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U N I D A D E O Cora^áo Perguntas 1 a 4 Urna mulher de 60 anos de idade tem urna frequéncia car- díaca de repouso em 70 bpm, a pressáo arterial é 130/85 mmHg, e a temperatura corporal é normal. Seu gráfico vo- lunte x pressáo do ventrículo esquerdo é mostrado abaixo. 1. Qual é o seu débito cardíaco em mililitros/min? A) 2.000 B) 3.000 C) 4.000 D) 6.000 E) 7.000 2. Quando a segunda bulha cardíaca o corre na rela^áo volume-pressáo do ventrículo? A) No ponto D B) Entre o ponto A e o ponto B C) Entre o ponto B e o ponto C D) Entre o ponto C e o ponto D E) Entre o ponto D e o ponto A 3. Quando a terceira bulha cardíaca ocorre na rela^áo vo- lume-pressáo do ventrículo? A) No ponto D B) Entre o ponto A e o ponto B C) Entre o ponto B e o ponto C D) Entre o ponto C e o ponto D E) Entre o ponto D e o ponto A 4. Qual é a sua fra<;áo de eje<;áo do ventrículo? A) 33% B) 50% C) 60% D) 67% E) 80% 5. Em que fase do potencial de a<;áo do músculo do ventrí- culo a permeabilidade do potássio é maior? A) 0 B) 1 C) 2 D) 3 E) 4 6. Em um adulto em repouso, qual é o valor característico da fra<;áo de eje<;áo do ventrículo? A) 20% B) 30% C) 40% D) 60% E) 80% 7. Um homem de 30 anos de idade apresenta urna fra<;áo de eje<;áo de 0,25 e um volume sistólico final de 150 mL. Qual é o seu volume diastólico final? A) 50 mL B) 100 mL C) 125 mL D) 200 mL E) 250 mL 23booksmedicos.org UNIDADE III O Coraçâo 8. Qual das seguintes afirmaçôes sobre o músculo cardí- aco é mais exata? A) Os túbulos T do músculo cardíaco podem armaze- nar muito menos càlcio do que os túbulos T do músculo esquelético B) A força e a contraçâo do músculo cardíaco depen- derá da quantidade de càlcio ao redor dos miócitos cardíacos C) No músculo cardíaco o inicio do potencial de açâo provoca urna abertura ime diata dos canais lentos de càlcio D) A repolarizaçâo do músculo cardíaco é provocada pela abertura dos canais de sòdio E) Os mucopolissacarídios dentro dos túbulos T se ligam aos íons cloreto 9. O ECG de um homem de 60 anos de idade mostra um intervalo R-R de 0,55 s. Qual das seguintes opçôes ex- plica melhor sua condiçâo? A) Ele apresenta febre B) Ele apresenta frequência cardíaca normal C) Eie apresenta excesso de estimulaçâo parassimpá- tica do nò S-A D) Eie é um atleta praticante em repouso E) Eie apresenta hiperpolarizaçâo do nò S-A 10. Qual das seguintes opçôes é a causa provável para o coraçâo entrar em contraçâo espástica? A) Aumento da temperatura corporal B) Aumento da atividade simpàtica C) Diminuiçâo de ions potàssio no líquido extracelular D) Excesso de ions potàssio no líquido extracelular E) Excesso de càlcio no líquido extracelular 11. Qual dos eventos a seguir ocorre no final do periodo de ejeçâo do ventrículo? A) Fechamento das valvas A-V B) Abertura da valva aòrtica C) A valva aòrtica permanece aberta D) Abertura das valvas A-V E) Fechamento da valva pulmonar 12. Qual das seguintes fases do ciclo cardiaco ocorre m e- diatamente após o inicio da onda QRS? A) Relaxamento isovolumétrico B) Ejeçâo do ventrículo C) Sistole do àtrio D) Diàstase E) Contraçâo isovolumétrica 13. Qual das seguintes condiçôes resultará em um coraçâo dilatado e flácido? A) Excesso de ions càlcio no sangue B) Excesso de ions potàssio no sangue C) Excesso de ions sòdio no sangue D) Aumento da estimulaçâo simpática E) Aumento da concentraçâo de norepinefrina no sangue 14. Um atleta bem condicionado de 25 anos de idade pesa 80 kg. Durante estimulado simpática intensa, qual é o nivel de plato da sua curva de fundo do débito cardíaco? A) 3 L/min B) 5 L/min C) 10 L/min D) 13 L/min E) 25 L/min 15. Qual dos seguintes eventos está associado á primeira bulha cardíaca? A) Fechamento da valva aórtica B) Período de enchimento rápido dos ventrículos du- rante a diástole C) Inicio da diástole D) Abertura das valvas A-V E) Fechamento das valvas A-V 16. Qual das seguintes cóndilo es no nó A-V causaria di- minuido na frequéncia cardíaca? A) Aumento da permeabilidade de sodio B) Diminuido dos níveis de acetilcolina C) Aumento dos níveis de norepinefrina D) Aumento da permeabilidade de potássio E) Aumento da permeabilidade de cálcio 17. A estimulado simpática do corado A) Libera acetilcolina ñas term inales simpáticas B) Diminui a frequéncia de descarga do nó sinoatrial C) Diminui a excitabilidade do corado D) Libera norepinefrina ñas terminados simpáticas E) Diminui a contratibilidade cardíaca 18. Qual é o retardo total normal do impulso cardíaco no nó A-V e no feixe A-V? A) 0,22 s B) 0,18 s C) 0,16 s D) 0,13 s E) 0,09 s 19. Qual das seguintes opdes explica melhor como a esti- mulado simpática afeta o corado? A) Diminui a permeabilidade do nó S-A ao sodio B) Diminui a permeabilidade do nó A-V ao sodio C) Aumenta a permeabilidade do nó S-A ao potássio D) Há aumento na taxa de tendéncia de prolongamento do potencial de repouso da membrana do nó S-A E) Diminui a permeabilidade do músculo cardíaco ao cálcio 20. Qual das seguintes estruturas terá a resposta mais lenta de condudo do potencial de ado cardíaco? A) Músculo atrial B) Via internodal anterior C) Fibras do feixe A-V D) Ramos subendocárdicos E) Músculo ventricular 24 booksmedicos.org 21. Se o nó S-A descarrega em 0,00 s, quando o potencial de at^ ào normalmente chegarà a superficie do epicàr- dio na base do ventrículo esquerdo? A) 0,22 s B) 0,18 s C) 0,16 s D) 0,12 s E) 0,09 s 22. Se o nó S-A descarrega em 0,00 s, quando o potencial de agào normalmente chegarà ao feixe A-V (fascículo atrioventricular)? A) 0,22 s B) 0,18 s C) 0,16 s D) 0,12 s E) 0,09 s 23. Qual das seguintes condi<;òes no nó S-A causará dimi- nuido da frequència cardiaca? A) Aumento dos niveis de norepinefrina B) Aumento da permeabilidade do sòdio C) Aumento da permeabilidade do càlcio D) Aumento da permeabilidade do potàssio E) Diminuido dos niveis de acetilcolina 24. Qual das seguintes opdes é causada pela acetilcolina? A) Hiperpolarizado do nó S-A B) Despolarizado do nó A-V C) Diminuido da permeabilidade do nó S-A aos ions potàssio D) Aumento da frequència cardiaca E) Aumento da permeabilidade do músculo cardiaco aos ions càlcio 25. Qual é o potencial de membrana (limiar) no qual o nó S-A descarrega? A) -4 0 mV B) -55 mV C) -65 mV D) -85 mV E) -105 mV 26. Qual das seguintes condides no nó A-V provocará urna diminuido na frequència cardiaca? A) Aumento da permeabilidade do sòdio B) Diminuido dos niveis de acetilcolina C) Aumento dos niveis de norepinefrina D) Aumento da permeabilidade do potàssio E) Aumento da permeabilidade do càlcio 27. Se os ramos subendocárdicos do ventrículo tornarem-se o marca-passo do coraçâo, quai a frequência cardíaca esperada? A) 30/min B) 50/min C) 65/min D) 75/min E) 85/min 28. Quai é o retardo total normal do impulso cardíaco no nó A-V e no sistema de feixes A-V? A) 0,03 s B) 0,06 s C) 0,09 s D) 0,13 s E) 0,17 s 29. Quai é o potencial de repouso da membrana das fibras do nó sinoatrial? A) -100 mV B) -9 0 mV C) -8 0 mV D) -55 mV E) -2 0 mV 30. Se os ramos subendocárdicos, localizados na regiao distal da junçâo A-V, tornarem-se o marca-passo do coraçâo, quai é a frequência cardíaca esperada? A) 30/min B) 50/min C) 60/min D) 70/min E) 80/min 31. A estimulaçâo simpática do coraçâo normalmente provoca quai das seguintes condiçôes? A) Liberaçâo de acetilcolina nas terminaçôes simpá- ticas B) Diminuiçâo da frequência cardíaca C) Diminuiçâo davelocidade de conduçâo do impulso cardíaco D) Diminuiçâo da força de contraçâo dos átrios E) Aumento da força de contraçâo dos ventrículos 32. Durante o registro da derivaçâo I em um ECG, o braço direito é o eletrodo negativo, e o eletrodo positivo é o(a) A) braço esquerdo B) perna esquerda C) pernadireita D) braço esquerdo + perna esquerda E) braço direito + perna esquerda UNIDADE III O Coraçâo 25 UN IDA DE III booksmedicos.org UNIDADE III O Corano 33. Durante o registro da derivado aVL em um ECG, o ele tro do positivo é o (a) A) bra<;o esquerdo B) perna esquerda C) perna direita D) bra<;o esquerdo + perna esquerda E) bra<;o direito + perna esquerda 35. Qual é a frequéncia cardíaca no ECG abaixo? 34. Um homem de 70 anos de idade apresentou o ECG abaixo durante o seu exame físico anual. Qual é o seu intervalo Q-T? A) 0,12 s B) 0,16 s C) 0,22 s D) 0,30 s E) 0,40 s +1,0 +0,5 - Atrios Ventrículos Intervalo RR SegmentoA A -0,5 Intervalo P-R= 0,16 s S AJ Intervalo Q-T — I----------- 1-------------1------------ 1------------ 1------------ 1----------- 1—0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 1,2 1,4 Tempo (segundos) 1,6 A) 64 B) 70 C) 0000 D) 94 E) 104 36. Qual é o intervalo Q-T normal? A) 0,03 s B) 0,13 s C) 0,16 s D) 0,20 s E) 0,35 s 37. Durante o registro da derivado II em um ECG, o ele- tro do positivo é o (a) A) bra<;o esquerdo B) perna esquerda C) perna direita D) bra<;o esquerdo + perna esquerda E) bra<;o direito + perna esquerda 38. Durante o registro da derivado III em um ECG, o ele tro do negativo é o (a) A) bra<;o esquerdo B) perna esquerda C) perna direita D) bra<;o esquerdo + perna esquerda E) bra<;o direito + perna esquerda 39. Um homem de 65 anos de idade teve um ECG regis- trado em urna sala de emergéncia após um acidente de bicicleta. Pesava 80 kg e apresentava pressáo arterial na aorta de 160/90 mmHg. A voltagem do QRS era 0,5 mV em derivado I e 1,5 mV em derivado III. Qual é a voltagem do QRS em derivado II? A) 0,5 mV B) 1,0 mV C) 1,5 mV D) 2,0 mV E) 2,5 mV 40. Urna onda de despolarizado do ventrículo quando viaja -90° no plano frontal provocará um grande des- vio negativo em qual derivado? A) aVR B) aVL C) Derivado II D) Derivado III E) aVF 26 booksmedicos.org Perguntas 41 a 43 Urna mulher de 60 anos de idade teve o ECG apresentado abaixo registrado em urna sala de emergéncia após um acídente de automóvel. Pesava 70 kg e apresentava pressáo arterial na aorta de 140/80 mmHg. 41. Qual é o eixo elétrico mèdio calculado a partir das derivagòes-padrao I, II e III mostradas no seu ECG? A) -90° B) -50° C) -12° D) +100° E) +170° 42. Qual é a frequéncia cardíaca usando a derivalo I para o cálculo? A) 70 B) 88 C) 100 D) 112 E) 148 43. Qual é o seu diagnóstico provável? A) Estenose da valva mitrai B) Bloqueio do ramo esquerdo C) Estenose da valva pulmonar D) Bloqueio do ramo direito E) Hipertrofia do ventrículo esquerdo 44. Qual das seguintes conduces geralmente resultará no desvio do eixo para a direita em um ECG? A) Hipertensào sistèmica B) Estenose da valva aórtica C) Regurgitado da valva aórtica D) Excesso de gordura abdominal E) Hipertensào pulmonar 45. Urna onda de despolarizado do ventrículo quando viaja 60° no plano frontal provocará um acentuado desvio positivo em qual das seguintes derivad es? A) aVR B) aVL C) Derivado I D) Derivado II E) aVF Perguntas 46 e 47 Homem de 62 anos de idade, fumante há vários anos, e pesando 113 kg. Ele teve o seguinte ECG registrado em seu hospital local. UNIDADE III O Corado 46. Qual das seguintes opdes é o eixo elétrico médio cal- culado a partir das derivad es-padráo I, II e III mostra- das no seu ECG? A) -110° B) -20° C) +90° D) +105° E) +180° 47. Qual das seguintes opdes é o diagnóstico provável? A) Hipertrofia do ventrículo esquerdo B) Bloqueio do ramo esquerdo do feixe C) Estenose da valva tricúspide D) Bloqueio do ramo direito do feixe E) Hipertrofia do ventrículo direito 48. Urna mulher de 60 anos de idade perdeu em parte a capacidade de realizar as tarefas domésticas normáis e nao está se sentindo bem. Um ECG mostra um com- plexo QRS com urna largura de 0,20 s, a onda T está invertida na derivado l e a onda R tem um desvio ne- gativo acentuado na derivado III. Qual das seguintes opdes é o diagnóstico provável? A) Hipertrofia do ventrículo direito B) Bloqueio do ramo esquerdo do feixe C) Estenose da valva pulmonar D) Bloqueio do ramo direito do feixe E) Hipertrofia do ventrículo esquerdo 27 UN IDA DE III booksmedicos.org UNIDADE III O Corano 49. Urna mulher de 70 anos de idade procurou assistència na emergència de um hospital porque estava sentindo dor no peito. Baseado no trabado do ECG abaixo, qual das seguintes op<;òes é o diagnòstico provável? V2 A) Infarto agudo da parede anterior no ventrículo es- querdo do cora^áo B) Infarto agudo da parede anterior no ventrículo di- reito do cora^áo C) Infarto agudo da parede posterior no ventrículo esquerdo do cora^áo D) Infarto agudo na parede posterior no ventrículo direito do cora^áo E) Hipertrofia do ventrículo direito 50. Um homem de 30 anos de idade teve o seu ECG ava- hado no consultorio do seu médico, mas os seus regis- tros foram perdidos. O técnico do ECG se lembra que o desvio do QRS foi acentuado e positivo na derivado aVF e 0 na derivado I. Qual é o eixo elétrico médio no plano frontal? A) 90° B) 60° C) 0o D) -60° E) -90° 51. Qual das seguintes op^òes é mais provável no “ponto J” do ECG de um paciente com lesáo no músculo cardíaco? A) Todo o cora^áo está despolarizado B) Todo o cora^áo está despolarizado, exceto no mús- culo cardíaco lesionado C) Cerca de metade do cora^áo está despolarizada D) Todo o cora^áo está repolarizado E) Todo o cora^áo está repolarizado, exceto no mús- culo cardíaco lesionado 52. Um homem de 50 anos de idade é um funcionário novo na ABC Software. O ECG mostrado aqui foi re- gistrado durante um exame físico de rotina. Qual das seguintes op^oes é o seu diagnóstico provável? i lì III A) Hipertensào sistèmica crònica B) Hipertensào pulmonar crònica C) Bloqueio cardíaco de segundo grau D) Taquicardia paroxística E) Estenose da valva tricúspide 53. Um homem de 55 anos de idade teve o seu ECG ava- hado em um exame físico anual, e o seu desvio efetivo (onda R menos onda Q ou S) na derivalo I do mem- bro-padrao é -1,2 mV. A derivalo II do membro-pa- dráo teve um desvio líquido de +1,2 mV. Qual é o eixo elétrico médio do seu QRS? A) -30° B) +30° C) +60° D) +120° E) -120° 54. Um paciente de 65 anos de idade com sopro cardíaco teve um eixo QRS médio (vetor QPS médio) de 120°, e o complexo QRS dura 0,18 s. Qual das seguintes op- £0es é o diagnóstico provável? A) Estenose da valva aórtica B) Regurgitado da valva aórtica C) Estenose da valva pulmonar D) Bloqueio do ramo direito do feixe E) Bloqueio do ramo esquerdo do feixe 28 booksmedicos.org 55. Urna mulher de 60 anos de idade cansa-se fácilmente. Seu ECG mostra um complexo QRS que é positivo na derivado aVF e negativo na derivado I do membro- padráo. Qual das seguintes opt^óes é causa provável desta condi^áo? A) Hipertensáo sistémica crónica B) Hipertensáo pulmonar C) Estenose da valva aórtica D) Regurgitado da valva aórtica 56. Urna mulher de 60 anos de idade chegou na emergen- cia de um hospital queixando-se de dor no peito. Base- ado no trabado do ECG mostrado aqui, qual das se- guintes op<;óes é o diagnóstico mais provável? II III V 2 A) Infarto agudo da parede anterior na base do co- r a d 0 B) Infarto agudo da parede anterior no ápice do co- r a d 0 C) Infarto agudo da parede posterior na base do co- r a d 0 D) Infarto agudo da parede posterior no ápice do co- ra d 0 E) Hipertrofia do ventrículo direito 57. Homem de 50 anos de idade com pressáo arterial de 140/85 e peso de 90 kg. Ele relata que nao se sente bem, seu ECG nao tem ondas P, apresenta frequéncia cardí- aca de 46 e o complexo QRS ocorre regularmente. Qual é a sua condid0 provável? A) Bloqueio cardíaco de primeiro grau B)Bloqueio cardíaco de segundo grau C) Bloqueio cardíaco de terceiro grau D) Bloqueio cardíaco sinoatrial E) Bradicardia sinoatrial 58. Um homem de 80 anos de idade realiza um ECG no consultorio do seu médico, é diagnosticada fibrila^áo atrial. Qual das afirm ares abaixo é a condid0 prová- vel em alguém com fibrila^áo atrial? A) Fibrilad0 ventricular normal acompanhada de fi- brilad0 atrial B) Ondas P do ECG sao fortes C) Frequéncia de co n tra jo ventricular é irregular e rápida D) Onda “a” atrial é normal E) Atrios tém volume menor que o normal 59. Movimentos circulares no ventrículo podem levar a fibrilad0 ventricular. Qual das seguintes condi^oes no músculo ventricular aumentará a tendencia para os movimentos circulares? A) Diminuid0 do período refratário B) Baixa da concentrado de potássio extracelular C) Aumento do período refratário D) Menor via de condugäo (volume do ventrículo di- minuido) E) Aumento nos impulsos parassimpáticos para o co- rado 60. Um homem de 75 anos de idade vai a emergéncia de um hospital e desmaia. Cinco minutos depois ele está acordado. Um ECG mostra 75 ondas P por minuto e 35 ondas QRS por minuto com largura QRS normal. Qual das seguintes op^oes é o diagnóstico provável? A) Bloqueio A-V de primeiro grau B) Síndrome de Stokes-Adams C) Taquicardia paroxística atrial D) Alternáncia elétrica E) Contrades atriais prematuras 61. Um homem de 60 anos de idade pesando 100 kg teve o seguinte ECG, o qual mostra a derivado-padräo II. Qual é o seu diagnóstico? UNIDADE III O Corado A) Ritmo nodal A-V B) Bloqueio cardíaco A-V de primeiro grau C) Bloqueio cardíaco A-V de segundo grau D) Bloqueio cardíaco A-V de terceiro grau E) Flutter atrial (taquicardia atrial) 62. Urna mulher de 35 anos de idade teve sensa^oes estra- nhas no peito após fumar um cigarro. Seu ECG é mos- trado aqui. Qual das seguintes opdes é o diagnóstico provável? A) Contrado prematura com origem no átrio B) Contrado prematura com origem alta no nó A-V C) Contrado prematura com origem baixa no nó A-V D) Contrado prematura com origem no ápice do ven- trículo E) Contrado prematura com origem na base do ven- trículo 29 UN IDA DE III booksmedicos.org UNIDADE III O Corano Perguntas 63 e 64 Um homem de 55 anos de idade teve o seguinte registro do ECG no consultorio do seu médico durante um exame fí- sico de rotina. 63. Qual é o seu diagnóstico? A) ECG normal B) Flutter atrial (taquicardia atrial) C) Marca-passo juncional A-V superior D) Marca-passo juncional A-V mèdio E) Marca-passo juncional A-V inferior 64. Qual é a sua frequència cardíaca ventricular em bpm? A) 37,5 B) 60 C) 75 D) 100 E) 120 65. Urna mulher de 60 anos de idade foi diagnosticada com fibrila<;ao atrial. Qual das seguintes afirmadas descreve melhor a sua condilo? A) Frequència de contrago ventricular de 140 bpm B) Ondas P do ECG aumentadas C) C ontrates ventriculares ocorrem em intervalos regulares D) Ondas QRS sào mais pronunciadas que o normal E) Atrios sao menores que o normal 66. Qual das seguintes op^òes é mais característica da fi- brila^áo atrial? A) Ocorre com menor frequència em pacientes com alargamento atrial B) A frequència cardíaca ventricular é cerca de 40 bpm C) Eficiéncia do bombeamento ventricular diminuida 20 a 30% D) O batimento ventricular é regular E) A onda P atrial é facilmente observada 67. Urna mulher de 65 anos de idade que teve um infarto do miocàrdio 10 dias atrás retorna ao consultorio do médico da familia e relata que sua frequència de pulso pode estar rápida. Baseado no ECG abaixo, qual das seguintes op^oes é o diagnóstico provável? A) Síndrome de Stokes-Adams B) Fibrila<;ao atrial C) Taquicardia nodal A-V D) Taquicardia paroxística atrial E) Taquicardia paroxística ventricular 68. Um homem de 65 anos de idade teve o ECG mostrado abaixo registrado em seu exame físico anual. Qual das seguintes op^oes é o diagnóstico provável? Queda do batimento A) Taquicardia paroxística atrial B) Bloqueio A-V de primeiro grau C) Bloqueio A-V de segundo grau D) Bloqueio A-V de terceiro grau E) Flutter atrial (traquicardia atrial) 69. Qual das seguintes op<;óes diminui o risco de fibrila^áo ventricular? A) Corado dilatado B) Período refratário ventricular aumentado C) Velocidade de condudo elétrica diminuida D) Exposido do corado a corrente alternada de 60 ciclos E) Administrado de epinefrina 70. Qual das seguintes opdes ocorre após o corado ser estimulado com urna corrente alternada de 60 ciclos? A) A velocidade de condudo através do músculo car- díaco diminui B) O período refratário ventricular fica mais longo C) Diminui a tendéncia para os movimentos circu- lares D) Diminui a tendéncia para a fibrila^áo ventricular 71. Qual das seguintes afirmados descreve melhor um paciente com contrado prematura atrial? A) O pulso da artéria radial imediatamente após a contrado prematura estará fraco B) O volume sistólico imediatamente após a contra- d o prematura estará aumentado C) A onda P nunca é observada D) A probabilidade destas contrades prematuras ocorrerem é menor em pessoas com urna grande ingestáo de cafeína E) Faz com que o intervalo QRS seja prolongado 30 booksmedicos.org Perguntas 72 e 73 Um paciente do sexo masculino teve um infarto do mio- càrdio aos 55 anos de idade. Eie agora tem 63 anos de idade. A derivalo I do membro-padrào é mostrada aqui. 72. Qual é a sua frequència cardiaca? A) 40 bpm B) 50 bpm C) 75 bpm D) 100 bpm E) 150 bpm 73. Qual é o seu diagnóstico atual? A) Taquicardia sinoatrial B) Bloqueio cardíaco de primeiro grau C) Bloqueio cardíaco de segundo grau D) Depressáo do segmento ST E) Bloqueio cardíaco de terceiro grau 74. Um homem de 55 anos de idade foi diagnosticado com síndrome de Stokes-Adams. Dois minutos após a sín- drome come^ar a causar o bloqueio ativo do impulso cardíaco, qual das seguintes op<;óes é o marca-passo do cora^áo? A) Nó sinoatrial B) NóA-V C) Ramos subendocárdicos D) Septo cardíaco E) Atrio esquerdo 75. Se a origem do estímulo que provoca a taquicardia paroxística atrial é próxima ao nó A-V, qual das afirma- r e s abaixo sobre a onda P na derivado I do membro- padráo é mais exata? A) A onda P se originará no nó sinoatrial B) Ela será vertical C) Ela será invertida D) A onda P estará ausente 76. Um homem de 45 anos de idade teve o ECG abaixo registrado em seu exame físico anual. Qual das seguin- tes op<;óes é o diagnóstico provável? 77. Urna mulher de 60 anos de idade vai ao médico para o seu exame físico anual. O médico pede um ECG, mos- trado abaixo. Qual das seguintes op^óes é o provável diagnóstico? UNIDADE III O Coragáo A) Bloqueio A-V de primeiro grau B) Bloqueio A-V de segundo grau C) Bloqueio A-V de terceiro grau D) Taquicardia paroxística atrial E) Fibrilaçâo atrial Perguntas 78 e 79 Um homem de 80 anos de idade foi ao médico de familia para o seu check-up anual, e o seu ECG traçado é mostrado aqui. A) 105 B) 95 C) 85 D) 75 E) 40 79. Qual das seguintes opçoes é o diagnóstico provável? A) Bloqueio do ramo esquerdo do feixe B) Bloqueio A-V de primeiro grau C) Bloqueio A-V de segundo grau D) Alternáncia elétrica E) Bloqueio A-V completo A) Taquicardia paroxística atrial B) Bloqueio A-V de primeiro grau C) Bloqueio A-V de segundo grau D) Taquicardia paroxística ventricular E) Flutter atrial (taquicardia atrial) 31 UN IDA DE III booksmedicos.org Esta página foi intencionalmente deixada em branco booksmedicos.org RESPOSTAS 1. E) Este paciente tem urna frequéncia cardíaca de 70 bpm, e vocé pode determinar o débito cardíaco utili- zando a seguinte fórmula: débito cardíaco = frequéncia cardíaca x volume sistòlico. O volume sistòlico pode ser determinado a partir da figura, queé 100 mL, a dife- ren<;a de volume muda durante o segmento C-D. Usando essas inform ales vocé pode determinar que o débito cardíaco é 7.000 mL/min. TFM12 109 2. A) Durante a sístole, as valvas aórtica e pulmonar se abrem e o sangue flui ñas artérias aorta e pulmonar. A sístole é entre C e D, assim as valvas aórtica e pulmonar se abrem em C e em seguida fecham em D. O fecha- mentó destas valvas provoca a segunda bulha cardíaca. TFM12 105 3. B) O período de enchimento ventricular fica entre os pontos A e B. A vibra^ao das paredes ventriculares faz este som depois que a quantidade suficiente de sangue tenha entrado ñas cámaras ventriculares. TFM12 105 4. D) A fra<;ào de eje<;ào é o volume sistólico/volume dias- tólico final. O volume sistòlico é 100 mL, e o volume sistò- lico final no ponto D é 150 mL. Isto lhe dá urna fra<;ao de eje<;ao de 0,667 ou 66,7% em termos percentuais TFM12 109 5. D) Durante a fase 3 do potencial de a<;ao muscular do ventrículo, a permeabilidade do músculo do ventrículo ao potàssio aumenta muito, o que provoca um potencial de membrana mais negativo. TFM12 102 6. D) A fra<;ao de eje<;ao típica é 60%, e valores menores sao indicativos de um cora^áo enfraquecido. TFM12 109 7. D) O volume diastólico final é sempre maior que o vo- lume sistòlico final. A multiplicado da fra<do de eje<;ao pelo volume diastólico final lhe dá o volume sistòlico, que é de 50 mL nessa pergunta. Portanto, o volume diastólico final é 50 mL maior do que o volume sistòlico final e seu valor é 200 mL. TFM12 109 8. B) O músculo cardíaco armazena muito mais càlcio em seu sistema tubular e é muito mais dependente de càlcio extracelular do que o músculo esquelético. Urna abun- dáncia de càlcio é mantida pelos mucopolissacarídeos dentro dos túbulos T. Este càlcio é necessàrio para a contraçâo do músculo cardíaco, e a sua força de contra- çâo depende da concentraçâo de càlcio ao redor dos miócitos cardíacos. No inicio do potencial de açâo, os canais rápidos de sòdio se abrem primeiro, seguidos dos canais lentos de càlcio. TFM12 102-103 9. A) A frequéncia cardíaca é determinada pela fórmula 60/intervalo R-R, e a frequéncia cardíaca deste paciente é 109 bpm. Esta é urna frequéncia cardíaca acelerada, que ocorreria durante a febre. Um atleta treinado tem urna frequéncia cardíaca baixa. O excesso de estimula- çâo parassimpática e a hiperpolarizaçâo do nó S-A di- minuem a frequéncia cardíaca. TFM12 112 10. E) O coraçâo entra em contraçâo espástica após um grande aumento na concentraçâo de íons càlcio ao re- dor das miofibrilas cardíacas, e isto ocorre se a concen- traçâo de íons càlcio no líquido extracelular aumentar muito. Urna concentraçâo excessiva de potàssio no lí- quido extracelular faz com que o coraçâo se torne dila- tado por causa do potencial de repouso da membrana mais positivo das fibras musculares cardíacas. TFM12 112 11. E) No final da ejeçâo ventricular, ambas a valva aórtica e a valva pulmonar se fecham. Isto é seguido pelo pe- ríodo de relaxamento isovolumétrico. TFM12 108 12. E) Imediatamente após a onda QRS, os ventrículos começam a se contrair e a primeira fase que o corre é a contraçâo isovolumétrica. Isto acontece antes da fase de ejeçâo, aumentando a pressâo ventricular o sufi- ciente para abrir mecánicamente as valvas aórtica e pulmonar. TFM12 108 13. B) O excesso de íons potàssio no sangue e no líquido extracelular faz o coraçâo se tornar dilatado e flácido, bem como lentificado. Este efeito é importante devido ao potencial de repouso da membrana mais positivo ñas fibras musculares cardíacas. Como o potencial de mem- brana torna-se mais positivo, a intensidade do potencial de açâo diminuì, o que faz a contraçâo do coraçâo se tornar progressivamente mais fraca. O excesso de íons càlcio no sangue e a estimulaçâo simpática bem como o aumento da concentraçâo de norepinefrina no sangue, fazem o coraçâo se contrair vigorosamente. TFM12 112 33 UN IDA DE III booksmedicos.org UNIDADE III O Coraçâo 14. E) O nivel de plato normal da curva de funçâo do dé- bito cardíaco é 13 L/min. Este nivel diminuí em qual- quer tipo de insuficiéncia cardíaca e aumenta marca- damente durante a estimulaçâo simpática. TFM12 111 15. E) Como visto no Capítulo 9, do TFM12, por defi- niçâo, a primeira bulha cardíaca ocorre logo após a pressao ventricular exceder a pressâo atrial, provo- cando o fechamento mecánico das valvas A-V. A se- gunda bulha cardíaca ocorre quando as valvas aórtica e pulmonar se fecham. TFM12 105 16. D) O aumento da permeabilidade de potàssio provoca hiperpolarizaçâo do nó A-V, diminuindo a frequéncia cardíaca. O aumento da permeabilidade de sòdio real- mente despolarizaría parcialmente o nò A-V, e um aumento nos níveis de norepinefrina aumenta a fre- quéncia cardíaca. TFM12 102 17. D) O aumento da estimulaçâo simpática do coraçâo eleva a frequéncia cardíaca, as contratibilidades atrial e ventricular bem como a liberaçâo de norepinefrina ñas terminaçôes nervosas simpáticas ventricular es. Isto náo libera acetilcolina, provoca urna elevaçâo na per- meabilidade de sòdio no nó A-V, o que aumenta a ve- locidade de variaçâo do potencial de membrana em direçâo ao limiar de autoexcitaçâo, portanto aumen- tando a frequéncia cardíaca. TFM12 111 e 120 18. D) O impulso do nò S-A viaja rapidamente através das vías interno dais e chega ao nó A-V em 0,03 s, no feixe A-V em 0,12 s e no septo ventricular em 0,16 s. O re- tardo total é, portanto, 0,13 s. TFM12 118 19. D) Durante a estimulaçâo simpática, a permeabilidade dos nós S-A e A-V aumenta. Também, a permeabili- dade do músculo cardíaco ao càlcio aumenta, resul- tando em elevaçâo da força de contraçâo. Além disso, existe urna tendéncia de aumento do potencial de re- pouso da membrana do nó S-A. O aumento da perme- abilidade do nò S-A ao potàssio nâo ocorre durante a estimulaçâo simpática. TFM12 120 20. C) Os músculos atrial e ventricular tém urna taxa de conduçâo relativamente rápida do potencial de açâo cardíaco, e a via interno dal anterior também tem urna conduçâo bastante rápida do impulso. Entretanto, as miofibrilas do feixe A-V tém urna taxa de conduçâo lenta porque seu tamanho é consideravelmente menor do que dos músculos atrial e ventricular normáis. Também sua conduçâo lenta é parcialmente provocada pelo número reduzido de junçôes comunicantes entre as células musculares sucessivas na via de conduçâo, causando grande resisténcia à conduco dos íons exci- tatórios de urna célula para a próxima célula. TFM12 117 21. A) Após o nó S-A descarregar, o potencial de a<;áo viaja através do àtrio, através do sistema de feixes A-V e fi- nalmente para o septo ventricular e por todo o ventrí- culo. O último local que o impulso chega é na superfi- cie epicárdica na base do ventrículo esquerdo, o que necessita de um tempo de tránsito de 0,22 s. TFM12 118 22. D) O potencial de a<;áo chega ao feixe A-V em 0,12 s, ao nó A-V em 0,03 s e tem um retardo de 0,09 s no nó A-V, o que resulta em um tempo de chegada no fascí- culo atrioventricular de 0,12 s. TFM12 118 23. D) O aumento na permeabilidade de sòdio e càlcio no nó S-A resulta em elevado da frequéncia cardíaca. Aumento na permeabilidade de potàssio provoca hi- perpolariza^áo do nó S-A, o que causa a redu^áo da frequéncia cardíaca. TFM12 120 24. A) A acetilcolina nao despolariza o nó A-V nem au- menta a permeabilidade do músculo cardíaco aos íons càlcio, mas provoca a hiperpolariza^ào do nó S-A e do nó A-V através do aumento da permeabilidade aos íons potàssio. Isto resulta em urna diminuido da fre- quéncia cardíaca. TFM12 120 25. A) O potencial normal de repouso da membrana do nó S-A é -55 mV. Com o vazamento de sòdio na mem- brana urna tendénciade aumento do potencial de membrana ocorre até ele atingir -4 0 mV. Este é o li- miar que inicia o potencial de a<;áo no nó S-A. TFM12 116 26. D) Um aumento na permeabilidade de potàssio pro- voca diminuido no potencial de membrana do nó A-V. Portanto, será extremamente hiperpolarizado, tornando muito mais difícil para o potencial de mem- brana alcanzar o seu limiar para a condu^ao. Isto re- sulta em urna diminuido na frequéncia cardíaca. O aumento na permeabilidade de sòdio e càlcio e dos níveis de norepinefrina elevam o potencial de mem- brana, provocando urna tendéncia de aumentar a fre- quéncia cardíaca. TFM12 120 27. A) Se há insuficiéncia na conduco do impulso do nó S-A para o nó A-V ou se o nó S-A para de disparar, o nó A-V assumirá como o marcapasso do cora^áo. A atividade rítmica na frequéncia intrínseca do nó A-V é 40 a 60 vezes por minuto. Se os ramos subendocárdi- cos assumem como marca-passo, a frequéncia cardí- aca estará entre 15 e 40 bpm. TFM12 119 34 booksmedicos.org 28. D) O impulso vindo do nó S-A para o nó A-V chega em 0,03 s. Entao, há um retardo total de 0,13 s no nó A-V e no sistema de feixes, permitindo que o impulso chegue ao septo ventricular em 0,16 s. TFM12 118 29. D) O potencial de repouso da membrana das fibras do nó sinoatrial é -55 mV, e está em contraste com os -85 a -90 mV do potencial de membrana do músculo car- díaco. Outra diferença principal entre as fibras do nó sinoatrial e as fibras do músculo do ventrículo é que as fibras sinoatriais apresentam autoexcitaçâo a partir da entrada de ions sòdio. TFM12 116 30. A) Se os ramos subendocárdicos fossem o marca- passo do coraçâo, a frequência cardíaca iria variar en- tre 15 e 40 bpm. Ao contràrio, a frequência de descarga das fibras do nó A-V é 40 a 60 vezes por minuto, e das fibras do nó sinoatrial é 70 a 80 vezes por minuto. Se o nó sinoatrial é bloqueado por alguma razao, o nó A-V assumirá como o marca-passo; e se o nó A-V é bloque- ado, os ramos subendocárdicos assumirao como o marca-passo do coraçâo. TFM12 119 31. E) A estimulaçâo simpática do coraçâo normalmente provoca aumento da frequência cardíaca, aumento da taxa de conduçâo do impulso cardíaco e aumento da força de contraçâo nos átrios e nos ventrículos. Entre- tanto, eia nâo causa a liberaçâo de acetilcolina ñas terminaçôes simpáticas porque elas contém norepine- frina. A estimulaçâo parassimpática provoca a libera- çâo de acetilcolina. O disparo do sistema nervoso simpático aumenta a permeabilidade das fibras muscu- lares cardíacas do nó S-A e do nó A-V ao sòdio e ao càlcio. TFM12 120 32. A) Por convençâo, o braço esquerdo é o eletrodo posi- tivo para a derivaçâo I de um ECG. TFM12 125 33. A) Por convençâo, o braço esquerdo é o eletrodo posi- tivo para a derivaçâo áVL de um ECG. TFM12 126 34. E) A contraçâo dos ventrículos dura quase do inicio da onda Q e continua até o firn da onda T. Este inter- valo é chamado de intervalo Q-T e normalmente dura cerca de 0,35 s. Nesse exemplo em particular, o inter- valo Q-T é um pouco maior do que a média, igual a 0,40 s. TFM12 123 35. B) A frequência cardíaca pode ser calculada dividindo 60 pelo intervalo R-R, 0,86 s. Isso resulta em urna fre- quência cardíaca de 70 bpm. TFM12 121, 123 36. E) A co n tra jo dos ventrículos dura quase que do ini- cio da onda Q e continua até o firn da onda T. Este in- tervalo é chamado de intervalo Q-T e normalmente dura cerca de 0,35 s. TFM12 123 37. B) Por convengo, a perna esquerda é o eletrodo posi- tivo para a derivalo II de um ECG. TFM12 125 38. A) Por convengo, o bra^o esquerdo é o eletrodo nega- tivo para a derivalo III de um ECG. TFM12 125 39. D) A lei de Einthoven estabelece que a voltagem na derivalo I mais a voltagem na derivalo III é igual à voltagem na derivalo II, que neste caso é 2,0 mV. TFM12 125 40. E) Como pode ser observado na Figura 12-3 (TMP12), a parte positiva da derivado áVF possui um eixo de 90° e a parte negativa desta derivado possui um eixo de -90°. Observe que a diferen^a entre as term inales positiva e negativa deste vetor é 180°. TFM12 130 UNIDADE III O Corado III 41. B) O eixo elétrico mèdio pode ser determinado pio- tando a voltagem resultante do QRS para as derivares I, II e III. O resultado é mostrado anteriormente e tem um valor de -50°. TFM12 134 42. B) A frequéncia cardíaca pode ser calculada dividindo o intervalo R-R a 60, que é 0,68 s. Isto resulta em urna frequéncia cardíaca de 88 bpm. TFM12 123 43. B) Observe na Figura 12-14 (TMP12), que há um QRS com urna largura maior que 0,12 s. Isto indica um blo- queio do ramo do feixe. Há também um desvio do eixo 35 UN IDA DE III booksmedicos.org UNIDADE III O Coraçâo esquerdo, que é consistente com um bloqueio do ramo esquerdo do feixe. TFM12 136 44. E) A hipertensâo sistèmica resulta em um desvio do eixo para a esquerda por causa do aumento do ventrí- culo esquerdo. A esteno se e a regurgitaçâo da valva aòrtica também resultam em um ventrículo esquerdo grande e um desvio do eixo para a esquerda. O excesso de gordura abdominal, por causa da pressâo mecánica da gordura, provoca urna rotaçâo do coraçâo para a esquerda, resultando em um deslocamento para a es- querda do eixo elétrico mèdio. A hipertensâo pulmo- nar provoca aumento do lado direito do coraçâo e, portanto, causa o desvio do eixo para a direita. TFM12 136 45. D) A derivaçâo II possui um vetor positivo no ángulo de 60°. A terminaçâo positiva da derivaçâo II está em - 120° . TFM12 130 +Ili 46. D) Observe que a derivalo III tem o vetor mais forte, portanto, o eixo elétrico mèdio estará mais perto dessa derivalo do que das derivares I ou II. O ángulo da derivalo III é 120°, e o vetor resultante (eixo elétrico mèdio) está próximo daquela derivalo e tem valor de +105°. TFM12 134 47. D) O diagnòstico é o bloqueio do ramo direito do feixe. Isso pode ser determinado por um deslocamento para a direita no eixo elétrico mèdio, assim corno pelo com- plexo QRS muito prolongado. Na hipertrofia ventricu- lar direita, o complexo QRS é apenas moderadamente prolongado. TFM12 137 48. D) A paciente possui um desvio do eixo para a es- querda por causa do grande desvio negativo da onda R na derivalo III. Também, sua onda T está invertida na derivalo I, o que significa que eia està na dire^ào oposta do complexo QRS. Isto é característico do blo- queio do ramo do feixe. Também, o complexo QRS possui urna largura de 0,20 s, um complexo QRS muito prolongado. Um complexo QRS que possui urna lar- gura maior do que 0,12 s è normalmente causado por um bloqueio da conduçâo. Todos estes fatores indicam que esta paciente possui bloqueio do ramo esquerdo do feixe. TFM12 136 49. A) Essa paciente tem um infarto anterior agudo no ventrículo esquerdo do cora^áo. Isto pode ser deter- minado trabando as correntes de lesáo a partir das diferentes derivares. As derivado es dos membros sao utilizadas para determinar se o infarto é proveniente do lado esquerdo ou direito do cora^ào e se sao prove- nientes da base ou do ápice do cora^áo. As derivares do peito sao utilizadas para determinar se é um infarto anterior ou posterior. Quando nós analisamos as cor- rentes de lesáo, um potencial negativo, provocado pela corrente de lesáo, ocorre na derivalo I e um poten- cial positivo, provocado pela corrente de lesáo, ocorre na derivalo III. Isto é determinado subtraindo o ponto J do segmento TR A terminado negativa do vetor resultante originàrio na área isquémica é, por- tanto, o lado esquerdo do cora^áo. Na derivado V2, a derivado do peito, o eletrodo está em urna área de potencial muito negativo, o que ocorre em pacientes com lesáo anterior. TFM12 140 50. A) Visto que o desvio neste ECG é 0 naderivalo I, o eixo tem que ser 90° a partir desta derivado. Portanto, o eixo elétrico mèdio tem que ser +90° ou -90°. Urna vez que a derivado aVF tem desvio positivo, o eixo elétrico mèdio deve estar em +90°. TFM12 134 51. A) No ponto J o cora^áo inteiro está despolarizado em um paciente com um músculo cardíaco lesionado ou um paciente com um músculo cardíaco normal. A área 36 booksmedicos.org do corado que está danificada nao será repolarizada, mas permanece despolarizada sempre. TFM12 139 III III 52. A) Observe que o complexo QRS tem um desvio posi- tivo na derivalo I e um desvio negativo na derivalo III, o que indica que há um desvio do eixo para a es- querda. Isto o corre durante a hipertensáo sistèmica crònica. A hipertensáo pulmonar aumenta a massa ventricular no lado direito do corado, o que dá um desvio do eixo para direita. TFM12 135 53. D) A onda QRS plotada na derivalo I foi -1,2 mV e na derivalo II foi +1,2 mV, assim, o valor absoluto dos desvíos foi o mesmo. Portanto, o eixo elétrico mèdio tem que estar exatamente na metade das duas deriva- r e s , que é a metade entre o eixo da derivalo II de 60° e o eixo negativo da derivalo I de 180°, resultando em um valor de 120°. TFM12 134 54. D) Um eixo QRS de 120° indica um deslocamento para a direita. Urna vez que o complexo QRS é 0,18 s indica um bloqueio da condujo . Portanto, este ECG, que se encaixa com estas características, é um bloqueio do ramo direito do feixe. TFM12 137 55. B) O ECG dessa paciente tem um desvio positivo em aVF e um desvio negativo na derivalo I do membro- padrào. Portanto, o eixo elétrico mèdio está entre 90° e 180°, o qual está em um deslocamento para a direita no eixo elétrico mèdio do ECG. A hipertensáo sistè- mica, a estenose da valva aórtica e a regurgitado da valva aórtica provocam hipertrofia do ventrículo es- querdo e consequentemente um deslocamento para a esquerda no eixo elétrico mèdio. A hipertensáo pul- monar provoca um deslocamento para a direita no eixo, sendo, portanto, caracterizada por esse ECG. TFM12 136 56. D) Observe na figura a seguir que a corrente de lesäo está plotada no gráfico abaixo. Isto nao é a plotagem das voltagens QRS, mas das voltagens das correntes de le- sao. Elas estao plotadas para as derivares II e III, sendo ambas negativas, e o vetor resultante é quase vertical. A terminado negativa do vetor aponta para onde a cor- rente de lesäo teve origem, que é no ápice do corado. A elevado do segmento TP acima do ponto J indica urna lesäo posterior. Portanto, o ECG é consistente com um infarto posterior agudo no ápice do corado. UNIDADE III O Corado TFM12 140 57. D) Quando um paciente nao tem ondas P e apresenta frequéncia cardíaca baixa, é provável que o impulso proveniente do nó sinoatrial esteja totalmente bloque- ado antes de entrar no músculo atrial. Isto é chamado de bloqueio sinoatrial. Os ventrículos assumem um novo ritmo geralmente iniciado no nó A-V neste mo- mento, o que resulta em urna frequéncia cardíaca de 40 a 60 bpm. Ao contràrio, durante a bradicardia sinoa- trial ainda se tem ondas P associadas com cada com- plexo QRS. No bloqueio cardíaco de primeiro, segundo e terceiro graus, se tem ondas P em cada um desses instantes, embora algumas nào estejam associadas ao complexo QRS. TFM12 144 58. C) A fibrilado atrial tem urna frequéncia cardíaca rá- pida e irregular. As ondas P estao ausentes ou sào muito fracas. Os átrios exibem movimentos circulares, e o volume atrial é frequentemente aumentado, provo- cando fibrilado atrial. TFM12 151-152 59. A) Os movimentos circulares ocorrem no músculo ventricular particularmente se vocè tiver um corado dilatado ou urna diminuido na velocidade de condu- d o . O aumento do potàssio extracelular e da estimula- d o simpática, mas nào da estimulado parassimpática, elevam a tendència dos movimentos circulares. Um 37 UN IDA DE III booksmedicos.org UNIDADE III O Coraçâo longo período refratário tende a evitar os movimentos circulares do cora^áo, porque quando os impulsos via- jara ao redor do cora^áo e entram em contato com a área do músculo ventricular, que tem um período re- fratário longo, o potencial de a<;áo para neste ponto. TFM12 150 60. B) Um inicio repentino do bloqueio A-V, que vai e vem, é chamado de síndrome de Stokes-Adams. O paciente retratado aqui tem cerca de 75 ondas P/min, o que significa que os átrios estáo contraindo normal- mente. Mas o bloqueio A-V que ocorre permite que somente 35 ondas QRS ocorram a cada minuto. TFM12 145 61. D) Por definido, o bloqueio cardíaco A-V de primeiro grau ocorre quando o intervalo P-R excede um valor de 0,20 s, mas sem queda ñas ondas QRS. Na figura a seguir, o intervalo P-R é cerca de 0,30 s, o que é consideravel- mente prolongado. Entretanto, nao há queda das ondas QRS. Durante o bloqueio A-V de segundo grau ou o bloqueio A-V de terceiro grau, as ondas QRS caem. !! TFM12 144 62. E) Observe que as contraçôes prematuras ventricula- res (CPVs) tém ondas QRS largas e altas no ECG. O eixo elétrico médio da contraçâo prematura pode ser determinado traçando estes ampios complexos QRS nas derivaçôes do membro-padráo. A CPV tem ori- gem na terminaçâo negativa do eixo elétrico médio resultante, que está na base do ventrículo. Observe que a QRS da CPV é mais ampia e muito mais alta que as ondas QRS normáis nesse ECG. TFM12 147 63. B) Esse paciente tem flutter atrial caracterizado por várias ondas P para cada complexo QRS. No ECG, vocé observa algumas áreas que tém duas ondas P para cada QRS e outras áreas que tém très ondas P para 38 cada QRS. Observe a frequéncia cardíaca rápida, a qual é característica do flu tter atrial, e os intervalos R-R ir- regulares. TFM12 152 64. E) A frequéncia ventricular média é 120 bpm neste ECG, típico de flu tter atrial. Mais urna vez, observe que a frequéncia cardíaca é irregular devido á incapa- cidade dos impulsos de passar rápidamente através do nó A-V por causa do seu período refratário. TFM12 123 65. A) A fibrila<;áo atrial tem urna frequéncia cardíaca rá- pida e irregular. As ondas P estáo ausentes ou sao muito fracas. Os átrios apresentam movimentos circu- lares, e frequentemente estáo muito alargados, provo- cando fibrila<;áo atrial. TFM12 151-152 66. C) A fibrila<;áo atrial ocorre frequentemente com pa- cientes que apresentam alargamento atrial. Isso causa urna tendéncia maior para a ocorréncia dos movimen- tos circulares. O batimento ventricular é irregular porque os impulsos chegam rápidamente ao nó A-V; entretanto, muitas vezes o nó A-V está no período re- fratário. Portanto, o nó A-V náo passará um segundo impulso até aproximadamente 0,35 decorridos após um impulso anterior. Também há um intervalo variá- vel quando os impulsos atriais chegam ao nó A-V. Isso resulta em urna pulsa^áo bastante irregular, mas muito rápida com urna frequéncia de 125 a 150 bpm. TFM12 151-152 67. E) O termo paroxística significa que a frequéncia car- díaca torna-se rápida em paroxismo, com estes paro- xismos comeando de forma abrupta e perdurando por alguns segundos, poucos minutos, poucas horas ou muito mais tempo. Entáo o paroxismo geralmente termina repentinamente do mesmo modo que come- <;ou e o marca-passo retorna para o nó S-A. O meca- nismo pelo qual se acredita que isto ocorre é através de urna via de feed b ack de movimentos circulares reen- trantes que cria urna área de auto excitado repetida no local. O ECG mostra a taquicardia ventricular paroxís- tica. A origem no ventrículo pode ser determinada por causa das mudanzas no complexo QRS que tem alta voltagem e aparece muito diferente dos complexos QRS de comportamento normal. Isso é muito caracte- rístico de um ventrículo com locáis irritáveis.TFM12 149 68. C) Observe nesse ECG que urna onda P precede cada um dos quatro primeiros complexos QRS. Em seguida observamos urna onda P, mas urna onda QRS caída. Isso é característico do bloqueio A-V de segundo grau. TFM12 145 69. B) Um cora^áo dilatado eleva o risco de ocorréncia de fibrila<;áo ventricular por causa de um aumento na booksmedicos.org possibilidade de movimentos circulares. Também, se a velocidade de condugáo diminuí, levará mais tempo para o impulso propagar-se ao redor do cora^áo, o que diminuí o risco de fibrilagáo ventricular. A exposi^áo do cora^áo á corrente alternada de 60 ciclos ou a admi- nistrado de epinefrina aumentam a irritabilidade do coragáo. Se o período refratário foi longo, a possibili- dade das vias do tipo reentrantes diminuí, porque quando o impulso trafega ao redor do corat^áo, os ven- trículos permanecem em um período refratário. TFM12 149 70. A) O risco de ocorréncia de fibrila^áo ventricular aumenta em um cora^áo exposto a urna corrente al- ternada de 60 ciclos. Ocorre um período refratário ventricular encurtado e urna condu^áo diminuida através do músculo cardíaco, o que aumenta a proba- bilidade de vias de reentráncia. Portanto, quando o estímulo elétrico propaga-se ao redor do corad 0 e alcanza o músculo ventricular que foi mais urna vez inicialmente estimulado, o risco de fibrila^áo ventri- cular aumenta se este músculo tiver um curto pe- ríodo refratário. TFM12 150 71. A) A pulsad0 imediatamente após urna co n tra jo prematura atrial enfraquece porque o período diastó- lico é muito curto nessa condid0- Portanto, o tempo de enchimento ventricular é muito curto, e assim o volume sistólico diminuí. A onda P é geralmente visível nessa arritmia, exceto quando ela coincide com o com- plexo QRS. A probabilidade destas contrates prema- turas aumenta ñas pessoas com irritado tóxica do corad0 e com áreas localizadas de isquemia. TFM12 146 72. E) A frequéncia cardíaca pode ser determinada divi- dindo o intervalo R-R por 60, o que lhe dá um valor de 150 bpm. Isso é taquicardia, definida como urna fre- quéncia cardíaca maior do que 100 bpm. TFM12 123 73. A) A relad0 entre as ondas P e os complexos QRS parece normal e nao há falta de batimentos. Portanto, esse paciente tem ritmo sinoatrial, e nao há bloqueio cardíaco. Também nao existe depressáo do segmento ST neste paciente. Urna vez que nós temos as ondas P, QRS e T normáis, essa condid0 é taquicardia sinoa- trial. TFM12 143 74. B) Durante um ataque da síndrome de Stokes-Adams o bloqueio A-V total começa de repente, e sua duraçâo pode variar de uns poucos segundos até várias semanas. O novo marca-passo do coraçâo é distal ao ponto de bloqueio, mas é geralmente o no A-V ou o feixe A-V. TFM12 143 75. C) Durante a taquicardia paroxística atrial o impulso é iniciado por um foco ectópico em algum lugar nos átrios. Se o ponto de iniciaçâo foi próximo ao nó A-V a onda P trafega para trás em direçâo ao nó S-A e entáo para frente em direçâo aos ventrículos ao mesmo tempo. Portanto, a onda P será invertida. TFM12 146 76. A) Esse ECG tem características de taquicardia paro- xística atrial. Isso significa que a taquicardia pode vir e ir em tempos aleatorios. A forma básica do complexo QRS e a sua magnitude sâo claramente inalteradas em relaçâo aos complexos QRS normáis, o que elimina a possibilidade de taquicardia paroxística ventricular. Esse ECG nâo é característico de flutter atrial, visto que existe somente urna onda P para cada complexo QRS. TFM12 148 77. E) Os bloqueios cardíacos de primeiro, segundo e ter- ceiro graus, assim como a taquicardia paroxística atrial, todos tém as ondas P no ECG. Entretanto, as ondas P nâo sâo geralmente evidentes durante a fibrilaçâo atrial, e a frequéncia cardíaca é irregular. Portanto, este ECG é característico de fibrilaçâo atrial. TFM12 151-152 78. E) A frequéncia cardíaca desse paciente é 40 bpm, o que pode ser determinado dividindo o intervalo R-R por 60. Isso é característico de algum tipo de bloqueio A-V. TFM12 123 79. E) Esse ECG é característico do bloqueio A-V com- pleto, que também é chamado de bloqueio A-V de terceiro grau. As ondas P parecem estar totalmente dissociadas dos complexos QRS, visto que, ás vezes, existem très ondas P e, ás vezes, duas ondas P entre os complexos QRS. O bloqueio A-V de primeiro grau provoca um alongamento do intervalo P-R, e o blo- queio A-V de segundo grau apresenta os intervalos P-R longos e queda dos batimentos. Entretanto, isso nâo parece estar ocorrendo nesse ECG, urna vez que nâo há relaçâo entre as ondas QRS e as ondas P. TFM12 145 UNIDADE III O Coraçâo 39 UN IDA DE III booksmedicos.org Esta página foi intencionalmente deixada em branco booksmedicos.org U N I D A D E A Circulado 1. Uma mulher saudável de 28 anos de idade está em posi- gáo supina e se levanta. Qual dos seguintes conjuntos de alteragóes cardiovasculares tem maior probabilidade de ocorrer? Frequéncia Fluxo sanguíneo Resisténcia cardíaca renal periférica total A) T T T B) T T C) T D) T T E) F) T G) T T H) 1 1 T 2. Um estudante de medicina do sexo masculino, saudável e com 25 anos de idade faz um teste de esforgo físico em uma academia de ginástica. Qual dos seguintes conjun- tos de alteragóes fisiológicas tem maior probabilidade de ocorrer nos músculos esqueléticos desse rapaz du- rante o exercício físico? Resisténcia Concentragao de Condutáncia arteriolar adenosina vascular A) T T T B) T T C) T D) T T E) F) T G) T T H) 1 1 T 3. Uma mulher de 60 anos de idade tem sentido tontura há seis meses quando se levanta da cama de manha e quando fica em pé. A pressao arterial média é de 130/90 mmHg na posigao deitada e 95/60 mmHg na posigao sentada. Qual dos seguintes conjuntos de alteragóes fi- siológicas é esperado em resposta à mudanga da posigao supina para a posigao ereta? Atividade dos nervos Atividade da Atividade parassimpáticos renina plasmática simpática A) T T T B) T T C) T D) T T E) F) T G) T T H) 1 1 T 4. Qual dos seguintes conjuntos de alteragóes fisiológicas t esperado em resposta ao aumento do peptídeo natriuré- tico atrial? Excregao de Angiotensina II Aldosterona sódio A) T T T B) T T C) T D) T T E) F) T G) T T H) 1 1 T 41booksmedicos.org UNIDADE IV A Circulagäo 5. Estao listadas abaixo as pressöes hidrostática e oncótica de um leito microvascular: Pressao coloidosmótica do plasma = 25 mmHg Pressao hidrostática capilar = 25 mmHg Pressao hidrostática venosa = 5 mmHg Pressao arterial = 80 mmHg Pressao hidrostática do líquido intersticial = - 5 mmHg Pressao coloidosmótica do intersticio = 10 mmHg Coeficiente de filtragáo capilar = 10 mL/min/mmHg Qual é a velocidade do movimento efetivo de líquido através da parede capilar? A) 25 mL/min B) 50 mL/min C) 100 mL/min D) 150 mL/min E) 200 mL/min 6. Estao listadas abaixo as pressöes hidrostática e oncótica e a taxa de filtragáo através da parede de um capilar muscular: Pressao hidrostática capilar (PC) = 25 mmHg Pressao coloidosmótica do plasma (n P) = 25 mmHg Pressao coloidosmótica do intersticio (n :) = 10 mmHg Pressao hidrostática do intersticio (P:) = - 5 mmHg Taxa de filtragáo capilar = 150 mL/min Qual é o valor do coeficiente de filtragáo capilar? A) 0 B) 5 C) 10 D) 15 E) 20 7. A administragäo de um fármaco reduz o diámetro das arteríolas do leito vascular muscular de um animal de laboratório. Qual dos seguintes conjuntos de altera- r e s fisiológicas é esperado em resposta a redugáo do diámetro? Condutáncia vascular Filtragáo capilar Fluxo sanguíneo A) T T T B) T T C) T D) T T E) F) T G) T T H) 1 1 T 8. Uma mulher de 35 anos visitou o médico da familia para ser examinada. Ela apresentou pressaoarterial de 160/75 mmHg e frequéncia cardiaca de 74 bpm. Exames adicio- nais solicitados por um cardiologista revelaram que a paciente tem regurgitado aórtica moderada. Qual dos seguintes conjuntos de alteragóes se espera encontrar nessa paciente? Pressao de pulso Pressao sistólica Volume sistólico A) T T T B) T T C) T D) T T E) F) T G) T T H) 1 1 T 9. Um homem de 65 anos de idade com história de insufi- ciéncia cardíaca congestiva há 5 anos está sendo tratado com um inibidor da enzima conversora da angiotensina (ECA). Qual dos seguintes conjuntos de alteragóes se espera que ocorra em resposta ao tratamento farmaco- lógico com um inibidor da ECA? Resisténcia Pressao arterial Angiotensina II periférica total A) T T T B) T T C) T D) T T E) F) T G) T T H) 1 1 T 10. Estímulos cognitivos como a leitura, a resolugao de problemas e a conversagao aumentam significativa- mente o fluxo sanguíneo cerebral. Qual das alternati- vas, que exibem alteragóes nas concentragóes de subs- táncias presentes no tecido cerebral, traz a explicagao mais provável para o aumento do fluxo sanguíneo ce- rebral? Dióxido de carbono pH Adenosina A) T T T B) T T C) T D) T T E) F) T G) T T H) 1 1 T 42 booksmedicos.org 11. Um homem de 55 anos de idade com historia de saúde normal consulta seu médico para um check-up. O exa- me físico revelou que sua pressáo arterial é de 170/98 mmHg. Exames complementares indicaram hiper- tensäo renovascular como resultado de estenose no rim esquerdo. Qual dos seguintes conjuntos de adia- dos é esperado nesse homem com hipertensáo reno- vascular? Resisténcia periférica total Atividade da renina do plasma Concentrado de aldosterona no plasma A) t t t B) t i t C) t i i D) t t i E) i i i F) i t i G) i t t H) i i t 12. Histamina é infundida na artèria braquial. Qual dos seguintes conjuntos de alterares microcirculatórias se espera observar no bra<;o que recebeu a infusáo? Pressáo Permeabilidade hidrostática Taxa de filtrado do capilar à água capilar capilar A) t t t B) t t i C) t i i D) t i t E) i i i F) i i t G) i t t H) i t i 13. Bradicinina é infundida na artéria braquial de um ra- paz de 22 anos de idade. Qual dos seguintes conjuntos de alterares microcirculatórias se espera observar no bra<;o que recebeu a infusáo? Pressáo Pressáo hidrostática hidrostática capilar intersticial Fluxo de linfa A) t t t B) t t i C) t i i D) t i t E) i i i F) i i t G) i t t H) i t i 14. Qual dos seguintes eventos é provocado pelo aumento da tensào de cisalhamento em um vaso sanguíneo? A) Dim inuito da produ^ao de endotelina B) Dim inuito da produco de monofosfato cíclico de guanosina C) Aumento da liberado de óxido nítrico D) Aumento da producto de renina E) Dim inuito da produgao de prostaciclina 15. Um homem de 72 anos de idade submeteu-se a urna cirurgia para a retirada de um tumor abdominal. Os exames histopatológicos revelaram que a massa tumo- ral continha grande número de vasos sanguíneos. Qual dos fatores abaixo se constituí, quando em quantidade aumentada, no estímulo mais provável para o cresci- mento de vasos em um tumor sólido? A) Hormonio do crescimento B) Concentrado de glicose no plasma C) Fator de crescimento angiostatina D) Concentrado de oxigénio nos tecidos E) Fator de crescimento do endotèlio vascular 16. Em um leito vascular muscular, o diámetro de urna arteríola pré-capilar está aumentado. De qual dos se- guintes fatores se espera que ocorra diminuido? A) Taxa de filtrado capilar B) Condutáncia vascular C) Fluxo sanguíneo capilar D) Pressáo hidrostática capilar E) Resisténcia arteriolar 17. Sob condi^oes controladas, o fluxo em um vaso san- guíneo é de 100 mL/min e o gradiente de pressáo é 50 mmHg. Qual seria o fluxo aproximado nesse vaso se seu diámetro aumentasse em 50% e o gradiente de pressáo fosse mantido em 100 mmHg? A) 100 mL/min B) 150 mL/min C) 300 mL/min D) 500 mL/min E) 700 mL/min 18. Urna mulher de 24 anos de idade deu à luz urna me- nina de 2,95 kg. A recém-nascida recebeu o diagnós- tico de ducto arterial patente. Qual dos seguintes con- juntos de alteradas se espera observar nesse bebé? UNIDADE IV A Circulado Pressáo de pulso Volume sistòlico Pressáo sistòlica A) t t t B) t i t C) t i i D) t t i E) i i i F) i t i G) i t t H) i i t 43 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circulaçâo 19. Qual dos seguintes conjuntos de alterado es provavel- mente causará o maior movimento efetivo de sodio através da parede de um capilar muscular? Permeabilidade Área da Diferença de da parede ao superficie da concentraçâo sòdio parede através da parede A) ì í í B) ì í i C) ì i i D) ì i í E) i i i F) i i í G) i í í H) i í i 20. Na consulta anual com seu médico da familia, um ho- mem de 60 anos de idade apresentou pressâo arterial média de 130 mmHg e frequéncia cardíaca de 78 bpm. O nivel de colesterol plasmático estava acima do per- centil 25, e ele recebeu o diagnóstico de aterosclerose. Qual dos seguintes conjuntos de alterares se espera encontrar nesse paciente? Complacéncia Pressâo de pulso arterial Pressâo sistòlica A) í í î B) í i î C) í i i D) í í i E) i i i F) i í i G) i í î H) i i î 21. Em um laboratorio de fisiologia cardiovascular, um estudante de medicina isolou a artéria carótida de um animal e estreitou parcialmente o diámetro dessa arté- ria colocando um laço ao redor do vaso. Quai dos se- guintes conjuntos de alteraçoes é esperado em resposta à constriçâo da artéria carótida? Atividade nervosaL Fluxo sanguíneo Resisténcia simpática renal periférica total A) í í î B) í i î C) í i i D) í í i E) i i i F) i í i G) i í î H) i i î 22. Um catéter com balâo é avançado desde a veia cava superior até o coraçâo e inflado para aumentar a pres- sâo atrial em 5 mmHg. Qual dos seguintes fatores provavelmente aumentará em resposta à elevaçâo da pressâo atrial? A) Peptídio natriurético atrial B) Angiotensina II C) Aldosterona D) Atividade nervosa simpática renal 23. Em um leito vascular muscular, ocorre reduçâo do di- ámetro de urna arteríola pré-capilar. Qual dos seguin- tes eventos se espera que ocorra na microcirculaçâo? A) Diminuiçâo da taxa de filtraçâo capilar B) Aumento do volume intersticial C) Aumento do fluxo linfático D) Aumento da pressâo hidrostática capilar E) Diminuiçâo da resisténcia arteriolar 24. Um homem de 50 anos de idade relata historia de hi- pertensáo há très anos. Queixa-se de fadiga e cáimbras musculares esporádicas. Náo há historia familiar de hipertensáo. O paciente náo teve outro problema mé- dico significativo no passado. O exame físico revelou pressâo arterial de 168/104 mmHg. Os exames labora- toriais complementares indicam que o paciente tem hiperaldosteronismo primário. Qual dos seguintes con- juntos de achados se espera encontrar nesse homem com hipertensáo por hiperaldosteronismo primário? Volume do líquido extracelular Atividade da renina do plasma Concentraçâo de potàssio no plasma A) î î î B) î i î C) î i i D) î î i E) i i i F) i î i G) i î î H) i i î 25. Um homem de 72 anos de idade submeteu-se a urna cirurgia para a retirada de um tumor ab do minai. Os exames histopatológicos revelaram que a massa tumo- ral continha grande quantidade de vasos. Qual dos fa- tores abaixo se constitui, quando em menor quanti- dade, no estimulo mais provàvel para o crescimento de vasos em um tumor sòlido? A) Hormònio do crescimento B) Concentralo de glieose no plasma C) Fator de crescimento angiostatina D) Fator de crescimento do endotèlio vascular E) Concentralo de oxigènio nos tecidos 44 booksmedicos.org 26. Em condi^òes controladas, o fluxo em um vaso sangui- neo é de 100 mL/min sob gradiente de pressào de 50 mmHg. Qual seria o fluxo aproximadonesse vaso se seu diàmetro aumentasse para quatro vezes o normal e o gradiente de pressào fosse mantido em 50 mmHg? A) 300 mL/min B) 1.600 mL/min C) 1.000 mL/min D) 16.000 mL/min E) 25.600 mL/min 27. Em um laboratòrio de fisiologia cardiovascular, um estudante de medicina isolou a artèria carótida de um animal, próximo de sua bifurcado, e estreitou parcial- mente o diàmetro dessa artèria colocando um la<;o ao redor do vaso. Qual dos seguintes conjuntos de altera- r e s se espera que ocorra em resposta à constriño da artèria carótida? Impulsos Atividade nervosos médios nervosa Resisténcia no seio carótido parassimpática periférica total A) t t t B) t i t C) t i i D) t t i E) i i i F) i t i G) i t t H) i i t 28. Um rapaz de 22 anos de idade deu entrada na emer- gencia de um hospital depois de cortar urna artéria importante em um acidente de motocicleta. Estima-se que ele tenha perdido aproximadamente 700 mL de sangue. Sua pressáo arterial é de 90/55 mmHg. Qual dos seguintes conjuntos de alterares se espera encon- trar em resposta á hemorragia sofrida por tal rapaz? Frequéncia Atividade nervosa Resisténcia cardíaca simpática periférica total A) t t t B) t i t C) t i i D) t t i E) i i i F) i t i G) i t t H) i i t 29. Um rapaz de 22 anos de idade apresenta fluxo sanguí- neo muscular de 250 mL/min, hematócrito de 50, pressáo arterial média de 130 mmHg, pressáo venosa muscular de 5 mmHg e frequéncia cardíaca de 80 bpm. Qual das seguintes alternativas corresponde á resisten- cia vascular aproximada no músculo desse rapaz? A) 0,10 mmHg/mL/min B) 0,20 mmHg/mL/min C) 0,50 mmHg/mL/min D) 1,00 mmHg/mL/min E) 2,50 mmHg/mL/min 30. Urna mulher saudável de 28 anos de idade que estava na posi<;áo supina fica em pé. Esta mudanza provoca queda transitoria da pressáo arterial que é detectada pelos barorreceptores arteriais localizados no arco da aorta e nos seios caróticos. Qual dos seguintes conjun- tos de alterares cardiovasculares tem maior probabi- lidade de ocorrer em resposta á ativa^áo dos barorre- ceptores? UNIDADE IV A Circulado Pressáo média de For<;a de enchimento co n tra jo Atividade nervosa circulatorio cardíaca simpática A) t t t B) t i t C) t i i D) t t i E) i i i F) i t i G) i t t H) i i t 31. Em urna consulta com o médico da familia, urna mu- lher de 35 anos apresentou pressáo arterial média de 105 mmHg e frequéncia cardíaca de 74 bpm. Exames complementares solicitados por um cardiologista reve- laram que a paciente tem estenose moderada da valva da aorta. Qual dos seguintes conjuntos de alterares se espera observar nesta paciente? Pressáo de pulso Volume sistòlico Pressào sistòlica A) t t t B) t i t C) t i i D) t t i E) i i i F) i t i G) i t t H) i i t 45 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A CircuLaçâo 32. Um rapaz de 25 anos de idade deu entrada na emer- géncia de um hospital depois de cortar urna artéria importante em acidente sofrido em urna fazenda. Esti- ma-se que o paciente tenha perdido aproximadamente 800 mL de sangue. Sua pressáo arterial média é de 65 mmHg, e a frequéncia cardíaca está elevada em conse- quéncia da ativa^áo do reflexo quimiorreceptor. Espe- ra-se que a maior ativa^áo do reflexo quimiorreceptor seja causada por qual dos seguintes conjuntos de alte- ra re s na concentrado plasmática? Oxigénio Dióxido de carbono Hidrogéi A) í t í B) í i í C) í i i D) í t i E) i i i F) i t i G) i t í H) i i í 33. A elevado de qual dos seguintes fatores tende a au- mentar o fluxo linfático? A) Condutividade hidráulica da parede capilar B) Pressáo coloidosmótica do plasma C) Pressáo hidrostática capilar D) Resisténcia arteriolar E) A e C 34. Sob condides fisiológicas normáis, o fluxo sanguíneo para os músculos esqueléticos é determinado princi- palmente por qual dos seguintes fatores? A) Ñervos simpáticos B) Angiotensina II C) Vasopressina D) Necessidades metabólicas E) Pressáo osmótica capilar 35. Qual das seguintes substáncias plasmáticas é o princi- pal fator que contribui para a pressáo coloidosmótica do plasma? A) Cloreto de sodio B) Glicose C) Albúmina D) Colesterol E) Potássio 36. Urna estudante de medicina do sexo feminino, saudável e com 22 anos de idade faz um teste de esforzó físico em urna academia de ginástica. Qual dos seguintes fatores tem maior probabilidade de aumentar nos músculos esqueléticos da estudante durante o exercício físico? A) Condutáncia vascular B) Fluxo sanguíneo C) Concentrado de dióxido de carbono D) Diámetro arteriolar E) Todos os fatores anteriores 37. Assumindo que os vasos A, B, C e D tém o mesmo comprimente, qual deles tem o maior fluxo? Vaso Gradiente de sanguíneo pressáo Raio Viscosidade A) 100 1 10 B) 50 2 5 C) 25 4 2 D) 10 6 1 38. Qual vaso sanguíneo tem resisténcia vascular mais elevada? Fluxo sanguíneo Gradiente de Vaso sanguíneo (mL/min) pressáo (mmHg) A) 1.000 100 B) 1.200 60 C) 1.400 20 D) 1.600 80 E) 1.800 40 39. Qual dos seguintes fatores, quando duplicado, causa maior aumento no transporte de oxigénio através da parede capilar? A) Pressáo hidrostática capilar B) Fendas intercelulares na parede capilar C) Gradiente da concentrado de oxigénio D) Pressáo coloidosmótica do plasma E) Permeabilidade hidráulica da parede capilar 40. Qual dos seguintes vasos apresenta maior área total da sedo transversal do sistema circulatorio? A) Aorta B) Artérias pequeñas C) Capilares D) Vénulas E) Veia cava 41. Qual dos seguintes componentes do sistema circulato- rio contém a maior porcentagem do volume total de sangue? A) Artérias B) Capilares C) Veias D) Circulado pulmonar E) Corado 42. Qual dos seguintes fatores, quando aumentado, reduz o fluxo sanguíneo em um vaso? A) Gradiente de pressáo através do vaso B) Raio do vaso C) Pressáo coloidosmótica do plasma D) Viscosidade do sangue E) Concentrado de sodio no plasma 46 booksmedicos.org 43. Em qual dos seguintes segmentos do sistema circulato- rio a velocidade do fluxo sanguineo é maior? A) Aorta B) Artérias C) Capilares D) Vénulas E) Veias 44. Qual dos seguintes fatores, quando reduzido, tende a aumentar a pressào de pulso? A) Pressào sistòlica B) Volume sistòlico C) Complacència arterial D) Retorno venoso E) Volume plasmático 45. Qual dos seguintes fatores, quando aumentado, tende a reduzir a taxa de filtra lo capilar? A) Pressào hidrostática capilar B) Pressào coloidosmótica do plasma C) Pressào coloidosmótica do intersticio D) Pressào hidrostática venosa E) Diàmetro arteriolar 46. Qual dos seguintes fatores, quando aumentado, tende a elevar a taxa de filtra lo capilar? A) Condutividade hidráulica da parede capilar B) Resistència arteriolar C) Pressào coloidosmótica do plasma D) Pressào hidrostática do intersticio E) Concentralo de sòdio no plasma 47. Qual dos seguintes fatores, quando reduzido, tende a aumentar o fluxo linfàtico? A) Pressào hidrostática capilar B) Pressào hidrostática do intersticio C) Pressào coloidosmótica do plasma D) Atividade da bomba linfàtica E) Diàmetro arteriolar 48. Qual dos seguintes capilares tem a menor permeabili- dade capilar às moléculas do plasma? A) Glomerulares B) Hepáticos C) Musculares D) Intestinais E) Encefálicos 49. Qual dos seguintes eventos tende a aumentar o movi- mento efetivo da glieose através da parede de um ca- pilar? A) Aumento da concentralo de sòdio no plasma B) Aumento da diferen^a de concentralo de glieose através da parede C) Dim inuito da permeabilidade da parede à glieose D) Dim inuito da àrea da superficie da parede sem aumento no número de poros E) Diminuido da concentralo de potàssio no plasma. 50. Um homem de 65 anos de idade com insuficiencia cardíaca congestiva apresenta débito cardíaco de 4 L/ min, pressao arterial de 115/85 mmHg e frequéncia cardíacade 90 bpm. Exames complementares solicita- dos por um cardiologista revelaram que a pressao no interior do átrio direito é de 10 mmHg. Qual dos se- guintes fatores provavelmente está elevado nesse pa- ciente? A) Pressao coloidosmótica do plasma B) Pressao coloidosmótica do intersticio C) Pressao arterial D) Débito cardíaco E) Pressao hidrostática na veia cava 51. Qual das seguintes partes da circulado apresenta maior complacéncia? A) Capilares B) Artérias grandes C) Veias D) Aorta E) Artérias pequeñas 52. Utilizando os dados apresentados abaixo, calcule o coeficiente de filtrado relativo ao leito capilar: Pressao coloidosmótica do plasma = 30 mmHg Pressao hidrostática capilar = 40 mmHg Pressao hidrostática do intersticio = 5 mmHg Pressao coloidosmótica do intersticio = 5 mmHg Taxa de filtrado = 150 mL/min Pressao hidrostática venosa = 10 mmHg A) 10 mL/min/mmHg B) 15 mL/min/mmHg C) 20 mL/min/mmHg D) 25 mL/min/mmHg E) 30 mL/min/mmHg UNIDADE IV A Circulado 53. Qual dos seguintes conjuntos de alterares fisiológicas se espera que ocorra em urna pessoa que passa da po- siçào supina para a posiçào ereta? Pressào hidrostática Frequéncia Fluxo sanguíneo venosa ñas pernas cardíaca renal A) í í í B) í í i C) í i i D) i i i E) i i í F) i í í 47 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circuiamo 54. O fluxo sanguineo para um tecido permanece relati- vamente constante, mesmo quando hà redu^ào da pressào arterial (autorregula^ào). Qual dos seguintes eventos é esperado em resposta à redu^ào da pressào arterial? A) Dim inuito da condutància B) Dim inuito da concentralo de dióxido de car- bono nos tecidos C) Aumento da concentralo de oxigènio nos tecidos D) Dim inuito da resistència vascular E) Dim inuito do diàmetro arteriolar 55. Em que locai a tendència ao fluxo turbulento é maior? A) Arteriolas B) Capilares C) Arteríolas pequeñas D) Aorta 56. Qual dos seguintes eventos leva à autorregula^ào do fluxo sanguíneo nos tecidos em resposta ao aumento da pressào arterial? A) Dim inuito da resistència vascular B) Dim inuito inicial da tensào da parede vascular C) Fornecimento excessivo de nutrientes, como oxi- gènio, para os tecidos D) Dim inuito do metabolismo tecidual 57. Qual das seguintes pressòes normalmente é negativa no leito capilar muscular das extremidades inferiores? A) Pressào coloidosmótica do plasma B) Pressào hidrostática capilar C) Pressào hidrostática do intersticio D) Pressào coloidosmótica do intersticio E) Pressào hidrostática venosa 58. Qual dos seguintes eventos diminuì a pressào hidros- tática venosa ñas pernas? A) Aumento da pressào no àtrio direito B) Gravidez C) M ovimentalo dos músculos das pernas D) Presenta de líquido ascítico no abdome 59. Qual é o principal processo envolvido no movimento de solutos, como o Na+, através da parede dos capilares? A) Filtrado B) Transporte ativo C) Transporte vesicular D) Difusáo 60. Qual dos seguintes fatores se movimenta mais rapida- mente através da parede do capilar? A) Sòdio B) Albumina C) Glieose D) Oxigènio 61. Espera-se a diminuito de qual dos seguintes fatores em resposta ao aumento direto da pressào arterial renai? A) Excre<;ào de água B) Excre<;ào de sòdio C) Volume do líquido extracelular D) Taxa de filtra lo glomerular E) Enchimento rápido dos ventrículos durante as fa- ses inicial e mèdia da diàstole 62. A produco excessiva de qual dos seguintes fatores provavelmente leva à hipertensào crònica? A) Peptidio natriurético atrial B) Prostaciclina C) Angiotensina II D) Óxido nítrico 63. Espera-se a dim inuito de qual dos seguintes fatores em resposta ao aumento da ingestào de sòdio? A) Angiotensina II B) Óxido nítrico C) Excre<;ào de sòdio D) Peptideo natriurético atrial 64. Qual dos seguintes eventos se espera que ocorra em resposta à constriño da artèria renai? A) Aumento da excre<;ào de sòdio B) Dim inuito da pressào arterial C) Dim inuito da liberalo de renina D) Aumento de angiotensina II 65. Qual dos seguintes eventos resulta do aumento da pressào atrial? A) Dim inuito do peptideo natriurético atrial no plasma B) Aumento da concentralo de angiotensina II no plasma C) Aumento da concentralo de aldosterona no plasma D) Aumento da frequència cardiaca 66. Qual dos seguintes eventos se espera que ocorra durante a rea<;ào de Cushing causada por isquemia cerebral? A) Aumento da atividade parassimpàtica B) Dim inuito da pressào arterial C) Dim inuito da frequència cardiaca D) Aumento da atividade simpàtica 67. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequència na insuficiència cardíaca descompensada? A) Aumento da perda renai de sòdio e água B) Dim inuito da pressào mèdia de enchimento sistè- mico C) Aumento de norepinefrina nos ñervos simpáticos cardíacos D) Ortopneia E) Perda de peso 48 booksmedicos.org 68. Um inibidor da enzima conversora da angiotensina é administrado a um homem de 65 anos de idade com historia de hipertensáo há 20 anos. O fármaco reduz a pressáo arterial e eleva os níveis plasmáticos de renina e bradicinina. Qual dos seguintes eventos explica me- lhor a elevado da bradicinina plasmática? A) Inibigáo da pré-pró-bradicinina B) Diminuido da conversáo da angiotensina I em angiotensina II C) Aumento da form ad0 de angiotensina II D) Aumento da form ad0 de calicreína E) Inibi^áo das cininases 69. Um homem de 60 anos de idade apresenta pressáo arterial média de 130 mmHg, frequéncia cardíaca de 78 bpm, pressáo no átrio direito de 0 mmHg e débito cardíaco de 3,5 L/min. Também apresenta pressáo de pulso de 35 mmHg e hematócrito de 40. Qual é o valor aproximado da resisténcia vascular periférica total nesse homem? A) 17 mmHg/L/min B) 1,3 mmHg/L/min C) 13 mmHg/L/min D) 27 mmHg/L/min E) 37 mmHg/L/min 70. No gráfico abaixo, com rela^áo as curvas do débito cardíaco e do retorno venoso representadas pelas li- nhas cheias vermelhas (com o equilibrio ocorrendo em A), qual das seguintes afirmados é verdadeira? A) A pressáo média de enchimento sistèmico é de 12 m m H g B) A pressáo no átrio direito é de 2 mmHg C) A resisténcia ao retorno venoso é de 1,4 mmHg/ L/min D) O fluxo arterial pulmonar é de aproximadamente 7 L/min E) A resisténcia ao retorno venoso é de 0,71 mmHg/ L/min 71. Um homem de 30 anos de idade está descansando, e seu fluxo eferente simpático aumenta até valores máxi- mos. Qual dos seguintes conjuntos de alterados se espera que ocorra em resposta a esse aumento do fluxo eferente simpático? UNIDADE IV A Circulado Resisténcia ao retorno venoso Pressáo média de enchimento sistèmico Retorno venoso A) t t t B) t i t C) T i i D) t t i E) i i i F) i t i G) i t t H) i i t 72. Se um paciente apresenta consumo de oxigénio de 240 mL/min, concentrado de oxigénio na veia pulmonar de 180 mL/L de sangue e concentrado de oxigénio na artèria pulmonar de 160 mL/L de unidades de sangue, qual é o débito cardíaco desse paciente em litros por minuto? A) 8 B) 10 C) 12 D) 16 E) 20 73. Se o tórax de urna pessoa normal for aberto cirurgi- camente, o que acontecerá com a curva do débito cardíaco? A) Desloca-se para a esquerda 2 mmHg B) Desloca-se para a esquerda 4 mmHg C) Desloca-se para a direita 2 mmHg D) Desloca-se para a direita 4 mmHg E) A curva náo se desloca 74. Qual dos seguintes eventos normalmente desloca a curva de débito cardíaco para a esquerda ao longo do eixo da pressáo no átrio direito? A) Abertura cirúrgica do tórax B) Tamponamento cardíaco grave C) Respirado contra urna pressáo negativa D) Tocar trómpete E) Respirado com pressáo positiva 75. Qual dos seguintes eventos eleva o plato da curva do débito cardíaco? A) Abertura cirúrgica da caixa torácica B) Colocado de um paciente em ventilador mecá- nico C) Tamponamento cardíaco D)Estimulado parassimpática crescente do corado E) Estimulado simpática crescente do corado 49 UN ID A D E IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circulado 76. Qual dos seguintes eventos normalmente desloca a curva do débito cardíaco para a direita ao longo do eixo da pressào no àtrio direito? A) Diminuito da pressào intrapleural para -6 mmHg B) Aumento da pressào mèdia de enchimento sistè- mico C) A passagem de um paciente do ventilador mecá- nico para a respiralo normal D) Abertura cirúrgica do tórax E) Respiralo contra urna pressào negativa 77. Qual dos seguintes eventos provavelmente diminuirà a pressào mèdia de enchimento sistèmico? A) Administrado de norepinefrina B) Aumento do volume de sangue C) Aumento da estimulado simpática D) Aumento da complacència venosa E) Contrado dos músculos esqueléticos 78. Qual dos seguintes eventos normalmente está asso- ciado ao aumento do retorno venoso para o corado? A) Diminuido da pressào mèdia de enchimento sis- tèmico B) Dilatado aguda de grandes veias C) Diminuido do tònus simpàtico D) Aumento da complacència venosa E) Aumento do volume de sangue 79. Qual das curvas do gráfico a seguir (modificado de Guyton AC, Jones CE, Coleman TB: Circulatory Phy- siology: Cardiac Output and Its Regulation, 2nd ed., Philadelphia: WB Saunders, 1973) corresponde à resis- tènza mais alta ao retorno venoso? A) Linha azul com pressào sistèmica mèdia (Psm) = 10 B) Linha verde com Psm = 10,5 C) Linha preta com Psm = 2,3 D) Linha vermelha com Psm = 7 80. Qual dos seguintes eventos normalmente està asso- ciado ao aumento do débito cardiaco? A) Aumento da complacència venosa B) Tamponamento cardiaco C) Abertura cirúrgica do tórax D) Anemia moderada E) Estenose aòrtica grave 81. Em qual das seguintes condi<;òes normalmente se es- pera encontrar diminuito do débito cardiaco? A) Hipertireoidismo B) Beribéri C) Fístula A-V D) Anemia E) Infarto agudo do miocàrdio 82. No inicio dos exercícios físicos, qual dos seguintes eventos ocorre normalmente? A) Diminuido do fluxo sanguíneo cerebral B) Aumento da constriño venosa C) Diminuido do fluxo sanguíneo coronariano D) Dim inuito da pressào mèdia de enchimento sistè- mico E) Aumento dos impulsos parassimpáticos para o co- rado 83. Qual dos seguintes eventos geralmente aumenta o ni- vel do plato da curva do débito cardíaco? A) Miocardite B) Tamponamento cardíaco grave C) Dim inuito da estimulado parassimpática do co- rado D) Infarto do miocàrdio E) Estenose da valva atrioventricular esquerda 84. Quando urna pessoa realiza exercícios físicos durante 1 hora, em qual dos seguintes órgàos a diminuido do fluxo sanguíneo é menor? A) Cérebro B) Intestinos C) Rins D) Músculo esquelético náo envolvido nos exercícios E) Páncreas 85. Qual dos seguintes fatores aumenta o risco de eventos cardíacos adversos? A) Baixos níveis sanguíneos de LDL B) Baixos níveis sanguíneos de HDL C) Sexo feminino D) Hipotensáo moderada E) Baixos níveis sanguíneos de triglicerídios 50 booksmedicos.org 86. Qual dos seguintes agentes vasoativos geralmente é o principal controlador do fluxo sanguineo coronariano? A) Adenosina B) Bradicinina C) Prostaglandinas D) Dióxido de carbono E) íons potàssio 87. Durante um esforgo fisico leve, um homem de 70 anos de idade sofre um infarto do miocàrdio induzido por isquemia e morre por fibrilagào ventricular. Nesse pa- ciente, qual fator provavelmente aumentou a tendencia do corado de fibrilar depois do infarto? A) Aumento da estimulado parassimpática do corado B) Diminuido do diàmetro ventricular C) Concentrado baixa de potàssio no liquido extrace- lular do corado D) Potencial de membrana ventricular mais negativo E) Corrente de lesào proveniente da àrea lesada 88. Qual das seguintes afirmados sobre o fluxo sanguineo coronariano é mais precisa? A) O fluxo sanguineo coronariano normal durante o repouso é de 500 mL/min B) A maior parte do fluxo ocorre durante a sistole C) Durante a sístole, a redudo percentual do fluxo subendocàrdico é maior que a redudo percentual do fluxo epicàrdico D) A liberado de adenosina normalmente diminuì o fluxo coronariano 89. Qual das seguintes condides normalmente causa va- sodilatado arteriolar durante os exercícios físicos? A) Diminuido da concentrado de ions potàssio no plasma B) Aumento da liberado de histamina C) Diminuido da concentrado de óxido nitrico no plasma D) Aumento da concentrado de adenosina no plasma E) Diminuido da osmolalidade plasmática 90. Qual dos seguintes leitos vasculares sofre maior vaso- constrido em urna pessoa que está próxima do final de urna corrida de 10 km? A) Cerebral B) Coronariano C) Dos músculos em exercicio D) Intestinal E) Cutàneo 91. Qual dos seguintes vasos sanguíneos é responsável pelo transporte da maior parte do fluxo sanguineo ve- noso que deixa o músculo ventricular do corado? A) Veias cardíacas anteriores B) Seio coronàrio C) Veias bronquiais D) Veia àzigo E) Veias cardíacas mínimas (veias de Tebésio) 92. Um homem de 70 anos de idade, pesando 100 kg e apresentando pressào arterial de 160/90 mmHg rece- beu do seu médico o diagnòstico de dor anginosa cau- sada por isquemia do miocàrdio. Qual dos seguintes tratamentos seria benéfico para esse homem? A) Aumento do càlcio na alimentado B) Exercícios isométricos C) Administrado de um estimulador dos receptores beta-1 D) Infusào de angiotensina II E) Nitroglicerina 93. Qual dos seguintes eventos ocorre normalmente du- rante os exercícios físicos? A) Dilatado arteriolar dos músculos nào envolvidos nos exercícios B) Diminuido do fluxo eferente simpático C) Veno constrido D) Diminuido da liberado de epinefrina pelas su- prarrenais E) Diminuido da liberado de norepinefrina pelas suprarrenais 94. Qual dos seguintes eventos é a causa mais frequente de redudo do fluxo sanguíneo coronariano nos pacientes com cardiopatia isquémica? A) Aumento da liberado de adenosina B) Aterosclerose C) Espasmo das artérias coronárias D) Aumento do tonus simpático das artérias coro- nárias E) Oclusào do seio coronàrio 95. Qual dos seguintes tratamentos é aceitável para pa- cientes que sofreram infarto agudo do miocàrdio? A) Exercícios físicos diários B) Estimulado dos receptores beta C) Interrupdo da ingestáo de nitroglicerina D) Interrupdo da ingestáo de aspirina E) Angioplastia coronariana 96. Qual dos seguintes tratamentos é recomendado para um paciente com isquemia do miocàrdio? A) Uso de estimulado dos receptores alfa B) Interrupdo do medicamento para pressào arterial alta C) Perda do excesso de peso D) Infusào de angiotensina II E) Exercícios físicos isométricos 97. Qual dos seguintes eventos é urna das principáis cau- sas de morte depois de um infarto do miocàrdio? A) Aumento do débito cardíaco B) Diminuido do volume intersticial pulmonar C) Fibrilado do corado D) Aumento da contratilidade cardíaca UNIDADE IV A Circulado 51 UN ID A D E IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circulado 98. Qual das seguintes afirm ares sobre os resultados da estimulado simpática é mais precisa? A) O fluxo epicárdico aumenta B) A resistència venosa diminuí C) A resistència arteriolar diminuí D) A frequéncia cardíaca diminuí E) Os reservatórios venosos sofrem vasoconstri^áo 99. Qual dos seguintes eventos normalmente está asso- ciado aos estágios crónicos da insuficiéncia cardíaca compensada? Suponha que o paciente esteja em re- pouso. A) Dispneia B) Diminuido da pressào no àtrio direito C) Diminuido da frequéncia cardíaca D) Sudorese E) Aumento da pressào mèdia de enchimento sistè- mico 100. Qual dos seguintes eventos ocorre normalmente na insuficiéncia cardíaca direita unilateral? A) Aumento da pressào na artèria pulmonar B) Aumento da pressào no àtrio esquerdo C) Aumentoda pressào no àtrio direito D) Edema pulmonar E) Aumento da pressào mèdia de enchimento pul- monar 101. Qual dos seguintes eventos normalmente causa re- tendo renal de sòdio ou água durante a insuficiéncia cardíaca compensada? A) Diminuido da formado de angiotensina II B) Diminuido da formado de aldosterona C) Vasodilatado simpática das arteríolas aferentes D) Elevado da taxa de filtrado glomerular E) Aumento da formado de ADH 102. Qual das seguintes ad es normalmente é benéfica para um paciente com edema agudo de pulmáo? A) Infusáo de um fármaco vasoconstritor B) Infusáo de urna soludo eletrolítica balanceada C) Administrado de furosemida D) Administrado de um broncoconstritor E) Infusáo de sangue total 103. Um homem de 60 anos de idade teve um ataque car- díaco há 2 dias, e desde entào sua pressào arterial continua a cair. Neste momento, está em choque car- diogènico. Qual dos seguintes tratamentos é mais benéfico? A) Colocar torniquetes nos quatro membros B) Administrar um inibidor simpático C) Administrar furosemida D) Administrar um expansor de volume sanguíneo E) Aumentar o sòdio da alimentado 104. Se um paciente do sexo masculino e com 21 anos de idade tem reserva cardíaca de 300% e débito cardíaco máximo de 16 L/min, qual é o valor de seu débito cardíaco em repouso? A) 3 L/min B) 4 L/min C) 5,33 L/min D) 6 L/min E) 8 L/min 105. Qual dos seguintes eventos ocorre na insuficiéncia cardíaca e aumenta a excredo renal de sòdio? A) Aumento da liberado de aldosterona B) Aumento da líber ado do fator natriur ético atrial C) Redudo da taxa de filtrado glomerular D) Aumento da liberado de angiotensina II E) Redudo da pressào arterial mèdia 106. Qual dos seguintes tratamentos é apropriado para um paciente em choque cardiogènico? A) Colocado de torniquetes nos quatro membros B) Drenar moderadamente o sangue do paciente C) Administrado de furosemida D) Infusáo de um fármaco vasoconstritor 107. Qual das seguintes condirò es normalmente acompa- nha a insuficiéncia cardíaca direita aguda unilateral? A) Aumento da pressào no àtrio direito B) Aumento da pressào no àtrio esquerdo C) Aumento do débito urinàrio D) Aumento do débito cardíaco E) Aumento da pressào arterial 108. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequéncia na insuficiéncia cardíaca descompensada? A) Edema do músculo cardíaco B) Aumento de norepinefrina nos ñervos simpáticos cardíacos C) Aumento de càlcio no retículo sarcoplasmático das células musculares cardíacas D) Redu^ào da pressào no àtrio direito E) E levalo da pressào arterial 109. Qual das seguintes a<;óes é normalmente benéfica para os pacientes com edema agudo de pulmáo? A) Colocado de torniquetes nos quatro membros B) Infusáo de plasma C) Infusáo de dextrana D) Infusáo de norepinefrina E) Infusáo de angiotensina II 110. Qual dos seguintes eventos está associado à insufi- ciéncia cardíaca compensada? A) Aumento do débito cardíaco B) Aumento do volume de sangue C) Redu^ào da pressào mèdia de enchimento sistè- mico D) Pressào normal no àtrio direito 52 booksmedicos.org UNIDADE IV A Circuiamo 111. Qual das seguintes condi^òes normalmente está asso- dada a elevalo da pressào mèdia de enchimento sistèmico? A) Diminuido do volume de sangue B) Insuficiencia cardíaca congestiva C) In ib ito simpática D) D ilatalo venosa 112. Qual das seguintes condi^òes ocorre normalmente durante as fases iniciáis da insuficiència cardíaca compensada? A) Aumento da pressào no àtrio direito B) Frequència cardíaca normal C) Dim inuito da liberalo de angiotensina II D) Dim inuito da liberalo de aldosterona E) Aumento do débito urinàrio de sòdio e água 113. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequència na insuficiència cardíaca descompensada? A) Hipertensào B) Elevalo da pressào mèdia de enchimento pulmonar C) Redud0 da pressào capilar pulmonar D) Aumento do débito cardiaco E) Aumento da norepinefrina nas terminados dos ñervos simpáticos cardíacos 114. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequència na insuficiència cardíaca descompensada? A) Aumento da perda renal de sòdio e água B) Diminuido da pressào mèdia de enchimento sis- tèmico C) Aumento de norepinefrina nos ñervos simpáticos cardíacos D) Ortopneia E) Perda de peso 115. Um homem de 80 anos de idade, paciente em um centro médico universitàrio, recebeu o diagnóstico de sopro cardíaco. A radiografia de tórax mostra o cora- d o aumentado, mas auséncia de líquido nos pul- moes. O eixo elétrico mèdio do QRS do ECG está em 170°. A pressào de oclusáo pulmonar está normal. Qual é o diagnóstico? A) Estenose da valva atrioventricular esquerda B) Estenose aórtica C) Estenose da valva pulmonar D) Estenose da valva atrioventricular direita E) Regurgitado da valva atrioventricular esquerda 116. Qual dos seguintes eventos está associado à segunda bulha cardíaca? A) Enchimento rápido dos ventrículos como resul- tado da contrado atrial B) Fechamento das valvas AV C) Fechamento da valva do tronco pulmonar D) Abertura das valvas AV E) Enchimento rápido dos ventrículos entre as fases inicial e mèdia da diàstole 117. Urna mulher de 40 anos de idade recebeu o diagnós- tico de sopro cardíaco. Na ausculta desse sopro per- cebe-se um som de alta frequéncia, sibilante “como o vento” no ventrículo esquerdo. A radiografía de tórax mostra um corado de tamanho aumentado. A pres- sáo arterial na aorta é de 140/40 mmHg. Qual é o diagnóstico? A) Estenose da valva da aorta B) Regurgitado na valva da aorta C) Estenose da valva pulmonar D) Estenose da valva atrioventricular esquerda E) Regurgitado na valva atrioventricular direita 118. Em qual dos seguintes distúrbios ocorre normal- mente hipertrofia do ventrículo esquerdo? A) Regurgitado na valva pulmonar B) Regurgitado na valva atrioventricular direita C) Estenose da valva atrioventricular esquerda D) Estenose da valva atrioventricular direita E) Estenose aórtica 119. Qual dos seguintes sopros cardíacos é auscultado durante a sístole? A) Regurgitado na valva da aorta B) Regurgitado na valva pulmonar C) Estenose da valva atrioventricular direita D) Estenose da valva atrioventricular esquerda E) Ducto arterial patente 120. Em qual dos seguintes sopros cardíacos mencionados abaixo, é mais provável a ocorréncia de um aumento na pressáo do átrio esquerdo? A) Estenose da valva atrioventricular direita B) Regurgitado na valva pulmonar C) Regurgitado na valva atrioventricular esquerda D) Regurgitado na valva atrioventricular direita 121. Urna mulher de 50 anos de idade, paciente em um centro médico universitário, recebeu o diagnóstico de sopro cardíaco. A ausculta desse sopro com frequén- cia relativamente baixa tem ausculta máxima sobre o segundo espado intercostal á direita do esterno. A radiografía de tórax mostra o corado aumentado. O eixo elétrico médio do QRS do ECG está em -45°. O diagnóstico é A) Estenose da valva atrioventricular esquerda B) Estenose da valva da aorta C) Estenose da valva pulmonar D) Estenose da valva atrioventricular direita E) Regurgitado na valva atrioventricular direita 53 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circulado 122. Um homem de 29 anos de idade recebeu o diagnòs- tico de sopro cardíaco. O eixo elétrico mèdio do QRS do ECG está em 165°. O teor de oxigènio no sangue arterial está normal. Qual das seguintes condi^oes é o diagnóstico provável? A) Estenose aórtica B) Regurgitado na valva da aorta C) Estenose da valva pulmonar D) Estenose da valva atrioventricular esquerda E) Tetralogia de Fallot 123. Em qual das seguintes condi^oes ocorre normalmente hipertrofia do ventrículo direito? A) Tetralogia de Fallot B) Estenose aórtica leve C) Insuficiéncia aórtica leve D) Estenose da valva atrioventricular esquerda E) Estenose da valva atrioventricular direita124. Qual das seguintes condides está associada a um sopro cardíaco que é auscultado apenas durante a sístole? A) Ducto arterial patente B) Estenose da valva atrioventricular esquerda C) Estenose da valva atrioventricular direita D) Defeito do septo interventricular E) Regurgitado na valva da aorta 125. Qual das seguintes condides é mais provável apresen- tar baixas concentrad es de oxigènio no sangue arterial? A) Tetralogia de Fallot B) Estenose da artèria pulmonar C) Insuficiéncia da valva atrioventricular direita D) Ducto arterial patente E) Estenose da valva atrioventricular direita 126. Qual dos seguintes eventos está associado à primeira bulha cardíaca? A) Entrada rápida de sangue nos ventrículos como resultado da contrado atrial B) Fechamento das valvas AV C) Fechamento da valva pulmonar D) Abertura das valvas AV E) Enchimento rápido dos ventrículos ñas fases ini- cial e mèdia da diàstole 127. Urna mulher de 50 anos de idade foi submetida a um ecocardiograma. Os resultados indicaram que o ven- trículo direito está espessado. Outros dados revela- ran! que a concentrado de oxigènio no sangue arte- rial está muito baixa e que as pressóes sistólicas sao iguais em ambos os ventrículos. Que condi^áo apre- senta essa paciente? A) Defeito do septo interventricular B) Tetralogia de Fallot C) Estenose da valva pulmonar D) Regurgitado na valva do tronco pulmonar E) Ducto arterial patente 128. Qual das seguintes condides está associada a um sopro cardíaco que é auscultado apenas durante a diàstole? A) Ducto arterial patente B) Regurgitado na valva atrioventricular esquerda C) Estenose da valva atrioventricular direita D) Defeito no septo interventricular E) Estenose aórtica 129. Qual dos seguintes eventos está associado à terceira bulha cardíaca? A) Enchimento rápido dos ventrículos causado pela contrado atrial B) Fechamento das valvas AV C) Fechamento da valva pulmonar D) Abertura das valvas AV E) Enchimento rápido dos ventrículos ñas fases ini- cial e mèdia da diàstole 130. Qual das seguintes condi^oes ocorre com frequència no choque hemorrágico progressivo? A) Aumento da permeabilidade capilar B) Mecanismo de relaxamento por estresse das veias C) Alcalose tecidual D) Aumento do débito urinàrio E) Aumento da pressào mèdia de enchimento sistè- mico 131. Em qual das seguintes condi(;òes a administrado de um fármaco simpatomimético é o tratamento de es- colha para impedir o choque? A) Lesáo da medula espinal B) Choque causado por vómitos excessivos C) Choque hemorrágico D) Choque causado por excesso de diuréticos 132. Urna mulher de 30 anos de idade dá entrada na emer- géncia de um centro médico universitàrio com queixa de vómitos excessivos. Apresenta pele pálida, taqui- cardia, pressào arterial de 80/50 e dificuldade para andar. Que tratamento vocè recomendaría para im- pedir o choque? A) Infusào de concentrado de hemàcias B) Administrado de um anti-histaminico C) Infusào de urna so lu to balanceada de eletrólitos D) Infusào de um fàrmaco simpatomimético E) Administrado de um glicocorticoide 54 booksmedicos.org 133. Um homem de 65 anos de idade dà entrada na sala de emergència local alguns minutos depois de receber urna vacina contra a gripe. Apresenta-se pálido, ta- quicárdico, com pressào arterial de 80/50 e dificul- dade para andar. Qual tratamento voce recomendaría para evitar o choque? A) Infusào de sangue B) Administrado de um anti-histaminico C) Infusào de urna solu^áo balanceada de eletrólitos, corno soro fisiològico D) Infusào de um fàrmaco simpatomimético E) Administrado de um ativador do plasminogènio tecidual 134. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequència no choque hemorrágico compensado? Suponha que a pressào sistòlica seja de 48 mmHg. A) Diminuido da frequència cardiaca B) Mecanismo de relaxamento por estresse das veias C) Diminuido da liberado de ADH D) Diminuido da absor^ào de líquido intersticial pelos capilares E) Resposta isquémica do SNC 135. Se um paciente que está se submetendo a urna ra- quianestesia apresentar forte queda da pressào arte- rial e entrar em choque, qual será o tratamento de escolha? A) Infusào de plasma B) Infusào de sangue C) Infusào de soludo salina D) Infusào de glicocorticoide E) Infusào de fàrmaco simpatomimético 136. Um rapaz de 25 anos de idade dà entrada no setor de emergència depois de sofrer um acídente de motoci- cleta. Suas roupas estào bastante ensanguentadas, e sua pressào arterial caiu para 70/40. A frequència cardiaca é de 120, e a frequència respiratòria de 30 respira<des/min. Qual dos seguintes tratamentos se- ria recomendado pelo médico? A) Infusào de sangue B) Infusào de plasma C) Infusào de urna soludo balanceada de eletrólitos D) Infusào de um fàrmaco simpatomimético E) Administrado de um glicocorticoide 137. Em que tipo de choque ocorre com frequència au- mento do débito cardiaco? A) Choque hemorrágico B) Choque anafilático C) Choque séptico D) Choque neurogènico 138. Um rapaz de 20 anos de idade dá entrada na emer- gencia local com um ferimento por arma de fogo e hemorragia. Apresenta pele pálida, taquicardia, pres- sáo arterial de 80/50 e dificuldade para andar. Infeliz- mente, o banco de sangue nao tem sangue total. Qual dos seguintes tratamentos o médico recomendaría para impedir o choque? A) Administrado de glicocorticoide B) Administrado de anti-histamínico C) Infusáo de urna soludo balanceada de eletrólitos D) Infusáo de um fármaco simpatomimético E) Infusáo de plasma 139. Urna menina de 10 anos de idade, internada em um hospital, apresenta obstrudo intestinal e pressáo ar- terial diminuida para 70/40. A frequéncia cardíaca é de 120 bpm e a frequéncia respiratoria é de 30 respi- rado es/min. Qual dos seguintes tratamentos seria re- comendado pelo médico? A) Infusáo de sangue B) Infusáo de plasma C) Infusáo de urna soludo balanceada de eletrólitos D) Infusáo de um fármaco simpatomimético E) Administrado de glicocorticoide 140. Qual dos seguintes eventos ocorre com frequéncia durante o choque progressivo? A) Áreas focáis de necrose no fígado B) Diminuido da tendéncia do sangue a coagular C) Aumento do metabolismo da glicose D) Diminuido da liberado de hidrolases pelos Usos- somos E) Diminuido da permeabilidade capilar 141. A liberado de qual das seguintes substáncias causa vasodilatado e aumento da permeabilidade capilar durante o choque anafilático? A) Histamina B) Bradicinina C) Óxido nítrico D) Fator natriurético atrial E) Adenosina 142. Qual dos seguintes eventos é urna característica do choque hemorrágico progressivo? A) Coágulos de sangue no interior de pequeños va- sos sanguíneos B) Aumento da atividade das mitocóndrias do fígado C) Diminuido da atividade dos lisossomos D) Diminuido do transporte ativo de sodio E) Alcalose tecidual UNIDADE IV A Circulado 55 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circulado 143. Um homem de 70 anos de idade dá entrada no setor de emergéncia de um hospital com forte diarreia. Apresenta palidez, taquicardia, pressáo arterial de 80/50 e dificuldade para andar. Qual dos seguintes tratamentos seria recomendado pelo médico para impedir o choque? A) Infusáo de sangue B) Administrado de anti-histamínico C) Infusáo de urna so lu to balanceada de eletrólitos D) Infusáo de um fármaco simpatomimético E) Administrado de glicocorticoide 144. Urna mulher de 60 anos de idade apresenta queima- dura grave, pressáo arterial de 70/40 e frequéncia cardíaca de 130 bpm. Qual dos seguintes tratamentos seria recomendado pelo médico como tratamento inicial? A) Infusáo de sangue B) Infusáo de plasma C) Infusáo de urna soludo balanceada de eletrólitos D) Infusáo de um fármaco simpatomimético E) Administrado de glicocorticoide 56 booksmedicos.org RESPOSTAS 1. B)A mudanga da posigao supina para a posigao ortos- tática provoca a queda abrupta da pressao arterial, de- tectada por barorreceptores arteriais localizados na bi- furcagao da carótida e no arco da aorta. A ativagao dos barorreceptores arteriais provoca o aumento do fluxo eferente simpático que segue para o coragao, vasos peri- féricos e rins e a diminuigao do fluxo eferente parassim- pático que segue para o coragao. O aumento da ativi- dade simpática que segue para os vasos periféricos produz elevagao da resisténcia periférica total. O au- mento da atividade simpática e a diminuigao do fluxo eferente parassimpático que segue para o coragao ele- vam a frequéncia cardíaca. O aumento da atividade dos nervos simpáticos renais provoca redugao do fluxo san- guíneo renal. TFM12 205-207 2. G) O aumento do metabolismo local durante a reali- zagao de exercícios físicos faz com que as células li- berem substancias vasodilatadoras, como a adeno- sina. A elevagao da concentragao tecidual de adenosina reduz a resisténcia arteriolar e aumenta a condutan- cia vascular e o fluxo sanguíneo para os músculos esqueléticos. TFM12 191-195 3. G) A mudanga da posigao supina para a posigao ereta provoca uma queda abrupta da pressao arterial, detec- tada por barorreceptores arteriais localizados nos seios carotídeos e no arco da aorta. A ativagao dos barorre- ceptores provoca diminuigao da atividade parassimpá- tica (ou do tónus vagal) e aumento da atividade simpá- tica, o que aumenta a atividade da renina plasmática (ou a liberagao de renina). TFM12 205-207 4. H) O peptídeo natriurético atrial (PNA) inibe a libera- gao de renina (e a formagao de angiotensina II). O PNA também inibe a produgao de aldosterona, o que leva ao aumento da excregao de sódio. TFM12 208 5. D) A velocidade do movimento efetivo de líquidos atra- vés da parede de um capilar é calculada multiplican- do-se o coeficiente de filtragao capilar pela pressao efe- tiva de filtragao. Pressao efetiva de filtragao = pressao hidrostática capilar - pressao coloidosmótica do plasma + pressao coloidosmótica do intersticio - pressao hi- drostática do interstício. Portanto, a velocidade do mo- vimento efetivo de líquidos através da parede capilar é de 150 mL/min. Taxa de filtragao = coeficiente de filtragao capilar (Kf) x Pressao efetiva de filtragao Taxa de filtragao = Kf x [PC - n P + n I - PI] Taxa de filtragao = 10 mL/min/mmHg x [25 - 25 + 10 - (-5)] Taxa de filtragao = 10 x 15 = 150 mL/min TFM12 181-182 6. C) A taxa de filtragao (TF) é o produto da multiplicagao do coeficiente de filtragao capilar (Kf) pela pressao efe- tiva de filtragao (PEF) através da parede de um capilar. Portanto, o coeficiente de filtragao capilar é igual a taxa de filtragao dividida pela pressao efetiva de filtragao. Pressao efetiva de filtragao relativa ao movimento dos líquidos através da parede de um capilar = pressao hi- drostática capilar - pressao coloidosmótica do plasma + pressao coloidosmótica do interstício - pressao hidros- tática do interstício. Neste caso, a pressao efetiva de fil- tragao é de 15 mmHg e a taxa de filtragao capilar é de 150 mL/min. Portanto, o Kf corresponde a 150/15 ou 10 mL/min/mmHg. PEF = [Pc - nP + nI - Pi] PEF = [25 - 25 + 10 - (-5)] PEF = 15 Kf = 150/15 = 10 mL/min/mmHg TFM12 181-182 7. E) A administragao de um fármaco que reduz o diame- tro das arteríolas de um leito muscular provoca au- mento da resisténcia vascular. A resisténcia vascular aumentada reduz a condutancia vascular e o fluxo san- guíneo. A redugao do diametro arteriolar também leva a diminuigao da pressao hidrostática capilar e da taxa de filtragao capilar. TFM12 163-164, 181-182 8. A) A pressao de pulso corresponde a diferenga entre a pressao sistólica e a pressao diastólica. Os dois princi- pais fatores que afetam a pressao de pulso sao o volume sistólico do coragao e a complacéncia da árvore arterial. Nos pacientes com regurgitagao aórtica moderada (cau- sada pelo fechamento incompleto da valva da aorta), o sangue que é bombeado para a aorta flui imediatamente de volta para o ventrículo esquerdo. O refluxo do san- gue para o interior do ventrículo esquerdo aumenta o volume sistólico e a pressao sistólica. O refluxo rápido de sangue também provoca diminuigao da pressao dias- tólica. Portanto, os pacientes com regurgitagao aórtica moderada tém pressao sistólica alta, pressao diastólica baixa e pressao de pulso alta. TFM12 168-169 57 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circulado 9. E) A angiotensina II é um vasoconstritor potente. A angiotensina I é formada pela a<;ào de urna enzima (a renina) sobre um substrato denominado angiotensino- gènio. A angiotensina I é convertida em angiotensina II por a<;ào de urna enzima conversora. A angiotensina II é um vasoconstritor potente e um hormònio retentor de sòdio que eleva a pressào arterial. Espera-se que a admi- nistrado de um inibidor da ECA diminua a formado de angiotensina II, a resistència periférica total e a pres- sào arterial. TFM12 220-223 10. B) Estímulos cognitivos aumentam o fluxo sanguineo cerebral ao diminuirem a resistència vascular cerebral. Em resposta aos estímulos cognitivos, vários fatores metabólicos reduzem o diámetro dos vasos cerebrais. Os fatores metabólicos que intensificam o fluxo sangui- neo cerebral incluem o aumento do dióxido de carbono, do ion hidrogènio (diminuido do pH) e da adenosina. TFM12 191-194 11. A) A estenose de um rim leva à liberado de renina e à formado de angiotensina II pelo rim afetado. A angio- tensina II estimula a produdo de aldosterona e au- menta a resistència periférica total ao contrair a maio- ria dos vasos sanguíneos do corpo. TFM12 222-224 12. A) A histamina é um vasodilatador liberado normal- mente por mastócitos e basófilos. A infusào de hista- mina na artèria braquial diminuì a resistència arteriolar e aumenta a permeabilidade da parede do capilar à água. A diminuido da resistència arteriolar também aumenta a pressào hidrostática capilar. O aumento da pressào hidrostática capilar e da permeabilidade do capilar à água produz elevado da taxa de filtrado capilar. TFM12 163-164, 181-182 13. A) A bradicinina é um vasodilatador, e acredita-se que essa substáncia participe da regulado do fluxo sangui- neo e do extravasamento capilar no tecido inflamado. A infusào de bradicinina na artèria braquial aumenta o diàmetro arteriolar e diminuì a resistència arteriolar. A diminuido da resistència arteriolar também leva a um aumento da pressào hidrostática capilar e da taxa de filtrado capilar, o que leva a aumento da pressào hi- drostática intersticial e do fluxo de linfa. TFM12 163-164, 181-182, 187-188 14. C) O aumento da tensào de cisalhamento nos vasos sanguíneos è um dos principáis estímulos para a libe- rado de óxido nítrico pelas células endoteliais. O óxido nítrico aumenta o fluxo sanguíneo ao elevar a concentrado de monofosfato cíclico de guanosina. TFM12 195-196 15 15. E) Os tumores sólidos sào tecidos metabolicamente ativos que necessitam de urna quantidade maior de oxigènio e de outros nutrientes. Quando o metabo- lismo de um tecido permanece elevado por um período prolongado, a vasculariza^áo do tecido também au- menta. Um dos fatores importantes que estimula o crescimento de novos vasos sanguíneos é o fator de crescimento do endotèlio vascular (VEGF, na sigla em inglés). Tudo indica que a deficiència tecidual de oxigè- nio ou de outros nutrientes, ou de ambos, leva à for- m a lo de VEGE TFM12 198 16. E) O aumento no diámetro de urna arteríola pré-ca- pilar diminuì a resistència arteriolar, que leva ao au- mento da condutáncia vascular, do fluxo sanguíneo capilar, da pressào hidrostática capilar e da taxa de filtrado capilar.TFM12 163-164, 181-182 17. D) O fluxo sanguíneo em um vaso é diretamente pro- porcional à quarta potència do raio do vaso. Quando o diàmetro do vaso aumenta em 50% (1,5 vez o tamanho inicial), o fluxo sanguineo aumenta (1,5)4 x fluxo san- guineo normal (100 mL/min). Portanto, o fluxo san- guineo aumenta para 5,06 x 100 mL/min, ou para aproximadamente 500 mL/min. TFM12 163-164 18. A) No ducto arterial patente, grande parte do sangue bombeado pelo ventrículo esquerdo para o interior da aorta fluì imediatamente de volta para a artèria pulmo- nar e segue para o pulmào e àtrio esquerdo. O desvio do sangue da aorta reduz a pressào diastólica, en- quanto o influxo maior de sangue para o àtrio e ventrí- culo esquerdos eleva o volume e a pressào sistólicos. A combinado de pressào sistòlica aumentada com pres- sào diastólica diminuida resulta na elevalo da pressào de pulso. TFM12 169 19. A) O movimento efetivo do sòdio através da parede de um capilar è diretamente proporcional à permeabili- dade da parede ao sòdio, à àrea da superficie da parede e ao gradiente de concentralo através da parede do capilar. Portanto, o aumento da permeabilidade ao sò- dio, da àrea da superficie e do gradiente de concentra- l o do sòdio aumenta o movimento efetivo do sòdio através da parede do capilar. TFM12 178-180 20. B) Espera-se que urna pessoa com aterosclerose tenha menor complacència arterial. A redu<;ào da compla- cència arterial causa elevalo da pressào sistòlica e da pressào de pulso. TFM12 168-169 21. B) A constriño da artèria carótida reduz a pressào arterial na bifurcado da carótida, onde hà barorrecep- tores arteriais. A redu<;ào da pressào arterial ativa os barorreceptores, o que leva ao aumento da atividade simpàtica e a dim inuito da atividade parassimpàtica 58 booksmedicos.org (ou tónus vagai). A atividade simpática aumentada produz constriño dos vasos sanguíneos periféricos, inclusive dos vasos renais, ou seja, ocorre aumento da resistencia periférica total e dim inuito do fluxo san- guíneo renal. A combinado de atividade simpática aumentada com tònus vagai reduzido também resulta no aumento da frequéncia cardíaca. TFM12 205-207 22. A) O peptídio natriurético atrial é liberado pelos mió- citos do àtrio em resposta aos aumentos da pressáo atrial. TFM12 208 23. A) A redu^áo do diámetro de urna arteríola pré-capilar aumenta a resisténcia arteriolar ao mesmo tempo em que diminuì a condutáncia vascular, o fluxo sanguíneo capilar, a pressáo hidrostática, a taxa de filtrado, o volume intersticial e a pressáo hidrostática intersticial. TFM12 163-164, 181-182 24. C) A secre^ao excessiva de aldosterona produz aumento da reabsorbo tubular de sòdio e da secreto de potàs- sio. O aumento da reabsorbo de sòdio e água provoca elevalo do volume do líquido extracelular, o que por sua vez suprime a liberado de renina pelo rim. O au- mento da secreto de potàssio reduz a concentrado plasmática desse elemento, ou seja, causa hipocalemia. TFM12 221-222 25. E) Acredita-se que a diminuido da tensào de oxigénio nos tecidos seja um estímulo importante para o fator de crescimento do endotèlio vascular e para o cresci- mento de vasos sanguíneos nos tumores sólidos. TFM12 198 26. E) De acordo com a lei de Poiseuille, o fluxo sanguíneo em um vaso é diretamente proporcional à quarta po- tència do raio do seu vaso. Um aumento de quatro vezes no diámetro (ou no raio) de um vaso, aumenta (4)4, ou 256 vezes, o valor normal do fluxo. Portanto, depois de um aumento no diámetro correspondente a quatro vezes o normal, o fluxo no vaso aumenta de 100 mL/min para 25.600 mL/min. TFM12 163-164 27. H) A constrido da artèria carótida diminuí a pressáo arterial na altura do seio caròtico. A redudo da pres- sáo no seio caròtico produz urna diminuido dos im- pulsos nervosos do seio caròtico para o centro vaso- motor, o que por sua vez provoca aumento da atividade nervosa simpática e diminuido da atividade nervosa parassimpática. O aumento da atividade nervosa sim- pática causa vasoconstrido periférica e elevado da resisténcia periférica total. TFM12 205-208 28. A) Os barorreceptores arteriais sao ativados em res- posta à queda da pressáo arterial. Durante urna hemor- ragia, a redudo da pressáo arterial no nivel dos baror- receptores provoca aumento do fluxo eferente simpático proveniente do centro vasomotor e diminuido da ati- vidade nervosa parassimpática. O aumento da atividade nervosa simpática causa constrido dos vasos san- guíneos periféricos, elevado da resisténcia periférica total e retorno da pressáo arterial ao normal. A dimi- nuido da atividade nervosa parassimpática e o fluxo eferente simpático produzem elevado da frequéncia cardíaca. TFM12 205-208 29. C) Resisténcia vascular = pressáo arterial - pressáo ve- nosa “s- fluxo sanguíneo. Neste exemplo, a pressáo arte- rial é de 130 mmHg, a pressáo venosa é de 5 mmHg e o fluxo sanguíneo é de 250 mL/min. Portanto, a resistén- cia vascular = 125 -s- 250, ou 0,50 mmHg/mL/min. TFM12 162-163 30. A) A ativaçâo dos barorreceptores provoca aumento da atividade simpática, o que por sua vez eleva a frequén- cia cardíaca, a força de contraçâo cardíaca e a constri- çâo das arteríolas e veias. O aumento da constriçâo venosa resulta no aumento da pressáo média de enchi- mento circulatorio, do retorno venoso e do débito cardíaco. TFM12 205-208 31. E) A pressáo de pulso é a diferença entre a pressáo sistòlica e a pressáo diastólica. Os dois principáis fato- res que afetam a pressáo de pulso sao o volume sistò- lico do coraçâo e a complacência da árvore arterial. O aumento do volume sistòlico eleva a pressáo sistòlica e a pressáo de pulso. Já o aumento da complacência da árvore arterial reduz a pressáo de pulso. A estenose moderada da valva da aorta leva à diminuiçâo do vo- lume sistòlico, o que causa reduçâo da pressáo sistòlica e da pressáo de pulso. TFM12 168-169 32. G) Quando a pressáo arterial cai abaixo de 80 mmHg, os quimiorreceptores carótidos e aórticos sâo ativados e desencadeiam um reflexo neural que minimiza a queda da pressáo arterial. Os quimiorreceptores sâo células sensíveis à falta de oxigénio, ao excesso de dió- xido de carbono e ao excesso de ions hidrogênio (ou à queda do pH). Os sinais transmitidos dos quimiorre- ceptores para o centro vasomotor estimulam esse centro a aumentar a pressáo arterial. TFM12 208 33. E) Os dois principáis fatores que aumentam o fluxo linfático sâo a elevaçâo da taxa de filtraçâo capilar e o aumento da atividade da bomba linfática. A elevaçâo da pressáo coloidosmótica do plasma reduz a taxa de filtraçâo capilar, o volume e a pressáo hidrostática in- tersticiais e o fluxo linfático. Em contrapartida, o au- mento da condutividade hidráulica da parede capilar e da pressáo hidrostática capilar eleva a taxa de filtraçâo capilar, o volume e a pressáo intersticiais e o fluxo lin- UNIDADE IV A Circulaçâo 59 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circuiamo fático. O aumento da resisténcia arteriolar diminuí a pressáo hidrostática capilar, a taxa de filtrado capilar, o volume e a pressáo intersticiais e o fluxo linfático. TFM12 181-187 34. D) Embora os ñervos simpáticos, a angiotensina II e a vasopressina sejam vasoconstritores potentes, quando as condi<;óes fisiológicas sao normáis, o fluxo sanguí- neo para os músculos esqueléticos é determinado principalmente pelas necessidades metabólicas locáis. TFM12 194-196 35. C) As moléculas ou os íons que nao conseguem atra- vessar os poros da parede capilar exercem pressáo os- mótica. A parede capilar é altamente permeável ao cloreto de sodio, á glicose, ao colesterol e ao potássio, mas relativamente impermeável á albúmina. Portanto, a albúmina plasmática é o principal fatorque contribuí para a pressáo coloidosmótica do plasma. TFM12 184 36. E) Durante o exercício físico, os níveis teciduais de dióxido de carbono e ácido láctico elevam-se. Esses metabólitos dilatam os vasos sanguíneos, diminuem a resisténcia arteriolar e aumentam a condutáncia vas- cular e o fluxo sanguíneo. TFM12 194-195 37. D) O fluxo em um vaso é diretamente proporcional ao gradiente de pressáo através do vaso e ao raio do vaso elevado á quarta poténcia. Por outro lado, o fluxo san- guíneo é inversamente proporcional á viscosidade do sangue. Como o fluxo sanguíneo é proporcional ao raio do vaso elevado á quarta poténcia, o vaso com o maior raio (vaso D) tem o maior fluxo. TFM12 163 38. A) Resisténcia de um vaso = gradiente de pressáo -s- fluxo sanguíneo do vaso. Nesse exemplo, o vaso A tem a resisténcia vascular mais elevada (100 mmHg/1.000 mL/min, ou 0,1 mmHg/mL/min). TFM12 162-163 39. C) O transporte de oxigénio através da parede de um capilar é proporcional á área da superficie capilar, á permeabilidade da parede capilar ao oxigénio e ao gra- diente de oxigénio através da parede capilar. Portanto, um aumento de duas vezes no gradiente da concentra- d o de oxigénio causa grande aumento no transporte de oxigénio através da parede capilar. Um aumento de duas vezes ñas fendas intercelulares da parede capilar náo afeta de modo significativo o transporte do oxigé- nio, pois o oxigénio é capaz de atravessar a parede das células endoteliais. TFM12 179-180 40. C) A área total da se d 0 transversal dos capilares é a maior de todos os vasos do sistema circulatorio. A área total da se<;áo transversal das vénulas também é relati- vamente grande, mas náo tanto quanto a dos capilares, o que explica o grande armazenamento de sangue no sistema venoso quando comparado com aquele do sistema arterial. TFM12 160-161 41. C) A porcentagem do volume total de sangue ñas veias é de aproximadamente 64%. TFM12 157 42. D) A velocidade do fluxo sanguíneo é diretamente proporcional ao raio do vaso elevado à quarta poténcia e ao gradiente de pressáo através do vaso. Por outro lado, a velocidade do fluxo sanguíneo é inversamente proporcional à viscosidade do sangue. Portanto, o au- mento da viscosidade do sangue diminuí o fluxo san- guíneo em um vaso. TFM12 163-164 43. A) A velocidade do fluxo sanguíneo no interior de cada segmento do sistema circulatorio é inversamente pro- porcional à área total da se d 0 transversal do seg- mento. Como a aorta tem a menor área total de se d 0 transversal de todos os segmentos circulatorios, o fluxo sanguíneo alcanza a velocidade mais alta no seu interior. TFM12 161-162 44. C) A diferen<;a entre a pressáo sistòlica e a pressáo diastólica é chamada de pressáo de pulso. Os dois prin- cipáis fatores que afetam a pressáo de pulso sáo o vo- lume sistòlico e a complacéncia arterial. A pressáo de pulso é diretamente proporcional ao volume sistòlico e inversamente proporcional à complacéncia arterial. Portanto, a redu^áo da complacéncia arterial tende a aumentar a pressáo de pulso. TFM11 168-169 45. B) O aumento da pressáo coloidosmótica do plasma reduz a pressáo efetiva de filtra lo e a taxa de filtrado capilar. O aumento da pressáo hidrostática capilar e da pressáo coloidosmótica do intersticio também favorece a filtrado capilar. O aumento da pressáo hidrostática venosa e do diámetro arteriolar tende a elevar a pressáo hidrostática capilar e a taxa de filtrado capilar. TFM12 181-185 46. A) O aumento da permeabilidade da parede capilar à água eleva a taxa de filtrado capilar, ao passo que o aumento da resisténcia arteriolar, da pressáo coloidos- mótica do plasma e da pressáo hidrostática do intersti- cio reduz a taxa de filtra lo . A concentralo de sòdio do plasma náo tem efeito sobre a filtrado. TFM12 181-186 47. C) A velocidade do fluxo linfático aumenta de modo proporcional à pressáo hidrostática do intersticio e à atividade da bomba linfática. A redudo da pressáo coloidosmótica do plasma aumenta a taxa de filtrado, 60 booksmedicos.org o volume intersticial, a pressâo hidrostática do inters- ticio e o fluxo linfático. A diminuiçâo do diàmetro ar- teriolar reduz a pressâo hidrostática capilar, a filtraçâo capilar e o fluxo linfático. TFM12 181-188 48. E) Entre as células endoteliais dos capilares do encé- falo, há junçôes oclusivas que permitem apenas a pas- sagem de moléculas extremamente pequeñas, como as da água, oxigênio e dióxido de carbono, para os tecidos encefálicos e desses tecidos para o sangue. TFM12 178 49. B) Os fatores que determinam o movimento efetivo da glicose através da parede de um capilar incluem a per- meabilidade da parede à glicose, o gradiente de con- centraçâo da glicose através da parede e a área da su- perficie da parede do capilar. Portanto, a elevaçâo da diferença de concentraçâo da glicose através da parede aumentaría o movimento efetivo da glicose. TFM12 179-180 50. E) O aumento de 10 mmHg na pressâo do àtrio direito tende a diminuir o retorno venoso para o coraçâo e a elevar a pressâo hidrostática ñas veias cavas. A pressâo coloidosmótica do plasma, a pressâo coloidosmótica do intersticio, a pressâo arterial e o débito cardíaco geralmente estáo normáis ou baixos nesse paciente. TFM12 172-173 51. C) A complacéncia vascular é proporcional à distensi- bilidade vascular e ao volume vascular de qualquer segmento da circulaçâo. A complacéncia de urna veia sistèmica é 24 vezes maior que a complacéncia da artè- ria correspondente, porque a veia é cerca de oito vezes mais distensível e tem um volume aproximadamente très vezes maior que a artèria. TFM12 167 52. B) Coeficiente de filtraçâo (Kf) = taxa de filtraçâo pressâo efetiva de filtraçâo. Pressâo efetiva de filtraçâo = pressâo hidrostática capilar - pressâo coloidosmó- tica do plasma + pressâo coloidosmótica do intersticio - pressâo hidrostática do intersticio. Neste exemplo, a pressâo efetiva de filtraçâo é de 10 mmHg. Portanto, I<f = 150 mL/min -s- 10 mmHg, ou 15 mL/min/mmHg. TFM12 181-186 53. B) A mudança da posiçâo supina para a posiçâo ereta leva ao acúmulo de sangue nas extremidades inferiores e à queda da pressâo arterial. O acúmulo de sangue nas pernas eleva a pressâo hidrostática venosa. A queda da pressâo arterial ativa os barorreceptores arteriais, o que, por sua vez, aumenta a atividade nervosa simpá- tica e diminuí a atividade nervosa parassimpática. O aumento da atividade simpática contrai os vasos renais e reduz o fluxo sanguíneo renal. A frequéncia cardíaca também se eleva. TFM12 205-207 54. D) A redugáo da pressáo de perfusáo para um tecido provoca diminuigáo da concentrado de oxigénio e aumento da concentrado de dióxido de carbono no tecido. Ambos os eventos levam ao aumento do diá- metro arteriolar, á diminuido da resisténcia vascular e ao aumento da condutáncia vascular. TFM12 194-196 55. D) A pordo ampliada da pressáo arterial é no local da resisténcia vascular maior, a qual é a jungáo capilar- arteriolar. TFM12 158 56. D) A tendéncia ao fluxo turbulento ocorre em vasos onde a velocidade do fluxo sanguíneo é alta, e a veloci- dade do fluxo sanguíneo é maior na aorta. TFM12 161-162 57. C) O aumento da pressáo de perfusáo para um tecido resulta no fornecimento excessivo de nutrientes, como o oxigénio, para o tecido. A elevado da concentrado tecidual de oxigénio contrai as arteríolas e faz com que o fluxo sanguíneo e o fornecimento de nutrientes vol- tem aos níveis normáis. TFM12 194-195 58. C) Em um leito capilar muscular, a pressáo hidrostática do intersticio normalmente é negativa ( - 3 mmHg). O bombeamento realizado pelo sistema linfático é a prin- cipal causa da pressáo negativa. TFM12 183-184 59. C) A movimentado dos músculosdas pernas faz com que o sangue flua para a veia cava, o que reduz a pres- sáo hidrostática venosa. O aumento da pressáo do átrio direito diminuí o retorno venoso e eleva a pressáo hi- drostática venosa. A gravidez e a presenta de líquido ascítico no abdome tendem a comprimir a veia cava e aumentar a pressáo hidrostática venosa das pernas. TFM12 172-173 60. D) O mecanismo primário por meio do qual os solutos se movem através da parede dos capilares é a difusáo simples. TFM12 179 61. D) Pelo fato de o oxigénio ser solúvel em lipídios e ca- paz de atravessar com facilidade a parede dos capilares, ele se movimenta mais rápidamente através da parede dos capilares. TFM12 179 62. C) O aumento da pressáo arterial renal causa natriu- rese e diurese por pressáo. A perda de sodio e água tende a reduzir o volume de líquido extracelular. A taxa de filtrado glomerular mantém-se normal ou sofre ligeira eleva^áo em resposta ao aumento da pres- sáo arterial renal. TFM12 213-215 UNIDADE IV A Circulado 61 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circuiamo 63. C) O óxido nítrico e a prostaciclina sào substàncias vasodilatadoras e natriuréticas potentes. Além disso, o peptidio natriurético atrial é natriurético e anti-hiper- tensivo. Por outro lado, a angiotensina II é um hormò- nio vasoconstritor potente, antinatriurético e hiper- tensivo. TFM12 195-196 64. A) O aumento da ingestào de sòdio causa um aumento da excre<;ào de sòdio para man ter o equilibrio desse elemento. Em resposta à elevalo crònica da ingestào de sòdio, a angiotensina II diminuì enquanto o óxido nítrico e o peptideo natriurético atrial aumentam. TFM12 217-222 65. D) A constriño da artèria renai aumenta a liberalo de renina, a form alo de angiotensina II e a pressào arterial. A exere<;ào de sòdio diminuì, mas apenas tran- sitoriamente, porque à medida que a pressào arterial se eleva, a excre<;ào de sòdio retorna aos níveis normáis por meio do mecanismo da natriurese por pressào. TFM12 223-225 66. D) O aumento da pressào atrial causa e lev alo da frequència cardiaca por meio de um reflexo nervoso denominado reflexo de Bainbridge. Os receptores de estiramento dos átrios que desencadeiam o reflexo de Bainbridge transmitem sinais aferentes pelos ñervos vagos da medula até o cérebro. Os sinais eferentes sào transmitidos de volta pelos ñervos vagais e simpáticos elevando a frequència cardíaca. O aumento da pres- sào atrial também eleva os níveis plasmáticos do peptídeo natriurético atrial, o que, por sua vez, reduz os níveis plasmáticos de angiotensina II e aldoste- rona. TFM12 208-209 67. D) A rea<;ào de Cushing é um tipo especial de resposta isquémica do sistema nervoso central (SNC) que surge em consequéncia do aumento da pressào do líquido cerebroespinal que circunda o encéfalo no interior do crànio. Quando a pressào do líquido cerebroespinal sobe, ocorre redu^ào do suprimento de sangue para o encéfalo, o que desencadeia a resposta isquémica do SNC. O aumento da atividade simpàtica, a diminuito da atividade parassimpàtica e o aumento da frequència cardiaca, da pressào arterial e da resistència periférica total fazem parte dessa resposta isquémica. TFM12 209-210 68. E) A conversào da angiotensina I em angiotensina II é catalisada por urna enzima conversora que está pre- sente no endotèlio dos vasos pulmonares e nos rins. A enzima conversora também age como urna cininase que degrada a bradicinina. Portanto, um inibidor da enzima conversora nào apenas reduz a form alo de angiotensina II, mas também inibe as cininases e a degradalo da bradicinina. TFM12 220 69. E) Resistència vascular periférica total = pressào arterial - pressào no àtrio direito -s- débito cardiaco. Neste exem- plo, resistència vascular periférica total =130 mmHg -s- 3,5 L/min, ou aproximadamente 37 mmHg/L/min. TFM12 162-163 70. C) A fòrmula para o cálculo da resistència ao retorno venoso é: pressào mèdia de enchimento sistèmico - pressào no àtrio direito/débito cardiaco. Nesse exem- plo, a pressào mèdia de enchimento sistèmico é 7 mmHg e a pressào no àtrio direito é 0 mmHg. O débito cardiaco é de 5 L/min. Ao colocar esses números na fòrmula apresentada na resposta acima, obtém-se o valor de 1,4 mmHg/L/min para a resistència ao retorno venoso. Note que essa fòrmula se aplica somente à parte linear da curva do retorno venoso. TFM12 238-239 71. A) Durante a elevalo do fluxo eferente simpático até valores máximos, ocorrem várias alterares. Primeira- mente, a pressào mèdia de enchimento sistèmico ele- va-se acentuadamente, porém, ao mesmo tempo, a re- sistència ao retorno venoso aumenta. O retorno venoso é determinado pela fórmula: pressào mèdia de enchi- mento sistèmico - pressào no àtrio direito/resistència ao retorno venoso. Durante o fluxo eferente simpático máximo, a elevalo da pressào de enchimento sistè- mico é maior que o aumento da resistència ao retorno venoso. Portanto, nessa fòrmula o numerador aumenta muito mais que o denominador. Como consequéncia, há aumento do retorno venoso. TFM12 238-239 72. C) Esse problema trata do principio de Fiele para a de- term inalo do débito cardiaco. A fòrmula para o cál- culo do débito cardiaco é: oxigènio absorvido pelos pulmòes por minuto -s- diferen^a entre o oxigènio arte- rial e o venoso. Nessa questào, o consumo de oxigènio do corpo é de 240 mL/min e, em condi<;òes de equili- brio, esse número corresponde ao valor do oxigènio absorvido pelos pulmòes. Portanto, ao inserir esses valores na equa^ào obtemos um débito cardíaco igual a 12 L/min. TFM12 240 73. D) A pressào intrapleural normal é de -4 mmHg. Quando o tórax é ab erto cirurgicamente, todas as pressòes do lado de dentro do tórax tornam-se imedia- tamente iguais a 0 mmHg, ou seja, igualam-se à pres- sào atmosfèrica. Essa pressào aumentada no interior do tórax tende a colapsar os átrios e diminuir a pressào transmurai de cada àtrio. Em particular, o gradiente de pressào transmurai do àtrio direito diminuì cerca de 4 mmHg. Portanto, a curva do débito cardiaco deslo- ca-se para a direita em 4 mmHg. TFM12 234 74. C) Varios fatores podem causar o deslocamento da curva do débito cardiaco para a direita ou esquerda. 62 booksmedicos.org Esses fatores incluem a abertura cirúrgica do tórax, que desloca a curva do débito cardíaco para a direita em 4 mmHg, e o tamponamento cardíaco grave, que eleva a pressào do lado interno do pericàrdio e, como consequència, tende a colapsar o coragao, sobretudo os átrios. O ato de tocar trómpete e a respiralo com pressào positiva aumentam muito a pressào interpleu- ral e, assim, colapsam os átrios e deslocam a curva do débito cardíaco para a direita. A respirado contra urna pressào negativa desloca a curva do débito cardíaco para a esquerda. TFM12 234 75. E) O plato da curva do débito cardíaco, que é urna medida da contratilidade cardíaca, diminuí em várias circunstáncias. Algumas délas incluem o tampona- mento cardíaco grave, que aumenta a pressào no es- pado pericárdico, e a estimulado parassimpática cres- cente do corado. O aumento da estimulado simpática do corado eleva o nivel da curva do débito cardíaco ao aumentar a frequència e a contratilidade cardíacas. TFM12 231 76. D) Vários fatores podem deslocar a curva do débito cardíaco para a direita ou esquerda. Esses fatores in- cluem a abertura cirúrgica do tórax, que desloca a curva do débito cardíaco para a direita em 4 mmHg, e o tamponamento cardíaco grave, que aumenta a pres- sào no lado interno do pericàrdio e, como consequèn- cia, tende a colapsar o corado, sobretudo os átrios. O ato de tocar trómpete ou a respirado com pressào positiva, que incluí a respirado com o auxilio de um ventilador mecánico, aumentam muito a pressào inter-pleural e, dessa forma, colapsa os átrios e desloca a curva do débito cardíaco para a direita. TFM12 234 77. D) A pressào mèdia de enchimento sistèmico é urna medida da tensào para a acomodado do sangue na circulado. Os fatores que aumentam o volume de san- gue e os fatores que reduzem a complacència vascular elevam a pressào mèdia de enchimento sistèmico. Por- tanto, a redudo da complacència venosa, e nào o seu aumento, causaria urna elevado da pressào mèdia de enchimento sistèmico. A administrado de norepine- frina e a estimulado simpática provocam vasoconstri- d o arteriolar e redudo da complacència vascular que elevam a pressào mèdia de enchimento sistèmico. O aumento do volume de sangue e a contrado dos mús- culos esqueléticos, que provocam contrado da vascu- latura, também elevam essa pressào de enchimento. TFM12 236 78. E) Retorno venoso para o corado = pressào mèdia de enchimento sistèmico - pressào no àtrio direito -s- re- sistènza ao retorno venoso. Portanto, a redudo da pressào mèdia de enchimento sistèmico diminuí o re- torno venoso para o corado. Os fatores que reduzem a pressào de enchimento sistèmico incluem a dilatado de grandes veias, a diminuido do tònus simpàtico, a elevado da complacència venosa e o aumento do vo- lume de sangue. TFM12 236-237 79. B) A resistència ao retorno venoso é o inverso da incli- nado da parte linear da curva do retorno venoso. Portanto, a curva com menor inclinado corresponde à resistència mais alta ao retorno venoso. TFM12 238 80. D) A redudo do débito cardíaco pode resultar do en- fraquecimento do corado ou da diminuido do re- torno venoso. O aumento da complacència venosa di- minuì o retorno venoso do sangue para o corado. O tamponamento cardíaco, a abertura cirúrgica do tórax e a estenose aòrtica grave enfraquecem muito o cora- d o e, consequentemente, reduzem o débito cardiaco. A anemia moderada causa vasodilata^ào arteriolar, o que aumenta o retorno venoso para o corado, ele- vando o débito cardiaco. TFM12 239 81. E) O débito cardiaco aumenta em várias condides por causa do aumento do retorno venoso. No hipertireoi- dismo, o débito cardiaco aumenta em razào da maior utilizado de oxigènio pelos tecidos periféricos, o que causa vasodilatado arteriolar e, consequentemente, aumento do retorno venoso. O beribéri aumenta o dé- bito cardíaco porque a falta da vitamina tiamina causa vaso dii atado periférica. A fístula AV também causa diminuido da resistència ao retorno venoso, aumen- tando o débito cardiaco. Na anemia, por causa do menor fornecimento de oxigènio aos tecidos, hà um aumento do retorno venoso para o corado e, portanto, aumento do débito cardíaco. O débito cardiaco dimi- nuì nos pacientes com infarto do miocàrdio. TFM12 232-233 82. B) Durante os exercícios físicos, há poucas alterados no fluxo sanguíneo cerebral e o fluxo sanguineo coro- nariano aumenta. Por causa do aumento do fluxo efe- rente simpático, a pressào mèdia de enchimento sistè- mico aumenta e as veias se contraem. Durante os exercícios, também ocorre diminuido dos impulsos parassimpáticos para o corado. TFM12 238-239 83. C) O nivel do plato da curva do débito cardíaco, que é urna medida da contratilidade cardíaca, diminuí em várias circunstáncias. Algumas délas incluem a mio- cardite, o tamponamento cardíaco grave que aumenta a pressào no espado pericárdico, o infarto do miocàr- dio e várias doen^as valvulares, como a estenose da valva atrioventricular esquerda. A diminuido da esti- mulado parassimpática do corado aumenta modera- damente o nivel da curva do débito cardíaco ao elevar a frequència cardíaca. TFM12 231 UNIDADE IV A Circulado 63 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circuiamo 84. A) Durante as elevares do fluxo eferente simpático, os dois principáis órgáos que mantém o fluxo sanguíneo sao o cérebro e o corado* Durante a realizado de exer- cícios físicos por 1 hora, o fluxo intestinal diminui de modo significativo, assim como os fluxos renal e pancre- ático. O fluxo sanguíneo dos músculos esqueléticos para os músculos nao envolvidos nos exercícios também di- minui nesse momento. Portanto, o fluxo sanguíneo ce- rebral permanece próximo de seu valor de controle. TFM12 244 85. B) Há vários fatores que reduzem o risco de eventos cardíacos adversos, entre eles os baixos níveis sanguí- neos de LDL, o sexo feminino, a hipotensáo moderada e os baixos níveis sanguíneos de triglicerídeos. Os bai- xos níveis sanguíneos de HDL aumentam os riscos cardíacos, visto que o HDL é um colesterol protetor. TFM12 248-249 86. A) A bradicinina, as prostaglandinas, o dióxido de car- bono e os íons potássio atuam como vasodilatadores no sistema arterial coronariano. Contudo, o principal controlador do fluxo sanguíneo coronariano é a adeno- sina. Ela é formada quando ATP é degradado a mono- fosfato de adenosina. Em seguida, pequeñas quantida- des de monofosfato de adenosina sao degradadas, liberando adenosina nos líquidos tissulares do músculo cardíaco, e essa adenosina provoca a vaso dilatado das artérias coronárias. TFM12 247 87. E) A perda repentina do suprimento sanguíneo para o músculo cardíaco causa a depled0 do potássio dos miócitos cardíacos. Esse fato aumenta localmente a concentrado de potássio extracelular, e a elevado do potássio aumenta a irritabilidade da musculatura car- díaca e, consequentemente, sua probabilidade de fibri- lar. Portanto, a presenta de concentrados baixas de ion potássio nos líquidos extracelulares do corado nao leva á fibrilado. Os poderosos reflexos simpáticos, e nao os parassimpáticos, também aumentam a irritabi- lidade do músculo cardíaco e o predispóe á fibrilado. Um potencial de membrana mais negativo protege o corado da fibrilado, e a corrente de lesáo permite um fluxo de corrente elétrica da área isquémica do corado para urna área normal, podendo provocar fibrilado. TFM12 250-251 88. C) O fluxo sanguíneo coronariano normal durante o repouso é de aproximadamente 225 mL/min. A infu- sáo de adenosina ou a liberado local dessa substáncia normalmente aumentam o fluxo sanguíneo corona- riano. A contrado do músculo cardíaco localizado ao redor dos vasos, sobretudo dos vasos subendocárdicos, provoca diminuido do fluxo sanguíneo. Portanto, du- rante a fase de sístole do ciclo cardíaco, o fluxo suben- docárdico sofre urna redudo evidente enquanto a re- dudo do fluxo epicárdico é relativamente menor. TFM12 247 89. D) Há vários fatores que causam vasodilata^áo arterio- lar durante os exercícios físicos, entre eles o aumento da concentrado de íons potássio, da concentrado de óxido nítrico no plasma, da concentrado de adenosina no plasma e da osmolalidade plasmática. Apesar de a histamina provocar vasodilata^ào arteriolar, a libera- d o dessa substáncia normalmente nao ocorre durante a realizado de exercícios físicos. TFM12 243 90. D) Os leitos vasculares que sao poupados da vasocons- trido causada pelo aumento do fluxo eferente simpá- tico durante os exercícios físicos incluem os leitos vasculares cerebral e coronariano. No músculo em exercício, a resposta vasodilatadora metabòlica su- planta o sistema nervoso simpático e, como conse- quéncia, ocorre vasodilata^áo. Nos vasos cutáneos, a vasoconstrido o corre apenas no inicio dos exercícios e, quando o corpo se aquece, as arteríolas cutáneas dilatam-se. Os vasos intestinais contraem-se de modo significativo durante os exercícios físicos de longa du- rado. TFM12 244 91. B) As veias anteriores do ventrículo esquerdo e as veias cardíacas mínimas (veias de Tebésio) drenam sangue venoso proveniente do corado. Contudo, 75% do fluxo coronariano total retornam ao corado pelo seio coro- nàrio. TFM12 246 92. E) Vários fármacos já se mostraram úteis para pacientes com isquemia domiocàrdio. Os bloqueadores dos re- ceptores beta (nao os estimuladores) inibem os efeitos simpáticos sobre o corado e sao muito úteis. A inibi^áo da enzima conversora da angiotensina impede a pro du- d o de angiotensina II, reduzindo o efeito da pós-carga sobre o corado. A nitroglicerina provoca a liberado de óxido nítrico, que causa vaso dilatado coronariana. Os exercícios isométricos elevam acentuadamente a pres- sáo arterial e podem ser prejudiciais, e o aumento do càlcio na alimentado traz pouco beneficio. TFM12 252 93. C) Durante os exercícios físicos, o fluxo eferente sim- pático aumenta de maneira acentuada, o que causa constrido arteriolar em muitos locáis do corpo, in- clusive nos músculos que nao estáo envolvidos nos exercícios. O aumento do fluxo eferente simpático também provoca venoconstri^áo por todo o corpo. Durante os exercícios, também ocorre aumento da liberado de norepinefrina e epinefrina pelas glándu- las suprarrenais. TFM12 244-245 94. B) Vários fatores contribuem para a redudo do fluxo coronariano nos pacientes com cardiopatia isquémica. Alguns tém espasmo das artérias coronárias, o que reduz intensamente o fluxo coronariano. Contudo, a 64 booksmedicos.org principal causa de redu^ao do fluxo coronariano é o estreitamento aterosclerótico do lúmen das artérias coronárias. TFM12 248 95. E) Há vários tratamentos aceitáveis para os pacientes com isquemia do miocàrdio. Muitos tomam urna dose diària de aspirina para prevenir a trombose corona- riana. A angioplastia com colocad0 de stents e a cirur- gia de revasculariza^ào do miocàrdio aumentam de modo efetivo o fluxo sanguíneo coronariano. A redu- d o da pressào arterial, os inibidores da enzima con- versora da angiotensina e o bloqueio dos receptores beta também sao tratamentos eficazes. Contudo, a es- timulad0 dos receptores beta e os exercícios físicos sao prejudiciais para o paciente com isquemia. TFM12 252-253 96. C) Em um paciente com isquemia do miocàrdio, é preciso minimizar os fatores que aumentam o estresse sobre o corad0* Isso pode ser feito com o uso de beta- bloqueadores simpáticos, que inibem os efeitos do fluxo eferente simpático excessivo sobre o corad0* Também é importante manter o peso corporal normal e a pressào arterial normal, o que impede um estresse excessivo sobre o corad0* E, na isquemia aguda do miocàrdio, a nitroglicerina pode ser tomada. Os exer- cícios físicos isométricos devem ser evitados por causa da grande elevalo da pressào arterial que ocorre. TFM12 252 97. C) As principáis causas de morte depois de um infarto do miocàrdio incluem a diminuid0 do débito cardí- aco, que impede os tecidos do corpo de receber quan- tidades adequadas de nutrico e oxigènio bem como a remo^áo de residuos. Outras causas de morte sào o edema pulmonar, que diminuí a oxigenado do sangue, a fibrilad0 e a ruptura do corad0* A contratilidade cardíaca diminuí depois de um infarto do miocàrdio. TFM12 250 98. E) Durante a estimulad0 simpática, os reservatórios venosos sofrem constriño, a resisténcia vascular ve- nosa aumenta, as arteríolas contraem-se, o que au- menta sua resisténcia, e a frequéncia cardíaca eleva-se. Os vasos coronarianos epicárdicos tém um grande número de receptores alfa, porém os vasos subendo- cárdicos tèm mais receptores beta. Portanto, a estimu- lado simpática causa ao menos urna leve constriño dos vasos epicárdicos, o que provoca ligeira redu^ào do fluxo epicárdico. TFM12 244-245,247 99. E) Durante a insuficiéncia cardíaca compensada, vários fatores mudam para estabilizar o sistema circulatorio. Por causa do aumento do fluxo eferente simpático, a frequéncia cardíaca eleva-se. Os rins retém sòdio e água, o que aumenta o volume de sangue e, conse- quentemente, a pressào no àtrio direito. O volume sanguíneo aumentado causa elevado da pressào mè- dia de enchimento sistèmico, o que ajuda a aumentar o débito cardíaco. Em geral, a dispneia ocorre apenas nos estágios iniciáis da insuficiéncia compensada. TFM12 255-256 100. C) Na insuficiéncia cardíaca direita aguda, os rins retém sodio e água e as veias sistèmicas, mas náo as veias pulmonares, que tornam-se congestas. Como consequència, a pressào mèdia de enchimento pul- monar e a pressào no àtrio esquerdo náo aumentam, mas a pressào no àtrio direito aumenta, surgindo edema ñas extremidades inferiores, inclusive nos tor- nozelos e pés. TFM12 259 101. E) Na insuficiéncia cardíaca compensada, há aumento do fluxo eferente simpático. Urna das consequéncias desse evento é a vasoconstrido simpática das arterío- las aferentes dos rins. Essa vasoconstrido reduz a pressào hidrostática glomerular e, consequentemente, a taxa de filtrado glomerular. Como resultado, ocorre aumento da re tendo de sòdio e água no corpo. Tam- bém ocorre aumento da liberado de angiotensina II, o que causa re tendo renal direta de sòdio, além de estimular a secredo de aldosterona, que, por sua vez, também provoca maior aumento da re tendo de sòdio nos rins. O excesso de sòdio no corpo eleva a osmola- lidade, o que aumenta a liberado de hormonio anti- diurético (ADH), provocando re tendo renal de água. TFM12 260 102. C) No edema agudo de pulmào, a quantidade au- mentada de líquido nos pulmòes diminuí o teor de 0 2 do sangue. Essa redudo de oxigènio enfraquece ainda mais o corado e também provoca dilatado arteriolar no corpo. A dilatado arteriolar aumenta o retorno venoso do sangue para o corado, ° que pro- voca mais vazamento de líquido nos pulmòes e reduz ainda mais o teor de oxigènio do sangue. É impor- tante interromper esse círculo vicioso para salvar o paciente. Isso pode ser feito colocando-se tornique- tes nos quatro membros. Essa pràtica remove de modo eficaz o volume de sangue do tórax. O pa- ciente também pode receber oxigènio e um bronco- dilatador. A furosemida pode ser administrada para reduzir parte do volume de liquido do corpo, sobre- tudo dos pulmòes. O que nào se deve fazer é infundir nesse paciente sangue total ou urna soludo de ele- trólitos, urna vez que essas a<;òes podem exacerbar o edema de pulmào jà presente. TFM12 261 103. D) O choque cardiogènico resulta do enfraqueci- mento do músculo cardíaco que ocorre muitas vezes depois de urna trombose coronariana. Esse enfraque- cimento do corado pode gerar um círculo vicioso, porque o baixo débito cardíaco resultante provoca diminuido da pressào diastólica. A pressào diastólica UNIDADE IV A Circulado 65 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circulaçâo baixa causa diminuiçâo do fluxo coronariano, o que reduz a força cardiaca ainda mais. Portanto, nos pa- cientes em choque cardiogênico, a pressâo arterial, particularmente a pressâo diastólica, precisa ser au- mentada por meio da administraçâo de vasoconstri- tores ou de expansores de volume. Nesse paciente, o melhor tratamento consiste na infusao de plasma. A colocaçâo de torniquetes nos quatro membros reduz o volume centrai de sangue, piorando a condiçâo do paciente em choque. TFM12 259 104. B) O débito cardiaco em repouso deste paciente é igual a 4 L/min, e sua reserva cardíaca corresponde a 300% do débito cardiaco em repouso, ou seja, 12 L/min. Isso dà um débito cardíaco máximo total de 16 L/min. Por- tanto, a reserva cardíaca é o aumento porcentual a que o débito cardiaco em repouso pode ser elevado. TFM12 261 105. B) Na insuficiência cardíaca, vários fatores causam retençâo de sòdio, entre des a liberaçâo de aldoste- rona, a reduçâo da taxa de filtraçâo glomerular e o aumento da liberaçâo de angiotensina IL A diminui- çâo da pressâo arterial média também resulta na re- duçâo da pressâo hidrostática glomerular provocando urna diminuiçâo da excreçâo renal de sòdio. Na insu- ficiência cardíaca, o volume de sangue eleva-se, o queproduz aumento da força cardíaca. Em particular, a pressâo atrial eleva-se, provocando a liberaçâo do fa- tor natriurético atrial que causa aumento da excreçâo renal de sòdio. TFM12 260 106. D) No choque cardiogênico, ocorre um círculo vi- cioso de deterioraçâo cardíaca. O coraçâo enfraque- cido tem um débito cardíaco menor e, como conse- quéncia disso, urna pressâo arterial baixa. A reduçâo da pressâo arterial, particularmente a reduçâo da pressâo diastólica, diminuí o fluxo sanguíneo corona- riano e enfraquece aínda mais o coraçâo, o que reduz mais o débito cardíaco. O tratamento de escolha para o paciente em choque cardiogênico consiste em ele- var a pressâo arterial com um fármaco vasoconstritor ou expansor de volume. A colocaçâo de torniquetes nos quatro membros, a drenagem moderada do san- gue do paciente ou a administraçâo de furosemida diminuem o volume de sangue no tórax, piorando a condiçâo do paciente em choque cardiogênico. TFM12 259 107. A) Na insuficiência cardíaca direita unilateral, a pres- sâo no àtrio direito diminuí, assim como o débito cardíaco total. Como consequéncia, ocorre reduçâo da pressâo arterial e do débito urinàrio. Contudo, a pressâo no àtrio esquerdo náo se eleva; na realidade, diminuí. TFM12 259 108. A) Na insuficiéncia cardíaca descompensada, os rins diminuem o débito urinàrio de sòdio e água a firn de aumentar o volume de sangue. Como consequéncia, ocorre aumento da pressào mèdia de enchimento sistèmico e do retorno venoso do sangue para o co- rado, o que eleva a pressào no àtrio direito. Infeliz- mente, se o cora^ao está muito fraco, o volume diastó- lico final aumenta, o que estica demais os sarcomeros cardíacos, tornando o músculo cardíaco muito ede- matoso. Ao mesmo tempo, ocorre menor acúmulo de íons càlcio nos túbulos longitudinais do retículo sar- coplasmático; portanto, há menos càlcio disponível para o músculo cardíaco, o que enfraquece mais ainda o cora^ao. TFM12 257-258 109. A) A condilo clínica dos pacientes com edema agudo de pulmao agrava-se rapidamente, a menos que seja instituido um tratamento adequado. O volume de sangue no tórax precisa ser reduzido e, para isso, há várias técnicas disponíveis. Pode-se colocar tornique- tes nos quatros membros e, em seguida, alternar a constriño a firn de aumentar o volume de sangue nos membros, diminuindo o volume de sangue no tórax. Também é possível administrar diuréticos de a<;ao rá- pida como a furosemida, que reduz o volume plasmá- tico. Pode-se remover quantidades moderadas de san- gue do paciente a firn de diminuir o volume de sangue do tórax. Os pacientes também devem receber oxigé- nio para elevar os níveis de oxigènio do sangue, con- tudo nunca se deve administrar expansores de volume, como plasma ou dextrana, visto que tais substáncias podem piorar o edema de pulmao. TFM12 261 110. B) Na insuficiéncia cardíaca compensada, a pressào mèdia de enchimento sistèmico aumenta por causa da hipervolemia, e o débito cardíaco está com fre- quéncia normal. Há dispneia e, ñas fases iniciáis da insuficiéncia cardíaca compensada, ocorre sudorese excessiva. Nesses pacientes, a pressào no àtrio direito eleva-se até valores muito altos, urna característica dessa doen<;a. TFM12 256-257 111. B) Os fatores que aumentam o volume de sangue ou diminuem a capacidade vascular acabam elevando a pressào mèdia de enchimento sistèmico. A in ib ito simpática e a dilatalo venosa reduzem a pressào mèdia de enchimento sistèmico. Na insuficiéncia car- díaca congestiva, os rins retém grandes quantidades de sòdio e água, o que aumenta o volume de sangue e, consequentemente, eleva significativamente a pres- sào mèdia de enchimento sistèmico. TFM12 256 112. A) Na insuficiéncia cardíaca compensada, há um au- mento da liberado de angiotensina II e aldosterona e, 66 booksmedicos.org como consequència, os rins passam a reter sòdio e água, o que aumenta o volume de sangue do corpo e o retorno venoso do sangue para o corado» o que eleva a pressào no àtrio direito. Na insuficiencia car- díaca compensada, o aumento do fluxo eferente sim- pático eleva a frequencia cardíaca. Ocorre dispneia, durante qualquer tipo de esforzó físico e aparece tam- bém a ortopneia - falta de ar que se manifesta quando o paciente está em posido deitada. TFM12 256-257 113. B) Na insuficiencia cardíaca descompensada, o débito cardíaco diminuí por causa do enfraque cimento do corado e do edema do músculo cardíaco. As pres- soes no sistema capilar pulmonar aumentam, inclu- sive a pressào capilar pulmonar e a pressào mèdia de enchimento pulmonar. A depled0 de norepinefrina ñas term inales dos ñervos simpáticos cardíacos é outro fator que causa enfraquecimento do corado. TFM12 257-258 114. D) Na insuficiéncia cardíaca descompensada, os rins retèm sòdio e água, o que causa ganho de peso e au- mento do volume de sangue. Como consequència, ocorre elevalo da pressào mèdia de enchimento sistèmico, o que também estica o corado. Portanto, náo ocorre redu^ào da pressào mèdia de enchimento sistèmico na insuficiéncia cardíaca descompensada. Muitas vezes, o volume excessivo de sangue estica demasiadamente os sarcòmeros do corado, o que os impede de alcanzar sua tensào máxima. O excesso de volume central de líquido também causa ortopneia, ou seja, incapacidade de respirar de modo apropriado, exceto quando em posido ereta. TFM12 257-258 115. C) O eixo elétrico mèdio do QRS desse paciente está desviado para a direita e em 170°. Isso indica que o lado direito do corado está afetado. A estenose aór- tica e a regurgitado da valva atrioventricular es- querda desviam o eixo do QRS para a esquerda. A estenose da valva atrioventricular esquerda náo afeta o ventrículo esquerdo, porém, em circunstáncias bas- tante graves, pode elevar a pressào na artèria pulmo- nar e, consequentemente, elevar também a pressào capilar pulmonar. A estenose da valva atrioventricular direita náo afeta o ventrículo direito. Portanto, a este- nose da valva pulmonar é a única con d ilo que se encaixa nesse conjunto de sintomas. TFM12 265-266 116. C) A segunda bulha cardíaca resulta do fechamento da valva da aorta e da valva do tronco pulmonar que ocorre no final da sístole. Esse evento dá inicio a urna vibrado que se espalha pelos ventrículos, aorta e ar- tèria pulmonar. Por outro lado, a primeira bulha car- díaca resulta do fechamento das valvas AV. TFM12 267 117. B) Os sopros que se assemelham ao som do vento e tèm frequéncia sonora relativamente alta, geralmente estào associados a insuficiéncia valvular. As principáis informades necessárias para a identificado desse sopro sáo as pressòes sistòlica e diastólica. Na regur- gitado ua valva da aorta, a pressào de pulso (pressào sistòlica - pressào diastólica) normalmente é alta e, neste caso, é de 100 mmHg. Observa-se também que a pressào diastólica cai até valores muito baixos, como 40 mmHg, à medida que o sangue reflui para o ventrículo esquerdo. TFM12 267-268 118. E) Ocorre hipertrofia do ventrículo esquerdo quando essa cámara cardíaca tem que desenvolver urna pres- sào elevada ou quando eia bombeia um volume extra de sangue em cada batimento. Na regurgitado aór- tica, parte do sangue reflui para o ventrículo esquerdo durante a diàstole. Esse volume extra de sangue pre- cisa ser expelido durante o batimento cardíaco se- guinte. Na regurgitado da valva atrioventricular es- querda, parte do sangue é bombeada para a aorta, enquanto outra reflui para o àtrio esquerdo. Como consequència, o ventrículo esquerdo bombeia um volume extra de sangue em cada batimento cardíaco. Na estenose aórtica, o ventrículo esquerdo precisa se contrair vigorosamente e produzir urna tensào ele- vada ñas paredes a firn de aumentar a pressào intra- ventricular até osvalores altos necessários para a ex- pulsào do sangue para a aorta. Na estenose da valva atrioventricular esquerda, o ventrículo esquerdo está normal; è o àtrio que desenvolve a pressào extra ne- cessària para enviar sangue através da valva atrioven- tricular esquerda estenosada. TFM12 267-268 119. E) Há vários sopros diastólicos que podem ser auscul- tados com facilidade com o estetoscopio. A regurgita- d o de sangue ñas valvas da aorta e do tronco pulmo- nar ocorre através de valvas insuficientes durante a diàstole, provocando um sopro cardíaco auscultado durante essa fase do ciclo cardíaco. A estenose das valvas atrioventriculares direita e esquerda origina sopros diastólicos porque o sangue flui através de valvas estreitadas durante o período diastólico. O so- pro associado ao ducto arterial patente é auscultado tanto na sístole quanto na diàstole. TFM12 265-266 120. C) A regurgitado na valva atrioventricular esquerda causa grandes aumentos na pressào do àtrio esquerdo. Contudo, a estenose da valva atrioventricular direita e as regurgitad es ñas valvas atrioventricular direita e do tronco pulmonar aumentam apenas a pressào no àtrio direito e nào afetam a pressào do àtrio esquerdo. TFM12 267-268 121. B) O eixo do QRS dessa paciente está em - 45°, o que indica um desvio do eixo para a esquerda. Em outras UNIDADE IV A Circulado 67 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circulado palavras, o lado esquerdo do cora^ao está aumen- tado. Na estenose da valva da aorta, o lado esquerdo do cora^ào está aumentado por causa da tensào extra que as paredes do ventrículo esquerdo precisam exercer para expelir o sangue para o interior da aorta. Portanto, esses sintomas se encaixam em um caso de estenose aòrtica. Na estenose da valva do tronco pulmonar, o lado direito do cora^ào hipertrofia-se e, na estenose da valva atrioventricular esquerda, nào ocorre hipertrofia do ventrículo esquerdo. Quando há regurgitado na valva atrioventricular direita, o lado direito do cora^ào aumenta e, na estenose da valva atrioventricular direita, nào ocorre hipertrofia ventricular. TFM12 267-268 122. C) O eixo elétrico desse paciente está desviado para a direita, fato que indica que o lado direito do cora^ào está hipertrofiado. Nesse caso, há duas possibilidades: estenose da valva do tronco pulmonar e tetralogia de Fallot. Na tetralogia de Fallot, o teor de oxigènio do sangue arterial está baixo, o que nào é o caso nesse paciente. Portanto, a estenose da valva pulmonar é a resposta correta. TFM12 267-268 123. A) A hipertrofia do ventrículo direito ocorre quando o cora^ào direito tem que bombear um volume maior de sangue ou bombear o sangue contra urna pressào mais elevada. A tetralogia de Fallot está associada à hipertrofia do ventrículo direito por causa do au- mento da resistència valvular pulmonar, e o mesmo ocorre na estenose da artèria pulmonar. A insuficièn- cia da valva atrioventricular direita produz aumento do volume sistòlico do cora^ào direito, o que causa hipertrofia. Contudo, a estenose da valva atrioventri- cular direita nào afeta o ventrículo direito. TFM12 271 124. D) Durante a sístole, os sopros provenientes de um defeito no septo interventricular e do ducto arterial patente sào auscultados com clareza. Contudo, o so- pro associado ao ducto arterial patente também é auscultado durante a diàstole. A estenose da valva atrioventricular esquerda, a estenose da valva atrio- ventricular direita e a regurgitado na valva da aorta estào associadas a sopros diastólicos. TFM12 267 125. A) Na tetralogia de Fallot há um defeito no septo in- terventricular bem como estenose da artèria pulmo- nar ou da valva do tronco pulmonar. Portanto, è muito difícil para o sangue entrar na artèria pulmo- nar e chegar aos pulmòes para ser oxigenado. Por outro lado, urna parte do sangue desvia para o lado esquerdo do corado e assim nào passa pelos pul- mòes. Como consequència, o sangue arterial contém baixa concentrado de oxigènio. TFM12 271 126. B) Por definido, a primeira bulha cardiaca è sempre associada ao fechamento das valvas AV. As bulhas cardíacas nunca estào associadas à abertura de qual- quer das valvas, mas sempre ao fechamento délas e à vibrado do sangue e das paredes do corado asso- ciada a esse fechamento. TFM12 265-266 127. B) Na tetralogia de Fallot, há um defeito no septo in- terventricular e aumento da resistència na valva do tronco pulmonar ou na artèria pulmonar. Essas alte- rades fazem com que o sangue desvie parcialmente para o lado esquerdo do corado sem passar pelos pulmòes. Como consequència, a concentrado de oxigènio no sangue arterial torna-se muito baixa. O defeito no septo interventricular também faz com que as pressoes sistólicas sejam iguais em ambos os ventrículos, situaiáo que provoca hipertrofia do ven- trículo direito e espessamento de sua parede muito similar áquele do ventrículo esquerdo. TFM12 271 128. C) A regurgitado na valva atrioventricular esquerda e a estenose aórtica sào condides associadas a sopros auscultados durante a sístole. O sopro relacionado ao defeito do septo ventricular normalmente é auscul- tado apenas durante a fase sistòlica. Os sopros asso- ciados à estenose da valva atrioventricular direita e ao ducto arterial patente sào auscultados durante a diàs- tole. Contudo, o sopro do ducto arterial patente tam- bém é auscultado durante a sístole. TFM12 267 129. E) A terceira bulha cardíaca está associada à entrada rápida de sangue nos ventrículos ñas fases inicial e mèdia da diàstole. A bulha cardíaca seguinte, a quarta bulha, é produzida pela entrada rápida de sangue nos ventrículos causada pela co n tra jo atrial. A primeira bulha cardíaca resulta do fechamento das valvas AV, e a segunda bulha cardíaca do fechamento das valvas do tronco pulmonar e da aorta. TFM12 265-266 130. A) Vários eventos ocorrem no choque progressivo, entre eles o aumento da permeabilidade capilar, que permite a saída de líquido dos vasos e consequente- mente diminuì o volume de sangue. Outros fatores deteriorantes incluem insuficiéncia do centro vasomo- tor, insuficiéncia da circulado periférica, redu^áo da atividade das mitocondrias celulares e acidóse por todo o corpo. Em geral, o débito urinàrio diminuí acentua- damente; portanto, o aumento do débito urinàrio nào é a resposta correta. O pH tecidual caí e ocorre o me- canismo de relaxamento por estresse das veias. TFM12 276 131. A) Os fármacos simpatomiméticos sào administrados para combater a hipotensáo em várias condi^oes, que incluem a lesáo da medula espinal na qual o fluxo efe- 68 booksmedicos.org rente simpático é interrompido. Os fármacos simpato- miméticos também sao administrados durante a anes- tesia muito profunda, que diminuí o fluxo eferente simpático, e no choque anafilático, que resulta da libe- rado de histamina, sendo acompanhado de vasodila- tado. Fármacos simpatomiméticos, como a norepine- frina, elevam apressáo arterialao causarvasoconstrido. O choque causado por excesso de vòmito, hemorragia ou administrado excessiva de diuréticos leva à deple- d o do volume líquido, o que reduz o volume de san- gue e a pressào mèdia de enchimento sistèmico. A administrado de urna soludo balanceada de eletróli- tos combate meihor essa situado. TFM12 281 132. C) Os vómitos podem causar urna grande perda de eletrólitos que provoca urna redudo substancial do volume de plasma. Como consequència, o volume de sangue diminuí e a pressào arterial atinge níveis muito baixos. O tratamento apropriado consiste em repor o volume que foi perdido por meio da infusáo de urna soludo balanceada de eletrólitos. TFM12 280-281 133. D) O paciente recebeu urna vacina contra a gripe e entrou rapidamente em choque, o que nos levaa pen- sar que ele possivelmente esteja em choque anafilá- tico. Essa condido é caracterizada por um estado de vasodilatado extrema causada pela liberado de his- tamina. Os anti-histamínicos tém alguma utilidade, mas sua ado é muito lenta, e o paciente pode morrer nesse meio tempo. Portanto, é preciso utilizar um agente de ado muito rápida, como um fármaco sim- patomimético. TFM12 280-281 134. E) No choque hemorrágico compensado, vários fato- res impedem a progressao do choque, entre eles a elevado da frequéncia cardíaca. Também ocorre o inverso do relaxamento por estresse das veias, no qual os vasos, especialmente as veias, contraem-se ao re- dor do volume de sangue disponível. Além disso, há aumento da liberado de ADH, o que causa retendo de água pelos rins, mas também vasoconstrido das arteríolas. Se a pressào arterial cair até valores muito baixos, ocorrerá também urna resposta isquémica do SNC, que provoca aumento do fluxo eferente simpá- tico. E aínda, observa-se aumento da absordo de lí- quido intersticial pelos capilares, aumentando o vo- lume no interior dos vasos. TFM12 275 135. E) A raquianestesia pode bloquear a emergéncia ner- vosa simpática da medula espinal, sobretudo quando a anestesia se espalha por toda a medula espinal. Esse bloqueio pode se constituir em urna causa muito im- portante de choque neurogènico. O tratamento de escolha consiste em recuperar o tonus simpático cor- poral que foi perdido. A meihor forma de aumentar o tonus simpático é por meio da infusáo de um fármaco simpatomimético. TFM12 281 136. A) Sem dúvida, esse paciente perdeu muito sangue por causa do acídente de motocicleta. O meihor tra- tamento consiste em repor o que foi perdido no ací- dente, ou seja, em infundir sangue total. A adminis- trado de sangue total é muito superior à infusáo de plasma, urna vez que possibilità também a reposido de hemácias, que tém capacidade de transportar oxi- génio muito superior a dos componentes do plasma sanguíneo. Neste caso, os ñervos simpáticos estáo disparando impulsos muito rapidamente, e a infusáo de um agente simpatomimético traria poucos bene- ficios. TFM12 280-281 137. C) Nos choques hemorrágico, anafilático e neurogè- nico, o retorno venoso do sangue para o corado di- minuí acentuadamente. Contudo, no choque séptico, o débito cardíaco aumenta em muitos pacientes por causa da vasodilatado nos tecidos afetados e da ele- vado da taxa metabòlica que causa vasodilatado em outras partes do corpo. TFM12 280 138. E) Esse paciente está com hemorragia, portanto o meihor tratamento consiste na reposido do sangue que ele perdeu. Infelizmente, náo há sangue disponí- vel; entáo, é preciso partir para o segundo tratamento de escolha. Nessa situado, o meihor tratamento é aumentar o volume de sangue do paciente. A infusáo de plasma é o segundo tratamento de escolha, porque a pressào coloidosmótica elevada dessa substáncia ajuda o líquido infundido a permanecer na circulado por muito mais tempo que urna soludo balanceada de eletrólitos. TFM12 280-281 139. B) A obstrudo intestinal causa com frequéncia redu- d o intensa do volume plasmático. A obstrudo pro- voca distensáo intestinal e bloqueia parcialmente o fluxo sanguíneo venoso nos intestinos. Como conse- quència, a pressào capilar intestinal aumenta e faz com que líquido vaze dos capilares para a parede do intestino e também para o lúmen intestinal. O líquido que vaza tem alto teor de proteina, muito similar àquele do plasma, o que reduz a proteina plasmática total e o volume de plasma. Portanto, o tratamento de escolha consiste na reposido do líquido perdido por meio da infusáo de plasma. TFM12 280-281 140. A) No choque progressivo, o pH nos tecidos do corpo cai como consequència do fluxo sanguíneo insufi- ciente. Muitos vasos ficam bloqueados por causa da aglutinado local do sangue, que é denominado san- gue estagnado. Também surgem áreas focáis de ne- UNIDADE IV A Circulado 69 UN IDA DE IV booksmedicos.org UNIDADE IV A Circuiamo eróse no fígado, a atividade das mitocóndrias diminuí e a permeabilidade capilar aumenta. Ocorre aumento da liberado de hidrolases pelos lisossomos e o meta- bolismo celular da glicose diminuí. TFM12 280-281 141. A) A anafilaxia é urna condi<;áo alérgica resultante da rea<;áo antígeno-anticorpo que ocorre depois da ex- p ó sito de um individuo a urna substáncia antigénica. Os basófilos e mastócitos dos tecidos pericapilares liberam histamina ou substáncias semelhantes. A his- tamina provoca dilatado venosa, dilatado das arte- ríolas e um grande aumento da permeabilidade capi- lar, com perda rápida de líquido e proteína para os espatos teciduais. Como consequéncia, ocorre redu- d o do retorno venoso e com frequéncia choque anafilático. TFM12 280-281 142. A) Durante o choque hemorrágico progressivo, coá- gulos de sangue comegam a se formar no interior de muitos vasos sanguíneos diminutos. O fluxo insufi- ciente de sangue em todo o corpo leva á acidóse por causa da remo^áo insuficiente do dióxido de carbono. O transporte ativo de sòdio e potàssio também dimi- nuí. No fígado, a atividade das mitocóndrias diminuí, e a atividade dos lisossomos aumenta em diversas áreas extensas. TFM12 276 143. C) Nos casos de diarreia intensa, o corpo perde urna grande quantidade de sòdio e água, o que causa desi- drata^ào e ás vezes choque. O melhor tratamento consiste na reposi^áo dos eletrólitos que foram perdi- dos durante a diarreia. Portanto, a infusáo de urna solu^ao balanceada de eletrólitos é o tratamento de escolha. TFM12 280-281 144. B) Nos pacientes com queimaduras graves, os tecidos queimados perdem urna grande quantidade de subs- táncias semelhantes ao plasma. Como consequéncia, a concentrado de proteínas do plasma diminuí acen- tuadamente, e o tratamento de escolha consiste, por- tanto, na infusáo de plasma. TFM12 279-280 70 booksmedicos.org