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Eng. Agrônomo M.Sc. Luís Henrique Soares 
 
 
Patos de Minas, fevereiro de 2016 
CULTURAS DE SOJA, FEIJÃO 
E ALGODÃO 
MORFOFISIOLOGIA E FENOLOGIA DE SOJA 
 Escala fenológica da soja - Fehr e Caviness (1977) 
VE – Emergência 
VC – Cotilédones completamente abertos 
V1 – Primeiro nó: folhas unifolioladas desenvolvidas 
V2 – Segundo nó: segundo trifólio desenvolvido 
V3 – Terceiro nó: segundo trifólio desenvolvido 
Vn – enésimo nó: enésimo trifólio desenvolvido 
R1 – Início do florescimento 
R2 – Florescimento pleno 
R3 – Início da formação das vagens 
R4 – Vagens completamente desenvolvidas 
R5 – Início do enchimento de grãos 
R6 – Grão cheio 
R7 – Início da maturação 
R8 – Maturação plena 
 
 
POTENCIAL 
Fatores que definem a produtividade 
Radiação, temperatura, fenologia, 
arquitetura e aspectos fisiológicos das 
plantas 
ATINGÍVEL 
REAL 
Fatores que limitam a produtividade 
Água (excesso ou falta) 
Nutrientes – nitrogênio, fósforo (excesso 
ou falta) 
Fatores que reduzem a produtividade 
Plantas daninhas, pragas, doenças, 
poluentes, calamidades 
Níveis de produtividade 
0 100% 
Fase I 
Formação de órgãos para 
absorção de nutrientes e 
fotossíntese 
Fase II 
Formação de estrutura 
vegetativa 
Fase III 
Produção, acúmulo e 
transporte de reservas 
Fases de desenvolvimento da soja 
Murata (1969) 
 Componentes de produção 
Murata (1969) 
X 
X 
Produção de sementes 
X 
X 
Número de sementes Peso de sementes 
Número de vagens Número de sementes por vagem 
Número de flores Taxa de formação de vagens 
Número de nós 
Número de hastes por planta Densidade de plantas 
Germinação 
 Morfologia da semente 
Brasil (2009) 
Embrião 
Endosperma 
Camada de aleurona 
GA 
α-amilase 
β amilase 
ativa 
Protease 
β amilase 
inativa 
Amido 
Glicose 
 Germinação da semente 
H2O 
Fraco Forte 
Deterioração da semente 
Seco 
Úmido 
Germinação 
Semeadura 
Taxa de germinação 
Taxa de crescimento radicular inicial 
Crescimento da parte aérea 
Junção radícula-hipocótilo 
 Germinação da semente 
Finch-Savage; Bassel (2016) 
Fatores que afetam a emergência: profundidade de semeadura 
Silva et al. (2004) 
P1: 1 cm 
P2: 4 cm 
P3: 3 cm 
Fatores que afetam a germinação de sementes: dano mecânico 
Pinto (2006) 
Imagem de semente obtida por meio do teste raios X. apresentando dano 
mecânico na região do eixo embrionário e dos cotilédones (a), originando 
uma planta anormal (b). 
Tratamento de sementes: proteção 
Tratamento de sementes: controle de doenças 
Cancro da haste (Diaporthe 
phaseolorum var caulivora) 
Crestamento foliar de cercóspora (Cercospora kikuchii) em 
folíolo (a) e mancha púrpura em sementes (b). 
Sintomas de mancha alvo 
(Corynespora cassiicola) 
Sintomas de rizoctoniose 
(Rihzoctonia solani) 
Sintomas de antracnose em soja 
(Colletrotrichum truncatum) 
Seca da haste e da vagem 
(Phomopsis sojae) 
Tratamento de sementes: controle de pragas 
Tamanduá da soja 
(Sternechus subsignatus) 
Coró da soja 
(Phyllophaga cuyabana) 
Lagarta elasmo 
(Elasmopalpus lignosellus) 
Lagarta rosca 
(Agrotis ipsilon) 
Percevejo castanho 
(Scaptocoris castanea) 
Torrãzinho 
(Aracanthus mourei) 
Larva alfinete 
(Diabrotica speciosa) 
Fatores que afetam a germinação de sementes: danos por percevejo 
Fatores que afetam a germinação de sementes: danos por percevejo 
Fatores que afetam a germinação de sementes: danos por percevejo 
Corrêa-Ferreira et al (2009) 
Fatores que afetam a germinação de sementes: danos por percevejo 
Goulart (2005) 
Fatores que afetam a germinação de sementes: danos por percevejo 
Pinto (2006) 
Imagem de semente obtida por meio do teste raios X. apresentando 
danos por percevejos na região do eixo embrionário e dos cotilédones (a), 
originando uma planta anormal (b). 
Rhizoctonia solani: plântulas com sintomas típicos (lesões 
deprimidas marrom-avermelhadas no hipocótilo - tombamento de 
pós-emergência). Inoculação em casa de vegetação. 
Goulart (2005) 
Fatores que afetam a germinação de sementes: patôgenos 
Tempo 
Alto vigor 
Baixo vigor 
Semente 
Plântula 
Vigor de sementes 
Finch-Savage; Bassel (2016) 
Tempo de armazenamento 
P
o
rc
e
n
ta
g
e
m
 d
e
 g
e
rm
in
a
ç
ã
o
 
Vigor de sementes 
Finch-Savage; Bassel (2016) 
P
o
rc
e
n
ta
g
e
m
 d
e
 g
e
rm
in
a
ç
ã
o
 
Tempo após a semeadura 
Vigor de sementes: germinação 
Finch-Savage; Bassel (2016) 
A D C B 
Alto vigor Baixo vigor 
A D C B 
Alto vigor Baixo vigor 
P
o
rc
e
n
ta
g
e
m
 d
e
 g
e
rm
in
a
ç
ã
o
 
Aumento do estresse →→→→→ 
Vigor de sementes: estresse 
Finch-Savage; Bassel (2016) 
Vigor: performance da semente 
Finch-Savage; Bassel (2016) 
Genética Ambiente 
Temperatura, água Temperatura, água, 
oxigênio 
Temperatura, água, 
oxigênio, solo 
Germinação 
completa 
Emergência da 
plântula 
Embebição 
Colheita 
 
Armazenamento 
Desenvolvimento 
Fertilização 
Aumento do vigor 
Deterioração 
Reparo 
Moléculas chave 
Ruptura da parede celular 
Crescimento radicular 
Crescimento da parte aérea 
Planta mãe 
Planta mãe: tegumento 
Umidade necessária 
para germinação 
MF 
Vigor: crescimento da planta 
Baixo vigor Alto vigor 
Foto: Dr. José B. França-Neto, Embrapa/Soja, Brasil. 
Marcos Filho (2015) 
Crescimento inicial 
 Crescimento radicular: estratégias 
Manejo do solo 
Características químicas e físicas 
Tratamento de sementes 
Aplicações no sulco de semeadura 
Aplicações foliares iniciais? 
Bioestimulantes 
NO3
- 
N2 NO3
- 
NH4
+ 
NO3
- 
NO3
- Nitrato 
redutase 
Nitrito 
redutase NH4
+ 
Aa 
 Assimilação de N 
Glutamato 
G
S
 
2-Oxoglutarato 
2 glutamatos 
G
O
G
A
T
 + 
NH4
+ 
NO2
- 
+
 
+ 
Glutamato 
GDH 
Glutamina 
2-Oxoglutarato 
NH4
+ 
N2 
N2 
N2 
NH3 Nitrogenase 
Ureídeos 
16 ATP 
7 ATP 3 ATP 
2 ATP 
NO3
- 
N2 
NO3
- 
NO3
- N2 
NO3
- 
NO3
- 
Tratamento de sementes: fixação biológica do nitrogênio 
Fixação biológica do nitrogênio 
Raiz 
Tecido radicular infectado 
CH2O 
16 ADP + 16Pi 
N2 + 8H
+ 
2NH3
+ 
Fered 
Feox 
MoFeox 
MoFeox 
MoFered 
Fe proteína 
MoFe proteína 
Fered 
Fered 
Feox 
16 ATP 
O2 
Lb 
O2 
O2 
N2 
H+ 
Sacarose 
Glicose Fosfoenolpiruvato 
TCA 
Glutamina 
Glutamato 
Purinas 
Ácido úrico 
Alantoína 
Ácido 
alantóico 
Ureídeos 
 Crescimento inicial: é necessário aplicar N? 
A fixação biológica se estabelece a partir de V3 
Em V3, a planta possui 0,77 g 
0,77 g x 300.000 plantas – 231 kg MS→ 5,1% N 
231 kg MS→ 5,1% N = 11,8 kg N ha-1 
Semente = 60 kg ha-1 – 6% N 
60 kg – 11% H2O = 53,4 kg de sementes 
DÉFICIT = 8,6 kg ha-1 N 
3,2 kg ha-1 N 
Tratamento de sementes: caso do zinco em milho 
Tratamento de sementes: mercado atual 
 Produtos sintéticos 
 
 
 
 Extratos de algas 
 
 
 
 Bioestimulantes formulados 
Nutrientes, Água 
Radiação Produção 
Perdas 
Nutrientes, Água 
Radiação 
Produção 
Perdas 
B
io
e
s
ti
m
u
la
n
te
s
 
Bioestimulantes 
Brown; Saa (2015) 
Tratamento de sementes: precursores hormonais 
N Citocinina 
AIA (mg/L) 
CK (mg/L) 
0,02 (Baixa) 
1 (Elevada) 
Agar 
Explante 
Tratamento de sementes: precursores hormonais 
B Auxina 
Triptofano 
Mo 
Zn 
Controle Mn Ni Co B Completo Zn Mo 
Soares et al. (2013) 
Tratamento de sementes: micronutrientes 
Tratamento de sementes: Zn 
Soares et al. (2013) 
Tratamento de sementes: Zn 
Soares et al. (2013) 
Tratamento de sementes: B 
Soares et al. (2013) 
Tratamento de sementes: B 
Soares et al. (2013) 
Schwarz and Mendel (2006); Buchanan et al. (2000) 
NADPH 
NADP 
NO3
- 
NO2
- 
Tratamento de sementes: Mo 
Werner and Witte (2011) 
Tratamento de sementes: Mo 
Tratamento de sementes: Mo 
Taiz; Zeiger (2010); Schwarz; Mendel (2006) 
Aldeído oxidase 
Aldeído 
oxidase 
Aldeído oxidase 
Tratamento de sementes: Mo 
Soares et al. (2013) 
Tratamentode sementes: Mo 
Soares et al. (2013) 
Marschener (2012) and Witte (2011) 
Tratamento de sementes: Ni 
Tratamento de sementes: deficiência induzida 
Soares et al. (2013) 
Aminoácidos* Soja Trigo Arroz Milho Feijão FAO 
Isoleucina 5,1 3,9 4,1 3,7 4,5 6,4 
Leucina 7,7 6,9 8,2 13,6 7,7 4,8 
Lisina 5,9 1 3,8 2,6 7,0 4,2 
Metionina 1,6 1,4 3,4 1,7 0,6 2,2 
Cisteína 1,3 - - - - 4,2 
Fenilalanina 5 3,7 6 4,3 4,3 2,8 
Tirosina 3,1 - - - - 2,8 
Treonina 4,3 4,7 4,3 3,7 3,7 2,8 
Triptofano 1,3 0,7 1,2 - - 1,4 
Valina 5,4 5,3 7,2 5,2 5,2 4,2 
Câmara, 2013 
*g/16 g de N 
Composição do grão de soja 
Tratamento de sementes: aminoácidos 
Triptofano 
Teixeira et al. (2013) 
Prolina 
Fonte de energia 
para retomada 
do crescimento 
Osmoproteção 
Proteção da 
atividade de 
enzimas 
Tratamento de sementes: aminoácidos 
Szabados; Savouré (2009) 
Tratamento de sementes: aminoácidos 
Prolina 
Teixeira et al. (2013) 
Tratamento de sementes: aminoácidos 
Maeda; Dudareva, (2012) 
Ácido chiquímico 
Fenilalanina 
Ácido salicílico Flavonóides Antocianinas Ligninas 
Tratamento de sementes: aminoácidos 
Fenilalanina 
Teixeira et al. (2013) 
Tratamento de sementes: aminoácidos 
Marschner (2012) 
Tratamento de sementes: aminoácidos 
Arginina 
Teixeira et al. (2013) 
Tratamento de sementes: aminoácidos 
Galili et al. (2001) 
Tratamento de sementes: aminoácidos 
Vogel-Adghough et al. (2013) 
Sintomas de Pseudomonas syringae pv tabaci em folhas de tabaco tratadas com 
com H2O e ácido pipecólico 
Tratamento de sementes 
Fagan et al. (2013) 
Controle Extrato de alga 
Tratamento de sementes 
Fagan et al. (2013) 
Tratamento de sementes 
Fagan et al. (2013) 
Controle Extrato de alga Reguladores vegetais 
Muito obrigado! 
O aprendizado é um processo contínuo! 
Eng. Agr. M.Sc. Luís Henrique Soares 
Doutorando em Fitotecnia-ESALQ/USP 
Núcleo de Pesquisa em Fisiologia e Estresse de Plantas - NUFEP 
luishenriqueagro@hotmail.com 
luishs@unipam.edu.br 
mailto:luishenriqueagro@hotmail.com
mailto:luishs@unipam.edu.br

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