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Monitoria - Cinesiologia I Aula 6 – Coluna Torácia Monitoras: Sofia Militão e Vitória Minhos. Osteologia Quais são os componentes ósseos da região torácia? Qual a curvatura fisológica da coluna torácica? O tórax consiste em uma caixa torácia formada pelas costelas, pelas vértebras torácicas e pelo esterno. Cifose. Artrologia Quais as articulações da parede torácica? Intervertebral: das vértebras T I a T XII, do tipo Sínfise (cartilagínea secundária). A costela típica forma duas articulações posteriores com a coluna vertebral, as articulações das cabeças das costelas e as articulações costotransversárias: Articulações das cabeças das costelas: Cabeça de cada costela com a hemifóvea ou fóvea costal superior do corpo vertebral de mesmo número e a hemifóvea ou fóvea costal inferior do corpo vertebral superior a ela e o disco IV entre elas. Do tipo sinovial plana. Articulações costotransversárias: Tubérculo da costela com o processo transverso da vértebra de mesmo número. Do tipo sinovial plana. NEUMANN, 2006. Osteocinemática Quais os movimentos realizados na coluna torácica NEUMANN, 2006. Artrocinemática Como ocorre os movimentos na artrocinemática da coluna torácica? A flexão entre T5 e T6 ocorre através de um deslizamento superior e levemente anterior das superfícies facetárias inferiores de T5 sobre T6. A extensão ocorre através de um processo inverso. A rotação de T6 e T7, por exemplo, ocorre a medida que as facetas articulares inferiores alinhadas quase no plano frontal de T6 deslizam por um pequena distância contra as facetas articulares superiores similarmente alinhadas de T7. A flexão lateral de T6 sobre T7 ocorre conforme a faceta inferior de T6 desliza superiormente do contralateral da flexão lateral e inferiormente do lado ipsilateral da flexão lateral. Biomecânica da respiração Explique os movimentos de alça de balde e braço de bomba Os movimentos da parede torácica e do diafragma durante a inspiração aumentam o volume intratorácico e os diâmetros do tórax. As consequentes alterações de pressão resultam na alternância entre a entrada de ar nos pulmões (inspiração) através do nariz, boca, laringe e traqueia e a eliminação de ar dos pulmões (expiração) através das mesmas vias. Durante a expiração passiva, o diafragma, os músculos intercostais e outros músculos relaxam, reduzindo o volume intratorácico e aumentando a pressão intratorácica. Simultaneamente, há diminuição da pressão intraabdominal e descompressão das vísceras abdominais. Isso permite a retração do tecido elástico pulmonar distendido, expelindo a maior parte do ar. MOORE, 2014. A contração dos músculos intercostais aumenta muito a dimensão AP do tórax. O movimento das costelas (principalmente da II a VI) nas articulações costovertebrais ao redor de um eixo que atravessa os colos das costelas causa elevação das suas extremidades anteriores — o movimento em alavanca de bomba. Como as costelas têm inclinação inferior, sua elevação também resulta em movimento anteroposterior do esterno, sobretudo de sua extremidade inferior, com pequeno movimento da sínfise manubriesternal em jovens, nos quais ainda não houve sinostose da articulação. A contração dos músculos intercostais também aumenta um pouco a dimensão transversal do tórax, elevando a parte média (partes mais laterais) das costelas (principalmente as inferiores) — o movimento em alça de balde. A associação de todos esses movimentos causa deslocamento anterior, superior e lateral da caixa torácica. MOORE, 2014. Referências Bibliográficas Neumann, Donald A. Cinesiologia do Aparelho Musculoesquelético: Fundamentos para a Reabilitação Física. Rio de Janeiro, Rj: Guanabara Koogan, 2006. 593 P. MOORE, Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.