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FUNGOS
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CARACTERIZAÇÃO GERAL DOS FUNGOS
Eucarióticos.
Aclorofilados e heterotróficos (nutrição por absorção).
Não formam tecidos verdadeiros.
Parede celular: celulose (aquáticos) ou quitina (terrestres).
Reserva: glicogênio e lipídios.
Reprodução: esporos, brotamento, fissão, fragmentação.
Crescem entre 20-30ºC.
Aeróbios ou anaeróbios facultativos.
pH: 6,0 (solo).
Uni ou pluricelulares.
Uni ou plurinucleados.
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CARACTERIZAÇÃO DOS FUNGOS
Cerca de 80 mil spp. descritas, classificação instável.
Origem polifilética.
Importantes na ciclagem de nutrientes e manutenção dos ecossistemas.
Atuam na degradação da matéria orgânica.
Sapróbios ou parasitas.
Formam associações com plantas (ectomicorrizas).
Atuam na degradação de substâncias tóxicas presentes no solo e introduzidas com o uso abusivo de agrotóxicos.
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CARACTERIZAÇÃO DOS FUNGOS
Corpo formado por filamentos estreitos e ramificados, chamados hifas, cujo conjunto forma o micélio.
Micélio: prosênquima e pseudoparênquima. 
Prosênquima: caracteriza-se por sua aparência distintamente filamentosa.
Pseudoparênquima: a estrutura filamentosa não pode ser reconhecida, lembra um parênquima.
Surgiram a aproximadamente 1 bilhão de anos.
Não possuem plastídio e centríolo.
Citoesqueleto: tubulina e actina.
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CARACTERIZAÇÃO DOS FUNGOS
Comparação do tamanho deste fungo com Gibraltar, 1 acre equivale a mais de 4000 metros quadrados.
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CLASSIFICAÇÃO DOS FUNGOS
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CLASSIFICAÇÃO DOS FUNGOS
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CLASSIFICAÇÃO DOS FUNGOS
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REPRODUÇÃO 
DOS 
FUNGOS
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REPRODUÇÃO VEGETATIVA
1) GEMAÇÃO OU BROTAMENTO
2) FISSÃO = divisão transversal, seguida da separação das células filhas.
3) FRAGMENTAÇÃO das hifas.
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REPRODUÇÃO ESPÓRICA
Assexuada.
Esporos variáveis, zoósporos móveis (1 ou 2 flagelos) ou aplanósporos imóveis.
Zoósporos: fungos aquáticos ou parasitas de plantas.
Aplanósporos: fungos terrestres.
Aplanósporos são produzidos no interior de esporângios, denominados endósporos ou na extremidade de esporangióforos, exósporos.
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REPRODUÇÃO GAMÉTICA
Sexuada.
Variabilidade genética.
Isogamia e heterogamia (anisogamia e oogamia).
Gametângios masculinos e femininos podem ocorrer em indivíduos distintos ou em único indivíduo.
Heterotalia: indivíduos de sexos separados ou ambos os sexos, mas que são auto-incompatíveis.
Homotalia: apresentam ambos os sexos e são auto-compatíveis.
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REPRODUÇÃO GAMÉTICA
O processo de fecundação é muito diverso:
1) CONJUGAÇÃO DE PLANOGAMETAS: gametas móveis.
2) ESPERMATIZAÇÃO: gameta feminino fixo ao talo, masculino (aplanósporo) desprende-se do micélio aderindo-se ao feminino.
3) SOMATOGAMIA: hifas somáticas pouco ou não diferenciadas entram em contato.
4) CONTATO DE GAMETÂNGIOS: gametângios diferenciados justapõem-se.
5) CONJUGAÇÃO DE GAMETÂNGIOS: gametângios diferenciados fundem-se.
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FILO CHYTRIDIOMYCOTA
Fungos aquáticos ou de solo úmido próximos a represas, rios e lagos.
Apresentam 1 flagelo liso.
Corpo formado por pequenas vesículas, como se fosse uma célula multinucleada.
Acredita-se que este grupo tenha se originado dos protozoários.
Parasitas de: algas, grãos de pólen, plantas, fungos aquáticos. 
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FILO CHYTRIDIOMYCOTA
Patogênicos de plantas.
Algumas espécies causam considerável prejuízo em plantas de cultivo (alfafa e milho).
Ciclo de vida: alternância de gerações isomórficas.
Ficomicetes primitivos.
Vivem da absorção da matéria orgânica que decompõe.
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CHYTRIDIOMYCETES: REPRODUÇÃO
Assexuada: zoósporos piriformes uniflagelados.
Sexuada: anisogametas uniflagelados. O gameta fixa-se sobre uma célula do hospedeiro, emite uma hifa para o interior desta célula.
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Chytridium spp. A. Braun, 1851
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FILO ZYGOMYCOTA
grego: zygos = vitelo; spora = semente.
Zigósporos: esporos de resistência.
Micélio cenocítico.
Septos, quando presentes (somente na delimitação das estruturas de reprodução), completos.
Parede celular: quitina e quitosano.
Reprodução gamética: conjugação de gametângios (cenogametas) e formação de zigósporos que dão nome à classe.
Reprodução espórica: formação de endósporos.
Ausência de gametas ou esporos flagelados.
Ciclo de vida haplobionte haplonte.
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CLASSE ZYGOMYCETES
Crescem em ambiente terrestre.
Cerca de 600 spp.
Bolores ou mofos.
Saprófitas; parasitas facultativos ou obrigatórios de animais, fungos e plantas; mutualista.
Heterotálico.
Gametângios não diferenciados em oogônios e anterídios.
São fungos profusamente distribuídos pelo ambiente.
Rhizobux stolonifer, bolor que cresce em frutas, pães e doces - seu corpo de frutificação é uma penugem branca que lembra filamentos de algodão, recheados de pontos escuros que representam os esporângios.
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ZYGOMYCETES: REPRODUÇÃO
Reprodução assexuada: fragmentos do micélio.
Reprodução espórica: esporângios produzidos na extremidade de esporangióforos eretos que se originam junto a posição dos rizoides.
Os esporângios produzem endósporos do tipo aplanósporo que se dispersam pelo ar.
Ao germinar produzem novos micélios idênticos.
Reprodução gamética: conjugação de hifas gaméticas compatíveis (cenogametas).
Após a plasmogamia e cariogamia formam cenozigotos.
Quando maduros, os cenozigotos apresentam parede reforçada e ornamentada, funcionando como um esporo de resistência (zigósporo).
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ZYGOMYCETES: REPRODUÇÃO
A meiose ocorre na germinação do zigósporo que origina diretamente um esporângio.
Ciclo de vida: haplobionte haplonte.
Esporangióforos podem atingir até 5 cm de comprimento.
São transparentes e crescem em direção à luz.
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ZYGOMYCETES: IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
 predadores ou parasitas de pequenos invertebrados (nemátodos, rotíferos), amebas e outros fungos.
Micorrizas.
Alimentação: tempeh (soja fermentada); tofu ou tufu (queijo de soja); oncom (pasta de amendoim fermentada).
Produção de carotenoides: agente antioxidante; corante natural de alimentos.
Produção de biotina.
Produção de ácidos: fumárico, málico, lático, linoléico, linolênico, succínico.
Descontaminação de ambientes, biorremediação do solo.
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FILO GLOMEROMYCOTA
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FILO GLOMEROMYCOTA
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FILO GLOMEROMYCOTA
grego: glomero = bola; mykes = fungo.
Nome refere-se aos esporos deste grupo.
Mais de 200 spp conhecidas de endomicorriza (vesículo-arbusculares).
Mutualistas com mais de 90% das plantas vasculares.
Micélio cenocítico.
Septos geralmente ausentes, presentes somente perto dos esporos.
Reprodução sexuada (meiose) não é conhecida.
Eram recentemente reconhecidos como uma ordem Glomales do filo Zygomycota.
Schüßler e colaboradores (2001) propuseram por apresentarem biologia e morfologia particular este novo filo.
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FILO GLOMEROMYCOTA
Grupo irmão de Ascomycota e Basidiomycota.
Importantes aos aspectos ecológicos e evolutivos.
Monofilético.
Ampliam a área de absorção de água e nutrientes das plantas; fornecem proteção contra patógenos do solo que atacam as raízes; vêm sendo alvo de estudos na agricultura devido ao fato de produzirem vesículas de estocagem de nutrientes.
O fóssil mais antigo de fungos datado de aproximadamente 400 milhões de anos, parece ser deste grupo, já que as plantas estavam se irradiando na terra.
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FILO GLOMEROMYCOTA
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FILO GLOMEROMYCOTA
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FILO GLOMEROMYCOTA
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FILO ASCOMYCOTA
grego: askos = bolsa; mykes = fungo.
Hifas divididas por septos.
Micélio filamentoso, pluricelular, bem desenvolvido, rudimentar ou unicelular.
Septos centralmente perfurados (poro simples).
Parede celular: quitina; celulose geralmente ausente.
Formam estruturas reprodutivas sexuadas, conhecidas como ascos, dentro das quais são produzidos esporos meióticos, os ascósporos. 
Asco: estrutura em forma de saco contendo endósporos (ascósporos) em número de4-8 ou múltiplo de 4.
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FILO ASCOMYCOTA
Maior filo de fungos. 
Incluem diversos tipos de bolores, fermentos, mofos, trufas, Morchellas e as leveduras (Saccharomyces sp.), que são unicelulares.
São formados como resultado da cariogamia, seguida imediatamente pela meiose.
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ASCOMYCETES: REPRODUÇÃO
Reprodução gamética: copulação de gametângios, contato de gametângios, somatogamia ou espermatização.
Ausência de células flageladas.
Reprodução espórica: exósporos especializados (conídios), produzidos na extremidade de conidióforos.
Ciclo de vida: haplobionte haplonte, com exceções.
Células podem ser: uni, bi ou multinucleadas.
Saccharomyces cerevisiae: unicelular; ciclo de vida diplobionte.
Envolve conjugação de células gaméticas e os ascos são isolados.
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ASCOMYCETES: REPRODUÇÃO
Envolve conjugação de células gaméticas e os ascos são isolados.
Ascomicetes filamentosos exibem ciclos mais complexos.
Os gametângios (ascogônios e anterídios) são formados em indivíduos distintos (+) e (-), micélio heterotálico.
Fecundação por contato desses gametângios.
Após a fertilização, formam-se hifas ascógenas, derivadas do ascogônio que crescem e se ramificam, mantendo os 2 núcleos parentais (hifas dicarióticas), ocorrendo plasmogamia, mas não cariogamia.
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ASCOMYCETES: ASCOCARPOS
CLEISTOTÉCIO: fechado.
PERITÉCIO: em forma de urna, com um poro (ostíolo).
APOTÉCIO: em forma de taça com himênio exposto.
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ASCOMYCETES: IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
Fermentos: decomposição da glicose em álcool etílico e gás carbônico.
Fonte de drogas de interesse médico: ácido lisérgico (LSD), ergotamina, ambos extraídos do esporão do centeio (Claviceps purpurea).
Alimentação: trufas, morchelas.
Emboloram os alimentos, produzindo toxinas (micotoxinas - aflatoxinas). 
Predadores de animais (Cordyceps spp.).
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FILO BASIDIOMYCOTA
O filo Basidiomycota inclui três subfilos: 
* Agaricomycotina
* Pucciniomycotina
* Ustilaginomycotina
Os Agaricomycotina incluem todos os fungos que produzem basidiomas: champignons, cogumelos, orelhas-de-pau e bolotas-da-terra. 
Os Pucciniomycotina (ferrugens) e os Ustilaginomycotina (carvões) não formam basidiomas, produzem seus esporos em soros. Estes grupos causam doenças em plantas.
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FILO BASIDIOMYCOTA
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American Phytopatological Society, 2000
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FILO BASIDIOMYCOTA
grego: basidion = pequeno pedestal; mykes = fungo.
Micélio filamentoso pluricelular, bem desenvolvido.
Septos centralmente perfurados (septo dolíporo, com espessamento junto ao bordo).
Parede celular: quitina; celulose geralmente ausente.
Produzem estruturas reprodutoras sexuadas, denominadas de basídios.
Basídio: estrutura especializada na produção de esporos exógenos (basidiósporos) em número de 4 ou +, raramente 2, formados como resultado da cariogamia e meiose.
Reprodução gamética: somatogamia ou espermatização.
Presença de uma fase dicariótica.
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FILO BASIDIOMYCOTA
Ausência de gametas ou esporos flagelados.
Ciclo de vida haplobionte haplonte.
Parasitas de plantas.
Hifas septadas e uninucleadas, embora possam passar por uma fase multinucleada ou dicariótica.
Produtores de esporos meióticos, os basidiósporos. 
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BASIDIOMYCETES: REPRODUÇÃO
Assexuada: fragmentação de partes do micélio ou esporulação.
Não existe fase flagelada.
Sexuada: fusão de hifas (somatogamia) ou uma hifa e um esporo.
Não existem órgãos sexuais diferenciados.
Plasmogamia: formação da primeira célula dicariótica.
Liberam bilhões a trilhões de esporos.
Ciclo de vida: germinação de um basidiósporo, originando um micélio uninucleado haploide.
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BASIDIOMYCETES: REPRODUÇÃO
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BASIDIOMYCETES: IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
Alimentação: champignon (Agaricus), trufa (Boletus), morchela (Pleurotus).
Produção de drogas alucinógenas: psilocibina.
Micorriza. 
Prejuízos a agricultura: ferrugem - café, trevo-de-três-folhas, gerânio, jambo (Puccinia graminis); cana-de-açúcar, carvão do milho (Ustilago maydis); aveia (Ustilago avenae); cebola (Urocystis cepulae), trigo, pragas da batata e muitas hortaliças. 
Tratamento de efluentes industriais.
Biorremediação de solos.
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Entoloma hochstetteri
orelha-de-pau
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Amanita muscaria. Foto: Hans Engbers
Fistulina hepatica. Foto: SGM
Psilocybe mexicana
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COGUMELOS ALUCINÓGENOS
Amanita muscaria
Amanita muscaria var. formosa
Conocybe tenera
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PSILOCYBE CUBENSIS
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PSILOCYBE SEMILANCEATA
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PSILOCYBE ZAPOTECORUM 
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PSILOCYBE MEXICANA
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CLASSIFICAÇÕES INCERTAS (PSEUDOFUNGOS)
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DEUTEROMYCOTA
Classe artificial de posição incerta.
Hifas septadas.
Reprodução gamética desconhecida.
Reprodução espórica: exósporos (conidiósporos).
Patogênicos.
Sapróbios.
Podem ser unicelulares.
Fungos conidiais.
Conhecidos como fungos imperfeitos.
Constituem um grupo de fungos que não se enquadra nos grupos anteriores citados. 
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CLASSE DEUTEROMYCETES
Fase sexuada não é conhecida ou pode ter sido simplesmente perdida ao longo do processo evolutivo.
Reproduzem-se assexuadamente por meio da produção de conidiósporos.
A esse grupo pertencem diversas espécies de Penicillium (produz penicilina) e Aspergillus (algumas espécies produzem toxinas cancerígenas). 
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DEUTEROMYCETES: IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
Causadores de dermatoses (pé-de-atleta, impigens), problemas respiratórios por inalação de esporos.
Produção industrial de ácido cítrico.
Arthrobotrys: caça e digere insetos e nematódeos do solo.
Aspergillus oryzae, A. soyae: shoyu, misso, saquê.
Saccharomyces cerevisae (levedura): envolvida nos processos fermentativos responsáveis pela fabricação do álcool etílico, cerveja, saquê, vinho, pão, etc.
Penicillium roquefortii (levedura): fabricação de queijos (camembert, roquefort, gorgonzola), preparação de shoyu.
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DEUTEROMYCETES: IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
Produção de antibióticos: penicilina, aspergilina, flavicina, viridina (Penicillium, Aspergillus e Trichoderma).
Produção de ácido giberélico.
Aspergillus niger: produz a vitamina C.
Aspergillus niger
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Laranja contaminada com Penicillium sp.
Penicillium roqueforti 
Microfotografia de Penicillium sp.. 1 - hifa;
 2 – conidióforo; 3 - fiálide; 4 - conídio; 5 - septo.
Penicillium sp.
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DICTYOSTELIOMYCOTA
Não formam plasmódios.
Estágio vegetativo amebóide.
Coloniais.
Deslocam-se em conjunto formando um pseudoplasmódio.
Alimentam-se de bactérias do solo.
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MYXOMYCOTA
grego: myxo = secreção viscosa; myketes = fungo.
Parede celular: presente só nos esporos.
Formas de vida: plasmódio, mixoflagelados e mixamebas.
Plasmódio: estrutura vegetativa com movimentos amebóides e fagocitose.
Reprodução por esporos.
Cerca de 750 spp.
Crescem em locais sombreados e úmidos, sobre madeira e folhas em decomposição no interior das matas.
10 cm de diâmetro.
Ciclo de vida: haplobionte diplonte; com 3 fases: plasmodial, esporangial e de resistência (esclerócio).
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MYXOMYCOTA
Substância de reserva: glicogênio.
Biflagelados.
Saprófitas ou parasitas.
Nutrição: osmose ou fagocitose.
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MYXOMYCETES: REPRODUÇÃO
Esporos resistentes ao dessecamento.
Germinam em condições favoráveis.
Liberação de células flageladas ou amebóides.
Células podem se interconverter e se comportarem como gametas.
Após a formação do zigoto (2n), divisões mitóticas sucessivas diferenciam novamente o plasmódio.
Meiose ocorre na formação dos esporos.
Acrasiomycetes: pseudoplasmódio, agregado de células ameboides que se comportam como plasmódio.
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OOMYCOTA
grego: oo = ovo; myketes = fungo.
Filamento unicelular; cenocítico.
Septos, quando presentes, completo, sem poros, separando as estruturas de reprodução, esporângios egametângios.
Parede celular: celulose e β glucano.
Ausência de quitina.
Reprodução espórica: zoósporos (endósporos) biflagelados, 1 flagelo liso e 1 com fibrilas.
Reprodução gamética: contato de gametângios (anterídios e oogônios).
Ciclo de vida haplobionte diplonte.
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OOMYCOTA
Filamentos cenocíticos.
Origem: algas que perderam seus pigmentos fotossintetizantes.
Maioria aquática de águas continentais quanto marinhos, porém, existem espécies terrestres (Peronosporales).
Sapróbios ou parasitas de plantas e animais.
700 spp.
Parede celular: celulose e betaglucano.
Ausência de quitina.
Reprodução espórica (zoósporos biflagelados).
Reprodução sexuada: contato de gametângios (anterídios e oogônios).
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CLASSE OOMYCETES
Nome da classe deve-se a formação de oosferas no interior de oogônios.
Meiose gamética.
Micélio vegetativo homotálico diploide.
Dependentes da água na reprodução, incluem espécies terrestres.
Parasitas obrigatórias.
Inclusos anteriormente no grupo dos Phycomycetes.
Saprozoicas de insetos; saprófitas de sementes em decomposição; parasitas de peixes e anfíbios.
Formam um halo esbranquiçado, lembrando um tufo de algodão.
Hifas ramificadas cenocíticas septadas.
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OOMYCETES: REPRODUÇÃO
Sexuada: oogâmica, cada zigoto desenvolve-se dentro de um oósporo com paredes espessas.
Assexuada: zoósporos biflagelados, nadam por alguns momentos e depois encistam.
Oogônio produz várias oosferas e o anterídio não libera gametas.
Anterídio opõe-se ao oogônio, emite tubos de copulação e libera os núcleos masculinos diretamente dentro das oosferas, originando o zigoto.
O zigoto dá origem ao oósporo.
Fase vegetativa: diploide.
Existem espécies homo e heterotálicas.
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OOMYCETES: IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
Ordem Saprolegniales: ataca peixes e seus ovos.
Ordem Peronosporales: algumas espécies são parasitas obrigatórios de plantas, podendo causar epidemias devastadoras.
Phytophthora infestans: destruição de plantações de batatas na Irlanda, séc. XIX, matando de fome mais de 1 milhão de pessoas e imigração maciça de irlandeses para a América do Norte.
Peronospora tabascina: mofo azul do fumo.
Albugo candida: ferrugem branca das crucíferas (couve-flor, couve, repolho, agrião, nabo), produz bolhas brancas nas folhas e hastes do hospedeiro, com inúmeros mitosporângios unicelulares, quando expostos podem ser dispersos pelo vento ou água, originando oogônios.
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IMPORTÂNCIA DOS FUNGOS
Apresentam um alto valor proteico, vitaminas do complexo B e carotenoides (precursores da vitamina A).
Alguns são envolvidos na produção industrial da glicerina, vitaminas (riboflavina, cianocobalamina, biotina, tiamina, ergosterol), ácidos orgânicos (ácidos cítrico, fumárico, itacônico, glucônico, gálico, kógico, oxálico), ácido giberélico (hormônio vegetal), enzimas (amilases, celulases) e antibióticos (cefalosporina, penicilina, griseofulvina).
Produzem alcaloides tóxicos ou alucinógenos.
O congelamento dos alimentos faz-se necessário para retardar o processo de decomposição.
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IMPORTÂNCIA DOS FUNGOS
Produzem micoses profundas ou superficiais, causam alergias em animais, incluindo o homem.
Decompositores da madeira, liberando CO2 para a atmosfera, utilizado na fotossíntese.
Controle de pragas: nematoides e insetos.
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FUNGOS CAUSADORES DE DOENÇAS
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FUNGOS CAUSADORES DE DOENÇAS
PITIRÍASE VERSICOLOR
TINHAS
FRIEIRA OU PÉ-DE ATLETA
PARONÍQUIA (UNHEIRO)
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