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Ordem Coleoptera Beetles Anne Dayane Universidade Estadual do Piauí – UESPI Centro de Ciências da Natureza – CCN Licenciatura Plena em Ciências Biológicas Disciplina: Zoologia dos Invertebrados II Profº: Marcelo de Sousa e Silva Coleoptera Maior ordem de insetos Diferenciam-se amplamente em hábito e são encontrados em quase todos os lugares 1 mm Variam em comprimento Subterrâneos 125 mm 75 mm Hábitos Aquáticos ou semiaquáticos Comensais em ninhos Sofrem metamorfose completa. Alimentam-se de todos os tipos de materiais vegetais ou animais. Fitófago Predadores Dentritívoros Fungívoro Parasitas Coleoptera v Coleoptera Valor para o homem. Destroem insetos nocivos Remoção de detritos Duração do ciclo de vida. 4 gerações por ano 1 geração em vários anos Maioria apresenta uma geração por ano v Produção de sons Principais maneiras: Durante atividades normais; Impacto de alguma parte do corpo contra o substrato; Por estridulação; Quimicamente. Voo Alimentação v Produção de sons Quatro tipos de situação: Quando o inseto é manipulado ou atacado; Em situações agressivas, como luta; Em chamados; Antes do acasalamento. A maioria dos sons é produzida por estridulação As principais características utilizadas cabeça antenas escleritos torácicos pernas élitos abdômen A facilidade para reconhecer estas características depende do tamanho do besouro. Características Utilizadas Na Classificação Dos Besouros Características da Cabeça Características da Cabeça Características das Antenas Consiste de apenas três artículos verdadeiros Subdivisões caracterizadas por musculatura intrínseca Dividido em subartículos não musculares Características das Antenas Diferenças utilizadas na identificação Clavado Qualquer situação que os artículos apicais sejam maiores que os precedentes Características Torácicas Áreas Torácicas visíveis de cima Pronoto Escutelo Parte inferior - Hipômero Pequeno esclerito triangular Alguns besouros possuem suturas notopleurais que separam o protono da propleura. Adephaga Myxophaga Cupedidae Outros possuem suturas prosternais Separam o prosterno do protórax Características das Pernas Penultimo tarsômero é pequeno e pouco evidente. Variam muito em tamanho e forma. Globosas. Arredondadas. Projetam-se apenas discretamente. Aqueles com pernas retrateis possuem sulcos nas coxas. Particularmente nas coxas médias ou posteriores. O Tarso é dividido em unidades não musculares. “Artículos” Tarsômeros Varia de três a cinco Fórmula trasal 5-5-5 Élitros Encontram-se em uma linha reta abaixo da metade do corpo Possuem lados paralelos anteriormente e são afilados posteriormente. Se pilosos são pubescentes. Linha de união dos élitros Sutura Abdômen Estrutura do primeiro segmento diferencia as duas principais sub ordens. Dois seguimentos basais altamente reduzidos e visíveis apenas por dissecação. Sua borda posterior se estende completamente pelo corpo O primeiro esterno abdominal nunca é completamente dividido Coxas posteriores se estendem para trás em distâncias diferentes Polyphaga. Esterno dividido, consiste em duas partes laterais separadas pelas coxas posteriores. Adephaga. Esternos abdominais - ventritos Abdômen O número de ventritos varia em diferentes grupos e é usado na chave. Condição Conata Por uma redução da profundidade da própria sutura, em especial na região mediana. Uma diferença no aspecto da sutura entre os ventritos que são conadas e os que não são. Pela ausência de uma membrana entre os ventritos. O último tergo abdominal às vezes está exposto além dos ápices dos élitros. Pigídio Os conados são imóveis e não possuem a forma de estado móvel livre. O prosterno estende-se para trás como um processo estreito que se encaixa em um sulco no mesosterno. SUBORDEM Archostemata As duas famílias dessa subordem são pequenas e raramente encontradas. Família Cupedidae – Cupedídeos 4 gêneros 1 espécie USA Densamente escamosos Élitros reticulados Os taros distintamente pentâmeros Cupes capitatus Priacma serrata Família Micromalthidae Alongados Com lados paralelos Escuros e brilhantes Com pernas e antenas amareladas Tarsos pentâmeros Ciclo de vida notável como larvas pedogênese partenogênese Vivíparo Ovíparo Micromalthus debilis SUBORDEM Myxophaga Vivem na agua ou em locais úmidos. Se alimentam de algas filamentosas. Todos possuem tarsos trímeros e antenas clavadas Família Microsporidae – microsporídeos Ovais, convexos, brilhantes, enegrecidos, com uma cabeça grande e proeminente e antenas capitadas Primeiro ventrito – peça triangular entre as coxas posteriores Segundo ventrito – Faixa transversal estreita Terceiro ventrito – Maior parte da região ventral do abdômen Sphaerius Antena tem oito antenômeros com uma clava composta por um artículo Família Hydroscaphidae – hidroscafídeos Élitros curtos Semelhantes aos estafilinídeos Hydroscapha natans Apresentam suturas notopleutais e a maioria é predadora. SUBORDEM Adephaga Possuem coxas posteriores dividindo o primeiro esterno abdominal visível Margem posterior deste esterno não se estende complexamente pelo abdômen. Quase todos possuem antenas filiformes e tarsos 5-5-5. Rhysodidae Haliplidae Noteridae Gyrinidae Carabidae Water Tiger Beetle (Dytiscus marginalis) Larva de Water Tiger Beetle (Dytiscus marginalis) Margem porteiror se estende completamente pelo abdômen. SUBORDEM Polyphaga Primeiro esterno abdominal visível não dividido pelas coxas posteriores Bostrichiformia Cucujiformia - joaninhas (Coccinellidae) e os ciídeos (Ciidae). Elateriformia Scarabaeiformia - escaravelhos (Scarabaeidae). Staphyliniformia Família Coccinellidae Lady beetle in slow-motion METAMORFOSE DO BESOURO-HÉRCULES (Dynastes hercules) Sabia que... Os besouros e escaravelhos polinizadores "maqueiam-se" com «pó de arroz» amarelado ou esbranquiçado por causa do pólen que levam de flor em flor. Os gorgulhos, bichinhos pretos e pequeninos que vivem na dispensa, ou no frasco onde de guarda o feijão seco, são coleópteros. Larvas de certos escaravelhos exóticos são responsáveis pela doença das palmeiras que vemos morrer nos jardins. A espécie Mylabris quadripunctata apresenta a mesma coloração aposemática das joaninhas, um código de cores que avisa os predadores da sua toxicidade Os cabra-loura (Lucanus cervus) são dos maiores escaravelhos existentes em Portugal. Os machos podem atingir 9cm de comprimento. Possuem as mandíbulas em forma de chifre, com as quais fazem combates armados para defender o seu território e ter acesso às fêmeas, nas quais, a armadura está atrofiada. O canhão do besouro bombardeiro , que atira “uma mistura fervente de produtos químicos cáusticos atingindo 212 ° F (100 ° C). Stag beetle, Lucanidae, brigando. Copulação Escaravelho Sagrado (Dung Beetle) - Escaravelhos são besouros que se alimentam em parte ou exclusivamente nas fezes Lucanidae e Besouro-Rinoceronte (Dynastinae) brigando