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Relatório de pesquisa sobre veias superficiais dos membros superiores e inferiores. Descreve trajetos e relações anatômicas das veias cefálica, basílica, cubital mediana, safena magna e parva, menciona veias perfurantes e que o sistema superficial conduz ~10% do retorno venoso.

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Universidade Salgado de Oliveira – Campus Goiânia
	Turma: N1
Data: 12/05/2019
 
Nota:
Visto:
	
	Disciplina: Anatomia Básica
Professora: Magda Helena de Sousa Pires
	
	
	Aluna: Sophia Naves Matos Neves
Curso: Psicologia - Noturno
	
Pesquisa: Veias superficiais dos membros superiores e inferiores
As veias do sistema superficial são menos calibrosas e eficientes dos que as do sistema profundo. Quando normais, transportam uma parcela pequena do retorno venoso dos membros (cerca de 10%).
As Veias Superficiais dos Membros Superiores:
As principais veias do membro superior são a Veia Cefálica e a Veia Basílica, originam-se na tela subcutânea do dorso da mão a partir da rede venosa dorsal. A ligação entre as veias profundas com as veias superficiais, temos as veias perfurantes.
A veia cefálica é superficial e corre lateralmente ao membro superior (posição anatômica). Tem uma comunicação com a Veia Basílica pela veia intermédia do cotovelo e drena para a Veia Axilar mais medialmente ao trígono clavipeitoral. Essa veia passa entre o músculos deltóide e peitoral maior no braço e muitas vezes é visível na pele.
A veia basílica começa no dorso da região radiocárpica, cruza a margem medial do antebraço em seu terço distal e situa-se na face anterior. Chega à altura do epicôndilo medial e passa a acompanhar a face medial do braço, seguida pelo nervo cutâneo medial do braço.
Veia cubital mediana (ou veia basílica mediana), é uma veia superficial do membro superior. Ela conecta a veia basílica e a veia cefálica e frequentemente é utilizada para punção venosa (retirar sangue). Ela repousa na fossa cubital superficial à aponeurose do músculo bíceps braquial.
As Veias Superficiais dos Membros Inferiores:
Veia Safena Magna: origina-se na rede de vênulas da região dorsal do pé, margeando a borda medial desta região, passa entre o maléolo medial e o tendão do músculo tibial anterior e sobe pela face medial da perna e da coxa.
Nas proximidades da raiz da coxa ela executa uma curva para se aprofundar e atravessa um orifício da fáscia lata chamado de hiato safeno.
A Veia Safena Parva: origina-se na região de vênulas na margem lateral da região dorsal do pé, passa por trás do maléolo lateral e sobe pela linha mediana da face posterior da perna até as proximidades da prega de flexão do joelho, onde se aprofunda para ir desembocar em uma das veias poplíteas.
A veia safena parva comunica-se com a veia safena magna por intermédio de vários ramos anastomóticos.

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