES/UFG – 2020) Gestantes com diagnóstico de diabetes
devem receber orientação dietética individualizada, necessária para atingir
as metas do tratamento e para o adequado desenvolvimento do concepto.
A dieta deve conter os nutrientes essenciais, sendo recomendada a
distribuição calórica nas seguintes proporções:
A) 40 a 45% de carboidratos; 15 a 20% de proteínas e 30 a 40% de gorduras
B) 45 a 50% de carboidratos; 15 a 20% de proteínas e 30 a 35% de gorduras
C) 45 a 55% de carboidratos; 15 a 20% de proteínas e 25 a 30% de gorduras
D) 50 a 55% de carboidratos; 15 a 20% de proteínas e 25 a 35% de gorduras
Alternativa correta: Letra A
Essa questão cabe recurso, resposta correta : 40 a 55% de carboidratos; 15 a 20% de proteínas e 
30 a 40% de gorduras
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3 - (RESIDÊNCIA - UEPA – 2020) Sobre a Fisiopatologia do Diabetes Mellitus (DM) é correto
afirmar que:
A) O termo “tipo 1” indica o processo de destruição da célula beta que leva ao estágio de
deficiência relativa de insulina e quando a administração de insulina é necessária para
prevenir cetoacidose
B) O termo “tipo 2” é usado para designar uma deficiência absoluta de insulina, isto é, há um
estado de resistência à ação da insulina, associado a um defeito na sua secreção, o qual é
menos intenso do que o observado no diabetes tipo 1
C) Após o diagnóstico, o DM tipo 2 pode evoluir por muitos anos antes de requerer insulina
para controle. Seu uso, nesses casos, não visa evitar a cetoacidose, mas alcançar o controle
do quadro hiperglicêmico
D) No DM tipo 2 a cetoacidose é frequente, em geral é ocasionada por infecção ou estresse
muito grave
E) Com a epidemia de obesidade atingindo crianças, observa-se uma diminuição na
incidência de diabetes em adultos
Alternativa correta: Letra C
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4 - (RESIDÊNCIA - UEPA – 2020) O controle dos níveis glicêmicos é essencial para o
tratamento do Diabetes Mellitus (DM). Com a realização do controle metabólico o
paciente mantém-se assintomático e previnese das complicações agudas e crônicas,
promovendo a qualidade de vida e reduzindo a mortalidade (BRASIL, 2013). Dentre o
tratamento dietoterápico dos 10 passos para pessoa portadora de Diabetes Mellitus tipo
2 é correto afirmar que:
A) São recomendadas dietas "LowCarb", isto é, com menos de 130g de carboidratos/dia
B) A carga glicêmica associa o índice glicêmico à quantidade de carboidratos ingeridos e está
relacionada positivamente com o diabetes tipo 2
C) A utilização de dietas com baixo índice glicêmico-IG não serve como estratégia
complementar no plano alimentar para o diabético, principalmente em períodos de
hiperglicemias
D) O consumo de fibras solúveis está associado a piora do controle glicêmico
E) O farelo de aveia é o alimento com menor teor de fibras solúveis, portanto seu consumo
não deve ser estimulado
Alternativa correta: Letra B
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5 - (RESIDÊNCIA – UNIFESP – 2020) Os distúrbios da glicemia em pacientes hospitalizados
podem ser avaliados sob o ponto de vista da hiperglicemia e da hipoglicemia e pelo conceito
de variabilidade glicêmica. Assinale a alternativa correta:
A) Tanto a hiperglicemia quanto a hipoglicemia estão associadas a piores desfechos clínicos em
pacientes não diabéticos, já nos pacientes diabéticos a hipoglicemia é um fator de proteção
B) A maior variabilidade glicêmica está associada ao aumento da mortalidade mesmo quando os
pacientes são mantidos euglicêmicos
C) A hipoglicemia em pacientes com diabetes melito não é comum, porém está associada ao
aumento da mortalidade e tempo de internação destes pacientes
D) A hiperglicemia nos pacientes hospitalizados está relacionada com o diagnóstico prévio de
diabetes melito, não tendo relação com o estresse metabólico e uso de medicamentos.
E) As necessidades calóricas devem ser planejadas conforme a patologia de base do paciente. A
oferta excessiva de calorias está associada ao desenvolvimento de hipoglicemia.
Alternativa correta: Letra B
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6 - (RESIDÊNCIA – UNIRIO – 2020) O diabetes melito contribui para um 
aumento considerável nas taxas de morbidade e de mortalidade. Em 
relação ao diabetes melito, de acordo com o descrito no livro de Mahan et
al. (2012), analise as assertivas abaixo: 
I. A insulina é um hormônio produzido pelas células alfa do pâncreas, 
necessária para uso ou armazenamento dos combustíveis do corpo 
(carboidratos, proteína e gordura). 
II. Os indivíduos com pré-diabetes apresentam alto risco para conversão para 
diabetes melito tipo 2 e doença cardiovascular, se não forem adotadas 
estratégias preventivas no estilo de vida. 
III. O uso de hemoglobina glicosilada para diagnosticar diabetes é uma 
medida confiável dos níveis agudos de glicose. O teste de hemoglobina 
glicosilada reflete as concentrações de glicose em curto prazo. 
Estão CORRETAS as assertivas: 
Alternativa correta: Letra A) II, apenas
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7 - (CONCURSO – SES-ACRE – 2019) Na Insuficiência Cardíaca (IC), o coração não fornece
o fluxo sanguíneo adequado para o restante do corpo, causando sintomas de fadiga,
falta de ar e retenção de líquidos. O nutricionista deverá indicar o tratamento
nutricional. Considerando o disposto, analise as afirmativas abaixoedê valores
Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Dieta com restrição de ácidos graxos saturado, ácidos graxos trans e colesterol.
( ) Aumentar a ingestão de cereais integrais, frutas, legumes e verduras.
( ) Limitar o líquido a 2L por dia e o sódio da dieta menor que 2 g/dia.( ) Perder ou manter o peso corporal adequado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativa correta: Letra A) V, V, V, V
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8 - (CONCURSO – PREF. CANANÉIA – SP – 2020) De acordo com a Diretriz
Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda (Departamento de
Insuficiência Cardíaca e Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2018),
recomenda-se que pacientes com insuficiência cardíaca crônica evitem
ingestão excessiva de cloreto de sódio em níveis superiores a
A) 1 g/dia
B) 2 g/dia
C) 3 g/dia
D) 5 g/dia
E) 7 g/dia
Alternativa correta: Letra E
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9 - (CONCURSO – PREF. CANANÉIA – SP – 2020)A Sociedade Brasileira de Cardiologia, por
meio da Atualização da Diretriz de Prevenção Cardiovascular (2019), afirma que
A) Considerando que estudos observacionais demonstram baixas concentrações de 25-
hidroxivitamina D associadas positivamente a risco de eventos cardiovasculares, a sua
suplementação é indicada com o propósito de prevenção de tais eventos
B) A suplementação de vitamina K é recomendada para indivíduos com risco de
desenvolvimento de doenças cardiovasculares, que apresentam dislipidemia e índices
elevados de citocinas inflamatórias
C) Não há evidência de benefício da suplementação de vitamina A ou betacaroteno para
prevenção primária ou secundária de doença cardiovascular
D) Suplementos de vitamina B e ácido fólico são efetivos para prevenção de doença
cardiovascular primária ou secundária
E) A restrição de sódio para 5 g/dia promove efeito redutor da pressão arterial, em
especial em indivíduos hipertensos
Alternativa correta: Letra C
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10- (RESIDÊNCIA - CESUPA – 2020)Fitosteróis, fitostanóis e seus ésteres são um grupo de
esteroides alcoólicos e ésteres, que ocorrem exclusivamente em plantas e vegetais. O
consumo de fitosteróis reduz a absorção de colesterol, principalmente por
comprometimento da solubilização intraluminal (micelas); bem como uma dieta adequada
em fibras solúveis está relacionada com a diminuição absortiva do colesterol. De acordo
com o texto, marque a alternativa certa:
A) O consumo de fibras insolúveis aumenta a excreção de colesterol nas fezes e diminui a
reabsorção durante o ciclo entero-hepático, a redução induz a síntese de novos ácidos
biliares, diminuindo o colesterol disponível para incorporação em lipoproteínas
B) A ingestão recomendada mínima de fibras por dia é de 10 g, a fim de proteger contra
Doenças Cardiovasculares; bem como indica-se o consumo de aproximadamente 1 g ao
dia de betaglucanas, encontrado no farelo de aveia
C) Óleos vegetais, cereais, grãos e demais vegetais são fontes de fitosteróis; porém
suplementação com cápsulas contendo entre 650 a 900 mg por cápsula pode aumentar
discretamente a concentração plasmática de HDLc e aumentar o LDL-c
D) Considera-se que, em média, o consumo de 2 g de fitosteróis ao dia reduza em cerca de
10% o LDL-c, com diminuições maiores quando associado a uma dieta pobre em gorduras
saturadas
Alternativa correta: Letra D
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PREPARATÓRIO EM NUTRIÇÃO
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