Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

CAPITULO 5
PROCESSO X PROJETO 
Visa criar novo produto
TEMPO É CONTINUO E REPETITIVO
METAS ATUALIZADAS PERIODICAMENTE
TEMPORARIOS E UNICOS
METAS UNICAS	
	
TAREFAS DA DEFINIÇÃO DOS INTERESSADOS DO PROJETO
Planejamento organizacional dos interessados do projeto:
Definir as atribuições dos papéis e responsáveis pelas atividades do projeto;
Elaborar um plano de gerenciamento do pessoal envolvido com o projeto;
Construir o organograma do projeto (relacionamentos entre os responsáveis pelas atividades);
 Outras (descrição do nível de dedicação de cada pessoa, as necessidades de treinamento de pessoal, etc).
Montagem e desenvolvimento da equipe para a execução do projeto.
DEFINIÇÃO DO ESCOPO DO PRODUTO
Definir parâmetros básicos que caracterizam (O QUE é) o produto e funcionalidades (O QUE FAZ)
Preferencialmente quantitativos com metas claras e inequívocas.
ESCOPO DO PRODUTO X ESCOPO DO PROJETO
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PROCESSOS QUE SARÃO FEITOS PARA 
FUNCIONALIDADES CONSTRUIR E ENTREGAR O PRODUTO
DESENPENHO DESEJADO DESCRIÇÃO SUCINTA DO ESCOPO DO PRODUTO 
ESCOPO DO PROJETO DEVE CONTER
Justificativa do projeto e os requisitos do negócio aos quais pretende atende.
Descrição sucinta do produto
Objetivos do projeto colocados em termos quantificáveis, especialmente quanto a parâmetros de custo, cronograma e medidas de qualidade
Premissas e restrições identificadas
plano de gerenciamento do escopo, que descreve como esse escopo será gerenciado e como as mudanças serão incorporadas ao projeto
CHECKLIST DO ESCOPO DO PROJETO
ESCOPO POR EDT
(Estrutura de Decomposição do Trabalho)
Desmembra o projeto em componentes e elementos, de maneira orientada aos subprodutos – entrega ou resultados importantes
Dá origem ao cronograma que permitirá monitorar o progresso;
Mostra o detalhamento do custo de equipamento, mão-de-obra e materiais;
Auxilia na montagem da equipe e distribuição do trabalho;
DEFINIÇÃO DE EDT abordagem top-down:
PRODUTOS DO PROJETO - RESULTADOS FINAIS do projeto na linguagem dos clientes e, portanto, em um nível alto de abstração
DELIVERABLES - entregas ou resultados importantes Cada produto do projeto é desdobrado em resultados tangíveis, que podem ser observados, medidos e avaliados
PACOTES DE TRABALHO - um conjunto de atividades que precisam ser feitas para a obtenção de um DELIVERABLE ou produto do projeto (ATIVIDADES – Ação com verbo e substantivo que será programada e gerenciada no decorrer do projeto).
Os erros mais comuns são:
Documentos desorganizados;
Imprecisão terminológica;
Falta de padronização no tamanho das tarefas e resultados;
Falha na solicitação de revisão por terceiros.
CLASSIFICAÇÕES DO PROJETO:
Radical - projeto totalmente novo; 
Plataforma - produto não é totalmente novo para a empresa, porém terá mudanças significativas na concepção;
Derivado (criar produto adicional em uma linha, baseado em uma plataforma ou em um produto previamente desenvolvido.
Follow source - além de simplificações de fases e atividades, pode ocorrer a eliminação da fase do projeto conceitual).
DEFINIR ATIVIDADES E SEQUÊNCIA
Detalhamento das atividades para a execução do projeto por meio das suas identificações em seus relacionamentos
TIPOS DE RELACIONAMENTOS ENTRE ATIVIDADES
FINAL-INÍCIO sucessora só poderá ser iniciada quando a predecessora acabar
INÍCIO-INÍCIO - a sucessora só poderá ser iniciada se a predecessora já estiver também iniciada mas não necessariamente acabada
FINAL-FINAL - as atividades podem começar independentemente, mas a sucessora deve terminar junto com a antecessora.
AVALIAR RISCOS
O risco é mais comum em projetos com participação de atores externos autônomos, devido à dificuldade de controla-los;
Objetivo:
Tentar reduzir a incerteza;
Eliminar eventos não oportunos;
Melhorar a quantidade e a qualidade das alternativas de soluções que constituem a essência da avaliação e gestão de riscos do projeto;
Duas dimensões básicas:
Probabilidade de ocorrência;
Efeito potencial do risco.
Principais riscos:
Complexidade da tecnologia usada
Inabilidade e/ou inexperiência em gerenciar projeto
possibilidades de mudanças em legislações e regulamentações.
Fazer uso dos ensinamentos de projetos anteriores é uma ótima maneira de minimizar riscos.
ANÁLISE QUANTITATIVA E QUALITATIVA DOS RISCOS 
Quantificar a avaliação qualitativa, submetendo cada risco a uma apreciação probabilística e consequente (impacto) ao projeto de sua ocorrência;
Para quantificar:
Entrevista-se especialistas no assunto a fim de mensurar a probabilidade e o impacto
Analisa-se a sensibilidade e/ou a árvore de decisão: Determinação dos riscos de maior impacto no projeto e na cadeia de decisões;
Simula-se: Modelos matemáticos que tentem traduzir o projeto completo e as incertezas ao qual será submetido.
Qualitativa apontará os riscos que merecem análises detalhadas. Deve-se empregar a quantificação e os planos mais cuidadosos. Esses riscos são aqueles que apresentam elevada probabilidade e impacto em sua ocorrência. 
Precaver do risco:
Eliminem totalmente a fonte do risco.
Diminuam a probabilidade de ocorrência dos riscos.
Diminuam o impacto dos riscos.
PREPARAR ORÇAMENTO DO PROJETO
Necessidades de recursos definidos e planejados;
Estimativas de custos-padrão para uso dos recursos;
Estimativas de tempo de duração de cada atividade;
Memória de custos de projetos anteriores;
Sistema contábil da empresa e das avaliações de risco.
Os custos estimados para as atividades do projeto precisam ser agrupados em um orçamento a ser submetido para aprovação. 
O orçamento das atividades de execução do projeto, estabelece o referencial que deve ser utilizado para o acompanhamento da evolução dos custos do projeto, quando de sua execução do desenvolvimento do produto.
ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA DO PROJETO
O primeiro passo é a montagem do fluxo de caixa: definição do fluxo de entrada e saída de dinheiro durante o ciclo de vida planejado para o produto.
Fluxo de caixa:
Investimentos no novo produto: Valor gasto para desenvolver e preparar o novo produto para a produção;
Receitas: Quanto se espera arrecadar com a venda dos produtos;
Custos e despesas de produção: Gastos diretos e indiretos com a produção e comercialização do produto.
Valor Presente Líquido (VPL)
Valor correspondente de cada uma das entradas e saídas do fluxo de caixa para o primeiro período de tempo. Todos esses valores são somados, obtendo-se um valor no período inicial do fluxo de caixa, resultante de todas as entradas e saídas. Se esse valor for maior que zero, significa que o projeto será positivo para a empresa.
O VPL fornece uma boa noção do montante que será obtido com o projeto, ele não permite uma comparação fácil com outros investimentos.
Taxa Interna de Retorno (TIR)
Método, calcula-se a taxa que, aplicada no fluxo de caixa, gerará um VPL igual a zero, isto é, todas as receitas irão se igualar aos custos e despesas de produção e investimento. Se a TIR for maior que a taxa de atratividade, estima-se projeto bom. O TIR fornece um valor facilmente comparável.
Método do período de retorno do investimento (payback)
Avaliação do período em que o investimento passará a gerar lucro para a empresa, levando em consideração a entrada e saída de capital.
Revisão periódica da análise financeira ao longo do andamento do projeto, pois, no Planejamento, estão disponíveis apenas informações preliminares, e, portanto, passíveis de mudanças ao longo da sua execução.
DEFINIR INDICADORES DE DESEMPENHO
Os indicadores de sucesso operacional, em qualidade e percepção, que devem ser detalhados nesta etapa a fim de se tornem paralelos aos de gestão de projetos;
3 parâmetros básicos para avaliar as medidas de desempenho: tempo, custo e qualidade;DEFINIR PLANO DE COMUNICAÇÃO
QUEM, QUANDO E COMO as partes envolvidas no projeto precisam de informações e comunicações;
Ações necessárias à ocorrência de geração, coleta, disseminação, armazenamento e descarte das informações que envolvem um projeto de desenvolvimento;
INFORMAÇÂO NECESSARIA PARA ETAPA
Requisitos: tipos e formatos das informações demandadas pelas partes envolvidas;
Tecnologias de informação e comunicação disponíveis no ambiente em que será realizado o projeto de DP (Mídias);
Restrições e premissas existentes.
O plano de comunicações deve basicamente conter:
As formas de coleta e armazenamento dos vários tipos de informações de interesse;
Previsão da construção de uma memória de informações (biblioteca) e conhecimentos do projeto para uso futuro;
Especificação da estrutura de distribuição dessas informações;
Padrões que devem ser seguidos quanto ao formato de apresentação dos conteúdos (identidade);
Planejar e preparar aquisições 
O planejamento de aquisições para o projeto e sua posterior produção (fornecedores externos e suprimentos internos de produtos);
Identificar partes da execução do projeto
Recursos que serão empregados
Componentes e sistemas do próprio produto em desenvolvimento, Contratados de terceiros
Condições e momentos do projeto isso deve ser feito.
Procedimentos para se construir o plano de aquisições do projeto de DP:
1 - análise de make-or-buy (decidir entre fazer internamente ou comprar);
2- adoção de um procedimento de avaliação especializada, quando envolve alguma tecnologia complexa e/ou crítica ao produto ou ao seu projeto.
3- Documentos de aquisição, para serem utilizados para a solicitação de propostas nos fornecedores potenciais;
4- Critérios de avaliação: documentos utilizados para classificar e selecionar as propostas dos fornecedores. (vão desde o preço direto de compra, até aspectos mais específicos para a avaliação do fornecedor)
PLANEJAR A GESTÃO DOS RELACIONAMENTOS COM OS FORNECEDORES
Estabelecer um instrumento contratual entre fornecedor e empresa
PREPARAR PLANO DE PROJETO
Project charter
Documento formal que reconhece a existência do projeto e a autoridade de seu líder, contém os requisitos-chave que o projeto deve alcançar, além de uma breve descrição do seu produto resultante
Declarações de escopo
Objetivos do projeto
Estrutura analítica do projeto ou até o nível em que o controle deve ser exercido;
Estimativas de custos, prazos, recursos e atribuições de responsabilidades.
Planos de gerenciamento de escopo, cronograma, custo, qualidade, recurso, comunicação, risco e terceirização, com o detalhamento desses planos dado pelas necessidades de cada tipo de projeto em questão
Lista de questões por resolver e decisões pendentes do planejamento que só poderão ser tratadas durante a execução, além de outras documentações complementares ao plano do projeto.
CAPITULO 6
LANÇAMENTO / INTRODUÇÃO
Taxa de crescimento forte
Pequena participação do mercado
Apresentação por meio de esforços custosos ($$$) e intensos de marketing, visando estabelecer uma identidade clara com cliente;
Não há lucros neste estágio;
Muitas “compras teste” ou por impulso;
Necessária visão a longo prazo e planejamento eficaz de capital para suportar este período. Ex evento de lançamento APPLE
CRESCIMENTO
Receita supera despesa;
Caracterizado por vendas crescentes, este estágio também traz concorrentes;
Aumento da aceitação do mercado, chegando próximo ao ápice;
Melhoria significativa no lucro;
As ações de marketing buscam sustentação e manutenção de compra do consumidor.
MATURIDADE
Taxa fraca de crescimento de vendas, tendendo a estabilização, pois já foi conquistada a aceitação dos clientes potenciais;
O lucro estabiliza no patamar máximo / início do processo de declínio, devido à competição acirrada;
Existência de concorrentes imitadores e/ou alguns concorrentes podem deixar o mercado;
Momento de introdução de novos produtos ou produtos adjacentes, visando a manutenção do produto principal.
 Ex FANTA
DECLÍNIO
Queda vertiginosa de vendas; e lucratividade, chegando até a ficar negativo;
Declínio da participação do mercado;
Deve-se monitorar constantemente o período de maturidade para identificar o declínio (qual o marco que estabelece o declínio?);
Ainda há cliente fiéis. EX KOMBI
OUTROS CICLOS DE VIDA DO PRODUTO
Estilo: pode durar gerações, entrando e saindo da "moda". (Ex: Produtos vintage )
Moda: é um estilo popular ou correntemente aceito em uma determinada área. A moda passa por 4 estágios: distinção, emulação, massificação e declínio. É difícil prever um ciclo de moda. (Ex: carros mini SUV).
Modismo é a moda que aparece de súbito, é adotada com enorme entusiasmo, chega logo ao pico e declina rapidamente. (Ex: Músicas de Funk)
CICLO DE VIDA SEGUNDO AS ATIVIDADES PELAS QUAIS O PRODUTO / PROCESSO PASSA
CLIENTES
Todas as pessoas e/ou organizações, que irão comprar para uso, comercialização ou consumo do produto, e também aquelas que estarão envolvidas direta ou indiretamente com o ciclo de vida do produto.
CLIENTES EXTERNOS - consumidores
CLIENTES INTERMEDIÁRIOS – revendedores
 CLIENTES INTERNOS - colaboradores da organização
IDENTIFICAR OS REQUISITOS DOS CLIENTES DO PRODUTO
Coletar as necessidades dos clientes
Levantar requisitos “brutos” (dados originais)
Por meio de observação direta, grupos focais, pesquisas, etc.
Agrupar e classificar as necessidades
Definir os requisitos dos clientes
Valorar requisitos dos clientes
Ouvir o clienteContinuas 
Informações e reclamações dos clientes
Cartões de consulta
Informações comerciais
Notícias sobre o setor
Periódicas
Surveys
entrevistas
TÉCNICAS DE PESQUISA PARA LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES
Observação Direta - qualitativas
Possibilita informações mais ricas e detalhadas 
Entrevista
Informações qualitativas e não estruturadas demorada e cara
Questionário
Rápida e as informações mais generalizável MENOS detalhes e necessidade de alta taxa de resposta para serem válidos
Grupos Focais
Possibilita informações muito ricas e detalhadas Necessita de infraestrutura e profissionais especializados
FOCO NAS NECESSIDADES HUMANAS
IDENTIFICAR OS REQUISITOS DOS CLIENTES DO PRODUTO
Agrupar dados originais e eliminar os redundantes ou pouco relevantes
Valorar requisitos dos clientes 
(Desempenho funcional; - Fatores humanos; - Propriedades; - Espaço; - Confiabilidade; - Ciclo de vida; - Recursos; - Manufatura)
ELIMINAR REQUISITOS REDUNDANTES E HIERARQUIZAR OS RESTANTES
Ferramentas: Diagrama de Kano, Benchmarking, etc.
kono
QFD DO MODELO UNIFICADO
QFD – Desdobramento da função qualidade
Conversão das exigências dos usuários em características de qualidade do projeto, peças e processo fabril. 
Requisitos dos clientes se tornam requisitos do produto.
Aplicação:
Identificar os requisitos dos clientes do produto
Definir os requisitos do produto
Definir especificações-meta do produto
DEFINIR ESPECIFICAÇÕES META DO PRODUTO
Valorar requisitos do produto
Definir unidade de medida e valor / faixa de tolerância
Analisar perfil técnico e de mercado
Benchmarking de produto (clínica de produto – desmontar e analisar produtos / características da concorrência)
Analisar restrições de projeto do produto 
(contrato, ambientais, legislação, normas...)
Elaborar o conjunto de especificações-meta do produto (parâmetros quantitativos e mensuráveis para o produto)
Avaliar a correlação entre requisitos (positiva e negativa)
CAPITULO 7 – 
Projeto Conceitual
MODELAR FUNCIONALMENTE O PRODUTO
Representado por meio das suas funções
Capacidades desejadas ou necessárias que faz o produto capaz de desempenhar seus objetivos e especificações
Analisar as especificações-meta do produto
A especificação contém requisitos que possam gerar função (verbo +substantivo)? Ex: Dosar fertilizante, lavar roupa, cortar grama, etc.
Identificar as funções doproduto
Estabelecer a função global
Função mais importante
Esperado do produto
Obtida pela análise dos requisitos funcionais
Elaboração da Função Global (ou Total) a partir das especificações-meta
Detectar as principais entradas e saídas
Sinal - forma física na qual a informação é transportada – sinais recebidos, comparados, transmitidos, etc.)
Material - possuem forma, massa, cor, etc. – podem ser misturados, separados, etc.); 
Fluxos de energia - transporte e transformação da matéria e sinal – elétrica, cinética, etc.).
Decomposição até obter estrutura com funções de complexidade do tamanho requerido
EX: 
OBTENÇÃO DOS PRINCÍPIOS DE SOLUÇÃO
Possuir banco de dados e/ou catálogos de princípios de soluções;
Métodos Intuitivos: Brainstorming, Sinergia, Galeria;
Métodos Sistemáticos: Método Morfológico, Análise e Síntese Funcional, Analogia Sistemática, Análise do Valor, Questionários e Cheklists;
Método orientado: TRIZ
Brainstorming Intuitivo
Busca de ideias; Crítica e avaliação das ideias.
Sinergia 
Formular o Problema
Analisar o Problema
Aplicação de analogias
Desenvolver a analogia
Aplicar a solução
Galeria
Proposição de soluções individualmente e exposição, para posterior análise em grupo
Sistemático
Morfológico
Desdobramento de um problema complexo em partes mais simples, que são realizadas individualmente sem a preocupação com as demais partes;
 Indicado para tratar problemas complexos. 
Analogia
Busca de soluções ou funções do problema em outro campo de conhecimento, na natureza ou na literatura 
ex O velcro e a semente de carrapicho
Análise de Valor 
Julgar o melhoramento do produto é o custo
Indicado para produtos já existentes, com problemas complexos
TIPS / TRIZ
Teoria da Solução de Problemas Inventivos
Problemas com soluções fora do campo de conhecimento
DEFINIR ARQUITETURA
Sistemas, Subsistemas e Componentes (SSC)
Produto visto como diferentes partes relacionadas às soluções individuais
Modular
Cada módulo implementa uma ou algumas poucas funções;
Não há o compartilhamento de funções entre dois ou mais módulos;
As interações entre os módulos são poucas e bem definidas, sendo fundamentais para a realização da função global do produto; 
As mudanças de projeto podem ocorrer exclusivamente em um módulo.
Desenvolvimento de plataformas de produtos 
Máximo compartilhamento de sistemas 
Máxima variação funcional 
Otimização do ciclo de vida do(s) produto(s)
Integral
Funções do produto são distribuídas em vários conjuntos de componentes;
As interações entre os componentes são mal definidas;
Mudanças de projetos podem causar reprojeto do produto inteiro.
DEFINIR ERGONOMIA E ESTÉTICA DO PRODUTO
Ergonomia: Interação entre o produto e as pessoas. Qualidade e segurança do produto 
Problemas de ergonomia podem afetar o sistema de manufatura
Estética: Fundamental. Atrai o consumidor
ESTILO - marca, identidade da empresa
SIMBOLISAMO – valores sociais
SEMANTICA – o que quer comunicar
DEFINIR FORNECEDORES E PARCERIAS DE CO-DESENVOLVIMENTO
Perfil da empresa
Gerenciamento
Meio ambiente
Qualidade
Logística
Pós-mercado
Desenvolvimento de produto
Produtividade
Compras
DEFINIR PLANO MACRO DE PROCESSO 
Levantar os possíveis processos de fabricação e ferramental envolvidos para a manufatura dos SSCs. PROCESSOS INDUSTRIAS ( UNIAO USINAGEM ETC
Levar em conta
condições superficiais
precisão dimensional
forma e sua complexidade
taxa de produção
custos e tamanhos
SELECIONAR A CONCEPÇÃO DO PRODUTO
MONITORAR A VIABILIDADE ECONÔMICA DO PRODUTO
Estimar os custos
Comparar tais custos com os requisitos estabelecidos na fase anterior (Projeto Informacional);
Capitulo 8
PROJETO DETALHADO
DETALHAMENTO DAS TAREFAS
Criar, reutilizar, procurar e codificar os SSCs
Reutilizar ou modificar itens que já possua
Comprar item ou serviço a ser utilizado na fabricação
Identificar e classificar tais itens / SSCs.
Calcular e desenhar os SSCs
são utilizados alguns sistemas / softwares (CAD/CAM, CAD/CAE, etc)
Especificar tolerâncias
Real noção do modelo e dos componentes a serem utilizados
NRs
Tolerâncias analíticas (conhecidas) e experimentais (não conhecidas)
Integrar os SSCs
projeto conceitual + projeto detalhado = unir os SSCs ao produto final.
Finalizar desenhos e documentos
Confeccionar os desenhos finais dos componentes
Configurar produto e completar a estrutura do produto
Especificar o tipo de estrutura de produto que atende aos requisitos das demais áreas e processos
Decidir fazer ou comprar
Desenvolver fornecedores
Planejar o processo de fabricação e montagem
Atualizar o do projeto conceitual
Projetar recursos de fabricação
Equipamentos - ferramentas - maquinas - instalação
Avaliar SSCs, configuração e documentação do produto e processo
Analisar falhas (FMEA – failure mode and effect analysis
Avaliar tolerância
Testes
Resultados e planejar ações
Avaliar documentação com as normas
	
Otimizar produto e processo
Melhorar os processos
Criar material de suporte do produto
Manual de operação do produto e treinamento
Projetar embalagem
Formas e sinalização, projetar fisicamente. Processo de embalar e transporte e entrega
Identificação
Conveniência
Conteúdo e proteção
Apelo ao consumidor
Economia
Plano de fim de vida
Estratégias de descontinuidade do produto
 Reciclagem, reutilização, remanufatura, desmontagem, descarte
Testar e homologar produto
Aspecto formal ao processo
Analisar os resultados
VALIDAÇÂO = Testar o protótipo 
Testes de homologação do produto final (avaliação externa)
Atende às exigências de instituições reguladoras
Enviar documentação do produto a parceiros
Enviar informações sobre atualizações para os seus parceiros (fornecedores)

Mais conteúdos dessa disciplina