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<p>Resumo</p><p>Dentística</p><p>@odontostudyy</p><p>@thiago_antuns</p><p>As cunhas de madeira, são</p><p>indicadas para uso geral,</p><p>em procedimentos</p><p>restauradores com a</p><p>função mecânica de</p><p>adaptar a matriz e/ou</p><p>afastar dentes adjacentes.</p><p>Indicado para aplicação de</p><p>adesivos e soluções em</p><p>procedimentos de</p><p>restauração, cimentação,</p><p>selamento e remoção de</p><p>excessos.</p><p>É indicado para polimento</p><p>de restaurações,</p><p>elementos dentais e</p><p>protéticos em clínica</p><p>odontológica e laboratório</p><p>dental; Acabamento final</p><p>da superfície.</p><p>Indicado para</p><p>procedimentos clínicos</p><p>de polimento de</p><p>restaurações.</p><p>Indicado na organização,</p><p>armazenamento,</p><p>transporte e</p><p>esterilização de brocas</p><p>odontológicas.</p><p>Indicado para</p><p>manipulação de materiais</p><p>de uso odontológico, não</p><p>reage com flúor ou</p><p>medicamentos.</p><p>Indicado para espatulação</p><p>de materiais.</p><p>Indicado para</p><p>manipulação de</p><p>materiais de uso</p><p>odontológico.</p><p>Indicado em restaurações</p><p>classe II e permite o</p><p>restabelecimento da</p><p>anatomia natural do</p><p>dente e a obtenção dos</p><p>pontos de contato.</p><p>Usado pelos dentistas</p><p>para isolamento dentário.</p><p>Cunhas de Madeira Sortidas</p><p>Aplicadores Descartáveis-</p><p>Microbrush</p><p>Pasta para Polimento</p><p>Broqueiro Alumínio 21 furos Pote Dapen Silicone</p><p>Placa de Vidro</p><p>Pote Dapen Vidro</p><p>Kit UniMatrix</p><p>Lençol de Borracha</p><p>KIT TVD Polimento</p><p>Utilizada para levar o</p><p>conjunto grampo-lençol-</p><p>arco em posição na</p><p>cavidade bucal.</p><p>Aço inoxidável, traz em</p><p>sua ponta, bicos chatos e</p><p>serrilhados para dobrar</p><p>fios.</p><p>Alicate 121</p><p>Pinça Porta Grampo-Palmer</p><p>Indicado para perfurar o</p><p>lençol de borracha (Dique</p><p>de borracha) para</p><p>isolamento absoluto.</p><p>Alicate Perfurador</p><p>Utilizada para segurar o</p><p>carbono no teste de</p><p>oclusão.</p><p>Pinça Tipo Miler</p><p>Usado para sustentação</p><p>de agulha cirúrgica em</p><p>ambiente cirúrgico.</p><p>Pinça Porta Agulha</p><p>Para uso geral no</p><p>consultório.</p><p>Pinça Clínica</p><p>Utilizado em periodontia.</p><p>Cinzel Wedelstaedt</p><p>Utilizado para aplicar</p><p>hidróxido de Calcio.</p><p>Aplicador de DYCAL</p><p>Encaixe com o espelho,</p><p>prolonga o alcance.</p><p>Cabo para Espelho Clinico</p><p>Indicado para escultura</p><p>dental.</p><p>HolLenBack</p><p>Utilizado em</p><p>procedimentos em geral.</p><p>Espátula N: 60</p><p>Indicada para</p><p>manipulação de produtos</p><p>em geral. (Silicones,</p><p>Cimentos etc.).</p><p>Espátula N:24</p><p>Espátula utilizada em</p><p>dentistica.</p><p>Espátula N: 22</p><p>Utilizada para identificar</p><p>cavidades na superfície</p><p>dental e regiões de má</p><p>coalescência de esmalte.</p><p>Sonda Exploradora</p><p>Utilizado para facilitar a</p><p>visualização em</p><p>procedimentos</p><p>odontológicos.</p><p>Fixação para a lâmina de</p><p>bisturi, auxiliando o</p><p>profissional no manuseio</p><p>da mesma.</p><p>Cabo para Bisturi Espelho</p><p>Utilizada em</p><p>procedimentos cirúrgicos</p><p>em Geral, segurança e</p><p>facilidade na hora de</p><p>cortar fios, tecidos moles</p><p>etc.</p><p>Tesoura 15CM</p><p>Utilizada para levar o</p><p>conjunto grampo-lençol-</p><p>arco em posição na</p><p>cavidade bucal.</p><p>Pinça Porta Grampo-Palmer</p><p>Indicada para pré-</p><p>polimento de resina,</p><p>podendo ser utilizada para</p><p>profilaxia.</p><p>Escova de Robson</p><p>Utilizada para Profilaxia</p><p>dental.</p><p>Taça de Borracha</p><p>Adapta brocas de alta</p><p>rotação para contra</p><p>ângulo.</p><p>Mandril CA para FG</p><p>Utilizado em restaurações</p><p>classe II, auxilia no</p><p>processo restaurador da</p><p>estrutura anatômica,</p><p>ponto de contato.</p><p>Tofflemire</p><p>Permite a fixação do</p><p>lençol de borracha</p><p>durante o isolamento</p><p>absoluto.</p><p>Indicado para proteção</p><p>contra impactos de</p><p>partículas volantes</p><p>multidirecionais e</p><p>luminosidade intensa.</p><p>Indicado para contra</p><p>ângulo de baixa rotação.</p><p>Saca Brocas Arco de Young</p><p>Óculos proteção</p><p>Proteção aos olhos contra</p><p>impactos de partículas</p><p>multidirecionais,</p><p>fragmentos de matais,</p><p>faíscas e luminosidade</p><p>intensa</p><p>Óculos Proteção</p><p>Indicada em restaurações</p><p>de resina composta e na</p><p>proteção de dentes</p><p>adjacentes durante</p><p>processo restaurador.</p><p>Fita Matriz Poliéster Sistema de injeção de</p><p>materiais dentários como,</p><p>resinas, cimentos, pastas,</p><p>géis em procedimentos</p><p>odontológicos.</p><p>Seringa Centrix</p><p>Indicada para</p><p>reconstrução de dentes</p><p>posteriores.</p><p>Fita Banda Matriz Metálica</p><p>Indicada para Polimento e</p><p>acabamento Inter</p><p>proximal de todos os</p><p>materiais restauradores.</p><p>Tiras de Lixa</p><p>Indicada para</p><p>reconstrução de dentes</p><p>posteriores.</p><p>Utilizadas para corte de</p><p>pele, tecido e retirada de</p><p>pontos cirúrgicos.</p><p>Fita Banda Matriz Metálica Lâminas de Bisturi N: 13 e 15</p><p>Nomenclatura é um conjunto de termos específicos de uma ciência, arte ou técnica.</p><p>Nomenclatura ou vocabulário técnico são termos usados por indivíduos da mesma profissão</p><p>como forma de comunicação. Na Odontologia o conhecimento da nomenclatura das cavidades</p><p>é fundamental para a compreensão em Odontologia Restauradora.</p><p>José Mandelli</p><p>É uma cavidade com forma e</p><p>dimensões irregulares, causadas</p><p>pela destruição dos tecidos duros</p><p>do dente.</p><p>É a cavidade com forma</p><p>geométrica e dimensões definas,</p><p>resultante de um processo</p><p>cirúrgico que visa remover o</p><p>tecido cariado.</p><p>Denominada a partir do número de</p><p>faces acometidas, Simples: Apenas uma</p><p>única face.</p><p>Denominada a partir do número de</p><p>faces acometidas, Composta: Duas</p><p>faces.</p><p>Denominada a partir do número de</p><p>faces acometidas, Complexa: Três ou</p><p>mais faces.</p><p>Cavidade preparada</p><p>na face oclusal:</p><p>cavidade oclusal.</p><p>Cavidade que se</p><p>estende da face</p><p>oclusal à face</p><p>mesial: cavidade</p><p>mésio-oclusal.</p><p>Cavidade que se</p><p>estende às faces</p><p>mesial, oclusal e</p><p>distal: cavidade</p><p>mésio-ocluso distal.</p><p>Intracoronárias (inlay) são cavidades confinadas</p><p>no interior da estrutura dentária, como se fosse</p><p>uma caixa aberta superiormente (sem tampa).</p><p>Exemplos: cavidade de classe I oclusal, classe V</p><p>vestibular, classe II composta MO ou DO, e</p><p>complexas MOD, sem redução cuspídea.</p><p>José Mondelli</p><p>INLAY</p><p>Intraextracoronárias são preparos cavitários que</p><p>podem apresentar cobertura parcial (onlay) ou</p><p>total das cúspides (overlay) e/ou de outras faces</p><p>do dente. Exemplos: cavidades MOD, com redução</p><p>de uma, duas ou mais cúspides (onlay) ou cavidade</p><p>MOD com redução de todas as cúspides (overlay).</p><p>José Mandelli</p><p>ONLAY</p><p>Extra coronárias totais são preparos</p><p>dentários em que todas as faces axiais e</p><p>oclusal ou incisal do dente são reduzidas e</p><p>recobertas pelo material restaurador.</p><p>Exemplo: preparo dentário para coroa total.</p><p>José Mondelli</p><p>CROW</p><p>Plano horizontal: é perpendicular ao eixo</p><p>longitudinal do dente e corta-o em qualquer</p><p>ponto de sua longitude, recebendo o nome da</p><p>superfície por onde passa.</p><p>Plano vestibulolingual: chamado também de</p><p>axiobucolingual, é o plano paralelo ao eixo</p><p>longitudinal. Divide o dente em duas posições: uma</p><p>mesial e outra distal e recebe o nome dessas faces,</p><p>quando passa tangente a elas. Nos dentes anteriores</p><p>recebe a denominação de plano labiolingual ou</p><p>palatino.</p><p>Extra coronárias totais são preparos dentários em</p><p>que todas as faces axiais e oclusal ou incisal do</p><p>dente são reduzidas</p><p>e recobertas pelo material</p><p>restaurador. Exemplo: preparo dentário para</p><p>coroa total.</p><p>Paredes são os limites internos das cavidades e podem ser:</p><p>Circundantes: paredes laterais da cavidade que recebem o nome da face do dente à qual</p><p>correspondem ou da qual estão mais próximas.</p><p>José Mondelli</p><p>As paredes circundantes são aquelas lateralmente as cavidades, sua nomenclatura é</p><p>de acordo com o nome das faces ao qual se encontram ou regiões próximas.</p><p>De fundo: correspondem ao assoalho da cavidade e podem ser chamadas de</p><p>axial, quando se apresentam paralelas ao eixo longitudinal do dente) e pulpar,</p><p>quando perpendiculares ao eixo longitudinal do dente.</p><p>José Mondelli</p><p>As paredes de fundo são aquelas no assoalho das cavidades, sua nomenclatura é de</p><p>acordo com o nome das faces ao qual se encontram ou regiões próximas.</p><p>Ângulos diedros</p><p>São formados pela união de duas paredes de uma cavidade e denominados segundo a</p><p>combinação de seus respectivos nomes. Os ângulos diedros, segundo Black, podem ser</p><p>do primeiro grupo, formados pela junção das paredes circundantes. Exemplos:</p><p>gengivolingual; vestibulogengival etc. Do segundo grupo, formados pela união de uma</p><p>parede circundante com a parede de fundo da cavidade. Exemplos: linguopulpar;</p><p>gengivoaxial etc. Do terceiro grupo, formados pela união das paredes de fundo da</p><p>cavidade. Exemplos: axiopulpar e axioaxial.</p><p>José Mondelli</p><p> Ângulos Diedros de Primeiro Grupo: 2 Paredes Circundantes;</p><p> Ângulos Diedros de Segunda Grupo: 2 Paredes 1 de fundo e 1 circundantes;</p><p> Ângulos Diedros de Terceiro Grupo: 2 paredes, 2 de grupo.</p><p>Ângulos triedros</p><p>São formados pelo encontro de três paredes e denominados de acordo com as suas</p><p>respectivas combinações. Exemplos: vestíbulo-pulpoaxial; linguogengivoaxial etc.</p><p>Observação. Uma exceção às regras de nomenclatura dos ângulos diedros e triedros</p><p>é encontrada nas cavidades de classe III, nas quais a junção das paredes</p><p>constituintes forma ângulos diedros e triedros incisais, não recebendo, portanto, a</p><p>denominação das paredes que os formam.</p><p>José Mondelli</p><p>São formados pelo encontro de três</p><p>paredes. E denominados segundo as</p><p>combinações respectivas.</p><p>É o ângulo formado pela junção das paredes da cavidade com a superfície externa do dente.</p><p>O termo cavossuperficial é usado especialmente para indicar a forma que se deve dar a este</p><p>ângulo em determinada porção da margem do esmalte ou do contorno marginal externo da cavidade,</p><p>como por exemplo: “o ângulo cavo superficial da caixa oclusal é nítido e sem bisel em cavidades para</p><p>amálgama”.</p><p>O ângulo cavo superficial também é denominado margem, embora este termo sirva para designar</p><p>mais precisamente a linha de união da superfície externa do dente com a borda do material</p><p>restaurador colocado na cavidade (também denominado interface dente/restauração).</p><p>José Mondelli</p><p>As imagens foram retiradas do vídeo do Youtube:</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=LUm2jJRGJe0</p><p>Classe I: cavidades preparadas em regiões de má coalescência de esmalte, cicatrículas e fissuras, na face</p><p>oclusal de pré-molares e molares; 2/3 oclusais da face vestibular dos molares e na face lingual dos</p><p>incisivos superiores; ocasionalmente, na face palatina dos molares superiores. José Mondelli</p><p>Classe II: cavidades preparadas nas faces proximais dos pré-molares e</p><p>molares. José Mondelli</p><p>Classe III: cavidades preparadas nas faces proximais dos incisivos e caninos, sem</p><p>remoção do ângulo incisal. José Mondelli</p><p>Classe IV: cavidades preparadas nas faces proximais dos incisivos e caninos, com remoção e restauração do</p><p>ângulo incisal. José Mondelli</p><p>Classe V: cavidades preparadas no terço gengival, não de cicatrículas, das faces</p><p>vestibular e lingual de todos os dentes. José Mondelli</p><p>CLASSE VI DE</p><p>HOWARD E SIMON</p><p>CLASSE I DE SOCKWELL</p><p>DOENÇA</p><p>“Dissolução química da estrutura</p><p>dentária, causada por eventos</p><p>metabólicos que ocorrem no</p><p>biofilme que cobre a área afetada,</p><p>podendo afetar esmalte, dentina e</p><p>cemento”</p><p>A cárie dentaria é uma doença causada por microrganismos que</p><p>agem no biofilme e liberam ácidos na cavidade bucal, capazes de</p><p>desmineralizar os tecidos duros dentários, O papel do CD é evitar</p><p>sua instalação, através da informação correta de higiene bucal e</p><p>outros mecanismos.</p><p>O CD tem que estar preparado para identificar as lesões</p><p>cariosas, ativas e inativas e intervir na sua progressão,</p><p>antes que progrida e seja necessário tratamento</p><p>endodôntico. A intervenção se baseia no preparo</p><p>cavitário e suas técnicas para fazê-lo.</p><p>Uma vez instalada, faz-se necessário reparar suas</p><p>sequelas. Através de restaurações, sejam de amalgama</p><p>ou resinas. Entre outros procedimentos clínicos</p><p>preventivos.</p><p> Esmalte:</p><p> Branco,</p><p> Liso,</p><p> Brilhante.</p><p> Dentina:</p><p> Endurecida,</p><p> Escura.</p><p> Esmalte:</p><p> Branco,</p><p> Rugoso,</p><p> Opaco.</p><p> Dentina:</p><p> Amolecida,</p><p> Marrom</p><p>claro</p><p>Mancha branca inativa em esmalte é brilhosa,</p><p>lisa e branca. Diagnóstico: é preciso secar o</p><p>dente para fazer um bom diagnóstico, tem</p><p>como característica a não perda de</p><p>consistência quando se passa o instrumental,</p><p>na dentina é bem escura, preta e endurecida.</p><p>Mancha branca por carie geralmente na superfície</p><p>livre, vai acompanhar o terço gengival por acumulo</p><p>de biofilme, ou regiões Inter proximais. Suas</p><p>características são: cor branca, opaca, rugosa. E</p><p>na dentina a lesão vai se encontrar amarronzada,</p><p>amarela. Mostra tecido em decomposição que</p><p>esfarela quando se passa o instrumental, (sai lascas).</p><p> Forma de contorno;</p><p> Forma de resistência;</p><p> Forma de retenção;</p><p> Forma de</p><p>conveniência;</p><p> Remoção da dentina</p><p>cariada;</p><p> Acabamentos da</p><p>parede de esmalte;</p><p> Limpeza da cavidade.</p><p> Conhecimento dos</p><p>fatores etiológicos da</p><p>doença cárie;</p><p> Odontologia adesiva.</p><p> Extensão mínima;</p><p> Conservação de</p><p>estruturas de reforço.</p><p> MÁXIMA CONSERVAÇÃO</p><p>DA ESTRUTURA</p><p>DENTÁRIA</p><p>C</p><p>O</p><p>N</p><p>S</p><p>E</p><p>R</p><p>V</p><p>A</p><p>Ç</p><p>Ã</p><p>O</p><p>R</p><p>E</p><p>T</p><p>E</p><p>N</p><p>Ç</p><p>Ã</p><p>O</p><p>Preparo Cavitário é o tratamento biomecânico da carie e de outras lesões dos tecidos duros do dente, afim</p><p>de que as estruturas remanescentes possam receber uma restauração que as proteja, seja resistente e</p><p>previna a reincidência de cárie, devolvendo a forma, função e estética. Considerado um dos fundadores da</p><p>odontologia moderna GV Black, pesquisou muitos tópicos importantes para a odontologia, incluindo os</p><p>princípios gerais de preparações dentárias; nos quais descreve os métodos apropriados para restaurações.</p><p>Seu diferencial foi aplicar princípios de engenharia e ciência de materiais para maximizar a força de</p><p>retenção de</p><p>amalgama e minimizar fraturas. Com o desenvolvimento das ciências médicas e odontológicas</p><p>conhecendo mais os fatores etiológicos causadores da doença caries e seu controle, bem como o avanço</p><p>tecnológico de uma odontologia adesiva chegamos nos princípios modernos que se baseiam no máximo de</p><p>preservação das estruturas biológicas dentais.</p><p>Passamos de uma odontologia retentiva (preparo de cavidades grandes em lesões pequenas), para adesiva, que</p><p>aplicou em uma redução do uso de amalgama e aumento da preocupação em preservar o tecido não afetado,</p><p>principalmente seus pontos de resistência anatômica, como: Pontes de esmalte e cristas marginais.</p><p>Os Comets foram os primeiros aviões comerciais a jato do</p><p>mundo, fabricados pela empresa inglesa the redland aircraft</p><p>company, que começaram a operar em 1952, após 20 meses de</p><p>funcionamento começaram os acidentes; em 12 meses 3</p><p>acidentes aconteceram sem explicação. Enquanto os destroços</p><p>eram recuperados a frota foi retirada e as investigações</p><p>iniciadas. Ao se analisar os destroços foram detectadas</p><p>rachaduras nos tetos das aeronaves, alguns testes foram</p><p>realizados em um avião durante o voo e submerso em água,</p><p>foram colocados sensores em todas as partes dos aviões para</p><p>medir as tenções e rachaduras, até que se verificou rachaduras</p><p>vindas de um dos quantos das janelas. As janelas eram grandes e</p><p>quadradas, desta forma existia uma grande concentração de</p><p>tensões nas quinas, acarretando em uma fadiga prematura no</p><p>metal e consequente rachadura fatal da fuselagem do avião. A</p><p>solução encontrada foi produzir janelas menores e com ângulos</p><p>arredondados que dissipassem melhor as tensões evitando este</p><p>tipo de fatalidade. https://www.youtube.com/watch?v=Lh_ydE8a3fw</p><p>Ângulos</p><p>internos retos,</p><p>vivos: 90º</p><p>Ângulos internos</p><p>SEMPRE</p><p>ARREDONDADOS,</p><p>Maior dissipação</p><p>das tensões.</p><p>Trazendo estes conceitos físicos para a dentística operatória</p><p>moderna, sabe-se que os ângulos internos das cavidades</p><p>devem ser sempre arredondados, evitando-se ângulos retos de</p><p>90 graus. Para dissipar melhor as tensões da força</p><p>mastigatória.</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=Lh_ydE8a3fw</p><p>Para remoção do tecido cariado é necessário analisar os fatores</p><p>como: cor e consistência. Para facilitar o entendimento, observe</p><p>a analogia baixo:</p><p>Analogia com o</p><p>mousse de</p><p>chocolate,</p><p>consistência mole,</p><p>fácil de remover</p><p>Analogia com o</p><p>sorvete de chocolate,</p><p>consistência mais</p><p>dura, precisa exercer</p><p>força para remover.</p><p>Analogia com a</p><p>barra de chocolate,</p><p>consistência dura,</p><p>difícil de remover.</p><p>Nestes casos deve-se remover</p><p>o tecido, pois não é mais</p><p>passível de remineralizarão. Nestes casos não se deve</p><p>remover o tecido, pois é passível</p><p>de remineralizarão.</p><p>Em esmalte para remover as</p><p>estruturas cariadas utiliza-se</p><p>a caneta de alta rotação.</p><p>Em dentina para remover as</p><p>estruturas cariadas utiliza-se a</p><p>caneta de baixa rotação (contra</p><p>ângulo) ou recordadores de</p><p>boras e enxadas.</p><p>ATRITO</p><p>Um aumento de 5,5º C na</p><p>temperatura pode resultar</p><p>em danos irreversíveis a</p><p>dentes saudáveis. (Zach,</p><p>Cohen, 1965)</p><p>Realizar os preparos sempre</p><p>com refrigeração!</p><p>Preparo intermitente</p><p>(sempre com refrigeração).</p><p>“Camada de partículas agregas</p><p>resultantes do preparo cavitário, formada</p><p>por restos adamantinos e dentinários,</p><p>associado a saliva, sangue, colágeno,</p><p>óleo e etc...” (GBPD,2005).</p><p>SUJEIRA</p><p>Smear Layer são partículas</p><p>resultantes do processo cavitário que</p><p>devem ser removidas antes do</p><p>processo restaurador. Os agentes de</p><p>Limpeza das cavidades, cumprem</p><p>este papel.</p><p>AGENTES</p><p>DESMINERALIZANTES</p><p>Ácidos: Ácido fosfórico</p><p>15,25, 35 ou 37%; EDTA</p><p>10%; ácido poli acrílico</p><p>25%.</p><p>AGENTES NÃO</p><p>DESMINERALIZANTES</p><p>Germicidas: Clorexidina,</p><p>Água oxigenada 2%.</p><p>Detersivos: Tergentol</p><p>Alcalinizantes: Produtos à</p><p>base de hidróxido de cálcio.</p><p>A dentina primaria é depositada antes mesmo da</p><p>formação do forame apical, caracterizada pelo padrão</p><p>regular dos túbulos dentinários.</p><p>A dentina secundária é depositada, após a formação do</p><p>forame apical e continua a ser produzida durante toda a</p><p>vida do elemento dental.</p><p>É uma espécie “especial” de dentina, é formada</p><p>rapidamente em respostas a lesões que expõem a</p><p>dentina, caracterizada por túbulos irregulares em</p><p>virtude do tempo mais curto.</p><p>Dentina depositada devido à agentes externos</p><p>crônicos e de baixa intensidade como uma carie.</p><p>Dentina depositada devido à agentes externos</p><p>agudos e de alta intensidade.</p><p>1.SUPERFICIAL, 2. RASA, 3. MÉDIA, 4.</p><p>PROFUNDA E 5. MUITO PROFUNDA.</p><p>Compreendendo até aqui, todos os princípios</p><p>clássicos e modernos do preparo cavitário,</p><p>entramos nas questões relacionadas à proteção</p><p>do complexo dentinopulpar, tendo como principal</p><p>referência, as profundidades das cavidades, que</p><p>podem se classificar em: superficiais, rasas,</p><p>medias, profundas e muito profundas. Além do</p><p>diâmetro dos túbulos dentinários, que aumentam</p><p>conforme a profundidade, devendo redobrar o</p><p>cuidado nestes casos.</p><p>A análise clínica das profundidades das cavidades, deve</p><p>ser criteriosa, levando em consideração os aspectos</p><p>histológicos dos tecidos dentários ao longo da vida, é</p><p>imprescindível saber que os tratamentos em pacientes</p><p>jovens devem ser realizados com grande cautela, visto</p><p>que as dimensões da câmara pulpar destes pacientes são</p><p>maiores do que em pacientes mais velhos, pois a</p><p>deposição de dentina secundaria é continua e permanece</p><p>durante toda a vida do elemento dental, o que explica os</p><p>dentes mais amarelados com o decorrer da idade e muita</p><p>das vezes a perca de sensibilidade destes pacientes.</p><p>Visto a importância de compreender os conceitos de profundidade das cavidades em</p><p>pacientes de diferentes faixas etárias, seus aspectos histológicos e anatômicos, entremos na</p><p>parte pratica deste tema, na aplicação de medidas preventivas para proteção do complexo</p><p>dentinopulpar, dada a sua relevância para a nutrição e sensibilidade do elemento dental.</p><p>Sistema Adesivo</p><p>Resina de Esmalte Resina Dentina</p><p>Em cavidades Superficiais, rasas ou medias, utiliza-se os agentes de limpeza: ácido fosfórico</p><p>37% para criar na superfície dental micro porosidades. Agentes de Proteção: Sistema Adesivo</p><p>e aplicadores descartáveis, fotopolimerizador, resinas de dentina e esmalte pela técnica</p><p>incremental.</p><p>Imagem mostra de</p><p>forma resumida os</p><p>protocolos de</p><p>proteção complexo</p><p>dentinho pulpar.</p><p>Retirados do vídeo</p><p>do Youtube:</p><p>https://www.youtube.com</p><p>/watch?v=fXu7904xkDc</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=fXu7904xkDc</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=fXu7904xkDc</p><p>Sistema Adesivo</p><p>Resina de Esmalte Resina Dentina</p><p>Em cavidades profundas, utiliza-se os agentes de limpeza: ácido fosfórico 37% para criar na</p><p>superfície dental micro porosidades. Agentes de Proteção: Sistema Adesivo e aplicadores</p><p>descartáveis, fotopolimerizador, Ionômero de vidro, seringa centrix, resinas de dentina e</p><p>esmalte pela técnica incremental.</p><p>Ionômero de vidro</p><p>Sistema Adesivo</p><p>Resina de Esmalte Resina Dentina</p><p>Ionômero de vidro</p><p>Em cavidades muito profundas em pacientes jovens (cuidado redobrado pela dimensão da</p><p>câmara pulpar), utiliza-se</p><p>os agentes de limpeza: ácido fosfórico 37% para criar na superfície</p><p>dental micro porosidades. Agentes de Proteção: Sistema Adesivo e aplicadores descartáveis,</p><p>fotopolimerizador, Hidróxido de Cálcio, Ionômero de vidro, seringa centrix, resinas de dentina</p><p>e esmalte pela técnica incremental.</p><p>Hidróxido de Cálcio</p><p>Sistema Adesivo</p><p>Resina de Esmalte Resina Dentina</p><p>Em cavidades muito profundas em pacientes mais velhos (Protocolo igual ao de cavidades</p><p>profundas, pacientes nesta faixa etária tem dimensão reduzida da câmara pulpar devido a</p><p>deposição de dentina secundária ao decorrer da vida) utiliza-se os agentes de limpeza: ácido</p><p>fosfórico 37% para criar na superfície dental micro porosidades. Agentes de Proteção: Sistema</p><p>Adesivo e aplicadores descartáveis, fotopolimerizador, Ionômero de vidro, seringa centrix,</p><p>resinas de dentina e esmalte pela técnica incremental.</p><p>Ionômero de vidro</p><p>ANOTAÇÕES:</p><p>____________________________________________________________________________________________________</p><p>____________________________________________________________________________________________________</p><p>____________________________________________________________________________________________________</p><p>____________________________________________________________________________________________________</p><p>____________________________________________________________________________________________________</p><p>____________________________________________________________________________________________________</p><p>____________________________________________________________________________________________________</p><p>____________________________________________________________________________________________________</p><p>____________________________________________________________________________________________________</p><p>___________________________________________________________________________________________________</p><p>____________________________________________________________________________________________________</p><p>_____</p><p>____________________________________________________________________________________________________</p><p>__________________________________________________________________________________________________</p><p>__</p><p>O capeamento pulpar direto é realizado em cavidades muito profundas</p><p>quando há exposição da polpa, quando ocorrer deve-se conter a o</p><p>sangramento (hemostasia), limpar a cavidade e aplicar sobre o local</p><p>exposto hidróxido de Calcio PA (substância que é ácida e ataca a polpa,</p><p>resultando em produção de dentina terciaria ou dentina reparadora),</p><p>logo após aplicar em volta e sobre o HCPA, o cimento de hidróxido de</p><p>cálcio. Finalizar a restauração com cimento de ionômero de vidro</p><p>provisoriamente, acompanhar o paciente e aguardar retorno em 45 dias,</p><p>para verificar se ouve produção dentinária e finalizar a restauração.</p><p>1</p><p>3</p><p>2</p><p>4</p><p>5 6</p><p>Hidróxido de Cálcio Cimento de Hidróxido de Cálcio/ Cenrix Cimento de ionômero de vidro</p><p>45</p><p>5</p><p>Link do vídeo no Youtube:</p><p>https://www.youtube.com/user/leonardomunizodonto</p><p>https://www.youtube.com/user/leonardomunizodonto</p><p>O capeamento pulpar indireto ou expectante é quando não há exposição</p><p>pulpar, porém está bem próximo da polpa, com apenas uma camada fina</p><p>de dentina. Com o intuito de proteção.</p><p>1. REMOVER A DENTINA SUPERFICIAL; 2. DEIXAR A DENTINA INFECTADA NAS</p><p>PAREDES CIRCUNDANTES; PASTA DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO (HIDRÓXIDO DE</p><p>CÁLCIO PA + PASTA ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL); 4. APÓS 45 DIAS: Teste de</p><p>vitalidade pulpar 5. REMOÇÃO TOTAL DO TECIDO CARIADO; 6. RESTAURAR</p><p>COMO CAVIDADE MUITO PROFUNDA.</p><p>1 2</p><p>3 4</p><p>5</p><p>Cimento de ionômero de vidro</p><p>Hidróxido de C</p><p>Link do vídeo no Youtube:</p><p>https://www.youtube.com/user/leonardo</p><p>munizodonto</p><p>https://www.youtube.com/user/leonardomunizodonto</p><p>https://www.youtube.com/user/leonardomunizodonto</p><p>O Isolamento absoluto cumpre papel importante durante procedimentos odontológicos, dentre suas funções</p><p>estão: o melhoramento do campo de visão, manter o campo de trabalho limpo e seco, prevenção de acidentes.</p><p>NUMERAÇÃO DENTE GRAMPO</p><p>200</p><p>a 2005</p><p>206</p><p>a 209</p><p>210</p><p>e 211</p><p>212</p><p>Retração</p><p>Gengival</p><p>Classe IV</p><p>14 e</p><p>14A</p><p>Coroa Clinica Curta dentes recém erupcionados</p><p>Os grampos estabilizam o lençol de</p><p>borracha e tem sua indicação de</p><p>acordo com o dente e suas condições</p><p>clinicas e anatômicas.</p><p>NUMERAÇÃO DENTE GRAMPO</p><p>26</p><p>e 28</p><p>Grampo Sem asa</p><p>Molares com</p><p>pouca retenção</p><p>26</p><p>a W8A</p><p>Coroas curtas e</p><p>expulsivas dentes</p><p>posteriores</p><p>212L</p><p>e 212R</p><p>Restaurações</p><p>simultânea de</p><p>classe V em</p><p>adjacentes.</p><p>Os grampos estabilizam o lençol de</p><p>borracha e tem sua indicação de</p><p>acordo com o dente e suas condições</p><p>clinicas e anatômicas.</p><p>CLASSE I - COMPOSTA</p><p>METADE DA PONTA ATIVA DA BROCA</p><p>PRESERVAÇÃ</p><p>O DA PONRE</p><p>DE ESMALTE</p><p>RESISTÊNCIA.</p><p>BROCAS: 329, 330,</p><p>245, 556. CAVIDADE.</p><p>FG 4 ACABAMENTO</p><p>1. Confecção da parede de FUNDO</p><p>PULPAR plana e perpendicular ao</p><p>longo eixo do dente 2. Paredes</p><p>CIRCUNDANTES paralelas entre si,</p><p>ou “ligeiramente” convergente</p><p>para oclusal 3. Paredes</p><p>Circundantes MESIAL e DISTAL</p><p>divergentes para oclusal –</p><p>Resistência do dente</p><p>METADE DA PONTA ATIVA DA BROCA</p><p>PRESERVAÇÃO</p><p>DAS CRISTAS</p><p>MARGINAIS, SÃO</p><p>PONTOS DE</p><p>RESISTÊNCIA.</p><p>A broca é</p><p>movimentada</p><p>ligeiramente</p><p>para os lados</p><p>nos sulcos</p><p>secundários</p><p>vestibular e</p><p>lingual, e ao</p><p>nível dos</p><p>sulcos que se</p><p>originam nas</p><p>fossetas</p><p>mesial e distal.</p><p>BROCAS: 329, 330,</p><p>245, 556. CAVIDADE.</p><p>FG 4 ACABAMENTO</p><p>METADE DA PONTA ATIVA DA BR</p><p>SLOT HORIZONTAL</p><p>MOVIMENTOS</p><p>PENDULARES</p><p>FACES</p><p>PROXIMAIS, EM</p><p>SENTIDOS</p><p>VESTIBULR E</p><p>LÍNGUAL.</p><p>SLOT VERTICAL</p><p>CAVIDADE TIPO</p><p>TUNEL</p><p>Não é preciso nenhum desgaste no</p><p>preparo cavitário para dar retenção à</p><p>resina, pois ela se adere às estruturas</p><p>dentárias através do sistema adesivo.</p><p>Bisel para “camuflar” a linha da</p><p>restauração.</p><p>Para a restauração de uma classe III,</p><p>você precisa: recortar e contornar uma</p><p>matriz de poliéster e adaptá-la entre os</p><p>dentes, e depois posicionar a cunha de</p><p>madeira para estabilização e fixação da</p><p>matriz.</p><p>Para remover esmalte cariado,</p><p>utilizar instrumento cortante</p><p>rotatório (ponta diamantada</p><p>esférica: #1012, #1014) em alta</p><p>rotação com refrigeração à água. </p><p>O diâmetro deve ser compatível com</p><p>o tamanho da lesão. Caso não</p><p>consiga acessar a lesão de cárie em</p><p>dentina com a cureta, você precisará</p><p>remover esmalte sadio e ampliar a</p><p>cavidade, como forma de</p><p>conveniência. Proteger o dente</p><p>vizinho com matriz metálica.</p><p>METADE DA PONTA ATIVA DA BROCA</p><p>AS CAVIDADES DE CLASSE IV SÃO</p><p>NA MAIORIA DOS CASOS POR</p><p>FRATURAS ACIDENTAIS,</p><p>ACOMENTENDO AS FACES</p><p>PROXIMAIS E BORDA INCISAL.</p><p>AS BROCAS INDICADAS</p><p>PARA O BISELAMENTO</p><p>PARA MELHOR ADESÃO</p><p>DAS RESINAS, SÃO: AS</p><p>PONTAS DIAMANTADAS</p><p>CÔNICAS.</p><p>NA MAIORIA DAS VEZES NÃO É NECESSARIO</p><p>PREPARO CAVITARIO</p><p>MOLDERIAS DE SILICONE OU</p><p>A MÃO LIVRE</p><p>A restauração de uma cavidade classe IV pode ser feita</p><p>da mesma maneira que uma restauração classe III. a)</p><p>Confeccionar uma muralha de silicone antes de remover</p><p>a restauração. Essa muralha irá auxiliá-lo a construção da</p><p>parede palatina, e permitir a referência da altura e</p><p>contorno incisal. b) remover a restauração insatisfatória,</p><p>o que já determina o preparo cavitário. c) posicionar a</p><p>muralha por palatina, bem adaptada ao dente e iniciar a</p><p>restauração, construindo primeiro a parede palatina.</p><p>Remover a muralha e reconstruir a dentina e o esmalte</p><p>perdidos com as cores de resina correspondentes: cores</p><p>opacas para dentina e translúcidas para esmalte. e) Ao</p><p>inserir a última camada no vestibular, pode utilizar um</p><p>pincel para texturizar a superfície f) Realizar o</p><p>acabamento e polimento como na restauração classe III.</p><p>RESPEITAR OS ACIDENTES ANATONICOS</p><p>COMUNS A TODOS OS DENTES E</p><p>INDIVIDUALMENTE</p><p>APESAR DE SER UMA RESTAURAÇÃO</p><p>RELATIVAMENTE SIMPLES DE SE FAZER, É</p><p>COMUM QUE ESSAS RESTAURAÇÕES SE</p><p>SOLTEM, DEVIDO AO PAPEL DAS REGIÕES</p><p>CERVICAIS DE ABSORVER A FORÇA</p><p>MASTIGATORIA.</p><p>METADE DA PONTA ATIVA DA BR</p><p>OCA</p><p>BROCAS: 329, 330,</p><p>245, 556. CAVIDADE.</p><p>FG 4 ACABAMENTO</p><p>-Paredes proximais a angulação da broca é modificada até ficar perpendicular à superfície externa -A</p><p>extremidade da ponta ativa da broca toca a parede axial -Parede axial acompanha curvatura da face</p><p>vestibular</p><p>-Margem do preparo -Paredes circundantes ângulo reto com a superfície externa do dente -Evita</p><p>esmalte sem suporte -Ligeiramente expulsivas a partir da axial</p><p>Confecção da parede axial convexa Evita remover dentina sadia protege órgão pulpar</p><p>Broca de cone invertido: ângulo agudo Broca Roda: sulcos retentivos mais pronunciados e em ângulo</p><p>reto Esférica: sulcos retentivos de forma arredondada, úteis em molares devido à dificuldade de</p><p>acesso</p>

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