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MANUAL CÓDIGO: MBP-001-4/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo IV: Controle Integrado de Pragas e Vetores DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 1/4 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde 1. Objetivo Descrever a sistemática de ações preventivas e corretivas destinadas a impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou a proliferação de vetores e pragas urbanas nas unidades marítimas atendidas pela Marfood. 2. Aplicação Unidades de Alimentação e Nutrição Offshore. 3. Definições Boas Práticas: procedimentos que devem ser adotados por serviços de alimentação a fim de garantir a qualidade higiênico-sanitária e a conformidade dos alimentos com a legislação sanitária; 1 Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas: sistema que incorpora ações preventivas e corretivas destinadas a impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou a proliferação de vetores e pragas urbanas que comprometam a qualidade higiênico-sanitária do alimento; 1 Registro: consiste de anotação em planilha e ou documento, apresentando data e identificação do funcionário responsável pelo seu preenchimento; 1 Resíduos: materiais a serem descartados, oriundos da área de preparação e das demais áreas do serviço de alimentação; 1 4. Descrição 4.1 Responsabilidades 4.1.1 Cabe ao Gerente de Operações: Prover os recursos necessários para garantir a conformidade dos processos de controle integrado de pragas e vetores com a legislação sanitária aplicável; Realizar a interface com o cliente, quando necessário, para solicitação de vaga para embarque dos técnicos de dedetização; 4.1.2 Cabe aos Nutricionistas Supervisores: Realizar a capacitação e estimular o desenvolvimento dos Nutricionistas e dos manipuladores de alimentos quanto às medidas preventivas destinadas a impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou a proliferação de vetores e pragas urbanas; Quando solicitado, atuar nas inspeções de boas práticas de manipulação nas unidades offshore; MANUAL CÓDIGO: MBP-001-4/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo IV: Controle Integrado de Pragas e Vetores DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 2/4 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde 4.1.3 Cabe à Nutricionista de Qualidade: Fornecer suporte aos Nutricionistas e Nutricionistas Supervisores para garantir a conformidade dos processos de controle integrado de pragas e vetores nas unidades marítimas; Comunicar aos Nutricionistas e Nutricionistas Supervisores as alterações na legislação sanitária vigente; 4.1.4 Cabe aos Nutricionistas: Controlar a validade do serviço de dedetização e solicitar o embarque do técnico de dedetização, na frequência necessária; Garantir a manutenção das medidas preventivas destinadas a impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou a proliferação de vetores e pragas urbanas na unidade marítima; Acompanhar e/ou monitorar a execução do serviço realizado pelo técnico de dedetização na unidade marítima; Avaliar o serviço realizado pelo técnico de dedetização na unidade e reportar as observações necessárias, bem como, as ocorrências, quando houver; 4.1.5 Cabe aos Comissários e aos Técnicos de Nutrição: Auxiliar no controle da validade do serviço de dedetização e solicitar o embarque do técnico de dedetização, quando necessário; Auxiliar na manutenção das medidas preventivas destinadas a impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou a proliferação de vetores e pragas urbanas na unidade marítima; Acompanhar e/ou monitorar a execução do serviço realizado pelo técnico de dedetização na unidade marítima, avaliar e reportar as observações necessárias, bem como, as ocorrências, quando houver; 4.1.6 Cabe a todos os manipuladores: Atuar conforme orientação do Nutricionista responsável, para manutenção das medidas preventivas destinadas a impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou a proliferação de vetores e pragas urbanas na unidade marítima; 4.2 Controle Integrado de Pragas e Vetores As instalações, os equipamentos, os móveis e os utensílios devem ser livres de vetores e pragas urbanas. Deve ser adotado um conjunto de ações eficazes e contínuas de controle de vetores e pragas urbanas, com o objetivo de impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou proliferação dos mesmos. 1 O controle químico de pragas e vetores nas unidades marítimas deve ser executado mensalmente e deve ser empregado por empresa especializada, conforme legislação específica, com produtos desinfestantes regularizados pelo Ministério da Saúde. 1 Quando da aplicação do controle químico, a empresa especializada deve estabelecer procedimentos pré e pós tratamento a fim de evitar a contaminação dos alimentos, equipamentos MANUAL CÓDIGO: MBP-001-4/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo IV: Controle Integrado de Pragas e Vetores DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 3/4 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde e utensílios. Quando aplicável, os equipamentos e os utensílios, antes de serem reutilizados, devem ser higienizados para a remoção dos resíduos de produtos desinfestantes.1 Devem ser realizadas as medidas preventivas e corretivas destinadas a impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou a proliferação de vetores e pragas urbanas, conforme o Procedimento Operacional Padrão (POP-006) de controle integrado de vetores e pragas urbanas. 1 As medidas preventivas adotadas contra as pragas e vetores devem ser contínuas em todas as áreas do casario e nas áreas externas destinadas ao descarte de resíduos, incluindo a área do triturador de alimentos. O cliente deve ser formalmente comunicado nos casos em que seja necessária a sua atuação. A empresa especializada contratada para realização de controle químico de vetores e pragas urbanas deverá fornecer comprovante de execução de serviço contendo as informações estabelecidas em legislação sanitária específica. 1 O certificado de execução do controle químico deve ser arquivado na unidade marítima e deve ser controlada a sua data de validade. A execução do serviço pela empresa contratada para controle químico deve ser acompanhada por Nutricionista responsável ou por colaborador designado por este. Deve ser realizada uma avaliação deste serviço e registrada em formulário próprio (FORM-414 – Avaliação do Nível de Serviço em Dedetização/DesratizaçãoOffshore). 5. Documentos Relacionados RESOLUÇÃO-RDC N° 216, DE 15 DE SETEMBRO DE 2004 Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 POP-006 – Controle de Pragas e Vetores PO-018 – Controle de Pragas e Vetores 6. Registros Relacionados FORM-414 – Avaliação do Nível de Serviço em Dedetização/Desratização Offshore 7. Histórico de emissão/revisões Data Rev. Autor Cargo Descrição 01/05/2018 00 Monique Silva Nunes da Costa Coordenadora de SGI/Qualidade Emissão Inicial do documento MANUAL CÓDIGO: MBP-001-4/18 REVISÃO: 00 BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO OFFSHORE Capítulo IV: Controle Integrado de Pragas e Vetores DATA : 01/05/2018 PÁGINA: 4/4 1 Texto baseado na RDC N° 216, de 15 de Setembro de 2004 - Anvisa 2 Texto escrito utilizando como referência a Portaria CVS 5, de 09 de abril de 2013 do estado de São Paulo. Esta portaria é frequentemente adotada como referência por oferecer informações que complementam a RDC N° 216. 3 Texto baseado na RDC N° 72, de 29 de Dezembro de 2009 - Anvisa 4 Texto baseado no Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas por Alimentos – Ministério da Saúde 8. Aprovação Nome Cargo Assinatura Data Luciano Fidelis de Almeida Diretor Operacional Comercial Marlúcio de Souza da Silva Diretor Administrativo Financeiro Katiane Carvalho de Freitas Siqueira Gerente Operacional Vinicius de Campos Castro Gerente Operacional