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Ouvido 
Paranavai, 19 de março de 2020
Professor: João 
Referência: princípios de anatomia e fisiologia 14 edição Tortora
	A audição é a capacidade de perceber os sons. A orelha também possui receptores para o equilíbrio, o sentido que ajuda você manter o equilíbrio e se orientar no espaço.
Anatomia da orelha 
	A orelha é dividida em três regiões principais: a orelha externa, que coleta as ondas sonoras e as direciona para dentro; orelha média, que conduz as vibrações sonoras para a janela do vestíbulo (oval); orelha interna, que armazena os receptores para a audição e para o equilíbrio.
Localização do ouvido
Orelha externa 
	É formada pelo pavilhão auricular, pelo meato acústico externo e pela membrana timpânica. A sua margem é a hélice; a parte inferior é o lóbulo. Ligamentos e músculos ligam a orelha a cabeça. 
	Meato acústico externo: tubo curvado de 2,5cm que encontra no osso temporal e leva a membrana timpânica. 
	Membrana timpânica ou tímpano é uma divisão fina e semitransparente entre o meato acústico externo e a orelha média. A membrana é coberta por epiderme e revestida por um epitélio cubico simples. Entre essas camadas epiteliais há um tecido conjuntivo composto por colágeno, fibras elásticas e fibroblastos. 
Próximo a sua abertura externa, o meato acústico externo contém alguns pelos e glândulas sudoríferas especializadas chamadas de glândulas ceruminosas, que secretam cera de ouvido ou cerume. Esse CERUME e os pelos e para que poeira ou objetos estranhos entre na orelha. O cerume em geral desidrata e desprende-se do meato acústico.
Acidentes 
	O rompimento da membrana timpânica é chamado de perfuração do tímpano. Ele pode ser causado pela pressão de um cotonete, por traumatismo ou por uma infecção na orelha media em geral se cura em 1 mês. 
	Grande produção de cerume, pode tornar compactos e amortecer os sons. Tratamento é irrigação periódica da orelha ou remoção da cera com um instrumento rombo pelo otoringolaringologista.
Orelha média 
	Orelha média é uma pequena cavidade, cheia de ar e revestida por epitélio, situada na parte petrosa do temporal. Ela é separada pela orelha media pela membrana timpânica e da orelha interna por uma divisão óssea fina que contem duas pequenas aberturas: a janela do vestíbulo (oval) e a janela da cóclea (redonda). 
Estendendo-se através da orelha media e ligada a ela através de ligamentos encontram-se os três menores ossos do corpo, os ossículos da audição, que são conectados por articulações sinoviais.
Os ossos, nomeados por causa de seus formatos, são o martelo, a bigorna e o estribo.
O cabo do martelo se liga a face interna da membrana timpânica. A cabeça do martelo é articulada ao corpo da bigorna. A bigorna, o osso do meio na série, se articula com a cabeça do estribo. A base do estribo se encaixa na janela do vestíbulo (oval). Diretamente abaixo dessa janela encontra-se outra abertura, a janela da cóclea (redonda), que é encapsulada por uma membrana chamada de membrana timpânica secundaria. 
Além dos ligamentos, dois pequenos músculos esqueléticos também se ligam aos ossículos. O musculo tensor tímpano, que é inervado pelo ramo mandibular do nervo trigêmeo, limita o movimento e aumenta a tensão da membrana timpânica, evitando danos a orelha interna por causa de barulhos muito altos. O musculo estapédio, que é inervado pelo nervo facial (NCVII) é o menor musculo esquelético do corpo. Ao evitar grandes vibrações no estribo decorrentes a sons altos, ele protege a janela do vestíbulo (oval), mas também diminui a sensibilidade auditiva. 
A parte anterior da orelha média contém uma abertura que leva diretamente oara a tuba auditiva. A tuba auditiva, contendo osso e cartilagem elástica, conecta a orelha média com a parte nasal da faringe ou nasofaringe. Ela normalmente encontra-se fechada em sua extremidade medial. 
Acidentes 
	Musculo estapédio: por esse motivo, a paralisia do musculo estapédio está associada a hiperacusia, que é uma audição anormalmente sensível. Como demora uma fração de segundos para que o musculo tensor do tímpano e estapédio se contraiam, eles podem proteger a orelha interna de sons altos prolongados, mas não de sons curtos, como de um tiro. 
	Tuba auditiva: quando as pressões estão balanciados, a membrana timpânica vibra livremente conforme as ondas sonoras chegam nela. Se a pressão não se equilibra, podem ocorrer dor intensa, prejuízo auditivo, zumbidos na orelha e vertigem. A tuba também é uam rota para patógenos que saem do nariz e da garganta para a orelha media, causando o tipo mais comum de infecção auditiva.
Orelha interna
	Orelha interna chamada também de labirinto por conta de uma série de canais. Estruturalmente, ela é formada por uma divisão principais: um labirinto ósseo externo que encapsula um labirinto membranáceo interno. É como se fossem balões longos colocados dentro de tubo rígido. O labirinto ósseo apresenta uma parte anterior, a cóclea ou caracol - relacionada com a audição, e uma parte posterior - relacionada com o equilíbrio e constituída pelo vestíbulo e pelos canais semicirculares.
	A cóclea é um aparelho membranoso formado por tubos espiralados
O diagrama da secção transversal (ao lado), mostra que a cóclea é composta por três tubos individuais, colados um ao lado do outro: as escalas ou rampas timpânica, média ou coclear e vestibular. Todos esses tubos são separados um do outro por membranas. A membrana existente entre a escala vestibular e a escala média é tão fina que não oferece obstáculo para a passagem das ondas sonoras. Sua função é simplesmente separar os líquidos das escalas média e vestibular, pois esses têm origem e composição química distintas entre si e são importantes para o adequado funcionamento das células receptoras de som. Por outro lado, a membrana que separa a escala média da escala timpânica – chamada membrana basilar – é uma estrutura bastante resistente, que bloqueia as ondas sonoras. Essa membrana é sustentada por cerca de 25.000 estruturas finas, com a forma de palheta, as quais se projetam de um dos lados da membrana e aparecem ao longo de toda a sua extensão – as fibras basilares.
As fibras basilares próximas à janela oval na base da cóclea são curtas, mas tornam-se progressivamente mais longas à medida que se aproximam da porção superior da cóclea,. Na parte final da cóclea, essas fibras são aproximadamente duas vezes mais longas do que as basais.
Na superfície da membrana basilar localiza-se o órgão de Corti, onde há células nervosas ciliares (células sensoriais). Sobre o órgão de Corti há uma estrutura membranosa, chamada membrana tectórica, que se apoia, como se fosse um teto, sobre os cílios das células sensoriais.
Cóclea 
O labirinto posterior (ou vestibular) é constituído pelos canais semicirculares e pelo vestíbulo. Na parte posterior do vestíbulo estão as cinco aberturas dos canais semicirculares, e na parte anterior, a abertura para o canal coclear.
Os canais semicirculares não têm função auditiva, mas são importantes na manutenção do equilíbrio do corpo. São pequenos tubos circulares (três tubos em forma de semicírculo) que contêm líquido e estão colocados, respectivamente, em três planos espaciais (um horizontal e dois verticais) no labitinto posterior, em cada lado da cabeça. No término de cada canal semicircular existe uma válvula com a forma de uma folha - a crista ampular. Essa estrutura contém tufos pilosos (cílios) que se projetam de células ciliares semelhantes às maculares.
Entre os canais semicirculares e a cóclea está uma grande cavidade cheia de um líquido chamado perilinfa - o vestíbulo. No interior dessa cavidade existem duas bolsas membranáceas, contendo outro líquido – a endolinfa: uma póstero-superior, o utrículo, e uma ântero-inferior, o sáculo. Tanto o utrículo quanto o sáculo contêm células sensoriais agrupadas em estruturas denominadas máculas. Células nervosas da base da mácula projetam cílios sobre uma massa gelatinosa na qual estão localizados minúsculos grânulos calcificados, semelhantes a pequenos grãos de areia-os otólitos ou otocônios.Fisiologia da audição
· O pavilhão direciona as ondas sonoras para o meato acústico externo 
· Quando as ondas sonoras alcançam a membrama timpânica, as ondas alternadas de pressão alta e baixa no ar fazem com que a membrana timpânica vibre para frente e para trás. A membrana timpânica vibra lentamente em responsta a sins de baixa frequência e rapidamente para sons de alta frequência 
· Área central da membrana timpânica se concta ao martelo,q eu vibra junto com a membrana timpânica. Essa vibração é transmita do martelo para a bigorna e, então para o estribo. 
· O estribo se move para frente e para trás, sua placa basal em formato oval, conecta através de um ligamento a circunferência da janela oval, faz vibrar essa janela. As vibrações na janela do vestíbulo (oval) são cerca de 20X mais vigorosas do que aquelas na membrana timpânica porque os ossículos auditivos transformam eficientemente pequenas vibrações espalhadas por uma grande área de superficial em vibrações maiores em uma superfície menor 
· O movimento do estribo na janela oval provoca ondas de pressão no liquido da perilinfa da cóclea. Comporme a janela e empurrada a perilinfa na rampa do vestíbulo 
· As ondas de pressão são transmitidas da rampa do vestíbulo para a rampa do tímpano e, eventualmente, para a janela da cóclea, fazendo com que ela se projete para fora na orelha media 
· As ondas de pressão na endolinfa fazem com que as membranas basilares vibrem, fazendo com que as células ciliadas do órgão espiral se movam contra a membrana tectória. Isso promove o dobramento dos estereocílios e leva em ultima analise a geração de impulso nervoso nos neurônios de primeira ordem nas fibras nervosas cocleares. 
Fisiologia do equilíbrio
Existe dois tipos de equilíbrio o estático e o dinâmico. 
	O equilíbrio estático se refere a manutenção da posição do corpo em relação a forca da gravidade. Os movimentos corporais que estimulam os receptores do equilíbrio estático incluem girar a cabeça em aceleração e a desaceleração lineares.
	O equilíbrio dinâmico é a manutenção da posição corporal em resposta a movimentos súbitos como a aceleração ou desaceleração rotacionais. Coletivamente, os órgãos receptores para o equilíbrio são chamados de aparelho vestibular; que incluem o sáculo, o utrículo e os ductos semicirculares. 
Sáculo e utrículos 
	As paredes tanto do utrículo quando do sáculo contém uma região pequena e espessa chamada de mácula. As duas máculas, que são perpendiculares uma a outra, são os receptores do equilíbrio estático. Fornecem informações sensorial a respeito a posição da cabeça no espaço e são essenciais para a manutenção da postura e do equilíbrio adequado. 	As máculas também detectam aceleração e desaceleração lineares.
	As máculas são formadas por duas células: células ciliadas, que são os receptores sensitivos, e as células de sustentação. As células ciliadas possuem em sua superfície entre 40 a 80 estereocítos (são microvilosidades) de altura gradual, além de um cinicílio, um cílio convencional ancorado firmemente em um corpo basal e que se estenda além do estereocílio mais longo.
	Coletivamente, os estereocílio de os cinocílios são chamadas de feixe piloso. Espalhadas entre as células ciliadas encontram-se as células de sustentação colunares que provavelmente secretam a camada espessa e gelatinosa de glicoproteínas, chamadas de membrana dos estatocônios, que se encontra sobre as células ciliadas. 
	Conforme as células ciliadas despolarizam e repolarizam, elas liberam um neurotransmissor em uma taxa mais rápida ou mais lenta. As células ciliadas formam sinapses com neurônios sensitivos de primeira ordem na parte vestibular do nervo vestibulococlear. Esse neurônio disparam um impulso em um ritmo lento ou rápido, dependendo da quantidade de neurotransmissor pressente. Neurônios motores também formam sinapses com as células ciliadas e com os neurônios sensitivos. Evidentemente, os neurônios motores regulam a sensibilidade das células ciliadas e dos neurônios sensitivos. 
Ductos semicirculares
	Os três ductos cemicirculares agem sobre o equilíbrio dinâmico. Os ductos se encontram em ângulos retos um em relação aos outros em três planos. Os dois ductos verticais são ductos semicirculares anterior e posterior e o ducto horizontal é o ducto semicircular lateral. Esse posicionamento permite a detecção da aceleração e da desaceleração rotacionais. Na ampola, a parte dilatada de cada ducto, encontra-se uma pequena elevação chamada de crista. Cada crista contém grupo de células cicliadas e de células de sustentação. E recobrindo a crista encontra-se uma massa gelatinosa chamada de cúpula.
Vias do equilíbrio 
	A curvatura dos feixes pilosos das células ciliadas nos ductos semicirculares, no utrículo ou no sáculo promovem liberação de um neurotransmissor, gerando impulsos nervosos nos neurônios sensitivos que inervam as células ciliadas. Os corpos celulares dos neurônios sensitivos estão localizados nos gânglios vestibulares. Impulsos nervosos são transportados pelos axônios desses neurônios, que formam a parte vestibular do nervo vestibulococlear. A maior parte desses axônios formam sinspses com os neurônios sensitivos nos núcleos vestibulares, os principais centros de integração com o equilíbrio, localizados no bulbo e na ponte. 
	Os núcleos vestibulares também recebem informações dos olhos e dos proprioceptores, especialmente os localizados nos músculos do pescoço e dos membros, que indicam a posição da cabeça e dos membros. Os axônios restantes entram no cerebelo através dos pedúnculos cerebelares inferiores. Vias bidirecionais conectam o cerebelo e os núcleos vestibulares. 
	Os núcleos vestibulares integram informações provenientes dos receptores vestibulares visuais somáticos e enviam comandos para os núcleos dos nervos craniais que controlam os movimentos, os núcleos dos nervos acessórios que ajudam a controlar os movimentos da cabeça e pescoço, trato vestibulospinal que transmitem impulso da medula espinal para manutenção do tônus muscular e para os núcleos ventrais posteriores que são para as áreas vestibulares do córtex e do cerebelo. 
Via auditivo 
	As células ciliadas do órgão espiral promove a liberação de um neurotransmissor (provavelmente o glutamato), que gera impulsos nervosos nos neurônios sensitivos que inervam as células ciliadas. Os corpos celulares dos neurônios sensitivos são localizados nos gânglios espirais. 
	Os impulsos nervosos passam através dos axônios desses neurônios, que formam a parte coclear do nervo vestibulococlear. Esses axônios formam sinapses com neurônios nos núcleos cocleares no bulbo naquele mesmo lado. Alguns axônios dos núcleos cocleares passam por um cruzamento no bulbo ascendem em um trato chamado de lemnisco lateral no lado oposto e terminam no calículo inferior do mesencéfalo. Outros axônios dos núcleos cocleares terminam no núcleo olivar superior em cada lado da ponte.

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