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29/08/2024, 20:37 NobrePlay Introdução Nesta aula, você conhecerá mais sobre os locais para a inserção de PICC e a anatomia do local de inserção de PICC. Para isso, deverá refletir sobre: Quais são os locais que podem-se inserir o PICC? Quais são as veias que podem ser utilizadas para inserção do PICC? Quais locais seguros para a inserção de PICC? Todos esses temas serão desenvolvidos ao longo desta aula e ao final, você será capaz de: Citar os locais para a inserção de PICC; Entender a anatomia do corpo humano para poder realizar a inserção de PICC. Desvendando a anatomia para a inserção de PICC Cateter central de inserção periférica Cateter Central Conforme foi apresentado no primeiro módulo deste curso o PICC é confeccionado em material macio e flexível, inserido através de uma veia periférica e posicionado na veia cava superior ou https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 1/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay - inferior. Possui de um a três lumens e pode ser valvulado (proximal ou distal) ou não valvulado. É termosensível, radiopaco, de paredes lisas e homogêneas, e confeccionado em silicone, poliuretano ou carbonato. É inserido por técnica direta ou técnica de seldinger modificada (micropunção) e punção com ultrassom. A Infusion Nursing Society recomenda o uso de ultrassom para a melhor visualização e avaliação da rede venosa, incluindo: complacência, tamanho, profundidade, trajeto da veia e anomalias vasculares (oclusão, estenose, presença de material hiperecogênico) e identificar as estruturas que devem ser evitadas: artérias e nervos. O uso da tecnologia também contribui na assertividade da punção venosa. Anatomia para a inserção do PICC Anatomia para inserção do PICC Os vasos As artérias têm paredes elásticas e fortes, levam o sangue oxigenado do coração ao restante dos órgãos e tecidos. As veias têm a função de levar o sangue desoxigenado dos tecidos periféricos de volta ao coração, são menos elásticas e fortes, não pulsam e têm válvulas venosas que auxiliam no retorno https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 2/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay do sangue venoso. Veias e artérias têm as mesmas três camadas. Túnica Adventícia: é a camada mais externa, na microcirculação pode absorver anestésicos transdérmicos e causam vasoconstrição, os nervos simpáticos mantém o tônus vasomotor ou estado parcial de contração; Túnica Média: mantém contração ou distensão do vaso, fenômeno stress-relaxamento, o músculo liso inervado pelo sistema nervoso simpático causa "luta / fuga" resposta provoca constrição; Túnica camada interna da parede dos vasos é formada por células endoteliais, estimula a resposta celular à infecção, produz fatores para controlar a vasodilatação e constrição que controla o fluxo sanguíneo local, quando há trauma do vaso ou na presença de fatores de libertação de um corpo estranho promove a cascata de coagulação. ARTÉRIA Mais delgada (mais espessa nas artérias) que a túnica média Túnica média Túnica íntima Túnica externa (adventícia) (camada de músculo (endotélio) (tecido conectivo) liso e tecido elástico) (camada mais espessa) (mais espessa nas artérias) VEIA Válvula semilunar Válvulas Venosas Mantém o sangue se movendo em direção única ao coração. São constituídas de colágeno e elastina coberto com células endoteliais e pode ser visto como nós ou protuberâncias após garrotear o membro. https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 3/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay - Válvulas abertas Válvulas fechadas Locais para a inserção de PICC https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 4/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay Locais para inserção da PICC Nos adultos, geralmente, o PICC é inserido no terço médio do braço, entre a fossa antecubital e o ângulo da axila (veia basílica, braquial e cefálica). Em neonatos, lactentes e pacientes pediátricos esses cateteres podem ser inseridos em veias periféricas dos membros superiores (basílica, cefálica, braquial e axilar), membros inferiores (safenas e poplítea), na cabeça (temporal anterior e auricular posterior) ou no pescoço (jugular externa). Vale ressaltar que nos lactentes, as veias dos membros inferiores podem ser usadas desde que a criança não ande, uma vez que ela caminha deve ser evitada. A veia jugular externa também pode ser utilizada para a canulação do PICC, porém esse sítio não deve ser de primeira escolha, sendo utilizado preferencialmente em situações de emergência. Veias do Antebraço e Braço As duas principais veias superficiais do membro superior, veias cefálica e basílica, se originam na rede venosa dorsal da mão. A veia cefálica percorre a região lateral do antebraço e segue pela região lateral do braço, passa no sulco deltopeitoral e quando perfura a membrana costo coracóide, desemboca na veia de profundidade axilar. A veia basílica, também veia de superfície, percorre a região medial do antebraço e segue pela região medial do braço, quando chega no terço médio do braço perfura a fáscia profunda, unindo-se a veia braquial para formar a veia axilar. Na região antecubital do membro há uma comunicação da veia cefálica e basílica que se dá através da veia intermédia do cotovelo, também podemos encontrar a veia intermédia do antebraço, mas há muitas variações anatômicas dessa região, pois existem várias veias tributárias que desembocam nas veias de superfície. A veia braquial é a junção das veias ulnar e radial, que são as veias de profundidade que irrigam o antebraço, no braço a veia braquial depois que cruza a borda inferior do redondo maior torna-se a veia axilar. A veia axilar sobe e quando cruza a linha da primeira costela torna-se a veia subclávia, que se une com a veia jugular interna formando a veia que se une com a do lado oposto para formar a veia cava superior que desemboca no átrio D. https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 5/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay Cordão lateral Nervo axilar Artéria subclávia Arrtéria circunflexa umeral posterior Veia subclávia Veia cefálica Cordão posterior Veia braquial Veia axilar Artéria circunflexa Nervo subescapular umeral anterior Nervo mediano Artéria toracoacromial Artéria axilar Artéria braquial profunda Cordão medial Nervo Nervo torácico longo Veia basilica Nervo supraescapular Artéria colateral radial Artéria circunflexa escapular Nervo ulnar Nervo tóracodorsal Artéria braquial profunda Nervo radial Artéria colateral KEN ulnar superior HUB www.kenhub.com Fonte: Kenhub Acesso em 01/09/22 às 13h24 Veia basílica A veia basílica é uma das principais veias do membro superior, frequentemente visualizável através da pele. Forma-se no punho, sobe pelo antebraço e braço, além de chegar à axila, onde termina a partir da fusão com outras veias, para formar a veia axilar. Sua formação ocorre na face medial da rede venosa dorsal (também chamada de rede venosa dorsal da mão), um conjunto de veias superficiais localizadas no dorso da Essas veias confluem entre si para formar as principais veias do antebraço: medialmente, dão origem à veia basílica; lateralmente, formam a veia cefálica. A princípio, trata-se de uma veia superficial, localizada em meio à tela subcutânea, superficialmente à fáscia do antebraço. Ainda superficial, ascende pela face medial do antebraço e a porção inferior do braço. Seu percurso superficial se dá pela face póstero-medial do antebraço e pela face ântero-medial do braço. No entanto, ao atingir o limite entre as partes média e inferior do braço, perfura a fáscia do braço. Assim, torna-se profunda e adentra o sulco bicipital medial, no qual passa a acompanhar a artéria braquial e o nervo cutâneo medial do antebraço rumo à axila. Ao atingi-la, sofre fusão com outras veias, para originar a veia axilar, https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 6/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay Vários autores divergem quanto a quais são essas veias. Alguns apontam que as veias braquiais se unem à veia basílica, para formar a veia axilar. Outros já indicam que os vasos são denominados de veias acompanhantes da artéria axilar o fazem. Por outro lado, um outro autor afirma que é o caso das veias acompanhantes da artéria braquial. De qualquer forma, todos esses autores são unânimes no fato de que a veia axilar se origina a partir da união entre um vaso superficial (a veia basílica) e vasos profundos, independentemente de quais forem estes. O sangue drenado pela extremidade ulnar (medial) da rede venosa dorsal é repassado para a veia basílica, a nível do punho. Além disso, existe uma veia, proeminente, que estabelece comunicação entre as veias basílica e cefálica. Essa veia recebe o nome de veia intermédia do cotovelo e se encontra na fossa cubital, ou seja, antes de a veia basílica se tornar profunda à fáscia do braço. Mais especificamente, a veia intermédia do cotovelo apresenta trajeto oblíquo, de superior para inferior e medial para lateral, na face anterior do cotovelo, na fossa cubital. Quando é necessário puncionar uma veia, seja ela para realizar uma medicação, transfusão ou coleta de sangue, a veia intermédia do cotovelo é a preferida. Há, ainda, a veia intermedia do antebraço, muito variável, que pode tributar para a veia basílica. Isso pode ocorrer de maneira integral ou parcial. Neste último caso, a intermédia do antebraço se bifurca em duas porções: a veia intermédia basílica, que sofre união com a veia basílica, e a veia intermédia cefálica, a qual se une à veia cefálica. Por fim, observam-se veias perfurantes, que comunicam veias superficiais, como a veia basílica, a veias profundas do membro superior. Posterior Anterior (dorsal) (plantar) Veia cefálica Veia basílica Veia cefálica acessória Veia basílica Veia cefálica intermediária Veia cefálica intermediária acessória Veias perfurantes Veia cefálica Veia cefálica Veia antebraquial intermediária Veia basílica Arco venoso dorsal Veias metacarpais dorsais Veias intercapitulares Veias dos membros superiores Veia cubital mediana https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 7/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay Veia cubital mediana (ou veia basílica mediana), na anatomia humana, é uma veia superficial do membro superior. Ela conecta a veia basílica e a veia cefálica, sendo muito utilizada para punção venosa. Ela repousa na fossa cubital superficial à aponeurose do músculo braquial. Veja, no anexo A, todas as veias do braço. Veias do dorso da mão A rede venosa dorsal da mão é um rede de veias formada pelas veias metacarpais dorsais. Veias da Cabeça e Pescoço As veias da cabeça e pescoço, diferente das veias dos membros superiores e inferiores, são avalvulares, pois a drenagem do sangue se dá através da diferença de pressão. A veia temporal superficial, que se localiza na região temporal da cabeça, desce e juntamente com as duas veias maxilares desembocam na veia que fica atrás da mandíbula chamada veia retromandibular que tem duas divisões anterior e posterior. A veia retromandibular anterior se junta com a veia lingual e a veia facial e desembocam na veia jugular interna e a veia retromandibular posterior se une com a veia auricular posterior formando a veia jugular externa que tem uma posição subcutânea enquanto que a veia jugular interna é uma veia profunda. A veia jugular externa desce superficialmente pelo pescoço e desemboca na veia subclávia. A veia jugular interna, desce pela região lateral do pescoço, se une com a veia subclávia para formar a veia Uma grande parte do o fluxo sanguíneo da cabeça é drenado pela veia jugular interna que está junto com a artéria carótida comum e nervo vago, ela possui uma única válvula na região que se encontra com a veia subclávia para impedir o retorno venoso por exemplo quando tossimos. A junção das veias braquiocefálicas formam a veia cava superior. epiglote cornu superior cartilagem tireóide da laringe veia jugular interna veia tireóidea superior lâmina da tireóide veia jugular interna cartilagem cricóide da laringe veias do plexo tireoidiano ramo gladular anterior ligamento cricotireóideo glândula tireóide Istmo da glândula tireóide lobo esquerdo lobo direito veia jugular externa veia tireóide média traquéia veia jugular anterior veia subclávia direita veias toróides inferiores Veias do pescoço https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 8/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay Veia temporal superficial A veia temporal superficial é uma veia da cabeça. Segue o trajeto da artéria temporal superficial, fazendo a drenagem do couro cabeludo, a região temporal parte da região frontal e da concha da orelha. Ela se origina com o plexo de pequenas veias em um dos lados. Veia jugular Ela é uma veia que faz transporte de sangue da região cranioencefálica para a veia subclávia e veia cava superior, drenando até o coração. Existem as veias jugulares externas e internas, duas de cada lado do pescoço, sendo que as jugulares internas têm calibre maior do que as externas. Veia jugular interna Saber verificar o pulso da veia jugular interna é muito importante, uma vez que suas pulsações podem fornecer informações sobre a atividade do coração, como os registros do eletrocardiograma e da pressão do átrio direito. As pulsações da veia são transmitidas pelos tecidos adjacentes e podem ser observadas profundamente ao músculo esternocleidomastoideo, acima da extremidade medial da clavícula. Como não existem válvulas na veia ou na veia cava superior, a onda de contração se propaga desses vasos para a veia jugular interna. As pulsações são especialmente visíveis quando a cabeça da pessoa está mais baixa do que os pés. O pulso dela aumenta consideravelmente em condições como a da doença da valva atrioventricular esquerda, em que a pressão na circulação pulmonar e no lado direito do coração é elevada. Veia jugular externa A veia jugular externa se origina na região próxima ao ângulo da mandíbula, através da união da divisão posterior da veia retromandibular com a veia auricular posterior. Ela cruza o músculo esternocleidomastoideo em direção oblíqua, profundamente ao platisma, e perfura a lâmina superficial da fáscia cervical, na margem posterior do músculo esternocleidomastoideo. A veia irá se direcionar para a parte inferior da região cervical lateral, desembocando na veia subclávia. curiosidade A veia jugular externa atua como um barômetro (medidor de pressão) interno. Na maioria das vezes, quando a pressão venosa está dentro da faixa normal, apenas uma pequena parte da jugular externa é visível acima da clavícula. Entretanto, quando a pressão venosa aumenta (no caso de insuficiência cardíaca, por exemplo), a veia jugular externa se torna proeminente em todo o seu trajeto ao longo da face lateral do pescoço. Dessa maneira, a observação rotineira à procura de distensão da veia durante exames físicos pode fornecer sinais diagnósticos de insuficiência cardíaca, obstrução da veia cava superior, aumento dos linfonodos supraclaviculares ou aumento da pressão intratorácica. https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 9/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay Veias do Membro Inferior No arco venoso dorsal e plantar do pé formam-se duas principais veias: veia safena magna e a veia safena parva. A veia safena magna é utilizada para revascularização do miocárdio (ponte de safena) e para acesso venoso, porque é uma veia de fácil acesso, longa e tem poucas válvulas, tem várias veias tributárias ao longo do seu trajeto. Ela passa anterior ao maléolo medial, percorre a perna pela região medial, região medial do joelho, região medial da coxa, na região inguinal perfura a fáscia lata e desemboca na veia femoral. A veia safena parva sai do arco venoso do pé, passa na região posterior ao maléolo lateral, sobe pela região posterior da perna, na região poplítea da perna perfura a fáscia profunda e desemboca na veia poplítea. As veias fibulares e tibiais anterior e posterior, são veias de profundidade e se originam do arco venoso do pé, sobem pela perna e desembocam na veia poplítea. A veia poplítea tem uma trajetória ao lado da artéria poplítea e carrega sangue da articulação do joelho e músculos, da coxa e da porção posterior da panturrilha em direção ao coração. Quando ela cruza o hiato adutor se torna a veia femoral. A veia femoral depois que cruza a linha inguinal se torna a veia ilíaca externa que se junta com a veia ilíaca interna formando a veia ilíaca comum que se junta com a veia ilíaca comum do outro lado formando a veia cava inferior que desemboca no átrio direito. As veias dos membros inferiores são valvuladas pois tem a função de impedir que o sangue seja empurrado para baixo, a contração dos músculos da perna assim como a própria pulsação das artérias próximas as veias ajudam a drenagem do sangue para cima melhorando o retorno venoso. veia cava inferior artéria ilíaca comum veia comum artéria interna veia ilíaca interna artéria externa veia externa artéria femoral profunda veia femoral artéria femoral veia poplítea artéria poplítea veia fibular artéria fibular veia safena magna artéria tibial posterior veia tibial artéria tibial anterior Veias do membro inferior https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 10/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay Veia poplítea A veia poplítea tem uma trajetória ao lado da artéria poplítea e carrega sangue da articulação do joelho e músculos na coxa e da porção posterior da panturrilha em direção ao coração. Veia safena veia safena Imagem 5 Veia safena Public Commons As veias safenas fazem parte do sistema venoso superficial, são duas safenas em cada perna. A veia safena magna inicia no dorso do pé e termina na virilha; a veia safena parva nasce no tornozelo em face lateral (lado de fora) e termina na região poplítea (atrás do joelho). Em conjunto com milhares de veias superficiais, realizam a drenagem do sangue do pé para o coração, em torno de 10% do volume total. O restante do sangue é drenado pelo sistema venoso profundo (veias mais internas da perna). Elas são de maior comprimento no sistema venoso superficial, ligam-se ao sistema venoso profundo na região da virilha e do joelho, e através das veias perfurantes. A maior parte do sangue que retorna dos pés para o coração passa pelas veias profundas, que ocorrem próximas à musculatura. Sendo assim, somente uma pequena parte do sangue passa pelas veias superficiais, e é por isso que se pode retirar ambas as safenas e ainda as varizes colaterais de uma perna sem ter prejuízo no retorno do sangue. https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 11/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay Veia femoral veia femoral Imagem 6 Veia femoral Public Commons No corpo humano, a veia femoral é um vaso sanguíneo que acompanha a artéria femoral. Ela inicia no canal adutor (também conhecido como canal de Hunter) e é uma continuação da veia poplítea. Ela termina na margem inferior do ligamento inguinal, onde muda de nome e se torna a veia ilíaca externa. Diversas veias são coletadas para a veia femoral: veia circunflexa femoral lateral; veia circunflexa femoral medial; veia femoral profunda; veia safena magna. A veia poplítea, após passar o hiato dos adutores, recebe o nome de veia femoral. curiosidade Anastomose significa ligação entre artérias, veias e nervos os quais estabelecem uma comunicação entre si. A ligação entre duas artérias ocorre em ramos arteriais, nunca em troncos principais. vezes duas artérias de pequeno calibre se anastomosam para formar um vaso mais calibroso. Frequentemente a ligação se faz por longo percurso, por vasos finos, assegurando uma circulação colateral. O Polígono de Willis (melhor estudado em "Vascularização do SNC") é um exemplo de vasos que se anastomosam, formando um polígono. Esse processo ocorre no cérebro para garantir uma demanda adequada de oxigênio às células nervosas, ou seja, caso ocorra a obstrução de uma https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 12/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay - artéria cerebral, a região irrigada pelo vaso lesado ainda receberá sangue proveniente de outra artéria do polígono, preservando o tecido nervoso. Recapitulando Nesta aula você conheceu mais sobre os locais para inserção de PICC, bem como a anatomia dos vasos e quais principais veias utilizadas para o procedimento. Assim podemos destacar: A veia cefálica é uma das principais veias do membro superior, frequentemente visualizável através da pele no antebraço. A veia basílica é a veia de primeira escolha quando a inserção ocorre no braço com a utilização do ultrassom. Veia intermédia do antebraço e cotovelo (ela conecta a veia basílica e a veia cefálica, sendo muito utilizada para punção venosa com a técnica direta). A rede venosa dorsal da mão é um rede de veias formada pelas veias metacarpais dorsais. A veia poplítea tem uma trajetória ao lado da artéria poplítea e carrega sangue da articulação do joelho e músculos na coxa e da porção posterior da panturrilha em direção ao coração. As veias safenas fazem parte do sistema venoso superficial, são duas safenas em cada perna. Veia femoral que é um vaso sanguíneo que acompanha a artéria femoral. Ela inicia no canal adutor e é uma continuação da veia poplítea. Veia temporal superficial que é uma veia da cabeça. Veia jugular que é uma veia que faz transporte de sangue da região cranioencefálico para a veia subclávia e veia cava superior, drenando até o coração. https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 13/1429/08/2024, 20:37 NobrePlay - Veia jugular interna, as pulsações da veia são transmitidas pelos tecidos adjacentes e podem ser observadas profundamente ao músculo acima da extremidade medial da clavícula. Veia jugular externa, ela se origina na região próxima ao ângulo da mandíbula, através da união da divisão posterior da veia retromandibular com a veia auricular posterior. https://nobreplay.com.br/lesson/detail/258/935 14/14

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