Prévia do material em texto
ESPLENECTOMIA GRUPO 2 GRUPO 2 CAMILLA ALENCAR COSTA DE ALMEIDA CAMILLE CUNHA DE CARVALHO CARINE DE MORAES CAVALCANTE DANILO DE CARVALHO MOURA DÊNIO RAFAEL MATOS SOARES DENISE COÊLHO DE ALMEIDA DEYSE DIAS BASTOS DIEGO SOUSA CAMPELO DIOGO ALVES PERES BEZERRA FÁBIO PALHA DIAS PARENTE FELIPE BRUNO MARINHO L SOBREIRA FERNANDA DA SILVA NEGREIROS FERNANDO MENDES CASTRO FLANYNMAGNA COSTA NUNES GRANJA FRANCISCA MARIA LUZ FRANCISCO CARLOS MORAES S FILHO GABRIELLY DOS REIS MACÊDO Posição do paciente ● Supino ou decúbito dorsal. Posição da equipe cirúrgica 1.Limpeza do abdome com clorexidina e colocação dos campos cirúrgicos (fixados com pinça de backaus) Pinça Foerster ou Allis 1.Limpeza do abdome com clorexidina e colocação dos campos cirúrgicos (fixados com pinça de backaus) 2. Laparotomia mediana supra umbilical ● Vantagem: permite acesso ao baço e não há secção de planos musculares. ● Começa no processo xifóide e se estende até o umbigo. ● Para cortar, faça um movimento contínuo com a porção arredondada da lâmina, isto é, com a “barriga” e não com a ponta. A quantidade de pressão a ser aplicada varia, mas a intenção é de produzir uma incisão nítida, única, e de espessura íntegra na pele com apenas um movimento contínuoda la ̂mina. 2. Laparotomia mediana supra umbilical 2.1 Incisão da pele com bisturi na linha média Instrumentos utilizados para incisão da pele As lâminas de bisturi são determinadas de acordo com a aplicabilidade. Portanto: O cabo nº 3 – Aplica-se a lâminas menores (nº 10 ao 15), destinados a atos mais críticos e delicados. O cabo nº 4 – Utiliza lâminas maiores (nº 20 ao 25). São mais usados em incisões maiores. O utilizado para esse procedimento será o cabo de n° 4 e lâmina de n° 22 ou 23. 2. Laparotomia mediana supra umbilical 2.2 Incisão da tela subcutânea com cautério 2. Laparotomia mediana supra umbilical 2.3 Incisão da aponeurose do M. oblíquo externo com cautério 2.4 Incisão da bainha posterior do M. Oblíquo externo com cautério 2. Laparotomia mediana supra umbilical 2.5 Incisão do peritônio com cautério ● Colocar duas pinças kocher na aponeurose e, com a ajuda do auxiliar, levanta-se a parede abdominal. http://drive.google.com/file/d/1h02Oxudot4txq9Xd3GDKFquhPI9GgXy3/view 3.Inspeção da cavidade abdominal e abertura do espaço retrogástrico, através do omento maior. 4. Dissecção do ligamento gastroesplênico e esplenofrênico e visualização das estruturas vasculares Pinças hemostáticas: kelly e mixter 4. Dissecção do ligamento gastroesplênico e esplenofrênico e visualização das estruturas vasculares A cauda do pâncreas estabelece relação anatômica com a Artéria e Veia esplênica, e estas devem ser dissecadas do tecido frouxo peripancreático com cautela para evitar lesões pancreáticas. Por vezes alguns ramos de vasos ligam o baço a cauda do pâncreas e estes devem ser ligado. 4.1 Lesão da cauda do pâncreas durante dissecção esplênica 5. Ligadura da artéria esplênica ● Após a visualização da artéria esplênica, esta é dissecada do tecido frouxo peripancreático, seccionando-se a lâmina peritoneal e feita a ligadura da artéria esplênica, distal a ramificação da artéria gastromental esquerda, com fio de seda ou algodão 2-0 – “ligadura preventiva da artéria esplênica” ● Isso permitirá mobilização do baço para acesso ao ligamento esplenorrenal 6. Ligadura da veia esplênica próxima ao hilo esplênico ● Deve-se realizar a ligadura da veia somente após a ligadura da artéria. kelly 7. Ligadura das artérias gástricas curtas, no fundo gástrico, com fio de seda ou algodão 2-0 ● As artérias gástricas curtas são ramos da artéria esplênica localizados no ligamento gastroesplênico. ● A ligadura destas artérias é realizada com o objetivo de possibilitar a liberação do fundo gástrico. 8. Retirada do baço da cavidade abdominal ● O cirurgião coloca a mão esquerda sobre o baço e o trás em direção à incisura ● Procede-secom a mobilização do baço. 9. Revisão da hemostasia da bolsa omental ● Procura-se focos de hemorragia e baços acessório - variação anatômica presente em cerca de 10% da população. 10. Fechamento do peritônio parietal com fio de categute 4-0 em sutura contínua ● O fechamento da cavidade abdominal é feita de dentro para fora ● A primeira camada é o peritônio ● Pode fechar ou não ● Realização de sutura de peritônio é ainda controversa, mas geralmente não se realiza a sutura em laparotomia e laparoscopia, pois ele se recupera ● Se realizada, a sutura deve ser contínua simples com o fio catgut. 10. Fechamento do peritônio parietal com fio de categute 4-0 em sutura contínua Sutura contínua: - Mais rápida - Economiza fio - Distribuição igual da tensão dos pontos - Deiscência total da síntese em caso de desgaste de um nó. 11. Fechamento da aponeurose em sutura separada e fio de seda ou prolene 2-0 ● O procedimento para o fechamento da aponeurose, ocorre por meio de uma sutura separada, sendo, seu maior propósito, restituir as funções desta após a intervenção operatória. Característica Fio de Seda Prolene 2-0 Origem Biológica Sintética Configuração Multifilamentar Monofilamentar Força tênsil Perde 50% em 1 ano Elevada Maleabilidade Alta Baixa Segurança do Nó Elevada Baixa Reação Tecidual Intensa Mínima 12. Fechamento da pele com fio de nylon 4.0 com ponto simples ● Pontos simples em sutura descontínua Curativo Curativo semi-oclusivo por 24h. ● Mais usado ● Oclui parcialmente a lesão ● Absorve as secreções ● Semipermeável ao ar e a água