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DENTÍSTICA 1- Sobre nomenclatura e classificação das cavidades, afirma-se: a) Sockwell, considera como CL l cavidades de ponto na face vestibulares dos dentes anteriores. b) Haward e Simon consideram como CL Vl cavidades de bordas oclusais nos molares (incisais e pontas de cúspides). c) O slot vertical não é considerado uma cavidade de CL ll. d) O slot horizontal não é considerado uma cavidade CL ll. e) Cavidades nos 2/3 oclusais da face vestibular dos molares não são consideradas de CL l. 2- A cavidades MOD preparada em um dente, considerando o numero de faces, é classificada como: a) Simples b) Composta c) Complexa 3- Sobre nomenclatura e classificação das cavidades, podemos afirmar: a) Ângulo ponto é aquele localizado em pontas de cúspides e terço médio vestibular de incisivos; b) O terço médio é o mais atacado por lesões cariosas nos molares inferiores (lesões de classe V); c) O ângulo ponto é uma exceção a regra, localizado em cavidades de classe lll nas vestibulares dos incisivos; d) O slot vertical de Markley é uma lesão tipo classe ll; e) O terço oclusal da face vestibular dos molares é o mais atacado por lesões de classe V. 4- Sobre a nomenclatura, princípios gerais e classificação de cavidades afirma-se : a) Broca 245 cone invertido longo com extremidade abaulada, utilizada em classe ll de Strickland b) Broca 57, cilíndrica lisa, ângulos internos vivos, utilizada em classe ll de black, gilmore e strickland c) Broca 330 ou 329 broca de carbide, tronco cônica, utilizada em preparos conservadores ou ultra conservadores d) Classe l de sockwell acomete ponta de cúspide de caninos e incisivos e) Segundo Galan et al, nas fraturas tipo l e ll diferencia- se no 1/3 incisal e médio, respectivamente mais o sentido é o mesmo 5- Sobre nomenclatura e classificação de cavidades afirma-se a) Tipo risco: classe l conservador, com menos de ¼ de abertura vestíbulo-lingual b) Cavidade na região de cíngulo: classe l c) Cavidade de classe l de Sockwell: cavidade tipo ponto nos vértices das cúspides de pré molares d) Cavidade na distal de caninos: classe ll e) Cavidade de classe Vl Howard e Simon: cavidade tipo ponto na borda incisal 6- Sobre nomenclatura e classificação de cavidades, afirma-se: a) O ângulo gengivo – axial é um diedro do primeiro grupo; b) O ângulo vestíbulo gengival é um diedro de terceiro grupo; c) O preparo tipo túnel é classificado como classe ll composta; d) As cavidades de classe ll só podem ser compostas ou complexas; e) O ângulo axio pulpar é um diedro do segundo grupo. 7- Os ângulos diedros do segundo grupo de uma cavidade OD, são: a) mésiopulpar, vestíbulopulpar, linguopulpar, gengivolingual e gengivopulpar b) mésiopulpar, vestíbulopulpar, gengivolingual, gengivovestibular e axiopulpar c) vestíbulopulpar, linguopulpar, gengivolingual e vestíbuloaxial d) axiopulpar, gengivolingual e gengivovetibular e) mésiopulpar, vestíbulopulpar, linguopulpar, vestíbuloaxial, linguoaxial e gengivoaxial 8- Sobre as cavidades de cicatrículas e fissuras e superfícies de cavidade lisas, afirma-se: a) Tanto a carie de superfície lisa ou cicatrículas e fissuras devem ter retenções adicionais. b) A cárie de cicatrículas e fissuras se propaga mais em extensão do que em profundidade. c) A cárie de superfícies lisas se propaga mais em profundidade do que em extensão. d) A cárie de superfície lisa se propaga como 2 cones superpostos, ápice contra base. e) A cárie de cicatrículas e fissuras se propaga como 2 cones superpostos pelos vértices. 9- Sobre os preparos de cavidade para CL l e ll afirma-se: a) Para as cavidades segundo Strickland, utilizam-se as brocas 245, 56 e 57. b) Para as cavidades segundo Black, utilizam-se as brocas 56 ou 57 e 245. c) Para as cavidades segundo Gilmore e Markley, utilizam-se as brocas 56 ou 57, 556 ou 557. d) Para as cavidades segundo Bronner, utilizam-se as brocas 245 ou 330, 331, 56, 57. e) Para as cavidades segundo Rodda, utilizam-se as brocas 56 ou 57. 10- É de extrema importância o uso de dique de borracha para a manutenção de um “campo limpo”. Convém utilizar um numero limitado de grampos de eficiência comprovada. Para os molares permanentes parcialmente irrompidos, deve-se utilizar: a) Ivory nº 7 b) Ivory nº 14 c) SS White nº 200 d) SS White nº 209 e) SS White nº 210 11- Sobre o isolamento do campo operatório, podemos afirmar : a) O grampo 212 serve para retração gengival de pré molares e molares b) O grampo 26 serve para retração gengival de pré molares c) O grampo 200 por não ter asa deve ser colocado primeiro que a borracha d) O grampo 204 se adaptado cortando as asas, pode exercer a mesma função do grampo 26 e) O dique de borracha no ato de moldagem sub gengival deve ser preferido 12- Sobre dique de borracha, podemos afirmar: a) O grampo W8A apesar de ter asas é um grampo para dentes expulsivos e pouco erupcionados. b) O grampo 212 de Ferrier, modificado, serve para afastar o tecido gengival na região cervical dos pré molares e molares inferiores ? c) Preferencialmente devemos usar borracha de cor escura e de grande espessura para ? d) O maior furo do perfurador de borracha deve ser utilizado nos grampos 1?, 14, W8A, 26. Quando ? colocamos o grampo e depois a borracha. e) Quando primeiro colocamos a borracha e depois os grampos W8A, 26 , ?, devemos utilizar o maior furo. 13- Sobre isolamento do campo operatório, afirma-se: a) Grampos 200 e 201 possuem asas, indicados para molares anatomicamente expulsivos. b) Grampo 26 não possuem asas, indicados para pré molares e molares. c) Grampos 212 (modificado) e bipartidos L e R: indicados para retração e afastamento gengival em pré molares, incisivos e caninos. d) Na técnica de Ingraham coloca-se o grampo 200 ou 201 com a borracha e a seguir o porta dique. e) O creme hidrófobo além de manter a borracha no sulco gengival, facilita a sua colocação. 14- Sobre o isolamento do campo operatório, afima-se: a) Grampos W8A,26 e 14-molares sem asas; 212 - grampo de retração e afastamento, somente utilizados em dentes anteriores. b) Grampos 207 e 208- pré molares, 212 - incisivos e pré molares; c) O grampo 26 deve ser indicado preferencialmente para molares com boa retenção; d) Sempre é bom indicar sialosupressores como auxilio do isolamento relativo (rolo de algodão); e) Grampos 203 e 204 – não possuem asas, são utilizados em molares. 15- Os instrumentos manuais de corte com as respectivas finalidades de alisamento das paredes circundantes de um preparo CL l de Black, arredondamento do ângulo axio pulpar e clivagem das paredes vestibular e lingual das caixas proximais são: a) Cinzel, formador de ângulo, machado b) Enxada, recortador de margem, machado c) Cinzel, recortador de margem, machado d) Machado recortador de margem, machado e) Machado, formador de ângulo, cinzel 16- O intrumento manual de corte e a finalidade do arredondamento do ângulo axiopulpar de cavidade OD a ser realizada com amalgama são, respectivamente : a) Machado para dentina; melhor adaptação e retenção do material. b) Machado para dentina: melhor adaptação do material restaurador e distribuição das forças mastigatórias nesta região. c) Recortador de margem gengival: reforças os prismas de esmalte e melhor adaptação do material restaurador. d) Recortador de margem gengival: melhor adaptação do material restaurador e distribuição das forças mastigatórias nesta região. e) Enxada , melhor adaptação do material restaurador e distribuição das forças mastigatórias nesta região. 17- Sobre o instrumental manual e rotatório, podemos afirmar: a) O ângulo axio pulpar em um preparo de classe ll, tipo slot vertical deve ser arredondado com um formador de borda cervical. b) O machado de molar serve para clivar e aplainar os prismas de esmalte em lesões tipo classe ll em preparos tipo Bronner. c) As brocas de série 300 são ?, parra preparos classe V. d) As brocas 56 e 57 devem ser utilizadas para preparos classe ll tipo Strickland. e) As retenções adicionais no preparo classell tipo Markley de em ser feitos com brocas esféricas 1/3 ou ¼. 18- O instrumento rotatório adequado para remoção da dentina cariada remanescente em um preparo cavitário é: a) Broca cilíndrica em baixa velocidade b) Broca esférica em baixa velocidade c) Broca esférica em alta velocidade d) Ponta diamantada em baixa velocidade e) Ponta diamantada cilíndrica em alta velocidade 19- Sobre matrizes e cunha afirma-se: a) A cunha além de ajustar bem a matriz ao dente permite separação dos dentes, compensando a espessura da matriz e promove com isso uma boa relação de contato oclusal b) A matriz de 0,05mm de espessura é indicada para ligas esféricas e mistas c) As cunhas plásticas são mais vantajosas, pois são mais higiênicas e deslizam facilmente d) Quando o preparo de classe ll estiver terminado e os dentes permanecerem bem próximos, podemos dispensar a cunha e) A matriz deve ultrapassar a região da crista marginal e a região cervical em mais de 1mm 20- Sobre matrizes e cunha afirma-se: a) A cunha de madeira de boa fabricação dificilmente tem de sofrer alguma modificação b) A matriz deve ser brunida para facilitar a penetração da cunha de madeira c) A matriz soldada é valiosa para molares muito destruídos e isolados no arco. d) As matrizes universais são mais usadas, pois se adaptam a todas as cavidades preparadas e menor tempo é exigido. e) As matrizes universais funcionam melhor, pois são mais rápidas de serem confeccionadas. 21- Sobre os preparos de cavidade para amálgama, podemos afirmar: a) Nos preparos ultraconservadores de CL l oclusal, tendo as cristas marginais menos que 1 mm de espessura as paredes circundantes convergem para oclusal b) Em paciente adulto, 25 anos a parede gengival fica a nível ou ligeiramente acima da gengiva c) As paredes axiais nos preparos CL ll MOD tipo Markley são abauladas; d) Em preparo OD, a parede pulpar segue um plano descendente de palatina para vestibular; e) Os ângulos internos nas cavidades tipo CL ll de Markley são abauladas. 22- Sobre restauração de amálgama, podemos afirmar: a) As ligas convencionais de corte fino exige elevada pressão de condensação e matrizes com 0,05 ou 0,003 de espessura para CL lll; b) As ligas convencionais esferoidais exigirão baixa pressão de condensação e matrizes 0,005 de espessura para CL ll; c) São consideradas de baixo teor de cobre as ligas tipo mistura; d) São consideradas convencionais as ligas com teor de 9 a 30% de Cu; e) São consideradas não gama 2 as ligas com teores de 3 a 60% de Cu. 23- Sobre ligas de ANG podemos afirmar: a) As ligas com baixo teor de cobre com partículas esféricas devem sofrer elevada pressão de condensação ? b) As ligas mistas devem sofrer alta pressão de condensação c) As ligas com grande quantidade de AG terão maior quantidade de fase gama 1 e pouca quantidade de fase gama 2 d) As ligas com alto teor de cobre formam ? baixo teor de fase gama 2, aproximadamente 10% e) A corrosão, poros e deteriorização de Ag provavelmente não ocorrerão se partíssemos de misturas de 24- Segundo Conceição, com relação a atualizadas das cavidades I. A cavidade CL V corresponde à cavidade preparada na superfície vestibular ou lingual de todos os dentes II. Uma cavidade MOD convencional deve ser considerada cavidade CL ll complexa com o envolvimento da crista marginal III. Uma microcavidade corresponde a uma CL II sem o envolvimento da crista marginal. Está correta: a) Apenas a afirmativa I b) Apenas a afirmativa II c) Apenas a afirmativa III d) As afirmativas I e II e) As afirmativas I e III 25- O verniz cavitário convencional é utilizado sob as restaurações de: a) Resina Composta b) Amalgama dental c) CIV d) Resina condensável 26- O emprego das bases de cimento na confecção de restaurações tem como finalidade: a) A descoloração e escultura da restauração b) A recuperação da polpa injuriada e sua proteção c) A recuperação da zona de contato e retenção do material restaurado d) A prevenção à fluorose e a amelogênese imperfeita e) A recuperação de “chave de angle” da oclusão cêntrica 27- Sobre profundidade das cavidades (Mondelli et al .) e proteção do complexo dentino polpa afirma-se (restauração de amalgama): a) Em cavidades superficiais aplicamos CIV + verniz b) Em cavidades rasas aplicamos CIV + verniz c) Em cavidades superficiais e rasas aplicamos somente o verniz e o CIV d) Em cavidades bastante profundas sem dentina esclerosada (cárie aguda) aplicamos o (CaOH) pasta ou pó + CIV + verniz e) Em cavidades de média profundidade, paciente idoso com dentina terciária, aplicamos o (CaOH) cimento + CIV + verniz 28- Sobre proteção do complexo dentino pulpar, afirma-se: a) Dente restaurado – apresenta dentina terciária e primária; b) Dente permanente muito jovem fraturado - apresenta dentina fisiológica ou secundaria e pequena quantidade de dentina primaria; c) Dente com lesão cariosa profunda – apresenta dentina primária, secundária e pequena quantidade de dentina primária; d) Dente restaurado – apresenta dentina primaria e secundária, principalmente se for idoso; e) Dente com lesão cariosa de média profundidade – apresenta dentina secundária somente. 29- Foi diagnosticado nos sulcos oclusais selamento biológico, sendo que o elemento dentário 14 apresentou lesão de carie proximal moderada na face distal sem comprometimento da crista marginal e o 15 apresentou lesão de carie proximal avançada na face mesial com comprometimento da crista marginal. Assinale a conduta clínica apropriada: a) 15 - cavidade CL II (slot horizontal) e 14 - cavidade CL II (slote vertical) b) 14 - cavidade CL II (slot horizontal) e 15 -cavidade CL II composta DO, sequência de restauração 15 e 14 c) 14 - cavidade CL II composta MO e 15 - cavidade CL II composta DO, sequência de restauração 15 e 14 d) 14 - cavidade CL II composta DO e 15 - cavidade CL II (slot vertical), sequência de restauração 14 e 15 e) 14 - cavidade CL II (slot horizontal) e 15 - cavidade CL II (slot vertical), sequência de restauração 14 e 15 30- Com relação a smear layer formada durante o preparo cavitário é incorreto afirmar que a) Pode impedir a invasão de bactérias para dentro dos túbulos dentinários b) É permeável aos produtos bacterianos c) Reduz a energia livre de superfície da dentina d) Facilita a adesão do CIV e) As pontas diamantadas produzem cavidades mais espessas (?) 31- Sobre o condicionamento ácido, afirma-se: a) O condicionamento ácido do esmalte aumenta a energia de superfície e diminui o ângulo de contato; b) Com 10s do ácido sobre a dentina, será suficiente para remover todos os minerais; c) O condicionamento ácido deve ser limitado no bisel, durante pelo menos 1min; d) Quanto maior tempo de condicionamento ácido, maior a efetividade de adesão; e) Para melhor adesão, o condicionamento ácido deve ser de 15s no esmalte e 30s na dentina. 32- Das alternativas a seguir, o que não faz parte das orientações gerais a serem seguidas em um preparo CL lll para colocar resina restauradora, é: a) O acesso lingual deve ser perfeito b) O ângulo cavossuperficial deve ter bisel c) O ponto de contato do dente deve ser mantido d) A separação prévia dos dentes deve ser feita na existência de contiguidade com o dente vizinho e) A forma de contorno deve apresentar os ângulos diedros das paredes ciscundantes preferivelmente arredondados 33- Sobre restauração de RC, afirma-se: a) Resina Composta de baixa densidade, indicada para CL V, ? estéticas de CL lll e CL lV b) Resina Composta hibridas, indicadas para CL V, CL ll, CL l ? V c) Resina Composta alta densidade, indicada para CL V, ?? d) d) Resina Composta de microparticulas, ? para e) Resina Composta de alta densidade especifica para CL V e CL ll 34- Sobre restauração de RC, afirma-se: a) A técnica incremental minimiza a infiltração marginal, e deve ser obliqua para diminuir a ? de relaxamento da R.C. b) A fase pré gel permite uma insaturaçãomais eficiente das ligações adesivas com as paredes das cavidades. c) Na fase gel (ponto ) as moléculas podem ser consideradas em uma posição ? d) Na fase pós gel as moléculas estão relaxadas e podem ser controladas. e) A técnica da incrementação da fotoativação, devemos partir de uma baixa intensidade para uma média intensidade. 35- Sobre restaurações de RC uso posterior afirma-se: a) O fator C de uma cavidade M.O é 2 ( ) e é considerado ... b) c) Preferencialmente devemos utilizar um sistema adesivo com carga. d) Na caixa proximal, o preparo deve apresentar os ângulos internos abaulados e os externos definidos. e) Só devemos utilizar sistemas adesivos autocondicionantes . 36- Sobre restaurações de RC afirma-se: a) As RC de baixa densidade apresentam menor contração b) As RC de alta densidade apresentam menor contração c) As RC de baixa densidade são mais translúcidas do que média densidade d) As RC de alta densidade são menos opacas do que as de média densidade e) As RC híbridas são mais translúcidas do que as de micro partículas 37- Sobre a densidade de carga e indicações de restaurações de RC afirma-se: a) BD < 50%- CL lll e CL V (face vestibular e palatina) b) MD 60% a 80% CL lll (face V e F- CLV a nível cervical) c) AD > 80%,CL ll e CL lV (fratura) d) AD, > 20%-CL l, CL ll (slot, MO e MOD) e) MD, 50 a 80% CL lll ? (fratura) CL V sub gengival DISCURSIVAS 1- Qual é a função do cinzel, enxada e recortador de margem gengival? 2- Defina adesivos autocondicionantes. 3- Defina camada hibrida. Explique a técnica de conseguirmos uma camada hibrida com adesivos dentinários com sistema autocondicionante. 4- Para que se utiliza verniz cavitário em amálgama? 5- Em uma CL ll, explique o uso de R.C e amálgama. 6- Quais as possíveis vantagens nas restaurações de RC (uso posterior) em cavidades médias, profundas e bastantes profundas (devidamente protegida) de empregarmos a técnica ? 7- Descreva a classificação artificial de Black. 8- Descreva os preparos de cavidade ideais para amálgama. Responda com síntese e objetividade. 9- Cite os princípios fundamentais de forma de contorno segundo Stnderwant. 10- O preparo para restauração de um elemento dentário com fratura CL I de Eiles tem como características: (Dentistica ll) 11-Quais as diferenças fundamentais entre preparos de cavidade tipo CL ll de amálgama e RC? Explique. 12- Clinicamente, como devemos realizar a técnica adesiva para restaurações estéticas quando usamos sistemas adesivos de dois passos (acido e adesivo) que contém álcool ou acetona na sua formulação? 13- Clinicamente, como devemos aplicar o sistema adesivo autocondicionante? (sequência clÍnica) 14- Explique uma liga de amálgama ideal. 15- Cite as vantagens de uma restauração de amálgama 16- a) Com que broca você faria um preparo conservador? (citar nº e forma) b) Quais seriam as inclinações das paredes circundantes? (explique o ? das inclinações) c) Por que o ângulo axiopulpar deve ser abaulado nos preparos de CL II? (citar o instrumental que abaula esse ângulo) d) Por que em certos casos devemos confeccionar retenções adicionais em preparos de cavidade para amalgama? 17- Qual a profundidade do degrau da caixa proximal de um preparo CL ll para amálgama? Cite qual deve ser essa profundidade para ser considerado ideal. 18- Durante a confecção de preparo cavitário de CL ll no dente 15 a ser restaurado com amálgama, nota-se que a parede gengival da caixa mesial encontra-se aproximadamente 0,5mm da crista óssea. Para a correta restauração do dente em questão, deve-se: 19-Qual é a ordem geral de procedimentos no preparo de uma cavidade de acordo com Black? Cite e descreva. 20- Como deve ser feito um preparo CL II- MO no dente 14 para resina composta uso posterior? (citar brocas - forma e número e instrumentais cortantes manuais)