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FUNDAMENTOS E CLÍNICA EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA I
Profº Ms. Marcos Antonio P. Brito
6º termo – Unisalesiano – Araçatuba - 2019
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EXAMES SUBSIDIÁRIOS
RX
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
HEMOGRAMA
OUTROS (RESSONÂNCIA NUCLEAR, ULTRA-SOM, ENMG.....)
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Conduta e Tratamento 
O que é conduta ?
O que é tratamento ?
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SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO
*
SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO
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FUNÇÃO DOS OSSOS
COMO ESTRUTURA
ALAVANCAS
PROTEÇÃO
HEMATOPOIÉSE
RESERVA (Ca; Mg; Na; P )
*
CURA E REPARAÇÃO ÓSSEA
O TECIDO ÓSSEO É UM DOS POUCOS TECIDOS DO ORGANISMO QUE SOFRE REGENERAÇÃO E NÃO UM SIMPLES REPARO QUANDO AGREDIDO.
REPARAÇÃO
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Reparação Óssea
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RX de processo de Consolidação
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FRATURAS
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DEFINIÇÃO
PERDA COMPLETA DA SOLUÇÃO DE CONTINUIDADE ÓSSEA
FRATURAS
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CLASSIFICAÇÃO
1- SEGUNDO À RELAÇÃO COM O MEIO
2- SEGUNDO O FOCO DA FRATURA
3- SEGUNDO O TIPO DE TRAUMA
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1- RELAÇÃO COM O MEIO
A) ABERTA
B) FECHADA
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2- RELAÇÃO COM O FOCO
ESPIRAL
TRANSVERSA
OBLÍQUA
COMINUTIVA
AVULÇÃO
GALHO VERDE
IMPACTADA
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O que são os fixadores externos?.
Fixadores externos são aparelhos utilizados na parte externa dos membros (braço, antebraço, coxa, perna) para promover a fixação dos ossos durante o tratamento ortopédico. Estes aparelhos são presos aos ossos por fios transósseos ou pinos rosqueáveis.
*
São utilizados para qual finalidade?
São aplicados nos membros superiores (braço, antebraço e punho) e inferiores (quadril, coxa, joelho, perna e pé). Tem diversas finalidades: tratamento de fraturas graves e multifragmentar, correção de deformidades nos membros, correção de fraturas mal consolidadas, tratamento de infecção óssea e tumores, alongamento ósseo, bem como, pseudoartroses (fraturas que não consolidam).
*
Quando o uso de fixadores externos é necessário?
A indicação mais frequente dos fixadores é para o tratamento inicial de fraturas em pacientes politraumatizados – chamamos isto de "controle de danos". Também são usados no caso de falha ao tratamento da fratura com placa, parafusos e hastes. A correção de deformidades, sejam elas causadas por fraturas ou decorrentes do desenvolvimento, é corrigida preferencialmente com a utilização de fixadores. Mas, o principal emprego da fixação externa é o alongamento ósseo, em que o médico ortopedista emprega o fixador para obter um crescimento ósseo gradual entre 0,5 a 1 mm por dia.
*
Quanto tempo leva, em média, a calcificação com o fixador e a haste?
O tempo de consolidação óssea depende de algumas variáveis, como gravidade da fratura ou da deformidade, extensão do osso a ser alongado e saúde do paciente. O tempo de tratamento pode variar entre seis meses e um ano, podendo, em alguns casos, consolidar antes ou algum tempo depois deste período.
*
3- RELAÇÃO COM O TRAUMA
DIRETA
INDIRETA
PATOLÓGICA
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CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS
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COMPLICAÇÕES
1- IMEDIATAS
2- PRECOCE
3- TARDIAS
COMPLICAÇÕES
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1- IMEDIATAMENTE APÓS A FRATURA
CHOQUE
DOR
DEFORMIDADE
EDEMA
SENSIBILIDADE LOCAL ACENTUADA
ESPASMO MUSCULAR
MOV. ANORMAL E CREPITAÇÃO
PERDA DA FUNÇÃO
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2- PRECOCE - APÓS REDUÇÃO E FIXAÇÃO
DOR
EDEMA
PERDA DA FUNÇÃO
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3- TARDIA - APÓS REMOÇÃO DA FIXAÇÃO
DOR
EDEMA
LIMITAÇÃO ADM
FRAQUEZA MUSCULAR
PERDA DA FUNÇÃO
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REPARAÇÃO DAS FRATURAS
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UNIÃO DAS FRATURAS
O TEMPO QUE UMA FRATURA LEVA PARA UNIR É ALTAMENTE VARIÁVEL E DEPENDE DE DIVERSOS FATORES
MMSS: 60 – 90 DIAS – CRIANÇAS: 30/60 DIAS
MMII: 90 – 120 DIAS – CRIANÇAS: 60 – 90 DIAS
*
FATORES PARA UNIÃO
TIPO DE OSSO
CLASSIFICAÇÃO DA FRATURA
SUPRIMENTO SANGÜÍNEO
FIXAÇÃO
IDADE
METABOLISMO
ESTADO NUTRICIONAL
*
Consolidação Óssea
A duração de cada estágio de consolidação óssea depende da localização ( MMSS, MMII, coluna etc...) e gravidade da fratura, lesões associadas, e idade do paciente.
Tipos de Consolidação Óssea
Primária
Secundária 
*
Tipos de Consolidação Óssea
Consolidação Óssea Primária
Ocorre c/ o contato direto e intimo entre os seguimentos fraturados ( placa ).
O osso novo cresce diretamente pelas extremidades.
A consolidação primária do osso cortical é muito lenta.
Não há evidências radiográfica de um calo de união com esse modo de consolidação.
*
Habitualmente a formação de calo ósseo ocorre aproximadamente duas (02) semanas depois do momento da lesão.
A fixação rígida exige contato cortical direto e uma vasculatura intramedular intacta.
O processo de consolidação depende basicamente da reabsorção osteoclastica do osso, seguida pela formação de osso novo.
*
*
Consolidação Secundária 
Denota mineralização e substituição, por osso, de uma matriz cartilaginosa com um aspecto radiográfico característico de formação de calo.
Quanto maior for a mobilidade no local da fratura, maior será a quantidade de calo.
Esse calo aumenta a estabilidade no local da fratura por aumentar a espessura do osso.
Isso ocorre com a aplicação de um aparelho de Gesso e Fixação Externa, bem como a aplicação de Hastes intramedulares na fratura.
Esse é o tipo mais comum de consolidação óssea.
*
*
3 Principais Estágios de Consolidação da Fratura, Conforme Descrição de Cruess e Dumont
Fase inflamatória ( 10% )
Fase reparativa ( 40% )
Fase de remodelagem ( 70% )
*
*
Fase Inflamatória
Dura aproximadamente 1-2 semanas.
Inicialmente, incita uma reação inflamatória.
Ocorre aumento da vascularização que envolve a fratura permite a formação de um hematoma de fratura, que em breve será invadido por células inflamatórias, como neutrófilos, macrófagos, e fagócitos.
Essas células, inclusive os osteoclastos, funcionam de a eliminar o tecido necrosado, preparando o terreno para a fase reparativa.
Radiograficamente a linha de fratura fica mais visível a medida que o tecido necrosado vai sendo removido.
*
Fase Reparativa
Habitualmente dura vários meses
O hematoma de fratura é então invadido por condroblastos e fibroblastos, que depositam a matriz para o calo ósseo.
Inicialmente forma-se um calo mole, composto principalmente de tecido fibroso e cartilagem com pequena quantidade de osso.
Os osteoblastos são responsáveis pela mineralização desse calo mole, convertendo-o num calo duro aumentando a estabilidade da fratura.
Esse tipo de osso é imaturo e fraco em termos de torque não pode ser submetido a estresse.
União retardada e pseudoartrose são decorrentes de erros nesta fase.
A conclusão da fase reparativa fica indicada pela estabilidade da fratura.
Radiograficamente, a linha de fratura começa a desaparecer.
*
Fase de Remodelação
Que leva meses a anos para se completar.
Consiste em atividades osteoblasticas e osteoclasticas....
......resultam na substituição do osso reticulado desorganizado e imaturo por osso lamelar, organizado e maturo, o que aumenta ainda mais a estabilidade do local fraturado.
Ocorre reabsorção de osso nas superfícies convexas e formação nova de osso nas superfícies côncavas.
O processo permite alguma correção das deformidades angulares, mas não das deformidades rotacionais.
Radiograficamente, é habitual que a fratura não seja mais visualizada. 
*
PRINCÍPIOS BIOMECÂNICOS DOS DISPOSITIVOS DE FIXAÇÃO
APARELHOS DE GESSO
HASTES E PINOS INTRAMEDULARES
PLACAS DE COMPRESSÃO
PLACAS DE CONTRAFORTE
PINOS, FIOS E PARAFUSOS
PARAFUSOS DE COMPRESSÃO
PLACA E PARAFUSO DESLIZANTE PARA O QUADRIL 
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APARELHOS DE GESSO 
É UM DISPOSITIVO DE COMPARTILHAMENTO DE ESTRESSE
PERMITE A FORMAÇÃO DE CALO ÓSSEO, E ASSIM UMA CONSOLIDAÇÃO SECUNDÁRIA RELATIVAMENTE RÁPIDA.
A ARTICULAÇÃO ACIMA E A ARTICULAÇÃO ABAIXO DA FRATURA SÃO IMOBILIZADAS NO APARELHO, EVITANDO ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO DOS FRAGMENTOS.*
SERÁ PERMITIDA UMA SUSTENTAÇÃO DE PESO PRECOCE SE O PADRÃO DE FRATURA FOR ESTÁVEL.
OCASIONALMENTE, A SUSTENTAÇÃO DE PESO DEVERÁ SER ADIADA ATÉ QUE SE TENHA FORMADO CALO SUFICIENTE PARA EVITAR DESLOCAMENTO.
*
HASTES E PINOS INTRAMEDULARES
SÃO DISPOSITIVOS DE COMPARTILHAMENTO DE ESTRESSE
PERMITEM FORMAÇÃO DE CALO, E CONSOLIDAÇÃO SECUNDÁRIA.
HASTE OU PINO PROPORCIONA UMA BOA FIXAÇÃO, E PERMITE QUE AS ARTICULAÇÕES ACIMA E ABAIXO DA FRATURA PERMANEÇAM LIVRES P/ MOBILIZAÇÃO PRECOCE.
*
UTILIZADOS COM MAIOR FREQUÊNCIA NA DIÁFISE DO FÊMUR, TÍBIA E ÚMERO.
AS HASTES PODEM SER FRESADAS C/ DIÂMETRO MAIOR, TORNANDO ESSE DISPOSITIVO MUITO FORTE, MAS PODE PREJUDICAR A IRRIGÇÃO SANGUÍNEA.
PODEM SER TRAVADAS C/ PARAFUSOS.
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PLACAS DE COMPRESSÃO
FIXADAS AO OSSO COM AUXILIO DE PARAFUSOS DE TAL MODO QUE É CRIADA UMA COMPRESSÃO NO LOCAL FRATURADO.
PERMITEM REDUÇÃO E FIXAÇÃO ANTÔMICA DA FRATURA.
É UM DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO CONTRA ESTRESSE ( TENSÃO ), PORQUE A ÁREA DA FRATURA SOB A PLACA ENCONTRA-SE DIMINUIDA.
PERMITE CONSOLIDAÇÃO ÓSSEA PRIMÁRIA. MUITO UTILIZADA NAS EXTREMIDADES SUPERIOR ( RADIO E ULNA).
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PLACAS DE CONTRAFORTE
APLICADAS MAIS FREQUENTEMENTE NA TÍBIA PROXIMAL, EM SEGUIDA A FRATURAS DO PLATÔ TIBIAL.
SÃO UTILIZADAS EM CONJUNTO COM PARAFUSOS DE COMPRESSÃO P/ CRIAR REDUÇÃO ANATÔMICA DA FRATURA.
SÃO DISPOSITIVOS DE COMPARTILHMENTO DE ESTRESSE.
INICIALMENTE, NÃO SE PERMITE QUE O PACIENTE SUTNTE O PESO.
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PINOS, FIOS E PARAFUSOS
SÃO DISPOSITIVOS DE COMPARTILHAMENTO DE ESTRESSE
PODEM SER ROSQUEADOS(PARAFUSOS) OU NÃO ROSQUEADOS ( FIO K e PINO).
O FIO MAIS UTILIZADO É O FIO DE KIRSCHNER ( K ).
PODEM SER APLICADOS DE FORMA INDEPENDENTE, OU COM OUTRO TIPO DE FIXAÇÃO....EX: GESSO.
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PARAFUSOS DE COMPRESSÃO
JUNTAM FIRMEMENTE FRAGMENTOS DE OSSO.
QUANDO O PARAFUSO É APERTADO, OS FRAGMENTOS SÃO REUNIDOS, O QU É CONHECIDO COMO EFEITO DE COMPRESSÃO.
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PLACA E PARAFUSO DESLIZANTE PARA O QUADRIL 
UTILIZADO NA FIXAÇÃO DE FRATURAS NA EXTREMIDADE PROXIMAL DO FÊMUR.
O PARAFUSO DESLIZANTE PARA O QUADRIL É UM DISPOSITIVO DE COMPARTILHAMENTO DE ESTRESSE.
UTILIZADO MAIS FREQUENTEMENTE NAS FRATURAS INTERTROCANTÉRICAS DO FÊMUR.
EM VIRTUDE DA COMINUIÇÃO DO LOCAL FRATURADO, É DIFICIL FAZER COM QUE A FRATURA FIQUE RIGIDAMENTE FIXADA.
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*
FRATURAS
MEMBROS SUPERIORES
*
FRATURAS DA CLAVÍCULA
Existe mais de uma classificação aceita para fraturas daclavícula. A seguir a classificação de Craig:
 Grupo I – fratura do terço médio ( quase todas são do grupo I )
 Grupo II – fratura do terço lateral ou distal 
 - c/ desvio mínimo
 - c/ comprometimento ao complexo ligamentar coracoclavicular
 - fratura da superfície articular
 - ligamentos intactos, mas com desvio do fragmento proximal
 - cominutiva
*
Grupo III – fratura do terço medial
 - com desvio mínimo 
 - com desvio
 - intra-articular
 - separação epifisária
 - cominutiva
 MECANISMOS DE LESÃO
Quase todas são causadas por queda ou outro traumatismo direto ao ombro.
Quedas sobre a mão espalmada, embora comumente citadas, são responsáveis por menor porcentagem.
*
OBJETIVOS DO TRATAMENTO
Obter um alinhamento ântero-posterior e lateral da fratura, porque a clavícula é um osso curvilíneo.
ESTABILIDADE
É conseguida por meio de imobilização externa ( tipóia ou aparelho de figura em 8 ) para a maioria das fraturas ou, menos comumente, por redução aberta e fixação interna para as fraturas mais difíceis ( fixação por placa e parafuso; ou compartilhamento de carga c/ fixação por pino).
*
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO ÓSSEA
06 a 12 semanas. Há necessidade de um período mais prolongado se houver cominuição significativa ou enxerto ósseo.
COMPLICAÇÕES
Idade  
Retardo de consolidação e pseudoartrose 
Deformidade cosmética e consolidação viciosa 
Migração do Pino 
Lesões associadas e Lesões neurovasculares 
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FRATURA DO COLO UMERAL
MECANISMO DE LESÃO: QUEDA SOBRE O COTOVELO OU SOBRE A MÃO ESPALMADA COM O MEMBRO EM EXTENSÃO, TRAUMA INDIRETO (FRATURA IMPACTADA)
INCIDÊNCIA: IDOSOS DO SEXO FEMININO
OBJETIVOS ORTOPÉDICOS: Manter uma relação normal entre a cabeça do úmero e o glenóide.
 Reduzir as tuberosidades maior e menor, para manter o funcionamento do manguito rotador.
 Obter um ângulo entre colo-diáfise de 130 a 150º e um ângulo de retroversão de 30º
*
ESTABILIDADE: É mantida por meio de imobilização externa, para fraturas sem deslocamento e estáveis, por fixação interna ( aberta ou percutânea) para fraturas de duas ou três partes de deslocamento, e por endoprótese para fraturas de quatro partes.
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO: 06 a 08 semanas
*
TIPOS DE ESTABILIZADORES: Tipóia  indicação: fraturas do colo sem deslocamento, paciente fica imobilizado durante 2 a 3 semanas. 85% das fraturas do colo são minimamente deslocadas.
 Fixação com placa e parafuso ou somente parafusos de compressão indicação: para fraturas de duas ou três partes, e para fraturas que podem necessitar de reparo do manguito.
Artroplastia por Prótese indicação: cxom risco significativo de necrose avascular ( fraturas de quatro partes, de três partes em pacientes idosos e com osteoporose, fraturas com divisão da cabeça superior a 40% ). 
*
COMPLICAÇÕES: 
Idade 
Envolvimento da articulação 
Necrose Avascular 
Consolidação Viciosa e Pseudoartróse 
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FRATURA SUPRA-CONDILIANA DO ÚMERO
MECANISMO DE LESÃO : TRAUMA INDIRETO SOBRE A MÃO E COTOVELO FLETIDO, VIOLÊNCIA DIRETA, OU POR HIPEREXTENSÃO DO COTOVELO
INCIDÊNCIA: CRIANÇAS
COMPLICAÇÕES: ISQUEMIA DE VOLKMAN ( CAUSADA POR LESÃO ARTERIAL – BRAQUIAL – SINDROME COMPARTIMENTAL), CONSOLIDAÇÃO VICIOSA, LESÃO DO NERVO(MEDIANO E ULNAR) NEUROPRAXIA.
*
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO: 08 a 12 semanas.
TIPOS DE ESTABILIZADORES:
GESSO OU TALA POSTERIOR
REDUÇÃO ABERTA E FIXAÇÃO INTERNA ( PARAFUSOS DE COMPRESSÃO OU PLACAS DE RECONSTRUÇÃO LATERAL E MEDIAL)
FIXAÇÃO EXTERNA ( QUANDO OCORRE FRATURA EXPOSTA COM CONTAMINAÇÃO)
PINO  MAIS UTILIZADO EM CRIANÇAS E SUA EXTREMIDADE FICA PARA FORA.
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FRATURA DE OLECRANO
MECANISMO DE LESÃO: tendo em vista ser uma estrutura subcutânea, ele é vulnerável a traumatismo direto. Golpes diretos são as lesões mais comuns, seguidos de quedas sobre a mão espalmada com o cotovelo em flexão, levando a contração do tríceps. Traumatismos de alta energia como por exemplo acidentes automobilístico, podem tb causar fratura d cabeça do rádio ou luxação do cotovelo, em associação com lesão do olecrano.
*
INCIDÊNCIA: idosos e crianças, mais em cças. 
OBJETIVOS ORTOPÉDICOS: 
Alinhamento: restauração articular
Estabilidade: o olecrano forma a insisura sigmóide maior, que se articula com a tróclea do úmero distal, e sua arquitetura aumenta a estabilidade intrínseca do cotovelo.
*
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO: 10 a 12 semanas
TIPOS DE FIXAÇÃO: REDUÇÃO FECHADA E TALA OU APARELHO DE GESSO.
  COTOVELO DEVE SER MANTIDO EM 90º DURANTE 4 SEMANAS
REDUÇÃO ABERTA E FIXAÇÃO INTERNA ( CONSOLIDAÇÃO SECUNDÁRIA).
COMPLICAÇÕES: IDADE, ENVOLVIMENTO ARTICULAR, LESÃO ASSOCIADA ( NEUROPRAXIA ULNAR OU LESÃO, LESÃO DO LCM).
*
*
FRATURA DA DIAFISE RADIO E ULNA
INCIDÊNCIA: ADULTOS
NORMALMENTE RADIO E ULNA SOFREM FRATURA POR ESTAREM INTIMAMENTE UNIDAS PELA MEMBRANA INTERÓSSEA.
A FRATURA DE UM SÓ OSSO PODE ESTAR ACOMPANHADA DE LUXAÇÃO DA ARTICULAÇÃO MAIS PRÓXIMA.
UMA FRATURA DO TERÇO DISTAL DO RÁDIO ESTÁ FREQUENTEMENTE ASSOCIADA COM LUXAÇÃO DA ARTICULAÇÃO RAIOULNAR DISTAL ( FRATURA-LUXAÇÃO DE GALEAZZI )
ENQUANTO UMA FRATURADA METADE PROXIMAL DA ULNA ESTÁ USUALMENTE ASSOCIADA COM LUXAÇÃO DA ARTICULAÇÃO RADIOULNAR PROXIMAL
 ( FRATURA-LUXAÇÃO DE MONTEGGIA) 
MECANISMO DE LESÃO: QUASE SEMPRE POR QUEDA SOBRE A MÃO ESPALMADA, OU GOLPE DIRETO.
*
OBJETIVOS DO TRATAMENTO: 
Alinhamento a redução deve ser precisa pois uma consolidação viciosa leva a perda da pronação, supinação e força de preensão.
ESTABILIDADE: FRATURAS DOS DOIS OSSOS SÃO LESÕES INSTÁVEIS. NORMALMENTE O MÉDICO PREFERE ESTABILIZAÇÃO CIRÚRGICA, POIS PERMITE MOBILIZAÇÃO PRECOCE.
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO ÓSSEA: 08 A 12 SEMANAS.
*
MÉTODOS DE TRATAMENTO: 
 GESSO
 REDUÇÃO ABERTA E FIXAÇÃO INTERNA.
 FIXAÇÃO EXTERNA
COMPLICAÇÕES: 
 IDADE: RIGIDEZ ARTICULAR
 LUXAÇÃO DA CABEÇA DO RADIO OU ULNA.
*
 CONSOLIDAÇÃO VICIOSA
 LESÃO ASSOCIADA
 RETARDO DE CONSOLIDAÇÃO/PSEUDARTROSE 
*
*
FRATURA DE COLLES
DEFINIÇÃO: É UMA FRATURA DA DIÁFISE DISTAL DO RÁDIO ( DEFORMIDADE EM GARFO DE PRATA)
MECANISMO: QUEDA SOBRE A MÃO EM EXTENSÃO -VIOLENCIA INDIRETA
INCIDÊNCIA: SEXO FEMININO (IDOSOS)
COMPLICAÇÃO: ATROFIA DE SUDECK, CONSOLIDAÇÃO VICIOSA, CONTRATURA DOS DEDOS.
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO ÓSSEA: 6 a 8 SEMANAS
*
TIPOS DE FIXADORES:  GESSO
  FIXADOR EXTERNO ( INDICADO EM FRATURAS COMINUTIVAS, COM DESVIO, OU EXPOSTAS QUE NÃO PODEM SER TRATADAS COM REDUÇÃO FECHADA OU FIXAÇÃO INTERNA).
  FIXAÇÃO INTERNA ( CONSOLIDAÇÃO PRIMÁRIA) .
*
*
FRATURA DE ESCAFOIDE CARPIANO ( NAVICULAR)
MECANISMO: VIOLÊNCIA INDIRETA , QUEDA SOBRE A MÃO EM EXTENSÃO COM DESVIO RADIAL E DORSIFLEXÃO.
INCIDÊNCIA: ADULTOS JOVEM E IDOSOS
COMPLICAÇÕES: NECROSE AVASCULAR, RETARDO DA CONSOLIDAÇÃO PSEUDO ARTROSE
OBS* DOR TABAQUEIRA ANATÔMICA
*
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO ÓSSEA
04 SEMANAS A 12 MESES DEPENDENDO DA LOCALIZAÇÃO DAFRATURA.
 04 A 06 SEMANAS, PARA FRATURAS DO CORPO DO ESCAFÓIDE.
 16 A 20 SEMANAS PARA FRATURAS DO POLO PROXIMAL.
 OBS A NÃO CONSOLIDAÇÃO DEPOIS DE 4 A 6 MESES INDICA RETARDO DE CONSOLIDAÇÕ; ALÉM DISSO, PSEUDARTROSE.
*
TIPO DE FIXAÇÃO:
GESSO COM IMOBILIZAÇÃO ATÉ REGIÃO PROXIMAL DO ANTE-BRAÇO, CONTENDO O MOVIMENTO DO POLEGAR.
REDUÇÃO ABERTA E FIXAÇÃO INTERNA ( CONSOLIDAÇÃO PRIMÁRIA)
*
*
FRATURAS FALANGEANAS
DEFINIÇÃO: OCORREM NAS FALANGES PROXIMAL, MÉDIA E DISTAL, SENDO CLASSIFICADAS COMO INTRA-ARTICULARES OU EXTRA-ARTICULARES, E COMO ESTÁVEIS OU INSTÁVEIS.
MECANISMO DE LESÃO: QUASE TODAS SÃO CAUSADAS POR TRAUMATISMO DIRETO NA MÃO.
ALINHAMENTO: NÃO É ACEITÁVEL QUALQUER GRAU DE DEFORMIDADE ROTACIONAL OU ANGULAR.
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO ÓSSEA: 
 3 A 6 SEMANAS PARA QUE OCORRA A CONSOLIDAÇÃO ÓSSEA.
 CONTUDO UMA IMOBILIZAÇÃO POR MAIS DE 3 A 4 SEMANAS ESTÁ ASSOCIADA A MAIOR RISCO DE ENRIJECIMENTO RESIDUAL.
*
*
*
*
FRATURA POR AVULSÃO
*
FRATURAS 
MEMBROS INFERIOR
*
FRATURA DO COLO FEMURAL
MECANISMO: FORÇA TORCIONAL SOBRE O FEMUR. QUASE TODAS AS FRATURAS DO COLO FEMORAL EM PACIENTES IDOSOS SÃO ESPONTÂNEAS, OU CAUSADAS POR TRAUMATISMOS DE BAIXA ENERGIA ( DEVIDO OSTEOPOROSE SENIL) EM PACIENTES + JOVENS, HÁ NECESSIDADE DE TRAUMATISMO DE ALTA ENERGIA, PORTANTO COMUM ALTO DESLOCAMENTO E DANOS À IRRIGAÇÃO.
INCIDÊNCIA: IDOSOS (SEXO FEMININO). 
CLASSIFICAÇÃO: PODEM SER CLASIFICADAS COMO TIPOS I, II, III e IV DE GARDEM.
*
*
ENDOPRÓTESE P/ QUADRIL
*
ENDOPRÓTESE P/ QUADRIL
*
TIPO I: INCOMPLETA E IMPACTADA EM POSIÇÃO VALGA.
TIPO II: COMPLETA E SEM DESLOCAMENTO.
TIPO III: COMPLETA E COM DESLOCAMENTO, EM POSIÇÃO VARA. FREQUENTE RUPTURA DE CAPSULA ARTICULAR.
TIPO IV: COMPLETAMENTE DESLOCADA. PIOR PROGNÓSTICO. A CABEÇA PODE EVOLUIR PARA NECROSE AVASCULAR. EM IDOSO COMUMENTE ÉTRATADA COM ENDOPRÓTESE.
*
REDUÇÃO= 95% FIXAÇÃO INTERNA COM REALIZAÇÃO DE ARTROPLASTIA DE QUADRIL
OBS* SÃO FRATURAS INTRACAPSULARES E COM ALTO ÍNDICE DE COMPLICAÇÕES.
ESTABILIDADE: PARAFUSO E PLACA LATERAL; PARAFUSOS DE COMPREESÃO; PARAFUSOS DESLIZANTE E PLACA DE COMPRESSÃO; ENDOPRÓTESE.
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO:
12 A 16 SEMANAS.
* COMPLICAÇÕES: NECROSE AVASCULAR; LESÕES ASSOCIADAS ( FRATURAS DE PUNHO, OMBRO, e COSTELAS – DEVIDO A QUEDA).
*
FRATURAS INTERTROCANTÉRICA
MECANISMO: TRAUMA, ATROPELAMENTO, QUEDAS QUE OCORREM EM PACIENTES COM OSTEOPOROSE SENIL E DA PÓS-MENOPAUSA. EM PACIENTES MAIS JOVENS TRAUMATISMO DE ALTA ENERGIA SENDO CAPAZ DE SER ACOMPANHADA DE FRATURA DA DIÁFISE.
INCIDÊNCIA: IDOSOS SEXO FEMININO
OBS* SÃO FRATURAS EXTRA CAPSULARES APRESENTA EDEMA DE COXA E MEMBRO RODADO EXTERNAMENTE.
*
*
*
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO:
12 A 15 SEMANAS
ALINHAMENTO: RESTAURAR O ÂNGULO DO COLO COM A DIÁFISE ( NORMAL: 127º.
*
*
FIXAÇÕES: PARAFUSOS DESLIZANTE E PLACA DE COMPRESSÃO
COMPLICAÇÕES: CONSOLIDAÇÃO VICIOSA, RETARDO DE CONSOLIDAÇÃO POR COMPLICAÇÕES VASCULAES E NERVOSA. COXA VARA, ENCURTAMENTO DO MEMBRO.
*
FRATURA DA DÍAFISE DO FÊMUR
MECANISMO: TRAUMA DIRETO MUITO COMUM EM ACIDENTES DE TRÂNSITO
INCIDÊNCIA: ADULTOS JOVENS
COMPLICAÇÕES: 1 À 2% EMBOLIA GORDUROSA (AGITAÇÃO, DISPNÉIA, TAQUICARDIA, FEBRIL, HEMOPTISE ).
OBS A MOBILIZAÇÃO PRECOCE, POSSIBILITADA PELA FIXAÇÃO CIRÚRGICA DA FRATURA, PODE AJUDAR A REDUZIR O RISCO DESSA COMPLICAÇÃO.
LESÃO: VASOS NERVO CIÁTICO,......
*
FRATURA DA DIÁFISE DO FEMUR
*
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO:
12 A 16 SEMANAS.
 * FIXADORES: HASTES, PLACA E PARAFUSOS, PARAFUSOS DESLIZANTES E PLACA DE COMPRESSÃO.
*
FRATURA DOS CÔNDILOS FEMURAIS E PLATO TIBIAL
MECANISMO: TRAUMA DIRETO COM VIOLÊNCIA CONSIDERAVEL
COMPLICAÇÃO: JOELHO RIGIDO OSTEOARTROSE PRECOCE ,JOELHO VALGO
TIPOS DE FRATURAS CONDILIANAS: 1- FRATURA SUPRA CONDILAR EXTRA-ARTICULAR
2- FRATURA UNICONDILAR INTRA-ARTICULAR.
3- FRATURA BICONDILAR INTRA-ARTICULAR.
* TIPOS DE FRATURAS DO PLATÔ TIBIAL: PODEM SER DE VÁRIOS TIPOS ENVOLVENDO TANTO O PLATÔ MEDIAL, LATERAL OU COMINUTIVA.
*
FRATURA DE CONDILO
*
ENDOPRÓTESE DE JOELHO
*
ENDOPRÓTESE DE JOELHO
*
FRATURAS DA PATELA
MECÂNISMO DE LASÃO: TRAUMA DIRETO NA PATELA
INCIDÊNCIA: ADULTO JOVEM ( SEXO MASCULINO).
TEMPO ESPERADO DE CONSOLIDAÇÃO: 08 A 12 SEMANAS.
FIXAÇÕES: FIOS K E PINOS
COMPLICAÇÕES: DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA, DIMINUIÇÕ DA AMPLITUDE DE MOVIMENTO, DEFICIT EXTENSOR PERMANENTE.
*
FRATURAS DA DIÁFISE TIBIAL
MECÂNISMO DE LESÃO: TRAUMATISMO DE ALTA ENERGIA POR IMPACTO DIRETO PODE RESULTAR EM FRATURAS TRANSVERSAS OU COMINUTIVAS.
INCIDÊNCIA: ADULTO JOVEM ( SEXO MASCULINO )
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO: 10 A 12 SEMANAS
FIXAÇOES: GESSO; HASTES; PLACA E PARAFUSOS; FIXADOR EXTERNO; 
COMPLICAÇÕES: SINDROME DO COMPARTIMENTO ( DOR EXCESSIVA MESMO DEPOIS DA RETIRADA DO GESSO, DORMÊNCIA E PARESTESIA CRESCENTES, SE FOR CONFIRMADA A SINDROME REALIZA-SE A FASCIOTOMIA). EMBOLIA; LESÕES DE TECIDOS MOLE.
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FRATURAS DO PLAFOND TIBIAL
MECÂNISMO DE LESÃO: IMPACTO DE ALTA ENERGIA, COMUMENTE POR FORÇA DE DESACELERAÇÃO COMO OCORRE EM UMA QUEDA DE UM LUGAR ALTO OU ACIDENTE AUTOMOBILISTICO.
INCIDÊNCIA: ADULTO JOVEM ( SEXO MASCULINO).
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COMPLICAÇÕES: IDADE ( RIGIDEZ ARTICULAR); ENVOLVIMENTO DA ARTICULAÇÃO; FRATURAS EXPOSTAS; LESÕES TENDINOSAS OU LIGAMENTARES.
FIXAÇÕES: FIXAÇÃO EXTERNA; APARELHO DE GESSO; PLACA E PARAFUSOS.
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FRATURAS DO TORNOZELO
MECÂNISMO DE LESÃO: FORÇAS DE ENERGIA RELATIVAMENTE BAIXAS, ( DECORRENTES DE AÇÕES COMO UM PASSO EM FALSO OU TORÇÃO DE TORNOZELO). FORÇAS DE ALTA ENERGIA DIRETAS OU INDIRETAS.
TEMPO ESPERADO PARA CONSOLIDAÇÃO:
06 A 12 SEMANAS.
FIXAÇÕES: GESSO; PLACA E PARAFUSO; PINOS, PARAFUSOS DE COMPRESSÃO.
COMPLICAÇÕES: IDADE; ENVOLVIMENTO ARTICULAR; PADRÃO DE ENVOLVIMENTO DA FRATURA; FRATURAS EXPOSTAS; SÍNDROME DO COMPARTIMENTO; LESÕES A TENDÕES E LIGAMENTOS OU ASSOCIADAS.
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Tratamento FisioterapêuticoFraturas
 Com fixação interna:
 Controle da dor
 Controle do edema
 Manter ou ganhar ADM (ativa/passiva)
 Fortalecimento

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