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INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA CAMPUS FREDERICO WESTPHALEN TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET ANÁLISE DE USABILIDADE DO APLICATIVO GAÚCHA ZH POR MEIO DE ENSAIO DE INTERAÇÃO COM USUÁRIOS IDOSOS Acadêmico: Eduana Tayna Machado Ubinski Orientador: Mateus Henrique Dal Forno FREDERICO WESTPHALEN/RS JUNHO/2019 SUMÁRIO INTRODUÇÃO Atualmente o número de pessoas que utilizam dispositivos móveis vem aumentando, isso faz com que as empresas invistam para fazer melhoras significativas na qualidade desses dispositivos tanto a nível de hardware quanto de software, tentando tornar seu uso cada vez mais fácil e intuitivo e assim promover a adaptação de cada usuário de acordo com seu ambiente de uso. As pessoas que fazem o uso desses dispositivos para estudo, lazer ou trabalho, normalmente tem como principal objetivo a facilidade de acesso à informação em qualquer momento ou lugar que estejam. Neste contexto, percebe-se que os idosos estão cada vez mais buscando se inserir a toda essa tecnologia, por isso a idade é uma das variáveis mais importantes e relevantes às considerações de design na prática e pesquisa de fatores humanos. Isso se dá por três motivos: o número de população idosa em países desenvolvidos está aumentando cada vez mais, a existência de críticas diferenças entre idades de jovens, adultos e idosos o que gera a necessidade de considerações específicas nos projetos e também o aumento de idosos que estão dentro da força de trabalho global. Outro atributo importante de qualidade é a usabilidade, segundo a norma ISO/IEC 25010(2011) que definida como a “capacidade do produto de software deve ser compreendido, aprendido, operado e atraente ao usuário, quando usado sob condições específicas”, Entretanto entende-se que a usabilidade é essencial para a aceitação de aplicações interativas, por isso métodos de avaliação de usabilidade têm sido propostos com o intuito de melhorar cada vez mais esta qualidade. Contudo, mesmo tendo o conhecimento de que as aplicações devem atender as necessidades de todos os usuários ainda vemos usuários idosos que muitas vezes não conseguem se adaptar no uso de algumas aplicações, pelo fato de possuírem algumas necessidades especiais, como fontes maiores não só em títulos mas também nos conteúdos existentes, alguns necessitam também de botões um pouco maiores em algumas aplicações devido à falta de habilidades motoras, pois muitas vezes a falta desses requisitos faz com que os usuários não consigam desempenhar as atividades desejadas. Segundo pesquisa realizada por Nielsen (2007), a maioria dos programadores e webdesigners são jovens, então possuem uma visão diferente das necessidades de cada faixa etária de usuários e muitas vezes acreditam que a maioria dos usuários terão a mesma visão que eles ao utilizar as aplicações. Para Nielsen (2002), dentre os principais problemas de interação dos idosos estão: fontes com tamanhos reduzidos; menus pull-down, que surgem quando o mouse passa em cima de um determinado elemento; dificuldade em utilizar mecanismos de busca; não distinção de cores para links visitados; mensagens de erro de difícil leitura. Este trabalho será desenvolvido visando analisar e avaliar o aplicativo Gaúcha ZH, buscando identificar quais os problemas de usabilidade serão encontrados por usuários idosos. O método que será utilizado para este estudo será ensaio de interação, o qual consiste em simulações do uso da aplicação, realizando tarefas predeterminadas na aplicação. Por fim, serão analisados os resultados obtidos durante todo o estudo e serão propostas melhorias em relação a usabilidade do mesmo. OBJETIVOS Neste tópico serão apresentados os objetivos do trabalho. Objetivo Geral O objetivo geral deste trabalho é Analisar o uso aplicativo GaúchaZH por usuários idosos utilizando ensaios de interação. As análises e avaliações feitas tem como foco principal apontar falhas que refletem no desempenho das atividades que serão feitas pelo usuário. Para isso será usado ensaios de interação para que assim sejam identificadas falhas relevantes que afetam consideravelmente a maior parte dos usuário que farão parte do estudo. Objetivos específicos Os objetivos específicos estão listados a seguir: Analisar trabalhos relacionados ao tema abordado; Realizar uma análise do aplicativo que será avaliado; Planejar a forma de avaliação que será utilizada; Selecionar pessoas que se encaixem no perfil definido para a realização dos testes de percurso cognitivo; Coletar os resultados da realização do teste. Analisar e avaliar os resultados recebidos. Mostrar alternativas que possam corrigir as falhas apontadas pelos usuários. JUSTIFICATIVA Este trabalho está sendo desenvolvido com o intuito de identificar algumas dificuldades que os idosos têm ao utilizar aplicativos. O aplicativo selecionado para o estudo apresenta alguns problemas de usabilidade que foram identificados em análise preliminar, onde usuários com pouca experiência no uso de aplicativos ou outras tecnologias de computação móvel teriam dificuldades em realizar algumas atividades. Atualmente a maior parte de programadores e desenvolvedores de aplicativos são jovens, que na maioria das vezes consideram como público alvo pessoas jovens ou adultas que têm grande familiaridade com aplicativos. Na maioria das vezes o público idoso não é considerado neste planejamento e com isso muitos acabam tendo dificuldades ao usar aplicativos ou deixam de usar, tanto por falta de entendimento de como usar o mesmo ou por falta de familiaridade com alguns elementos do aplicativo, como é o exemplo que foi encontrado ao acessar o aplicativo GauchaZH, entre os cards de notícias existem anúncios que podem facilmente ser confundidos com algum elemento da notícia justamente por estarem no meio do texto. Outros fatores que podem dificultar o uso deste aplicativo são os botões, que pelo fato de serem responsivos de acordo com o tamanho da tela de cada dispositivo acabam necessitando de uma maior precisão durante o uso. Outro problema existente é que não existe a possibilidade de aumentar ou diminuir a fonte de acordo com a necessidade do usuário. Foi observado também que nas opções de ajustes do aplicativo existem apenas opções da configuração da conta do usuário, e não existem opções para o ajuste de interface que facilitem o uso do mesmo de acordo com a necessidade de cada usuário. REFERENCIAL TEÓRICO No referido capítulo apresenta-se a pesquisa realizada, conceituando inclusão digital, acessibilidade e usabilidade para idosos. 4.1 Inclusão digital para idosos Os idosos têm uma maior dificuldade para adaptação às tecnologias em comparação com o restante das pessoas. Isto se deve ao fato de que suas capacidades cognitivas estão mais deterioradas, por consequência da sua idade, mas isto não quer dizer que eles não possam aprender. Nunca é tarde para aprender, e mesmo com as dificuldades os idosos continuam tentando se atualizar para fazer parte dos avanços da sociedade. Eles sabem que o mundo está mudando, e que para eles fazerem parte da mudança, eles precisam mudar junto. (TAVARES, 2012). Segundo Pacievitch (2012), o termo inclusão digital é usado para assegurar que todas as pessoas tenham acesso às tecnologias de informação e comunicação que tiveram início no final do século XX devido a existência de um movimento mundial: a inserção na sociedade da informação. De acordo com Oliveira (2014), o mundo em que vivemos continuará cada vez mais disponibilizando serviços pela internet. Pode-se citar coisas que usamos no nosso dia a dia, como por exemplo: as operações bancárias via Internet, compras em lojas virtuais e supermercados que fazem entregas a domicílio, inclusive cursos de Educação a Distância e os mais variados serviços públicos. 4.2 Usabilidade e acessibilidade na terceira idade Brandão(2004) cita que a usabilidade segundo a normas da ISO 9241-11 é divida em: eficácia, que serefere a extensão com que o objetivo é alcançado; eficiência, que é a quantidade necessária de esforço que o usuário faz para alcançar seu objetivo e a quantidade de erros obtidos para chegar ao mesmo e satisfação que se refere ao nível de conforto que o usuário encontra ao utilizar o produto. Porem mesmo se o produto seguir todas as normas de usabilidade não significa necessariamente que um individuo usará o produto da mesma maneira que outro. Acessibilidade é uma das reivindicações que começou a surgir a partir de grupos de pessoas com as mais variadas deficiências, mais tarde isso começou a abranger mais grupos de pessoas, como por exemplo idosos. E com isso construiu-se o conceito de usabilidade que não significa unicamente permitir que pessoas com necessidades especiais participem de atividades que incluem o uso de produtos ou serviços de informação, mas sim a inclusão e a extensão de uso destes por pessoas que tem as mais variadas necessidades, afirma Góes. Usabilidade e acessibilidade estão ligadas, pois ambas visam melhorias no uso das interfaces pelos usuários, com eficiência, a eficácia e a satisfação de uso. Entretanto, a acessibilidade procura atingir um público mais genérico, visto que esta é usada para demarcar problemas de usabilidade que é utilizável por que tem deficiências mas também por quem não tem (Flor, 2009). De acordo com Macedo (2009) a acessibilidade não deve ser focada apenas a públicos específicos mas sim no público de maneira geral. Este conceito complementar de interatividade é tratado por Gosciola (Gosciola, 2003), no campo das Ciências da Comunicação e das novas tecnologias como “[...] um recurso de troca ou comunicação de conhecimento, de idéia, de expressão artística e de sentimento”. Cybis (2010) propõe que a usabilidade é o que caracteriza o uso dos programas e aplicações. Sendo assim, ela não é uma particularidade essencial de um sistema, porém depende de um acordo entre as características de sua interface e as características de seus usuários ao procurarem determinados objetivos em determinadas situações de uso. Ilda (2005) declara que a usabilidade não depende unicamente das características do produto; depende também do usuário, dos objetivos pretendidos e do ambiente em que o produto é utilizado. De acordo com Cybis et al. (2010), problemas de usabilidade em um software podem ser derivados de qualquer característica observada que pode retardar, prejudicar ou inviabilizar a realização de uma tarefa, aborrecendo ou constrangendo o usuário. 4.3 Idosos em relação a tecnologia móvel O envelhecimento é uma característica que marca a vida de todos os seres humanos, envolvendo mudanças psicológicas e sociais que acometem de forma particular o indivíduo com sobrevida prolongada. Um dos exemplos que podemos citar é a tecnologia que foi sofrendo várias transformações, mudanças que vão desde o tamanho das máquinas e equipamentos, sua capacidade de armazenamento e processamento de dados e até a comunicação entre os dispositivos remotos, móveis e sem cabeamento físico. Um dos pontos positivos sobre a tecnologia é que ela proporciona um contato, e de certa forma uma aproxima pessoas, o que no caso dos idosos demonstra ser um diferencial, visto que muitos desses idosos tem limitações motoras. Com o ingresso de idosos no mundo da tecnologia cria-se uma possibilidade maior de interação deles com o mundo a sua volta e principalmente com familiares e amigos, facilitando até mesmo a comunicação entre os idosos e assim, tornando possível que os mesmos expressem um papel ativo na sociedade. Segundo Mendes et al, 2005, o processo de envelhecimento caracteriza a vida do homem e o afeta fisicamente, psicologicamente e socialmente de maneira particular para cada indivíduo. A política nacional do idoso (PNI), e o estatuto do Idoso, definem como idoso pessoas com mais de 60 anos. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS), realizada em abril de 2002, em Madri - Espanha, define o idoso a partir da idade cronológica, portanto, idosa é aquela pessoa com mais de 60 anos, em países em desenvolvimento e mais de 65 anos em países desenvolvidos. De acordo com Recheil (2001), a doença mais comum nos idosos é a osteoartrose, é acusada por muitos idosos por ser a maior causadora de dores e limitações motoras, presumindo-se que nada pode ser feito, por ser uma sequência de degeneração devido ao tempo de vida do indivíduo. Este processo é marcado por características como rigidez nas articulações, perda de memória e perda da qualidade visual. Por este motivo, as pessoas idosas tem a necessidade de produtos que sejam adequados e adaptados às suas limitações. 4.4 Trabalhos relacionados Nesta seção do trabalho, foram selecionados alguns trabalhos e artigos que mostram um pouco do que vem sendo pesquisado em relação à inclusão digital, acessibilidade e usabilidade de idosos em relação a tecnologia. Para Simor que o trabalho com o título “Método de avaliação da usabilidade para Serious Games com interação gestual para idosos”, no qual a interação gestual pode ser habilitadas de várias tecnologias de entrada, esses gestos seriam usados para interagir com os games, por exemplo. A base de classificações usadas são conforme mostra Karam, as classificações são: não perceptiva e perceptiva, esta última classificação pode ser dividida em três categorias: baseado em visual, baseado e áudio e baseado em sensores. Segundo o autor a usabilidade de um sistema é a diversidade e o grau de funcionalidades que podem ser utilizadas pelo usuário de forma eficiente, permitindo que o mesmo realize suas tarefas de forma eficaz e intuitiva. O autor também cita algumas características de usabilidade usadas por NIELSEN, estas são: facilidade de aprendizagem, eficiência, agilidade me memorização, segurança e satisfação. Outro trabalho relacionado tem como autores Posser e Marchi o título do seu artigo é “Avaliando a usabilidade de uma comunidade virtual do Muzar”, este trabalho não está ligado diretamente à idosos, porém os métodos de avaliação utilizados podem ser usados para a análise voltada para os idosos após algumas adaptações. No trabalho as autoras utilizaram uma metodologia para nivelar a usabilidade de determinada ferramenta a partir na norma proposta pela ISO 9241-11, que dispõe da seguinte estrutura: proposta; descrição de objetivos; contexto de uso; medidas de usabilidade (eficácia, eficiência e satisfação); interpretação das medidas, os quais devem ser especificados previamente e também durante o desenvolvimento do produto. Após todas as análises e avaliações feitas concluiu-se que seria importante incorporar novas funcionalidades no sistema, funcionalidades essas que visam a boa experiência do usuário e a assim melhorando a eficiência do mesmo. E por fim o último trabalho relacionado que foi desenvolvido pelos autores Alban, Marchi, Scortegagna e Leguisamo, o trabalho realizado por eles tem como título “Ampliando a usabilidade de interfaces web para idosos em dispositivos móveis: uma proposta utilizando design responsivo”, o artigo tem como principal proposta ampliar a usabilidade de interfaces web para os idosos. A partir da implementação de uma interface web foram realizadas diferentes simulações em tamanhos de tela variados, após esses testes foi tentado minimizar os problemas de usabilidade encontrados na interface em relação ao tamanho das tela utilizadas. De acordo com Dias e Soares ensaios de interação são testes que são realizados com usuários de um sistema ou aplicação. São uma simulação do uso do mesmo o qual são apresentadas algumas tarefas para o usuário realizar, esses são acompanhados pelos avaliadores os quais são responsáveis pela analise dos comandos dados pelo usuário , dos erros cometidos e do comportamento do usuário durante o tempo do teste. Esses ensaios identificam problemas de interação de nível mais elevado, dificilmente identificados por outros usuários. 4.5 O aplicativo GaúchaZH O aplicativo que será avaliado é o Gaúcha ZH, o mesmo é um portal de notícias queé mantido pelo grupo de televisão RBS, ele foi lançado no ano de 2017 em 21 de setembro, após a união da Rádio Gaúcha e do Jornal Zero Hora. A avaliação será realizada para saber o quão fácil ou quais as dificuldades um idoso que não tem familiaridade com aplicativos teria ao usar o mesmo. Abaixo seguem algumas imagens da interface do aplicativo: A figura 1 mostra a interface de login do usuário no aplicativo, sem completar esta etapa o usuário pode ver os títulos de notícias, porém ao tentar abri-las a tela de login aparecerá novamente; Figura 1 - tela de login - aplicativo Gaúcha ZH A figura 2 mostra a tela que o usuário visualiza após realizar o login ou cadastro no aplicativo; Figura 2 - Tela de configurações - aplicativo Gaúcha ZH A figura 3 mostra as opções que aparecem no menu do aplicativo, essas opções só ficam acessíveis após a realização do login do usuário; Figura 3 - Menu - aplicativo Gaúcha ZH Nas imagens quatro e cinco temos exemplos que mostram como os anúncios se mesclam em meio a notícias; Figura 4 - Tela do feed de notícias - aplicativo Gaúcha ZH Figura 5 - Tela do feed de notícias - aplicativo Gaúcha ZH Como é possível ver nas figuras mostradas acima o aplicativo não disponibiliza a opção para o ajuste do tamanho de fonte, e os botões necessitam de certa precisão ao clique durante uso. O que o aplicativo também não mostra é que o uso dele só é gratuito durante 7 dias, depois disso ele passa a ser cobrado mensalmente. METODOLOGIA Este capítulo irá apresentar a metodologia que será utilizada na realização do trabalho, está baseada em outros processos de avaliações já realizados. A natureza é aplicada, pois segundo Carmo (2015), a pesquisa aplicada é definida pela necessidade de o pesquisador solucionar um problema existente ou não, e com isso obter resultados. Esta pesquisa se dividirá nas seguintes etapas: Primeira etapa: Estudo teórico, onde será realizado um estudo voltado à inclusão digital de idosos visando a usabilidade e a acessibilidade dos mesmos; Segunda etapa: Análise dos trabalhos relacionados, onde será realizado um estudo voltado para o entendimento dos tipos e formas de avaliações utilizadas pelos autores dos trabalhos; Terceira etapa: Seria realizada também uma análise inicial no aplicativo escolhido e marcado o pontos onde foram encontrados “problemas” de usabilidade e também foram marcados pontos fortes do aplicativo; Quarta etapa: Planejamento da avaliação, nesta etapa será realizado a forma em que a avaliação será feita e também será escolhido a melhor maneira para aplicá-la; Quinta etapa: Aplicação e coleta de dados, nesta parte serão encontradas pessoas que se encaixam no perfil e o estudo será aplicado, cada pessoa mostrará seus próprios resultados ao utilizar o aplicativo e apos isso será feita a análise dos dados coletados; Sexta etapa: Avaliação dos dados coletados, após a coleta dos dados será realizada uma análise e após isso será mostrado uma conclusão sobre os dados coletados CRONOGRAMA Neste capítulo é apresentado o cronograma das atividades que serão realizadas durante o desenvolvimento do projeto. (Tabela 1). Período Atividade Abr/2019 Mai/2019 Jun/2019 Jul/2019 Ago/2019 Set/2019 Out/2019 Nov/2019 Dez/2019 Estudo Teórico x x Análise de trabalhos relacionados x x Análise parcial do aplicativo x x x x Planejamento de avaliação x x x x Aplicação e coleta dos dados x x Avaliação dos dados coletados x x x Escrita do artigo x x x x Revisão e redação final x x Entrega e Defesa do trabalho x Tabela 1. Cronograma de atividades do projeto. REFERÊNCIAS BRANDAO, LUIZ EDUARDO TEIXEIRA. UMA APLICAÇÃO DA TEORIA DAS OPÇÕES REAIS EM TEMPO DISCRETO PARA AVALIAÇÃO DE UMA CONCESSÃO RODOVIÁRIA NO BRASIL. 2004. Tese (PUBLICAÇÃO ACADÊMICA) - PUC-RIO, Rio de Janeiro, 2004. pdf. Disponível em:<https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/9116/9116_3.PDF> Acesso em: 26 de maio de 2019 Computer Interaction. ISBN 978-0854328338. University of Southampton. Cybis, W., Betiol, A. H., & Faust, R. (2010). Ergonomia e usabilidade: conhecimentos métodos e aplicações (2a. ed.). 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