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SAP MM
Gestão de Materiais
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Curso SAP – MM 
Parte I 
 
 
 
 
2 
 
Índice 
 
CURSO SAP MM ....................................................................................................................................... 6 
O QUE É SAP ............................................................................................................................................. 8 
O QUE É ERP ............................................................................................................................................. 9 
O QUE É R/3 ............................................................................................................................................ 10 
MODELO DE INTEGRAÇÃO R/3 ......................................................................................................... 11 
O QUE É MANDANTE ........................................................................................................................... 12 
METODOLOGIA ASAP .......................................................................................................................... 13 
O QUE É BUSINESS BLUEPRINT ........................................................................................................ 14 
O QUE SÃO CHANGE RESQUEST ....................................................................................................... 15 
O QUE SÃO SAP NOTES ....................................................................................................................... 17 
LOCALIZAÇÃO BRASIL ....................................................................................................................... 18 
SAPGUI E SAPLOGON .......................................................................................................................... 19 
TRANSAÇÃO SE16 E SE16N................................................................................................................. 25 
SM30 – ATUALIZAÇÃO DE VISÃO E TABELAS .............................................................................. 26 
 
Modulo 1 ............................................................................................................................................... 30 
PROCESSO DE SUPRIMENTO E NIVEIS ORGANIZACIONAIS ................................................... 30 
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ................................................................................................... 31 
 PEDIDO DE COMPRA .................................................................................................................... 32 
ENTRADA DE MERCADORIAS ....................................................................................................... 33 
REVISÃO DE FATURAS ................................................................................................................... 34 
 
Modulo 2 ............................................................................................................................................... 35 
DADOS MESTRES ............................................................................................................................ 35 
DADOS MESTRE DE FORNECEDOR ............................................................................................. 36 
GRUPO DE CONTAS ....................................................................................................................... 38 
CONTA DE CONCILIAÇÃO ............................................................................................................. 38 
REGISTRO MESTRE DE MATERIAL .............................................................................................. 39 
CRIAR REGISTRO MESTRE DE MATERIAL .................................................................................. 41 
AMPLIAR REGISTRO MESTRE DE MATERIAL ............................................................................. 44 
 
Exercício Modulo 1 e 2 
Exercício 1 ......................................................................................................................................... 45 
Exercício 2 ......................................................................................................................................... 46 
Exercício 3 ......................................................................................................................................... 47 
Exercício 4 ......................................................................................................................................... 48 
Exercício 5 ......................................................................................................................................... 49 
 
Modulo 3 ............................................................................................................................................... 51 
COMPRA PARA CONSUMO E REQUISIÇÃO DE COMPRA ......................................................... 51 
CATEGORIA DE CLASSIFICAÇÃO CONTÁBIL.............................................................................52 
PROCESSO DE SUPRIMENTO PARA CONSUMO ........................................................................ 54 
REQUISIÇÃO DE COMPRA ............................................................................................................ 56 
CRIAÇÃO DE UMA REQUISIÇÃO DE COMPRA .......................................................................... 57 
ENTRADA DE CLASSIFICAÇÃO CONTÁBIL ................................................................................. 59 
CONVERSÃO DA REQUISIÇÃO DE COMPRA EM PEDIDO ....................................................... 61 
ENTRADA DE MERCADORIAS AVALIADAS E NÃO AVALIADAS ............................................... 63 
 
3 
 
CATEGORIA DE ITEM EM COMPRAS ........................................................................................... 64 
 
Exercício Modulo 3 
Exercício 6 ......................................................................................................................................... 65 
Exercício 7 ......................................................................................................................................... 66 
 
Modulo 4 ............................................................................................................................................... 67 
SOLICITAÇÃO DE COTAÇÃO/COTAÇÃO .................................................................................... 67 
NUMERO COLETIVO ...................................................................................................................... 67 
DEPENDENCIA DE TEMPO DAS CONDIÇÕES ........................................................................... 68 
TIPO DE CONDIÇÃO E ESQUEMA DE CALCULO ...................................................................... 69 
CRIAÇÃO DE SOLICITAÇÃODE COTAÇÃO ................................................................................. 70 
COMPARAÇÃO DE PREÇO ............................................................................................................ 72 
CRIAÇÃO DE PEDIDO COM REFERÊNCIA ................................................................................. 73 
REGISTRO INFO PARA COMPRAS ................................................................................................ 74 
AVALIAÇÃO DO MATERIAL ........................................................................................................... 76 
CONTABILIZAÇÕES ........................................................................................................................ 79 
TIPOS DE ESTOQUE, AVALIAÇÃO E ENTRADA DE MERCADORIA ......................................... 81 
REVISÃO DE FATURAS E CUSTO COMPLEMENTARES ............................................................. 84 
CUSTO COMPLEMENTARDE AQUISIÇÃO .................................................................................. 85 
RELATÓRIO E ANÁLISE .................................................................................................................. 86 
 
Exercício Modulo 4 
Exercício 8 ......................................................................................................................................... 87 
Exercício 9 ......................................................................................................................................... 88 
Exercício 10 ....................................................................................................................................... 89 
 
Modulo 5 ............................................................................................................................................... 90 
AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS ............................................................................................................. 90 
REGISTRO MESTRE DE SERVIÇOS ............................................................................................... 90 
CONDIÇÕES DE SERVIÇO ............................................................................................................. 92 
SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS ......................................................................................................... 92 
REGISTRO E ACEITAÇÃO DE SERVIÇOS ..................................................................................... 93 
 
Exercício Modulo 5 
Exercício 11 ....................................................................................................................................... 96 
Exercício 12 ....................................................................................................................................... 97 
Exercício 13 ....................................................................................................................................... 98 
 
Modulo 6 ............................................................................................................................................... 99 
FONTES DE SUPRIMENTO............................................................................................................. 99 
CONTRATO ....................................................................................................................................... 99 
DETERMINAR FONTE DE SUPRIMENTO ..................................................................................... 99 
 
Exercício Modulo 6 
Exercício 14 ..................................................................................................................................... 102 
 
Modulo 7 ............................................................................................................................................. 103 
ESTRATÉGIA DE LIBERAÇÃO ...................................................................................................... 103 
LIBERAÇÃO REQUISIÇÃO DE COMPRA .................................................................................... 103 
LIBERAÇÃO PEDIDO DE COMPRA ............................................................................................ 105 
 
 
 
4 
 
Exercício Modulo 7 
Exercício 15 ..................................................................................................................................... 106 
 
Modulo 8 ............................................................................................................................................. 107 
CONCEITOS BÁSICOS DO MRP BASEADO NO CONSUMO ..................................................... 107 
SINTESE DE MRP........................................................................................................................... 107 
PRÉ REQUISITOS PARA MRP BASEADO NO CONSUMO ......................................................... 108 
DADOS MRP NO REGISTRO MESTRE MATERIAL ..................................................................... 108 
PERFIL MRP ................................................................................................................................... 111 
MRP DO PONTO DE REABASTECIMENTO ................................................................................ 112 
EXECUÇÃO DE PLANEJAMENTO ............................................................................................... 118 
CARACTERÍSTICAS ....................................................................................................................... 120 
MODO DE PLANEJAMENTO ........................................................................................................ 122 
CONVERTER ORDEM PLANEJADA ............................................................................................. 124 
LISTA ATUAL NECESSIDADES..................................................................................................... 125 
PERFIL DE NAVEGAÇÃO ............................................................................................................. 126 
MENSAGENS DE EXCEÇÃO ......................................................................................................... 127 
 
Exercício Modulo 8 
Exercício 16 ..................................................................................................................................... 130 
 
Modulo 9 ............................................................................................................................................. 131 
REVISÃO DE FATURAS ................................................................................................................. 131 
LIBERAR FATURA BLOQUEADA ................................................................................................. 134 
 
Exercício Modulo 9 
Exercício 17 ..................................................................................................................................... 135 
Exercício 18 ..................................................................................................................................... 136 
 
Modulo 10 ........................................................................................................................................... 137 
NOTA DÉBITO/CRÉDITO POSTERIOR ........................................................................................ 137 
 
Exercício Modulo 11 
Exercício 19 ..................................................................................................................................... 139 
 
Modulo 11 ........................................................................................................................................... 140 
ATUALIZAÇÃO CONTA TRANSITÓRIA ........................................................................................ 140 
LISTA DE DOCUMENTO E SINTESE FATURA ........................................................................... 144 
 
Modulo 12 ........................................................................................................................................... 146 
GERENCIAMENTO DE ESTOQUE E INVENTÁRIO FISICO ...................................................... 146 
MIGO ............................................................................................................................................... 147 
DEVOLUÇÃO AO FORNECEDOR ................................................................................................ 149 
TRANSFERÊNCIA DE ESTOQUE ................................................................................................. 151 
 
Exercício Modulo 12 
Exercício 20 ..................................................................................................................................... 153 
Exercício 21 .....................................................................................................................................154 
 
Modulo 13 ........................................................................................................................................... 155 
RESERVAS....................................................................................................................................... 155 
CRIAR, MODIFICAR, EXIBIR RESERVA ...................................................................................... 157 
CRIAÇÃO MANUAL DE RESERVA ............................................................................................... 157 
 
5 
 
MODIFICAÇÃO DATA BÁSICA DE RESERVA ............................................................................. 158 
LISTA DE RESERVAS E ADM ESTOQUE ..................................................................................... 158 
DEFINIR CÓDIGO MOVIMENTO PERMITIDO .......................................................................... 159 
VALORES PROPOSTOS PARA RESERVA ..................................................................................... 160 
VERIFICAÇÃO DINÂMICA............................................................................................................ 162 
 
Modulo 14 ........................................................................................................................................... 164 
CONSIGNAÇÃO .............................................................................................................................. 164 
TRANSFERÊNCIA........................................................................................................................... 166 
 
Modulo 15 ........................................................................................................................................... 168 
SUBCONTRATAÇÃO ...................................................................................................................... 168 
SAÍDA MERCADORIA SUBCONTRATADO .................................................................................. 170 
 
Modulo 16 ........................................................................................................................................... 178 
INVENTÁRIO FISICO ..................................................................................................................... 178 
PROCESSO INVENTÁRIO FISICO ................................................................................................ 180 
ENTRADA CONTAGEM INVENTÁRIO FISICO............................................................................ 182 
BLOQUEIO DE MOVIMENTO MERCADORIA ............................................................................ 183 
FIXAÇÃO ESTOQUE CONTÁBIL .................................................................................................. 184 
 
Modulo 17 ........................................................................................................................................... 186 
RELATÓRIOS E ANÁLISES ............................................................................................................ 186 
CUSTOMIZING ............................................................................................................................... 188 
 
Customizing Extra ............................................................................................................................... 191 
 
 
 
 
 
 
6 
 
Curso SAP MM 
 
O módulo Administração de materiais - MM está totalmente integrado com os outros módulos do 
Sistema Integrado de Gestão Empresarial. Ele suporta todas as fases de administração de materiais: 
planejamento e controle de materiais, compras, recebimento de mercadorias, administração de estoque e 
verificação de faturas. 
 
O módulo MM consiste dos seguintes componentes: 
 
MM-PUR / Compras Este componente é responsável pelo suprimento externo de materiais e serviços. 
Através dele é possível a determinação de fontes de suprimento para uma necessidade identificada no 
sistema. 
Com este componente é possível uma boa comunicação entre todos os que participam do processo de 
suprimento para o correto funcionamento de Compras 
 
MM-SRV / Serviços Este componente fornece uma síntese da funcionalidade, mostra como a 
Administração de serviços MM está integrada na aplicação Compras dentro do módulo Administração 
de materiais e indica as interfaces para outras aplicações. 
 
MM-IM / Administração de materiais Este componente é responsável pela administração de estoques 
de material por quantidade e valor. O planejamento, entrada e documentação de todos os movimentos de 
mercadorias são realizadas neste componente. Através dele é possível efetuar o inventário físico. 
 
MM-IV / Revisão de faturas Este processo situa-se no final da cadeia logística. É na Revisão de faturas 
(Logística) que as faturas recebidas são revistas em termos de conteúdo, preços e aritmética. Quando a 
fatura é lançada, seus dados são gravados no sistema. O sistema atualiza os dados gravados nos 
documentos de faturamento em Administração de materiais e Contabilidade financeira. 
 
MM-CBP / MRP baseado no consumo MRP baseado no consumo é baseado em valores do consumo 
passado. Os procedimentos não se referem ao plano de produção. Isto é, o cálculo das necessidades 
líquidas é acionado quando os níveis de estoque ficam abaixo de um ponto de reabastecimento 
predefinido. 
 
Modulo I. Processo de Suprimento. Dados Mestre. Compras para Consumo e Requisição de Compras. 
Solicitação de Cotação / Cotação. Compras para Estoque. Aquisição de Serviços. Fontes de Suprimento. 
Determinação da Fonte de Suprimento. Compras Otimizadas. Estratégia de Liberação. 
 
Modulo II. Fundamentos do MRP baseado no Consumo. Planejamento de Custos. Procedimento Básico 
da Revisão de Faturas. Desvios e Bloqueios da Fatura. Débitos/Créditos Posteriores. Custos 
Complementares de Aquisição. Processos Automáticos na Revisão de Faturas. Atualização de contas 
EM/EF. 
 
Modulo III. Introdução à Administração de Estoques. Entrada de Mercadorias. Transferências. 
Reservas. Saída de Mercadorias. Consignação. Subcontratação. Inventário Físico. Relatórios e Análises. 
 
Modulo IV /CO PA 
 
7 
 
Determinação de Mensagens. Configurações – Níveis Organizacionais. Configurações – Compras. 
Configurações – Administração de Estoques. Configurações – Revisão de Faturas. Configurações – 
Dados Mestres: Fornecedor e Material. Avaliação e Classificação Contábil. Auto/Estudo. 
 
Tipos de materiais: UNBW e NLAG. Plano de Faturamento. Monitorização de Pedidos. Avaliação 
Separada. Sistema de Informação para Logística 
 
 
 
8 
 
O que é SAP? 
 
Em 1972, cinco engenheiros de sistemas decidiram abandonar seus empregos e, apostando numa idéia 
bastante extravagante para a época, abrir uma nova empresa. Surgia a SAP . A idéia por trás dessa 
iniciativa era a criação de uma solução única, totalmente integrada, capaz de automatizar todos os 
processos inerentes a uma empresa. 
Os softwares SAP rodam em mais de 36 mil instalações, espalhadas por 120 países, e são atualmente 
utilizados por empresas de todos os tamanhos. 
A SAP emprega um total de 6.655 desenvolvedores de software ao redor do globo. Como complemento 
ao maior centro de desenvolvimento na matriz da SAP, em Walldorf, Alemanha, a rede de laboratórios 
de desenvolvimento da empresa tem escritórios em Palo Alto (EUA), Tokyo (Japão), Bangalore (Índia) 
e Sophia Antipolis (França), assim como nas cidades alemãs de Berlim, Karlsruhe e Saarbruecken. 
A subsidiária brasileira, no país desde 1995, compartilha do sucesso do grupo. A SAP Brasil encerrou o 
ano de 2000 com faturamento de R$ 250,2 milhões, e uma base de mais de 380 clientes. 
 
 
 
9 
 
O que é ERP? 
 
ERP é uma arquitetura de software que facilita o fluxo de informações entre todos os departamentos de 
uma empresa e suas atividades, tais comofabricação, logistica, finanças e recursos humanos. 
É um sistema amplo de soluções e informações. Um banco de dados unico, operando em uma 
plataforma comum que interage com um conjunto integrado de aplicações, consolidando todas as 
operações do negócio em apenas um ambiente computacional. 
 
 
 
10 
 
O que é R/3? 
 
R = Real time 
3 = conceito de aplicação em 3 camadas 
O R/3 é um sistema on-line onde é possivel inserir, visualizar e utilizar os seus recursos de forma 
praticamente instantânea. 
As 3 camadas compreendem: 
1. Sistema Operacinal, que servirá de interface do sistema com o usuário. Por exemplo Windows, Linux, 
etc. 
2. Aplicação, onde estão os programas, estruturas e visões 
3. Banco de Dados, onde são gravados efetuvamente os registros. 
 
 
 
11 
 
Modelo de Integração do R/3 
 
O sistema R/3 estabelece novos padrões para software standard com aplicação universal. 
Com base em técnicas de desenvolvimento avançadas, o sistema R/3 possibilita uma integração 
abrangente de processos empresariais, totalmente integradas. 
 
 
 
 
 
12 
 
O que é mandante (Client)? 
 
No R/3 é possivel definir ambientes de trabalho (mandantes), cada qual com a sua funcionalidade, não 
sendo necessário cada ambiente ter seu proprio servidor. 
É comuym existir no mínimo três ambientes: Desenvolvimento, Qualidade e Produção, sendo que pode 
em existir mais ambientes e não necessariamente com estes nomes. 
Desenvolvimento: é o ambiente utilizado para desenvolvimento (programação ABAP), parametrizações 
(funcional), toda e qualquer alteração no sistema deve ser iniciada neste ambiente. 
Qualidade: é onde são realizados testes e validações para posteriormente ser transportada para o 
ambiente produtivo. É o ambiente onde os usuário efetuam as validações solicitadas em sistema. 
Produção: ambiente ativo da empresa, ou seja, o ambiente de Produção. 
 
 
 
13 
 
Metodologia ASAP 
 
É a metodologia utilizada para implementação de projetos segundo um roteiro pré-definido 
 
 
 
Onde temos: 
1) Preparação do Projeto 
2) Business Blueprint 
3) Realização 
4) Preparação Final 
5) Go live & Suporte 
 
 
 
 
14 
 
O que é Business Blueprint? 
 
A função deste documento é descrever os processos de negócia da empresa que está em Projeto. 
Em um Business Blueprint para Projetos você cria uma estrutura de projetos em que os cenários de 
negocios, processos de negócio e as etapas do processo são organizados em uma estrutura organizada. 
Este documento é uma descrição detalhada de seus processos de negocio chamado de AS-IS e as 
melhorias que serão implementadas TO-DO. 
 
 
 
15 
 
O que são Change Requests? 
 
São utilizados para efetuar o transporte de alterações, sejam elas de desenvolvimento ou parametrização 
de um ambiente para o outro. Existem dois tipos de Change Request: 
Workbench: são registradas as modificações efetuadas em objetos do ABAP 
Customizing: são registradas modificações nas configurações do Customizing 
Elas são criadas no momento em que se salva a alteração. 
Possuem uma estrutura de numeração sequencial. 
Havendo necessidade de transporte de uma Change Request existem dois modos possiveis: 
1. entre clientes em diferentes servidores: é necessário efetuar a liberação da request e efetuar o 
transporte 
2. entre clients de mesmo servidor: é necessário apenas efetuar o transporte 
 
Vamos exemplificar: 
Vamos gerar uma nova request através do ícone “Criar ordem” 
 
 
Para salvar uma nova request, o sistema enviará uma tela com informações da mesma. 
 
 
Para consultar, modificar ou liberar a request você pode utilizar as transações: SE09 e SE10 
 
16 
 
SAP Easy Access > Ferramentas > ABAP Workbench > Síntese > Workbench Organizer (SE09) 
SAP Easy Access > Ferramentas > Customizin > IMG > Transporte Organizer (SE10) 
 
Uma request somente pode ser transportada após liberada. 
O transporte de uma request pode ser feito através de algumas transações, como por exemplo a SCC1 e 
STMS. 
SAP Easy Access > Ferramentas > Administração > Administração > Administração de mandantes > 
Funções especiais > Copiar ordem transporte (SCC1) 
SAP Easy Access > Ferramentas > Administração > Transporte > Transport Management System 
(STMS) 
 
 
 
17 
 
O que são SAP Notes? 
 
O R/3 vem como standard com suporte as condições legais de cada país e com as funcionalidades 
necessárias porém quando existem alterações legais ou é necessário a implementação de novas 
funcionalidades se faz necessároa a utilização de SAP Notes. 
SAP Notes nada mais é do que notas de correção. Essas correções são geralmente alterações em objetos 
Standards (ABAP), pequenos desenvolvimentos que corrigem falhas no standard (ABAP), explicações 
de como um processo é tratado no R/3 e parametrizações. 
Para verificá-las acesse o site https://service.sap.com 
 
 
Selecione a opção SAP Support Portal e informe seu usuário e senha. 
 
 
https://service.sap.com/
 
18 
 
Localização Brasil 
 
Localização é descrita dentro do R/3 como a forma que certos dados e processos são tratados em 
determinados países. Existem notas específicas para as características encontradas no Brasil envolvendo 
praticamente todos os modulos do R/3. 
Através desta localização será possivel a configuração de todos os processos específicos para o Brasil, 
como por exemplo a criação do nível organizacional Filial, os códigos de impostos, notas ficais e livros 
fiscais. 
 
 
Nos processos existem impostos de entradas (chamados de suportados) e saídas (chamados de 
liquidados) e os mesmo tem nomenclaturas dependente do idioma / país. 
 
 
 
19 
 
SAP Gui e SAP Logon 
 
É através do LOGON que o SAP R/3 identifica, habilita e registra todas as operações do Sistema. E 
permite o acesso as transações; 
O SAP mantém um log (arquivo) de quem efetuou as transações. Logo pode se rastrear quem executou 
ou alterou um documento; 
É através do logon que o R/3 identifica o perfil do usuário, ou seja, quais são as transações permitidas. 
 
 
 
Os matchcodes são exibidos ao lado de campos, que ao serem clicados exibem listas de entradas 
possíveis para aquele campo. 
 
 
20 
 
 
 
 
 
21 
 
 
 
 
 
 
22 
 
 
 
 
 
 
23 
 
 
 
 
 
É possível utilizarmos a linha de comando para irmos muito mais rápido para a tela ou a transação que 
desejamos executar no SAP; 
 
 
Linha de 
Comando
 
24 
 
 
Favoritos” é uma outra forma de acessar a transação desejada. Você pode filtrar as transações mais 
utilizadas e colocá-las em um menu particular. 
 
 
 
Barra de Status 
 
 
 
25 
 
 
Transações SE16 e SE16N 
 
Você usuará estas transações para acessar as entradas da tabela sem o uso de um programa ABAP. 
Se a tabela possui permissão para manutenção, isto é um atributo de definição da tabela então você 
também poderá criar, modificar ou eliminar dados da mesma. 
A transação SE16 está no menu SAP Easy Access > Ferramentas > ABAP Wrokbench > Síntese. 
A transação SE16N é a versão mais atual da SE16. As funcionalidades são as mesmas, porém as telas 
são diferentes. 
Não existe menu de acesso para a transação SE16N. 
 
 
 
26 
 
SM30 – Atualização de Visão de Tabelas 
 
Você usa esta transação para atualizar e consultar dados das tabelas e também para poder encontrar o 
caminho no Customizing da referida tabela, caso a mesma realmente possua esta entrada. 
É comum utilizarmos as transações SE16 e SE16N para consultar tabelas de dados funcionais e a 
transação SM30 para as tabelas de Customizing. 
 Exemplo 1) 
A tabela T024 contém informações de Customizing dos grupos de compradores. 
Este exemplo ira demonstrar como chegar no Customizing do grupo de compradores através da 
transação SM30. 
Acesse a transação SM30e informe a tabela T024 e depois clique em Customizing. Depois clique em 
continuar sem indiciações de projeto.A tela do customizing será exibida. 
 Exemplo 2) 
A visão V_024 contém informações de Customizing dos grupos de compraadores. 
Este exemplo irá demonstrar como atualizar os dados dos grupos de compradores sem entrar no 
Customizing, ou seja, através da transação SM30. 
Acesse a transação SM30e informe a tabela T024 e depois clique em Customizing. Depois clique em 
continuar sem indiciações de projeto. 
A tela do customizing será exibida para a manutenção. 
Neste caso ao salvar será necessário criar uma change request ou utilizar uma já existente. 
 
 
27 
 
 
 
28 
 
 
 
29 
 
 
 
30 
 
Módulo 1 
Processo de Suprimento e níveis organizacionais 
 
O suprimento externo de materiais baseia-se em um ciclo de atividades gerais incluindo as fases: 
 
 
 
 Determinação das necessidades: O departamento responsável pode transferir manualmente uma 
necessidade de um material para o departamento de Compras, através de uma requisição de Compra. 
 Determinação da fonte de suprimento: O encarregado tem apoio durante a determinação de possíveis 
fontes de suprimento. 
 Seleção de fornecedor: O sistema simplifica a seleção de fornecedores efetuando comparaçoes de 
preços entre as diversas cotações. 
 Processamento de pedido: De modo semelhante às requisições de compra, pode criar pedidos 
manualmente ou fazer com que o sistema os crie automaticamente. 
 Monitorização de pedidos: Você pode monitorar o status de processamento dos pedidos no sistema. 
 Entrada de mercadorias: Recebe e valida o pedido previamente solicitado ao fornecedor. 
 Revisão de faturas: Pagamento de fato da mercadoria adquirida 
 
 
 
31 
 
Estrutura Organizacional 
 
A Estrutura Organizacional é formada por Elementos que representam as visões legais e organizacionais 
de uma companhia. Essas estruturas são integradas no sistema. 
No sistema da SAP, os níveis organizacionais são estruturas que representam as visões legais ou 
organizacionais de uma sociedade. 
 
 
O mandante é uma unidade dentro de um sistema da SAP que é autocontido em termos legais e 
organizacionais e em termos de dados, com registros mestre separados e um conjunto independente de 
tabelas. De um ponto de vista empresarial, o mandante representa um grupo corporativo, por exemplo. 
Ele é definido de uma forma única no sistema através de uma chave numérica de três digitos. 
A empresa é a menor unidade organizacional de contabilidade externa para a qual pode ser replicado 
um sistema de contabilidaee. Representa uma unidade independente que produz seu proprio balanço, por 
exemplo, uma socidedade em um grupo de empresas (mandante). Podemos definir várias empresas em 
um mandante para manter conjuntos separados de saldos contábeis financeiros. Ela é definida no 
sistema por meio de uma chave alfanumérica de quatro dígitos. 
O centro é uma unidade organizacional na logistica que subdivide em empreendimento do ponto de 
vista da produção, suprimento e planejamento de materiais. Ao criar um novo centro pode-se utilizar a 
função de cópia de centro. Nesse processo são consideradas todas as entradas na tabela de centro e todas 
as tabelas de Customizing e de sistema que dependem dela. Ele é definido no sistema por meio de uma 
chave alfanumérica de quatro dígitos. 
O deposito é uma unidade organizacional que permite a diferenciação de estoques de material em um 
centro. Ele é definido no sistema por meio de uma chave alfanumérica de quatro dígitos. 
Uma organização de compras é uma unidade organizacional dentro da logistica que subdivide o 
empreendimento de acordo com as necessidades de compras. 
 
32 
 
Um grupo de compradores é uma chave para um encarregado de compras ou grupo de compradores 
que é responsável por determinadas atividades de compras. 
 
Pedido de Compras 
 
O processo começa com a criação de um pedido de compras através da transação ME21N. Esta 
transação está no menu SAP -> LOGISTICA > ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS > COMPRAS > 
PEDIDO > CRIAR. 
Para simplificar nosso processo iremos assumir que os dados mestres do fornecedor e material já 
existam em nosso sistema. 
O pedido é uma solicitação formal a um fornecedor para suprir mercadoria ou serviços com as 
condições definidas no pedido. No pediddo você determina se o material será fornecedido para estoque 
ou para consumo direto (centro de custo, projeto, imobilizado). A entrada de mercadorias e a revisão de 
faturas são geralmente executadas com base no pedido. 
O pedido pode ser criado com ou sem referência. Esta referência pode ser uma Requisição de Compra, 
Contrato, Solicitação de Cotação ou outro Pedido. 
 
Depois de criado o pedido deverá ser enviado ao fornecedor. Este envio é feito através de mensagens no 
sistema R/3. 
Para criar a mensagem acesse edite o pedido ME22N, clique em mensagens e crie uma nova saida de 
mensagem tipo NEU, Opção 1. 
 
 
 
33 
 
Entrada de Mercadorias 
 
A segunda etapa de um processo de suprimento é a entrada de mercadorias, resultando em um aumento 
do estoque do material e em atualizações no pedido e contabilmente. Sua entrada é baseada em um 
pedido de compras (compra para fornecedor). 
Para efetuar a entrada de mercadorias é necessário informar um tipo de movimento, que é um codigo 
com três caracteres utilizado para distinguir os movimentos de mercadoria (entrada, transferência, 
saida). 
As movimentações de mercadorias são realizadas através da transação MIGO. 
 
 
 
34 
 
Revisão de Faturas 
 
A revisão de faturas conclui o processo de suprimentos em MM, que engloba o pedido e a entrada de 
mercadorias. 
A revisão de faturas faz parte da Administração de Materiais (MM) e é utilizada para entrar faturas e 
notas de crédito. 
Ao lançar a fatura, os dados da fatura são gravados no sistema e é gerado um documento de faturamento 
e um documento contábil. O documento de faturamento é atualizado no histórico do pedido de compras. 
A revisão de faturas não inclui o pagamento. O documento gerado é apenas base para o pagamento que 
será realizado. 
 
 
 
 
35 
 
Módulo 2 
Dados Mestres 
 
Os dados mestres incluem registros de dados que são gravados no banco de dados por longos periodos 
de tempo. Esses registros de dados são gravados de forma centralizada e são utilizados e processados em 
uma base válida para várias aplicações. Evitando assim a redundância de dados. 
O registro mestre de fornecedores, o registro mestre de material e o registro info para compras são os 
dados mestres mais importantes do processo de suprimento. 
Na criação do pedido de compras, dados dos registros mestres existentes são transferidos para os 
documentos de compras como propostos. 
Na criação do pedido de compras por exemplo temos um mix destes dados mestres facilitando sua 
criação e até permitindo a criação de forma automática. 
 
 
 
 
 
36 
 
Dados mestre de fornecedor 
 
O registro mestre de fornecedor contém informações sobre os fornecedores. Estas informações são 
gravadas em registros mestre de fornecedores individuais. Além do nome e endereço do fornecedor 
contem dados como moeda, condição de pagamento, CNPJ, I.E., e-mail contato, dados bancários, etc. 
O registro mestre de fornecedor é subdividido em duas frentes: compras e contabilidade, sendo seus 
dados atualizados por estas frentes. 
 
 
Os dados do registro mestre de fornecedore são subdividos nas seguintes categorias: 
 
37 
 
 
 Dados Gerais: esses dados são válidos para todo o mandante. Incluem o endereço, cnpj, cpf, 
i.e., dados de pagamento. 
 
 Dados da Empresa: dados financeiros como contas contábeis, imposto de renda retido na 
fonte. 
 
 Dados de Compras: moeda, condição de pagamento, grupo de compras, parceiros. 
 
Os dados mestre de fornecedores podem ser atualizados/consultados de três formas: 
VISÃO GERAL -> todos os dados (XK01, XK02, XK03) 
VISÃO FINANCEIRA -> dados financeiros (FK01, FK02, FK03)VISÃO COMPRAS -> dados compras (MK01, MK02, MK03). 
Estas transações serão vistas mais adiante. 
 
 
 
38 
 
Grupo de Contas 
 
Ao criar um registro mestre de fornecedor, é necessário decidir que grupo de contas vai atribuir a este 
fornecedor. O grupo de contas possui funções de controle. Ao atualizar o registro mestre de fornecedor, 
por exemplo, apenas aparecem as telas e os campos que são necessários para a função relevante de seu 
parceiro de negócios, e apenas esses estão preparados para aceitar entradas do usuário. Isto é controlado 
pelo grupo de contas. 
 
 
O grupo de contas determina: 
 O tipo de atribulão de numeros (interna ou externa) e a área de numeros a partir da qual será 
atribuido o numero da conta que o sistema utiliza para identificar o fornecedor. 
 A seleção de campos (que campos estão preparados para entradas de usuários). 
 Esquema de parceiro válido. 
 
Conta Conciliação 
Ao criar um registro mestre de fornecedor, também é necessário atualizar uma conta de conciliação. A 
conta de conciliação é uma conta do Razão, na contabilidade do Razão. Ela representa os compromissos 
da sociedade em relação a vários fornecedores na contabilidade do Razão. 
Na entrrada de fatura, você entra com o fornecedor e o sistema apresenta a conta de conciliação do 
registro mestre de fornecedor. 
 
39 
 
 Registro Mestre de Material 
 
O registro mestre de material é a principal fonte de dados específicos do material de uma empresa. É 
utilizado por todas as áreas da logistica. 
A integração de todos os dados de material em um objeto individual de canco de dados eliminando a 
redundãncia. 
 
 
Os dados gravados no registro mestre de material são necessários para pedidos, lançar movimentos de 
mercadorias, estoque, planejamento. 
O registro mestre de material é subdivido por visões, ou seja, cada departamento seria o “dono” e 
“responsável” por seu cadastro. 
As telas de dados utilizados para processar o material pode ser subdividida em Dados Principais e Dados 
Adicionais. 
Os dados atualizados em uma visão podem ser válidos para diferentes níveis organizacionais. 
 
 
40 
 
 
 
Alguns dados de material são validos para todos os níveis organizacionais. Para que seja possivel 
administrar de modo centralizado os dados de material, sem ser necessário carregar o banco de dados 
com informações redundantes dinstinguindo-se: 
Dados do nível do mandante – dados gerais do material que são válidos para todo a empresa, são 
gravados ao nível de mandante. 
Dados no nível do centro – todos os dados válidos para um centro, e para todos os depositos desse 
centro, são gravados no nível do centro. 
Dados no nível do deposito – todos os dados válidos para um determinado deposito são gravados no 
nível do depósito. 
 
 
41 
 
Criar registro mestre de material 
 
Os dados de um material são estruturados por área de utilização e nível organizacional e são aparentes 
na atualização do registro mestre de material. Ao processar registros mestres de material, é necessário 
repassar por várias telas de diálogo antes de poder salvá-lo e iniciar sua utilização. 
Na primeira tela você define o Setor Industrial a qual este material pertence e o tipo. Referente ao tipo é 
muito importante seu cadastro correto, pois de acordo com o tipo os campos/visões serão 
disponibilizados para cadastro. 
É possivel também criar o material baseado em um outro material já criado. 
 
 
Na segunda tela são definidas as visões que se deseja processar. 
 
42 
 
 
 
Na terceira tela o nível organizacional relevante. 
 
 
Algumas telas não estão integradas à sequencia standard de telas. Só se podem acessar essas telas 
selecionando-as especificamente na barra de menu. 
Os materiais com as mesmas caracteristicas são atribuídos ao mesmo tipo de material. Exemplos de 
tipos de materiais: matéria prima, semi acabado, acabado, consumo produtivo. 
Entre outras coisas, o tipo de material controla: 
 o tipo de atribuição de numero (interna ou externa); 
 os intervalos permitidos; 
 quais as telas que aparecem e em que ordem; 
 que dados específicos do departamento são sugeridos para entrada (nas visões). 
 
 
43 
 
Em conjunto com o centro, o tipo de material determina uma administração de estoques obrigatória de 
um material. 
Além disso o tipo de material determina quais contas são lançadas quando ocorre um registro de entrada 
ou de saida de material em um depósito. 
Vários tipos de materiais são fornecidos como standard. Se sua sua empresa necessitar de mais tipos de 
materiai, você pode definí-los no customizing de acordo com suas necessidades. 
 
 
44 
 
Ampliar registro mestre de material 
 
Depois de criado um determinado material, o mesmo passa a existir no banco de dados. Se algum 
departamento/pessoa necessitar entrar dados não será necessário criar o mesmo registro em duplicidade. 
Para isto basta efetuar a apliação para seu centro/deposito/organização de vendas. 
Utilize a transação Criar mestre de material MM01 para ampliar um registro mestre de material 
adicionando visões ou níveis organizacionais em falta. 
Qualquer modificação feita nos dados do registro mestre de material (criar ou modificar) é registrada em 
um documento de modificação (log), sendo possivel seu rastreamento. 
 
 
 
 
45 
 
Exercícios Modulo 1 e 2 
 
Exercício 1: Fundamentos de Entrada de Pedido 
 
Tarefa 1: Criar um pedido de compras 
1. Crie um pedido de compras de 100 unidades do material MATMM-001 para o fornecedor FORN-001 
com o centro CE01 e depósito 0001. 
 
Documento no. _________________________ 
 
 
Tarefa 2: Exibir um pedido de compras 
1. Exiba o pedido de compras criado na tarefa anterior. 
 
 
 
 
46 
 
Exercício 2: Fundamentos de Entrada de Mercadoria 
 
Tarefa 1: Efetuar entrada de mercadoria e exibir documento 
1. Efetuar entrada de mercadorias em estoque de utilização livre no depósito 0001 e centro CE01 com 
referência ao pedido criado no exercício anterior. 
Documento no. _________________________ 
 
 
2. Exibir documento de material para entrada de mercadorias. 
 
 
47 
 
Exercício 3: Fundamentos de Revisão de Faturas 
 
Tarefa 1: Revisão de Faturas 
1. Efetuar entrada de fatura do pedido criado anteriormente. 
Documento no. _________________________ 
 
 
2. Exibir documento de faturamento que foi criado. 
 
 
48 
 
Exercício 4: Registro mestre de fornecedor 
 
Tarefa 1: Atualização do registro mestre de fornecedor 
1. Crie um registro mestre de fornecedor FORN-0xx (onde XX é o seu número) conforme dados abaixo: 
Empresa: 1000 
Organização de Compras: 1000 
Grupo de Compras: ZFNA 
Nome: FORNECEDOR TESTE 0xx 
Termo de Pesquisa: FORN-0xx 
Rua/No: RUA 
Cidade: CIDADE 
Pais: BR 
Idioma: BR 
Conta de Conciliação: 160000 
Condição de pagamento: 0002 
Moeda do Pedido: BRL 
 
Documento no. _________________________ 
 
 
 
 
49 
 
Exercício 5: Registro mestre e material 
 
Tarefa 1: Criar um registro mestre de material 
1. Crie um registro mestre de material MATMM-0XX conforme dados abaixo: 
Setor Industrial: M Engenharia Mecânica 
Organização de Compras: 1000 
Tipo material: ROH Matéria-prima 
 
2. Crie as visões Dados basicos 1, compras, Texto pedido pedido compras, Dds. Gerais 
centro/armazenamen1. Para centro CE01 e depósito 0001. 
 
3. Preencha os campos abaixo: 
Dados básicos 1 
Material: MATERIAL PARA TESTE MM 0XX 
Unidade de medida básica: UM 
Grupo de mercadorias: 003 
Peso bruto: 4 
Unidade de peso: KG 
Peso liquido: 3,8 
 
Compras 
Grupo de compradores: X01 
Chave valores de compra: 1 
Tempo processamento EM: 1 
 
Textos breves 
Idioma: PT 
Texto breve material: MATERIAL PARA TESTE MM 0xx 
 
Dds. Gerais centro / armazenam.1 
Posição no deposito: C01 
 
Tarefa 2: Exibir um registro mestre de material 
1. Exiba o registro mestre de material MATMM-0xx selecionando asvisões criadas. 
 
50 
 
Tarefa 3: Modificar um registro mestre de material 
1. Modifique o registro mestre de material MATMM-0xx selecionando a visão Contabilidade para o 
centro CE01 conforme dados abaixo: 
 
Classe de avaliação: 3000 
Preço médio móvel: 80 
 
 
51 
 
Módulo 3 
Compra para Consumo e Requisição de Compra 
 
No sistema da SAP, subentende-se como compra para consumo materiais que são comprados 
diretamente para um objeto de classificação contábil. 
Quando um material é suprido diretamente para consumo, não é necessário um registro mestre de 
material. Em ligação com os materiais de consumo, é possivel fazer distinção entre os seguintes casos: 
 material de consumo sem registro mestre de material 
 material de consumo com registro mestre de material 
 material de consumo com registro mestre de material sujeito a adm. Estoque 
no caso de materiais sem um registro mestre, o tipo de material contra a administração de estoques, que 
deve ser efetuada com base no valor. Como predefinição, os seguintes tipos de materiais existem como 
materiais de consumo. 
- UNBW (material não avaliado) > este tipo de material é administrado em uma base de quantidade, 
mas não em uma base de valor. Isso faz sentido para materiais com baixo valor, cujos estoques devem 
ser ainda assim monitorados. 
- NLAG (material não estocável) -> este tipo de material não é administrado em uma base de 
quantidade nem em base de valor. 
Pode-se assim entrar uma classificação contábil para cada item de um documento de compra externo ou 
requisição de compra, se destinar a consumo direto. No entanto, em determinados casos, a classificação 
contábil é obrigatória. É NECESSÁRIO entrar uma classificação contábil para um item nas seguintes 
circunstâncias: 
a) se um material não estiver sujeito a administração de estoques baseada em valor, ele é pedido e seu 
valor é lançado diretamente no consumo. 
b) se for pedido um artigo para o qual não existe um registro mestre de material. 
c) se for pedido um serviço externo. 
 
 
 
52 
 
Categoria de classificação contábil 
 
Para suprir um material como consumível, tem que indicar uma categoria de classificação contábil e 
outros dados de classificação contábil no item do documento relevante de requisição. 
 
 
A categoria de classificação contábil determina a categoria do objeto de classificação contábil que será 
cobrado, que dados de classificação contábil devem ser fornecedos e que contas são debitadas quando se 
lançar a entrada de mercadorias ou a fatura. 
 Classificação contábil K (Centro de Custo) 
Ao efetuar uma atribuição a um centro de custo, tem de entrar o numero de conta do razão da 
conta de consumo e o centro de custo para o qual o material está sendo suprido, na tela de dados 
de classificação contábil. 
 
 Classificação contábil A (Imobilizado) 
Se utilizar a categoria de classificação contábil A, tem de entrar o numero do imobilizado na tela 
de dados de classificação contábil. O sistema determina automaticamente a conta do razão a ser 
debitada a partir do numero do imobilizado. 
 
 
53 
 
 
 
 
 
54 
 
Processo de suprimento para consumo 
 
Na figura abaixo o processo de suprimento para material estocável e de consumo são exibidos em 
relação à classificação contábil. 
Para o material estocável, tem de existir um registro mestre de material. Não se indica uma categoria de 
classificação contábil no pedido. Os dados de classificação contábil são determinados a partir do registro 
mestre de material (classe de avaliação). O valor de estoque é lançado em uma conta de estoque no 
momento da entrada de mercadorias. Em consequência, o valor do estoque e a quantidade em estoque 
são atualizados no registro mestre de material. 
 
 
 
55 
 
 
 
 
 
 
 
 
56 
 
Requisição de Compra 
 
No suprimento, as requisições internas de materiais ou serviços acionam um processo de suprimento. 
As requisições de compra são documentos internos para solicitar ao seu departamento de compras, o 
suprimento de determinada quantidade de um material ou serviço em uma data específica. É possivel 
criar uma requisição de compra direta ou indiretamente. 
“diretamente” significa que a requisição de compra é criada manualmente no departamento 
determinando manualmente a quantidade, material, data. 
“indiretamente” é criada automaticamente pelo SAP. As requisições de compra podem ser criadas 
automaticamente como se segue: no MRP; Ordens de Manutenção; Ordens de Produção; Diagrama de 
Rede. 
As requisições de compra também podem ser criadas pelo SCM (Supply Chain Management) ou SAP 
Enterprise Buyer. 
 
 
 
57 
 
Criação de uma requisição de compra 
 
Nas transações de criação, modificação ou exibição de uma requisição de compra (ME51N, ME52N, 
ME53N)existem transações em tela única, tal como no pedido. 
Os dados de cabeçalho da requisição de compra consiste agora em uma nota de cabeçalho. Caso a 
estratégia de liberação geral for ativada, a mesma será exibida ao lado da nota de cabeçalho. 
 
 
 
58 
 
 
 
 
 
 
59 
 
Entrada de classificação contábil 
 
Se quiser requisitar materiais ou serviços diretamente para um objeto de classificação contábil, por 
exemplo, para seu centro de custo ou para ativo, você deve indicar a categoria da classificação contábil 
correspondente na sintese de ítens. Isto significa que você deve entrar dados adicionais de classificação 
contábil nos detalhes de item, na aba Classificação contábil. 
 
 
Se você não souber para qual objeto de classificaçãocontábil o material está sendo suprido quando criar 
a requisição de compra, você pode utilizar a categoria de classificação contábil U (desconhecida) na 
requisição de compra. Depois, já não precisa mais entrar outros detalhes de classificação contábil. 
A categoria de classificação contábil U é permitida em pedidos para serviços externos e pedidos 
limitados. 
 
 
60 
 
 
Ao criar um item da requisição de compra para material avaliado, o preço de avaliação é obtido do 
registro mestre de material. Para material não avaliado ou sem um registro mestre, o requisitante tem de 
entrar manualmente o preço da avaliação. 
 
 
 
61 
 
Conversão da Requisição de Compra em Pedido 
 
Após ter criado a requisição de compra, a mesma deve ser convertida em um documento de compras 
pelo Departamento de Compras. O documento de compras pode ser um pedido, uma solicitação de 
cotação, contrato ou divisão de remessas. 
Antes da conversão de um item da requisição de compra, você pode atribuir uma fonte de suprimento ao 
item. 
As fontes de suprimento são atribuídas no nível do item, na requisição de compra, e não no nível do 
cabeçalho. 
Você pode atribuir fontes de suprimento a um item da requisição de compra, de diferentes formas: Por 
exemplo, pode-se entrar uma fonte de suprimento ao criar ou modificar um item da requisição de 
compra, no cabeçalho da Fonte de Suprimento. Para determinar a fonte de suprimento, utilize a 
determinação automática da fonte de suprimento. 
 
62 
 
 
Com uma fonte de suprimento, pode-se converter, manual ou automaticamente, um item da requisição 
de compra em um pedido. O sistema copia o fornecedor da fonte de suprimento para a requisição de 
compra. 
Se ainda não tiver sido atribuída uma fonte de suprimento ao item da requisição de compra, ainda é 
possivel criar um pedido com referência a este item da requisição de compra. Neste caso, tem que entrar 
manualmente o fornecedor no pedido. 
 
 
 
 
63 
 
 
Entrada de mercadorias avaliadas e não avaliadas 
 
A classificação contábil, entrada no pedido afeta a contabilização do processo de compras. Por exemplo, 
uma conta de consumo é utilizada para lançamento,e nãouma conta de estoque. 
 
 
Outra diferença entre entre o suprimento de material estocável e o suprimento de material de consumo é 
que neste últimopode-se decidir se a entrada de mercadoria será avaliada ou não avaliada para itens do 
pedido com classificação contábil. 
Se decidir por uma entrada de mercadoria não avaliada, não ocorrem lançamentos na Contabilidade no 
momento da entrada de mercadorias. A entrada de mercadorias não avaliada é essencial para itens com 
várias classificações contábeis. A contabilização neste caso ocorrerá somente no lançamento da fatura. 
 
 
 
64 
 
Categoria de Item em Compras 
 
A categoria do item lhe permite descrever diveresos processos de compras. 
As categorias de item são utilizadas em todos os documentos de compras. O tipo de documento 
determina que categorias dos itens estejam disponíveis para seleção. Você pode utilizar diferentes 
categorias dos itens para os itens individuais de um documento de compras. 
 
Você pode modificar a descrição breve das categorias dos itens individuais no customizing de 
Administração de materiais > Compras > Determinar representação externa das ctgs. Item. 
Nesta configuração também é possivel verificar os controles exatos da categoria do item, porém, não 
pode modificá-los. 
A categoria do item indica se um item pode ou deve possuir um numero de material, uma classificação 
contábil, uma entrada de mercadorias e/ou uma entrada de faturas. 
 
 
 
65 
 
Modulo 3 
Exercício 6: Processamento de Requisição de Compras 
 
Tarefa 1: Processamento de requisição de compras 
1. Crie uma requisição de compras com dois itens conforme dados abaixo: 
 Texto breve: MATERIAL PARA TESTE MMxx 
 Quantidade: 1 
 Unidade: UN 
 Grupo de mercadorias: 00107 
 Grupo de compradores: X01 
 Preço de avaliação: 520 BRL 
 Material: MATMM-0xx 
 Quantidade: 5 
 Centro de custo: 4100 
 
 
2. Exiba a requisição de compra criada. 
 
 
 
66 
 
Exercício 7: Converter Requisição de Compras em Pedido de Compras 
 
Tarefa 1: Criar pedido de compras com referência a requisição de compras 
1. Crie um pedido de compras para o fornecedor FORN-001 com referência a requisição criada. 
 Categoria de classificação contábil: K 
 Data de remessa: 01/03/2014 
 Requisitante: REXX 
 Centro: CE01 
 
 
 
 
67 
 
Módulo 4 
Solicitação de Cotação / Cotação 
 
Uma das tarefas do departamento de compras é converter as necessidades de materiais ou serviços em 
pedidos de compras. 
Uma ação de solicitação de cotação com vários fornecedores é uma forma de determinar uma fonte de 
suprimento. 
 
 
Os fornecedores nos enviam suas cotações. As recusas de preços, condições ou datas de remessa são 
entradas diretamente na solicitação de cotação, 
Você pode determinar os itens ou a cotação mais favorável através de uma comparação de cotações. 
 
Número Coletivo 
 
Você pode ligar várias solicitações de cotação que se pertençam utilizando um número coletivo. Entre o 
número coletivo nos dados do cabeçalho da solicitação de cotação. 
É possivel selecionar suas solicitações de cotação e cotações com o número coletivo. 
O numero coletivo pode ter um máximo de dez caracteres e pode ser alfanumérico. 
Condições em Compras 
 
 
68 
 
Condições são convenções estipuladas com os fornecedores referentes a preços, deduções, sobretaxas e 
descontos, e assim por diante. 
As condições podem ser atualizadas na entrada de cotações, registros info, contratos básicos e pedidos. 
O preço líquido e efetivo em um documento de compras são determinados com base nessas condições. 
 
 
Os seguintes tipos de condições são utilizados em compras: 
 As condições de um contrato se aplicam a todas as solicitações sobre contrato criadas com 
referência a esse contrato. 
 As condições de um registro info para compras se aplicam a todos os itens de pedido que 
contenham o material e o fornecedor indicados no registro info para compras. 
 Com condições “gerais”, também é possível exibir acordos sobre preços que não se aplicam 
somente a cotações individuais, contratos básicos, pedidos ou registros info. 
 
Dependência de tempo das Condições 
 
As condições dependentes do tempo são válidas durante um determinado periodo de tempo. Com 
condições dependentes do tempo, você não pode determinar um período de tempo de validade. A 
validade corresponde à do documento de compra em questão. 
 
69 
 
 
 
As condições em registro info e contrato são condições dependentes do tempo. As condições nos 
pedidos são sempre condições independentes do tempo. 
As condições para os programas de remessa e cotações de maneira standard são condições dependentes 
do tempo. 
Para condições dependentes do tempo, você pode criar escalas para determinação de preço e mapear a 
dependência do preço em relação à quantidade, por exemplo. 
 
Tipo Condição e Esquema de Cálculo 
 
Os diferentes “fatores de preço” como o preço bruto, descontos, custos de frete, alfândega e impostos 
são mapeados usando tipos de condições. 
O tipo de condição determina o modo como o fator de preço é calculado. Você pode selecionar entre 
absoluto, percentual ou dependente da quantidade. O tipo de condição também é utilizado para definir a 
grandeza de referência de escalas. A escala pode referir-se à quantidade, ao valor do item ou ao peso. 
Uma sequencia de acesso pode ser atribuída a um tipo de condição. A sequência de acesso é uma 
estratégia de pesquisa usada para definir a sequencia em que são lidos os registros de condição de um 
tipo de condição. 
Os tipos de condições que desempenham uma função na determinação de preço estão agrupados em um 
esquema de cálculo. O esquema de cálculo oferece uma estrutura para a determinação de preços. 
 
70 
 
Sequência condições 
 
O esquema de cálculo determina o seguinte: 
 Os subtotais. Para condições dependentes do tempo, não são formados subtotais 
 Até que ponto é possivel o processamento manual da determinação de preço 
 A base sobre a qual o sistema calcula as sobretaxas e descontos em percentuais 
 Os pré-requisitos que precisam ser preenchidos para que um determinado tipo de condição seja 
considerado 
Você pode definir diveresos esquemas de cálculo, por exemplo, para as organizações de compras e 
fornecedores individuais. 
As configurações dos esquemas de cálculo para compras IMG > Administração de Materiais > 
Compras > Condições > Determinar determinação de preço > Determinar esquema de cálculo 
 
Criação de solicitações de cotação 
 
Para solicitar cotações a vários fornecedores é necessário primeiro criar o documento de solicitação de 
cotação para cada fornecedor. 
Para racionalizar o processo de entrada entre primeiro com os dados que são identicos em todos os 
documentos (material, quantidade, data). Em seguida efetue atribuição dos fornecedores. 
Abaixo segue o fluxo das etapas mais importantes para criação manual de uma solicitação de cotação. 
 
71 
 
 
 
Na tela SAP Easy Access, selecione Logistica > Administração de materiais > Compras > Solicitação 
de Cotação/cotação > Solicitação de Cotação > Criar (ME41) 
 
Entre as informações solicitadas nesta tela, como por exemplo: o tipo de solicitação de cotação, o prazo 
para apresentação da cotação, a organização de compras e o grupo de compradores. 
Se desejar solicitar cotações para materiais de vários centros, então você não deve entrar um centro nos 
valores propostos para os itens. 
Entrar um numero coletivo nos dados de cabeçalho. 
Na sintese de itens entre com os materiais desejados, com as quantidades e datas de remessa. 
É possivel solicitar cotações para materiais com e sem registro mestre de materiais. Se não existir 
registro mestre para um material, deixe o campo do numero de material em branco e entre apenas com 
um texto breve. 
Na tela Endereço do Fornecedor, entre o numero do fornecedor. O sistema copia então os dados do 
endereço a partir do registro mestre de fornecedor. 
Grave a solicitação de cotação. Neste momento a tela fica disponível para entrar com outro fornecedor 
para gravandoassim uma segunda solicitação de cotação. Seguir este procedimento para todos os 
forneceddores que deverão participar da cotação. 
 
 
 
72 
 
Comparação de Preço 
 
A cotação contém os preços e as condições de um fornecedor para os materiais ou serviços indicados na 
solicitação de cotação. No sistema, uma solicitação de cotação e uma cotação são os mesmo documento. 
 
 
Você pode entrar e comparar os preços da cotação em uma compração de preço de cotação. A 
comparação de preços de cotação exibe a melhor cotação para cada material. O sistema também 
determina a melhor cotação em termos globais. 
Pode-se definir um copigo de recusa para os itens da cotação que não lhe interessam. O sistema pode 
gerar então uma carta de recusa para os fornecedores. 
 
 
 
73 
 
Criação de Pedido com referência 
 
O processo de suprimento geralmente consiste em pelo menos três etapas: pedido, entrada de 
mercadorias e entrada de faturas. No entanto, podem existir mais etapas anteriores à criação do pedido. 
As requisições de compra e a determinação de uma fonte de suprimento em uma solicitação de 
cotação/cotação podem anteceder o pedido. 
Podemos criar um pedido referenciando uma solicitação de cotação/cotação, uma requisição de compra, 
um contrato ou pedido de compra 
 
 
Na transação ME21N, ativar a sintese de documentos para facilitar a criação de um pedido com 
referência. 
Para cada item o sistema atualiza o numero do documento e de item do modelo a ser copiado. 
Para criar um pedido com referência a outro documento, também é possivel entrar diretamente o numero 
do documento e o número do item, na síntese de itens, no campo correspondente do pedido. 
Na sintese de documentos é possivel exibir os diferentes documentos de compras de que se necessita. 
Para exibir um pedido ou uma requisição de compra a partir da sintese de documentos, basta clicar duas 
vezes no item relevante. 
Utilize a variante de seleção para decidir que documentos deseja selecionar. Será apresentada uma tela 
de seleção, onde pode-se limitar a busca. 
 
 
74 
 
Registro Info para Compras 
 
O registro info para compras fornece a opção de gravar informações sobre um fornecedor e um material 
com dados mestre no nível da organização de compras e do centro. 
Você pode definir as informações a seguir em registro info: 
 condição e preço atual e futuro 
 dados de remessa 
 dados de fornecedor 
 numero do ultimo pedido 
 codigo imposto 
 textos 
 
 
O registro info para compras é uma importante fonte de informação para o encarregado de compras. 
Também pode utilizar as exibições de lista dos registros info para determinar quais fornecedores 
oferecem um determinado material ou quais materiais podem ser supridos por determinado fornecedor. 
Um registro info para compras pode ser válido no nível da organização de compras e no nível do centro. 
Para gravar condições no nível do centro deve ser indicado no customizing em IMG > Administração 
de Materiais > Compras > Condições > Determinar controle da condição a nível de centro. 
Existem várias opções para a criação de um registro info para compras. 
 
75 
 
Pode-se criar ou modificar manualamente um registro infor para uma organização de comrpas ou um 
centro. No menu SAP Easy Access, selecione Logistica > Administração de Materiais > Compras > 
Dados mestre > Registro Info > Criar ou Modificar. 
Na primeira tela é necessário entrar com o fornecedor, material. Nas telas de dados seguintes, entre 
manualmente com os dados necessários. 
O registro info também pode ser criado ou atualizado automaticamente definindo o codigo atualizalição 
de registro infro quando se atualiza uma cotação, pedido ou contrato básico. 
No pedido (transações ME21N, ME22N, ME23N) o código Atualização de registro info possui duas 
caracteristicas para atualização, ou seja, contra se um registro info é atualizado ou não. 
A atualização de registro info possui quatro caracteristicas: 
1) “ “ O registro info não é atualizado nem criado 
2) “A” Se existir um registro infro no nível do Centro este é atualizado 
3) “B” Se forem permitidas condições de centro para o centro é atualizado ou criado a nivel centro 
4) “C” Se não forem necessárias condições de centro para o centro é atualizado ou criado a nível de Org 
Compras. 
 
 
76 
 
Avaliação do Material 
 
Na maioria dos movimentos de mercadorias em Administração de estoques, a quantidade em estoque e 
os valores de estoque variam. Nas entradas de mercadorias, o valor do estoque aumenta; nas saídas o 
valor do estoque diminui. 
A quantidade e o valor do estoque do material e o preço do material são atualizados no registro mestre 
de material. Sendo assim, também necessita de um registro mestre de material em depósito. 
A avaliação do material determina e atualiza o valor do estoque de um material. A formula a seguir é 
utilizada para calcular o valor do estoque. 
VALOR DO ESTOQUE = QUANTIDADE EM ESTOQUE * 
PREÇO DO MATERIAL 
 
Durante a avaliação de um movimento de mercadorias são atualizados no registro mestre de material, nã 
apenas o valor total e, se necessário, o preço de avaliação, mas também as contas de Contabilidade. A 
avaliação do material demonstra a ligação existente entre MM e FI, porque a avaliação do material 
acessa as contas do razão em contabilidade financeira e as atualiza. 
A avaliação de material adapta-se às necessidades da empresa por meio da configuração em sistema. 
Para esta configuração definem-se questões como: Em que níves são avaliados os materiais ? Que tipo 
de movimento de mercadoria são relevantes para avaliação? Que contas recebem lançamentos durante 
uma transação. 
 
 
 
77 
 
 
A área de avaliação é o nivel organizacional em que o material é avaliado. Você pode decidir se a área 
de avaliação é determinada no nuvem de empresa ou centro. 
 Área de avaliação = empresa 
Os dados de avaliação de um material são criados separadamente para cada empresa. O controle de 
preço e o preço de avaliação de um material são válidos para cada empresa. Assim, o material é avaliado 
de modo coerente em todos os centros de uma empresa. 
 
 Área de avaliação = centro 
Os dados de avaliação de um material são criados para cada centro. O controle de preço e o preço de 
avaliação de um material são válidos para cada centro. Assim, o mesmo material pode ser avaliado de 
modo diferente em centros diferentes. 
 
A SAP recomenda a avaliação do material a nivel de centro. A avaliação do nível de centro é obrigatória 
se deseja utilizar os componentes de Planejamento ou Custos. 
A definição do nível de avaliação em customizing é uma opção fundamental e é muito difícil de 
inverter. 
Esta configuração é feita no IMG > Estrutura do Empreendimento > Definição > Logistica Geral > 
Determinar nível de avaliação. 
o tipo de material criado determina se o material deve ser ou não avaliado. O tipo de material controla se 
o estoque dever ser administrado em quantidade ou valor. 
Na determinação automática de contas, o sistema da SAP trabalha com classes de avaliação. A classe de 
avaliação é utilizada para determinar qual a conta de estoque que deve ser atualizada durante os 
movimentos de mercadorias de um material. 
É possivel usar a classe de avaliação para combinar materiais para a atribuição de contas do razão. A 
classe de avaliação é atualizada na visão Contabilidade no registro mestre de material. 
 
78 
 
 
 
O processo de controle de controle de preço definido no registro mestre de material determina o valor 
utilizado para avaliar a entrada de mercadorias de um material. A avaliação do material pode ser 
executada de acordo com o preço standard (preço S) ou com o prelo médio móvel (preço V). 
O sistema calcula automaticamente o preço médio móvel para todos os movimentos de mercadorias. 
Preço médio móvel = valor total do estoque / quantidade 
total de estoques 
 
Quaisquer diferençasem relação ao preço do pedido que ocorram durante a entrada de faturas são 
lançadas diretamente na conta de estoque durante a cobertura do estoque, e o sistema determina um 
novo preço móvel. 
 
 
 
79 
 
Contabilizações 
 
Durante a entrada de mercadoria o sistema atualiza o valor e quantidade em estoque com o preço 
standard. Atualiza a conta de compensação EM/EM com o preço do pedido. Lançando a diferença do 
valor entre o preço do pedido e o preço standard na conta de diferença de preço. 
Quando a fatura recebida é lançada a conta de compensação EM/EF é compensada com o preço do 
pedido. A conta do fornecedor (credor) é atualizada com o preço da fatura. Ele lança a diferença entre o 
preço dafatura . Ele lança a diferença entre o preço do pedido e o preço da fatura na conta “Receita por 
diferenças de preço”. Não modifica o valor total do estoque. 
 
 
Durante a entrada de mercadorias, o sistema atualiza o valor do estoque, a conta do estoque e a conta de 
compensação EM/EF com o preço do pedido. O preço médio móvel é recalculado com base no novo 
valor do estoque: Preço V (por cada unidade de medida base) = valor total / estoque total. 
Quando a fatura recebida é lançada a conta de compensação EM/EF é compensada com o preço do 
pedido. A conta do fornecedor (credor) é atualizada com o preço da fatura. O sistema lança a diferença 
entre o preço do pedido e o preço da fatura na conta de estoque. Ele calcula novamente o valor do 
estoque com base no prelo da fatura. 
O sistem adetermina novamente o preço médio movel com base no valor do estoque modificado. 
Se a quantidade em estoque na entrada da fatura for menor do que a quantidade da fatura o sistema lança 
parte da diferença em conta “Despesa/receita por diferença de preço”, em vez de lançar na conta de 
estoque. 
 
80 
 
 
 
 
 
81 
 
Tipos de estoque, avaliação e entrada de mercadoria 
 
Para simplificar o trabalho diário com Administração de estoques, várias funções e relatórios contêm 
informações detalhadas sobre todos os materiais e seus dados de estoque. 
A visão geral de estoqaue é uma análise que fornece informações sobre a situação do estoque de um 
material. 
Os estoques de material são exibidos na visão geral de estoques para cada nível organizacional 
individual. As quantidades lançadas para determinado tipo de estoque são totalizadas para cada unidade 
organizacional. 
É possivel exibir a visão geral de estoques para lotes / tipo de avaliação e estoques especiais e também 
centro e depósito. 
 
Na entrada de mercadoria, você decide qual o tipo de estoque para o qual é lançada uma quantidade. O 
tipo de estoque é relevante para determinar o estoque disponível no MRP, e é utilizado para retiradas na 
Administração de estoques. 
É possivel lançar uma entrada de mercadoria para o depósito em três tipos de estoque: 
 Estoque de utilização livre 
 Estoque de controle de qualidade 
 Estoque bloqueado 
Não confunda o tipo de estoque avaliado “estoque bloqueado” com o estoque bloqueado na entrada de 
mercadorias. 
No pedido e no mestre de material, você pode planejar se o material deve ser lançado no estoque de 
controle de qualidade. 
No recebimento das mercadorias, você escolhe o tipo de estoque para o qua será lançado o material. 
 
82 
 
Você pode entrar um código de estoque no nível do item para a entrada de mercadoria, permitindo-lhe 
distinguir entre os vários tipos de estoque. 
Só se pode lançar retiradas para consumo do estoque de utilização livre. 
Do estoque de controle de qualidade e do estoque bloqueado, você só pode retirar uma amostra, colocar 
uma quantidade em refugo ou lançar uma diferença de inventário. 
 
 
Se deseja retirar mercadorias do estoque bloqueado ou do estoque de controle de qualidade para 
consumo é preciso antes executar uma transferência do estoque de utilização livre. O tipo de movimento 
é utilizado para controlar os tipos de estoque envolvidos na transferência. 
Na execução de uma transferência, o tipo de estoque, o número do lote ou o número do material é 
modificado. Uma transferência também pode envolver uma transferência física de estoque real. 
Tal como para todos os movimentos de mercadorias, o sistema também cria um documento de material 
durante as transferência para exibir a movimentação no sistema. 
O sistema só gera documentos contábeis se ocorrerem uma modificação na avaliação (ex. Transferência 
entre centros). 
 
 
83 
 
 
 
O documento é o comprovante da ocorrência de uma transação que envolve a movimentação do 
material, modificação no estoque. Os documentos são gravados no sistema e um documento de material 
é gerado. 
Assim que um movimento de mercadorias é lançado, as quantidades, o material, o tipo de movimento e 
o nível organizacional não podem mais ser modificados. Se desejar corrigir erros, primeiro cancele o 
documento incorreto e depois gere o novo documento. Porém é possivel alterar os textos do documento 
de material através da transação MB02 que modifica o documento de material. 
O documento de material consiste em um cabeçalho do documento e em pelo menos um item. A 
informação do cabeçalho inclui a data de lançamento e o nome do autor. O sistema registra a quantidade 
do material que é lançada em um depósito de um centro, nó nível do centro. 
O documento contábil registra os efeitos dos movimentos de material sobre as contas. O cabeçalho do 
documento contém dados gerais, como a data do documento, a data de lançamento, o período de 
lançamento e a moeda do documento. 
No nível do item, são registrados os números da conta do Razão e os montantes associados lançados. 
Os documentos contábeis e de material são documentos independentes. É possível identificar o 
documento de material pelo seu numero e ano. 
O documento contábil pode ser identificado de modo exclusivo pela empresa, pelo seu número e pelo 
exercício. 
A empresa em que é lançado o documento contábil é obtida no centro em que ocorre o movimento de 
mercadorias. 
 
 
84 
 
Revisão de Faturas e Custos Complementares 
 
Quando entra um fatura utilizando a Revisão de Faturas (Logistica) é gerado um documento contábil 
(documento de FI) além do documento de faturamento (documento de MM). Deste modo, quando a 
fatura é lançada, as informações de pagamento são encaminhadas para a contabilidade financeira e são 
atualizadas várias contas. 
O sistema determina automaticamente que montantes têm de ser lançados em que contas. 
No entanto o documento contábil também pode continuar sendo processado por sistemas distribuídos ou 
externos. 
 
O documento de faturamento consiste em um cabeçalho de documento e em pelo menos um item. As 
informações do cabeçalho incluem o credor (emissor da fatura), a data de lançamento e o nome da 
pessoa que criou o documento. Os dados do item indicam qual o montante cobrado por qual quantidade 
de um material. 
O documento contábil exibe os efeitos da entrada da fatura na contabilidade. O cabeçalho do documento 
contém dados gerais, como a data do documento, a data de lançamento, o período de lançamentos e a 
moeda do documento. 
Os numeros das contas do Razão e os montantes associados lançados são registrados no nível do item. 
 
85 
 
 
 
Custos complementares de aquisição 
 
É possivel distinguir entre custos complementares de aquisição planejados e não planejados. Os custos 
complementares de aquisição planejados podem ser divididos de acordo com a origem, em custos de 
frete e custos alfandegários. 
Os custos complementares de aquisição planejados são acertados antecipadamente com o proprio 
fornecedor, o agente de frete ou a transportadora, ou o posto alfandegário, e registrados por meio de 
diversos tipos de condições, quando o pedido é criado. 
Quando a engtrada de mercadoria é lançada, são efetuados em simultâneos lançamentos em contas de 
compensação especiais. Estas entradas são depois compensadas quando afatura é recebida e lançada. 
A vantagem dos custos complementares de aquisição planejados é que eles são incluídos na avaliação de 
um material no momento da entrada de mercadorias. O sistema só executa o “debito posterior” no 
momento em que a fatura é recebida, se os custos complementares de aquisição faturados forem 
diferentes dos planejados. 
 
 
86 
 
Relatório e Análise 
 
Em um ambiente operacional, você gera uma vasta gama de documentos incluindo documentos de 
compra, material, faturamento e contábil. 
Os documentos são lançados no sistema e gravados em tabelas de banco de dados. Os relatórios 
standard permitem a você avaliar esta informação de documento. 
O SAP List Viewer e o ALV Grid Control padronizam e simplificam o processamento de listas nos 
sistemas da SAP. 
O ALV Grid Control é utilizado em exibições de lista e também em outras transações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
87 
 
Modulo 4 
Exercício 8: Processamento de Solicitação de Cotação e Cotação 
 
Tarefa 1: Processamento de solicitação de cotação 
 
1. Crie solicitações de cotação de 100 unidades do material MATMM-0xx para os fornecedores FORN-
0XX e FORN-002 conforme dados abaixo: 
 Prazo de apresentação da cotação: 10.05.2014 
 Organização de compras: OC01 
 Grupo de compradores: X01 
 Data de remessa: 01.05.2014 
 Empresa: 1000 
 RFQ coletiva: SCxx 
 
 
Tarefa 2: Processamento de cotação 
 
1. Insira os dados de cotação recebidos dos fornecedores conforme dados abaixo: 
 Fornecedor: FORN-0xx 
Data de remessa: 01.05.2014 
 Preço bruto: 90 BRL 
 Desconto preço bruto: 15% 
 Fornecedor: FORN-002 
 Data de remessa: 01.06.2014 
 Preço bruto: 82 BRL 
 Desconto preço bruto: 10% 
 
 
2. Comparar preços utilizando o numero SCxx e organização de compras OC01 para avaliar qual o 
fornecedor mais favorável. 
 
3. Altere a data de remessa da cotação do fornecedor FORN-0xx para 05.12.2014. 
 
4. Recuse a cotação para o fornecedor FORN-0xx. 
 
 
88 
 
Exercício 9: Processamento de Pedido de Compras 
 
Tarefa 1: Entrada de pedido de compras 
 
1. Crie um pedido com referência a solicitação de cotação 6000000001 para o centro CE01. 
 
 
89 
 
Exercício 10: Atualizar Registro Info de Compras 
 
Tarefa 1: Exibir, modificar e analisar registro info de compras 
 
1. Exiba o registro info de compras para o material MATMM-0xx e organização de compras OC01. 
Grave o nome variante como Xxx e o significado como Solicitação de Cotação XX. 
 
2. Modifique o código Atualização de registro info para C nas cotações referentes ao material 
MATMM-0xx. 
 
3. Exiba novamente o registro info criado para o material MATMM-0xx e organização de compras 
OC01. 
 
4. Modifique o registro info do material MATMM-0xx e fornecedor FORN-002 conforme dados 
abaixo: 
 Prazo de entrega previsto: 10 
 Quantidade mínima: 50 
Válido desde: 01.01.2014 
 Válido até: 30.06.2014 
Deconto bruto: 15% 
 
 
90 
 
Módulo 5 
Aquisição de Serviços 
 
A figura abaixo mostra todas as etapas possiveis que podem ocorrer na aquisição de serviços. 
 
 
Registro Mestre de Serviços 
 
O registro mestre de serviços pertence aos dados mestre e serve como fonte de dados que pode ser 
utilizada ao criar relações de serviços. Utilizando registro mestre de serviços, pode-se reduzir a 
quantidade de tempo necessária para esta atividade, assim como a ocorrência de erros. 
Isto porque tem de entrar totalmente as relações de serviços apenas uma vez no registro mestre de 
serviços. 
 
91 
 
 
 
Um registro mestre de serviços contem as seguintes informações: 
 Numero de serviço 
 Categoria do serviço 
 Textos breves e descritivo 
 Unidade de medida básica 
 Grupo de mercadorias 
 Classe de avaliação 
 
 
92 
 
As transações de registro mestre de prestação de serviços (transaçao AC01, AC02, AC03) são 
transações em tema única que você pode utilizar para criar, modificar, exibir serviços. 
Os dados dos serviços estão distribuídos por áreas que podem ser expandidas ou comprimidas através de 
ícone próprio de cada área. 
 
Condições de serviço 
 
Os preços de serviços externos que são válidos durante um período mais longo podem ser registrados no 
sistema sob a forma de condições de serviço. Estas condições são utilizadas durante determinação de 
preço no documento de compra. É possivel entrar outras condições no próprio documento de compra. 
 
Solicitação de Serviços 
 
O processo de solicitação de serviço começa com o pedido, no qual os serviços individuais a serem 
executados são resumidos em uma relação de serviços e que é encaminhado ao fornecedor de serviço. 
Ao adquirir o material você já tem várias informações como o material a ser adquirido e a quantidade. 
Durante a aquisição de serviços, no entanto, é frequente não estarem claramente indicadas a descrição 
exata do serviço e a quantidade pedida. 
 
93 
 
Então é possivel indicar apenas uma estimativa quanto às horas de trabalho, porque você não sabe 
exatamente quanto tempo será necessário. Ao indicar um limite para serviços não planejados, você pode 
controlar os custos de serviços inesperados e serviços que não podem ser planejados. 
 
 
 
Um item de serviço sempre deve ser atribuído a uma conta. O suprimento para o depósito, que é 
possivel para materiais, não existe na aquisição de serviços. No entando, você pode utilizar a 
classificação contábil, 
A categoria de item D ativa a função de serviços e permite a criação de uma relação de serviços e a 
definição de limites de valores para serviços não planejados. 
Uma relação de serviços pode consistir em qualquer número de linhas de serviços. Para uma melhor 
visão geral, pode-se utilizar a estrutura hierarquica na relação de serviços em uma hierarquia de níveis, 
semelhante a um índice. 
É possivel um máximo de quatro níveis hierárquicos e é possivel modificar os números dos níveis e seus 
txtos breves e descritivos a qualquer momento. 
 
Registro e aceitação de serviços 
 
Os serviços que foram prestados são gravados em folhas de registro de serviços, e devem ser lançados 
como referência ao pedido. 
Os serviços existentes no pedido podem ser copiados para a folha de serviços, durante o lançamento da 
mesma. Os serviços não planejados devem ser entrados manualmente e seus valores são verificados com 
 
94 
 
os valores limites do pedido. 
Nenhum lançamento contábil é gerado no lançamento da folha de serviços. 
 
Somente após o aceite da folha de registro de serviços é que são efetuados lançamentos contábeis. 
 
 
95 
 
O controle de quem pode ou não efetuar o aceite é através de perfis de acesso. 
O lançamento da folha de registro de serviço e o aceite da mesma são realizados através da transação 
ML81N. 
Você só pode entrar uma fatura de um fornecedor de serviços relativa a um pedido após a folha de 
registro de serviço ter sido aceita. 
O lançamento da fatura poderá ser realizado com referência ao pedido ou à folha de serviço. 
Caso o lançamento seja feito com referência à folha, somente os dados da folha informada serão 
apresentados. 
 
 
Todos os lançamentos com relação à folha de serviços são atualizados no histórico do pedido de 
compras. 
 
 
96 
 
Modulo 5 
Exercício 11: Dados mestre para Administração de Serviços 
 
Tarefa 1: Registro mestre de serviço e condição do serviço 
 
1. Exiba o mestre de serviços referente ao numero SERV-001 e exiba as condições de serviço para o 
fornecedor FORN-002 e organização de compras OC01. 
 
 
 
97 
 
Exercício 12: Aquisição de Serviços 
 
Tarefa 1: Processamento de pedidos para serviços 
 
1. Crie um pedido de serviços para o fornecedor FORN-002 conforme dados abaixo: 
 Tipo de classificação contábil: U 
 Categoria de item: D 
 Texto breve: SERVIÇO DE MANUTENÇÃO TESTE 0xx 
 Grupo de mercadorias: 007 
 Centro: CE01 
 Limite total: 200 BRL 
 Valor previsto: 200 BRL 
 No. Serviço: SERV-00198 
 
 
Exercício 13: Registro de Serviços e Revisão de Faturas 
 
Tarefa 1: Registro e faturamento de serviços externos 
 
1. Atualize a folha de registro de serviços com referência ao pedido criado anteriormente: 
 Texto breve: FOLHA DE REGISTRO DE SERVIÇOS TESTE 0xx 
 Categoria de classificação contábil: K – Centro de Custo 
 No. Externo: 770007 
 No. Serviço: SERV-001 
 Quantidade: 60 
 Centro de Custo: T-L01 
 
 
99 
 
 
Módulo 6 
Fontes de Suprimento 
 
Contrato 
 
Um contrato básico é um acordo de longo prazo com um fornecedor abrangendo o fornecimento de 
materiais ou prestação de serviços, sujeito a condições predefinidas. Estas se aplicam a um período 
predfinido e a uma quantidade total de compras predefinidas ou a um determinado valor de compras. 
Para contratos básicos de longo prazo, você também pode arquivar vários registros de condições para 
cada item, 
Um contrato básico não contpem dados sobre datas de remessa específicas nem quantidades a fornecer. 
Você notifica o fornecedor sobre as quantidades e datas de remessa em uma forma especializada de 
pedido, denominada solicitação sobre contrato ou programa de remessa. 
Para acessar contrato devemos Menu SAP > Logistica > Administração de Materiais > Compras > 
Contrato básico > Contrato > Criar / Modificar / Exibir (ME31K / ME32K / ME33K). 
Para acessar programa de remessa devemos Menu SAP > Logistica > Administração de Materiais > 
Compras > Contrato básico > Programa de Remessa > Criar / Modificar / Exibir (ME31L / ME32L / 
ME33L. 
Para criar um programa de remessa para transferência de estoque utilize a transação ME37. 
Atualizar e exibir a divisão do programa de remesa utilize as transações ME38 e ME39. 
É possível criar contratos sem referência, ou com referência a uma requisição de contrato básico, uma 
solicitação de cotação ou outro contrato. 
Existem dois tipos de contratos: 
 Contrato em quantidade – o contrato é cumprido quando se atinge uma quantidade teórica. 
 Contrado em valor – o contrato é cumprido quando se atinge um valor teórico global. 
 
Determinar Fonte de Suprimento 
 
O objetivo do processo de determinação da fonte de suprimento é atribuir automaticamente uma fonte 
de suprimento a uma requisição de compra. Quando a pessoa que insere a requisição de compra usa o 
indicador DETERMINAÇÃO DA FONTE DE SUPRIMENTO , o sistema pesquisa as fontes de 
suprimento possiveis. 
Se o sistema localizar várias fontes de suprimento válidas para um mesmo item serão exibidas. 
 
100 
 
Com o parâmetro EFB é possível impedir que pessoas específicas atribuam manualmente fontes de 
suprimento. 
 
A determinação da fonte de suprimento está disponível nas seguintes funções: 
1. execução de planejamento (MD01/MD02/MD03) 
2. criar uma requisição de compra (ME51N) 
3. atribuir a fonte de suprimento às requisições de compra (ME56) 
4. atribuir e processar requisições de compra (ME57) 
5. criar pedido, fornecedor desconhecido (ME25) 
6. converter uma ordem planejada em uma requisição de compra (MD14/MD15) 
 
 
101 
 
 
 
 
102 
 
Modulo 6 
Exercício 14: Contrato 
 
Tarefa 1: Criar contrato central tipo MK por quantidade 
 
1. Criar um contrato para o fornecedor FORN-001. 
 
2. Este contrato é por quantidade e terá validade de 2 anos a partir de 01.01.2014 com quantidade 
prevista de 10.000 UN para o material MATMM-0xx. 
 
3. o prazo de entrega é previsto para 10 dias. 
 
 
Tarefa 2: Criar contrato tipo WK por valor 
 
1. Criar um contrato para o fornecedor FORN-001. 
 
2. Este contrato é por quantidade e terá validade de 2 anos a partir de 01.01.2014 com quantidade 
prevista de 10.000 UN para o material MATMM-0xx. 
 
3. o prazo de entrega é previsto para 6 dias. 
 
 
103 
 
Módulo 7 
Estratégia de Liberação 
 
Liberação Requisição de Compra 
 
No sistema SAP, você pode definir processos de liberação em compras, para requisições de compras e 
documentos de compras externos (pedidos, contrato, programas de remessas e solicitação de cotação). 
Se uma requisição de compra ou um documento de compra externo cumprir determinadas condições o 
documento precisa ser aprovado. 
O processo de liberação pode ser replicado por um processo de liberação eletrônico. 
Este processo de liberação bloqueia automaticamente os documentos relevantes, impedindo que 
continuem sendo processados. Os itens de requisições bloqueados não podem ser convertidos em 
documentos subsequentes. Pedidos bloqueados não podem ser enviados ao fornecedor. 
 
 
Pode ser necessária uma ou mais aprovações para a liberação. A liberação funciona como uma 
assinatura eletrônica. 
É necessário distinguir entre dois tipos de liberação: 
 Liberação por Item 
 Liberação Geral 
 
 
 
104 
 
 
 
Com uma liberação por item, cada item é verificado quanto a sua correspondência com os critérios 
necessários para liberação. A verificação é efetuada à medida que os dados são entrados. 
Com a liberação geral, todos os itens devem cumprir estes critérios. Os critérios para a liberação beral 
devem, portanto, ser escolhidos de maneira cuidadosa. A verificação é efetuada quando a requisição de 
compra é salva ou verificada. 
O requisitante pode receber informações sobre o resultado da aprovação por meio de um workflow. 
O fato de uma requisição de compra ter de ser liberada por item ou na totalidade é determinado pelo tipo 
de documento e pelo grupo de liberação na classificação. 
Para requisições de compra, estão disponíveis dois processos de liberação: 
 Sem classificação 
Com este processo as requisições de compra somente podem ser liberadas no nivel do item. 
 Com classificação 
Este processo permite-lhe liberar requisições item por ite e na sua totalidade. 
Os dois processos se excluem mutuamente, ou seja, você precisa decidir se utiliza uma ou outra 
alternativa. 
 
Existem duas formas de liberar requisições de compra: 
 Liberação individual - Você libera itens individuais de uma requisição. 
 Liberação coletiva - Você liberar todos os item da requisição de uma só vez. 
 
105 
 
Para liberar requisição de compra: 
Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Requisição de Compra > Liberar > 
Liberação individual (ME54N) 
Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Requisição de Compra > Liberar > 
Liberação coletiva (ME55) 
 
Liberação Pedido de Compra 
 
Os documentos de compra são liberados ou recusados no nível de cabeçalho. A liberação por item ou 
resusa não é possível. As estratégias de liberação são determinadas quando um documento de compras é 
gravado ou verificado. 
Para configurar estratégias de liberação de documentos de compras, podem ser usados apenas processos 
de liberação com classificação. 
Liberar documentos de compras: 
Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Pedido Liberar > Liberação 
individual (ME29N) 
Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Pedido Liberar > Liberação 
coletiva (ME28) 
Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > RFQ Cotação > Solicitação de 
cotação > Liberar (ME45) 
Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Contrato > Contrato Básico > 
Contrato > Liberar (ME35) 
Menu SAP > Logistica > Administração de materiais > Compras > Contrato > Contrato Básico > 
Programa de Remessa > Liberar (ME35) 
 
 
106 
 
Modulo 7 
Exercício 15: Processo de liberação 
 
Tarefa 1: Entrada de fatura liquida 
 
1. Verifique no Customizing o processo de liberação de requisições de compra (com classificação) 
 
2. Crie um novo processo de liberação com os seguintes dados: 
IMG > Administração de materiais > Compras > Requisição de Compras > Processo de Liberação > 
processo com classificação> Processar classes 
Classe: lib_req_compras 
Tipo de classe: 032 
 
3. Crie uma requisição de compras com os seguintes dados: 
 Classificação contábil:K 
 Texto breve: MATERIAL DE ESCRITÓRIO 
 Quantidade: 100 
 Grupo de mercadorias: 006 
 Centro: CE01 
 Grupo de compradores: Z01 
 Centro de custo: 1000 
 Unidade de medida: UN 
 Preço de avaliação: 15BRL 
 
 
4. Verifique que a requisição de compras está aguardando a liberação. 
 
5. Execute a liberação da requisição 
 
 
107 
 
Módulo 8 
Conceitos básicos do MRP baseado no consumo 
 
Síntese de MRP 
 
A tarefa principal do MRP é garantir a disponibilidade de material, ou seja, suprir as quantidades 
necessároias para a produção interna e para venda no tempo certo. 
A cadeia logistica tem início com Vendas e distribuição e Administração de Produção. 
Para atender a demanda é preciso que as datas e as quantidades da ordem sejam determinadas e que os 
elementos de suprimentos adequados sejam planejados. Os elementos de suprimento de planejamento de 
material e de suprimento externo são as ordns planejadas e as requisições de compra. Ambos são 
elementos internos apenas. 
Para materiais produzidos internamente, as necessidades dependentes são determinadas pela explisão da 
lista técnica. As necessidades dependentes são a quantidade de componentes necessária para a produção 
de um produto final ou uma montagem. 
Quando o MRP tiver concluído o planejamento de volume e a programação de datas, os elementos de 
suprimento interno devem ser convertidos em elementos de suprimento reaisi: o elemento de suprimento 
para a produção é a ordem de produção, o do suprimento externo é o pedido. 
 
 
 
108 
 
 
O planejamento de necessidades ocorre no nível de centro. Por outras palavras, no planejamento é 
considerado todo o estoque existente no centro. Contudo, os estoques de depositos individuais podem 
ser excluídos do MRP ou planejados independentemente. 
Nesse caso esses estoques não são incluídos no MRP no nível de centro. 
Você também pode executar o planejamento de necessidades para áreas MRP individuais. As áreas 
MRP permitem uma diferenciação do MRP em um centro. 
 
 
As áreas MRP são opcionais. É possivel executar planejamento de necessidades de material sem utilizar 
áreas MRP. 
Existem três tipos diferentes de áreas MRP: 
 Áreas MRP do centro (obrigatórias) que são automaticamente criadas ao ativar o planejamento 
com áreas MRP. Os respectivos números correspondem ao número do centro. Se não forem 
definidas mais áreas MRP, a área MRP do centro abrange todo o centro. 
 
 Áreas MRP para depósitos definidas pelos depósitos atribuídos a elas. 
 
 Áreas MRP do subcontratado que proporcionam o planejamento da necessidade do material 
fornecedo para um subcontratado e que são definidas por meio da atribuição desse 
subcontratado. 
 
Pré-requisitos para MRP baseado no consumo 
 
Para poder utilizar o MRP baseado no consumo, você necessita efetuar determinas configurações. 
 
109 
 
 
O MRP ocorre no nível do centro, ou seja, para determinar a falta de um material, ele inclui o estoque 
disponível de todos os depósitos do centro durante o planejamento. 
Para executar o MRP para um centro, é preciso: 
 Ativar o MRP no centro respectivo. 
 Atualizar os parâmetros de MRP nesse centro. 
 Atualizar os dados de MRP dos materiais sujeitos ao planejamento automático. 
 
O planejamento de necessidades para o centro correspondente deve estar ativado no customizing: de 
IMG > Administração de materiais > MRP baseado no consumo > Planejamento > Ativar MRP. 
Os parâmetros do centro devem estar ativados no customizing IMG > Administração de materiais > 
MRP baseado no consumo > Parâmetros do centro > Efetuar atualização Total dos parâmetros do 
centro. 
Os materiais planejados automaticamente são materiais que não possuem o tipo de material ND, pois 
este tipo de MPR significa que o material é sem planejamento. 
Os tipos de MRP são definidos no customizing IMG > Administração de materiais > MRP baseado no 
consumo > Dados mestre > Verificar tipos de MRP. 
 
Dados MRP no Registro Mestre de Material 
 
Os dados relevantes para o MRP são armazenados no nível de centro no registro mestre de materiais. 
 
110 
 
Efetue as configurações relevantes para o MRP em nível do depósito no registro mestre de materiais 
(MRP 4). 
A função de planejamento separado de MRP em nível do depósito permite uma exibição mais flexivel 
com áreas MRP. 
Atualize as configurações para áreas MRP no registro mestre de materiais (MRP 1). 
Os dados MRP no registro mestre de materiais podem ser subdivididos nas seguintes categorias. 
 Dados gerais definindo sempre para um material planejado 
 Dados dependentes do procedimento MRP 
 Dados necessários para programação 
 Dados necessários para o calculo do tamanho do lote 
 
Perfil MRP 
 
Você pode atualizar parâmetros MRP com perfis MRP. O perfil MRP é uma chave na qual você pode 
gravar parâmetros MRP que não dependem do registor mestre de materiais. 
Um perfil é um conjunto de campos para a configuração de registro mestre de materiais. 
As informações determinadas no perfil são informações standard, continuamente necessárias em uma 
combinação semelhante durante a atualização de diferentes materiais. 
Um perfil simplifica a atualização e a administração de dados MRP. 
 
 
111 
 
 
 
 
112 
 
 
 
Para criar um perfil MRP vá até a tela SAP > Logistica > Administração de materiais > Mestre de 
materiais > Perfil > Perfil MRP > Criar 
Se você atribuir subsequentemente um perfil a um registro mestre de materiais, apenas os valores fixos 
serão copiados do perfil para o registro mestre. 
Você também pode iniciar o programa RMMM0001 manualmente, na barra de menu, em sistemas > 
Serviços > Reporting (transação SA38) 
Durante a atualização dos valores no registro mestre de materiais, ao modificar um perfil o sistema 
apenas considera modificações que afetam valores fixo no perfil. 
Além de utilizar perfis MRP, você também pode utilizar perfis de previsão para administrar dados de 
previsão. O processamento de perfis de previsão permite a utilização do mesmo princípio para perfis 
MRP. 
 
MRP do Ponto de Reabastecimento 
 
A base do MRP do ponto de reabastecimento é a comparação do estoque MRP disponível (total de 
estoque e entradas fixas) com o ponto de reabastecimento. 
Se o estoque disponível for menor do que o ponto de reabastecimento, será acionado o suprimento. 
 
113 
 
 
 
O ponto de reabastecimento deve cobrir as necessidades médias de material esperadas durante o tempo 
de reposição. 
O estoque de segurança deve cobrir qualquer consumo excessivo de material que possa ocorrer durante 
o tempo de reposição, bem como as necessidades comuns, quando as remessas estão atrasadas. Portanto, 
o estoque de segurança faz parte do ponto de reabastecimento. 
O ponto de reabastecimento é composto pelas necessidades de material previstas durante o tempo de 
reposição e estoque de segurança. Por isso, você deve considerar os seguintes pontos durante a definição 
do ponto de reabastecimento: 
 Estoque de segurança 
 Consumo anterior ou necessidades futuras 
 Tempo de reposição 
 
Durante o MRP de ponto de reabastecimento automático, você determina o ponto de reabastecimento e 
o estoque de segurança no mestre de materiais. 
Os valores a seguir são importantes para a definição do estoque de segurança: 
 Valores de consumo anteriores (dados históricos) ou necessidades futuras 
 Cumprimento de prazos de remessa de fornecedor/produção 
 Grau de atendimento a ser alcançado 
 Erro de previsão, ou seja, o desvio das necessidades previstas 
 
MRP ponto de reabastecimento manual 
 
114 
 
 
No MRP ponto de reabastecimento manual, definir manualmente o nível de reabastecimento e o nível do 
estoque de segurança no mestre de materiais adequado. 
 
MRP ponto de reabastecimento automático 
No MRP ponto de reabastecimento automático, o nível de reabastecimento e o nível do estoque de 
segurança são determinadospelo programa de previsão integrado. 
 
O sistema usa dados de consumo anteriores (dados históricos) para prever as necessidades futuras. 
Posteriormente, o sistema utiliza esses valores previstos para calcular o nível de reabastecimento e o 
nível do estoque de segurança, leva em consideração o grau de atendimento especificado pelo 
planejador MRP e o tempo de reposição do material e transfere esses valores para o mestre de materiais. 
Como a previsão é efetuada em intervalos regulares, o nível de reabastecimento e o nível do estoque de 
segurança são continuamente adaptados ao consumo atual e à situação de remessa. Isso significa que é 
feita uma contribuição para manter baixos os níveis de estoque. 
 
Síntese dos códigos de transação MRP baseado no consumo 
Transação Atividade 
MD01 Executar planejamento total on-line 
MD03 Executar planejamento de item único, nível único 
MDBT Executar planejamento total no modo background 
MD05 Exibir lista MRP 
MD06 Exibição coletiva de acesso de lista MRP 
MDLD Imprimir lista MRP 
MD04 Exibir lista de estoques/necessidades 
MD07 Mostrar exibição coletiva de lista de estoques/necessidades 
MD11 Criar ordem planejada 
MD12 Modificar ordem planejada 
MD13 Exibir ordem planejada (individual) 
MD16 Acessar ordem planejada (exibição coletiva) 
MD14 Converter ordem planejada para requisição de compras (conversão individual) 
MD15 Converter ordem planejada para requisição de compras (conversão coletiva) 
 
115 
 
MD20 Criar marcação para planejamento 
MD21 Exibir marcação para planejamento 
MDAB Definir marcações para planejamento 
MDRE Verificação de consistência de marcações para planejamento 
 
Depois do cálculo das necessidades líquidas e do cálculo do tamanho do lote, o sistema programa a 
propsota de suprimento durante a execução de planejamento. 
Ele calcula a data em que o pedido deve ser enviado e a data em que o fornecedor deve fornecer a 
quantidade correspondente. 
 
 
A data da quantidade em falta para materiais planejados através de pontos de reabastecimento é a data 
da execução de planejamento. 
Se o ponto de reabastecimento não for atingido, o suprimento será executado imediatamente. 
A execução de planejamento determina o prazo de entrega previsto e o tempo de processamento da 
entrada de mercadorias do registro info para compra ou o contrato básico, se esses forem inseridos na 
lita de opões de forneecimento como relevantes para o MRP. 
 
116 
 
 
 
 
 
 
 
117 
 
 
 
118 
 
Execução de Planejamento 
 
Para determinar as situações de cobertura insuficiente dos materiais individuais, inicie uma execução de 
planejamento no sistema da SAP. 
Existem diversas formas de realizar uma execução de planejamento. Geralmente você decide entre o 
planejamento global e o planejamento individual. 
 
 
O planejamento baseado em previsão também está relacionado ao consumo de material. Como o MRP 
ponto de reabastecimento, o planejamento baseado em previsão opera com valores históricos e de 
previsão, e as necessidades futuras são calculadas pelo programa de previsão integrado. Entretanto, ao 
contrário do MRP ponto de reabastecimento, esses valores formam a base da execução de planejamento. 
Portanto, os valores de previsão surtem um efeito direto no MRP como necessidades previstas. 
 
Características 
A previsão, que calcula as necessidades futuras a partir dos dados históricos, é executada em intervalos 
regulares. Como vantagem, as necessidades (calculadas automaticamente) são continuamente adaptadas 
para atender às necessidades atuais de consumo. A necessidade prevista é reduzida pela retirada de 
material, de forma que a quantidade da necessidade prevista já produzida não seja incluída novamente 
na execução de planejamento . 
 
119 
 
Redução das necessidades previstas 
 Redução das necessidades previstas por consumo 
Se o consumo for superior às necessidades previstas do mês atual, o sistema também reduzirá as 
necessidades previstas futuras. 
 Redução de necessidades previstas atuais por consumo 
Se o consumo for superior às necessidades previstas do mês atual, o sistema não reduzirá as 
necessidades previstas futuras. 
 Redução média das necessidades previstas 
A redução das necessidades previstas baseia-se no consumo médio diário. Os dados de consumo 
reais não são relevantes. 
O sistema calcula primeiramente a necessidade média diária, ao aplicar a fórmula necessidade 
prevista/nº de dias úteis no período de previsão. 
As necessidades previstas são reduzidas pela quantidade resultante desta fórmula: nº de dias 
úteis trabalhados x necessidades médias diárias 
 
Quadro temporal e períodos de previsão 
O usuário pode especificar o quadro temporal da previsão (diária, semanal, mensal ou por período 
contábil) e o número de períodos a serem incluídos na previsão individualmente para cada material. 
É possível, porém, que o quadro temporal da previsão não seja suficientemente específico para os 
objetivos de planejamento. Nesse caso, o usuário pode definir, por material, que as necessidades 
previstas sejam divididas de acordo com um quadro temporal mais restrito para o planejamento. 
Também é possível definir quantos períodos de previsão devem ser considerados durante o 
planejamento de necessidades. O código de repartição é definido no Customizing do MRP, por centro e 
periodicidade, e atribuído ao material no mestre de materiais. 
 
Para uma previsão mensal, a data da necessidade seria definida no primeiro dia útil do 
mês porque, para o planejamento, pressupõe-se que a necessidade total deve estar 
disponível no início do período. O usuário pode dividir essa necessidade mensal em 
necessidades diárias ou semanais. 
 
Processo do planejamento baseado em previsão 
Pré-requisitos 
O usuário definiu um tipo de MRP como planejamento baseado em previsão no mestre de materiais 
(visão MRP 1). 
 
120 
 
 
Definir os tipos de MRP no Customizing do MRP, atividade do Guia de implementação 
Verificar tipos de MRP. 
 
Fluxo de processo 
1. O sistema copia as quantidades necessárias previstas na execução do planejamento de 
necessidades e calcula as necessidades líquidas. Nesse cálculo, cada período é verificado para 
garantir que as necessidades previstas sejam atendidas pelo estoque disponível, por entradas 
planejadas de compras ou pela produção. Se ocorrer uma ruptura de estoque, o sistema gera uma 
proposta de pedido. 
2. O sistema calcula a quantidade registrada na proposta de pedido, de acordo com a regra para 
cálculo do tamanho de lote especificada no mestre do materiais. De acordo com essa regra, 
várias necessidades de previsão são agrupadas em um único lote. 
3. Para cada proposta de pedido, o sistema calcula a data de conversão dessa proposta em um 
pedido ou em uma ordem de produção. 
 
O tipo de execução do planejamento determina os materiais a serem planejados: 
 Planejamento regenerativo (NEUPL). O sistema planeja todos os materiais contidos no file de 
marcação para planejamento. 
 
 Planejamento net change (NETCH) ou Planejamento net change no horizonte de 
planejamento (NETPL). O sistema só planeja os materiais submetidos a uma modificação 
relevante para o MRP desde a última execução do planejamento. 
 
Características 
Planejamento net change (NETCH) 
No planejamento net change, só são planejados os materiais para os quais o código de planejamento net 
change no file de marcação para planejamento foi definido como marcação para planejamento. 
Geralmente, o sistema define automaticamente o código, assim que efetua uma modificação no material 
relevante para o MRP. 
 
121 
 
As modificações a seguir criam uma entrada no file de marcação para planejamento: 
 Modificações no estoque, se alterarem a situação do estoque/necessidades do material 
 Criação de requisições de compra, pedidos, ordens planejadas, necessidades de vendas, 
necessidades previstas, necessidadesdependentes ou reservas 
 Modificações em campos relevantes para a execução de planejamento para essas entradas e 
saídas ou no mestre de materiais 
 Eliminação de quantidades de entrada ou retirada 
Se o usuário modificou as opções de um tipo de MRP, uma regra para cálculo do tamanho de lote ou um 
tempo de processamento do departamento de compras no Customizing, os materiais afetados por essas 
modificações não terão marcação para planejamento nem serão incluídos automaticamente no 
planejamento net change. Para que as modificações entrem em vigor, selecionar planejamento 
regenerativo na primeira tela do planejamento ou criar manualmente uma entrada no file de marcação 
para planejamento. 
Planejamento net change no horizonte de planejamento (NETPL) 
Também é possível utilizar um horizonte de planejamento para limitar mais ainda o escopo da 
execução de planejamento. Em "planejamento net change no horizonte de planejamento", o sistema só 
planeja materiais submetidos a modificações relevantes para a execução de planejamento, dentro do 
período definido como horizonte de planejamento. O sistema define automaticamente o código 
horizonte de planejamento net change para esses materiais. 
Atividades 
 Durante a execução de planejamento, o sistema verifica cada entrada para um material no file de 
marcação para planejamento: 
o Em uma execução de planejamento regenerativo, o sistema planeja todos os materiais 
incluídos no file de marcação para planejamento, independentemente de todos os 
códigos. 
o Em uma execução de planejamento net change, o sistema só planeja os materiais 
fornecidos com o código do planejamento net change. 
o No planejamento net change no horizonte de planejamento, o sistema só planeja os 
materiais fornecidos com o código de horizonte de planejamento net change. 
 Na conclusão da execução de planejamento, o código pertinente é eliminado automaticamente do 
file de marcação para planejamento. 
 
122 
 
o O sistema elimina os códigos de planejamento net change e horizonte de planejamento 
net change para uma execução de planejamento regenerativo e de planejamento net 
change 
o O sistema só elimina o código de horizonte de planejamento net change de uma execução 
de planejamento net change no horizonte de planejamento 
Se ocorrer um cancelamento durante o planejamento de um material, os respectivos códigos continuarão 
no file de marcação para planejamento, para que o material seja planejado novamente na execução de 
planejamento net change seguinte. No entanto, dependendo do erro, é possível eliminar manualmente os 
códigos no Customizing do MRP, atividade IMG Determinar tratamento de erros na execução do 
planejamento, se necessário (por exemplo, se determinado material não estiver disponível no centro de 
planejamento). Desse modo, é possível evitar que os materiais sejam planejados desnecessariamente, 
várias vezes. 
Modo de planejamento 
Utilização 
O modo de planejamento controla como o sistema deve tratar propostas de suprimento (ordens 
planejadas, requisições de compra, divisões de programas de remessa) da última execução de 
planejamento, ainda não fixadas, na próxima execução do planejamento. 
Normalmente, o plano de produção é ajustado na execução de planejamento para adaptá-lo a novas datas 
ou quantidades. Se uma quantidade necessária foi aumentada, o sistema ajusta automaticamente a 
quantidade da respectiva proposta de suprimento. Se forem efetuadas modificações na lista técnica ou 
no mestre de materiais, o modo de planejamento controlará se essas modificações afetarão ou não o 
planejamento. 
Características 
O modo de planejamento é automaticamente definido no file de marcação para planejamento. Contudo, 
é possível sobregravá-lo na primeira tela de cada execução do planejamento. 
Modo de planejamento no file de marcação para planejamento 
 Modo de planejamento 1 
Utilizar o modo de planejamento 1 se só foram definidas as marcações para planejamento 
(códigos planejamento net change e horizonte de planejamento net change) no file de marcação 
 
123 
 
para planejamento para um material (vide Tipos de execução do planejamento e escopo do 
planejamento). 
Na execução do planejamento, modo de planejamento 1, o sistema reativa os dados de 
planejamento existentes, isto é, as propostas de suprimento permanecem no banco de dados e só 
são ajustadas, se as datas e quantidades não forem adequadas à nova situação de planejamento. O 
sistema só reexplode as listas técnicas para propostas de suprimento ajustadas. Assim, a 
performance do sistema melhora. 
Exemplo de modificações que ocasionam a definição do modo de planejamento 1: 
 Modificações em data e quantidade 
 Modificações de necessidades 
 Modificações na regra para cálculo do tamanho de lote ou no tipo de MRP 
 Modo de planejamento 2 
Utilizar o modo de planejamento 2 se um material tiver marcações para planejamento e o código 
Reexplodir lista técnica estiver definido no file de marcação para planejamento. 
Na execução do planejamento, modo de planejamento 2, o sistema reexplode a lista técnica para 
todas as propostas de suprimento existentes e não fixadas e também para aquelas cujas datas e 
quantidades não precisam de ajuste. 
Exemplo de modificações que ocasionam a definição do modo de planejamento 2: 
1. Modificações na lista técnica material 
2. Modificações na lista técnica de ordem de cliente 
3. Modificações na lista técnica de conjunto dummy 
4. Modificações em referências atribuídas dentro da lista técnica 
5. Modificações na classificação de material 
6. Modificação de versão de produção no mestre de materiais ou na ordem planejada 
7. Modificação ou conversão de código da série 
 Modo de planejamento 3 
Utilizar o modo de planejamento 3 se um material tiver marcações para planejamento e o código 
Reinicializar propostas de pedido também estiver definido no file de marcação para 
planejamento. 
http://help.sap.com/saphelp_46c/helpdata/pt/f4/7d274f44af11d182b40000e829fbfe/content.htm
http://help.sap.com/saphelp_46c/helpdata/pt/f4/7d274f44af11d182b40000e829fbfe/content.htm
 
124 
 
No modo de planejamento 3, todas propostas de suprimento existentes e não fixadas são 
eliminadas do banco de dados e recriadas. Em seguida, o sistema reexplode as listas técnicas. 
Exemplo de modificações que ocasionam a definição do modo de planejamento 3: 
 Tempo de produção interna 
 Prazo de fornecimento previsto 
 Chave de horizontes 
 Planejador MRP 
 Nenhuma marcação para planejamento 
Os seguintes tipos de modificações não ocasionam uma marcação para planejamento: 
 Customizing, como modificações no tempo de processamento do departamento de compras, nos 
parâmetros do centro 
 Modificações em roteiro, relevantes para o MRP, como modificação no tempo standard 
 
Converter Ordens Planejadas 
 
Uma ordem planejada é um documento interno utilizado pelo planejador MRP, especificando a 
quantidade e o momento necessários de um material. A ordem planejada utilizada apenas na empresa e 
não é obrigatório. 
As ordens planejadas podem ser criadas manualmente, mas normalmente são geradas automaticamente 
com uma execução do planejamento de necessidades. 
Uma ordem planejada tem as seguintes caracteristicas: 
 É uma proposta de suprimento no MRP para cobertura das necessidades, um elemento de 
planejamento interno. Não é obrigatória, por isso não aciona o suprimento diretamente, apenas 
fornece ajuda no planejamento. 
 Pode ser modificada ou eliminada em qualquer momento. 
 Ainda não está decidido se o material será suprido posteriormente com fabricação própria ou 
suprimento externo. 
 Para materiais de fabricação própria é o objeto de necessidade para a necessidade secundária. 
Pode ser utilizada no calculo da capacidade. 
 Para materiais de fabricação propria determina as datas-base para a produção. 
 
 
125 
 
 
 
Para converter ordens planejadasindividualmente, vá para o menu SAP Easy Access e selecione: 
Logistica > Administração de materiais > MRP de material (MRP) > Planejamento de necessidades > 
Ordem planejada > Converter em req. Compra > Conversão individual 
Para converter ordens planejadas em requisição de compra coletivamente, vá para menu SAP Easy 
Access e selecione: Logistica > > Administração de materiais > MRP de material (MRP) > 
Planejamento de necessidades > Ordem planejada > Converter em req. Compra > Conversão coletiva 
(MD15) 
Todas as requisições de compra criadas por meio da conversão de uma ordem planejada são fixasas 
automaticamente. Não serão modificadas por execuções de planejamento posteriores. 
 
Lista atual de estoques/necessidades e lista MRP 
 
Após a execução do planejamento de necessidades regular, verifique a situação de 
estoques/necessidades dos materiais planejados, execute as modificações necessárias e grave a 
disponibilidade dos materiais. 
A lista MRP e a lista atual de estoques/necessidades estão disponíveis para a análise dos resultados de 
planejamento. 
Você apenas pode distinguir entre o acesso individual, se quiser exibir a situação de 
estoques/necessidades para um material individual em uma lista, e o acesso coletivo, se quiser exibir a 
situação de estoques/necessidades para um conjunto de materiais. 
 
126 
 
 
O sistema cria listas MRP durante a execução de planejamento dependendo do código de criação lista 
MRP. 
A lista MRP é gravada no sistema até ser eliminada manualmente ou substituída por uma nova lista de 
uma execução de planejamento subsequente. 
 
Perfil de navegação 
 
Para simplificar o seu trabalho com a lista MRP e as listas atuais de estoques/necessidades, estão 
disponíveis perfis de navegação e chamadas de transação específicas do usuário. 
 
 
127 
 
Um perfil de navegação contém chamadas de transação para transações que podem ser chamadas 
diretamente da lista atual de estoques/necessidades ou da lista MRP. 
As transações podem ser gerais (ações em um nível de material) ou fazer referência a um determinado 
elemento MRP. Você pode acessar essas transações utilizando botões com ícones e/ou texto sem que 
seja necessário sair da lista exibida. 
Você pode definir um perfil de navegação no customizing: IMG > Administração de Materiais > MRP 
baseado no consumo > análise > Determinar perfis de navegação 
Casa usuário pode atribuir a si um perfil. Para isto, selecione Ambiente > Perfis de navegação > 
Atribuir na barra de menu, insira o perfil de navegação necessário e grave sua entrada. 
 
Mensagens de exceção 
As mensagens de exceção dependem do procedimento e indicam situações excepcionais que precisam 
ser consideras. 
 
 
128 
 
 
As mensagens de exceção são criadas durante a execução de planejamento em situações que precisam 
ser verificadas pelo planejador MRP. 
Para isso essas mensagens de exceção também podem ser utilizadas para supervisionar os resultados do 
planejamento. Deste modo o planejador MRP pode filtrar os materiais que necessitam de processamento 
imediato dos resultados do planejamento. 
No customizing: IMG > Administração de Materiais > MRP baseado no consumo > Análise > 
Mensagens de exceção > Determinar e agrupar mensagens de exceção, você pode determinar: 
 Se deve ser criada uma mensagem de exceção; 
 A prioridade das mensagens de exceção, caso tenha sido criadas várias mensagens de exceção 
durante a execução de planejamento para um elemento MRP; 
 As mensagens de exceção que devem ser agrupadas em um grupo de exceções; 
 As mensagens de exceção que levam à criação de uma lista MRP se você definir o código da 
criação Criar Lisa MRP dependendo das mensagens de exceção. 
 
Em regras para cálculo de tamanho de lote por período e estático, os custos resultantes de manutenção 
de estoque, procedimentos de preparação e compras não são considerados. Por outro lado, o objetivo das 
regras de otimização de cálculo do tamanho do lote é agrupar rupturas de estoque de modo a minimizar 
os custos. Esses custos abrangem os custos independentes do tamanho do lote (custos de preparação 
ou de ordens) e custos de armazenagem. Ao utilizar Compras como exemplo, surge o seguinte 
problema: Com ordens freqüentes, há baixos custos de armazenagem mas altos custos de ordens, devido 
ao grande número de ordens. Se as ordens forem pouco freqüentes, os custos das ordens permanecerão 
muito baixos mas os custos de armazenagem serão muito altos, uma que o estoque em depósito deve ser 
suficientemente grande para atender às necessidades de um período bem mais longo . 
Características: O ponto inicial do cálculo do tamanho do lote é a primeira data de ruptura de estoque, 
determinada durante o cálculo das necessidades líquidas. A quantidade em falta determinada aqui 
representa a quantidade mínima do pedido. O sistema adiciona as sucessivas quantidades em falta a esse 
lote até estabelecer, através de um critério de custos específico, os custos ótimos. As únicas diferenças 
entre as várias regras de otimização do cálculo do tamanho do lote são os critérios de custos. Estão 
disponíveis os seguintes procedimentos: 
 Método de custos equilibrados 
 Lote econômico variável 
 Criação do tamanho do lote dinâmico 
 Procedimento de reabastecimento de Groff 
 
129 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
130 
 
Modulo 8 
Exercício 16: Processamento de Planejamento de Necessidades de Material 
 
Tarefa 1: Planejamento de necessidades de material 
 
1. Exiba as visões MRP 1 e 2 para o material MATMRP-001 com referência ao Centro CE01 e verifique 
as configurações do planejamento de necessidades de material 
 
2. Execute o planejamento de necessidades de material para o material MATMRP-001 e Centro CE01, 
alterando a oção Criar requisição de compras para 1. 
 
3. Exiba a lista MRP do material MATMRP-001 para o Centro CE01 e altere a quantidade da requisição 
de compras de 250 para 80. 
 
4. Crie uma requisição de compras manualmente de 10 unidades do material MATMRP-001 e verifique 
se ela é exibida no planejamento de necessidades de material. 
 
5. Verifique se a requisição de compras criada manualmente é exibida na lista de necessidades/estoque. 
 
 
131 
 
Módulo 9 
Revisão de faturas 
 
A revisão de faturas faz parte da Administração de materiais (MM). 
Situa-se no final da cadeia logistica que inclui Compras, Administração de estoque e Revisão de faturas. 
 
 
É na revisão de faturas que as faturas recebidas são revistas em termos de conteúdo e preço. 
Quando a fatura é lançada, seus dados são gravados no sistema. 
O sistema atualiza os dados gravados nos documentos de faturamento em Administração de materiais e 
Contabilidade financeira. 
É possivel lançar uma fatura recebida referente a um pedido, a um serviço prestado ou a uma entrada de 
mercadorias. 
 
132 
 
 
O sistema propõe os itens da fatura de acordo com a referência entrada; os lançametnos correspondentes 
na conta são efetuados automaticamente. 
 
Movimentos de conta e controle do preço 
 
 
 
133 
 
O reflexo que temos no sistema SAP ao lançar uma fatura é o seguinte: 
 O sistema lança os montantes dos itens individuais nas contas contábeis previamente cadastrada; 
 O sistema cria dois documentos; um de faturamento MM e outro documento contábil; 
 O histórico do pedido é atualizado indicando os movimentos gerados; 
 Caso seja necessário, o cadastro de materiais será também alterado. 
Quando os itens de fatura são lançados sem verificação os devios nos itens individuais podem-se anular 
mutuamente 
A fatura lançada fornece informações sobre pagamentos à Contabilidade financeira. 
 
Para entrar com uma fatura, utilizze a transação MIRO ou o seguinte caminho de tela 
Logistica/Administração de materiais / Revisão de faturas / Entrada de documento / Criar fatura 
recebida. 
Esta é uma transação em tela única. Ela está dividida nas seguintesáreas da tela: 
 TRANSAÇÃO: Poderá entrar com uma fatura, nota de crédio, crédito posterior ou débito 
 CABEÇALHO: Está dividida em várias pastas, como Impostos, Detalhes, etc. 
 ATRIBUIÇÃO: Você insere o numero do(s) documento(s) a que se refere a fatura 
 DADOS DE FORNECEDOR: Dados do registro mestre do fornecedor. 
 ITENS DA FATURA: O sistema propõe os itens correspondentes à atribuição 
 SALDOS: O montante da fatura é o resultado do seguinte cálculo: Total dos itens da fatura + 
Montantes de impostos + Custos complementares de aquisição não planejados. 
Abaixo outras atividades executadas no processo de Revisão de Faturas: 
 Simular o processo de contabilização para análise das contas contáveis a serem creditadas e 
debitadas; 
 Utilizar função F4 para determinar possíveis referências; 
 
134 
 
 Análise dos dados do registro mestre de fornecedor; 
 Memorizar os dados da fatura para lançamento posterior; 
 
Liberar Faturas Bloqueadas 
 
Quando uma fatura é bloqueada para pagamento somente é possivel efetuar o pagamento ao fornecedor 
após a liberação da fatura. 
Existem vários motivos para o bloqueio de uma fatura: 
 Desvio em um item da fatura 
 Manual 
 Bloqueio aleatório (estocástico) 
 Pelo bloqueio de pagamento determinado pelas condições da chave de pagamento. 
 
Uma fatura bloqueada deve ser liberada para pagamento em uma etapa separada, possivelmente após a 
consulta com o departamento de compras ou o fornecedor, eliminando assim o bloqueio. 
 
Utilize o caminho para acessar a transação para liberar as faturas Logistica > Administração de materiais 
> Revisão de faturas logisticas > continuação do processamento > Liberar faturas bloqueadas – MRBR. 
A liberação pode ser automática ou manual. 
 
 
135 
 
Modulo 9 
Exercício 17: Procedimento básico de revisão de fatura 
 
Tarefa 1: Procedimento básico de revisão de fatura 
 
1. Faça o lançamento da fatura conforme dados abaixo: 
 
Data da fatura: data do lançamento 
Valor e Pedido: criados anteriormente 
 
Antes de lançar a fatura, simule os lançamentos contábeis e após lançá-la verifique o histórico do pedido 
de compras. 
 
 
136 
 
Exercício 18: Liberar faturas bloqueadas 
 
Tarefa 1: Procedimento básico de revisão de fatura 
 
1. Exiba todas as faturas bloqueadas e efetue o desbloqueio de uma delas. 
 
2. Consulte o status desta fatura desbloqueada. 
 
 
137 
 
Módulo 10 
Notas de débito/credito posteriores, custos complementares 
 
A caracteristica de um débito posterior é quando houve uma fatura liquidada ou uma nota de crédito 
lançada. Ao ser registrado um débito posterior, o sistema irá modificar o valor total de um item, mas a 
quantidade da fatura irá permanecer igual. 
Abaixo os reflexos que temos ao registrar um débito posterior: 
 O histórico do pedido será atualizado a cada débito/crédito posterior. 
 A quantidade faturada não se modifica, mas o valor total faturado sim. 
 A quantidade máxima possivel de debitar ou creditar posteriormente é a quantidade faturada. 
 Não é possivel lançar um débito posterior antes de uma fatura. O sistema não verifica a 
quantidade fornecida. 
Os custos complementares na compra de material e serviço estão dividos na seguinte forma: 
 Planejados. Custos que forem previamente registrados no pedido de compra. 
 Não Planejados. Custos que não foram registrados no pedido e foram identificados na entrada da 
fatura. 
Os custos complementares de aquisição planejados podem ser divididos em: 
 Custos de frete 
 Taxas alfandegárias 
Para os custos complementares de aquisição planejados, o sistema efetua o lançamento das provisões 
relevantes na conta de compensação na entrada de mercadorias. 
Os custos complementares de aquisição não planejados não são acordados no pedido e são entrados pela 
primeira vez na entrada de faturas. Na entrada da fatura, você entra o montante total dos custos 
complementares de aquisição não planejados na ficha de registro. 
Os custos complementares de aquisição não planejados são custos que não foram especifiados no pedido 
de compra e que não são entrados até o recebimento da fatura. 
Podemos lançar os custos complementares de aquisição não planejados sem referência ao pedido para 
um conta do razão ou um material. 
 
138 
 
 
 
 
 
139 
 
Modulo 10 
Exercício 19: Débito Posterior 
 
Tarefa 1: Débito Posterior 
 
1. Baseado no pedido criado efetue o lançamento de um débito posterior, informando: 
 Quantidade: 1 
 Valor: 100 BRL 
 
Antes de lançar a fatura, simule os lançamentos contábeis e após lançá-la verifique o histórico do pedido 
de compras. 
 
 
140 
 
Módulo 11 
Atualização de Contas Transitórias 
 
A conta de compensação EM/EF é usada para compensar as entradas de mercadorias e de faturas. 
No caso de diferenças de quantidade entre entradas de mercadorias e entradas de faturas, alguns itens 
permanecem abertos na conta de compensação EM/EF. 
Se fornecimentos adicionais, devoluções, faturas ou notas de crédito não compensarem uma diferença 
de quantidade para um item do pedido, será preciso atualizarf a conta de compensação EM/EF para esse 
item. 
Isso também se aplica aos custos complementares de aquisição planejados. 
Se a quantidade fornecida for diferente da quantidade calculada dos custos complementares de aquisição 
planejados, a conta de compensação dos custos não será compensada. 
Se não forem recebidas mais remessas, ou se os custos complementares de aquisição não forem 
liquidados, a atualizazção de contas também deverá ser realizada para a conta de compensação dos 
custos complementares de aquisição. 
Em geral, a conta de compensação é compensada periodicamente ou no fim do exercício para os itens do 
pedido para os quais não serão lançadas outras entradas de mercadorias ou de faturas. 
 
 
 
141 
 
Para realizar a atualização na conta transitória, execute a transação MR11, conforme detalhado nas 
figuras abaixo: 
 
 
 
 
 
142 
 
 
 
 
 
A figura abaixo demonstra o documento contábil gerado. 
 
143 
 
 
 
Lista de Documentos e Síntese de Faturas 
 
O faturamento em uma empresa é uma atividade numerosa, ou seja, são muitas as faturas que chegam 
para serem entradas e também saídas. 
Iremos agora conhecer dois relatórios que ajudarão ao ao faturista listar sua faturas. 
 
144 
 
 
 
Transação MIR5 – possível exibir uam lista de documentos de faturamento 
 
 
145 
 
 
Transação MIR6 – Sintese de faturas 
 
 
 
 
 
 
146 
 
Módulo 12 
Gerenciamento de estoques e inventário físico 
 
O gerenciamento de estoques é um componente essencial na administração de materiais e esta integrado 
com todo o processo de logistico. 
 
 
Como mostra a figura acima, o processo de gerenciamento de estoques é amplo pois ele disponibiliza 
informações para diversas áreas e não se restringi no somente controle das quantidades do estoque. 
Qualquer movimentação efetuada (entrada e saida de mercadoria da empresa) provoca uma alteração no 
estoque em tempo real, como também as atualizações do estoque resultantes dessas mudanças. 
A qualquer momento pode-se consultar o resultado destas mudanças no estoquem ou seja, visualizar a 
situação real da quantidade do material: 
 Em qual deposito o material foi dado entrada/saida 
 Já foram pedidos mas ainda não foram recebidos 
 Estão no deposito, porém já se encontram reservados para a produção ou para um cliente 
 Estão sob análise do setor de qualidade 
 Status do material do setor de qualidade 
 
Todo material é avaliado no nível organização da área de avaliação. 
Somente temos 2 formas de avaliar o material: no nível do Centro e no nível da Empresa. 
Para o gerenciamento de estoque, este ocorre basicamente no nível do centro, pois os materiais estarão 
armazenados em seus depósitos específicos e estes estão contidos dentro de um centro. 
 
147 
 
O inventáriofísico realiza a contagem de seus estoques. O inventário físico pode ser realizado para seus 
proprios estoques ou para estoques externos. 
 
Transação MIGO 
 
Toda movimentação de material causa no estoque uma retirada de material, uma saída de material, uma 
transferência de estoque ou entre centros/depósitos. 
 
 
A transação utilizada para movimentação de materiais é a MIGO. 
Ela é dividida nas seguintes áreas da tela: Síntese em árvore; dados de cabeçalho; sintese em ítens e 
detalhes do item. 
 
148 
 
 
 
Entrada de mercadoria com base no pedido de compra 
 
Seguir os passos abaixo: 
1) Informar a transação MIGO 
2) Verifique o valor proposto para o tipo de movimento e se necessário modifique-o para 101. 
3) Informar o numero do pedido. 
4) Informar a data do documento, o numero da nota de remessa do fornecedor 
5) Selecionar os itens fornecidos utilizando o codigo OK. 
6) Grave entrada de mercadoria. 
 
Caso seja necessário não concluir a entrada dos dados, temos a opção de memorizar os dados para que 
sejam utilizados posteriormente. 
Através dos movimentos de mercadorias (561, 563, 565) serão possiveis transferir o estoque contábil de 
um sistema existente para o sistema R/3 quando o sistema SAP for implementado pela primeira vez. 
 Estoque de utilização livre (movimento 561) 
 Estoque em controle de qualidade (movimento 563) 
 Estoque bloqueado (565) 
 
 
149 
 
 
Temos também a oção de efetuar entrada de material no estoque sem termos documento de referência 
como o pedido de compra, reservas ou ordem de produção. 
Para tanto basta decidir no momento da entrada dos dados na transação MIGO qual fim terá esta 
operação, conforme abaixo: 
 Estoque de utilização livre (501 – sem pedido; 521 – sem ordem de produção) 
 Estoque em controle de qualidade (503 - sem pedido; 523 – sem ordem de produção) 
 Estoque bloqueado (505 – sem pedido; 525 – sem ordem de produção) 
 
Devolução ao fornecedor 
 
Na entrada da mercadoria, o conferente da empresa percebe que o material está com alguma avaria ou 
então a quantidade esperada não condiz com a quantidade recebida. 
Estes são alguns motivos pelos quais a empresa pode devolver o material ao fornecedor. 
Essa devolução ao fornecedor pode ocorrer com base no estoque de utilização livre, bloqueado ou 
qualidade. 
 
 
Temos as seguintes combinações para tratar as devoluções: 
Entrada de Mercadoria Devolução 
101 122 
103 124 
105 122 
 
Código remessa final e limite de tolerância 
 
 
150 
 
Para uma entrada de mercadoria para um pedido o sistema propõe a quantidade do pedido em aberto de 
um item para a entrada de mercadorias. 
A quantidade de pedido em aberto indica a quantidade ainda por entregar de um item do pedido. 
O sistema calcula a quantidade do pedido em aberto como a diferença entre a quantidade pedida e a 
quantidade recebida. Se toda a quantidade do pedido ou mais, tiver sido fornecida, então a quantidade 
do pedido em aberto é igual a zero. 
O sistema compara automaticamente a quantidade do pedido em aberto de cada movimento de 
mercadorias com o item do pedido. 
Dica: uma entrada de mercadorias no estoque bloqueado da entrada de mercadorias ou uma devolução 
do estoque bloqueado EM não modifica a quantidade de pedido em aberto. 
Você pode modificar a quantidade de pedido em aberto proposta durante a entrada de mercadorias, se a 
quantidade fornecida for diferente. O sistema compara a quantidade fornecida entrada com a quantidade 
do pedido em aberto e determina os fornecimentos incompletos e excessivos. 
Normalmente os fornecimentos incompletos são permitidos. O sistema interpreta e aceita o 
fornecimento incompleto como um fornecimento parcial. Se você verificar as entradas antes de lançar a 
entrada de mercadoria o sistema faz referência ao fornecimento incompleto por meio de uma mensagem 
de advertência. 
 
Os fornecimentos excessivos de um item do pedido só são permitidos se isso for determinado no item do 
pedido de compra (% Tolerância), caso contrário o sistema não permite entrar quantidade maior que o 
pedido. 
 
151 
 
 
 
Se o código de remessa final for definido para um item do pedido não é possivel efetuar a entrada de 
mercadoria para este item do pedido de compra. 
 
Registro de transferência e Transferência de estoque 
 
A caracteristica principal de uma transferência é uma modificação no mumero do ID de estoque ou na 
categoria do estoque de um material. 
Os registros de transferências não precisam envolver um movimento de mercadoria real (fisico). No 
caso de transferência de estoque, por outro lado, sempre existe um movimento fisico de mercadorias. 
A cada movimentação o material somente irá mudar de status, sendo que a quantidade física não irá se 
alterar quando visualizamos o total do estoque a nível de empresa. 
 
152 
 
 
 
Em algumas situações na empresa temos a necessidade de transferir material para outro material. Isto 
ocorre quando o material tem seu status modificado ao longo do tempo. 
A regra principal para termos um material transferido é que ambos devem ter a mesma unidade de 
medida básica. 
 
Os movimentos de transferências podem ser realizados pela transação MIGO. MB1C, 
MB1A, MB1B. 
 
 
 
153 
 
Modulo12 
Exercício 20: Registro de Transferência 
 
Tarefa 1: Transferência de estoque a estoque 
 
1. Efetue a transferência de 10 unidades dos materiais MATMM-0xx do estoque de controle de 
qualidade CQ01 do centro CE02 para o estoque de livre utilização 0001 no centro CE02. 
 
2. Exiba o documento de material gerado e o documento contábil. 
 
 
154 
 
Exercício 21: Registro de Transferência 
 
Tarefa 1: Entrada em estoque 
 
1. Efetue a entrada em estoque do pedido criado anteriormente. 
 
2. Consulte o historico deste pedido. 
 
3. Consulte o documento contábil criado. 
 
 
155 
 
Módulo 13 
Reservas 
 
O propósito de uma reserva é assegurar que um material esteja disponível quando necessário, 
simplificando o processo de saida de mercadorias e preparar as tarefas no local da saida de mercadorias. 
A área de Planejamento de Produção utiliza as reservas geradas para um melhor gerenciamento da 
demanda. 
 
Transferências em uma etapa são permitidas. De depósito para depósito e de centro para centro. 
Se você está utilizando compras e produção, então as entradas de mercadorias são planejadas com 
pedidos e ordens de produção. As reservas de entrada não são necessárias. 
Reservas manuais são informadas pelo usuário. 
Reservas automáticas são geradas pelo sistema. 
Reservas geradas automaticamente não podem ser alteradas manualmente, somente visualizadas. 
 
 
156 
 
 
Como demonstrado na figura acima a reserva é dividida entre dados de cabeçalho e dados do item. No 
cabeçalho temos data básica, tipo de movimento, classificação contábil, etc. Após a criação da reserva 
não se pode alterar o tipo de movimento e a classificação contábil. 
No item temos código de material, quantidade reservada, centro, deposito, etc. 
 
 
 
157 
 
Criar, modificar e exibir uma reserva 
 
Para a manutenção de reserva temos as transações MB21 para criação, MB22 para alteração e 
MB23 para consulta. 
 
 
 
Para agilizar o processo no momento da criação é possivel criar uma reserva com base em outras 
reservas. O sistema irá sugerir os itens da reserva origem para o usuário selecionar quais necessitam. 
No customizing para Administração de estoques e inventário físico, em Reservas > Mnater normas de 
cópia para documentos de referência, você pode especificar se a seleção para copiar já está definida em 
todos os itens na reserva de referência. 
 
Criação manual de uma reserva 
 
Para efetuar este processo, utilize os seguintes passos: 
1) Informe a transação MB21 ou acesse Logistica > Administração de Materiais > Administração de 
Estoques > Reserva > Criar 
2) Informe a data básica, tipo de movimento e o centro.Se for usada uma reserva como cópia, informá-
la no campo Modelo 
 
158 
 
3) Infomar os dados necessários da classificação contábil e, se necessário, o recebedor da mercadoria. 
Clique duas vezes no item para chamar a tela detalhada do item. 
4) Grave a reserva. 
 
Modificação da data básica de uma reserva 
 
Para efetuar este processo utilize os seguintes passos: 
1) Informe a transação MB22 ou acesse Logistica > Administração de Materiais > Administração de 
Estoques > Reserva > Modificar 
2) Informe o número da reserva 
3) Selecione Ir para -> Cabeçalho 
4) Modifique os dados necessários e tecle <enter>. Isso o levará para uma tela onde estão listadas as 
datas das necessidades novas e antigas para cada item. 
5) Se necessário modifique as datas da necessidade e copie os dados 
6) Grave a reserva. 
 
Lista de reservas de Administração de estoques 
 
Utilize a lista de reservas se quiser obter uma síntese das reservas. Abaixo os campos de seleção para 
filtrar as reservas: 
 Material 
 Data da necessidade 
 Numero do usuário 
 Recebedor da mercadoria 
 Classificação contábil 
 
 
159 
 
 
 
Definir código de movimento permitido 
 
Ao criar reservas, você pode decidir se o código Movimento Permitido deve ser definido para os itens. 
Se você quiser reservar movimentos para um item de reserva, você precisa definir este código. 
Com este relatório você pode definir automaticamente o código Movimento Permitido para todos os 
itnes de reserva cujas datas da necessidade se encontram no futuro proximo. 
 
160 
 
 
 
Valores propostos para reservas 
 
Para configurar os parâmetros acesse customizing de Administração de Estoques e inventário fisico 
em Reserva -> Definir valores propostos. Nesta etapa, defina o seguinte para cada centro: 
 Se o codigo Movimento permitido é proposto quando você cria reservas 
 O numero de dias utilizado para calcular o período para definir o código Movimento permitido 
no relatório Administrar reservas. 
 O numero de dias utilizado para calcular o período para eliminar as reservas no relatório 
Administrar reservas. 
 Se os dados de estoque em depósito relevantes são criados automaticamente quando você lança 
uma reserva para um material. 
 
 
161 
 
 
 
 
162 
 
Configuração para verificação dinâmica da disponibilidade em Adm de 
Estoques 
Configurações necessárias: 
 Atribuir uma regra de verificação à transação (em customizing) 
 Atualizar um grupo de verificação para a verificação de disponibilidade, no registro mestre de 
materiais (visão MRP) 
 Para a combinação de grupos de verificação e regra de verificação, você precisa ter definido 
quais estoques e quais entradas e saídas devem ser consideradas na verificação (em customizing) 
 Indicar que tipo de mensagem (de erro, de advertência ou alerta) o sistema deve emitir para o 
tipo de movimento, no caso de disponibilidade ou indisponibilidade (customizing). 
 
Configurar no customizing em Administração de estoques e inventário físico: 
 Para movimentos de mercadorias, em saída de mercadorias / transferência -> definir verificação 
dinâmica da disponibilidade ou em entrada de mercadorias -> definir verificação dinâmica da 
disponibilidade 
 Para reservas, em reserva -> definir parâmetros verificação dinâmica da disponibilidade 
 
 
 
É sempre necessário executar quatro etapas: 
 Definição do tipo de movimento 
 Definição de regra de verificação 
 Indicação detalhada da regra de verificação, dependendo do grupo de verificação 
 Atribuição de regra de verificação à transação 
 
163 
 
Para a opção de Regra de Verificação podemos informar se este serão considerado como estoque 
disponível: 
 Estoque de segurança 
 Estoque em transferências 
 Estoque em controle de qualidade 
 Estoque bloqueado 
 
De modo semelhante, as entradas planejadas e futuras necessidades de venda ou reservas, podem ser 
incluídas no cálculo da quantidade disponível, por meio da consideração de requisições de compra, 
pedidos ou ordens de produção. 
 
 
 
 
164 
 
Módulo 14 
Consignação 
 
Consignação significa que o material do fornecedor é disponibilizado para você, onde pe armazenado 
em usa empresa, mas ainda pertence ao fornecedor. 
Quando você retira do depósito de consignação é gerada uma obrigação que deverá ser liquidada após 
um período acordado com o fornecedor. 
Para administrar material em consignação, você necessita dos seguintes dados mestres: 
Registro mestre de material: o material em consignação deve ser o mesmo material para estoque proprio. 
Registro mestre de fornecedor: para o fornecedor do material 
Registro info para compras: do infotipo Consignação para os fornecedores de material em consignação e 
materiais em consignação. 
 
 
Para solicitar mercadorias em consignação a um fornecedor, você deve criar um pedido com um item 
em consignação com categoria de item K. Com referência ao item em consignação, o lançamento é 
efetuado diretamente no estoque em consignação do fornecedor em questão, ou seja, estoque especial K. 
Repare que as letras para a categoria do item e estoque especial são as mesmas, porém são informações 
totalmente diferentes. 
 
165 
 
O sistema não avalia o estoque em consignação durante a entrada de mercadorias. 
Se for retirado material do estoque em consignação para consumo, por exemplo, a retirada é avaliada 
com o preço do fornecedor que é definido no registro info de consignação. Para a liquidação de retiradas 
de materiais, existe um relatório especial. 
 
 
 
 
 
166 
 
Transferências 
 
Para os estoques em consignação, você também pode efetuar os registros de transferência e 
transferências de estoque com os mesmos tipos de movimentos para os estoques normais, porém deverá 
indicar o estoque especial K e o fornecedor de consignação. 
 
Você somente pode efetuar uma saída de mercadoria do estoque em consignação de livre utilização para 
consumo. Uma saida de mercadoria do estoque em consignação de controle de qualidade ou bloqueado 
somente pode ser realizado para saída para sucata ou amostra. 
Toda saída de mercadorias do estoque em consignação deverá ser indicado o estoque especial K e o 
fornecedor consignado. 
Você também pode efetuar uma transferência do estoque em consignação para estoque próprio. Para isto 
utilize o tipo de movimento 411 e o código do estoque especial K. 
Tanto para a saída de mercadorias como para a transferência do estoque consignado para estoque 
próprio geram uma obrigação com o fornecedor e é avaliada. 
 
167 
 
 
 
 
 
 
168 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
169 
 
Módulo 15 
Subcontratação 
 
 
 
O processo de subcontratação compreende o envio de componentes brutos para um fornecedor para 
processos de produção específicos e o recebimento do material acabado com valor agregado no estoque. 
A explosão da lista técnica aciona funções subseqüentes, como fornecimento ao subcontratado, etc. 
Lançamento automático de fluxo de valores 
Lançamento automático de estoques nos tipos de estoque correspondentes 
 
Principais fluxos do processo cobertos: 
No fornecimento de mercadorias, o cenário se concentra nas seguintes atividades: 
 Criação de pedidos com base em uma requisição de compra programada criada pela última 
execução do MRP 
 Opcional: criação de pedido manual 
 Aprovação de pedido (se necessário) 
 Entrega 
 
 
170 
 
Saída de mercadorias para remessa e envio ao subcontratado 
 
Uma requisição de compra por subcontratação é gerada por intermédio do processo de Planejamento de 
necessidades de material (MRP) ou manualmente, por um requisitante. Um comprador valida a exatidão 
da requisição de compra e converte-a em um pedido. O pedido está sujeito à aprovação com base em 
parâmetros predefinidos antes de ser emitido para um fornecedor. 
O consumo dos componentes enviados é registrado mediante o recebimento do materialacabado com 
valor agregado. O fornecedor envia a fatura dos serviços prestados, que é paga durante o ciclo normal de 
pagamento. 
 
 
 
O item de subcontratação de documentos de compras são representados com uma categoria de item L. 
Isto significa que, para cada item sucontratado, é necessário entrar um ou vários subitens para os 
componentes a fornecer. 
Se existir uma lista técnica com os componentes para o material a suprir, então os componentes são 
copiados desta lista técnica para o item de subcontratação (COR3). 
Você também pode entrar manualmente o(s) componente(s) ou adiconá-lo(s). 
 
171 
 
 
 
Vamos começar nosso exemplo analisando a lista técnica do material SKATE. 
Através do menu SAP Easy Access > Logistica > Produção > Dados mestre > Lista técnica > Lista 
ténica > Lista técnica de material > Exibir 
É possivel consultar a lista técnica do material SKATE. Esta é a transação CS03. 
 
172 
 
 
 
Agora será criado um pedido de compra para o fornecedor subcontratado, código FORN-SKATE, 
solicitando 100 skates. 
O preço informado neste pedido é o preço para a montagem dos skates (serviço) e não o preço do 
material SKATE. 
 
 
173 
 
O envio dos componentes ao subcontratado você pode fazer através do menu SAP Easy Access > 
Logistica > Administração de materiais > Compras > Pedido > Análises > Estoque colocado à 
disposição fornecedor. Esta é a transação ME2O. 
 
 
As tranferências somente podem ser realizadas do estoque de livre utilização para livre utilização do 
subcontratado. 
Após efetuar a transferência dos componentes a transação de monitorização do estoque subcontratado 
será apresentada conforme figura abaixo: 
 
 
 
174 
 
O envio dos componentes ao subcontratado mesmo que realizado com referência a um pedido de 
compras, não atualiza o histórico do pedido. 
O envio dos componentes ao subcontratado pode ser feito através da transação MIGO. 
 
 
 
As quantidades disponibilizadas ao fornecedor subcontratado tem os status de utilização livre e controle 
de qualidade. Não existe o status de estoque bloqueado. 
 
175 
 
 
Você pode modificar manualmente as quantidades dos componentes que foram trazidas 
automaticamente do pedido de subcontratado. Estas modificações são necessárias se o fornecedor lhe 
comunicar um excesso de consumo ou consumo inferior de componentes na remessa. 
A entrada de mercadorias é avaliada com o preço do serviço de subcontratação e com o valor dos 
componentes consumidos. 
Se o subcontratado comunicar um excesso de consumo ou consumo inferior de componentes de 
subcontratação após o fornecimento do produto final, você precisa lançar uma compensação posterior 
para corrigir o consumo de componentes. 
Na transação para movimentos de mercadorias, MIGO, selecione Compensação posterior na lista de 
transações empresariais. 
Como documento de referência, o sistema seleciona automaticamente o Pedido. Entre o número de 
documento do pedido e o número do item para o qual você quer lançar uma compensação posterior. Para 
o item selecionado, entre a quantidade da diferença indicada pelo fornecedor e utilize o código Consumo 
Inferior/Entrada inferior para determinar se é uma entrada ou uma saída. Se você definir o código, é 
então um consumo inferior ou uma entrada inferior. Se você não definir o código, é então um excesso de 
consumo ou uma entrada superior. 
A revisão de faturas para a subcontratação é tratada tal como a revisão de faturas para compras normais. 
Tipos de movimento utilizados na subcontratação: 
541 -> envio dos componentes ao subcontratado 
542 -> devolução dos componentes do subcontratado. 
543 -> consumo dos componentes no subcontratado 
 
176 
 
544 -> estorno do consumo dos componentes no subcontratado 
 
 
 
Você ainda pode fazer um pedido de compras para um ou vários componentes, solicitando que a entrega 
seja feita diretamente no Subcontratado. 
Para isto no item do pedido de compras, na pasta de endereço de remessa, informe o subcontratado e 
marque o campo fornecedor de subcontratação. 
Com isto, no momento de fazer a entrada de mercadorias, a mesma será feita diretamente no estoque do 
subcontratado, ou seja, estoque especial O. 
 
177 
 
 
 
 
 
 
178 
 
Módulo 16 
Inventário Fisico 
 
Por questões legais e por questões de aferimento de estoque as empresas necessitam efetuar o processo 
de inventário. 
Alguns países exigem que este processo seja feito pelo menos 1 vez ao ano e estas informações serão 
exibidas no balanço patrimonial da empresa. 
Um dos objetivos do Planejamento de necessidades do material, e por exemplo, garantir a 
disponibilidade de materiais a qualquer momento, minimizando, simultaneamente, a manuteção de 
estoques. 
Dados de estoques incorretos originam numeros de disponibilidade errados. 
 
O inventário físico é executado com base em unidades de estoques. Uma unidade de estoque é uma parte 
individual de um estoque de materiais para os quais existe um estoque contábil. 
Uma unidade de estoque define-se exclusivamente por: 
 Material 
 Centro, deposito 
 Tipo de estoque 
 Lote 
 Estoque especial 
Os materiais serão contados e comparados com quantidade contábil que esta no sistema SAP. Por 
exemplo, você precisa registrar as quantidades de estoque de utilização livre, estoque em controle de 
 
179 
 
qualidade e estoque bloqueado de um material em um depósito de um centro, separadamente para cada 
caso. 
Em um depósito sujeito a administração de depósitos (WM), o inventário físico é executado com base 
em quantidades e posições no deposito. 
Segue as transações de inventário: 
 
 
 
180 
 
 
Processo de Inventário Fisico 
 
O processo de inventário físico é dividido em ttrês fases: 
1) Criação de documentos do inventário físico 
2) Entrada da contagem 
3) Lançamento da diferença de inventário 
 
 
Criação do documento de inventário (DIF) 
Na fase cria-se o documento do inventário fisico (DIFs). Nesta fase será informado qual o 
centro/deposito e os materiais a serem contados. Também podem ser indicados os estoques especiais. 
Ao ser concluído, você imprime os documentos para iniciar o processo de contagem 
 
Entrada dos materiais 
Com base na lista retornada do deposito com anotações das quantidades contadas, deve ser informado 
no sistem para que seja determinado se existe alguma diferença entre a quantidade contada contra a 
quantidade contábil. 
 
Lançamento das Diferenças 
 
181 
 
Nesta fase são lançadas as diferenças de inventário que foram identificadas. As quantidades e valores do 
estoque são atualizadas. As contas de estoque são atualizadas na Contabilidade. 
 
 
Você pode fazer modificações para um documento do inventário físico, contando que você ainda não 
tenha inserido um resultado da contagem: 
No cabeçalho 
 Data prevista para a contagem do inventário fisico 
 Ativar ou desativar o bloqueio de lançamento 
 Fixe o estoque contábil ou remova a fixação 
 Número, referência e o nome do inventário fisico 
No item 
 Tipo de estoque 
 Unidade de medida de contagem 
 Definir o código de eliminação 
 Inserir novos itens 
 Eliminar o documento 
Se já foi iniciado a entrada das quantidades entrados no inventário (fase contagem) somente é possivel 
as seguintes alterações: 
 Ativar ou remover o bloqueio de lançamento 
 Fixar o estoque contábil ou remover a fixação 
 Ativar o código de eliminação para itens individuais ou eliminar o documento completamente 
 Inserir ou modificar os resultados da contagem do inventário físico. 
 
182 
 
 
Entrada de contagem do inventário físico 
 
Após a contagem dos materiais, estes devem ser informados no sistema a fim de determinar se há ou não 
diferença entre o físico e o contábil. 
Para isto seguir os seguintes passos: 
1) Entrar os numeros do estoque no sistema com e sem referencia a um DIF. 
2) Pode-se informaruma variação percentual da quantidade para que o sistema emita uma mensagem de 
advertência. 
3) Entrar com os códigos de materiais com estoque zero, utilizando a possibilidade de contagem zero. 
Aqui todos os itens de documento ainda por processar são definidos com estoque zero. A utilização da 
contagem zero e da advertência de variação pode levar o sistema a emitir um numero indesejavelmente 
elevado de mensagens de advertência. 
4) Será alterado no documento de inventário, o status da contagem do item é definido como Contado e a 
data da contagem é atualizada no cabeçalho do documento. 
5) Após gravar as alterações, o sistema irá determinar a diferença entre o físico e o contábil. Se houver 
diferenças será contabilizado em uma conta de diferença de inventário. 
 
 
 
 
 
 
183 
 
Bloqueio de movimentos de mercadoria 
 
Quando se inicia o processo de inventário físico o mestre de materiais assume diversos status de 
bloqueio dependendo da fase que se encontra o inventário 
Quando se inicia o código Bloqueio de Inventário Físico será gravado com X. 
Quando se entra o resultado da contagem o código Bloqueio de Inventário fisico será gravado com A 
(ainda não concluído). 
O código é desativado quando a diferença de inventário é lançada. 
 
 
184 
 
Fixação de estoque contábil 
 
Se não for possivel bloquear o movimento de mercadoria por motivos organizacionais, você pode fixar o 
estoque contábil no DIF, no momento a contagem. 
Para isso defina o código Fixar estoque contábil no documento do inventário físico. 
Isto impede que os movimentos de mercadorias modifiquem o numero do inventário fisico que é 
relevante para o processo de inventário. 
 
 
Para tanto, deve indicar no customizing em Administração de estoques e inventário físico, em Inventário 
> Permitir fixação de estoque contábil no depósito 
Os movimentos de conta que ocorram quando as diferenças de inventário fisico são lançadas dependem 
de qual o estoque que você inventariou. 
 Estoque próprio 
 Estoque em consignação pertencente a um fornecedor. 
 
 
185 
 
 
 
 
186 
 
Módulo 17 
Relatórios e Análises 
 
Existem muitas análises diferentes na administração de estoques que ajudam você a monitorizar a 
situação do seu estoque e a acompanhar os movimentos do estoque. 
No menu Administração de estoque, as análises estão listadas em Ambiente e Tarefas periódicas. 
A análise do material e dos documentos contábeis para movimentos de mercadorias está listada em 
Ambiente > Exibição de lista. A análise dos estoques está listada em Ambiente > Estoque. 
 
Alguns relatórios: 
 Lista de documento de material – MB51 
 Documentos contábeis para material – MR51 
 Documentos de material arquivados – MBAL 
 Documentos de material cancelado – MBSM 
 Documento de material com motivo do movimento – MBGR 
 Visão geral de estoques – MMBE 
 Lista de estoques/necessidades – MD04 
 Disponibilidade do centro – MB53 
 Sintese de disponibilidade – CO09 
 Estoque em deposito – MB52 
 Estoque em transito – MB5T 
 Estoque especial avaliado – MBBS 
 Estoque de subcontratação – MBLB 
 
187 
 
 
 
188 
 
Customizing 
 
No customizing da Administração de estoques e inventário físico, o nó Relatórios contem as funções 
para configurar as análises na administração de estoques. 
Você defini as versões de exibição da visão geral de estoques selecionando IMG > Administração de 
materiais > Administração de estoques e inventário >Relatórios >Determinar exibição para listas de 
estoques 
 
 
Versão de exibição – você define uma versão de exibição alocando um número de versão com a 
descrição relevante 
Regras para exibição dos estoques – determinação de estoques dependente da versão, exibidos na lista 
básica 
Tela detalhe para exibição dos estoques – determinação de estoques e sua sequencia na lista de detahes 
da visão geral de estoques. 
 
189 
 
 
 
 
 
190 
 
 
 
 
191 
 
 
Extra - Customizing 
 
Empresa 
 
 
 
 
A Empresa é uma entidade legal que representa um elemento ou organização para a qual se necessita 
estabelecer dados financeiros. 
A criação da Empresa geralmente é feita pelo módulo FI, sempre com cópia da empresa 0001, para que 
não haja risco de faltar definição em alguma tabela SAP. 
 
Filial 
 
 
 
Entidade da Localização Brasil para geração dos documentos fiscais. 
A criação da Filial geralmente é efetuada pelo módulo FI 
 
 
 
Após a criação da Filial, deverá ser feita a atribuição do CNPJ (8 dígitos) e Filial (4 dígitos) da empresa. 
 
Centro 
 
Um Centro é criado como uma unidade de produção e de planejamento, ou simplesmente um 
agrupamento de um ou mais locais de armazenamento de materiais (depósitos), os quais estão 
geograficamente próximos. 
 
 
 
 A criação dos centros é feita pelo consultor de MM e deve ser sempre com cópia do centro 0001, 
para que não haja risco de faltar definição em alguma tabela SAP. Depois, deve-se modificar os campos 
referentes às informações do centro, como endereço e calendário fábrica. 
IMG  Estrutura do Empreendimento  Definição  Contabilidade 
Financeira  Definir, copiar, eliminar, verificar empresa 
 
 
IMG  Contabilidade Financeira  Configuração Contabilidade 
Financeira  Empresa  Verificar e completar parâmetros globais 
 
 
IMG  Estrutura do empreendimento  Definição Logística Geral 
 Definir, copiar, eliminar, verificar centro. 
 
 
IMG  Componentes válidos para todas as aplicações  Funções 
gerais de aplicação  Nota Fiscal  Filial CGC  Criar 
 
 
 
192 
 
 
 
 
 
O Centro é atribuído à Empresa para permitir elaboração dos relatórios financeiros tanto em nível de 
Centro como de Empresa. 
 
 
 
Após a criação dos centros e filiais, é necessário que se faça associação entre eles. Pode-se associar mais 
de um centro para a mesma filial. 
 
Organização de Compras 
 
 
 
É a unidade responsável pela negociação de condições de preços com o fornecedor para as plantas 
assinaladas a ela. Pode ser atribuída diretamente à Empresa ou ao Centro. 
 
 
 
Caso exista apenas uma Organização de Compras para a Empresa, o mesmo deverá ser atribuído 
diretamente à Empresa. 
 
 
 
Caso exista uma Organização de Compras para cada Centro, o mesmo deverá ser atribuído diretamente 
ao Centro. 
Depósito 
 
 
 
IMG  Estrutura do empreendimento  Definição  Administração 
de Materiais  Atualizar Organização de compras 
 
IMG  Estrutura do empreendimento  Definição  Admin. 
Materiais  Atualizar Depósito 
 
 
IMG  Componentes válidos para todas as aplicações  Funções 
gerais de aplicação  Nota Fiscal  Filial CGC  Atribuir a 
Centros 
 
 
IMG  Estrutura do empreendimento  Atribuição  
Administração de Materiais  Atribuir Organização de Compras - 
Empresa 
 
IMG  Estrutura do empreendimento  Atribuição  
Administração de Materiais  Atribuir Organização de Compras - 
Centro 
 
IMG  Estrutura do empreendimento  Atribuição Logística 
Geral  Atribuir centro - empresa. 
 
 
 
193 
 
Os depósitos são locais em que são armazenados os materiais. Eles não precisam necessariamente ser 
iguais aos locais físicos. Como exemplo temos os materiais consignados, que devem ter depósitos 
“lógicos” (no SAP) separados dos materiais de mesmo código comprados diretamente, mesmo que eles 
estejam armazenados no mesmo espaço físico. 
Para se criar um depósito, deve-se primeiramente selecionar o Centro. Depois, entrar com todos os 
depósitos relacionados a esse centro. Pode-se criar depósitos com mesmo código para diferentes centros 
(exemplo: um depósito DEP1 de matéria-prima pode ser criado para o Centro 1 e um outro depósito 
com mesmo nome para o Centro 2). 
 
Mestre de Materiais 
 
Intervalos de Numeração 
 
 
 
 
O intervalo de numeração é determinado através do tipo de material. 
Caso mais de um tipo de material tenha asmesmas características e deva estar dentro de um mesmo 
intervalo de numeração, eles podem ser agrupados. 
Para cada grupo poderão ser criados dois tipos de intervalo de numeração: 
- interno, cuja numeração será criada automaticamente pelo sistema no cadastramento do 
material. Deverão ser informados os intervalos “de-até”, bem como a posição do intervalo, 
isto é, a partir de qual numeração o sistema irá considerar para buscar a nova numeração. 
- Externo, cuja numeração deverá ser informado pelo usuário no cadastramento do material. 
Deverão ser informados os intervalos “de-até” e estar selecionada a opção “Ext”. 
 
Os intervalos de numeração podem ser numéricos, alfabéticos ou alfanuméricos. 
 
Mestre de Fornecedores 
 
Intervalos de Numeração 
 
 
 
 
O intervalo de numeração é determinado através do grupo de contas do fornecedor. 
Caso mais de um grupo de contas do fornecedor tenha as mesmas características e deva estar dentro de 
um mesmo intervalo de numeração, eles podem ser agrupados. 
Transação MMNR 
 
IMG  Logística Geral Mestre de materiais  Configurações 
Globais  Tipos de Material  Determinar intervalos de numeração 
por tipo de material 
 
Transação OMSJ 
 
IMG  Logística Geral  Parceiro de negócios  Fornecedor  
Controle  Determinar intervalos de numeração para regs.mestre 
fornecedor 
 
 
 
194 
 
Para cada agrupamento poderão ser criados dois tipos de intervalo de numeração: 
- interno, cuja numeração será criada automaticamente pelo sistema no cadastramento do 
material. Deverão ser informados os intervalos “de-até”, bem como a posição do intervalo, 
isto é, a partir de qual numeração o sistema irá considerar para buscar a nova numeração. 
- Externo, cuja numeração deverá ser informado pelo usuário no cadastramento do material. 
Deverão ser informados os intervalos “de-até” e estar selecionada a opção “Ext”. 
 
Os intervalos de numeração podem ser numéricos, alfabéticos ou alfanuméricos. 
 
Grupos de Contas 
 
 
 
Os grupos de contas permitem agrupar fornecedores que tenham a mesma conta contábil, o que é feito 
no momento do cadastramento do fornecedor. 
A criação do grupo de contas é realizada pelo Consultor FI/CO e verificado por MM. 
São possíveis os seguintes status de campos: 
- Entrada necessária 
- Entrada opcional 
- Campo exibido, mas indisponível para entrada 
- Campo oculto 
 
Lote 
 
 
 
Um Lote representa uma unidade com únicas especificações. Pode ser utilizado nas indústrias químicas, 
farmacêuticas, de alimentos, higiene etc. É comum a utilização do sistema de lotes materiais com 
controle de data de expiração. Essa e outras especificações e propriedades são armazenadas no sistema 
de classificação como valores de características. 
O Gerenciamento de Lotes é integrado com todas as aplicações de logística. 
A Determinação do lote pode ser feito na área de produção (executado para localizar e retirar 
componentes de materiais adequados para o produto a ser manufaturado), na Sales Order ou em 
movimentos de saída e transferência) 
Para que o material receba uma numeração de Lote a cada movimentação, é necessário que o mesmo 
tenha o flag de Lote selecionado no Mestre de Materiais. Essa numeração pode ser automática ou 
manual, dependendo de sua parametrização. 
IMG  Logística Geral  Administração de lotes 
 
 
Transação OMSG 
 
IMG  Logística Geral  Parceiro de negócios  Fornecedor  
Controle  Determinar grupo de contas e seleção de campos de 
fornecedores 
 
 
195 
 
Um lote é único e não pode ser reabastecido. 
 
Compras 
 
Dados Mestre 
 
Registro Info 
 
O Registro Info contém dados que descrevem uma relação de fornecimento entre fornecedor e material. 
Quando entra-se um Pedido de Compras, os dados históricos de preços são atualizados em um registro 
info. 
O Registro Info pode ser criado manualmente ou automaticamente, via cotação ou pedido de compras. 
Para cada novo pedido de um mesmo material para um mesmo fornecedor, o sistema irá buscar as 
informações do registro info como defaults, como por exemplo o último preço de compra, o IVA etc. 
 
 
 
 
 
 
Lista de Opções de Fornecimento (LOF) 
 
A Lista de Opções de Fornecimento especifica as fontes permitidas (ou não permitidas) de suprimento 
de um material em um centro. Também indica o período para o qual a fonte é válida. Cada fonte é 
definida nessa lista por meio de um registro de lista de opções de fornecimento. 
 
A lista oferece as seguintes opções: 
- Definição de uma fonte de suprimento como “fixa”. Tais fontes são consideradas 
como fontes preferenciais em determinado período de tempo 
- A determinação das fontes efetivas, isto é, as que representam as fontes preferenciais 
em determinado momento. 
- Definição de uma fonte de suprimento como “bloqueada” 
 
 
 
 
Logística  Admin. de Materiais  Compras  Dados mestre  
Registro Info 
- ME11 – Criar 
- ME12 – Modificar 
- ME13 - Exibir 
Logística  Admin. de Materiais  Compras  Dados mestre  
Lista opções fornec 
- Atualizar (ME01) 
- Exibir (ME03) 
 
 
196 
 
 
Quota 
 
A quotização determina como as necessidades de compra de um material são distribuídas entre 
diferentes fontes de fornecimento. Se uma quota deve ser executada para um material, isso deve estar 
indicado no mestre de materiais. A quota especifica que parte da necessidade total deve ser suprida por 
determinada fonte. 
Parametrização: Definir por níveis quais funções de negócio participam com suas quantidades no 
processo de quotização (Ordem de Compras, Requisições, Contratos, Ordens Planejadas, MRP, Ordens 
de Produção para um determinado material). 
 
 
 
 
Processo: 
 
 
 
 
Para que o processo de quotização funcione corretamente, é necessário que: 
1) O material sujeito à quotização deverá ter o campo “Utilização de quotização” (visão 
de compras) preenchido com “3” ; 
2) O conteúdo do campo “Tamanho do lote MRP” deve ter, nas parametrizações 
(transação OMI4) o campo “Quota partição” clicado; 
3) Deverá ser criado um registro info para cada fornecedor; 
4) Deverá ser criado um programa de remessas para cada fornecedor; 
5) Deverá ser criado o LOF do material com todos os programas de remessas, não 
esquecendo de preencher o campo MRP com “2”; 
6) Criar a quotização para o material com os fornecedores, indicando a porcentagem da 
quota de cada um deles. 
 
 
Transação OMEQ 
 
IMG  Administração de materiais  Compras  Quotização  
Determinar utilização de quotização 
 
Logística  Admin. de Materiais  Compras  Dados mestre  
Quotização 
- Atualizar (MEQ1) 
- Exibir (MEQ3) 
 
 
197 
 
Mensagens 
 
 
 
 
 
 
Toda vez que o usuário gera uma Solicitação de Cotação, um Pedido, um Contrato básico ou um 
Programa de Remessas é gerado um documento num formato de saída no qual a informação contida será 
comunicada ao terceiro via serviço postal, fax, EDI ou qualquer outro meio, que representa uma 
mensagem. A mensagem é, então, colocada na fila de mensagens (saída) e de lá liberada para impressão 
ou transmissão. 
 
IVA 
 
Configuração características fiscais 
 
IMG  Contabilidade Financeira  Configuração contabilidade financeira  IVA  Configuração 
 Configurações p/IVA no Brasil 
Lei fiscal IPI (*1*) 
Lei fiscal ICMS (*1*) 
Regiões Fiscais 
 
(*1*) São Textos referentes ao regulamento do ICMS e IPI que devem ser impressos nas NF’s de saída, 
no campo de observação. 
 
IMG  Contabilidade Financeira  Configuração contabilidade financeira  IVA  Cálculo  
Opções para cálculo de Impostos no Brasil  Taxas de imposto 
IPI (Normal) 
IPI (Exceções) 
ICMS (Normal) 
ICMS (exceções) 
 
IMG  Componentes válidos para todas as aplicações  Funções gerais de aplicação  Nota Fiscal 
 Codes NBM 
Criar 
Atribuir a grupos de materiais 
 
Logística  Administração de Materiais  Compras  Dados 
Mestre  Mensagens 
- Solicitação Cotação- Pedido 
- Contrato básico 
- Div.Progr.Remessa 
- Registro de Serviço 
 
Logística  Administração de Materiais  Compras  Dados 
Mestre  Mensagens 
- Solicitação Cotação 
- Pedido 
- Contrato básico 
- Div.Progr.Remessa 
- Registro de Serviço 
 
 
198 
 
Os códigos NBM são requeridos para calcular a taxa de IPI em MM. Sem um cadastro de material não é 
possível calcular a taxa de IPI automaticamente no recebimento fiscal (NF). Neste caso podemos 
atribuir a um grupo de material um código de NBM . 
 
IRRF / INSS 
 
IMG  Contabilidade Financeira  Configuração contabilidade financeira  Imposto retido na fonte 
(IRF)  Imposto retido na fonte ampliado 
 
 Configurações globais 
- Verificar países do IRF (para definição do país / código “BR / 508 / Brasil) 
- Definir códigos oficiais IRF (para criação dos códigos tributários oficiais, caso 
queira associa-los na apuração) 
 
 Cálculo  Categoria Imposto retidos na fonte 
- Definir categoria IRF: lançamentos na entrada da fatura 
- Definir categoria IRF: lançamentos no momento do pagamento 
 
 Cálculo  Código de imposto de retenção na fonte (IRF) 
- Definir códigos IRF (criação das combinações de códigos com diferentes alíquotas e 
cálculos dos tipos de impostos definidos) 
- Definir fórmulas para cálculo de IRF (criação das fórmulas para as diferentes 
faixas de impostos) 
 
 Empresa 
- Atribuir categorias de IRF a empresas(Atribuição / ativação dos códigos de 
impostos a empresa) 
- Ativar IRF ampliado 
 
 Lançamento  Contas para imposto retido na fonte 
- Gravar contas para IRF a pagar (Determinação das contas contábeis para os 
códigos de impostos) 
 
 
Livro de Apuração 
 
IMG  Contabilidade financeira  Contabilidade Geral  Transações contábeis  Encerramento  
Declarar  Reporting oficial Brasil 
 
199 
 
o Modelo 8 – contas especiais 
o Modelo 9 – contas especiais 
 
Quando uma conta estiver cadastrada nestas tabelas “Mod. 8 / Mod. 9” sempre que ocorrer algum 
lançamento, o mesmo aparecerá nos livros de apuração. 
 
Livros Fiscais 
 
 
Contabilidade  Contab. financeira  Fornecedores  Reporting Financeiro  Brasil 
- Registro de Entradas (Mod.1) + Lista de Códigos de Emitentes (Mod.10) 
- Registro de Saídas (Modelo 2) 
- Registro de Controle da Produção e do Estoque (Modelo 3) 
- Registro do Inventário (Modelo 7) 
- Registro de Apuração do IPI (Modelo 8) 
- Registro de Apuração do ICMS (Modelo 9) 
- Listagem de Operações Interestaduais (Modelo 12) 
- Registro de Apuração do ISS 
- Arquivo Magnético / Convênio ICMS 131/97 
- IN68: cadastros, files e tabelas 
- Extratos de clientes / Fornecedores / contas do Razão 
 
Existem outros caminhos via menu que possibilita o acesso aos livros, pode ser através de 
“Clientes” ou “Sistema de informação” 
 
Os livros disponíveis não são configuráveis 
 
 
 
IVA 
 
IMG  Contabilidade financeira  Configuração contabilidade financeira  IVA  Cálculo  
Definir código IVA (transação FTXP) 
A criação deve ser feita através de cópia. Evite ao máximo possível a alteração de códigos já existentes 
“Standard”. 
 
IMG  Contabilidade financeira  Opções básicas da contabilidade financeira  IVA  
Lançamento  Definir contas de impostos (transação OB40) 
 
Estratégia de Liberação 
 
O objetivo do processo de Estratégia de Liberação é substituir procedimentos de autorização por escrito, 
através de assinaturas, por um procedimento eletrônico, e ao mesmo tempo auxiliar na administração e 
manutenção do controle orçamentário, bem como fornecer aos supervisores informações pertinentes 
referentes a materiais comprados. 
A aprovação eletrônica pode ser para: requisições, solicitação para cotação, pedidos, contratos ou 
programas de remessas. 
 
200 
 
A pessoa responsável, após marcar o documento com sua “assinatura eletrônica”, concede valor legal ao 
documento, que poderá, então, dar continuidade ao processo da compra. 
Existem dois tipos de processos de liberação: 
 
1) Sem classificação: utilizada somente para liberação de requisições de compras em nível de 
item. Tem como objetivo checar a exatidão dos dados dos materiais, datas e quantidades. 
2) Com classificação: é utilizada para liberação de qualquer documento de compras. A 
liberação é feita em nível de cabeçalho, ou seja, do documento como um todo. Utiliza o 
sistema de classificação, onde a cada tipo de documento é associada uma classe que contém 
características específicas e essas características contém valores. Os valores das 
características são comparados aos campos respectivos do documento e, se atingirem a 
condição, uma estratégia de liberação é acionada automaticamente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para trabalhar com o procedimento de liberação com classificação, é necessário: 
- Criar uma classe tipo Estratégia de Liberação para cada documento (requisição, pedido etc) 
- Criar características relevantes para definição das estratégias de liberação 
- Ligar características às classes 
Determinar o processo de liberação 
 
o Para Requisição de Compras 
IMG  Administração de materiais  Compras  Requisição de 
Compras  Processo liberação  Processo com classificação  
Processar características (CT04) 
 
IMG  Administração de materiais  Compras  Requisição de 
Compras  Processo liberação  Processo com classificação  
Processar classes (CL02) 
 
IMG  Administração de materiais  Compras  Requisição de 
Compras  Processo liberação Processo com classificação  
Estabelecer processo com classificação (OMGQ) 
 
o Para Pedido de Compras 
IMG  Administração de materiais  Compras  Pedido 
Processo de liberação para pedidos  Processar características 
(CT04) 
 
IMG  Administração de materiais  Compras  Pedido 
Processo de liberação para pedidos  Processar classes (CL02) 
 
IMG  Administração de materiais  Compras  Pedido 
Processo de liberação para pedidos  Determinar processo de 
liberação para pedidos (OMGS) 
 
 
201 
 
 
Requisição de Compras 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Uma Requisição de Compras: 
- É o instrumento básico para a identificação de materiais ou serviços que devem ser 
supridos 
- Autoriza o departamento de compras a efetuar o suprimento de quantidades especificadas 
de materiais dentro do tempo especificado 
- É um documento interno: não é utilizado fora da Empresa, portanto não é impresso. 
 
As requisições podem ser criadas de várias maneiras: 
- Indiretamente, via Planejamento de Controle de Materiais 
- Diretamente, pela entrada manual do setor requisitante. 
 
O campo “Categoria de Classificação Contábil” indica a finalidade da compra do material, dependendo 
do seu conteúdo: 
- Brancos compra para estoque 
- K compra para centro de custo 
- P compra para projeto 
- A compra para imobilizado (se Ativo Fixo estiver implementado) 
 
O campo “Categoria de Item” também diferencia o tipo de compra do material: 
- Brancos Normal 
- L subcontratação 
- U transferência de estoque 
 
Campos a serem preenchidos: 
 
- Categoria de Classificação Contábil 
- Categoria do Item 
- Material (se cadastrado) 
- Texto Breve (se material não cadastrado) 
- Unidade de Medida (se material não cadastrado) 
- Grupo de Mercadoria (se material não cadastrado) 
- Quantidade 
- Data de remessa 
- Centro 
- Grupo de Compras 
- Centro de Custo (se compra para consumo – ctg.class.contábil = K) 
 
 
 
Logística  Administração de Materiais  Compras  Requisição 
de Compra 
- Criar (ME51N) 
- Modificar (ME52N) 
- Exibir (ME53N) 
- Liberação individual (ME54) 
- Liberar coletiva (ME55) 
- 
 
 
202 
 
 
Cotação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Uma solicitação de Cotação é um convite a um fornecedor para indicar seus termos e condições (preço) 
para o fornecimento de um material ou prestação de serviço, através da apresentação de uma cotação. 
Pode-se criar uma Solicitação de cotação manualmente, comreferência a uma requisição de compras, 
outra solicitação de cotação ou um contrato básico de compra. 
Após o envio da solicitação de cotação ao fornecedor, seja pelo correio, fax ou eletronicamente, o 
comprador aguardará o retorno da cotação do fornecedor para dar entrada desses valores. A partir desse 
momento pode-se fazer a comparação das melhores condições de preços. O comprador decidirá, então, 
para qual fornecedor será encaminhado o pedido de compras. 
 
Contratos 
 
 
 
 
 
 
Um Contrato é um documento referente a um acordo a longo prazo com o fornecedor. Pode ser: 
- por valor – O contrato termina quando o valor determinado no documento é atingido (Tipo 
de Contrato = WK) 
- por quantidade – O contrato termina quando a quantidade determinada no documento é 
atingido (Tipo de Contrato = MK) 
Logística  Admin. de Materiais  Compras  Solicitação para 
Cotação 
- Criar (ME41) 
- Modificar (ME42) 
- Exibir (ME43) 
- Liberar (ME45) 
 
Logística  Admin. de Materiais  Compras  Cotação 
- Atualizar (ME47) 
- Exibir (ME48) 
- Comparação de preços (ME49) 
 
Logística  Admin. de Materiais  Compras  Contrato básico  
Contrato 
- Criar (ME31K) 
- Modificar (ME32K) 
- Exibir (ME33K) 
- Liberar (ME35K) 
 
 
203 
 
 
Campos a serem preenchidos: 
 
- Fornecedor 
- Tipo de Contrato = “WK” ou “MK” 
- Data do Contrato 
- Organização de Compras 
- Grupo de Compras 
- Centro 
- Depósito 
 
Cabeçalho: 
- Fim do Prazo 
- Valor Fixado 
- Condição de Pagamento 
 
Item 
- Categoria de Classificação Contábil 
- Categoria do Item 
- Material (se cadastrado) 
- Texto Breve (se material não cadastrado) 
- Unidade de Medida (se material não cadastrado) 
- Grupo de Mercadoria (se material não cadastrado) 
- Quantidade Prevista 
- Preço Líquido 
 
Programa de Remessas 
 
 
 
 
 
 
 
Um Programa de Remessas é um acordo de compras a longo prazo com quantidades e datas de entrega 
pré-determinados. 
Campos a serem preenchidos: 
 
- Fornecedor 
- Tipo de Contrato = “LP” 
- Data do Contrato 
- Organização de Compras 
- Grupo de Compras 
- Centro 
- Depósito 
Logística  Admin. de Materiais  Compras  Contrato básico  
Programa de remessas 
- Criar (ME31L) 
- Modificar (ME32L) 
- Exibir (ME33L) 
- Liberar (ME35L) 
- Divisões remessa – Atualizar (ME38) 
 
 
204 
 
 
Cabeçalho: 
- Fim do Prazo 
- Valor Fixado 
- Condição de Pagamento 
 
Item 
- Categoria de Classificação Contábil 
- Categoria do Item 
- Material (se cadastrado) 
- Texto Breve (se material não cadastrado) 
- Unidade de Medida (se material não cadastrado) 
- Grupo de Mercadoria (se material não cadastrado) 
- Quantidade Prevista 
- Preço Líquido 
 
Pedido de Compras 
 
 
 
 
 
 
Um Pedido de Compras é um pedido formal ao fornecedor para fornecer certos materiais ou serviços em 
determinadas condições. 
Pode-se criar um Pedido de Compras manualmente, com referência a uma requisição de compras, uma 
solicitação de cotação, outro Pedido de Compras, a um contrato básico de compra ou a um programa de 
remessas. 
Para tanto, é necessário que a síntese de documentos esteja ativa: 
 
Estoque 
Uma compra de material para estoque deverá conter as seguintes características: 
 O material deverá ter cadastro no Mestre de Materiais com pelo menos um depósito associado 
 Tipo de Pedido = Pedido Normal 
 Categoria de Classificação Contábil deverá estar em branco 
 Categoria do Item deverá estar em branco 
 
 
 
Logística  Admin. de Materiais  Compras  Pedido 
- Criar (ME21N) 
- Modificar (ME22N) 
- Exibir (ME23N) 
- Liberar (ME28) 
 
205 
 
Transferência 
Um Pedido de transferência de material deverá conter as seguintes características: 
- O Centro receptor deverá estar cadastrado como CLIENTE. 
- O Centro fornecedor deverá estar cadastrado como FORNECEDOR. 
- O material a ser transferido deverá estar cadastrado para os dois centros. 
- Tipo de Pedido = Pedido transferência Estoque. 
- Categoria de Item = U 
 
Consumo 
 
Uma compra de material para consumo deverá conter as seguintes características: 
- O material pode ou não ter cadastro no Mestre de Materiais 
- Tipo de Pedido = Pedido Normal 
- Ctg.Classif.Contábil = K 
- Preencher Centro de Custo ao qual será contabilizado o custo do material. 
 
Quadro 
 
Um Pedido Quadro é semelhante a um Contrato, com data início e fim de validade. 
Uma compra de material Quadro deverá conter as seguintes características: 
- Tipo de Pedido = Pedido Quadro 
- Data início do Prazo 
- Data Fim do Prazo 
 
Projeto 
Uma compra de material para projeto deverá conter as seguintes características: 
- O material deverá ter cadastro no Mestre de Materiais com pelo menos um depósito 
associado 
- Tipo de Pedido = Pedido Normal 
- Categoria de Classificação Contábil = P 
 
Beneficiamento 
 
Uma compra de material para beneficiamento deverá conter as seguintes características: 
- O material deverá ter cadastro no Mestre de Materiais com pelo menos um depósito 
associado 
- Tipo de Pedido = Pedido Normal 
- Categoria de Item = L 
- O material deverá ter uma lista de componentes, que serão enviados ao fornecedor 
que fará o beneficiamento, através do movimento 541. Essa lista virá preenchida 
 
206 
 
automaticamente, caso o material tenha lista técnica. Caso contrário, o sistema abrirá 
a tela de lista técnica para que os componentes sejam informados manualmente. 
 
Serviço 
 
Uma compra de serviço deverá conter as seguintes características: 
- O fornecedor normalmente está sujeito ao imposto IRRF e IVA “C0”; e o fornecedor 
pessoa física normalmente está sujeito ao imposto IRRF+ ISS+INSS e IVA “IN”. 
- Tipo de Pedido = Pedido Normal 
- Categoria de Item : 
o “D” – para serviços cadastrados e não cadastrados. Neste caso deverá ser 
criada a Folha de Medição de Serviços (Vide item 4.5) 
o “brancos” – para serviços não cadastrados 
- Categoria de Classificação Contábil = “K” 
- “EM” (entrada de mercadoria) = brancos 
- “RF bas.EM” = brancos 
 
 
Entrega Futura 
 
Uma compra de material para entrega futura deverá conter as seguintes características: 
- O material deverá ter cadastro no Mestre de Materiais com pelo menos um depósito 
associado 
- Tipo de Pedido = Pedido Normal 
- IVA = K1 
- RF bas.EM deverá estar em branco, para permitir a verificação da fatura antes do 
recebimento físico. 
 
Condição 
 
 
 
 
Condições são estipulações relativas a preços, descontos, acréscimos etc. 
As Condições de preços determinam como o sistema calcula o preço líquido dos materiais. Elas podem 
ser mantidas nos seguintes tipos de registros: 
- Registro Info 
- Pedido de Compras 
- Contratos 
- Programas de Remessas 
Logística  Administração de Materiais  Compras  Dados 
mestre  Condições  Preços 
 
207 
 
- Cotações 
 
Os procedimentos de preços definem: 
- Quais tipos de condições são permitidos; 
- Em qual seqüência são usados para a determinação do preço; 
- Quais tipos de condições são usados para processar totais 
 
 
Relatórios 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Movimentação de Mercadoria 
 
Ao executar um movimento de mercadorias, o usuário inicia a seguinte cadeia de eventos no sistema: 
- É gerado um documento de material que será utilizado como prova do movimento e 
como uma fonte de informações para quaisquer outras aplicações participantes; 
Logística  Administração de Materiais  Compras  Requisição 
de Compra  Exibir Lista  Geral (ME5A) 
 
Logística  Admin. de Materiais  Compras  Solicitação para 
Cotação Exibir lista 
 
Logística  Admin. de Materiais  Compras  Contrato básico  
Exibir lista 
 
Logística  Admin. de Materiais  Compras  Pedido  Exibir 
lista 
 
Sistemas Info Logística  Compras 
 
o Material/Serviço 
o Fornecedor 
o Grupo de Mercadorias 
o Grupo de Compradores 
o Documentos de Compras 
 
208 
 
- Se o movimento for importantepara Contabilidade Financeira, serão gerados um ou 
mais documentos contábeis; 
- As quantidades de estoque do material serão atualizadas; 
- Os valores de estoque no registro mestre de material serão atualizados, assim como as 
contas de estoque e de consumo. 
 
De acordo com o tipo de movimento serão efetuadas outras atualizações nas aplicações participantes. 
Todas as atualizações são baseadas nas informações contidas no documento de material e no documento 
contábil. 
Entrada 
 
 
 
 
 
 
 
 
Uma entrada de mercadoria (EM) é o lançamento no estoque de mercadorias provenientes de um 
fornecedor ou provenientes da produção. 
É possível também entrar mercadorias sem uma referência a outro documento, como, por exemplo, o 
registro inicial de estoques (movimento 561). 
 
Tipo de movimento 
 101 – Entrada com Pedido 
 121 – Entrada de mercadoria posterior, vindo da Empresa subcontratada (compensação 
posterior) 
 122 – Devolução ao Fornecedor 
 453 – Registro de transferência para próprio estoque de devoluções de clientes 
 501 – Entrada de mercadoria sem pedido para estoque livre utilização 
 511 – Remessa gratuita 
 561 – Inicialização de estoque 
 801 – Compra para entrega futura (deve ser feita após a RF) 
 841 – GR RTP 
 
 
Campos a serem preenchidos para Entrada de Mercadoria: 
Logística  Administração de Materiais  Administração de 
Estoques  Movimento mercadoria (MIGO) 
- Entrada de Mercadoria Para Pedido EM por pedido 
(MIGO_GR) 
- Entrada de Mercadoria  Outros (MB1C) 
- Compensação Posterior  Subcontratação (MB04) 
 
 
209 
 
 
- Selecionar “Entrada de mercadorias” 
- Entrar com Pedido de Compras referente à EM 
 
O sistema trará todos os itens do Pedido de Compras digitado. 
 
- Marcar com “OK” todos os materiais a serem entrados (constantes na Nota Fiscal) 
- Modificar a quantidade, caso a remessa seja parcial. 
 
Pasta Geral: 
- Preencher Data do Documento com a Data de emissão da Nota Fiscal 
- Preencher Nota de remessa com o número da Nota Fiscal 
 
 
Campos a serem preenchidos para demais entradas: 
 
- Selecionar uma das entradas possíveis: Devolução ao fornecedor, Estorno, Exibir, 
Liberar estoque bloqueado da EM, Remessa posterior. 
- Entrar com o número do Documento de Material. 
 
O sistema trará todos os itens do Documento do Material digitado. 
 
Saída 
 
 
 
 
 
 
Uma saída de mercadoria (SM) é a retirada de material do estoque, seja para consumo ou expedição para 
um cliente. 
Tipo de movimento 
 201 – Consumo de mercadoria para centro de custos vindo do depósito 
 221 – Consumo de mercadoria para projeto vindo do depósito 
 261 – Consumo para ordem vindo do depósito 
 281 – Consumo para diagrama de rede vindo do depósito 
 541 – Subcontratação: remessa dos componentes de livre utilizável para fornecedor 
 551 – Retirada para sucata de livre utilizável 
 
As opções da transação MIGO_GI são: Saída e Estorno. 
 
Campos a serem preenchidos para Saída de Mercadoria: 
 
Logística  Administração de Materiais  Administração de 
Estoques  Movimento mercadoria (MIGO) 
- Saída de mercadorias (MIGO_GI) 
- Saída de mercadorias (MB1A) 
 
 
210 
 
- Selecionar “Saída de mercadorias” 
- Entrar com os dados dos itens a serem retirados do depósito: 
o Material 
o Quantidade 
o Centro 
o Depósito 
o Centro de Custo (obrigatório dependendo do tipo de saída) 
 
Campos a serem preenchidos para Estorno: 
 
- Selecionar “Estorno” 
- Entrar com o número do Documento de Material. 
 
O sistema trará todos os itens do Documento do Material digitado. 
 
 
Transferência 
 
 
 
 
Uma transferência é um termo genérico para transferências de estoque e modificações no tipo de 
estoque ou na qualificação de estoque de um material. É irrelevante que o lançamento ocorra em 
conjunto com um movimento físico ou não. 
Tipo de movimento 
 301 – Centro para Centro em 1 passo 
 303 – Saída para transferência entre centros (sem impostos) 
 305 – Entrada para transferência entre centros (sem impostos) 
 311 – Depósito para Depósito em 1 passo 
 411 – Transferência Depósitos 1 passo 
 415 – Reg.Transferência projeto 1 passo 
 453 – Devolução do Cliente para Livre Utilização 
 833 – Saída para transferência entre centros (com impostos) 
 835 – Entrada para transferência entre centros (com impostos) 
 861 – GR Transferência SD/MM 
 862 – GI Transferência SD/MM 
 
 
Inventário 
 
Toda Empresa precisa fazer um inventário dos estoques pelo menos uma vez por exercício, para 
equilibrar o inventário. 
Logística  Administração de Materiais  Administração de 
Estoques  Movimento mercadoria  Registro de Transferência 
(MB1B) 
 
 
211 
 
- Inventário em data fixada 
Todos os estoques da empresa são fisicamente contados na data fixada do balanço. Neste 
caso, todo o material deve ser contado. Durante a contagem, o depósito inteiro deve ser 
bloqueado aos movimentos de materiais. 
- Inventário permanente 
Os estoques são contados continuamente durante o exercício inteiro. Neste caso, é 
importante assegurar que todos os materiais sejam fisicamente contados, pelo menos uma 
vez durante o ano. 
- Inventário Rotativo 
O estoque é contado em intervalos regulares, dentro de um exercício. Esses intervalos (ou 
ciclos) dependem do código de inventário rotativo definido para os materiais. 
- Inventário por amostra 
Os estoques da empresa, selecionados aleatoriamente, são fisicamente contados na data 
fixada do balanço. Se as variações entre o resultado da contagem e o estoque contábil 
forem insignificantes, será presumido que os estoques contábeis dos outros estoques 
estarão corretos. 
O inventário ocorre em nível de depósito. É criado um documento de inventário separado para cada 
depósito. 
Existem dois métodos para a criação de um documento de inventário: 
- Criação de documentos individuais – onde o usuário entra manualmente com os materiais 
que devem ser contados. 
- Criação de Pastas – onde o usuário entrará com critérios para determinação dos materiais 
que devem ser inventariados e os respectivos centros e depósitos. O sistema criará um 
documento de inventário para cada centro e depósito com os materiais que atenderem os 
critérios. 
 
 
 
 
 
 
 
Depois da contagem, é necessário entrar os resultados dessa contagem no sistema. Se uma quantidade 
zero foi contada para um item, entrar essa ocorrência através da marcação da coluna CZ (contagem 
zero). Se esta marcação estiver em branco e a quantidade com zeros ou branco, o sistema interpretará 
como “item ainda não contado”. 
Os materiais inventariados poderão ser recontados. Neste caso, o usuário poderá selecionar apenas os 
materiais que exibam diferença maior que o valor limiar, indicado manualmente pelo usuário. O sistema 
criará um novo documento de inventário apenas com os materiais selecionados. Os itens recontados 
Logística  Admin. de Materiais  Inventário  Documento de 
Inventário  Criar (MI01) 
Logística  Admin. de Materiais  Inventário  Pastas  Criar 
Docs Inventário  Sem estoque especial (MI31) 
 
 
212 
 
serão desativados no documento original e não poderão mais ser processados através deste documento. 
 
 
 
 
O último passo a ser executado é o lançamento das diferenças de inventário, para ajuste do estoque 
físico no sistema. 
 
 
 
 
 
Folha de Registro de Saída 
 
A Folha de Medição é constituída por uma ou mais Folhas de Registro, que são os documentos de 
referência para entrada de faturas. Cada medição parcial gera uma nova Folha de Registro. 
 
 
 
Serão mostrados os serviços registrados no Pedido de Compras. Estes serviços serão a referência para as 
medições registradas na Folha de Registro. 
 
Podem ser feitas diversas medições (parciais) de acordo com o que foi estipulado entre o comprador e o 
fornecedor, permitindo que sejam entradas faturas parciais. Porém estas medições só podem ir até o total 
estipuladono Pedido, por serviço. 
Cada Folha de Registro criada exige que se faça seu aceite no sistema. 
 
Contabilização 
 
 
 
 
 
Logística  Admin. de Materiais  Inventário  Contagem  
Registrar (MI04) 
 
Logística  Admin. de Materiais  Inventário  Documento 
inventário  Recontagem (MI11) 
Logística  Admin. de Materiais  Inventário  Diferença  
Contagem / Diferença (MI08) 
Logística  Administração de Materiais  Compras  Ambiente  
Registro de serviços  Atualizar (ML81N) 
IMG  Administração de Materiais  Avaliação e classificação 
contábil  Determinação de contas  Determinação de conta sem 
assistente 
- Determinar controle de avaliação (OMWM) 
- Agrupar áreas de avaliação (OMWD) 
- Determinar classes de avaliação (OMSK) 
- Determinar modificação de conta por tipo de movimento 
(OMWN) 
- Definir lançamentos automáticos (OMWB) 
 
 
213 
 
 
 
Várias transações e eventos em MM são relevantes para contabilização. Algumas delas devem ser 
guardadas em Documentos contábeis, onde as contas razão em FI são atualizadas. 
Sempre que possível, as contas razão são atualizadas através de movimentações automáticas. 
Os lançamentos automáticos são determinados nas áreas de gerenciamento de materiais, verificação de 
faturas e valorização de materiais. 
A área de avaliação é o nível em que o material é valorizado. Ele pode corresponder a uma determinada 
planta ou a todas as plantas de uma empresa. 
O plano de contas será o determinado para a empresa. 
De acordo com as contas informadas nas tabelas de transações/eventos do R/3, a cada movimentação de 
materiais e/ou a cada verificação de faturas, o sistema gera os lançamentos contábeis correspondentes. 
A referência de classe de contas é um termo de agrupamento para determinação de contas baseado no 
tipo de material.Diversas classes de avaliação podem ser associadas a uma referência de classe de 
contas. Cada tipo de material é associado a uma referência de contas. 
No cadastramento da visão de contabilidade do cadastro de materiais para um tipo de material, você 
pode escolher uma das classes de avaliação definidas para a referência de classe de contas 
correspondente. O processo de determinação automática para este material é carregado de acordo com 
as definições para essa classe de avaliação. 
Para o funcionamento da determinação automática de contas é necessário que os seguintes parâmetros 
estejam pré-definidos: 
o Plano de Contas para a Empresa 
o Código de Grupo de Avaliação para a Empresa/Centro 
o Classe de Avaliação do Material 
o Chave da Transação/Evento com respectivas conta 
 
Movimento 
 
 
 
Os movimentos de materiais são determinados pelo Tipo de Movimento. 
Caso o cliente necessite de novos Tipos de Movimento, os mesmos poderão ser criados. Para isso, foram 
reservados os códigos entre 900 a 999. 
A criação de um novo Tipo de movimento deverá sempre ser feito com referência a um outro código já 
existente. 
Sempre que se criar um novo Tipo de movimento deve-se comunicar o responsável pelo módulo de CO, 
IMG  Administração de Materiais  Administração de estoques e 
inventário  Tipos de Movimento  Copiar, modificar tipos de 
movimento (OMJJ) 
 
214 
 
para que não se tenha problemas no fechamento mensal. 
 
Relevância para Nota Fiscal 
 
 
 
 
 
Existem movimentos de mercadorias que necessitam a emissão de uma Nota Fiscal. Para isso é 
necessário que o Tipo de Movimento correspondente tenha relevância para Nota Fiscal. 
Todos os movimentos que tiverem essa indicação assinalada gerarão autmaticamente uma Nota Fiscal 
correspondente. 
 
 
Verificação de Disponibilidade 
 
Consiste na checagem de estoque que é automaticamente executado após todos os movimentos de 
materiais e serve para prevenir que o balanço de inventário de estoque físico torne-se negativo. 
 
Relatórios 
 
 
 
 
 
 
 
IMG  Administração de Materiais  Administração de estoques e 
inventário  Nota Fiscal  Atualizar derivação tipo de nota fiscal. 
Logística  Administração de materiais  Administração de 
Estoques  Ambiente 
o Exibir lista 
o Estoque 
o Representação saldos 
o Utilização do lote 
 
Logística  Administração de materiais  Administração de 
Estoques  Inventário Físico  Ambiente 
 
Sistemas Info  Logística  Administração de Estoques 
o Material 
o Centro 
o Depósito 
o Planejador MRP 
o Grupos de Materiais 
 
 
 
215 
 
Revisão de Fatura 
 
 
 
 
A Revisão de Fatura consiste no lançamento da Nota Fiscal recebida do fornecedor. 
É com este lançamento que as Notas Fiscais são lançadas nos Livros Fiscais. Para tanto é necessário que 
o campo “Categoria de Nota Fiscal”, localizada na pasta de Detalhe esteja preenchida. 
 
Entrada Normal 
 
Campos a serem preenchidos para Revisão de Fatura: 
 
 Dados Básicos: 
- Selecionar Operação “Fatura” 
- Empresa 
- Data da Fatura = Data da Nota Fiscal 
- Referência = Número da Nota Fiscal 
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos) 
- Documento de referência: 
o Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras ou 
Programa de Remessas relacionado com a Nota Fiscal 
OU 
o Nota de Remessa = Número da Nota Fiscal 
 
Pagamento: 
- Data base 
- Condição de Pagamento 
 
Detalhe: 
- Categoria de Nota Fiscal = “E1” 
 
Simular o documento e verificar saldo. Semáforo deverá estar verde ou amarelo. 
 
Verificar informações da Nota Fiscal, principalmente os valores dos impostos (que 
devem ser iguais à Nota Fiscal) e complementar as informações, caso necessário. 
 
Beneficiamento 
 
O fornecedor do material subcontratado poderá encaminhar a mercadoria com uma ou duas Notas 
Fiscais. 
 
Recebimento de uma Nota Fiscal: 
A Nota Fiscal deverá conter o valor do material subcontratado e a remessa simbólica dos 
componentes enviados para industrialização desse material. Neste caso, a entrada da fatura 
ocorre exatamente como na entrada normal (item 5.1 acima), preenchendo também o campo 
Transação MIRO 
 
Logística  Admin. de Materiais  Revisão de Faturas (Logística) 
 Entrada de documento  Criar fatura recebida 
 
 
216 
 
texto de cabeçalho com a observação: “Retorno de Industrialização”. 
 
Recebimento de duas Notas Fiscais: 
O fornecedor pode preferir encaminhar duas Notas Fiscais: uma para o material subcontratado e 
a outra de remessa simbólica dos componentes enviados para industrialização desse material. 
Neste caso, a entrada da fatura referente ao material subcontratado deverá ser feita conforme a 
entrada normal (item 5.1 acima), porém deve-se zerar as quantidades e valores dos 
componentes. Já a Nota Fiscal de Remessa Simbólica deverá ser recebida através da 
Compensação posterior de subcontratação. 
 
Complementar 
 
Campos a serem preenchidos para receber uma Nota Fiscal Complementar: 
 
 Dados Básicos: 
- Selecionar Operação “Fatura” 
- Empresa 
- Data da Fatura = Data da emissão da NF Complementar 
- Referência = Número da Nota Fiscal Complementar 
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos) 
- Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras ou Programa de 
Remessas relacionado com a Nota Fiscal Complementar 
 
Detalhe: 
- Emissor da Fatura = Código da transportadora 
- Categoria de Nota Fiscal = “E2” 
 
Simular o documento e verificar saldo. Semáforo deverá estar verde ou amarelo. 
 
Frete 
 
Campos a serem preenchidos para receber um Conhecimento de Transporte não planejado: 
 
 Dados Básicos: 
- Selecionar Operação “Fatura” 
- Empresa 
- Data da Fatura = Data da emissão do Conhecimento 
- Referência = Número do Conhecimento 
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos) 
- Documento de referência: 
o Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras ou 
Programa de Remessas relacionado com a Nota Fiscal de Remessa 
OU 
o Nota de Remessa = Número da Nota Fiscal de Remessa 
 
Detalhe: 
- Emissor da Fatura = Código da transportadora 
- Categoriade Nota Fiscal = “C1” 
- Custo Complementar de Aquisição = valor do conhecimento sem impostos 
 
Item: 
- Selecionar os itens de material que o custo do transporte será agregado 
 
217 
 
- Entrar o valor líquido (sem impostos) 
- Débito Posterior assinalado 
- IVA : mudar para “CT” (se consumo), “CF” (se consumo com substituição 
tributária), “IT” (se industrialização), “IF” (se industrialização com substituição 
tributária) – o sistema assumiu o IVA do Pedido. 
 
Na mensagem “Pretende substituir o emissor da fatura registrado manualmente?”, 
selecionar NÃO 
 
Simular o documento e verificar saldo. Semáforo deverá estar verde ou amarelo. 
 
Serviço 
 
A Entrada da Fatura com Folha de Registros é baseada na Folha de Medição de Serviços e no Pedido de 
Compras. O sistema busca automaticamente todas as Folhas de Registros aceitas referentes ao Pedido 
para as quais ainda não foram dadas as Entradas de Faturas. O usuário deverá selecionar qual ou quais 
irá fazer a entrada. 
Pode-se fazer uma única entrada de Fatura para várias Folhas de Registros (referentes ao mesmo 
Pedido). 
Campos a serem preenchidos (para serviços com e sem Folha de Registros): 
 
 Dados Básicos: 
- Selecionar Operação “Fatura” 
- Empresa 
- Data da Fatura = Data da emissão da Nota Fiscal do fornecedor 
- Referência = Número da Nota Fiscal 
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos) 
- Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras 
 
Detalhe: 
- Categoria de Nota Fiscal = NÃO PREENCHER (para serviços não há lançamentos 
em livros fiscais) 
 
Item: 
- Selecionar os itens desejados 
 
Simular o documento e verificar saldo. Semáforo deverá estar verde ou amarelo. 
 
Compra para entrega Futura 
 
Campos a serem preenchidos para Revisão de Fatura: 
 
 Dados Básicos: 
- Selecionar Operação “Fatura” 
- Empresa 
- Data da Fatura = Data da Nota Fiscal 
- Referência = Número da Nota Fiscal 
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos) 
- Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras ou Programa de 
 
218 
 
Remessas relacionado com a Nota Fiscal 
 
Detalhe: 
- Categoria de Nota Fiscal = “X1” 
 
Ítens: 
- Informar valor total líquido e quantidade faturada de cada item (os campos são 
trazidos em branco pois ainda não houve recebimento da mercadoria). 
 
Aceitar a mensagem Warning “Quantidade fornecida 0”. 
 
Gravar. O semáforo, neste momento, será amarelo pois o material ainda não foi recebido (bloqueia o 
pagamento da fatura). 
 
Este documento não efetua lançamento na conta de ICMS. 
A Entrada da Mercadoria será feita posteriormente. 
 
Devolução 
 
Campos a serem preenchidos para Devolução ao Fornecedor: 
 
 Dados Básicos: 
- Selecionar Operação “Nota de Crédito” 
- Empresa 
- Data da Fatura = Data da Nota Fiscal 
- Referência = Número da Nota Fiscal de Entrada 
- Montante = Valor total da Nota Fiscal (com impostos) 
- Documento de referência: 
o Pedido/programa de remessas = Número do Pedido de Compras ou 
Programa de Remessas relacionado com a Nota Fiscal 
OU 
o Nota de Remessa = Número da Nota Fiscal 
 
Detalhe: 
- Categoria de Nota Fiscal = “E4” 
 
Selecionar o(s) material(is) a ser(em) devolvido(s). Se a devolução for parcial, modificar 
a quantidade do(s) material(is). Simular o documento e verificar saldo. Semáforo deverá 
estar verde ou amarelo. 
 
Imprimir a Nota Fiscal de Devolução. 
 
Após, deverá ser feito o processamento da devolução Física do(s) material(is). 
 
 
 
219 
 
Estorno 
 
 
 
 
 
Entrar com o número do documento de fatura que se deseja estornar. 
O sistema irá trazer os dados do documento para conferência. 
Transação MR8M 
 
Logística  Admin. de Materiais  Revisão de Faturas  
Logist.ver.faturas  Estornar fatura 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Curso SAP – MM 
Parte II 
 
 
 
2 
 
Índice 
 
NIVEIS ORGANIZACINAIS ........................................................................................................................ 3 
VISÃO GERAL MODULO .......................................................................................................................... 3 
CUSTOMIZING EM COMPRAS .............................................................................................................. 12 
SELEÇÃO DE CAMPOS EM DOCUMENTO DE COMPRAS ................................................................ 19 
CATEGORIA DE ITEM E CLASSIFICAÇÃO CONTÁBIL ...................................................................... 20 
PARAMETROS DE USUÁRIOS EM COMPRAS ..................................................................................... 23 
CUSTOMIZING PARA ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUE .................................................................... 25 
CUSTOMIZING PARA REVISÃO DE FATURAS .................................................................................... 31 
DADOS MESTRE ADMINISTRAÇÃO MATERIAL .................................................................................. 41 
CONFIGURAÇÃO TIPOS DE MATERIAL .............................................................................................. 47 
CONTROLE SELEÇÃO DE CAMPOS ..................................................................................................... 54 
AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO CONTÁBIL ....................................................................................... 56 
EMPRESA X ÁREA AVALIAÇÃO ............................................................................................................. 60 
MATERIAL X TIPO DE MATERIAL ........................................................................................................ 63 
DETERMINAÇÃO DE CONTAS .............................................................................................................. 71 
CUSTOS COMPLEMENTARES ............................................................................................................... 82 
TIPO MATERIAL UNBW E NLAG ........................................................................................................... 92 
MENSAGEM ............................................................................................................................................. 94 
 
 
 
 
 
3 
 
Níveis organizacionais em MM 
 Visão geral do Módulo 
Este Módulo aborda os níveis organizacionais da Administração de materiais. Os níveis organizacionais 
desempenham uma função na atualização de dados mestre e nos processos de suprimento. Portanto, é 
possível que os novos níveis organizacionais precisem de ações adicionais antes de serem utilizados de 
forma produtiva. 
As informações definidas em nível de empresa incluem: 
 Endereço da sociedade 
 Plano de contas 
 Moeda de balanço patrimonial 
 Variante de exercício 
 Área de contabilidade de custos 
 Balanço patrimonial da divisão ativo 
 
A empresa é definida no Guia de implementação, dentro do nó Estrutura do empreendimento ® 
Definição contabilidade de custos. Você também define aqui o endereço da sociedade, país, idioma e 
moeda para a empresa. 
Dentro do nó do Guia de implementação Estrutura do empreendimento ® Alocação ® Contabilidade de 
custos, você atribui a empresa a uma área de contabilidade. 
Dentro do nó do Guia de implementação Contabilidade financeira ® Configurações globais da 
contabilidade financeira ® Empresa ® Entrar parâmetros globais, você atribui o plano de contas. 
Dentro do nó do Guia de implementação Estrutura do empreendimento ® Definição ® Contabilidade 
financeira ® Atualizar área comercial, você define as áreas comerciais. 
 
 
4 
 
 
 
A área de avaliação é definida quando toma-se uma decisão sobre em que nível os estoques de materiais 
deverão ser avaliados. A decisão se aplica a todos os mandantes. 
Área de avaliação = Empresa: o sistema R/3 cria os dados de avaliação para o material para cada 
empresa. O controle de preços usadoe o preço de um material se aplicam a cada empresa. Isso significa 
que o material é avaliado uniformemente em todos os centros pertencentes a uma empresa em particular. 
Área de avaliação = Centro: o sistema R/3 cria os dados de avaliação para o material para cada centro. 
O controle de preços usado e o preço de um material se aplicam a cada centro. Isso permite a avaliação 
do mesmo material de diferentes formas em diferentes centros. 
Em um sistema de produção, não é possível modificar o nível de avaliação para nível de empresa ou de 
centro porque haveria a necessidade de conversão dos dados que já existem. 
Para o componente PP e para o cálculo de custos do produto, é essencial utilizar o nível de avaliação 
“Centro”. 
 
 
 
5 
 
 
 
O planejamento da produção e a produção real geralmente ocorrem para um centro específico. 
Contudo, algumas aplicações podem operar em todos os centros. 
Também é possível definir capacidades em pool para planejamento de capacidades. 
É possível executar o cálculo de custos do produto entre centros. 
É possível executar determinadas funções em planejamento de necessidades com referência ao depósito. 
Também existe a possibilidade de executar o planejamento de necessidades para diversos centros ao 
mesmo tempo. 
É possível definir um centro como centro de planejamento de manutenção. 
 
 
 
 
 
6 
 
 
 
 
A organização de compras é funcionalmente responsável por operações de compras e pela negociação 
de condições de compra. 
Uma organização de compras pode ser atribuída a uma empresa. Além disso, esta deve ser atribuída a 
todos os centros para os quais deve estar ativa. 
Quando tiver atribuído a organização de compras a uma empresa, você só pode atribuí-la a centros dessa 
empresa. 
 
7 
 
 
 
 
 
Os compradores desempenham as atividades das organizações de compras. É atribuída uma chave, o 
grupo de compradores, a cada comprador ou grupo de compradores. 
O grupo de compradores é responsável internamente pelo suprimento de um material ou de uma classe 
de material e, por norma, fornece a pessoa de contato para o fornecedores 
 
8 
 
 
 
 
 
 
Você pode usar uma organização de compras de referência para facilitar transações de suprimento 
válidas para todas as organizações de compra. 
 
9 
 
Devido à organização de compras de referência ser processada como uma organização de compras 
normal, o registro mestre de fornecedor para os processos de suprimento deve igualmente ser atualizado 
para a organização de compras de referência. 
 
 
 
 
 
 
10 
 
 
 
 
11 
 
 
 
 
 
 
12 
 
Customizing em Compras 
 
Nesta lição aprenderemos as principais configurações para todos os documentos de compras, como por 
exemplo, definir tipos de documentos e numeração. 
Aprenderemos as configurações da categoria de classificação contábil e categoria do item. 
E, finalmente, os parâmetros de usuários em compras, EVO e EFB. 
 
 
 
 
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19 
 
Seleção de Campos para Documentos de Compras 
 
Você pode definir seleções de campos separadas para diferentes documentos de compras, dependendo 
do tipo e da categoria do documento. Para essa finalidade, você atribui urna chave de seleção de campo 
ao tipo de documento para o qual são definidos os atributos de campo. 
No caso da categoria da classificação contábil, a seleção do campo é incluída na atividade IMG 
correspondente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
20 
 
Categoria do Item e Categoria da Classificação Contábil 
 
Nesta lição iremos aprender as configurações das categorias do item e classificação contábil. 
 
 
 
 
 
21 
 
 
 
 
 
 
22 
 
 
 
 
 
23 
 
Parâmetros de Usuários em Compras 
 
Nesta lição aprenderemos como utilizar os parâmetros de usuários em compras: EVO e EFB. 
 
 
 
 
 
 
 
24 
 
 
 
 
 
25 
 
Customizing para Administração de Estoques 
 
Este Módulo aborda as principais configurações para Administração de Estoques 
 
 
 
 
 
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27 
 
 
 
 
 
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29 
 
 
 
 
 
 
30 
 
 
 
 
 
 
 
31 
 
Customizing para Revisão de Faturas 
 
Este Módulo aborda as principais configurações para Revisão de Faturas 
 
 
 
 
 
 
 
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41 
 
Dados mestre da administração de materiais 
 
Este Módulo apresenta as configurações selecionadas para a atualização de registros mestre de materiais 
e de fornecedores. 
 
 
 
 
 
 
 
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47 
 
Configurações para tipos de material 
 
Você pode usar os tipos de material para definir parâmetros de controle importantes para o mestre de 
materiais. Esta lição apresenta as opções disponíveis para definir um tipo de material de acordo com as 
suas necessidades. 
 
 
 
 
 
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54 
 
Controle da seleção de campos 
 
Para alguns materiais, pode fazer sentido definir determinados campos do registro mestre de materiais 
como obrigatórios (entrada obrigatória). Ao invés, é melhor suprimir (ocultar) outros campos que não 
são necessários. O controle de seleção de campos é a forma para atingir estes objetivos. Esta lição 
fornece uma síntese das possibilidades e das interrelações na definição de atributos de campos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
55 
 
 
 
 
 
 
 
56 
 
Avaliação e classificação contábil 
 
Ao lançar transações (como a entrada de mercadorias e as faturas recebidas) no sistema de treinamento 
e, em seguida, visualizar o documento contábil gerado, você observará que o sistema da SAP atribuiu 
várias contas do Razão a essas transações. Este capítulo descreve como isso acontece e o que é efetuado 
em background quando esse tipo de transação ou evento é registrado. 
 
 
 
 
 
 
 
57 
 
 
 
 
 
É possível configurar que os lançamentos automáticos sejam dependentes do material e do tipo de 
material para onde houver entrada da transação. 
 
 
58 
 
 
 
É possível configurar os lançamentos automáticos para que sejam dependentes da transação que resulta 
em atualizações dentro da Contabilidade financeira. 
O registro de entrada de mercadorias no exemplo 1 acima mostra o recebimento de estoque de um item 
do pedido sem classificação contábil com categoria de item “normal”. 
No caso de uma modificação de preço, o sistema R/3 cria um documento contábil quando houver 
estoque. No exemplo 2 acima, o preço foi aumentado. 
 
 
 
No caso de saídas de mercadorias, o sistema R/3 deve lançar as despesas em diversas contas (tipos de 
custos), dependendo do tipo de movimento. 
 
 
59 
 
 
 
Uma empresa é atribuída a um plano de contas no Customizing para FI. 
Em transações dentro da aplicação MM, a área de avaliação encontra-se oculta. No Customizing, é 
possível definir se a área de avaliação é a mesma da empresa ou do centro. 
Essa opção deve ser definida antes da criação de materiais e da entrada de transações na Administração 
de estoques MM. 
 
É possível efetuar a atribuição de contas do Razão, dependendo da área de avaliação. 
Se um material estiver sujeito à avaliação separada, é possível avaliar estoques parciais desse material a 
preços diferentes e administrá-los utilizando contas separadas. 
 
 
 
60 
 
Influência daempresa e da área de avaliação 
 
Esta lição descreve como a determinação automática de contas depende da empresa e da área de 
avaliação. 
 
Uma empresa é atribuída a um plano de contas no Customizing para FI. 
Em transações dentro da aplicação MM, a área de avaliação encontra-se oculta. No Customizing, é 
possível definir se a área de avaliação é a mesma da empresa ou do centro. 
Essa opção deve ser definida antes da criação de materiais e da entrada de transações na Administração 
de estoques MM. 
É possível efetuar a atribuição de contas do Razão, dependendo da área de avaliação. 
Se um material estiver sujeito à avaliação separada, é possível avaliar estoques parciais desse material a 
preços diferentes e administrá-los utilizando contas separadas. 
 
 
 
Plano ctas = Plano de contas 
VM = Modificação da avaliação; também denominada código de agrupamento de avaliação 
AG = Agrupamento de contas; também denominada modificação geral 
Classe V = Classe de avaliação 
Uma descrição detalhada da determinação automática de contas pode ser encontrada na documentação 
on-line do 
IMG: 
Customizing > Processar projeto 
 
61 
 
 
Saltar > IMG de referência SAP Administração de materiais > Avaliação e classificação contábil > 
Determinação de contas > Determinação de conta sem assistente > Configurar lançamentos 
automáticos 
 
 
 
 
 
 
A Contabilidade financeira e a Contabilidade de custos e receitas utilizam o plano de contas operacional. 
É possível utilizar os itens em um plano de contas para formar uma conta de receitas e de despesas na 
Contabilidade financeira e, ao mesmo tempo, como classes de custo ou elementos de receitas na 
Contabilidade de custos e de receitas. 
Do mesmo modo que o plano de contas operacional, podem haver: 
um plano de contas diferente específico do país que inclua requisitos legais específicos de um 
determinado país, e 
um plano de contas do grupo de empresas que se aplique a toda a corporação e inclua requisitos 
específicos pertencentes à Consolidação. 
 
 
62 
 
 
 
A Contabilidade financeira e a Contabilidade de custos e receitas utilizam o plano de contas operacional. 
É possível utilizar os itens em um plano de contas para formar uma conta de receitas e de despesas na 
Contabilidade financeira e, ao mesmo tempo, como classes de custo ou elementos de receitas na 
Contabilidade de custos e de receitas. 
Do mesmo modo que o plano de contas operacional, podem haver: 
um plano de contas diferente específico do país que inclua requisitos legais específicos de um 
determinado país, e 
um plano de contas do grupo de empresas que se aplique a toda a corporação e inclua requisitos 
específicos pertencentes à Consolidação. 
 
 
 
 
63 
 
 
 
Para a determinação de conta, o usuário poderá agrupar empresas ao ativar códigos de agrupamento de 
avaliação. Através disso, a configuração de lançamentos automáticos será muito mais fácil. 
 
 
 
Nesta etapa, atribuir áreas de avaliação a um código de agrupamento de avaliação. 
O código de agrupamento de avaliação é um meio auxiliar, que facilita a determinação de conta 
automática. Dentro de um plano de contas, atribuir os mesmos códigos de agrupamento de avaliação às 
áreas de avaliação que devam ser tratadas da mesma maneira quanto a sua classificação contábil. 
Códigos de agrupamento de avaliação criam, ou uma diferença precisa dentro de um plano de contas, ou 
elas correspondem a um plano de contas. 
Com o código de agrupamento de avaliação, o usuário poderá, dentro de um plano de contas: 
 
64 
 
- definir uma determinação de conta própria para determinadas empresas (empresa ou centro). 
- definir uma determinação de conta em comum para diversas empresas (empresa ou centro). 
 
 
 
A determinação de contas deve ser configurada separadamente para cada plano de contas. 
Além disso, é possível configurar que os lançamentos automáticos sejam dependentes da área de 
avaliação para onde houver entrada da transação. 
 
 
 
65 
 
 
A determinação de contas deve ser configurada separadamente para cada plano de contas. 
Além disso, é possível configurar que os lançamentos automáticos sejam dependentes da área de 
avaliação para onde houver entrada da transação. 
 
 
 
 
66 
 
Influência do material e tipo de material 
 
Esta lição mostra como o processo de determinação automática de contas depende do tipo de material e 
do próprio registro mestre de materiais. 
 
É possível configurar a determinação de conta do Razão de modo uniforme para todos os materiais 
pertencentes a um tipo de material ou mesmo a diversos tipos de material. 
Entretanto, também é possível definir que o sistema R/3 deve determinar diferentes contas do Razão 
para materiais diferentes pertencentes a um único tipo de material. 
Você também pode combinar as opções 2 e 3, ou seja: 
Agrupar diversos tipos de material 
Atribuir diferentes contas do Razão a materiais diferentes dentro desse grupo 
 
 
A classe de avaliação é uma chave para o agrupamento de materiais que possuem a mesma 
determinação de contas. Se diferentes contas forem lançadas, de acordo com a classe de avaliação em 
uma transação, a determinação de contas para essa transação deve ser definida como dependente da 
classe de avaliação. 
As classes de avaliação permitidas dependem do tipo de material. Mais de uma classe de avaliação pode 
ser permitida para um tipo de material. 
Mais de um tipo de material pode ser permitido para uma classe de avaliação. 
A relação entre as classes de avaliação e os tipos de material é definida pela referência de classe de 
conta. A referência de classe de conta é uma compilação das classes de avaliação. Um tipo de material 
só pode ser atribuído a uma referência de classe de conta. 
 
 
67 
 
 
 
 
A referência de classe de conta é o critério de agrupamento para determinação de contas, baseado no 
tipo de material. 
É possível atribuir mais de uma classe de avaliação a uma referência de classe de conta. 
Você deve atribuir cada tipo de material que está sujeito à administração de estoques em quantidade e 
em valor a uma referência de classe de conta (obrigatório). 
Na atualização dos dados contábeis de um material desse tipo, é possível selecionar uma das classes de 
avaliação definidas para a referência da classe de conta correspondente. 
O sistema R/3 determina a conta do Razão para esse material, de acordo com as opções para essa classe 
de avaliação. 
Se um material estiver sujeito à avaliação separada, o sistema R/3 determinará a conta utilizando a 
classe de avaliação para o registro do tipo de avaliação. 
 
68 
 
 
 
 
 
 
69 
 
 
 
É possível configurar que os lançamentos automáticos sejam dependentes do material e do tipo de 
material para onde houver entrada da transação. 
 
 
 
 
70 
 
 
 
 
 
71 
 
Transações e suas influências no processo de determinação de 
contas 
 
Nesta lição, você aprenderá a influência das transações no processo de determinação automática de 
contas. Os aspectos-chave são os movimentos de mercadorias e a função de controle exercida pelo tipo 
de movimento. Você descobrirá ainda as opções disponíveis para a configuração individual do processo 
de determinação de contas para tipos de movimento. 
 
No sistema R/3, as transações de lançamento são definidas para cada transação relevante para 
Contabilidade na Administração de materiais. Os registros gerais de lançamento são atribuídos a cada 
transação ou evento em uma “string de valores”. 
Em lugar de números de conta do Razão definidos, essa string de valores contém chaves de operação 
para a transação de lançamento relevante. A primeira chave de operação para uma regra de lançamento 
geralmente indica lançamento no débito. 
 
 
 
As transações de lançamento correspondentes às transações da Administração de estoques e Verificação 
defaturas relevantes para contabilidade são fixas. Os registros de lançamento são atribuídos a cada tipo 
de movimento relevante em Administração de estoques e a cada transação em Verificação de faturas. 
Esses registros de lançamento são generalizados em uma string de valores (regra de contabilização). Em 
vez de números de conta fixos do Razão, essa string possui chaves para a respectiva transação de 
lançamento (como, por exemplo, BSX para um registro de estoque e PRD para um lançamento da 
diferença de preço). 
Você não precisa definir essas chaves de operação; o sistema R/3 as determina a partir da transação (em 
Verificação de faturas) ou do tipo de movimento (em Administração de estoques). Você só precisa 
atribuir a cada transação de lançamento a conta onde é lançada. 
 
72 
 
Você pode ver as atribuições das strings de valores a movimentos de mercadorias e o detalhamento da 
string de valores em chaves de operação no Customizing para Administração de estoques e Inventário 
físico, mas não pode modificá-las. 
As contas do Razão podem ser definidas para as várias transações de lançamento no Customizing para 
Avaliação e classificação contábil. 
 
 
 
 
 
 
 
73 
 
 
 
O registro de entrada de mercadorias no exemplo do slide ilustra um recebimento em estoque de um 
item do pedido de categoria “standard”, que não está sujeito à classificação contábil. A string de valores 
WE01 é atribuída a essa transação comercial. O próximo slide contém a chave de operação atribuída a 
essa string de valores. 
As chaves de operação listadas são: 
BSX Para (todos) os lançamentos em contas de estoque 
WRX Para lançamentos em conta de compensação EM/EF resultantes de entradas de 
 mercadorias e de faturas 
UMB Para o lançamento de contrapartida da modificação de preço (conta para reavaliação) 
A documentação para a atividade de Customizing Definir lançamentos automáticos contém informações 
mais detalhadas sobre todas as chaves de operação do sistema SAP. 
 
 
74 
 
 
 
 
 
75 
 
 
 
 
Quando a transação de lançamento Contrapartida de registro de estoque é usada para diversas 
transações (como saída de mercadorias, refugo, inventário físico) e essas transações devem ser 
atribuídas a diferentes contas (como contas de consumo, contas de refugo, despesas/receita provenientes 
de diferenças de inventário físico), é essencial subdividir a transação de lançamento, de acordo com 
outra chave - o agrupamento de contas. 
O agrupamento de contas é uma chave que permite subdividir atribuições de números a cada chave de 
operação na determinação de contas. 
Na Administração de materiais no sistema standard, o agrupamento de contas é ativo somente para a 
chave de operação GGB (Contrapartida de registro de estoque). 
 
76 
 
Você deve atribuir um agrupamento de contas a cada tipo de movimento na Administração de estoques 
que utilize a transação de lançamento Contrapartida de registro de estoque. 
Do mesmo modo que a Contrapartida de registro de estoque, também é possível utilizar o agrupamento 
de contas para outras transações (como diferenças de preço) para uma maior diferenciação das 
atribuições de números de conta, dependendo do tipo de movimento, se necessário na sociedade. 
 
 
 
 
77 
 
 
A simulação que pode ser chamada na atividade Definir lançamentos automáticos mostra as contas do 
Razão atribuídas, de acordo com: 
 O material ou classe de avaliação definidos 
 O centro definido 
 A transação de Administração de estoques ou Revisão de faturas que foi definida 
É possível optar entre: 
 Entrada do número de material e entrada de classe de avaliação (modo de entrada) 
 Transações de Administração de estoques ou Revisão de faturas (área de aplicação) 
Além disso, o sistema SAP pode verificar se as contas atribuídas realmente existem, dependendo das 
suas opções ao chamar a função de simulação. 
Durante a simulação, todas as chaves de operação para a string de valores relevante são consideradas, 
independentemente de serem ou não importantes para a transação da empresa (por exemplo, EIN, EKG, 
FRL). 
Na simulação, é possível verificar a compatibilidade da seleção de campos para o tipo de movimento 
selecionado e para as contas atribuídas (relatório RM07CUFA). 
Aviso: A base para validade é a conta para o lançamento de contrapartida. 
 
 
 
78 
 
 
 
 
79 
 
 
 
 
80 
 
 
 
 
O assistente fornece o apoio necessário para definir as contas para os lançamentos na Administração de 
Materiais de modo rápido e fácil. 
Com o assistente de determinação de contas, é possível fazer as configurações do sistema para 
lançamentos automáticos de modo rápido, respondendo às perguntas do assistente. Também é possível 
 
81 
 
obter mais informações ao selecionar Sobre recomendações e Sobre o significado do R/3. Dependendo 
das respostas, o sistema R/3 chama as tabelas do Customizing relevantes. 
Com exceção de algumas poucas restrições (explicadas no assistente), é possível utilizar o assistente 
para chamar as seguintes funções: 
Exibir ou atualizar empresas, centros e tipos de material (pré-requisito) 
Selecionar os tipos de material a serem utilizados 
Configurar a administração de conta de compras (obrigatório apenas para alguns países como França, 
Bélgica e Espanha) 
Agrupar áreas de avaliação 
Definir regras para registros de estoque e outros lançamentos 
Definir classes de avaliação 
Atribuir contas de estoque 
Atribuir as outras contas do Razão, dependendo da transação comercial em questão. 
IMG  Administração de materiais  Avaliação e classificação contábil  Determinação de contas  
Assistente determinação de conta 
Transação: OMWW 
 
 
 
 
82 
 
Determinação de Contas para Custos Complementares 
 
Esta lição apresenta a determinação de contas para lançamentos que envolvem custos complementares 
de aquisição planejados e as opções disponíveis para especificar uma conta proposta para itens de 
documento de compras com classificação contábil. A lição fornece ainda informações sobre a 
determinação de contas para contas de impostos. 
 
É possível planejar custos complementares de aquisição nos documentos de compra. Vários tipos de 
condição podem ser usados para isso (como, por exemplo, FRA1, FRB1, FRC1). 
No Customizing para Compras, o sistema R/3 é configurado para lançar os custos complementares de 
aquisição planejados para uma conta separada (conta de compensação ou conta de provisões) para esses 
tipos de condições. 
Você deve compensar o lançamento nessa conta de compensação ou de provisões ao entrar a fatura para 
os custos complementares de aquisição planejados. 
No lançamento da fatura recebida, a taxa de imposto usada para o IVA suportado é de 10% (*). 
 
O sistema R/3 utiliza a chave de operação GBB e o agrupamento de contas para a categoria de 
classificação contábil a fim de determinar a conta padrão. 
No caso de itens com classificação contábil que possuam um registro mestre de material, o sistema R/3 
utiliza a classe de avaliação na visão de contabilidade. 
No caso de itens com classificação contábil que não possuem um registro mestre de material, o sistema 
R/3 utiliza a classe de avaliação para o grupo de material (vide o próximo slide) ou uma entrada na 
tabela de determinação de contas sem uma classe de avaliação. 
 
 
 
O sistema R/3 utiliza a chave de operação GBB e o agrupamento de contas para a categoria de 
classificação contábil a fim de determinar a conta padrão. 
 
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No Customizing para Compras, é possível atribuir uma classe de avaliação aos grupos individuais de 
mercadorias em Entradas possíveis para itens sem reg.mestre material. 
 
 
 
 
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É possível planejar custos complementares de aquisição nos documentos de compra. Vários tipos de 
condição podem ser usados para isso (como, por exemplo, FRA1, FRB1, FRC1).No Customizing para Compras, o sistema R/3 é configurado para lançar os custos complementares de 
aquisição planejados para uma conta separada (conta de compensação ou conta de provisões) para esses 
tipos de condições. 
Você deve compensar o lançamento nessa conta de compensação ou de provisões ao entrar a fatura para 
os custos complementares de aquisição planejados. 
No lançamento da fatura recebida, a taxa de imposto usada para o IVA suportado é de 10% (*). 
 
 
 
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Tipos de materiais UNBW e NLAG 
 
No sistema da SAP, você pode administrar materiais estocáveis com base na quantidade, mas não no 
valor. Esta lição explica como você pode controlar isso e que características especiais existem para estes 
materiais. 
 
 
 
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Determinação de mensagens em Compras 
 
O objetivo desta lição é familiarizar você com as configurações necessárias para a determinação de 
mensagens em Compras. Ela, também, aborda a determinação da impressora para documentos de 
compras. 
 
 
 
 
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Determinação de mensagens na Administração de estoques 
 
Esta lição descreve a determinação de mensagens na administração de estoques. 
 
 
 
 
 
 
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Determinação de mensagens na Revisão de Faturas 
 
Esta lição descreve a determinação de mensagens na Revisão de Faturas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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