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U N I D A D E
O Cora^áo
Perguntas 1 a 4
Urna mulher de 60 anos de idade tem urna frequéncia car-
díaca de repouso em 70 bpm, a pressáo arterial é 130/85 
mmHg, e a temperatura corporal é normal. Seu gráfico vo-
lunte x pressáo do ventrículo esquerdo é mostrado abaixo.
1. Qual é o seu débito cardíaco em mililitros/min?
A) 2.000
B) 3.000
C) 4.000
D) 6.000
E) 7.000
2. Quando a segunda bulha cardíaca o corre na rela^áo 
volume-pressáo do ventrículo?
A) No ponto D
B) Entre o ponto A e o ponto B
C) Entre o ponto B e o ponto C
D) Entre o ponto C e o ponto D
E) Entre o ponto D e o ponto A
3. Quando a terceira bulha cardíaca ocorre na rela^áo vo-
lume-pressáo do ventrículo?
A) No ponto D
B) Entre o ponto A e o ponto B
C) Entre o ponto B e o ponto C
D) Entre o ponto C e o ponto D
E) Entre o ponto D e o ponto A
4. Qual é a sua fra<;áo de eje<;áo do ventrículo?
A) 33%
B) 50%
C) 60%
D) 67%
E) 80%
5. Em que fase do potencial de a<;áo do músculo do ventrí-
culo a permeabilidade do potássio é maior?
A) 0
B) 1
C) 2
D) 3
E) 4
6. Em um adulto em repouso, qual é o valor característico 
da fra<;áo de eje<;áo do ventrículo?
A) 20%
B) 30%
C) 40%
D) 60%
E) 80%
7. Um homem de 30 anos de idade apresenta urna fra<;áo 
de eje<;áo de 0,25 e um volume sistólico final de 150 mL. 
Qual é o seu volume diastólico final?
A) 50 mL
B) 100 mL
C) 125 mL
D) 200 mL
E) 250 mL
23booksmedicos.org
UNIDADE III O Coraçâo
8. Qual das seguintes afirmaçôes sobre o músculo cardí-
aco é mais exata?
A) Os túbulos T do músculo cardíaco podem armaze- 
nar muito menos càlcio do que os túbulos T do 
músculo esquelético
B) A força e a contraçâo do músculo cardíaco depen-
derá da quantidade de càlcio ao redor dos miócitos 
cardíacos
C) No músculo cardíaco o inicio do potencial de açâo 
provoca urna abertura ime diata dos canais lentos 
de càlcio
D) A repolarizaçâo do músculo cardíaco é provocada 
pela abertura dos canais de sòdio
E) Os mucopolissacarídios dentro dos túbulos T se 
ligam aos íons cloreto
9. O ECG de um homem de 60 anos de idade mostra um 
intervalo R-R de 0,55 s. Qual das seguintes opçôes ex-
plica melhor sua condiçâo?
A) Ele apresenta febre
B) Ele apresenta frequência cardíaca normal
C) Eie apresenta excesso de estimulaçâo parassimpá- 
tica do nò S-A
D) Eie é um atleta praticante em repouso
E) Eie apresenta hiperpolarizaçâo do nò S-A
10. Qual das seguintes opçôes é a causa provável para o 
coraçâo entrar em contraçâo espástica?
A) Aumento da temperatura corporal
B) Aumento da atividade simpàtica
C) Diminuiçâo de ions potàssio no líquido extracelular
D) Excesso de ions potàssio no líquido extracelular
E) Excesso de càlcio no líquido extracelular
11. Qual dos eventos a seguir ocorre no final do periodo 
de ejeçâo do ventrículo?
A) Fechamento das valvas A-V
B) Abertura da valva aòrtica
C) A valva aòrtica permanece aberta
D) Abertura das valvas A-V
E) Fechamento da valva pulmonar
12. Qual das seguintes fases do ciclo cardiaco ocorre m e-
diatamente após o inicio da onda QRS?
A) Relaxamento isovolumétrico
B) Ejeçâo do ventrículo
C) Sistole do àtrio
D) Diàstase
E) Contraçâo isovolumétrica
13. Qual das seguintes condiçôes resultará em um coraçâo 
dilatado e flácido?
A) Excesso de ions càlcio no sangue
B) Excesso de ions potàssio no sangue
C) Excesso de ions sòdio no sangue
D) Aumento da estimulaçâo simpática
E) Aumento da concentraçâo de norepinefrina no 
sangue
14. Um atleta bem condicionado de 25 anos de idade pesa 80 
kg. Durante estimulado simpática intensa, qual é o nivel 
de plato da sua curva de fundo do débito cardíaco?
A) 3 L/min
B) 5 L/min
C) 10 L/min
D) 13 L/min
E) 25 L/min
15. Qual dos seguintes eventos está associado á primeira 
bulha cardíaca?
A) Fechamento da valva aórtica
B) Período de enchimento rápido dos ventrículos du-
rante a diástole
C) Inicio da diástole
D) Abertura das valvas A-V
E) Fechamento das valvas A-V
16. Qual das seguintes cóndilo es no nó A-V causaria di-
minuido na frequéncia cardíaca?
A) Aumento da permeabilidade de sodio
B) Diminuido dos níveis de acetilcolina
C) Aumento dos níveis de norepinefrina
D) Aumento da permeabilidade de potássio
E) Aumento da permeabilidade de cálcio
17. A estimulado simpática do corado
A) Libera acetilcolina ñas term inales simpáticas
B) Diminui a frequéncia de descarga do nó sinoatrial
C) Diminui a excitabilidade do corado
D) Libera norepinefrina ñas terminados simpáticas
E) Diminui a contratibilidade cardíaca
18. Qual é o retardo total normal do impulso cardíaco no 
nó A-V e no feixe A-V?
A) 0,22 s
B) 0,18 s
C) 0,16 s
D) 0,13 s
E) 0,09 s
19. Qual das seguintes opdes explica melhor como a esti-
mulado simpática afeta o corado?
A) Diminui a permeabilidade do nó S-A ao sodio
B) Diminui a permeabilidade do nó A-V ao sodio
C) Aumenta a permeabilidade do nó S-A ao potássio
D) Há aumento na taxa de tendéncia de prolongamento 
do potencial de repouso da membrana do nó S-A
E) Diminui a permeabilidade do músculo cardíaco ao 
cálcio
20. Qual das seguintes estruturas terá a resposta mais 
lenta de condudo do potencial de ado cardíaco?
A) Músculo atrial
B) Via internodal anterior
C) Fibras do feixe A-V
D) Ramos subendocárdicos
E) Músculo ventricular
24 booksmedicos.org
21. Se o nó S-A descarrega em 0,00 s, quando o potencial 
de at^ ào normalmente chegarà a superficie do epicàr-
dio na base do ventrículo esquerdo?
A) 0,22 s
B) 0,18 s
C) 0,16 s
D) 0,12 s
E) 0,09 s
22. Se o nó S-A descarrega em 0,00 s, quando o potencial 
de agào normalmente chegarà ao feixe A-V (fascículo 
atrioventricular)?
A) 0,22 s
B) 0,18 s
C) 0,16 s
D) 0,12 s
E) 0,09 s
23. Qual das seguintes condi<;òes no nó S-A causará dimi-
nuido da frequència cardiaca?
A) Aumento dos niveis de norepinefrina
B) Aumento da permeabilidade do sòdio
C) Aumento da permeabilidade do càlcio
D) Aumento da permeabilidade do potàssio
E) Diminuido dos niveis de acetilcolina
24. Qual das seguintes opdes é causada pela acetilcolina?
A) Hiperpolarizado do nó S-A
B) Despolarizado do nó A-V
C) Diminuido da permeabilidade do nó S-A aos ions 
potàssio
D) Aumento da frequència cardiaca
E) Aumento da permeabilidade do músculo cardiaco 
aos ions càlcio
25. Qual é o potencial de membrana (limiar) no qual o nó 
S-A descarrega?
A) -4 0 mV
B) -55 mV
C) -65 mV
D) -85 mV
E) -105 mV
26. Qual das seguintes condides no nó A-V provocará 
urna diminuido na frequència cardiaca?
A) Aumento da permeabilidade do sòdio
B) Diminuido dos niveis de acetilcolina
C) Aumento dos niveis de norepinefrina
D) Aumento da permeabilidade do potàssio
E) Aumento da permeabilidade do càlcio
27. Se os ramos subendocárdicos do ventrículo tornarem-se 
o marca-passo do coraçâo, quai a frequência cardíaca 
esperada?
A) 30/min
B) 50/min
C) 65/min
D) 75/min
E) 85/min
28. Quai é o retardo total normal do impulso cardíaco no 
nó A-V e no sistema de feixes A-V?
A) 0,03 s
B) 0,06 s
C) 0,09 s
D) 0,13 s
E) 0,17 s
29. Quai é o potencial de repouso da membrana das fibras 
do nó sinoatrial?
A) -100 mV
B) -9 0 mV
C) -8 0 mV
D) -55 mV
E) -2 0 mV
30. Se os ramos subendocárdicos, localizados na regiao 
distal da junçâo A-V, tornarem-se o marca-passo do 
coraçâo, quai é a frequência cardíaca esperada?
A) 30/min
B) 50/min
C) 60/min
D) 70/min
E) 80/min
31. A estimulaçâo simpática do coraçâo normalmente 
provoca quai das seguintes condiçôes?
A) Liberaçâo de acetilcolina nas terminaçôes simpá-
ticas
B) Diminuiçâo da frequência cardíaca
C) Diminuiçâo davelocidade de conduçâo do impulso 
cardíaco
D) Diminuiçâo da força de contraçâo dos átrios
E) Aumento da força de contraçâo dos ventrículos
32. Durante o registro da derivaçâo I em um ECG, o braço 
direito é o eletrodo negativo, e o eletrodo positivo é o(a)
A) braço esquerdo
B) perna esquerda
C) pernadireita
D) braço esquerdo + perna esquerda
E) braço direito + perna esquerda
UNIDADE III O Coraçâo
25
UN
IDA
DE III
booksmedicos.org
UNIDADE III O Corano
33. Durante o registro da derivado aVL em um ECG, o 
ele tro do positivo é o (a)
A) bra<;o esquerdo
B) perna esquerda
C) perna direita
D) bra<;o esquerdo + perna esquerda
E) bra<;o direito + perna esquerda
35. Qual é a frequéncia cardíaca no ECG abaixo?
34. Um homem de 70 anos de idade apresentou o ECG 
abaixo durante o seu exame físico anual. Qual é o seu 
intervalo Q-T?
A) 0,12 s
B) 0,16 s
C) 0,22 s
D) 0,30 s
E) 0,40 s
+1,0
+0,5 -
Atrios Ventrículos
Intervalo RR
SegmentoA A
-0,5
Intervalo P-R= 0,16 s S
AJ
Intervalo Q-T
— I----------- 1-------------1------------ 1------------ 1------------ 1----------- 1—0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 1,2 1,4
Tempo (segundos)
1,6
A) 64
B) 70
C)
0000
D) 94
E) 104
36. Qual é o intervalo Q-T normal?
A) 0,03 s
B) 0,13 s
C) 0,16 s
D) 0,20 s
E) 0,35 s
37. Durante o registro da derivado II em um ECG, o ele- 
tro do positivo é o (a)
A) bra<;o esquerdo
B) perna esquerda
C) perna direita
D) bra<;o esquerdo + perna esquerda
E) bra<;o direito + perna esquerda
38. Durante o registro da derivado III em um ECG, o 
ele tro do negativo é o (a)
A) bra<;o esquerdo
B) perna esquerda
C) perna direita
D) bra<;o esquerdo + perna esquerda
E) bra<;o direito + perna esquerda
39. Um homem de 65 anos de idade teve um ECG regis-
trado em urna sala de emergéncia após um acidente de 
bicicleta. Pesava 80 kg e apresentava pressáo arterial na 
aorta de 160/90 mmHg. A voltagem do QRS era 0,5 
mV em derivado I e 1,5 mV em derivado III. Qual é a 
voltagem do QRS em derivado II?
A) 0,5 mV
B) 1,0 mV
C) 1,5 mV
D) 2,0 mV
E) 2,5 mV
40. Urna onda de despolarizado do ventrículo quando 
viaja -90° no plano frontal provocará um grande des-
vio negativo em qual derivado?
A) aVR
B) aVL
C) Derivado II
D) Derivado III
E) aVF
26 booksmedicos.org
Perguntas 41 a 43
Urna mulher de 60 anos de idade teve o ECG apresentado 
abaixo registrado em urna sala de emergéncia após um 
acídente de automóvel. Pesava 70 kg e apresentava pressáo 
arterial na aorta de 140/80 mmHg.
41. Qual é o eixo elétrico mèdio calculado a partir das 
derivagòes-padrao I, II e III mostradas no seu ECG?
A) -90°
B) -50°
C) -12°
D) +100°
E) +170°
42. Qual é a frequéncia cardíaca usando a derivalo I para 
o cálculo?
A) 70
B) 88
C) 100
D) 112
E) 148
43. Qual é o seu diagnóstico provável?
A) Estenose da valva mitrai
B) Bloqueio do ramo esquerdo
C) Estenose da valva pulmonar
D) Bloqueio do ramo direito
E) Hipertrofia do ventrículo esquerdo
44. Qual das seguintes conduces geralmente resultará no 
desvio do eixo para a direita em um ECG?
A) Hipertensào sistèmica
B) Estenose da valva aórtica
C) Regurgitado da valva aórtica
D) Excesso de gordura abdominal
E) Hipertensào pulmonar
45. Urna onda de despolarizado do ventrículo quando 
viaja 60° no plano frontal provocará um acentuado 
desvio positivo em qual das seguintes derivad es?
A) aVR
B) aVL
C) Derivado I
D) Derivado II
E) aVF
Perguntas 46 e 47
Homem de 62 anos de idade, fumante há vários anos, e 
pesando 113 kg. Ele teve o seguinte ECG registrado em seu 
hospital local.
UNIDADE III O Corado
46. Qual das seguintes opdes é o eixo elétrico médio cal-
culado a partir das derivad es-padráo I, II e III mostra-
das no seu ECG?
A) -110°
B) -20°
C) +90°
D) +105°
E) +180°
47. Qual das seguintes opdes é o diagnóstico provável?
A) Hipertrofia do ventrículo esquerdo
B) Bloqueio do ramo esquerdo do feixe
C) Estenose da valva tricúspide
D) Bloqueio do ramo direito do feixe
E) Hipertrofia do ventrículo direito
48. Urna mulher de 60 anos de idade perdeu em parte a 
capacidade de realizar as tarefas domésticas normáis e 
nao está se sentindo bem. Um ECG mostra um com-
plexo QRS com urna largura de 0,20 s, a onda T está 
invertida na derivado l e a onda R tem um desvio ne-
gativo acentuado na derivado III. Qual das seguintes 
opdes é o diagnóstico provável?
A) Hipertrofia do ventrículo direito
B) Bloqueio do ramo esquerdo do feixe
C) Estenose da valva pulmonar
D) Bloqueio do ramo direito do feixe
E) Hipertrofia do ventrículo esquerdo
27
UN
IDA
DE III
booksmedicos.org
UNIDADE III O Corano
49. Urna mulher de 70 anos de idade procurou assistència 
na emergència de um hospital porque estava sentindo 
dor no peito. Baseado no trabado do ECG abaixo, qual 
das seguintes op<;òes é o diagnòstico provável?
V2
A) Infarto agudo da parede anterior no ventrículo es- 
querdo do cora^áo
B) Infarto agudo da parede anterior no ventrículo di- 
reito do cora^áo
C) Infarto agudo da parede posterior no ventrículo 
esquerdo do cora^áo
D) Infarto agudo na parede posterior no ventrículo 
direito do cora^áo
E) Hipertrofia do ventrículo direito
50. Um homem de 30 anos de idade teve o seu ECG ava-
hado no consultorio do seu médico, mas os seus regis-
tros foram perdidos. O técnico do ECG se lembra que 
o desvio do QRS foi acentuado e positivo na derivado 
aVF e 0 na derivado I. Qual é o eixo elétrico médio no 
plano frontal?
A) 90°
B) 60°
C) 0o
D) -60°
E) -90°
51. Qual das seguintes op^òes é mais provável no “ponto 
J” do ECG de um paciente com lesáo no músculo 
cardíaco?
A) Todo o cora^áo está despolarizado
B) Todo o cora^áo está despolarizado, exceto no mús-
culo cardíaco lesionado
C) Cerca de metade do cora^áo está despolarizada
D) Todo o cora^áo está repolarizado
E) Todo o cora^áo está repolarizado, exceto no mús-
culo cardíaco lesionado
52. Um homem de 50 anos de idade é um funcionário 
novo na ABC Software. O ECG mostrado aqui foi re-
gistrado durante um exame físico de rotina. Qual das 
seguintes op^oes é o seu diagnóstico provável?
i lì III
A) Hipertensào sistèmica crònica
B) Hipertensào pulmonar crònica
C) Bloqueio cardíaco de segundo grau
D) Taquicardia paroxística
E) Estenose da valva tricúspide
53. Um homem de 55 anos de idade teve o seu ECG ava-
hado em um exame físico anual, e o seu desvio efetivo 
(onda R menos onda Q ou S) na derivalo I do mem- 
bro-padrao é -1,2 mV. A derivalo II do membro-pa- 
dráo teve um desvio líquido de +1,2 mV. Qual é o eixo 
elétrico médio do seu QRS?
A) -30°
B) +30°
C) +60°
D) +120°
E) -120°
54. Um paciente de 65 anos de idade com sopro cardíaco 
teve um eixo QRS médio (vetor QPS médio) de 120°, e 
o complexo QRS dura 0,18 s. Qual das seguintes op- 
£0es é o diagnóstico provável?
A) Estenose da valva aórtica
B) Regurgitado da valva aórtica
C) Estenose da valva pulmonar
D) Bloqueio do ramo direito do feixe
E) Bloqueio do ramo esquerdo do feixe
28 booksmedicos.org
55. Urna mulher de 60 anos de idade cansa-se fácilmente. 
Seu ECG mostra um complexo QRS que é positivo na 
derivado aVF e negativo na derivado I do membro- 
padráo. Qual das seguintes opt^óes é causa provável 
desta condi^áo?
A) Hipertensáo sistémica crónica
B) Hipertensáo pulmonar
C) Estenose da valva aórtica
D) Regurgitado da valva aórtica
56. Urna mulher de 60 anos de idade chegou na emergen-
cia de um hospital queixando-se de dor no peito. Base- 
ado no trabado do ECG mostrado aqui, qual das se-
guintes op<;óes é o diagnóstico mais provável?
II III V 2
A) Infarto agudo da parede anterior na base do co-
r a d 0
B) Infarto agudo da parede anterior no ápice do co-
r a d 0
C) Infarto agudo da parede posterior na base do co-
r a d 0
D) Infarto agudo da parede posterior no ápice do co-
ra d 0
E) Hipertrofia do ventrículo direito
57. Homem de 50 anos de idade com pressáo arterial de 
140/85 e peso de 90 kg. Ele relata que nao se sente bem, 
seu ECG nao tem ondas P, apresenta frequéncia cardí-
aca de 46 e o complexo QRS ocorre regularmente. 
Qual é a sua condid0 provável?
A) Bloqueio cardíaco de primeiro grau
B)Bloqueio cardíaco de segundo grau
C) Bloqueio cardíaco de terceiro grau
D) Bloqueio cardíaco sinoatrial
E) Bradicardia sinoatrial
58. Um homem de 80 anos de idade realiza um ECG no 
consultorio do seu médico, é diagnosticada fibrila^áo 
atrial. Qual das afirm ares abaixo é a condid0 prová-
vel em alguém com fibrila^áo atrial?
A) Fibrilad0 ventricular normal acompanhada de fi-
brilad0 atrial
B) Ondas P do ECG sao fortes
C) Frequéncia de co n tra jo ventricular é irregular e 
rápida
D) Onda “a” atrial é normal
E) Atrios tém volume menor que o normal
59. Movimentos circulares no ventrículo podem levar a 
fibrilad0 ventricular. Qual das seguintes condi^oes no 
músculo ventricular aumentará a tendencia para os 
movimentos circulares?
A) Diminuid0 do período refratário
B) Baixa da concentrado de potássio extracelular
C) Aumento do período refratário
D) Menor via de condugäo (volume do ventrículo di-
minuido)
E) Aumento nos impulsos parassimpáticos para o co-
rado
60. Um homem de 75 anos de idade vai a emergéncia de 
um hospital e desmaia. Cinco minutos depois ele está 
acordado. Um ECG mostra 75 ondas P por minuto e 35 
ondas QRS por minuto com largura QRS normal. Qual 
das seguintes op^oes é o diagnóstico provável?
A) Bloqueio A-V de primeiro grau
B) Síndrome de Stokes-Adams
C) Taquicardia paroxística atrial
D) Alternáncia elétrica
E) Contrades atriais prematuras
61. Um homem de 60 anos de idade pesando 100 kg teve 
o seguinte ECG, o qual mostra a derivado-padräo II. 
Qual é o seu diagnóstico?
UNIDADE III O Corado
A) Ritmo nodal A-V
B) Bloqueio cardíaco A-V de primeiro grau
C) Bloqueio cardíaco A-V de segundo grau
D) Bloqueio cardíaco A-V de terceiro grau
E) Flutter atrial (taquicardia atrial)
62. Urna mulher de 35 anos de idade teve sensa^oes estra- 
nhas no peito após fumar um cigarro. Seu ECG é mos-
trado aqui. Qual das seguintes opdes é o diagnóstico 
provável?
A) Contrado prematura com origem no átrio
B) Contrado prematura com origem alta no nó A-V
C) Contrado prematura com origem baixa no nó A-V
D) Contrado prematura com origem no ápice do ven-
trículo
E) Contrado prematura com origem na base do ven-
trículo
29
UN
IDA
DE III
booksmedicos.org
UNIDADE III O Corano
Perguntas 63 e 64
Um homem de 55 anos de idade teve o seguinte registro do 
ECG no consultorio do seu médico durante um exame fí-
sico de rotina.
63. Qual é o seu diagnóstico?
A) ECG normal
B) Flutter atrial (taquicardia atrial)
C) Marca-passo juncional A-V superior
D) Marca-passo juncional A-V mèdio
E) Marca-passo juncional A-V inferior
64. Qual é a sua frequència cardíaca ventricular em bpm?
A) 37,5
B) 60
C) 75
D) 100
E) 120
65. Urna mulher de 60 anos de idade foi diagnosticada 
com fibrila<;ao atrial. Qual das seguintes afirmadas 
descreve melhor a sua condilo?
A) Frequència de contrago ventricular de 140 bpm
B) Ondas P do ECG aumentadas
C) C ontrates ventriculares ocorrem em intervalos 
regulares
D) Ondas QRS sào mais pronunciadas que o normal
E) Atrios sao menores que o normal
66. Qual das seguintes op^òes é mais característica da fi- 
brila^áo atrial?
A) Ocorre com menor frequència em pacientes com 
alargamento atrial
B) A frequència cardíaca ventricular é cerca de 40 
bpm
C) Eficiéncia do bombeamento ventricular diminuida 
20 a 30%
D) O batimento ventricular é regular
E) A onda P atrial é facilmente observada
67. Urna mulher de 65 anos de idade que teve um infarto 
do miocàrdio 10 dias atrás retorna ao consultorio do 
médico da familia e relata que sua frequència de pulso 
pode estar rápida. Baseado no ECG abaixo, qual das 
seguintes op^oes é o diagnóstico provável?
A) Síndrome de Stokes-Adams
B) Fibrila<;ao atrial
C) Taquicardia nodal A-V
D) Taquicardia paroxística atrial
E) Taquicardia paroxística ventricular
68. Um homem de 65 anos de idade teve o ECG mostrado 
abaixo registrado em seu exame físico anual. Qual das 
seguintes op^oes é o diagnóstico provável?
Queda do batimento
A) Taquicardia paroxística atrial
B) Bloqueio A-V de primeiro grau
C) Bloqueio A-V de segundo grau
D) Bloqueio A-V de terceiro grau
E) Flutter atrial (traquicardia atrial)
69. Qual das seguintes op<;óes diminui o risco de fibrila^áo 
ventricular?
A) Corado dilatado
B) Período refratário ventricular aumentado
C) Velocidade de condudo elétrica diminuida
D) Exposido do corado a corrente alternada de 60 
ciclos
E) Administrado de epinefrina
70. Qual das seguintes opdes ocorre após o corado ser 
estimulado com urna corrente alternada de 60 ciclos?
A) A velocidade de condudo através do músculo car-
díaco diminui
B) O período refratário ventricular fica mais longo
C) Diminui a tendéncia para os movimentos circu-
lares
D) Diminui a tendéncia para a fibrila^áo ventricular
71. Qual das seguintes afirmados descreve melhor um 
paciente com contrado prematura atrial?
A) O pulso da artéria radial imediatamente após a 
contrado prematura estará fraco
B) O volume sistólico imediatamente após a contra-
d o prematura estará aumentado
C) A onda P nunca é observada
D) A probabilidade destas contrades prematuras 
ocorrerem é menor em pessoas com urna grande 
ingestáo de cafeína
E) Faz com que o intervalo QRS seja prolongado
30 booksmedicos.org
Perguntas 72 e 73
Um paciente do sexo masculino teve um infarto do mio-
càrdio aos 55 anos de idade. Eie agora tem 63 anos de 
idade. A derivalo I do membro-padrào é mostrada aqui.
72. Qual é a sua frequència cardiaca?
A) 40 bpm
B) 50 bpm
C) 75 bpm
D) 100 bpm
E) 150 bpm
73. Qual é o seu diagnóstico atual?
A) Taquicardia sinoatrial
B) Bloqueio cardíaco de primeiro grau
C) Bloqueio cardíaco de segundo grau
D) Depressáo do segmento ST
E) Bloqueio cardíaco de terceiro grau
74. Um homem de 55 anos de idade foi diagnosticado com 
síndrome de Stokes-Adams. Dois minutos após a sín-
drome come^ar a causar o bloqueio ativo do impulso 
cardíaco, qual das seguintes op<;óes é o marca-passo do 
cora^áo?
A) Nó sinoatrial
B) NóA-V
C) Ramos subendocárdicos
D) Septo cardíaco
E) Atrio esquerdo
75. Se a origem do estímulo que provoca a taquicardia 
paroxística atrial é próxima ao nó A-V, qual das afirma-
r e s abaixo sobre a onda P na derivado I do membro- 
padráo é mais exata?
A) A onda P se originará no nó sinoatrial
B) Ela será vertical
C) Ela será invertida
D) A onda P estará ausente
76. Um homem de 45 anos de idade teve o ECG abaixo 
registrado em seu exame físico anual. Qual das seguin-
tes op<;óes é o diagnóstico provável?
77. Urna mulher de 60 anos de idade vai ao médico para o 
seu exame físico anual. O médico pede um ECG, mos-
trado abaixo. Qual das seguintes op^óes é o provável 
diagnóstico?
UNIDADE III O Coragáo
A) Bloqueio A-V de primeiro grau
B) Bloqueio A-V de segundo grau
C) Bloqueio A-V de terceiro grau
D) Taquicardia paroxística atrial
E) Fibrilaçâo atrial
Perguntas 78 e 79
Um homem de 80 anos de idade foi ao médico de familia 
para o seu check-up anual, e o seu ECG traçado é mostrado 
aqui.
A) 105
B) 95
C) 85
D) 75
E) 40
79. Qual das seguintes opçoes é o diagnóstico provável?
A) Bloqueio do ramo esquerdo do feixe
B) Bloqueio A-V de primeiro grau
C) Bloqueio A-V de segundo grau
D) Alternáncia elétrica
E) Bloqueio A-V completo
A) Taquicardia paroxística atrial
B) Bloqueio A-V de primeiro grau
C) Bloqueio A-V de segundo grau
D) Taquicardia paroxística ventricular
E) Flutter atrial (taquicardia atrial)
31
UN
IDA
DE III
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RESPOSTAS
1. E) Este paciente tem urna frequéncia cardíaca de 70 
bpm, e vocé pode determinar o débito cardíaco utili-
zando a seguinte fórmula: débito cardíaco = frequéncia 
cardíaca x volume sistòlico. O volume sistòlico pode ser 
determinado a partir da figura, queé 100 mL, a dife- 
ren<;a de volume muda durante o segmento C-D. Usando 
essas inform ales vocé pode determinar que o débito 
cardíaco é 7.000 mL/min.
TFM12 109
2. A) Durante a sístole, as valvas aórtica e pulmonar se 
abrem e o sangue flui ñas artérias aorta e pulmonar. A 
sístole é entre C e D, assim as valvas aórtica e pulmonar 
se abrem em C e em seguida fecham em D. O fecha- 
mentó destas valvas provoca a segunda bulha cardíaca.
TFM12 105
3. B) O período de enchimento ventricular fica entre os 
pontos A e B. A vibra^ao das paredes ventriculares faz 
este som depois que a quantidade suficiente de sangue 
tenha entrado ñas cámaras ventriculares.
TFM12 105
4. D) A fra<;ào de eje<;ào é o volume sistólico/volume dias- 
tólico final. O volume sistòlico é 100 mL, e o volume sistò-
lico final no ponto D é 150 mL. Isto lhe dá urna fra<;ao 
de eje<;ao de 0,667 ou 66,7% em termos percentuais
TFM12 109
5. D) Durante a fase 3 do potencial de a<;ao muscular do 
ventrículo, a permeabilidade do músculo do ventrículo 
ao potàssio aumenta muito, o que provoca um potencial 
de membrana mais negativo.
TFM12 102
6. D) A fra<;ao de eje<;ao típica é 60%, e valores menores 
sao indicativos de um cora^áo enfraquecido.
TFM12 109
7. D) O volume diastólico final é sempre maior que o vo-
lume sistòlico final. A multiplicado da fra<do de eje<;ao 
pelo volume diastólico final lhe dá o volume sistòlico, 
que é de 50 mL nessa pergunta. Portanto, o volume 
diastólico final é 50 mL maior do que o volume sistòlico 
final e seu valor é 200 mL.
TFM12 109
8. B) O músculo cardíaco armazena muito mais càlcio em 
seu sistema tubular e é muito mais dependente de càlcio 
extracelular do que o músculo esquelético. Urna abun- 
dáncia de càlcio é mantida pelos mucopolissacarídeos 
dentro dos túbulos T. Este càlcio é necessàrio para a
contraçâo do músculo cardíaco, e a sua força de contra- 
çâo depende da concentraçâo de càlcio ao redor dos 
miócitos cardíacos. No inicio do potencial de açâo, os 
canais rápidos de sòdio se abrem primeiro, seguidos dos 
canais lentos de càlcio.
TFM12 102-103
9. A) A frequéncia cardíaca é determinada pela fórmula 
60/intervalo R-R, e a frequéncia cardíaca deste paciente 
é 109 bpm. Esta é urna frequéncia cardíaca acelerada, 
que ocorreria durante a febre. Um atleta treinado tem 
urna frequéncia cardíaca baixa. O excesso de estimula- 
çâo parassimpática e a hiperpolarizaçâo do nó S-A di- 
minuem a frequéncia cardíaca.
TFM12 112
10. E) O coraçâo entra em contraçâo espástica após um 
grande aumento na concentraçâo de íons càlcio ao re-
dor das miofibrilas cardíacas, e isto ocorre se a concen-
traçâo de íons càlcio no líquido extracelular aumentar 
muito. Urna concentraçâo excessiva de potàssio no lí-
quido extracelular faz com que o coraçâo se torne dila-
tado por causa do potencial de repouso da membrana 
mais positivo das fibras musculares cardíacas.
TFM12 112
11. E) No final da ejeçâo ventricular, ambas a valva aórtica 
e a valva pulmonar se fecham. Isto é seguido pelo pe-
ríodo de relaxamento isovolumétrico.
TFM12 108
12. E) Imediatamente após a onda QRS, os ventrículos 
começam a se contrair e a primeira fase que o corre é a 
contraçâo isovolumétrica. Isto acontece antes da fase 
de ejeçâo, aumentando a pressâo ventricular o sufi-
ciente para abrir mecánicamente as valvas aórtica e 
pulmonar.
TFM12 108
13. B) O excesso de íons potàssio no sangue e no líquido 
extracelular faz o coraçâo se tornar dilatado e flácido, 
bem como lentificado. Este efeito é importante devido 
ao potencial de repouso da membrana mais positivo ñas 
fibras musculares cardíacas. Como o potencial de mem-
brana torna-se mais positivo, a intensidade do potencial 
de açâo diminuì, o que faz a contraçâo do coraçâo se 
tornar progressivamente mais fraca. O excesso de íons 
càlcio no sangue e a estimulaçâo simpática bem como o 
aumento da concentraçâo de norepinefrina no sangue, 
fazem o coraçâo se contrair vigorosamente.
TFM12 112
33
UN
IDA
DE III
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UNIDADE III O Coraçâo
14. E) O nivel de plato normal da curva de funçâo do dé-
bito cardíaco é 13 L/min. Este nivel diminuí em qual- 
quer tipo de insuficiéncia cardíaca e aumenta marca-
damente durante a estimulaçâo simpática.
TFM12 111
15. E) Como visto no Capítulo 9, do TFM12, por defi- 
niçâo, a primeira bulha cardíaca ocorre logo após a 
pressao ventricular exceder a pressâo atrial, provo-
cando o fechamento mecánico das valvas A-V. A se-
gunda bulha cardíaca ocorre quando as valvas aórtica 
e pulmonar se fecham.
TFM12 105
16. D) O aumento da permeabilidade de potàssio provoca 
hiperpolarizaçâo do nó A-V, diminuindo a frequéncia 
cardíaca. O aumento da permeabilidade de sòdio real-
mente despolarizaría parcialmente o nò A-V, e um 
aumento nos níveis de norepinefrina aumenta a fre-
quéncia cardíaca.
TFM12 102
17. D) O aumento da estimulaçâo simpática do coraçâo 
eleva a frequéncia cardíaca, as contratibilidades atrial e 
ventricular bem como a liberaçâo de norepinefrina ñas 
terminaçôes nervosas simpáticas ventricular es. Isto 
náo libera acetilcolina, provoca urna elevaçâo na per-
meabilidade de sòdio no nó A-V, o que aumenta a ve- 
locidade de variaçâo do potencial de membrana em 
direçâo ao limiar de autoexcitaçâo, portanto aumen-
tando a frequéncia cardíaca.
TFM12 111 e 120
18. D) O impulso do nò S-A viaja rapidamente através das 
vías interno dais e chega ao nó A-V em 0,03 s, no feixe 
A-V em 0,12 s e no septo ventricular em 0,16 s. O re-
tardo total é, portanto, 0,13 s.
TFM12 118
19. D) Durante a estimulaçâo simpática, a permeabilidade 
dos nós S-A e A-V aumenta. Também, a permeabili-
dade do músculo cardíaco ao càlcio aumenta, resul-
tando em elevaçâo da força de contraçâo. Além disso, 
existe urna tendéncia de aumento do potencial de re- 
pouso da membrana do nó S-A. O aumento da perme-
abilidade do nò S-A ao potàssio nâo ocorre durante a 
estimulaçâo simpática.
TFM12 120
20. C) Os músculos atrial e ventricular tém urna taxa de 
conduçâo relativamente rápida do potencial de açâo 
cardíaco, e a via interno dal anterior também tem urna 
conduçâo bastante rápida do impulso. Entretanto, as 
miofibrilas do feixe A-V tém urna taxa de conduçâo 
lenta porque seu tamanho é consideravelmente menor 
do que dos músculos atrial e ventricular normáis. 
Também sua conduçâo lenta é parcialmente provocada 
pelo número reduzido de junçôes comunicantes entre 
as células musculares sucessivas na via de conduçâo,
causando grande resisténcia à conduco dos íons exci- 
tatórios de urna célula para a próxima célula.
TFM12 117
21. A) Após o nó S-A descarregar, o potencial de a<;áo viaja 
através do àtrio, através do sistema de feixes A-V e fi-
nalmente para o septo ventricular e por todo o ventrí-
culo. O último local que o impulso chega é na superfi-
cie epicárdica na base do ventrículo esquerdo, o que 
necessita de um tempo de tránsito de 0,22 s.
TFM12 118
22. D) O potencial de a<;áo chega ao feixe A-V em 0,12 s, 
ao nó A-V em 0,03 s e tem um retardo de 0,09 s no nó 
A-V, o que resulta em um tempo de chegada no fascí-
culo atrioventricular de 0,12 s.
TFM12 118
23. D) O aumento na permeabilidade de sòdio e càlcio no 
nó S-A resulta em elevado da frequéncia cardíaca. 
Aumento na permeabilidade de potàssio provoca hi- 
perpolariza^áo do nó S-A, o que causa a redu^áo da 
frequéncia cardíaca.
TFM12 120
24. A) A acetilcolina nao despolariza o nó A-V nem au-
menta a permeabilidade do músculo cardíaco aos íons 
càlcio, mas provoca a hiperpolariza^ào do nó S-A e do 
nó A-V através do aumento da permeabilidade aos 
íons potàssio. Isto resulta em urna diminuido da fre-
quéncia cardíaca.
TFM12 120
25. A) O potencial normal de repouso da membrana do nó 
S-A é -55 mV. Com o vazamento de sòdio na mem-
brana urna tendénciade aumento do potencial de 
membrana ocorre até ele atingir -4 0 mV. Este é o li-
miar que inicia o potencial de a<;áo no nó S-A.
TFM12 116
26. D) Um aumento na permeabilidade de potàssio pro-
voca diminuido no potencial de membrana do nó 
A-V. Portanto, será extremamente hiperpolarizado, 
tornando muito mais difícil para o potencial de mem-
brana alcanzar o seu limiar para a condu^ao. Isto re-
sulta em urna diminuido na frequéncia cardíaca. O 
aumento na permeabilidade de sòdio e càlcio e dos 
níveis de norepinefrina elevam o potencial de mem-
brana, provocando urna tendéncia de aumentar a fre-
quéncia cardíaca.
TFM12 120
27. A) Se há insuficiéncia na conduco do impulso do nó 
S-A para o nó A-V ou se o nó S-A para de disparar, o 
nó A-V assumirá como o marcapasso do cora^áo. A 
atividade rítmica na frequéncia intrínseca do nó A-V é 
40 a 60 vezes por minuto. Se os ramos subendocárdi- 
cos assumem como marca-passo, a frequéncia cardí-
aca estará entre 15 e 40 bpm.
TFM12 119
34 booksmedicos.org
28. D) O impulso vindo do nó S-A para o nó A-V chega 
em 0,03 s. Entao, há um retardo total de 0,13 s no nó 
A-V e no sistema de feixes, permitindo que o impulso 
chegue ao septo ventricular em 0,16 s.
TFM12 118
29. D) O potencial de repouso da membrana das fibras do 
nó sinoatrial é -55 mV, e está em contraste com os -85 
a -90 mV do potencial de membrana do músculo car-
díaco. Outra diferença principal entre as fibras do nó 
sinoatrial e as fibras do músculo do ventrículo é que as 
fibras sinoatriais apresentam autoexcitaçâo a partir da 
entrada de ions sòdio.
TFM12 116
30. A) Se os ramos subendocárdicos fossem o marca-
passo do coraçâo, a frequência cardíaca iria variar en-
tre 15 e 40 bpm. Ao contràrio, a frequência de descarga 
das fibras do nó A-V é 40 a 60 vezes por minuto, e das 
fibras do nó sinoatrial é 70 a 80 vezes por minuto. Se o 
nó sinoatrial é bloqueado por alguma razao, o nó A-V 
assumirá como o marca-passo; e se o nó A-V é bloque-
ado, os ramos subendocárdicos assumirao como o 
marca-passo do coraçâo.
TFM12 119
31. E) A estimulaçâo simpática do coraçâo normalmente 
provoca aumento da frequência cardíaca, aumento da 
taxa de conduçâo do impulso cardíaco e aumento da 
força de contraçâo nos átrios e nos ventrículos. Entre-
tanto, eia nâo causa a liberaçâo de acetilcolina ñas 
terminaçôes simpáticas porque elas contém norepine- 
frina. A estimulaçâo parassimpática provoca a libera-
çâo de acetilcolina. O disparo do sistema nervoso 
simpático aumenta a permeabilidade das fibras muscu-
lares cardíacas do nó S-A e do nó A-V ao sòdio e ao 
càlcio.
TFM12 120
32. A) Por convençâo, o braço esquerdo é o eletrodo posi-
tivo para a derivaçâo I de um ECG.
TFM12 125
33. A) Por convençâo, o braço esquerdo é o eletrodo posi-
tivo para a derivaçâo áVL de um ECG.
TFM12 126
34. E) A contraçâo dos ventrículos dura quase do inicio 
da onda Q e continua até o firn da onda T. Este inter-
valo é chamado de intervalo Q-T e normalmente dura 
cerca de 0,35 s. Nesse exemplo em particular, o inter-
valo Q-T é um pouco maior do que a média, igual a 
0,40 s.
TFM12 123
35. B) A frequência cardíaca pode ser calculada dividindo 
60 pelo intervalo R-R, 0,86 s. Isso resulta em urna fre-
quência cardíaca de 70 bpm.
TFM12 121, 123
36. E) A co n tra jo dos ventrículos dura quase que do ini-
cio da onda Q e continua até o firn da onda T. Este in-
tervalo é chamado de intervalo Q-T e normalmente 
dura cerca de 0,35 s.
TFM12 123
37. B) Por convengo, a perna esquerda é o eletrodo posi-
tivo para a derivalo II de um ECG.
TFM12 125
38. A) Por convengo, o bra^o esquerdo é o eletrodo nega-
tivo para a derivalo III de um ECG.
TFM12 125
39. D) A lei de Einthoven estabelece que a voltagem na 
derivalo I mais a voltagem na derivalo III é igual à 
voltagem na derivalo II, que neste caso é 2,0 mV.
TFM12 125
40. E) Como pode ser observado na Figura 12-3 (TMP12), 
a parte positiva da derivado áVF possui um eixo de 90° 
e a parte negativa desta derivado possui um eixo de 
-90°. Observe que a diferen^a entre as term inales 
positiva e negativa deste vetor é 180°.
TFM12 130
UNIDADE III O Corado
III
41. B) O eixo elétrico mèdio pode ser determinado pio-
tando a voltagem resultante do QRS para as derivares 
I, II e III. O resultado é mostrado anteriormente e tem 
um valor de -50°.
TFM12 134
42. B) A frequéncia cardíaca pode ser calculada dividindo 
o intervalo R-R a 60, que é 0,68 s. Isto resulta em urna 
frequéncia cardíaca de 88 bpm.
TFM12 123
43. B) Observe na Figura 12-14 (TMP12), que há um QRS 
com urna largura maior que 0,12 s. Isto indica um blo- 
queio do ramo do feixe. Há também um desvio do eixo
35
UN
IDA
DE III
booksmedicos.org
UNIDADE III O Coraçâo
esquerdo, que é consistente com um bloqueio do ramo 
esquerdo do feixe.
TFM12 136
44. E) A hipertensâo sistèmica resulta em um desvio do 
eixo para a esquerda por causa do aumento do ventrí-
culo esquerdo. A esteno se e a regurgitaçâo da valva 
aòrtica também resultam em um ventrículo esquerdo 
grande e um desvio do eixo para a esquerda. O excesso 
de gordura abdominal, por causa da pressâo mecánica 
da gordura, provoca urna rotaçâo do coraçâo para a 
esquerda, resultando em um deslocamento para a es-
querda do eixo elétrico mèdio. A hipertensâo pulmo-
nar provoca aumento do lado direito do coraçâo e, 
portanto, causa o desvio do eixo para a direita.
TFM12 136
45. D) A derivaçâo II possui um vetor positivo no ángulo 
de 60°. A terminaçâo positiva da derivaçâo II está em 
- 120° .
TFM12 130
+Ili
46. D) Observe que a derivalo III tem o vetor mais forte, 
portanto, o eixo elétrico mèdio estará mais perto dessa 
derivalo do que das derivares I ou II. O ángulo da 
derivalo III é 120°, e o vetor resultante (eixo elétrico 
mèdio) está próximo daquela derivalo e tem valor de 
+105°.
TFM12 134
47. D) O diagnòstico é o bloqueio do ramo direito do feixe. 
Isso pode ser determinado por um deslocamento para 
a direita no eixo elétrico mèdio, assim corno pelo com-
plexo QRS muito prolongado. Na hipertrofia ventricu- 
lar direita, o complexo QRS é apenas moderadamente 
prolongado.
TFM12 137
48. D) A paciente possui um desvio do eixo para a es-
querda por causa do grande desvio negativo da onda R 
na derivalo III. Também, sua onda T está invertida na 
derivalo I, o que significa que eia està na dire^ào 
oposta do complexo QRS. Isto é característico do blo-
queio do ramo do feixe. Também, o complexo QRS 
possui urna largura de 0,20 s, um complexo QRS muito 
prolongado. Um complexo QRS que possui urna lar-
gura maior do que 0,12 s è normalmente causado por
um bloqueio da conduçâo. Todos estes fatores indicam 
que esta paciente possui bloqueio do ramo esquerdo 
do feixe.
TFM12 136
49. A) Essa paciente tem um infarto anterior agudo no 
ventrículo esquerdo do cora^áo. Isto pode ser deter-
minado trabando as correntes de lesáo a partir das 
diferentes derivares. As derivado es dos membros sao 
utilizadas para determinar se o infarto é proveniente 
do lado esquerdo ou direito do cora^ào e se sao prove-
nientes da base ou do ápice do cora^áo. As derivares 
do peito sao utilizadas para determinar se é um infarto 
anterior ou posterior. Quando nós analisamos as cor-
rentes de lesáo, um potencial negativo, provocado pela 
corrente de lesáo, ocorre na derivalo I e um poten-
cial positivo, provocado pela corrente de lesáo, ocorre 
na derivalo III. Isto é determinado subtraindo o 
ponto J do segmento TR A terminado negativa do 
vetor resultante originàrio na área isquémica é, por-
tanto, o lado esquerdo do cora^áo. Na derivado V2, a 
derivado do peito, o eletrodo está em urna área de 
potencial muito negativo, o que ocorre em pacientes 
com lesáo anterior.
TFM12 140
50. A) Visto que o desvio neste ECG é 0 naderivalo I, o 
eixo tem que ser 90° a partir desta derivado. Portanto, 
o eixo elétrico mèdio tem que ser +90° ou -90°. Urna 
vez que a derivado aVF tem desvio positivo, o eixo 
elétrico mèdio deve estar em +90°.
TFM12 134
51. A) No ponto J o cora^áo inteiro está despolarizado em 
um paciente com um músculo cardíaco lesionado ou 
um paciente com um músculo cardíaco normal. A área
36 booksmedicos.org
do corado que está danificada nao será repolarizada, 
mas permanece despolarizada sempre.
TFM12 139
III
III
52. A) Observe que o complexo QRS tem um desvio posi-
tivo na derivalo I e um desvio negativo na derivalo 
III, o que indica que há um desvio do eixo para a es- 
querda. Isto o corre durante a hipertensáo sistèmica 
crònica. A hipertensáo pulmonar aumenta a massa 
ventricular no lado direito do corado, o que dá um 
desvio do eixo para direita.
TFM12 135
53. D) A onda QRS plotada na derivalo I foi -1,2 mV e na 
derivalo II foi +1,2 mV, assim, o valor absoluto dos 
desvíos foi o mesmo. Portanto, o eixo elétrico mèdio 
tem que estar exatamente na metade das duas deriva-
r e s , que é a metade entre o eixo da derivalo II de 60° 
e o eixo negativo da derivalo I de 180°, resultando em 
um valor de 120°.
TFM12 134
54. D) Um eixo QRS de 120° indica um deslocamento para 
a direita. Urna vez que o complexo QRS é 0,18 s indica 
um bloqueio da condujo . Portanto, este ECG, que se 
encaixa com estas características, é um bloqueio do 
ramo direito do feixe.
TFM12 137
55. B) O ECG dessa paciente tem um desvio positivo em 
aVF e um desvio negativo na derivalo I do membro- 
padrào. Portanto, o eixo elétrico mèdio está entre 90° 
e 180°, o qual está em um deslocamento para a direita 
no eixo elétrico mèdio do ECG. A hipertensáo sistè-
mica, a estenose da valva aórtica e a regurgitado da 
valva aórtica provocam hipertrofia do ventrículo es- 
querdo e consequentemente um deslocamento para a 
esquerda no eixo elétrico mèdio. A hipertensáo pul-
monar provoca um deslocamento para a direita no 
eixo, sendo, portanto, caracterizada por esse ECG.
TFM12 136
56. D) Observe na figura a seguir que a corrente de lesäo 
está plotada no gráfico abaixo. Isto nao é a plotagem das 
voltagens QRS, mas das voltagens das correntes de le-
sao. Elas estao plotadas para as derivares II e III, sendo 
ambas negativas, e o vetor resultante é quase vertical. A 
terminado negativa do vetor aponta para onde a cor-
rente de lesäo teve origem, que é no ápice do corado. 
A elevado do segmento TP acima do ponto J indica 
urna lesäo posterior. Portanto, o ECG é consistente com 
um infarto posterior agudo no ápice do corado.
UNIDADE III O Corado
TFM12 140
57. D) Quando um paciente nao tem ondas P e apresenta 
frequéncia cardíaca baixa, é provável que o impulso 
proveniente do nó sinoatrial esteja totalmente bloque-
ado antes de entrar no músculo atrial. Isto é chamado 
de bloqueio sinoatrial. Os ventrículos assumem um 
novo ritmo geralmente iniciado no nó A-V neste mo-
mento, o que resulta em urna frequéncia cardíaca de 40 
a 60 bpm. Ao contràrio, durante a bradicardia sinoa-
trial ainda se tem ondas P associadas com cada com-
plexo QRS. No bloqueio cardíaco de primeiro, segundo 
e terceiro graus, se tem ondas P em cada um desses 
instantes, embora algumas nào estejam associadas ao 
complexo QRS.
TFM12 144
58. C) A fibrilado atrial tem urna frequéncia cardíaca rá-
pida e irregular. As ondas P estao ausentes ou sào 
muito fracas. Os átrios exibem movimentos circulares, 
e o volume atrial é frequentemente aumentado, provo-
cando fibrilado atrial.
TFM12 151-152
59. A) Os movimentos circulares ocorrem no músculo 
ventricular particularmente se vocè tiver um corado 
dilatado ou urna diminuido na velocidade de condu-
d o . O aumento do potàssio extracelular e da estimula-
d o simpática, mas nào da estimulado parassimpática, 
elevam a tendència dos movimentos circulares. Um
37
UN
IDA
DE III
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UNIDADE III O Coraçâo
longo período refratário tende a evitar os movimentos 
circulares do cora^áo, porque quando os impulsos via-
jara ao redor do cora^áo e entram em contato com a 
área do músculo ventricular, que tem um período re-
fratário longo, o potencial de a<;áo para neste ponto.
TFM12 150
60. B) Um inicio repentino do bloqueio A-V, que vai e 
vem, é chamado de síndrome de Stokes-Adams. O 
paciente retratado aqui tem cerca de 75 ondas P/min, 
o que significa que os átrios estáo contraindo normal-
mente. Mas o bloqueio A-V que ocorre permite que 
somente 35 ondas QRS ocorram a cada minuto.
TFM12 145
61. D) Por definido, o bloqueio cardíaco A-V de primeiro 
grau ocorre quando o intervalo P-R excede um valor de 
0,20 s, mas sem queda ñas ondas QRS. Na figura a seguir, 
o intervalo P-R é cerca de 0,30 s, o que é consideravel- 
mente prolongado. Entretanto, nao há queda das ondas 
QRS. Durante o bloqueio A-V de segundo grau ou o 
bloqueio A-V de terceiro grau, as ondas QRS caem.
!!
TFM12 144
62. E) Observe que as contraçôes prematuras ventricula- 
res (CPVs) tém ondas QRS largas e altas no ECG. O 
eixo elétrico médio da contraçâo prematura pode ser 
determinado traçando estes ampios complexos QRS 
nas derivaçôes do membro-padráo. A CPV tem ori- 
gem na terminaçâo negativa do eixo elétrico médio 
resultante, que está na base do ventrículo. Observe que 
a QRS da CPV é mais ampia e muito mais alta que as 
ondas QRS normáis nesse ECG.
TFM12 147
63. B) Esse paciente tem flutter atrial caracterizado por 
várias ondas P para cada complexo QRS. No ECG, 
vocé observa algumas áreas que tém duas ondas P para 
cada QRS e outras áreas que tém très ondas P para
38
cada QRS. Observe a frequéncia cardíaca rápida, a qual 
é característica do flu tter atrial, e os intervalos R-R ir-
regulares.
TFM12 152
64. E) A frequéncia ventricular média é 120 bpm neste 
ECG, típico de flu tter atrial. Mais urna vez, observe 
que a frequéncia cardíaca é irregular devido á incapa- 
cidade dos impulsos de passar rápidamente através do 
nó A-V por causa do seu período refratário.
TFM12 123
65. A) A fibrila<;áo atrial tem urna frequéncia cardíaca rá-
pida e irregular. As ondas P estáo ausentes ou sao 
muito fracas. Os átrios apresentam movimentos circu-
lares, e frequentemente estáo muito alargados, provo-
cando fibrila<;áo atrial.
TFM12 151-152
66. C) A fibrila<;áo atrial ocorre frequentemente com pa-
cientes que apresentam alargamento atrial. Isso causa 
urna tendéncia maior para a ocorréncia dos movimen-
tos circulares. O batimento ventricular é irregular 
porque os impulsos chegam rápidamente ao nó A-V; 
entretanto, muitas vezes o nó A-V está no período re-
fratário. Portanto, o nó A-V náo passará um segundo 
impulso até aproximadamente 0,35 decorridos após 
um impulso anterior. Também há um intervalo variá- 
vel quando os impulsos atriais chegam ao nó A-V. Isso 
resulta em urna pulsa^áo bastante irregular, mas muito 
rápida com urna frequéncia de 125 a 150 bpm.
TFM12 151-152
67. E) O termo paroxística significa que a frequéncia car-
díaca torna-se rápida em paroxismo, com estes paro-
xismos comeando de forma abrupta e perdurando 
por alguns segundos, poucos minutos, poucas horas 
ou muito mais tempo. Entáo o paroxismo geralmente 
termina repentinamente do mesmo modo que come- 
<;ou e o marca-passo retorna para o nó S-A. O meca-
nismo pelo qual se acredita que isto ocorre é através de 
urna via de feed b ack de movimentos circulares reen-
trantes que cria urna área de auto excitado repetida no 
local. O ECG mostra a taquicardia ventricular paroxís-
tica. A origem no ventrículo pode ser determinada por 
causa das mudanzas no complexo QRS que tem alta 
voltagem e aparece muito diferente dos complexos 
QRS de comportamento normal. Isso é muito caracte-
rístico de um ventrículo com locáis irritáveis.TFM12 149
68. C) Observe nesse ECG que urna onda P precede cada 
um dos quatro primeiros complexos QRS. Em seguida 
observamos urna onda P, mas urna onda QRS caída. Isso 
é característico do bloqueio A-V de segundo grau.
TFM12 145
69. B) Um cora^áo dilatado eleva o risco de ocorréncia de 
fibrila<;áo ventricular por causa de um aumento na
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possibilidade de movimentos circulares. Também, se a 
velocidade de condugáo diminuí, levará mais tempo 
para o impulso propagar-se ao redor do cora^áo, o que 
diminuí o risco de fibrilagáo ventricular. A exposi^áo 
do cora^áo á corrente alternada de 60 ciclos ou a admi-
nistrado de epinefrina aumentam a irritabilidade do 
coragáo. Se o período refratário foi longo, a possibili-
dade das vias do tipo reentrantes diminuí, porque 
quando o impulso trafega ao redor do corat^áo, os ven-
trículos permanecem em um período refratário.
TFM12 149
70. A) O risco de ocorréncia de fibrila^áo ventricular 
aumenta em um cora^áo exposto a urna corrente al-
ternada de 60 ciclos. Ocorre um período refratário 
ventricular encurtado e urna condu^áo diminuida 
através do músculo cardíaco, o que aumenta a proba- 
bilidade de vias de reentráncia. Portanto, quando o 
estímulo elétrico propaga-se ao redor do corad 0 e 
alcanza o músculo ventricular que foi mais urna vez 
inicialmente estimulado, o risco de fibrila^áo ventri-
cular aumenta se este músculo tiver um curto pe-
ríodo refratário.
TFM12 150
71. A) A pulsad0 imediatamente após urna co n tra jo 
prematura atrial enfraquece porque o período diastó- 
lico é muito curto nessa condid0- Portanto, o tempo 
de enchimento ventricular é muito curto, e assim o 
volume sistólico diminuí. A onda P é geralmente visível 
nessa arritmia, exceto quando ela coincide com o com-
plexo QRS. A probabilidade destas contrates prema-
turas aumenta ñas pessoas com irritado tóxica do 
corad0 e com áreas localizadas de isquemia.
TFM12 146
72. E) A frequéncia cardíaca pode ser determinada divi- 
dindo o intervalo R-R por 60, o que lhe dá um valor de 
150 bpm. Isso é taquicardia, definida como urna fre-
quéncia cardíaca maior do que 100 bpm.
TFM12 123
73. A) A relad0 entre as ondas P e os complexos QRS 
parece normal e nao há falta de batimentos. Portanto, 
esse paciente tem ritmo sinoatrial, e nao há bloqueio 
cardíaco. Também nao existe depressáo do segmento 
ST neste paciente. Urna vez que nós temos as ondas P, 
QRS e T normáis, essa condid0 é taquicardia sinoa-
trial.
TFM12 143
74. B) Durante um ataque da síndrome de Stokes-Adams o 
bloqueio A-V total começa de repente, e sua duraçâo 
pode variar de uns poucos segundos até várias semanas. 
O novo marca-passo do coraçâo é distal ao ponto de 
bloqueio, mas é geralmente o no A-V ou o feixe A-V.
TFM12 143
75. C) Durante a taquicardia paroxística atrial o impulso é 
iniciado por um foco ectópico em algum lugar nos 
átrios. Se o ponto de iniciaçâo foi próximo ao nó A-V 
a onda P trafega para trás em direçâo ao nó S-A e entáo 
para frente em direçâo aos ventrículos ao mesmo 
tempo. Portanto, a onda P será invertida.
TFM12 146
76. A) Esse ECG tem características de taquicardia paro-
xística atrial. Isso significa que a taquicardia pode vir e 
ir em tempos aleatorios. A forma básica do complexo 
QRS e a sua magnitude sâo claramente inalteradas em 
relaçâo aos complexos QRS normáis, o que elimina a 
possibilidade de taquicardia paroxística ventricular. 
Esse ECG nâo é característico de flutter atrial, visto que 
existe somente urna onda P para cada complexo QRS.
TFM12 148
77. E) Os bloqueios cardíacos de primeiro, segundo e ter- 
ceiro graus, assim como a taquicardia paroxística atrial, 
todos tém as ondas P no ECG. Entretanto, as ondas P 
nâo sâo geralmente evidentes durante a fibrilaçâo 
atrial, e a frequéncia cardíaca é irregular. Portanto, este 
ECG é característico de fibrilaçâo atrial.
TFM12 151-152
78. E) A frequéncia cardíaca desse paciente é 40 bpm, o 
que pode ser determinado dividindo o intervalo R-R 
por 60. Isso é característico de algum tipo de bloqueio 
A-V.
TFM12 123
79. E) Esse ECG é característico do bloqueio A-V com-
pleto, que também é chamado de bloqueio A-V de 
terceiro grau. As ondas P parecem estar totalmente 
dissociadas dos complexos QRS, visto que, ás vezes, 
existem très ondas P e, ás vezes, duas ondas P entre os 
complexos QRS. O bloqueio A-V de primeiro grau 
provoca um alongamento do intervalo P-R, e o blo-
queio A-V de segundo grau apresenta os intervalos P-R 
longos e queda dos batimentos. Entretanto, isso nâo 
parece estar ocorrendo nesse ECG, urna vez que nâo 
há relaçâo entre as ondas QRS e as ondas P.
TFM12 145
UNIDADE III O Coraçâo
39
UN
IDA
DE III
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U N I D A D E
A Circulado
1. Uma mulher saudável de 28 anos de idade está em posi- 
gáo supina e se levanta. Qual dos seguintes conjuntos de 
alteragóes cardiovasculares tem maior probabilidade de 
ocorrer?
Frequéncia Fluxo sanguíneo Resisténcia
cardíaca renal periférica total
A) T T T
B) T T
C) T
D) T T
E)
F) T
G) T T
H) 1 1 T
2. Um estudante de medicina do sexo masculino, saudável
e com 25 anos de idade faz um teste de esforgo físico em
uma academia de ginástica. Qual dos seguintes conjun-
tos de alteragóes fisiológicas tem maior probabilidade
de ocorrer nos músculos esqueléticos desse rapaz du-
rante o exercício físico?
Resisténcia Concentragao de Condutáncia
arteriolar adenosina vascular
A) T T T
B) T T
C) T
D) T T
E)
F) T
G) T T
H) 1 1 T
3. Uma mulher de 60 anos de idade tem sentido tontura há 
seis meses quando se levanta da cama de manha e 
quando fica em pé. A pressao arterial média é de 130/90 
mmHg na posigao deitada e 95/60 mmHg na posigao 
sentada. Qual dos seguintes conjuntos de alteragóes fi-
siológicas é esperado em resposta à mudanga da posigao 
supina para a posigao ereta?
Atividade dos nervos Atividade da Atividade 
parassimpáticos renina plasmática simpática
A) T T T
B) T T
C) T
D) T T
E)
F) T
G) T T
H) 1 1 T
4. Qual dos seguintes conjuntos de alteragóes fisiológicas t
esperado em resposta ao aumento do peptídeo natriuré-
tico atrial?
Excregao de
Angiotensina II Aldosterona sódio
A) T T T
B) T T
C) T
D) T T
E)
F) T
G) T T
H) 1 1 T
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UNIDADE IV A Circulagäo
5. Estao listadas abaixo as pressöes hidrostática e oncótica 
de um leito microvascular:
Pressao coloidosmótica do plasma = 25 mmHg 
Pressao hidrostática capilar = 25 mmHg 
Pressao hidrostática venosa = 5 mmHg 
Pressao arterial = 80 mmHg
Pressao hidrostática do líquido intersticial = - 5 mmHg 
Pressao coloidosmótica do intersticio = 10 mmHg 
Coeficiente de filtragáo capilar = 10 mL/min/mmHg 
Qual é a velocidade do movimento efetivo de líquido 
através da parede capilar?
A) 25 mL/min
B) 50 mL/min
C) 100 mL/min
D) 150 mL/min
E) 200 mL/min
6. Estao listadas abaixo as pressöes hidrostática e oncótica 
e a taxa de filtragáo através da parede de um capilar 
muscular:
Pressao hidrostática capilar (PC) = 25 mmHg 
Pressao coloidosmótica do plasma (n P) = 25 mmHg 
Pressao coloidosmótica do intersticio (n :) = 10 mmHg 
Pressao hidrostática do intersticio (P:) = - 5 mmHg 
Taxa de filtragáo capilar = 150 mL/min 
Qual é o valor do coeficiente de filtragáo capilar?
A) 0
B) 5
C) 10
D) 15
E) 20
7. A administragäo de um fármaco reduz o diámetro das 
arteríolas do leito vascular muscular de um animal de 
laboratório. Qual dos seguintes conjuntos de altera-
r e s fisiológicas é esperado em resposta a redugáo do 
diámetro?
Condutáncia
vascular Filtragáo capilar Fluxo sanguíneo
A) T T T
B) T T
C) T
D) T T
E)
F) T
G) T T
H) 1 1 T
8. Uma mulher de 35 anos visitou o médico da familia para 
ser examinada. Ela apresentou pressaoarterial de 160/75 
mmHg e frequéncia cardiaca de 74 bpm. Exames adicio- 
nais solicitados por um cardiologista revelaram que a 
paciente tem regurgitado aórtica moderada. Qual dos 
seguintes conjuntos de alteragóes se espera encontrar 
nessa paciente?
Pressao de pulso Pressao sistólica Volume sistólico
A) T T T
B) T T
C) T
D) T T
E)
F) T
G) T T
H) 1 1 T
9. Um homem de 65 anos de idade com história de insufi-
ciéncia cardíaca congestiva há 5 anos está sendo tratado
com um inibidor da enzima conversora da angiotensina
(ECA). Qual dos seguintes conjuntos de alteragóes se
espera que ocorra em resposta ao tratamento farmaco-
lógico com um inibidor da ECA?
Resisténcia
Pressao arterial Angiotensina II periférica total
A) T T T
B) T T
C) T
D) T T
E)
F) T
G) T T
H) 1 1 T
10. Estímulos cognitivos como a leitura, a resolugao de 
problemas e a conversagao aumentam significativa-
mente o fluxo sanguíneo cerebral. Qual das alternati-
vas, que exibem alteragóes nas concentragóes de subs- 
táncias presentes no tecido cerebral, traz a explicagao 
mais provável para o aumento do fluxo sanguíneo ce-
rebral?
Dióxido de carbono pH Adenosina
A) T T T
B) T T
C) T
D) T T
E)
F) T
G) T T
H) 1 1 T
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11. Um homem de 55 anos de idade com historia de saúde 
normal consulta seu médico para um check-up. O exa-
me físico revelou que sua pressáo arterial é de 170/98 
mmHg. Exames complementares indicaram hiper- 
tensäo renovascular como resultado de estenose no 
rim esquerdo. Qual dos seguintes conjuntos de adia-
dos é esperado nesse homem com hipertensáo reno- 
vascular?
Resisténcia 
periférica total
Atividade da 
renina do plasma
Concentrado de
aldosterona no 
plasma
A) t t t
B) t i t
C) t i i
D) t t i
E) i i i
F) i t i
G) i t t
H) i i t
12. Histamina é infundida na artèria braquial. Qual dos
seguintes conjuntos de alterares microcirculatórias se
espera observar no bra<;o que recebeu a infusáo?
Pressáo
Permeabilidade hidrostática Taxa de filtrado
do capilar à água capilar capilar
A) t t t
B) t t i
C) t i i
D) t i t
E) i i i
F) i i t
G) i t t
H) i t i
13. Bradicinina é infundida na artéria braquial de um ra-
paz de 22 anos de idade. Qual dos seguintes conjuntos
de alterares microcirculatórias se espera observar no
bra<;o que recebeu a infusáo?
Pressáo Pressáo
hidrostática hidrostática
capilar intersticial Fluxo de linfa
A) t t t
B) t t i
C) t i i
D) t i t
E) i i i
F) i i t
G) i t t
H) i t i
14. Qual dos seguintes eventos é provocado pelo aumento 
da tensào de cisalhamento em um vaso sanguíneo?
A) Dim inuito da produ^ao de endotelina
B) Dim inuito da produco de monofosfato cíclico de 
guanosina
C) Aumento da liberado de óxido nítrico
D) Aumento da producto de renina
E) Dim inuito da produgao de prostaciclina
15. Um homem de 72 anos de idade submeteu-se a urna 
cirurgia para a retirada de um tumor abdominal. Os 
exames histopatológicos revelaram que a massa tumo- 
ral continha grande número de vasos sanguíneos. Qual 
dos fatores abaixo se constituí, quando em quantidade 
aumentada, no estímulo mais provável para o cresci- 
mento de vasos em um tumor sólido?
A) Hormonio do crescimento
B) Concentrado de glicose no plasma
C) Fator de crescimento angiostatina
D) Concentrado de oxigénio nos tecidos
E) Fator de crescimento do endotèlio vascular
16. Em um leito vascular muscular, o diámetro de urna 
arteríola pré-capilar está aumentado. De qual dos se-
guintes fatores se espera que ocorra diminuido?
A) Taxa de filtrado capilar
B) Condutáncia vascular
C) Fluxo sanguíneo capilar
D) Pressáo hidrostática capilar
E) Resisténcia arteriolar
17. Sob condi^oes controladas, o fluxo em um vaso san-
guíneo é de 100 mL/min e o gradiente de pressáo é 50 
mmHg. Qual seria o fluxo aproximado nesse vaso se 
seu diámetro aumentasse em 50% e o gradiente de 
pressáo fosse mantido em 100 mmHg?
A) 100 mL/min
B) 150 mL/min
C) 300 mL/min
D) 500 mL/min
E) 700 mL/min
18. Urna mulher de 24 anos de idade deu à luz urna me-
nina de 2,95 kg. A recém-nascida recebeu o diagnós-
tico de ducto arterial patente. Qual dos seguintes con-
juntos de alteradas se espera observar nesse bebé?
UNIDADE IV A Circulado
Pressáo de pulso Volume sistòlico Pressáo sistòlica
A) t t t
B) t i t
C) t i i
D) t t i
E) i i i
F) i t i
G) i t t
H) i i t
43
UN
IDA
DE IV
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UNIDADE IV A Circulaçâo
19. Qual dos seguintes conjuntos de alterado es provavel- 
mente causará o maior movimento efetivo de sodio 
através da parede de um capilar muscular?
Permeabilidade Área da Diferença de
da parede ao superficie da concentraçâo
sòdio parede através da parede
A) ì í í
B) ì í i
C) ì i i
D) ì i í
E) i i i
F) i i í
G) i í í
H) i í i
20. Na consulta anual com seu médico da familia, um ho-
mem de 60 anos de idade apresentou pressâo arterial
média de 130 mmHg e frequéncia cardíaca de 78 bpm.
O nivel de colesterol plasmático estava acima do per-
centil 25, e ele recebeu o diagnóstico de aterosclerose.
Qual dos seguintes conjuntos de alterares se espera
encontrar nesse paciente?
Complacéncia
Pressâo de pulso arterial Pressâo sistòlica
A) í í î
B) í i î
C) í i i
D) í í i
E) i i i
F) i í i
G) i í î
H) i i î
21. Em um laboratorio de fisiologia cardiovascular, um
estudante de medicina isolou a artéria carótida de um
animal e estreitou parcialmente o diámetro dessa arté-
ria colocando um laço ao redor do vaso. Quai dos se-
guintes conjuntos de alteraçoes é esperado em resposta
à constriçâo da artéria carótida?
Atividade nervosaL Fluxo sanguíneo Resisténcia
simpática renal periférica total
A) í í î
B) í i î
C) í i i
D) í í i
E) i i i
F) i í i
G) i í î
H) i i î
22. Um catéter com balâo é avançado desde a veia cava 
superior até o coraçâo e inflado para aumentar a pres- 
sâo atrial em 5 mmHg. Qual dos seguintes fatores 
provavelmente aumentará em resposta à elevaçâo da 
pressâo atrial?
A) Peptídio natriurético atrial
B) Angiotensina II
C) Aldosterona
D) Atividade nervosa simpática renal
23. Em um leito vascular muscular, ocorre reduçâo do di-
ámetro de urna arteríola pré-capilar. Qual dos seguin-
tes eventos se espera que ocorra na microcirculaçâo?
A) Diminuiçâo da taxa de filtraçâo capilar
B) Aumento do volume intersticial
C) Aumento do fluxo linfático
D) Aumento da pressâo hidrostática capilar
E) Diminuiçâo da resisténcia arteriolar
24. Um homem de 50 anos de idade relata historia de hi- 
pertensáo há très anos. Queixa-se de fadiga e cáimbras 
musculares esporádicas. Náo há historia familiar de 
hipertensáo. O paciente náo teve outro problema mé-
dico significativo no passado. O exame físico revelou 
pressâo arterial de 168/104 mmHg. Os exames labora- 
toriais complementares indicam que o paciente tem 
hiperaldosteronismo primário. Qual dos seguintes con-
juntos de achados se espera encontrar nesse homem 
com hipertensáo por hiperaldosteronismo primário?
Volume do 
líquido 
extracelular
Atividade da 
renina do plasma
Concentraçâo de 
potàssio no 
plasma
A) î î î
B) î i î
C) î i i
D) î î i
E) i i i
F) i î i
G) i î î
H) i i î
25. Um homem de 72 anos de idade submeteu-se a urna 
cirurgia para a retirada de um tumor ab do minai. Os 
exames histopatológicos revelaram que a massa tumo- 
ral continha grande quantidade de vasos. Qual dos fa-
tores abaixo se constitui, quando em menor quanti-
dade, no estimulo mais provàvel para o crescimento de 
vasos em um tumor sòlido?
A) Hormònio do crescimento
B) Concentralo de glieose no plasma
C) Fator de crescimento angiostatina
D) Fator de crescimento do endotèlio vascular
E) Concentralo de oxigènio nos tecidos
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26. Em condi^òes controladas, o fluxo em um vaso sangui-
neo é de 100 mL/min sob gradiente de pressào de 50 
mmHg. Qual seria o fluxo aproximadonesse vaso se 
seu diàmetro aumentasse para quatro vezes o normal e 
o gradiente de pressào fosse mantido em 50 mmHg?
A) 300 mL/min
B) 1.600 mL/min
C) 1.000 mL/min
D) 16.000 mL/min
E) 25.600 mL/min
27. Em um laboratòrio de fisiologia cardiovascular, um 
estudante de medicina isolou a artèria carótida de um 
animal, próximo de sua bifurcado, e estreitou parcial-
mente o diàmetro dessa artèria colocando um la<;o ao 
redor do vaso. Qual dos seguintes conjuntos de altera-
r e s se espera que ocorra em resposta à constriño da 
artèria carótida?
Impulsos Atividade
nervosos médios nervosa Resisténcia
no seio carótido parassimpática periférica total
A) t t t
B) t i t
C) t i i
D) t t i
E) i i i
F) i t i
G) i t t
H) i i t
28. Um rapaz de 22 anos de idade deu entrada na emer-
gencia de um hospital depois de cortar urna artéria
importante em um acidente de motocicleta. Estima-se
que ele tenha perdido aproximadamente 700 mL de
sangue. Sua pressáo arterial é de 90/55 mmHg. Qual
dos seguintes conjuntos de alterares se espera encon-
trar em resposta á hemorragia sofrida por tal rapaz?
Frequéncia Atividade nervosa Resisténcia
cardíaca simpática periférica total
A) t t t
B) t i t
C) t i i
D) t t i
E) i i i
F) i t i
G) i t t
H) i i t
29. Um rapaz de 22 anos de idade apresenta fluxo sanguí-
neo muscular de 250 mL/min, hematócrito de 50, 
pressáo arterial média de 130 mmHg, pressáo venosa 
muscular de 5 mmHg e frequéncia cardíaca de 80 bpm. 
Qual das seguintes alternativas corresponde á resisten-
cia vascular aproximada no músculo desse rapaz?
A) 0,10 mmHg/mL/min
B) 0,20 mmHg/mL/min
C) 0,50 mmHg/mL/min
D) 1,00 mmHg/mL/min
E) 2,50 mmHg/mL/min
30. Urna mulher saudável de 28 anos de idade que estava 
na posi<;áo supina fica em pé. Esta mudanza provoca 
queda transitoria da pressáo arterial que é detectada 
pelos barorreceptores arteriais localizados no arco da 
aorta e nos seios caróticos. Qual dos seguintes conjun-
tos de alterares cardiovasculares tem maior probabi- 
lidade de ocorrer em resposta á ativa^áo dos barorre-
ceptores?
UNIDADE IV A Circulado
Pressáo média de For<;a de
enchimento co n tra jo Atividade nervosa
circulatorio cardíaca simpática
A) t t t
B) t i t
C) t i i
D) t t i
E) i i i
F) i t i
G) i t t
H) i i t
31. Em urna consulta com o médico da familia, urna mu-
lher de 35 anos apresentou pressáo arterial média de
105 mmHg e frequéncia cardíaca de 74 bpm. Exames
complementares solicitados por um cardiologista reve-
laram que a paciente tem estenose moderada da valva
da aorta. Qual dos seguintes conjuntos de alterares se
espera observar nesta paciente?
Pressáo de pulso Volume sistòlico Pressào sistòlica
A) t t t
B) t i t
C) t i i
D) t t i
E) i i i
F) i t i
G) i t t
H) i i t
45
UN
IDA
DE IV
booksmedicos.org
UNIDADE IV A CircuLaçâo
32. Um rapaz de 25 anos de idade deu entrada na emer- 
géncia de um hospital depois de cortar urna artéria 
importante em acidente sofrido em urna fazenda. Esti- 
ma-se que o paciente tenha perdido aproximadamente 
800 mL de sangue. Sua pressáo arterial média é de 65 
mmHg, e a frequéncia cardíaca está elevada em conse- 
quéncia da ativa^áo do reflexo quimiorreceptor. Espe- 
ra-se que a maior ativa^áo do reflexo quimiorreceptor 
seja causada por qual dos seguintes conjuntos de alte-
ra re s na concentrado plasmática?
Oxigénio Dióxido de carbono Hidrogéi
A) í t í
B) í i í
C) í i i
D) í t i
E) i i i
F) i t i
G) i t í
H) i i í
33. A elevado de qual dos seguintes fatores tende a au-
mentar o fluxo linfático?
A) Condutividade hidráulica da parede capilar
B) Pressáo coloidosmótica do plasma
C) Pressáo hidrostática capilar
D) Resisténcia arteriolar
E) A e C
34. Sob condides fisiológicas normáis, o fluxo sanguíneo 
para os músculos esqueléticos é determinado princi-
palmente por qual dos seguintes fatores?
A) Ñervos simpáticos
B) Angiotensina II
C) Vasopressina
D) Necessidades metabólicas
E) Pressáo osmótica capilar
35. Qual das seguintes substáncias plasmáticas é o princi-
pal fator que contribui para a pressáo coloidosmótica 
do plasma?
A) Cloreto de sodio
B) Glicose
C) Albúmina
D) Colesterol
E) Potássio
36. Urna estudante de medicina do sexo feminino, saudável 
e com 22 anos de idade faz um teste de esforzó físico em 
urna academia de ginástica. Qual dos seguintes fatores 
tem maior probabilidade de aumentar nos músculos 
esqueléticos da estudante durante o exercício físico?
A) Condutáncia vascular
B) Fluxo sanguíneo
C) Concentrado de dióxido de carbono
D) Diámetro arteriolar
E) Todos os fatores anteriores
37. Assumindo que os vasos A, B, C e D tém o mesmo
comprimente, qual deles tem o maior fluxo?
Vaso Gradiente de
sanguíneo pressáo Raio Viscosidade
A) 100 1 10
B) 50 2 5
C) 25 4 2
D) 10 6 1
38. Qual vaso sanguíneo tem resisténcia vascular mais
elevada?
Fluxo sanguíneo Gradiente de
Vaso sanguíneo (mL/min) pressáo (mmHg)
A) 1.000 100
B) 1.200 60
C) 1.400 20
D) 1.600 80
E) 1.800 40
39. Qual dos seguintes fatores, quando duplicado, causa
maior aumento no transporte de oxigénio através da
parede capilar?
A) Pressáo hidrostática capilar
B) Fendas intercelulares na parede capilar
C) Gradiente da concentrado de oxigénio
D) Pressáo coloidosmótica do plasma
E) Permeabilidade hidráulica da parede capilar
40. Qual dos seguintes vasos apresenta maior área total da 
sedo transversal do sistema circulatorio?
A) Aorta
B) Artérias pequeñas
C) Capilares
D) Vénulas
E) Veia cava
41. Qual dos seguintes componentes do sistema circulato-
rio contém a maior porcentagem do volume total de 
sangue?
A) Artérias
B) Capilares
C) Veias
D) Circulado pulmonar
E) Corado
42. Qual dos seguintes fatores, quando aumentado, reduz 
o fluxo sanguíneo em um vaso?
A) Gradiente de pressáo através do vaso
B) Raio do vaso
C) Pressáo coloidosmótica do plasma
D) Viscosidade do sangue
E) Concentrado de sodio no plasma
46 booksmedicos.org
43. Em qual dos seguintes segmentos do sistema circulato-
rio a velocidade do fluxo sanguineo é maior?
A) Aorta
B) Artérias
C) Capilares
D) Vénulas
E) Veias
44. Qual dos seguintes fatores, quando reduzido, tende a 
aumentar a pressào de pulso?
A) Pressào sistòlica
B) Volume sistòlico
C) Complacència arterial
D) Retorno venoso
E) Volume plasmático
45. Qual dos seguintes fatores, quando aumentado, tende 
a reduzir a taxa de filtra lo capilar?
A) Pressào hidrostática capilar
B) Pressào coloidosmótica do plasma
C) Pressào coloidosmótica do intersticio
D) Pressào hidrostática venosa
E) Diàmetro arteriolar
46. Qual dos seguintes fatores, quando aumentado, tende 
a elevar a taxa de filtra lo capilar?
A) Condutividade hidráulica da parede capilar
B) Resistència arteriolar
C) Pressào coloidosmótica do plasma
D) Pressào hidrostática do intersticio
E) Concentralo de sòdio no plasma
47. Qual dos seguintes fatores, quando reduzido, tende a 
aumentar o fluxo linfàtico?
A) Pressào hidrostática capilar
B) Pressào hidrostática do intersticio
C) Pressào coloidosmótica do plasma
D) Atividade da bomba linfàtica
E) Diàmetro arteriolar
48. Qual dos seguintes capilares tem a menor permeabili- 
dade capilar às moléculas do plasma?
A) Glomerulares
B) Hepáticos
C) Musculares
D) Intestinais
E) Encefálicos
49. Qual dos seguintes eventos tende a aumentar o movi-
mento efetivo da glieose através da parede de um ca-
pilar?
A) Aumento da concentralo de sòdio no plasma
B) Aumento da diferen^a de concentralo de glieose 
através da parede
C) Dim inuito da permeabilidade da parede à glieose
D) Dim inuito da àrea da superficie da parede sem 
aumento no número de poros
E) Diminuido da concentralo de potàssio no plasma.
50. Um homem de 65 anos de idade com insuficiencia 
cardíaca congestiva apresenta débito cardíaco de 4 L/ 
min, pressao arterial de 115/85 mmHg e frequéncia 
cardíacade 90 bpm. Exames complementares solicita-
dos por um cardiologista revelaram que a pressao no 
interior do átrio direito é de 10 mmHg. Qual dos se-
guintes fatores provavelmente está elevado nesse pa-
ciente?
A) Pressao coloidosmótica do plasma
B) Pressao coloidosmótica do intersticio
C) Pressao arterial
D) Débito cardíaco
E) Pressao hidrostática na veia cava
51. Qual das seguintes partes da circulado apresenta 
maior complacéncia?
A) Capilares
B) Artérias grandes
C) Veias
D) Aorta
E) Artérias pequeñas
52. Utilizando os dados apresentados abaixo, calcule o 
coeficiente de filtrado relativo ao leito capilar:
Pressao coloidosmótica do plasma = 30 mmHg 
Pressao hidrostática capilar = 40 mmHg 
Pressao hidrostática do intersticio = 5 mmHg 
Pressao coloidosmótica do intersticio = 5 mmHg 
Taxa de filtrado = 150 mL/min 
Pressao hidrostática venosa = 10 mmHg
A) 10 mL/min/mmHg
B) 15 mL/min/mmHg
C) 20 mL/min/mmHg
D) 25 mL/min/mmHg
E) 30 mL/min/mmHg
UNIDADE IV A Circulado
53. Qual dos seguintes conjuntos de alterares fisiológicas 
se espera que ocorra em urna pessoa que passa da po-
siçào supina para a posiçào ereta?
Pressào
hidrostática Frequéncia Fluxo sanguíneo
venosa ñas pernas cardíaca renal
A) í í í
B) í í i
C) í i i
D) i i i
E) i i í
F) i í í
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IDA
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UNIDADE IV A Circuiamo
54. O fluxo sanguineo para um tecido permanece relati-
vamente constante, mesmo quando hà redu^ào da 
pressào arterial (autorregula^ào). Qual dos seguintes 
eventos é esperado em resposta à redu^ào da pressào 
arterial?
A) Dim inuito da condutància
B) Dim inuito da concentralo de dióxido de car-
bono nos tecidos
C) Aumento da concentralo de oxigènio nos tecidos
D) Dim inuito da resistència vascular
E) Dim inuito do diàmetro arteriolar
55. Em que locai a tendència ao fluxo turbulento é maior?
A) Arteriolas
B) Capilares
C) Arteríolas pequeñas
D) Aorta
56. Qual dos seguintes eventos leva à autorregula^ào do 
fluxo sanguíneo nos tecidos em resposta ao aumento 
da pressào arterial?
A) Dim inuito da resistència vascular
B) Dim inuito inicial da tensào da parede vascular
C) Fornecimento excessivo de nutrientes, como oxi-
gènio, para os tecidos
D) Dim inuito do metabolismo tecidual
57. Qual das seguintes pressòes normalmente é negativa 
no leito capilar muscular das extremidades inferiores?
A) Pressào coloidosmótica do plasma
B) Pressào hidrostática capilar
C) Pressào hidrostática do intersticio
D) Pressào coloidosmótica do intersticio
E) Pressào hidrostática venosa
58. Qual dos seguintes eventos diminuì a pressào hidros-
tática venosa ñas pernas?
A) Aumento da pressào no àtrio direito
B) Gravidez
C) M ovimentalo dos músculos das pernas
D) Presenta de líquido ascítico no abdome
59. Qual é o principal processo envolvido no movimento de 
solutos, como o Na+, através da parede dos capilares?
A) Filtrado
B) Transporte ativo
C) Transporte vesicular
D) Difusáo
60. Qual dos seguintes fatores se movimenta mais rapida-
mente através da parede do capilar?
A) Sòdio
B) Albumina
C) Glieose
D) Oxigènio
61. Espera-se a diminuito de qual dos seguintes fatores em 
resposta ao aumento direto da pressào arterial renai?
A) Excre<;ào de água
B) Excre<;ào de sòdio
C) Volume do líquido extracelular
D) Taxa de filtra lo glomerular
E) Enchimento rápido dos ventrículos durante as fa-
ses inicial e mèdia da diàstole
62. A produco excessiva de qual dos seguintes fatores 
provavelmente leva à hipertensào crònica?
A) Peptidio natriurético atrial
B) Prostaciclina
C) Angiotensina II
D) Óxido nítrico
63. Espera-se a dim inuito de qual dos seguintes fatores 
em resposta ao aumento da ingestào de sòdio?
A) Angiotensina II
B) Óxido nítrico
C) Excre<;ào de sòdio
D) Peptideo natriurético atrial
64. Qual dos seguintes eventos se espera que ocorra em 
resposta à constriño da artèria renai?
A) Aumento da excre<;ào de sòdio
B) Dim inuito da pressào arterial
C) Dim inuito da liberalo de renina
D) Aumento de angiotensina II
65. Qual dos seguintes eventos resulta do aumento da 
pressào atrial?
A) Dim inuito do peptideo natriurético atrial no 
plasma
B) Aumento da concentralo de angiotensina II no 
plasma
C) Aumento da concentralo de aldosterona no 
plasma
D) Aumento da frequència cardiaca
66. Qual dos seguintes eventos se espera que ocorra 
durante a rea<;ào de Cushing causada por isquemia 
cerebral?
A) Aumento da atividade parassimpàtica
B) Dim inuito da pressào arterial
C) Dim inuito da frequència cardiaca
D) Aumento da atividade simpàtica
67. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequència na 
insuficiència cardíaca descompensada?
A) Aumento da perda renai de sòdio e água
B) Dim inuito da pressào mèdia de enchimento sistè-
mico
C) Aumento de norepinefrina nos ñervos simpáticos 
cardíacos
D) Ortopneia
E) Perda de peso
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68. Um inibidor da enzima conversora da angiotensina é 
administrado a um homem de 65 anos de idade com 
historia de hipertensáo há 20 anos. O fármaco reduz a 
pressáo arterial e eleva os níveis plasmáticos de renina 
e bradicinina. Qual dos seguintes eventos explica me- 
lhor a elevado da bradicinina plasmática?
A) Inibigáo da pré-pró-bradicinina
B) Diminuido da conversáo da angiotensina I em 
angiotensina II
C) Aumento da form ad0 de angiotensina II
D) Aumento da form ad0 de calicreína
E) Inibi^áo das cininases
69. Um homem de 60 anos de idade apresenta pressáo 
arterial média de 130 mmHg, frequéncia cardíaca de 
78 bpm, pressáo no átrio direito de 0 mmHg e débito 
cardíaco de 3,5 L/min. Também apresenta pressáo de 
pulso de 35 mmHg e hematócrito de 40. Qual é o valor 
aproximado da resisténcia vascular periférica total 
nesse homem?
A) 17 mmHg/L/min
B) 1,3 mmHg/L/min
C) 13 mmHg/L/min
D) 27 mmHg/L/min
E) 37 mmHg/L/min
70. No gráfico abaixo, com rela^áo as curvas do débito 
cardíaco e do retorno venoso representadas pelas li- 
nhas cheias vermelhas (com o equilibrio ocorrendo em
A), qual das seguintes afirmados é verdadeira?
A) A pressáo média de enchimento sistèmico é de 12 
m m H g
B) A pressáo no átrio direito é de 2 mmHg
C) A resisténcia ao retorno venoso é de 1,4 mmHg/ 
L/min
D) O fluxo arterial pulmonar é de aproximadamente 7 
L/min
E) A resisténcia ao retorno venoso é de 0,71 mmHg/ 
L/min
71. Um homem de 30 anos de idade está descansando, e 
seu fluxo eferente simpático aumenta até valores máxi-
mos. Qual dos seguintes conjuntos de alterados se 
espera que ocorra em resposta a esse aumento do fluxo 
eferente simpático?
UNIDADE IV A Circulado
Resisténcia ao 
retorno venoso
Pressáo média de 
enchimento 
sistèmico Retorno venoso
A) t t t
B) t i t
C) T i i
D) t t i
E) i i i
F) i t i
G) i t t
H) i i t
72. Se um paciente apresenta consumo de oxigénio de 240
mL/min, concentrado de oxigénio na veia pulmonar 
de 180 mL/L de sangue e concentrado de oxigénio na 
artèria pulmonar de 160 mL/L de unidades de sangue, 
qual é o débito cardíaco desse paciente em litros por 
minuto?
A) 8
B) 10
C) 12
D) 16
E) 20
73. Se o tórax de urna pessoa normal for aberto cirurgi- 
camente, o que acontecerá com a curva do débito 
cardíaco?
A) Desloca-se para a esquerda 2 mmHg
B) Desloca-se para a esquerda 4 mmHg
C) Desloca-se para a direita 2 mmHg
D) Desloca-se para a direita 4 mmHg
E) A curva náo se desloca
74. Qual dos seguintes eventos normalmente desloca a 
curva de débito cardíaco para a esquerda ao longo do 
eixo da pressáo no átrio direito?
A) Abertura cirúrgica do tórax
B) Tamponamento cardíaco grave
C) Respirado contra urna pressáo negativa
D) Tocar trómpete
E) Respirado com pressáo positiva
75. Qual dos seguintes eventos eleva o plato da curva do 
débito cardíaco?
A) Abertura cirúrgica da caixa torácica
B) Colocado de um paciente em ventilador mecá-
nico
C) Tamponamento cardíaco
D)Estimulado parassimpática crescente do corado
E) Estimulado simpática crescente do corado
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UNIDADE IV A Circulado
76. Qual dos seguintes eventos normalmente desloca a 
curva do débito cardíaco para a direita ao longo do 
eixo da pressào no àtrio direito?
A) Diminuito da pressào intrapleural para -6 mmHg
B) Aumento da pressào mèdia de enchimento sistè-
mico
C) A passagem de um paciente do ventilador mecá-
nico para a respiralo normal
D) Abertura cirúrgica do tórax
E) Respiralo contra urna pressào negativa
77. Qual dos seguintes eventos provavelmente diminuirà a 
pressào mèdia de enchimento sistèmico?
A) Administrado de norepinefrina
B) Aumento do volume de sangue
C) Aumento da estimulado simpática
D) Aumento da complacència venosa
E) Contrado dos músculos esqueléticos
78. Qual dos seguintes eventos normalmente está asso- 
ciado ao aumento do retorno venoso para o corado?
A) Diminuido da pressào mèdia de enchimento sis-
tèmico
B) Dilatado aguda de grandes veias
C) Diminuido do tònus simpàtico
D) Aumento da complacència venosa
E) Aumento do volume de sangue
79. Qual das curvas do gráfico a seguir (modificado de 
Guyton AC, Jones CE, Coleman TB: Circulatory Phy-
siology: Cardiac Output and Its Regulation, 2nd ed., 
Philadelphia: WB Saunders, 1973) corresponde à resis-
tènza mais alta ao retorno venoso?
A) Linha azul com pressào sistèmica mèdia (Psm) = 10
B) Linha verde com Psm = 10,5
C) Linha preta com Psm = 2,3
D) Linha vermelha com Psm = 7
80. Qual dos seguintes eventos normalmente està asso- 
ciado ao aumento do débito cardiaco?
A) Aumento da complacència venosa
B) Tamponamento cardiaco
C) Abertura cirúrgica do tórax
D) Anemia moderada
E) Estenose aòrtica grave
81. Em qual das seguintes condi<;òes normalmente se es-
pera encontrar diminuito do débito cardiaco?
A) Hipertireoidismo
B) Beribéri
C) Fístula A-V
D) Anemia
E) Infarto agudo do miocàrdio
82. No inicio dos exercícios físicos, qual dos seguintes 
eventos ocorre normalmente?
A) Diminuido do fluxo sanguíneo cerebral
B) Aumento da constriño venosa
C) Diminuido do fluxo sanguíneo coronariano
D) Dim inuito da pressào mèdia de enchimento sistè-
mico
E) Aumento dos impulsos parassimpáticos para o co-
rado
83. Qual dos seguintes eventos geralmente aumenta o ni-
vel do plato da curva do débito cardíaco?
A) Miocardite
B) Tamponamento cardíaco grave
C) Dim inuito da estimulado parassimpática do co-
rado
D) Infarto do miocàrdio
E) Estenose da valva atrioventricular esquerda
84. Quando urna pessoa realiza exercícios físicos durante 
1 hora, em qual dos seguintes órgàos a diminuido do 
fluxo sanguíneo é menor?
A) Cérebro
B) Intestinos
C) Rins
D) Músculo esquelético náo envolvido nos exercícios
E) Páncreas
85. Qual dos seguintes fatores aumenta o risco de eventos 
cardíacos adversos?
A) Baixos níveis sanguíneos de LDL
B) Baixos níveis sanguíneos de HDL
C) Sexo feminino
D) Hipotensáo moderada
E) Baixos níveis sanguíneos de triglicerídios
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86. Qual dos seguintes agentes vasoativos geralmente é o 
principal controlador do fluxo sanguineo coronariano?
A) Adenosina
B) Bradicinina
C) Prostaglandinas
D) Dióxido de carbono
E) íons potàssio
87. Durante um esforgo fisico leve, um homem de 70 anos 
de idade sofre um infarto do miocàrdio induzido por 
isquemia e morre por fibrilagào ventricular. Nesse pa-
ciente, qual fator provavelmente aumentou a tendencia 
do corado de fibrilar depois do infarto?
A) Aumento da estimulado parassimpática do corado
B) Diminuido do diàmetro ventricular
C) Concentrado baixa de potàssio no liquido extrace- 
lular do corado
D) Potencial de membrana ventricular mais negativo
E) Corrente de lesào proveniente da àrea lesada
88. Qual das seguintes afirmados sobre o fluxo sanguineo 
coronariano é mais precisa?
A) O fluxo sanguineo coronariano normal durante o 
repouso é de 500 mL/min
B) A maior parte do fluxo ocorre durante a sistole
C) Durante a sístole, a redudo percentual do fluxo 
subendocàrdico é maior que a redudo percentual 
do fluxo epicàrdico
D) A liberado de adenosina normalmente diminuì o 
fluxo coronariano
89. Qual das seguintes condides normalmente causa va- 
sodilatado arteriolar durante os exercícios físicos?
A) Diminuido da concentrado de ions potàssio no 
plasma
B) Aumento da liberado de histamina
C) Diminuido da concentrado de óxido nitrico no 
plasma
D) Aumento da concentrado de adenosina no plasma
E) Diminuido da osmolalidade plasmática
90. Qual dos seguintes leitos vasculares sofre maior vaso- 
constrido em urna pessoa que está próxima do final de 
urna corrida de 10 km?
A) Cerebral
B) Coronariano
C) Dos músculos em exercicio
D) Intestinal
E) Cutàneo
91. Qual dos seguintes vasos sanguíneos é responsável 
pelo transporte da maior parte do fluxo sanguineo ve-
noso que deixa o músculo ventricular do corado?
A) Veias cardíacas anteriores
B) Seio coronàrio
C) Veias bronquiais
D) Veia àzigo
E) Veias cardíacas mínimas (veias de Tebésio)
92. Um homem de 70 anos de idade, pesando 100 kg e 
apresentando pressào arterial de 160/90 mmHg rece- 
beu do seu médico o diagnòstico de dor anginosa cau-
sada por isquemia do miocàrdio. Qual dos seguintes 
tratamentos seria benéfico para esse homem?
A) Aumento do càlcio na alimentado
B) Exercícios isométricos
C) Administrado de um estimulador dos receptores 
beta-1
D) Infusào de angiotensina II
E) Nitroglicerina
93. Qual dos seguintes eventos ocorre normalmente du-
rante os exercícios físicos?
A) Dilatado arteriolar dos músculos nào envolvidos 
nos exercícios
B) Diminuido do fluxo eferente simpático
C) Veno constrido
D) Diminuido da liberado de epinefrina pelas su- 
prarrenais
E) Diminuido da liberado de norepinefrina pelas 
suprarrenais
94. Qual dos seguintes eventos é a causa mais frequente de 
redudo do fluxo sanguíneo coronariano nos pacientes 
com cardiopatia isquémica?
A) Aumento da liberado de adenosina
B) Aterosclerose
C) Espasmo das artérias coronárias
D) Aumento do tonus simpático das artérias coro-
nárias
E) Oclusào do seio coronàrio
95. Qual dos seguintes tratamentos é aceitável para pa-
cientes que sofreram infarto agudo do miocàrdio?
A) Exercícios físicos diários
B) Estimulado dos receptores beta
C) Interrupdo da ingestáo de nitroglicerina
D) Interrupdo da ingestáo de aspirina
E) Angioplastia coronariana
96. Qual dos seguintes tratamentos é recomendado para 
um paciente com isquemia do miocàrdio?
A) Uso de estimulado dos receptores alfa
B) Interrupdo do medicamento para pressào arterial 
alta
C) Perda do excesso de peso
D) Infusào de angiotensina II
E) Exercícios físicos isométricos
97. Qual dos seguintes eventos é urna das principáis cau-
sas de morte depois de um infarto do miocàrdio?
A) Aumento do débito cardíaco
B) Diminuido do volume intersticial pulmonar
C) Fibrilado do corado
D) Aumento da contratilidade cardíaca
UNIDADE IV A Circulado
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UNIDADE IV A Circulado
98. Qual das seguintes afirm ares sobre os resultados da 
estimulado simpática é mais precisa?
A) O fluxo epicárdico aumenta
B) A resistència venosa diminuí
C) A resistència arteriolar diminuí
D) A frequéncia cardíaca diminuí
E) Os reservatórios venosos sofrem vasoconstri^áo
99. Qual dos seguintes eventos normalmente está asso- 
ciado aos estágios crónicos da insuficiéncia cardíaca 
compensada? Suponha que o paciente esteja em re- 
pouso.
A) Dispneia
B) Diminuido da pressào no àtrio direito
C) Diminuido da frequéncia cardíaca
D) Sudorese
E) Aumento da pressào mèdia de enchimento sistè-
mico
100. Qual dos seguintes eventos ocorre normalmente na 
insuficiéncia cardíaca direita unilateral?
A) Aumento da pressào na artèria pulmonar
B) Aumento da pressào no àtrio esquerdo
C) Aumentoda pressào no àtrio direito
D) Edema pulmonar
E) Aumento da pressào mèdia de enchimento pul-
monar
101. Qual dos seguintes eventos normalmente causa re- 
tendo renal de sòdio ou água durante a insuficiéncia 
cardíaca compensada?
A) Diminuido da formado de angiotensina II
B) Diminuido da formado de aldosterona
C) Vasodilatado simpática das arteríolas aferentes
D) Elevado da taxa de filtrado glomerular
E) Aumento da formado de ADH
102. Qual das seguintes ad es normalmente é benéfica 
para um paciente com edema agudo de pulmáo?
A) Infusáo de um fármaco vasoconstritor
B) Infusáo de urna soludo eletrolítica balanceada
C) Administrado de furosemida
D) Administrado de um broncoconstritor
E) Infusáo de sangue total
103. Um homem de 60 anos de idade teve um ataque car-
díaco há 2 dias, e desde entào sua pressào arterial 
continua a cair. Neste momento, está em choque car-
diogènico. Qual dos seguintes tratamentos é mais 
benéfico?
A) Colocar torniquetes nos quatro membros
B) Administrar um inibidor simpático
C) Administrar furosemida
D) Administrar um expansor de volume sanguíneo
E) Aumentar o sòdio da alimentado
104. Se um paciente do sexo masculino e com 21 anos de 
idade tem reserva cardíaca de 300% e débito cardíaco 
máximo de 16 L/min, qual é o valor de seu débito 
cardíaco em repouso?
A) 3 L/min
B) 4 L/min
C) 5,33 L/min
D) 6 L/min
E) 8 L/min
105. Qual dos seguintes eventos ocorre na insuficiéncia 
cardíaca e aumenta a excredo renal de sòdio?
A) Aumento da liberado de aldosterona
B) Aumento da líber ado do fator natriur ético atrial
C) Redudo da taxa de filtrado glomerular
D) Aumento da liberado de angiotensina II
E) Redudo da pressào arterial mèdia
106. Qual dos seguintes tratamentos é apropriado para um 
paciente em choque cardiogènico?
A) Colocado de torniquetes nos quatro membros
B) Drenar moderadamente o sangue do paciente
C) Administrado de furosemida
D) Infusáo de um fármaco vasoconstritor
107. Qual das seguintes condirò es normalmente acompa- 
nha a insuficiéncia cardíaca direita aguda unilateral?
A) Aumento da pressào no àtrio direito
B) Aumento da pressào no àtrio esquerdo
C) Aumento do débito urinàrio
D) Aumento do débito cardíaco
E) Aumento da pressào arterial
108. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequéncia na 
insuficiéncia cardíaca descompensada?
A) Edema do músculo cardíaco
B) Aumento de norepinefrina nos ñervos simpáticos 
cardíacos
C) Aumento de càlcio no retículo sarcoplasmático 
das células musculares cardíacas
D) Redu^ào da pressào no àtrio direito
E) E levalo da pressào arterial
109. Qual das seguintes a<;óes é normalmente benéfica 
para os pacientes com edema agudo de pulmáo?
A) Colocado de torniquetes nos quatro membros
B) Infusáo de plasma
C) Infusáo de dextrana
D) Infusáo de norepinefrina
E) Infusáo de angiotensina II
110. Qual dos seguintes eventos está associado à insufi-
ciéncia cardíaca compensada?
A) Aumento do débito cardíaco
B) Aumento do volume de sangue
C) Redu^ào da pressào mèdia de enchimento sistè-
mico
D) Pressào normal no àtrio direito
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111. Qual das seguintes condi^òes normalmente está asso- 
dada a elevalo da pressào mèdia de enchimento 
sistèmico?
A) Diminuido do volume de sangue
B) Insuficiencia cardíaca congestiva
C) In ib ito simpática
D) D ilatalo venosa
112. Qual das seguintes condi^òes ocorre normalmente 
durante as fases iniciáis da insuficiència cardíaca 
compensada?
A) Aumento da pressào no àtrio direito
B) Frequència cardíaca normal
C) Dim inuito da liberalo de angiotensina II
D) Dim inuito da liberalo de aldosterona
E) Aumento do débito urinàrio de sòdio e água
113. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequència na 
insuficiència cardíaca descompensada?
A) Hipertensào
B) Elevalo da pressào mèdia de enchimento pulmonar
C) Redud0 da pressào capilar pulmonar
D) Aumento do débito cardiaco
E) Aumento da norepinefrina nas terminados dos 
ñervos simpáticos cardíacos
114. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequència na 
insuficiència cardíaca descompensada?
A) Aumento da perda renal de sòdio e água
B) Diminuido da pressào mèdia de enchimento sis-
tèmico
C) Aumento de norepinefrina nos ñervos simpáticos 
cardíacos
D) Ortopneia
E) Perda de peso
115. Um homem de 80 anos de idade, paciente em um 
centro médico universitàrio, recebeu o diagnóstico de 
sopro cardíaco. A radiografia de tórax mostra o cora-
d o aumentado, mas auséncia de líquido nos pul- 
moes. O eixo elétrico mèdio do QRS do ECG está em 
170°. A pressào de oclusáo pulmonar está normal. 
Qual é o diagnóstico?
A) Estenose da valva atrioventricular esquerda
B) Estenose aórtica
C) Estenose da valva pulmonar
D) Estenose da valva atrioventricular direita
E) Regurgitado da valva atrioventricular esquerda
116. Qual dos seguintes eventos está associado à segunda 
bulha cardíaca?
A) Enchimento rápido dos ventrículos como resul-
tado da contrado atrial
B) Fechamento das valvas AV
C) Fechamento da valva do tronco pulmonar
D) Abertura das valvas AV
E) Enchimento rápido dos ventrículos entre as fases 
inicial e mèdia da diàstole
117. Urna mulher de 40 anos de idade recebeu o diagnós-
tico de sopro cardíaco. Na ausculta desse sopro per- 
cebe-se um som de alta frequéncia, sibilante “como o 
vento” no ventrículo esquerdo. A radiografía de tórax 
mostra um corado de tamanho aumentado. A pres- 
sáo arterial na aorta é de 140/40 mmHg. Qual é o 
diagnóstico?
A) Estenose da valva da aorta
B) Regurgitado na valva da aorta
C) Estenose da valva pulmonar
D) Estenose da valva atrioventricular esquerda
E) Regurgitado na valva atrioventricular direita
118. Em qual dos seguintes distúrbios ocorre normal-
mente hipertrofia do ventrículo esquerdo?
A) Regurgitado na valva pulmonar
B) Regurgitado na valva atrioventricular direita
C) Estenose da valva atrioventricular esquerda
D) Estenose da valva atrioventricular direita
E) Estenose aórtica
119. Qual dos seguintes sopros cardíacos é auscultado 
durante a sístole?
A) Regurgitado na valva da aorta
B) Regurgitado na valva pulmonar
C) Estenose da valva atrioventricular direita
D) Estenose da valva atrioventricular esquerda
E) Ducto arterial patente
120. Em qual dos seguintes sopros cardíacos mencionados 
abaixo, é mais provável a ocorréncia de um aumento 
na pressáo do átrio esquerdo?
A) Estenose da valva atrioventricular direita
B) Regurgitado na valva pulmonar
C) Regurgitado na valva atrioventricular esquerda
D) Regurgitado na valva atrioventricular direita
121. Urna mulher de 50 anos de idade, paciente em um 
centro médico universitário, recebeu o diagnóstico de 
sopro cardíaco. A ausculta desse sopro com frequén-
cia relativamente baixa tem ausculta máxima sobre o 
segundo espado intercostal á direita do esterno. A 
radiografía de tórax mostra o corado aumentado. O 
eixo elétrico médio do QRS do ECG está em -45°. O 
diagnóstico é
A) Estenose da valva atrioventricular esquerda
B) Estenose da valva da aorta
C) Estenose da valva pulmonar
D) Estenose da valva atrioventricular direita
E) Regurgitado na valva atrioventricular direita
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IDA
DE IV
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122. Um homem de 29 anos de idade recebeu o diagnòs-
tico de sopro cardíaco. O eixo elétrico mèdio do QRS 
do ECG está em 165°. O teor de oxigènio no sangue 
arterial está normal. Qual das seguintes condi^oes é o 
diagnóstico provável?
A) Estenose aórtica
B) Regurgitado na valva da aorta
C) Estenose da valva pulmonar
D) Estenose da valva atrioventricular esquerda
E) Tetralogia de Fallot
123. Em qual das seguintes condi^oes ocorre normalmente 
hipertrofia do ventrículo direito?
A) Tetralogia de Fallot
B) Estenose aórtica leve
C) Insuficiéncia aórtica leve
D) Estenose da valva atrioventricular esquerda
E) Estenose da valva atrioventricular direita124. Qual das seguintes condides está associada a um sopro 
cardíaco que é auscultado apenas durante a sístole?
A) Ducto arterial patente
B) Estenose da valva atrioventricular esquerda
C) Estenose da valva atrioventricular direita
D) Defeito do septo interventricular
E) Regurgitado na valva da aorta
125. Qual das seguintes condides é mais provável apresen-
tar baixas concentrad es de oxigènio no sangue arterial?
A) Tetralogia de Fallot
B) Estenose da artèria pulmonar
C) Insuficiéncia da valva atrioventricular direita
D) Ducto arterial patente
E) Estenose da valva atrioventricular direita
126. Qual dos seguintes eventos está associado à primeira 
bulha cardíaca?
A) Entrada rápida de sangue nos ventrículos como 
resultado da contrado atrial
B) Fechamento das valvas AV
C) Fechamento da valva pulmonar
D) Abertura das valvas AV
E) Enchimento rápido dos ventrículos ñas fases ini-
cial e mèdia da diàstole
127. Urna mulher de 50 anos de idade foi submetida a um 
ecocardiograma. Os resultados indicaram que o ven-
trículo direito está espessado. Outros dados revela-
ran! que a concentrado de oxigènio no sangue arte-
rial está muito baixa e que as pressóes sistólicas sao 
iguais em ambos os ventrículos. Que condi^áo apre-
senta essa paciente?
A) Defeito do septo interventricular
B) Tetralogia de Fallot
C) Estenose da valva pulmonar
D) Regurgitado na valva do tronco pulmonar
E) Ducto arterial patente
128. Qual das seguintes condides está associada a um 
sopro cardíaco que é auscultado apenas durante a 
diàstole?
A) Ducto arterial patente
B) Regurgitado na valva atrioventricular esquerda
C) Estenose da valva atrioventricular direita
D) Defeito no septo interventricular
E) Estenose aórtica
129. Qual dos seguintes eventos está associado à terceira 
bulha cardíaca?
A) Enchimento rápido dos ventrículos causado pela 
contrado atrial
B) Fechamento das valvas AV
C) Fechamento da valva pulmonar
D) Abertura das valvas AV
E) Enchimento rápido dos ventrículos ñas fases ini-
cial e mèdia da diàstole
130. Qual das seguintes condi^oes ocorre com frequència 
no choque hemorrágico progressivo?
A) Aumento da permeabilidade capilar
B) Mecanismo de relaxamento por estresse das 
veias
C) Alcalose tecidual
D) Aumento do débito urinàrio
E) Aumento da pressào mèdia de enchimento sistè-
mico
131. Em qual das seguintes condi(;òes a administrado de 
um fármaco simpatomimético é o tratamento de es- 
colha para impedir o choque?
A) Lesáo da medula espinal
B) Choque causado por vómitos excessivos
C) Choque hemorrágico
D) Choque causado por excesso de diuréticos
132. Urna mulher de 30 anos de idade dá entrada na emer- 
géncia de um centro médico universitàrio com queixa 
de vómitos excessivos. Apresenta pele pálida, taqui-
cardia, pressào arterial de 80/50 e dificuldade para 
andar. Que tratamento vocè recomendaría para im-
pedir o choque?
A) Infusào de concentrado de hemàcias
B) Administrado de um anti-histaminico
C) Infusào de urna so lu to balanceada de eletrólitos
D) Infusào de um fàrmaco simpatomimético
E) Administrado de um glicocorticoide
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133. Um homem de 65 anos de idade dà entrada na sala de 
emergència local alguns minutos depois de receber 
urna vacina contra a gripe. Apresenta-se pálido, ta- 
quicárdico, com pressào arterial de 80/50 e dificul- 
dade para andar. Qual tratamento voce recomendaría 
para evitar o choque?
A) Infusào de sangue
B) Administrado de um anti-histaminico
C) Infusào de urna solu^áo balanceada de eletrólitos, 
corno soro fisiològico
D) Infusào de um fàrmaco simpatomimético
E) Administrado de um ativador do plasminogènio 
tecidual
134. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequència no 
choque hemorrágico compensado? Suponha que a 
pressào sistòlica seja de 48 mmHg.
A) Diminuido da frequència cardiaca
B) Mecanismo de relaxamento por estresse das veias
C) Diminuido da liberado de ADH
D) Diminuido da absor^ào de líquido intersticial 
pelos capilares
E) Resposta isquémica do SNC
135. Se um paciente que está se submetendo a urna ra- 
quianestesia apresentar forte queda da pressào arte-
rial e entrar em choque, qual será o tratamento de 
escolha?
A) Infusào de plasma
B) Infusào de sangue
C) Infusào de soludo salina
D) Infusào de glicocorticoide
E) Infusào de fàrmaco simpatomimético
136. Um rapaz de 25 anos de idade dà entrada no setor de 
emergència depois de sofrer um acídente de motoci-
cleta. Suas roupas estào bastante ensanguentadas, e 
sua pressào arterial caiu para 70/40. A frequència 
cardiaca é de 120, e a frequència respiratòria de 30 
respira<des/min. Qual dos seguintes tratamentos se-
ria recomendado pelo médico?
A) Infusào de sangue
B) Infusào de plasma
C) Infusào de urna soludo balanceada de eletrólitos
D) Infusào de um fàrmaco simpatomimético
E) Administrado de um glicocorticoide
137. Em que tipo de choque ocorre com frequència au-
mento do débito cardiaco?
A) Choque hemorrágico
B) Choque anafilático
C) Choque séptico
D) Choque neurogènico
138. Um rapaz de 20 anos de idade dá entrada na emer-
gencia local com um ferimento por arma de fogo e 
hemorragia. Apresenta pele pálida, taquicardia, pres- 
sáo arterial de 80/50 e dificuldade para andar. Infeliz-
mente, o banco de sangue nao tem sangue total. Qual 
dos seguintes tratamentos o médico recomendaría 
para impedir o choque?
A) Administrado de glicocorticoide
B) Administrado de anti-histamínico
C) Infusáo de urna soludo balanceada de eletrólitos
D) Infusáo de um fármaco simpatomimético
E) Infusáo de plasma
139. Urna menina de 10 anos de idade, internada em um 
hospital, apresenta obstrudo intestinal e pressáo ar-
terial diminuida para 70/40. A frequéncia cardíaca é 
de 120 bpm e a frequéncia respiratoria é de 30 respi-
rado es/min. Qual dos seguintes tratamentos seria re-
comendado pelo médico?
A) Infusáo de sangue
B) Infusáo de plasma
C) Infusáo de urna soludo balanceada de eletrólitos
D) Infusáo de um fármaco simpatomimético
E) Administrado de glicocorticoide
140. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequéncia 
durante o choque progressivo?
A) Áreas focáis de necrose no fígado
B) Diminuido da tendéncia do sangue a coagular
C) Aumento do metabolismo da glicose
D) Diminuido da liberado de hidrolases pelos Usos- 
somos
E) Diminuido da permeabilidade capilar
141. A liberado de qual das seguintes substáncias causa 
vasodilatado e aumento da permeabilidade capilar 
durante o choque anafilático?
A) Histamina
B) Bradicinina
C) Óxido nítrico
D) Fator natriurético atrial
E) Adenosina
142. Qual dos seguintes eventos é urna característica do 
choque hemorrágico progressivo?
A) Coágulos de sangue no interior de pequeños va-
sos sanguíneos
B) Aumento da atividade das mitocóndrias do fígado
C) Diminuido da atividade dos lisossomos
D) Diminuido do transporte ativo de sodio
E) Alcalose tecidual
UNIDADE IV A Circulado
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DE IV
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UNIDADE IV A Circulado
143. Um homem de 70 anos de idade dá entrada no setor 
de emergéncia de um hospital com forte diarreia. 
Apresenta palidez, taquicardia, pressáo arterial de 
80/50 e dificuldade para andar. Qual dos seguintes 
tratamentos seria recomendado pelo médico para 
impedir o choque?
A) Infusáo de sangue
B) Administrado de anti-histamínico
C) Infusáo de urna so lu to balanceada de eletrólitos
D) Infusáo de um fármaco simpatomimético
E) Administrado de glicocorticoide
144. Urna mulher de 60 anos de idade apresenta queima- 
dura grave, pressáo arterial de 70/40 e frequéncia 
cardíaca de 130 bpm. Qual dos seguintes tratamentos 
seria recomendado pelo médico como tratamento 
inicial?
A) Infusáo de sangue
B) Infusáo de plasma
C) Infusáo de urna soludo balanceada de eletrólitos
D) Infusáo de um fármaco simpatomimético
E) Administrado de glicocorticoide
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RESPOSTAS
1. B)A mudanga da posigao supina para a posigao ortos- 
tática provoca a queda abrupta da pressao arterial, de-
tectada por barorreceptores arteriais localizados na bi- 
furcagao da carótida e no arco da aorta. A ativagao dos 
barorreceptores arteriais provoca o aumento do fluxo 
eferente simpático que segue para o coragao, vasos peri-
féricos e rins e a diminuigao do fluxo eferente parassim- 
pático que segue para o coragao. O aumento da ativi- 
dade simpática que segue para os vasos periféricos 
produz elevagao da resisténcia periférica total. O au-
mento da atividade simpática e a diminuigao do fluxo 
eferente parassimpático que segue para o coragao ele- 
vam a frequéncia cardíaca. O aumento da atividade dos 
nervos simpáticos renais provoca redugao do fluxo san-
guíneo renal.
TFM12 205-207
2. G) O aumento do metabolismo local durante a reali- 
zagao de exercícios físicos faz com que as células li- 
berem substancias vasodilatadoras, como a adeno- 
sina. A elevagao da concentragao tecidual de adenosina 
reduz a resisténcia arteriolar e aumenta a condutan- 
cia vascular e o fluxo sanguíneo para os músculos 
esqueléticos.
TFM12 191-195
3. G) A mudanga da posigao supina para a posigao ereta 
provoca uma queda abrupta da pressao arterial, detec-
tada por barorreceptores arteriais localizados nos seios 
carotídeos e no arco da aorta. A ativagao dos barorre- 
ceptores provoca diminuigao da atividade parassimpá- 
tica (ou do tónus vagal) e aumento da atividade simpá-
tica, o que aumenta a atividade da renina plasmática (ou 
a liberagao de renina).
TFM12 205-207
4. H) O peptídeo natriurético atrial (PNA) inibe a libera- 
gao de renina (e a formagao de angiotensina II). O PNA 
também inibe a produgao de aldosterona, o que leva ao 
aumento da excregao de sódio.
TFM12 208
5. D) A velocidade do movimento efetivo de líquidos atra-
vés da parede de um capilar é calculada multiplican- 
do-se o coeficiente de filtragao capilar pela pressao efe- 
tiva de filtragao. Pressao efetiva de filtragao = pressao 
hidrostática capilar - pressao coloidosmótica do plasma 
+ pressao coloidosmótica do intersticio - pressao hi- 
drostática do interstício. Portanto, a velocidade do mo-
vimento efetivo de líquidos através da parede capilar é 
de 150 mL/min.
Taxa de filtragao = coeficiente de filtragao capilar (Kf) 
x Pressao efetiva de filtragao 
Taxa de filtragao = Kf x [PC - n P + n I - PI]
Taxa de filtragao = 10 mL/min/mmHg x [25 - 25 + 10 
- (-5)]
Taxa de filtragao = 10 x 15 = 150 mL/min 
TFM12 181-182
6. C) A taxa de filtragao (TF) é o produto da multiplicagao 
do coeficiente de filtragao capilar (Kf) pela pressao efe- 
tiva de filtragao (PEF) através da parede de um capilar. 
Portanto, o coeficiente de filtragao capilar é igual a taxa 
de filtragao dividida pela pressao efetiva de filtragao. 
Pressao efetiva de filtragao relativa ao movimento dos 
líquidos através da parede de um capilar = pressao hi- 
drostática capilar - pressao coloidosmótica do plasma + 
pressao coloidosmótica do interstício - pressao hidros- 
tática do interstício. Neste caso, a pressao efetiva de fil- 
tragao é de 15 mmHg e a taxa de filtragao capilar é de 
150 mL/min. Portanto, o Kf corresponde a 150/15 ou 10 
mL/min/mmHg.
PEF = [Pc - nP + nI - Pi]
PEF = [25 - 25 + 10 - (-5)]
PEF = 15
Kf = 150/15 = 10 mL/min/mmHg 
TFM12 181-182
7. E) A administragao de um fármaco que reduz o diame-
tro das arteríolas de um leito muscular provoca au-
mento da resisténcia vascular. A resisténcia vascular 
aumentada reduz a condutancia vascular e o fluxo san-
guíneo. A redugao do diametro arteriolar também leva 
a diminuigao da pressao hidrostática capilar e da taxa de 
filtragao capilar.
TFM12 163-164, 181-182
8. A) A pressao de pulso corresponde a diferenga entre a 
pressao sistólica e a pressao diastólica. Os dois princi- 
pais fatores que afetam a pressao de pulso sao o volume 
sistólico do coragao e a complacéncia da árvore arterial. 
Nos pacientes com regurgitagao aórtica moderada (cau-
sada pelo fechamento incompleto da valva da aorta), o 
sangue que é bombeado para a aorta flui imediatamente 
de volta para o ventrículo esquerdo. O refluxo do san-
gue para o interior do ventrículo esquerdo aumenta o 
volume sistólico e a pressao sistólica. O refluxo rápido 
de sangue também provoca diminuigao da pressao dias- 
tólica. Portanto, os pacientes com regurgitagao aórtica 
moderada tém pressao sistólica alta, pressao diastólica 
baixa e pressao de pulso alta.
TFM12 168-169
57
UN
IDA
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UNIDADE IV A Circulado
9. E) A angiotensina II é um vasoconstritor potente. A 
angiotensina I é formada pela a<;ào de urna enzima (a 
renina) sobre um substrato denominado angiotensino- 
gènio. A angiotensina I é convertida em angiotensina II 
por a<;ào de urna enzima conversora. A angiotensina II 
é um vasoconstritor potente e um hormònio retentor de 
sòdio que eleva a pressào arterial. Espera-se que a admi-
nistrado de um inibidor da ECA diminua a formado 
de angiotensina II, a resistència periférica total e a pres-
sào arterial.
TFM12 220-223
10. B) Estímulos cognitivos aumentam o fluxo sanguineo 
cerebral ao diminuirem a resistència vascular cerebral. 
Em resposta aos estímulos cognitivos, vários fatores 
metabólicos reduzem o diámetro dos vasos cerebrais. 
Os fatores metabólicos que intensificam o fluxo sangui-
neo cerebral incluem o aumento do dióxido de carbono, 
do ion hidrogènio (diminuido do pH) e da adenosina.
TFM12 191-194
11. A) A estenose de um rim leva à liberado de renina e à 
formado de angiotensina II pelo rim afetado. A angio-
tensina II estimula a produdo de aldosterona e au-
menta a resistència periférica total ao contrair a maio-
ria dos vasos sanguíneos do corpo.
TFM12 222-224
12. A) A histamina é um vasodilatador liberado normal-
mente por mastócitos e basófilos. A infusào de hista-
mina na artèria braquial diminuì a resistència arteriolar 
e aumenta a permeabilidade da parede do capilar à água. 
A diminuido da resistència arteriolar também aumenta 
a pressào hidrostática capilar. O aumento da pressào 
hidrostática capilar e da permeabilidade do capilar à 
água produz elevado da taxa de filtrado capilar.
TFM12 163-164, 181-182
13. A) A bradicinina é um vasodilatador, e acredita-se que 
essa substáncia participe da regulado do fluxo sangui-
neo e do extravasamento capilar no tecido inflamado. 
A infusào de bradicinina na artèria braquial aumenta o 
diàmetro arteriolar e diminuì a resistència arteriolar. A 
diminuido da resistència arteriolar também leva a um 
aumento da pressào hidrostática capilar e da taxa de 
filtrado capilar, o que leva a aumento da pressào hi-
drostática intersticial e do fluxo de linfa.
TFM12 163-164, 181-182, 187-188
14. C) O aumento da tensào de cisalhamento nos vasos 
sanguíneos è um dos principáis estímulos para a libe-
rado de óxido nítrico pelas células endoteliais. O 
óxido nítrico aumenta o fluxo sanguíneo ao elevar a 
concentrado de monofosfato cíclico de guanosina.
TFM12 195-196 15
15. E) Os tumores sólidos sào tecidos metabolicamente 
ativos que necessitam de urna quantidade maior de 
oxigènio e de outros nutrientes. Quando o metabo-
lismo de um tecido permanece elevado por um período 
prolongado, a vasculariza^áo do tecido também au-
menta. Um dos fatores importantes que estimula o 
crescimento de novos vasos sanguíneos é o fator de 
crescimento do endotèlio vascular (VEGF, na sigla em 
inglés). Tudo indica que a deficiència tecidual de oxigè-
nio ou de outros nutrientes, ou de ambos, leva à for-
m a lo de VEGE
TFM12 198
16. E) O aumento no diámetro de urna arteríola pré-ca- 
pilar diminuì a resistència arteriolar, que leva ao au-
mento da condutáncia vascular, do fluxo sanguíneo 
capilar, da pressào hidrostática capilar e da taxa de 
filtrado capilar.TFM12 163-164, 181-182
17. D) O fluxo sanguíneo em um vaso é diretamente pro-
porcional à quarta potència do raio do vaso. Quando o 
diàmetro do vaso aumenta em 50% (1,5 vez o tamanho 
inicial), o fluxo sanguineo aumenta (1,5)4 x fluxo san-
guineo normal (100 mL/min). Portanto, o fluxo san-
guineo aumenta para 5,06 x 100 mL/min, ou para 
aproximadamente 500 mL/min.
TFM12 163-164
18. A) No ducto arterial patente, grande parte do sangue 
bombeado pelo ventrículo esquerdo para o interior da 
aorta fluì imediatamente de volta para a artèria pulmo-
nar e segue para o pulmào e àtrio esquerdo. O desvio 
do sangue da aorta reduz a pressào diastólica, en- 
quanto o influxo maior de sangue para o àtrio e ventrí-
culo esquerdos eleva o volume e a pressào sistólicos. A 
combinado de pressào sistòlica aumentada com pres-
sào diastólica diminuida resulta na elevalo da pressào 
de pulso.
TFM12 169
19. A) O movimento efetivo do sòdio através da parede de 
um capilar è diretamente proporcional à permeabili-
dade da parede ao sòdio, à àrea da superficie da parede 
e ao gradiente de concentralo através da parede do 
capilar. Portanto, o aumento da permeabilidade ao sò-
dio, da àrea da superficie e do gradiente de concentra-
l o do sòdio aumenta o movimento efetivo do sòdio 
através da parede do capilar.
TFM12 178-180
20. B) Espera-se que urna pessoa com aterosclerose tenha 
menor complacència arterial. A redu<;ào da compla- 
cència arterial causa elevalo da pressào sistòlica e da 
pressào de pulso.
TFM12 168-169
21. B) A constriño da artèria carótida reduz a pressào 
arterial na bifurcado da carótida, onde hà barorrecep- 
tores arteriais. A redu<;ào da pressào arterial ativa os 
barorreceptores, o que leva ao aumento da atividade 
simpàtica e a dim inuito da atividade parassimpàtica
58 booksmedicos.org
(ou tónus vagai). A atividade simpática aumentada 
produz constriño dos vasos sanguíneos periféricos, 
inclusive dos vasos renais, ou seja, ocorre aumento da 
resistencia periférica total e dim inuito do fluxo san-
guíneo renal. A combinado de atividade simpática 
aumentada com tònus vagai reduzido também resulta 
no aumento da frequéncia cardíaca.
TFM12 205-207
22. A) O peptídio natriurético atrial é liberado pelos mió- 
citos do àtrio em resposta aos aumentos da pressáo 
atrial.
TFM12 208
23. A) A redu^áo do diámetro de urna arteríola pré-capilar 
aumenta a resisténcia arteriolar ao mesmo tempo em 
que diminuì a condutáncia vascular, o fluxo sanguíneo 
capilar, a pressáo hidrostática, a taxa de filtrado, o 
volume intersticial e a pressáo hidrostática intersticial.
TFM12 163-164, 181-182
24. C) A secre^ao excessiva de aldosterona produz aumento 
da reabsorbo tubular de sòdio e da secreto de potàs-
sio. O aumento da reabsorbo de sòdio e água provoca 
elevalo do volume do líquido extracelular, o que por 
sua vez suprime a liberado de renina pelo rim. O au-
mento da secreto de potàssio reduz a concentrado 
plasmática desse elemento, ou seja, causa hipocalemia.
TFM12 221-222
25. E) Acredita-se que a diminuido da tensào de oxigénio 
nos tecidos seja um estímulo importante para o fator 
de crescimento do endotèlio vascular e para o cresci- 
mento de vasos sanguíneos nos tumores sólidos.
TFM12 198
26. E) De acordo com a lei de Poiseuille, o fluxo sanguíneo 
em um vaso é diretamente proporcional à quarta po- 
tència do raio do seu vaso. Um aumento de quatro 
vezes no diámetro (ou no raio) de um vaso, aumenta 
(4)4, ou 256 vezes, o valor normal do fluxo. Portanto, 
depois de um aumento no diámetro correspondente a 
quatro vezes o normal, o fluxo no vaso aumenta de 100 
mL/min para 25.600 mL/min.
TFM12 163-164
27. H) A constrido da artèria carótida diminuí a pressáo 
arterial na altura do seio caròtico. A redudo da pres-
sáo no seio caròtico produz urna diminuido dos im-
pulsos nervosos do seio caròtico para o centro vaso-
motor, o que por sua vez provoca aumento da atividade 
nervosa simpática e diminuido da atividade nervosa 
parassimpática. O aumento da atividade nervosa sim-
pática causa vasoconstrido periférica e elevado da 
resisténcia periférica total.
TFM12 205-208
28. A) Os barorreceptores arteriais sao ativados em res-
posta à queda da pressáo arterial. Durante urna hemor-
ragia, a redudo da pressáo arterial no nivel dos baror-
receptores provoca aumento do fluxo eferente simpático 
proveniente do centro vasomotor e diminuido da ati-
vidade nervosa parassimpática. O aumento da atividade 
nervosa simpática causa constrido dos vasos san-
guíneos periféricos, elevado da resisténcia periférica 
total e retorno da pressáo arterial ao normal. A dimi-
nuido da atividade nervosa parassimpática e o fluxo 
eferente simpático produzem elevado da frequéncia 
cardíaca.
TFM12 205-208
29. C) Resisténcia vascular = pressáo arterial - pressáo ve-
nosa “s- fluxo sanguíneo. Neste exemplo, a pressáo arte-
rial é de 130 mmHg, a pressáo venosa é de 5 mmHg e o 
fluxo sanguíneo é de 250 mL/min. Portanto, a resistén-
cia vascular = 125 -s- 250, ou 0,50 mmHg/mL/min.
TFM12 162-163
30. A) A ativaçâo dos barorreceptores provoca aumento 
da atividade simpática, o que por sua vez eleva a frequén-
cia cardíaca, a força de contraçâo cardíaca e a constri- 
çâo das arteríolas e veias. O aumento da constriçâo 
venosa resulta no aumento da pressáo média de enchi- 
mento circulatorio, do retorno venoso e do débito 
cardíaco.
TFM12 205-208
31. E) A pressáo de pulso é a diferença entre a pressáo 
sistòlica e a pressáo diastólica. Os dois principáis fato- 
res que afetam a pressáo de pulso sao o volume sistò-
lico do coraçâo e a complacência da árvore arterial. O 
aumento do volume sistòlico eleva a pressáo sistòlica e 
a pressáo de pulso. Já o aumento da complacência da 
árvore arterial reduz a pressáo de pulso. A estenose 
moderada da valva da aorta leva à diminuiçâo do vo-
lume sistòlico, o que causa reduçâo da pressáo sistòlica 
e da pressáo de pulso.
TFM12 168-169
32. G) Quando a pressáo arterial cai abaixo de 80 mmHg, 
os quimiorreceptores carótidos e aórticos sâo ativados 
e desencadeiam um reflexo neural que minimiza a 
queda da pressáo arterial. Os quimiorreceptores sâo 
células sensíveis à falta de oxigénio, ao excesso de dió-
xido de carbono e ao excesso de ions hidrogênio (ou à 
queda do pH). Os sinais transmitidos dos quimiorre-
ceptores para o centro vasomotor estimulam esse 
centro a aumentar a pressáo arterial.
TFM12 208
33. E) Os dois principáis fatores que aumentam o fluxo 
linfático sâo a elevaçâo da taxa de filtraçâo capilar e o 
aumento da atividade da bomba linfática. A elevaçâo 
da pressáo coloidosmótica do plasma reduz a taxa de 
filtraçâo capilar, o volume e a pressáo hidrostática in- 
tersticiais e o fluxo linfático. Em contrapartida, o au-
mento da condutividade hidráulica da parede capilar e 
da pressáo hidrostática capilar eleva a taxa de filtraçâo 
capilar, o volume e a pressáo intersticiais e o fluxo lin-
UNIDADE IV A Circulaçâo
59
UN
IDA
DE IV
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UNIDADE IV A Circuiamo
fático. O aumento da resisténcia arteriolar diminuí a 
pressáo hidrostática capilar, a taxa de filtrado capilar, 
o volume e a pressáo intersticiais e o fluxo linfático.
TFM12 181-187
34. D) Embora os ñervos simpáticos, a angiotensina II e a 
vasopressina sejam vasoconstritores potentes, quando 
as condi<;óes fisiológicas sao normáis, o fluxo sanguí-
neo para os músculos esqueléticos é determinado 
principalmente pelas necessidades metabólicas locáis.
TFM12 194-196
35. C) As moléculas ou os íons que nao conseguem atra- 
vessar os poros da parede capilar exercem pressáo os-
mótica. A parede capilar é altamente permeável ao 
cloreto de sodio, á glicose, ao colesterol e ao potássio, 
mas relativamente impermeável á albúmina. Portanto, 
a albúmina plasmática é o principal fatorque contribuí 
para a pressáo coloidosmótica do plasma.
TFM12 184
36. E) Durante o exercício físico, os níveis teciduais de 
dióxido de carbono e ácido láctico elevam-se. Esses 
metabólitos dilatam os vasos sanguíneos, diminuem a 
resisténcia arteriolar e aumentam a condutáncia vas-
cular e o fluxo sanguíneo.
TFM12 194-195
37. D) O fluxo em um vaso é diretamente proporcional ao 
gradiente de pressáo através do vaso e ao raio do vaso 
elevado á quarta poténcia. Por outro lado, o fluxo san-
guíneo é inversamente proporcional á viscosidade do 
sangue. Como o fluxo sanguíneo é proporcional ao 
raio do vaso elevado á quarta poténcia, o vaso com o 
maior raio (vaso D) tem o maior fluxo.
TFM12 163
38. A) Resisténcia de um vaso = gradiente de pressáo -s- 
fluxo sanguíneo do vaso. Nesse exemplo, o vaso A tem 
a resisténcia vascular mais elevada (100 mmHg/1.000 
mL/min, ou 0,1 mmHg/mL/min).
TFM12 162-163
39. C) O transporte de oxigénio através da parede de um 
capilar é proporcional á área da superficie capilar, á 
permeabilidade da parede capilar ao oxigénio e ao gra-
diente de oxigénio através da parede capilar. Portanto, 
um aumento de duas vezes no gradiente da concentra-
d o de oxigénio causa grande aumento no transporte 
de oxigénio através da parede capilar. Um aumento de 
duas vezes ñas fendas intercelulares da parede capilar 
náo afeta de modo significativo o transporte do oxigé-
nio, pois o oxigénio é capaz de atravessar a parede das 
células endoteliais.
TFM12 179-180
40. C) A área total da se d 0 transversal dos capilares é a 
maior de todos os vasos do sistema circulatorio. A área 
total da se<;áo transversal das vénulas também é relati-
vamente grande, mas náo tanto quanto a dos capilares, 
o que explica o grande armazenamento de sangue no 
sistema venoso quando comparado com aquele do 
sistema arterial.
TFM12 160-161
41. C) A porcentagem do volume total de sangue ñas veias 
é de aproximadamente 64%.
TFM12 157
42. D) A velocidade do fluxo sanguíneo é diretamente 
proporcional ao raio do vaso elevado à quarta poténcia 
e ao gradiente de pressáo através do vaso. Por outro 
lado, a velocidade do fluxo sanguíneo é inversamente 
proporcional à viscosidade do sangue. Portanto, o au-
mento da viscosidade do sangue diminuí o fluxo san-
guíneo em um vaso.
TFM12 163-164
43. A) A velocidade do fluxo sanguíneo no interior de cada 
segmento do sistema circulatorio é inversamente pro-
porcional à área total da se d 0 transversal do seg-
mento. Como a aorta tem a menor área total de se d 0 
transversal de todos os segmentos circulatorios, o 
fluxo sanguíneo alcanza a velocidade mais alta no seu 
interior.
TFM12 161-162
44. C) A diferen<;a entre a pressáo sistòlica e a pressáo 
diastólica é chamada de pressáo de pulso. Os dois prin-
cipáis fatores que afetam a pressáo de pulso sáo o vo-
lume sistòlico e a complacéncia arterial. A pressáo de 
pulso é diretamente proporcional ao volume sistòlico e 
inversamente proporcional à complacéncia arterial. 
Portanto, a redu^áo da complacéncia arterial tende a 
aumentar a pressáo de pulso.
TFM11 168-169
45. B) O aumento da pressáo coloidosmótica do plasma 
reduz a pressáo efetiva de filtra lo e a taxa de filtrado 
capilar. O aumento da pressáo hidrostática capilar e da 
pressáo coloidosmótica do intersticio também favorece 
a filtrado capilar. O aumento da pressáo hidrostática 
venosa e do diámetro arteriolar tende a elevar a pressáo 
hidrostática capilar e a taxa de filtrado capilar.
TFM12 181-185
46. A) O aumento da permeabilidade da parede capilar à 
água eleva a taxa de filtrado capilar, ao passo que o 
aumento da resisténcia arteriolar, da pressáo coloidos-
mótica do plasma e da pressáo hidrostática do intersti-
cio reduz a taxa de filtra lo . A concentralo de sòdio 
do plasma náo tem efeito sobre a filtrado.
TFM12 181-186
47. C) A velocidade do fluxo linfático aumenta de modo 
proporcional à pressáo hidrostática do intersticio e à 
atividade da bomba linfática. A redudo da pressáo 
coloidosmótica do plasma aumenta a taxa de filtrado,
60 booksmedicos.org
o volume intersticial, a pressâo hidrostática do inters-
ticio e o fluxo linfático. A diminuiçâo do diàmetro ar- 
teriolar reduz a pressâo hidrostática capilar, a filtraçâo 
capilar e o fluxo linfático.
TFM12 181-188
48. E) Entre as células endoteliais dos capilares do encé-
falo, há junçôes oclusivas que permitem apenas a pas- 
sagem de moléculas extremamente pequeñas, como as 
da água, oxigênio e dióxido de carbono, para os tecidos 
encefálicos e desses tecidos para o sangue.
TFM12 178
49. B) Os fatores que determinam o movimento efetivo da 
glicose através da parede de um capilar incluem a per- 
meabilidade da parede à glicose, o gradiente de con- 
centraçâo da glicose através da parede e a área da su-
perficie da parede do capilar. Portanto, a elevaçâo da 
diferença de concentraçâo da glicose através da parede 
aumentaría o movimento efetivo da glicose.
TFM12 179-180
50. E) O aumento de 10 mmHg na pressâo do àtrio direito 
tende a diminuir o retorno venoso para o coraçâo e a 
elevar a pressâo hidrostática ñas veias cavas. A pressâo 
coloidosmótica do plasma, a pressâo coloidosmótica 
do intersticio, a pressâo arterial e o débito cardíaco 
geralmente estáo normáis ou baixos nesse paciente.
TFM12 172-173
51. C) A complacéncia vascular é proporcional à distensi- 
bilidade vascular e ao volume vascular de qualquer 
segmento da circulaçâo. A complacéncia de urna veia 
sistèmica é 24 vezes maior que a complacéncia da artè-
ria correspondente, porque a veia é cerca de oito vezes 
mais distensível e tem um volume aproximadamente 
très vezes maior que a artèria.
TFM12 167
52. B) Coeficiente de filtraçâo (Kf) = taxa de filtraçâo 
pressâo efetiva de filtraçâo. Pressâo efetiva de filtraçâo 
= pressâo hidrostática capilar - pressâo coloidosmó-
tica do plasma + pressâo coloidosmótica do intersticio 
- pressâo hidrostática do intersticio. Neste exemplo, a 
pressâo efetiva de filtraçâo é de 10 mmHg. Portanto, I<f 
= 150 mL/min -s- 10 mmHg, ou 15 mL/min/mmHg.
TFM12 181-186
53. B) A mudança da posiçâo supina para a posiçâo ereta 
leva ao acúmulo de sangue nas extremidades inferiores 
e à queda da pressâo arterial. O acúmulo de sangue nas 
pernas eleva a pressâo hidrostática venosa. A queda da 
pressâo arterial ativa os barorreceptores arteriais, o 
que, por sua vez, aumenta a atividade nervosa simpá-
tica e diminuí a atividade nervosa parassimpática. O 
aumento da atividade simpática contrai os vasos renais 
e reduz o fluxo sanguíneo renal. A frequéncia cardíaca 
também se eleva.
TFM12 205-207
54. D) A redugáo da pressáo de perfusáo para um tecido 
provoca diminuigáo da concentrado de oxigénio e 
aumento da concentrado de dióxido de carbono no 
tecido. Ambos os eventos levam ao aumento do diá-
metro arteriolar, á diminuido da resisténcia vascular e 
ao aumento da condutáncia vascular.
TFM12 194-196
55. D) A pordo ampliada da pressáo arterial é no local da 
resisténcia vascular maior, a qual é a jungáo capilar- 
arteriolar.
TFM12 158
56. D) A tendéncia ao fluxo turbulento ocorre em vasos 
onde a velocidade do fluxo sanguíneo é alta, e a veloci- 
dade do fluxo sanguíneo é maior na aorta.
TFM12 161-162
57. C) O aumento da pressáo de perfusáo para um tecido 
resulta no fornecimento excessivo de nutrientes, como 
o oxigénio, para o tecido. A elevado da concentrado 
tecidual de oxigénio contrai as arteríolas e faz com que 
o fluxo sanguíneo e o fornecimento de nutrientes vol- 
tem aos níveis normáis.
TFM12 194-195
58. C) Em um leito capilar muscular, a pressáo hidrostática 
do intersticio normalmente é negativa ( - 3 mmHg). O 
bombeamento realizado pelo sistema linfático é a prin-
cipal causa da pressáo negativa.
TFM12 183-184
59. C) A movimentado dos músculosdas pernas faz com 
que o sangue flua para a veia cava, o que reduz a pres-
sáo hidrostática venosa. O aumento da pressáo do átrio 
direito diminuí o retorno venoso e eleva a pressáo hi-
drostática venosa. A gravidez e a presenta de líquido 
ascítico no abdome tendem a comprimir a veia cava e 
aumentar a pressáo hidrostática venosa das pernas.
TFM12 172-173
60. D) O mecanismo primário por meio do qual os solutos 
se movem através da parede dos capilares é a difusáo 
simples.
TFM12 179
61. D) Pelo fato de o oxigénio ser solúvel em lipídios e ca-
paz de atravessar com facilidade a parede dos capilares, 
ele se movimenta mais rápidamente através da parede 
dos capilares.
TFM12 179
62. C) O aumento da pressáo arterial renal causa natriu- 
rese e diurese por pressáo. A perda de sodio e água 
tende a reduzir o volume de líquido extracelular. A 
taxa de filtrado glomerular mantém-se normal ou 
sofre ligeira eleva^áo em resposta ao aumento da pres-
sáo arterial renal.
TFM12 213-215
UNIDADE IV A Circulado
61
UN
IDA
DE IV
booksmedicos.org
UNIDADE IV A Circuiamo
63. C) O óxido nítrico e a prostaciclina sào substàncias 
vasodilatadoras e natriuréticas potentes. Além disso, o 
peptidio natriurético atrial é natriurético e anti-hiper- 
tensivo. Por outro lado, a angiotensina II é um hormò- 
nio vasoconstritor potente, antinatriurético e hiper- 
tensivo.
TFM12 195-196
64. A) O aumento da ingestào de sòdio causa um aumento 
da excre<;ào de sòdio para man ter o equilibrio desse 
elemento. Em resposta à elevalo crònica da ingestào 
de sòdio, a angiotensina II diminuì enquanto o óxido 
nítrico e o peptideo natriurético atrial aumentam.
TFM12 217-222
65. D) A constriño da artèria renai aumenta a liberalo 
de renina, a form alo de angiotensina II e a pressào 
arterial. A exere<;ào de sòdio diminuì, mas apenas tran-
sitoriamente, porque à medida que a pressào arterial se 
eleva, a excre<;ào de sòdio retorna aos níveis normáis 
por meio do mecanismo da natriurese por pressào.
TFM12 223-225
66. D) O aumento da pressào atrial causa e lev alo da 
frequència cardiaca por meio de um reflexo nervoso 
denominado reflexo de Bainbridge. Os receptores de 
estiramento dos átrios que desencadeiam o reflexo de 
Bainbridge transmitem sinais aferentes pelos ñervos 
vagos da medula até o cérebro. Os sinais eferentes sào 
transmitidos de volta pelos ñervos vagais e simpáticos 
elevando a frequència cardíaca. O aumento da pres-
sào atrial também eleva os níveis plasmáticos do 
peptídeo natriurético atrial, o que, por sua vez, reduz 
os níveis plasmáticos de angiotensina II e aldoste- 
rona.
TFM12 208-209
67. D) A rea<;ào de Cushing é um tipo especial de resposta 
isquémica do sistema nervoso central (SNC) que surge 
em consequéncia do aumento da pressào do líquido 
cerebroespinal que circunda o encéfalo no interior do 
crànio. Quando a pressào do líquido cerebroespinal 
sobe, ocorre redu^ào do suprimento de sangue para o 
encéfalo, o que desencadeia a resposta isquémica do 
SNC. O aumento da atividade simpàtica, a diminuito 
da atividade parassimpàtica e o aumento da frequència 
cardiaca, da pressào arterial e da resistència periférica 
total fazem parte dessa resposta isquémica.
TFM12 209-210
68. E) A conversào da angiotensina I em angiotensina II é 
catalisada por urna enzima conversora que está pre-
sente no endotèlio dos vasos pulmonares e nos rins. A 
enzima conversora também age como urna cininase 
que degrada a bradicinina. Portanto, um inibidor da 
enzima conversora nào apenas reduz a form alo de 
angiotensina II, mas também inibe as cininases e a 
degradalo da bradicinina.
TFM12 220
69. E) Resistència vascular periférica total = pressào arterial 
- pressào no àtrio direito -s- débito cardiaco. Neste exem- 
plo, resistència vascular periférica total =130 mmHg -s- 
3,5 L/min, ou aproximadamente 37 mmHg/L/min.
TFM12 162-163
70. C) A fòrmula para o cálculo da resistència ao retorno 
venoso é: pressào mèdia de enchimento sistèmico - 
pressào no àtrio direito/débito cardiaco. Nesse exem- 
plo, a pressào mèdia de enchimento sistèmico é 7 
mmHg e a pressào no àtrio direito é 0 mmHg. O débito 
cardiaco é de 5 L/min. Ao colocar esses números na 
fòrmula apresentada na resposta acima, obtém-se o 
valor de 1,4 mmHg/L/min para a resistència ao retorno 
venoso. Note que essa fòrmula se aplica somente à 
parte linear da curva do retorno venoso.
TFM12 238-239
71. A) Durante a elevalo do fluxo eferente simpático até 
valores máximos, ocorrem várias alterares. Primeira- 
mente, a pressào mèdia de enchimento sistèmico ele- 
va-se acentuadamente, porém, ao mesmo tempo, a re-
sistència ao retorno venoso aumenta. O retorno venoso 
é determinado pela fórmula: pressào mèdia de enchi-
mento sistèmico - pressào no àtrio direito/resistència 
ao retorno venoso. Durante o fluxo eferente simpático 
máximo, a elevalo da pressào de enchimento sistè-
mico é maior que o aumento da resistència ao retorno 
venoso. Portanto, nessa fòrmula o numerador aumenta 
muito mais que o denominador. Como consequéncia, 
há aumento do retorno venoso.
TFM12 238-239
72. C) Esse problema trata do principio de Fiele para a de-
term inalo do débito cardiaco. A fòrmula para o cál-
culo do débito cardiaco é: oxigènio absorvido pelos 
pulmòes por minuto -s- diferen^a entre o oxigènio arte-
rial e o venoso. Nessa questào, o consumo de oxigènio 
do corpo é de 240 mL/min e, em condi<;òes de equili-
brio, esse número corresponde ao valor do oxigènio 
absorvido pelos pulmòes. Portanto, ao inserir esses 
valores na equa^ào obtemos um débito cardíaco igual 
a 12 L/min.
TFM12 240
73. D) A pressào intrapleural normal é de -4 mmHg. 
Quando o tórax é ab erto cirurgicamente, todas as 
pressòes do lado de dentro do tórax tornam-se imedia- 
tamente iguais a 0 mmHg, ou seja, igualam-se à pres-
sào atmosfèrica. Essa pressào aumentada no interior 
do tórax tende a colapsar os átrios e diminuir a pressào 
transmurai de cada àtrio. Em particular, o gradiente de 
pressào transmurai do àtrio direito diminuì cerca de 4 
mmHg. Portanto, a curva do débito cardiaco deslo- 
ca-se para a direita em 4 mmHg.
TFM12 234
74. C) Varios fatores podem causar o deslocamento da 
curva do débito cardiaco para a direita ou esquerda.
62 booksmedicos.org
Esses fatores incluem a abertura cirúrgica do tórax, 
que desloca a curva do débito cardíaco para a direita 
em 4 mmHg, e o tamponamento cardíaco grave, que 
eleva a pressào do lado interno do pericàrdio e, como 
consequència, tende a colapsar o coragao, sobretudo 
os átrios. O ato de tocar trómpete e a respiralo com 
pressào positiva aumentam muito a pressào interpleu-
ral e, assim, colapsam os átrios e deslocam a curva do 
débito cardíaco para a direita. A respirado contra urna 
pressào negativa desloca a curva do débito cardíaco 
para a esquerda.
TFM12 234
75. E) O plato da curva do débito cardíaco, que é urna 
medida da contratilidade cardíaca, diminuí em várias 
circunstáncias. Algumas délas incluem o tampona-
mento cardíaco grave, que aumenta a pressào no es-
pado pericárdico, e a estimulado parassimpática cres-
cente do corado. O aumento da estimulado simpática 
do corado eleva o nivel da curva do débito cardíaco ao 
aumentar a frequència e a contratilidade cardíacas.
TFM12 231
76. D) Vários fatores podem deslocar a curva do débito 
cardíaco para a direita ou esquerda. Esses fatores in-
cluem a abertura cirúrgica do tórax, que desloca a 
curva do débito cardíaco para a direita em 4 mmHg, e 
o tamponamento cardíaco grave, que aumenta a pres-
sào no lado interno do pericàrdio e, como consequèn-
cia, tende a colapsar o corado, sobretudo os átrios. O 
ato de tocar trómpete ou a respirado com pressào 
positiva, que incluí a respirado com o auxilio de um 
ventilador mecánico, aumentam muito a pressào inter-pleural e, dessa forma, colapsa os átrios e desloca a 
curva do débito cardíaco para a direita.
TFM12 234
77. D) A pressào mèdia de enchimento sistèmico é urna 
medida da tensào para a acomodado do sangue na 
circulado. Os fatores que aumentam o volume de san-
gue e os fatores que reduzem a complacència vascular 
elevam a pressào mèdia de enchimento sistèmico. Por-
tanto, a redudo da complacència venosa, e nào o seu 
aumento, causaria urna elevado da pressào mèdia de 
enchimento sistèmico. A administrado de norepine- 
frina e a estimulado simpática provocam vasoconstri- 
d o arteriolar e redudo da complacència vascular que 
elevam a pressào mèdia de enchimento sistèmico. O 
aumento do volume de sangue e a contrado dos mús-
culos esqueléticos, que provocam contrado da vascu- 
latura, também elevam essa pressào de enchimento.
TFM12 236
78. E) Retorno venoso para o corado = pressào mèdia de 
enchimento sistèmico - pressào no àtrio direito -s- re-
sistènza ao retorno venoso. Portanto, a redudo da 
pressào mèdia de enchimento sistèmico diminuí o re-
torno venoso para o corado. Os fatores que reduzem 
a pressào de enchimento sistèmico incluem a dilatado
de grandes veias, a diminuido do tònus simpàtico, a 
elevado da complacència venosa e o aumento do vo-
lume de sangue.
TFM12 236-237
79. B) A resistència ao retorno venoso é o inverso da incli-
nado da parte linear da curva do retorno venoso. 
Portanto, a curva com menor inclinado corresponde à 
resistència mais alta ao retorno venoso.
TFM12 238
80. D) A redudo do débito cardíaco pode resultar do en- 
fraquecimento do corado ou da diminuido do re-
torno venoso. O aumento da complacència venosa di-
minuì o retorno venoso do sangue para o corado. O 
tamponamento cardíaco, a abertura cirúrgica do tórax 
e a estenose aòrtica grave enfraquecem muito o cora-
d o e, consequentemente, reduzem o débito cardiaco. 
A anemia moderada causa vasodilata^ào arteriolar, o 
que aumenta o retorno venoso para o corado, ele-
vando o débito cardiaco.
TFM12 239
81. E) O débito cardiaco aumenta em várias condides por 
causa do aumento do retorno venoso. No hipertireoi- 
dismo, o débito cardiaco aumenta em razào da maior 
utilizado de oxigènio pelos tecidos periféricos, o que 
causa vasodilatado arteriolar e, consequentemente, 
aumento do retorno venoso. O beribéri aumenta o dé-
bito cardíaco porque a falta da vitamina tiamina causa 
vaso dii atado periférica. A fístula AV também causa 
diminuido da resistència ao retorno venoso, aumen-
tando o débito cardiaco. Na anemia, por causa do 
menor fornecimento de oxigènio aos tecidos, hà um 
aumento do retorno venoso para o corado e, portanto, 
aumento do débito cardíaco. O débito cardiaco dimi-
nuì nos pacientes com infarto do miocàrdio.
TFM12 232-233
82. B) Durante os exercícios físicos, há poucas alterados 
no fluxo sanguíneo cerebral e o fluxo sanguineo coro- 
nariano aumenta. Por causa do aumento do fluxo efe-
rente simpático, a pressào mèdia de enchimento sistè-
mico aumenta e as veias se contraem. Durante os 
exercícios, também ocorre diminuido dos impulsos 
parassimpáticos para o corado.
TFM12 238-239
83. C) O nivel do plato da curva do débito cardíaco, que é 
urna medida da contratilidade cardíaca, diminuí em 
várias circunstáncias. Algumas délas incluem a mio-
cardite, o tamponamento cardíaco grave que aumenta 
a pressào no espado pericárdico, o infarto do miocàr-
dio e várias doen^as valvulares, como a estenose da 
valva atrioventricular esquerda. A diminuido da esti-
mulado parassimpática do corado aumenta modera-
damente o nivel da curva do débito cardíaco ao elevar 
a frequència cardíaca.
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IDA
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UNIDADE IV A Circuiamo
84. A) Durante as elevares do fluxo eferente simpático, os 
dois principáis órgáos que mantém o fluxo sanguíneo 
sao o cérebro e o corado* Durante a realizado de exer- 
cícios físicos por 1 hora, o fluxo intestinal diminui de 
modo significativo, assim como os fluxos renal e pancre-
ático. O fluxo sanguíneo dos músculos esqueléticos para 
os músculos nao envolvidos nos exercícios também di-
minui nesse momento. Portanto, o fluxo sanguíneo ce-
rebral permanece próximo de seu valor de controle.
TFM12 244
85. B) Há vários fatores que reduzem o risco de eventos 
cardíacos adversos, entre eles os baixos níveis sanguí-
neos de LDL, o sexo feminino, a hipotensáo moderada 
e os baixos níveis sanguíneos de triglicerídeos. Os bai-
xos níveis sanguíneos de HDL aumentam os riscos 
cardíacos, visto que o HDL é um colesterol protetor.
TFM12 248-249
86. A) A bradicinina, as prostaglandinas, o dióxido de car-
bono e os íons potássio atuam como vasodilatadores 
no sistema arterial coronariano. Contudo, o principal 
controlador do fluxo sanguíneo coronariano é a adeno- 
sina. Ela é formada quando ATP é degradado a mono- 
fosfato de adenosina. Em seguida, pequeñas quantida- 
des de monofosfato de adenosina sao degradadas, 
liberando adenosina nos líquidos tissulares do músculo 
cardíaco, e essa adenosina provoca a vaso dilatado das 
artérias coronárias.
TFM12 247
87. E) A perda repentina do suprimento sanguíneo para o 
músculo cardíaco causa a depled0 do potássio dos 
miócitos cardíacos. Esse fato aumenta localmente a 
concentrado de potássio extracelular, e a elevado do 
potássio aumenta a irritabilidade da musculatura car-
díaca e, consequentemente, sua probabilidade de fibri- 
lar. Portanto, a presenta de concentrados baixas de 
ion potássio nos líquidos extracelulares do corado nao 
leva á fibrilado. Os poderosos reflexos simpáticos, e 
nao os parassimpáticos, também aumentam a irritabi-
lidade do músculo cardíaco e o predispóe á fibrilado. 
Um potencial de membrana mais negativo protege o 
corado da fibrilado, e a corrente de lesáo permite um 
fluxo de corrente elétrica da área isquémica do corado 
para urna área normal, podendo provocar fibrilado.
TFM12 250-251
88. C) O fluxo sanguíneo coronariano normal durante o 
repouso é de aproximadamente 225 mL/min. A infu- 
sáo de adenosina ou a liberado local dessa substáncia 
normalmente aumentam o fluxo sanguíneo corona-
riano. A contrado do músculo cardíaco localizado ao 
redor dos vasos, sobretudo dos vasos subendocárdicos, 
provoca diminuido do fluxo sanguíneo. Portanto, du-
rante a fase de sístole do ciclo cardíaco, o fluxo suben- 
docárdico sofre urna redudo evidente enquanto a re-
dudo do fluxo epicárdico é relativamente menor.
TFM12 247
89. D) Há vários fatores que causam vasodilata^áo arterio- 
lar durante os exercícios físicos, entre eles o aumento 
da concentrado de íons potássio, da concentrado de 
óxido nítrico no plasma, da concentrado de adenosina 
no plasma e da osmolalidade plasmática. Apesar de a 
histamina provocar vasodilata^ào arteriolar, a libera-
d o dessa substáncia normalmente nao ocorre durante 
a realizado de exercícios físicos.
TFM12 243
90. D) Os leitos vasculares que sao poupados da vasocons- 
trido causada pelo aumento do fluxo eferente simpá-
tico durante os exercícios físicos incluem os leitos 
vasculares cerebral e coronariano. No músculo em 
exercício, a resposta vasodilatadora metabòlica su-
planta o sistema nervoso simpático e, como conse- 
quéncia, ocorre vasodilata^áo. Nos vasos cutáneos, a 
vasoconstrido o corre apenas no inicio dos exercícios 
e, quando o corpo se aquece, as arteríolas cutáneas 
dilatam-se. Os vasos intestinais contraem-se de modo 
significativo durante os exercícios físicos de longa du-
rado.
TFM12 244
91. B) As veias anteriores do ventrículo esquerdo e as veias 
cardíacas mínimas (veias de Tebésio) drenam sangue 
venoso proveniente do corado. Contudo, 75% do fluxo 
coronariano total retornam ao corado pelo seio coro-
nàrio.
TFM12 246
92. E) Vários fármacos já se mostraram úteis para pacientes 
com isquemia domiocàrdio. Os bloqueadores dos re-
ceptores beta (nao os estimuladores) inibem os efeitos 
simpáticos sobre o corado e sao muito úteis. A inibi^áo 
da enzima conversora da angiotensina impede a pro du-
d o de angiotensina II, reduzindo o efeito da pós-carga 
sobre o corado. A nitroglicerina provoca a liberado de 
óxido nítrico, que causa vaso dilatado coronariana. Os 
exercícios isométricos elevam acentuadamente a pres- 
sáo arterial e podem ser prejudiciais, e o aumento do 
càlcio na alimentado traz pouco beneficio.
TFM12 252
93. C) Durante os exercícios físicos, o fluxo eferente sim-
pático aumenta de maneira acentuada, o que causa 
constrido arteriolar em muitos locáis do corpo, in-
clusive nos músculos que nao estáo envolvidos nos 
exercícios. O aumento do fluxo eferente simpático 
também provoca venoconstri^áo por todo o corpo. 
Durante os exercícios, também ocorre aumento da 
liberado de norepinefrina e epinefrina pelas glándu-
las suprarrenais.
TFM12 244-245
94. B) Vários fatores contribuem para a redudo do fluxo 
coronariano nos pacientes com cardiopatia isquémica. 
Alguns tém espasmo das artérias coronárias, o que 
reduz intensamente o fluxo coronariano. Contudo, a
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principal causa de redu^ao do fluxo coronariano é o 
estreitamento aterosclerótico do lúmen das artérias 
coronárias.
TFM12 248
95. E) Há vários tratamentos aceitáveis para os pacientes 
com isquemia do miocàrdio. Muitos tomam urna dose 
diària de aspirina para prevenir a trombose corona- 
riana. A angioplastia com colocad0 de stents e a cirur- 
gia de revasculariza^ào do miocàrdio aumentam de 
modo efetivo o fluxo sanguíneo coronariano. A redu-
d o da pressào arterial, os inibidores da enzima con- 
versora da angiotensina e o bloqueio dos receptores 
beta também sao tratamentos eficazes. Contudo, a es-
timulad0 dos receptores beta e os exercícios físicos 
sao prejudiciais para o paciente com isquemia.
TFM12 252-253
96. C) Em um paciente com isquemia do miocàrdio, é 
preciso minimizar os fatores que aumentam o estresse 
sobre o corad0* Isso pode ser feito com o uso de beta- 
bloqueadores simpáticos, que inibem os efeitos do 
fluxo eferente simpático excessivo sobre o corad0* 
Também é importante manter o peso corporal normal 
e a pressào arterial normal, o que impede um estresse 
excessivo sobre o corad0* E, na isquemia aguda do 
miocàrdio, a nitroglicerina pode ser tomada. Os exer-
cícios físicos isométricos devem ser evitados por causa 
da grande elevalo da pressào arterial que ocorre.
TFM12 252
97. C) As principáis causas de morte depois de um infarto 
do miocàrdio incluem a diminuid0 do débito cardí-
aco, que impede os tecidos do corpo de receber quan- 
tidades adequadas de nutrico e oxigènio bem como a 
remo^áo de residuos. Outras causas de morte sào o 
edema pulmonar, que diminuí a oxigenado do sangue, 
a fibrilad0 e a ruptura do corad0* A contratilidade 
cardíaca diminuí depois de um infarto do miocàrdio.
TFM12 250
98. E) Durante a estimulad0 simpática, os reservatórios 
venosos sofrem constriño, a resisténcia vascular ve-
nosa aumenta, as arteríolas contraem-se, o que au-
menta sua resisténcia, e a frequéncia cardíaca eleva-se. 
Os vasos coronarianos epicárdicos tém um grande 
número de receptores alfa, porém os vasos subendo- 
cárdicos tèm mais receptores beta. Portanto, a estimu-
lado simpática causa ao menos urna leve constriño 
dos vasos epicárdicos, o que provoca ligeira redu^ào 
do fluxo epicárdico.
TFM12 244-245,247
99. E) Durante a insuficiéncia cardíaca compensada, vários 
fatores mudam para estabilizar o sistema circulatorio. 
Por causa do aumento do fluxo eferente simpático, a 
frequéncia cardíaca eleva-se. Os rins retém sòdio e 
água, o que aumenta o volume de sangue e, conse- 
quentemente, a pressào no àtrio direito. O volume
sanguíneo aumentado causa elevado da pressào mè-
dia de enchimento sistèmico, o que ajuda a aumentar o 
débito cardíaco. Em geral, a dispneia ocorre apenas nos 
estágios iniciáis da insuficiéncia compensada.
TFM12 255-256
100. C) Na insuficiéncia cardíaca direita aguda, os rins 
retém sodio e água e as veias sistèmicas, mas náo as 
veias pulmonares, que tornam-se congestas. Como 
consequència, a pressào mèdia de enchimento pul-
monar e a pressào no àtrio esquerdo náo aumentam, 
mas a pressào no àtrio direito aumenta, surgindo 
edema ñas extremidades inferiores, inclusive nos tor- 
nozelos e pés.
TFM12 259
101. E) Na insuficiéncia cardíaca compensada, há aumento 
do fluxo eferente simpático. Urna das consequéncias 
desse evento é a vasoconstrido simpática das arterío-
las aferentes dos rins. Essa vasoconstrido reduz a 
pressào hidrostática glomerular e, consequentemente, 
a taxa de filtrado glomerular. Como resultado, ocorre 
aumento da re tendo de sòdio e água no corpo. Tam-
bém ocorre aumento da liberado de angiotensina II, 
o que causa re tendo renal direta de sòdio, além de 
estimular a secredo de aldosterona, que, por sua vez, 
também provoca maior aumento da re tendo de sòdio 
nos rins. O excesso de sòdio no corpo eleva a osmola- 
lidade, o que aumenta a liberado de hormonio anti-
diurético (ADH), provocando re tendo renal de água.
TFM12 260
102. C) No edema agudo de pulmào, a quantidade au-
mentada de líquido nos pulmòes diminuí o teor de 
0 2 do sangue. Essa redudo de oxigènio enfraquece 
ainda mais o corado e também provoca dilatado 
arteriolar no corpo. A dilatado arteriolar aumenta o 
retorno venoso do sangue para o corado, ° que pro-
voca mais vazamento de líquido nos pulmòes e reduz 
ainda mais o teor de oxigènio do sangue. É impor-
tante interromper esse círculo vicioso para salvar o 
paciente. Isso pode ser feito colocando-se tornique-
tes nos quatro membros. Essa pràtica remove de 
modo eficaz o volume de sangue do tórax. O pa-
ciente também pode receber oxigènio e um bronco- 
dilatador. A furosemida pode ser administrada para 
reduzir parte do volume de liquido do corpo, sobre- 
tudo dos pulmòes. O que nào se deve fazer é infundir 
nesse paciente sangue total ou urna soludo de ele- 
trólitos, urna vez que essas a<;òes podem exacerbar o 
edema de pulmào jà presente.
TFM12 261
103. D) O choque cardiogènico resulta do enfraqueci- 
mento do músculo cardíaco que ocorre muitas vezes 
depois de urna trombose coronariana. Esse enfraque- 
cimento do corado pode gerar um círculo vicioso, 
porque o baixo débito cardíaco resultante provoca 
diminuido da pressào diastólica. A pressào diastólica
UNIDADE IV A Circulado
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UNIDADE IV A Circulaçâo
baixa causa diminuiçâo do fluxo coronariano, o que 
reduz a força cardiaca ainda mais. Portanto, nos pa-
cientes em choque cardiogênico, a pressâo arterial, 
particularmente a pressâo diastólica, precisa ser au-
mentada por meio da administraçâo de vasoconstri- 
tores ou de expansores de volume. Nesse paciente, o 
melhor tratamento consiste na infusao de plasma. A 
colocaçâo de torniquetes nos quatro membros reduz 
o volume centrai de sangue, piorando a condiçâo do 
paciente em choque.
TFM12 259
104. B) O débito cardiaco em repouso deste paciente é igual 
a 4 L/min, e sua reserva cardíaca corresponde a 300% 
do débito cardiaco em repouso, ou seja, 12 L/min. Isso 
dà um débito cardíaco máximo total de 16 L/min. Por-
tanto, a reserva cardíaca é o aumento porcentual a que 
o débito cardiaco em repouso pode ser elevado.
TFM12 261
105. B) Na insuficiência cardíaca, vários fatores causam 
retençâo de sòdio, entre des a liberaçâo de aldoste- 
rona, a reduçâo da taxa de filtraçâo glomerular e o 
aumento da liberaçâo de angiotensina IL A diminui-
çâo da pressâo arterial média também resulta na re-
duçâo da pressâo hidrostática glomerular provocando 
urna diminuiçâo da excreçâo renal de sòdio. Na insu-
ficiência cardíaca, o volume de sangue eleva-se, o queproduz aumento da força cardíaca. Em particular, a 
pressâo atrial eleva-se, provocando a liberaçâo do fa- 
tor natriurético atrial que causa aumento da excreçâo 
renal de sòdio.
TFM12 260
106. D) No choque cardiogênico, ocorre um círculo vi-
cioso de deterioraçâo cardíaca. O coraçâo enfraque- 
cido tem um débito cardíaco menor e, como conse- 
quéncia disso, urna pressâo arterial baixa. A reduçâo 
da pressâo arterial, particularmente a reduçâo da 
pressâo diastólica, diminuí o fluxo sanguíneo corona-
riano e enfraquece aínda mais o coraçâo, o que reduz 
mais o débito cardíaco. O tratamento de escolha para 
o paciente em choque cardiogênico consiste em ele-
var a pressâo arterial com um fármaco vasoconstritor 
ou expansor de volume. A colocaçâo de torniquetes 
nos quatro membros, a drenagem moderada do san-
gue do paciente ou a administraçâo de furosemida 
diminuem o volume de sangue no tórax, piorando a 
condiçâo do paciente em choque cardiogênico.
TFM12 259
107. A) Na insuficiência cardíaca direita unilateral, a pres-
sâo no àtrio direito diminuí, assim como o débito 
cardíaco total. Como consequéncia, ocorre reduçâo 
da pressâo arterial e do débito urinàrio. Contudo, a 
pressâo no àtrio esquerdo náo se eleva; na realidade, 
diminuí.
TFM12 259
108. A) Na insuficiéncia cardíaca descompensada, os rins 
diminuem o débito urinàrio de sòdio e água a firn de 
aumentar o volume de sangue. Como consequéncia, 
ocorre aumento da pressào mèdia de enchimento 
sistèmico e do retorno venoso do sangue para o co-
rado, o que eleva a pressào no àtrio direito. Infeliz-
mente, se o cora^ao está muito fraco, o volume diastó- 
lico final aumenta, o que estica demais os sarcomeros 
cardíacos, tornando o músculo cardíaco muito ede-
matoso. Ao mesmo tempo, ocorre menor acúmulo de 
íons càlcio nos túbulos longitudinais do retículo sar- 
coplasmático; portanto, há menos càlcio disponível 
para o músculo cardíaco, o que enfraquece mais ainda 
o cora^ao.
TFM12 257-258
109. A) A condilo clínica dos pacientes com edema agudo 
de pulmao agrava-se rapidamente, a menos que seja 
instituido um tratamento adequado. O volume de 
sangue no tórax precisa ser reduzido e, para isso, há 
várias técnicas disponíveis. Pode-se colocar tornique-
tes nos quatros membros e, em seguida, alternar a 
constriño a firn de aumentar o volume de sangue nos 
membros, diminuindo o volume de sangue no tórax. 
Também é possível administrar diuréticos de a<;ao rá-
pida como a furosemida, que reduz o volume plasmá-
tico. Pode-se remover quantidades moderadas de san-
gue do paciente a firn de diminuir o volume de sangue 
do tórax. Os pacientes também devem receber oxigé- 
nio para elevar os níveis de oxigènio do sangue, con-
tudo nunca se deve administrar expansores de volume, 
como plasma ou dextrana, visto que tais substáncias 
podem piorar o edema de pulmao.
TFM12 261
110. B) Na insuficiéncia cardíaca compensada, a pressào 
mèdia de enchimento sistèmico aumenta por causa 
da hipervolemia, e o débito cardíaco está com fre- 
quéncia normal. Há dispneia e, ñas fases iniciáis da 
insuficiéncia cardíaca compensada, ocorre sudorese 
excessiva. Nesses pacientes, a pressào no àtrio direito 
eleva-se até valores muito altos, urna característica 
dessa doen<;a.
TFM12 256-257
111. B) Os fatores que aumentam o volume de sangue ou 
diminuem a capacidade vascular acabam elevando a 
pressào mèdia de enchimento sistèmico. A in ib ito 
simpática e a dilatalo venosa reduzem a pressào 
mèdia de enchimento sistèmico. Na insuficiéncia car-
díaca congestiva, os rins retém grandes quantidades 
de sòdio e água, o que aumenta o volume de sangue 
e, consequentemente, eleva significativamente a pres-
sào mèdia de enchimento sistèmico.
TFM12 256
112. A) Na insuficiéncia cardíaca compensada, há um au-
mento da liberado de angiotensina II e aldosterona e,
66 booksmedicos.org
como consequència, os rins passam a reter sòdio e 
água, o que aumenta o volume de sangue do corpo e 
o retorno venoso do sangue para o corado» o que 
eleva a pressào no àtrio direito. Na insuficiencia car-
díaca compensada, o aumento do fluxo eferente sim-
pático eleva a frequencia cardíaca. Ocorre dispneia, 
durante qualquer tipo de esforzó físico e aparece tam- 
bém a ortopneia - falta de ar que se manifesta quando 
o paciente está em posido deitada.
TFM12 256-257
113. B) Na insuficiencia cardíaca descompensada, o débito 
cardíaco diminuí por causa do enfraque cimento do 
corado e do edema do músculo cardíaco. As pres- 
soes no sistema capilar pulmonar aumentam, inclu-
sive a pressào capilar pulmonar e a pressào mèdia de 
enchimento pulmonar. A depled0 de norepinefrina 
ñas term inales dos ñervos simpáticos cardíacos é 
outro fator que causa enfraquecimento do corado.
TFM12 257-258
114. D) Na insuficiéncia cardíaca descompensada, os rins 
retèm sòdio e água, o que causa ganho de peso e au-
mento do volume de sangue. Como consequència, 
ocorre elevalo da pressào mèdia de enchimento 
sistèmico, o que também estica o corado. Portanto, 
náo ocorre redu^ào da pressào mèdia de enchimento 
sistèmico na insuficiéncia cardíaca descompensada. 
Muitas vezes, o volume excessivo de sangue estica 
demasiadamente os sarcòmeros do corado, o que os 
impede de alcanzar sua tensào máxima. O excesso de 
volume central de líquido também causa ortopneia, 
ou seja, incapacidade de respirar de modo apropriado, 
exceto quando em posido ereta.
TFM12 257-258
115. C) O eixo elétrico mèdio do QRS desse paciente está 
desviado para a direita e em 170°. Isso indica que o 
lado direito do corado está afetado. A estenose aór-
tica e a regurgitado da valva atrioventricular es- 
querda desviam o eixo do QRS para a esquerda. A 
estenose da valva atrioventricular esquerda náo afeta 
o ventrículo esquerdo, porém, em circunstáncias bas-
tante graves, pode elevar a pressào na artèria pulmo-
nar e, consequentemente, elevar também a pressào 
capilar pulmonar. A estenose da valva atrioventricular 
direita náo afeta o ventrículo direito. Portanto, a este-
nose da valva pulmonar é a única con d ilo que se 
encaixa nesse conjunto de sintomas.
TFM12 265-266
116. C) A segunda bulha cardíaca resulta do fechamento 
da valva da aorta e da valva do tronco pulmonar que 
ocorre no final da sístole. Esse evento dá inicio a urna 
vibrado que se espalha pelos ventrículos, aorta e ar-
tèria pulmonar. Por outro lado, a primeira bulha car-
díaca resulta do fechamento das valvas AV.
TFM12 267
117. B) Os sopros que se assemelham ao som do vento e 
tèm frequéncia sonora relativamente alta, geralmente 
estào associados a insuficiéncia valvular. As principáis 
informades necessárias para a identificado desse 
sopro sáo as pressòes sistòlica e diastólica. Na regur-
gitado ua valva da aorta, a pressào de pulso (pressào 
sistòlica - pressào diastólica) normalmente é alta e, 
neste caso, é de 100 mmHg. Observa-se também que 
a pressào diastólica cai até valores muito baixos, 
como 40 mmHg, à medida que o sangue reflui para o 
ventrículo esquerdo.
TFM12 267-268
118. E) Ocorre hipertrofia do ventrículo esquerdo quando 
essa cámara cardíaca tem que desenvolver urna pres-
sào elevada ou quando eia bombeia um volume extra 
de sangue em cada batimento. Na regurgitado aór-
tica, parte do sangue reflui para o ventrículo esquerdo 
durante a diàstole. Esse volume extra de sangue pre-
cisa ser expelido durante o batimento cardíaco se- 
guinte. Na regurgitado da valva atrioventricular es-
querda, parte do sangue é bombeada para a aorta, 
enquanto outra reflui para o àtrio esquerdo. Como 
consequència, o ventrículo esquerdo bombeia um 
volume extra de sangue em cada batimento cardíaco. 
Na estenose aórtica, o ventrículo esquerdo precisa se 
contrair vigorosamente e produzir urna tensào ele-
vada ñas paredes a firn de aumentar a pressào intra-
ventricular até osvalores altos necessários para a ex- 
pulsào do sangue para a aorta. Na estenose da valva 
atrioventricular esquerda, o ventrículo esquerdo está 
normal; è o àtrio que desenvolve a pressào extra ne-
cessària para enviar sangue através da valva atrioven-
tricular esquerda estenosada.
TFM12 267-268
119. E) Há vários sopros diastólicos que podem ser auscul-
tados com facilidade com o estetoscopio. A regurgita-
d o de sangue ñas valvas da aorta e do tronco pulmo-
nar ocorre através de valvas insuficientes durante a 
diàstole, provocando um sopro cardíaco auscultado 
durante essa fase do ciclo cardíaco. A estenose das 
valvas atrioventriculares direita e esquerda origina 
sopros diastólicos porque o sangue flui através de 
valvas estreitadas durante o período diastólico. O so-
pro associado ao ducto arterial patente é auscultado 
tanto na sístole quanto na diàstole.
TFM12 265-266
120. C) A regurgitado na valva atrioventricular esquerda 
causa grandes aumentos na pressào do àtrio esquerdo. 
Contudo, a estenose da valva atrioventricular direita e 
as regurgitad es ñas valvas atrioventricular direita e do 
tronco pulmonar aumentam apenas a pressào no àtrio 
direito e nào afetam a pressào do àtrio esquerdo.
TFM12 267-268
121. B) O eixo do QRS dessa paciente está em - 45°, o que 
indica um desvio do eixo para a esquerda. Em outras
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UNIDADE IV A Circulado
palavras, o lado esquerdo do cora^ao está aumen-
tado. Na estenose da valva da aorta, o lado esquerdo 
do cora^ào está aumentado por causa da tensào extra 
que as paredes do ventrículo esquerdo precisam 
exercer para expelir o sangue para o interior da aorta. 
Portanto, esses sintomas se encaixam em um caso de 
estenose aòrtica. Na estenose da valva do tronco 
pulmonar, o lado direito do cora^ào hipertrofia-se e, 
na estenose da valva atrioventricular esquerda, nào 
ocorre hipertrofia do ventrículo esquerdo. Quando 
há regurgitado na valva atrioventricular direita, o 
lado direito do cora^ào aumenta e, na estenose da 
valva atrioventricular direita, nào ocorre hipertrofia 
ventricular.
TFM12 267-268
122. C) O eixo elétrico desse paciente está desviado para a 
direita, fato que indica que o lado direito do cora^ào 
está hipertrofiado. Nesse caso, há duas possibilidades: 
estenose da valva do tronco pulmonar e tetralogia de 
Fallot. Na tetralogia de Fallot, o teor de oxigènio do 
sangue arterial está baixo, o que nào é o caso nesse 
paciente. Portanto, a estenose da valva pulmonar é a 
resposta correta.
TFM12 267-268
123. A) A hipertrofia do ventrículo direito ocorre quando 
o cora^ào direito tem que bombear um volume maior 
de sangue ou bombear o sangue contra urna pressào 
mais elevada. A tetralogia de Fallot está associada à 
hipertrofia do ventrículo direito por causa do au-
mento da resistència valvular pulmonar, e o mesmo 
ocorre na estenose da artèria pulmonar. A insuficièn- 
cia da valva atrioventricular direita produz aumento 
do volume sistòlico do cora^ào direito, o que causa 
hipertrofia. Contudo, a estenose da valva atrioventri-
cular direita nào afeta o ventrículo direito.
TFM12 271
124. D) Durante a sístole, os sopros provenientes de um 
defeito no septo interventricular e do ducto arterial 
patente sào auscultados com clareza. Contudo, o so-
pro associado ao ducto arterial patente também é 
auscultado durante a diàstole. A estenose da valva 
atrioventricular esquerda, a estenose da valva atrio-
ventricular direita e a regurgitado na valva da aorta 
estào associadas a sopros diastólicos.
TFM12 267
125. A) Na tetralogia de Fallot há um defeito no septo in-
terventricular bem como estenose da artèria pulmo-
nar ou da valva do tronco pulmonar. Portanto, è 
muito difícil para o sangue entrar na artèria pulmo-
nar e chegar aos pulmòes para ser oxigenado. Por 
outro lado, urna parte do sangue desvia para o lado 
esquerdo do corado e assim nào passa pelos pul-
mòes. Como consequència, o sangue arterial contém 
baixa concentrado de oxigènio.
TFM12 271
126. B) Por definido, a primeira bulha cardiaca è sempre 
associada ao fechamento das valvas AV. As bulhas 
cardíacas nunca estào associadas à abertura de qual- 
quer das valvas, mas sempre ao fechamento délas e à 
vibrado do sangue e das paredes do corado asso-
ciada a esse fechamento.
TFM12 265-266
127. B) Na tetralogia de Fallot, há um defeito no septo in-
terventricular e aumento da resistència na valva do 
tronco pulmonar ou na artèria pulmonar. Essas alte- 
rades fazem com que o sangue desvie parcialmente 
para o lado esquerdo do corado sem passar pelos 
pulmòes. Como consequència, a concentrado de 
oxigènio no sangue arterial torna-se muito baixa. O 
defeito no septo interventricular também faz com 
que as pressoes sistólicas sejam iguais em ambos os 
ventrículos, situaiáo que provoca hipertrofia do ven-
trículo direito e espessamento de sua parede muito 
similar áquele do ventrículo esquerdo.
TFM12 271
128. C) A regurgitado na valva atrioventricular esquerda 
e a estenose aórtica sào condides associadas a sopros 
auscultados durante a sístole. O sopro relacionado ao 
defeito do septo ventricular normalmente é auscul-
tado apenas durante a fase sistòlica. Os sopros asso- 
ciados à estenose da valva atrioventricular direita e ao 
ducto arterial patente sào auscultados durante a diàs-
tole. Contudo, o sopro do ducto arterial patente tam-
bém é auscultado durante a sístole.
TFM12 267
129. E) A terceira bulha cardíaca está associada à entrada 
rápida de sangue nos ventrículos ñas fases inicial e 
mèdia da diàstole. A bulha cardíaca seguinte, a quarta 
bulha, é produzida pela entrada rápida de sangue nos 
ventrículos causada pela co n tra jo atrial. A primeira 
bulha cardíaca resulta do fechamento das valvas AV, 
e a segunda bulha cardíaca do fechamento das valvas 
do tronco pulmonar e da aorta.
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130. A) Vários eventos ocorrem no choque progressivo, 
entre eles o aumento da permeabilidade capilar, que 
permite a saída de líquido dos vasos e consequente- 
mente diminuì o volume de sangue. Outros fatores 
deteriorantes incluem insuficiéncia do centro vasomo-
tor, insuficiéncia da circulado periférica, redu^áo da 
atividade das mitocondrias celulares e acidóse por todo 
o corpo. Em geral, o débito urinàrio diminuí acentua-
damente; portanto, o aumento do débito urinàrio nào 
é a resposta correta. O pH tecidual caí e ocorre o me-
canismo de relaxamento por estresse das veias.
TFM12 276
131. A) Os fármacos simpatomiméticos sào administrados 
para combater a hipotensáo em várias condi^oes, que 
incluem a lesáo da medula espinal na qual o fluxo efe-
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rente simpático é interrompido. Os fármacos simpato- 
miméticos também sao administrados durante a anes-
tesia muito profunda, que diminuí o fluxo eferente 
simpático, e no choque anafilático, que resulta da libe-
rado de histamina, sendo acompanhado de vasodila-
tado. Fármacos simpatomiméticos, como a norepine- 
frina, elevam apressáo arterialao causarvasoconstrido. 
O choque causado por excesso de vòmito, hemorragia 
ou administrado excessiva de diuréticos leva à deple- 
d o do volume líquido, o que reduz o volume de san-
gue e a pressào mèdia de enchimento sistèmico. A 
administrado de urna soludo balanceada de eletróli- 
tos combate meihor essa situado.
TFM12 281
132. C) Os vómitos podem causar urna grande perda de 
eletrólitos que provoca urna redudo substancial do 
volume de plasma. Como consequència, o volume de 
sangue diminuí e a pressào arterial atinge níveis 
muito baixos. O tratamento apropriado consiste em 
repor o volume que foi perdido por meio da infusáo 
de urna soludo balanceada de eletrólitos.
TFM12 280-281
133. D) O paciente recebeu urna vacina contra a gripe e 
entrou rapidamente em choque, o que nos levaa pen-
sar que ele possivelmente esteja em choque anafilá-
tico. Essa condido é caracterizada por um estado de 
vasodilatado extrema causada pela liberado de his-
tamina. Os anti-histamínicos tém alguma utilidade, 
mas sua ado é muito lenta, e o paciente pode morrer 
nesse meio tempo. Portanto, é preciso utilizar um 
agente de ado muito rápida, como um fármaco sim- 
patomimético.
TFM12 280-281
134. E) No choque hemorrágico compensado, vários fato- 
res impedem a progressao do choque, entre eles a 
elevado da frequéncia cardíaca. Também ocorre o 
inverso do relaxamento por estresse das veias, no qual 
os vasos, especialmente as veias, contraem-se ao re-
dor do volume de sangue disponível. Além disso, há 
aumento da liberado de ADH, o que causa retendo 
de água pelos rins, mas também vasoconstrido das 
arteríolas. Se a pressào arterial cair até valores muito 
baixos, ocorrerá também urna resposta isquémica do 
SNC, que provoca aumento do fluxo eferente simpá-
tico. E aínda, observa-se aumento da absordo de lí-
quido intersticial pelos capilares, aumentando o vo-
lume no interior dos vasos.
TFM12 275
135. E) A raquianestesia pode bloquear a emergéncia ner-
vosa simpática da medula espinal, sobretudo quando 
a anestesia se espalha por toda a medula espinal. Esse 
bloqueio pode se constituir em urna causa muito im-
portante de choque neurogènico. O tratamento de 
escolha consiste em recuperar o tonus simpático cor-
poral que foi perdido. A meihor forma de aumentar o
tonus simpático é por meio da infusáo de um fármaco 
simpatomimético.
TFM12 281
136. A) Sem dúvida, esse paciente perdeu muito sangue 
por causa do acídente de motocicleta. O meihor tra-
tamento consiste em repor o que foi perdido no ací-
dente, ou seja, em infundir sangue total. A adminis-
trado de sangue total é muito superior à infusáo de 
plasma, urna vez que possibilità também a reposido 
de hemácias, que tém capacidade de transportar oxi- 
génio muito superior a dos componentes do plasma 
sanguíneo. Neste caso, os ñervos simpáticos estáo 
disparando impulsos muito rapidamente, e a infusáo 
de um agente simpatomimético traria poucos bene-
ficios.
TFM12 280-281
137. C) Nos choques hemorrágico, anafilático e neurogè-
nico, o retorno venoso do sangue para o corado di-
minuí acentuadamente. Contudo, no choque séptico, 
o débito cardíaco aumenta em muitos pacientes por 
causa da vasodilatado nos tecidos afetados e da ele-
vado da taxa metabòlica que causa vasodilatado em 
outras partes do corpo.
TFM12 280
138. E) Esse paciente está com hemorragia, portanto o 
meihor tratamento consiste na reposido do sangue 
que ele perdeu. Infelizmente, náo há sangue disponí-
vel; entáo, é preciso partir para o segundo tratamento 
de escolha. Nessa situado, o meihor tratamento é 
aumentar o volume de sangue do paciente. A infusáo 
de plasma é o segundo tratamento de escolha, porque 
a pressào coloidosmótica elevada dessa substáncia 
ajuda o líquido infundido a permanecer na circulado 
por muito mais tempo que urna soludo balanceada 
de eletrólitos.
TFM12 280-281
139. B) A obstrudo intestinal causa com frequéncia redu-
d o intensa do volume plasmático. A obstrudo pro-
voca distensáo intestinal e bloqueia parcialmente o 
fluxo sanguíneo venoso nos intestinos. Como conse-
quència, a pressào capilar intestinal aumenta e faz 
com que líquido vaze dos capilares para a parede do 
intestino e também para o lúmen intestinal. O líquido 
que vaza tem alto teor de proteina, muito similar 
àquele do plasma, o que reduz a proteina plasmática 
total e o volume de plasma. Portanto, o tratamento de 
escolha consiste na reposido do líquido perdido por 
meio da infusáo de plasma.
TFM12 280-281
140. A) No choque progressivo, o pH nos tecidos do corpo 
cai como consequència do fluxo sanguíneo insufi-
ciente. Muitos vasos ficam bloqueados por causa da 
aglutinado local do sangue, que é denominado san-
gue estagnado. Também surgem áreas focáis de ne-
UNIDADE IV A Circulado
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UN
IDA
DE IV
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UNIDADE IV A Circuiamo
eróse no fígado, a atividade das mitocóndrias diminuí 
e a permeabilidade capilar aumenta. Ocorre aumento 
da liberado de hidrolases pelos lisossomos e o meta-
bolismo celular da glicose diminuí.
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141. A) A anafilaxia é urna condi<;áo alérgica resultante da 
rea<;áo antígeno-anticorpo que ocorre depois da ex-
p ó sito de um individuo a urna substáncia antigénica. 
Os basófilos e mastócitos dos tecidos pericapilares 
liberam histamina ou substáncias semelhantes. A his- 
tamina provoca dilatado venosa, dilatado das arte- 
ríolas e um grande aumento da permeabilidade capi-
lar, com perda rápida de líquido e proteína para os 
espatos teciduais. Como consequéncia, ocorre redu-
d o do retorno venoso e com frequéncia choque 
anafilático.
TFM12 280-281
142. A) Durante o choque hemorrágico progressivo, coá-
gulos de sangue comegam a se formar no interior de 
muitos vasos sanguíneos diminutos. O fluxo insufi-
ciente de sangue em todo o corpo leva á acidóse por
causa da remo^áo insuficiente do dióxido de carbono. 
O transporte ativo de sòdio e potàssio também dimi-
nuí. No fígado, a atividade das mitocóndrias diminuí, 
e a atividade dos lisossomos aumenta em diversas 
áreas extensas.
TFM12 276
143. C) Nos casos de diarreia intensa, o corpo perde urna 
grande quantidade de sòdio e água, o que causa desi- 
drata^ào e ás vezes choque. O melhor tratamento 
consiste na reposi^áo dos eletrólitos que foram perdi-
dos durante a diarreia. Portanto, a infusáo de urna 
solu^ao balanceada de eletrólitos é o tratamento de 
escolha.
TFM12 280-281
144. B) Nos pacientes com queimaduras graves, os tecidos 
queimados perdem urna grande quantidade de subs-
táncias semelhantes ao plasma. Como consequéncia, 
a concentrado de proteínas do plasma diminuí acen-
tuadamente, e o tratamento de escolha consiste, por-
tanto, na infusáo de plasma.
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