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LEUCÓCITOS
INTERPRETAÇÃO 
LABORATORIAL 
DO LEUCOGRAMA 
Introdução a Hematologia Clínica 
Hemograma
Eritrograma
PlaquetogramaLeucograma
Eritrograma
Avalia especificamente a série 
vermelha, através dos seguintes 
parâmetros: número de glóbulos 
vermelhos, dosagens de 
hemoglobina e hematócrito e índices 
hematimétricos.
Permite o diagnóstico e o 
acompanhamento das anemias e 
poliglobulia. 
Leucograma: 
Inclui a avaliação dos glóbulos 
brancos. Compreende as contagens 
global e diferencial dos leucócitos, 
além da avaliação morfológica do 
esfregaço sanguíneo ao 
microscópio.
Indicado no diagnóstico e 
acompanhamento dos processos 
infecciosos, inflamatórios, alérgicos, 
tóxicos e neoplásicos 
Plaquetograma:
Averiguar as variantes 
quantitativas das 
plaquetas embora se 
possa fazer observações 
inerentes ao tamanho e 
forma plaquetarias.
Indicado na avalição da 
hemostasia e nas funções de 
proteção vascular, dessa forma 
também fazem parte do 
coagulograma. 
CONTAGEM
DIFERENCIAL 
DOS 
LEUCOCITOS 
LEUCOMETRIA 
OU 
CONTAGEM 
GLOBAL DE 
LEUCOCITOS 
(WBC) 
HEMATOSCOPIA 
/ ANALISE 
MORFOLOGICA DOS 
LEUCÓCITOS 
Interpretação do Leucograma
O estudo da série branca do hemograma 
é composto da análise conjunta: 
Prof. Fábio Pacheco
Conceitos e Aspectos Gerais do Leucograma
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
Tem por finalidade obter a quantidade de glóbulos brancos por mm 
cúbico, no sangue para evidenciar ou não, a presença de infecção ou 
inflamação. Também utilizado para acompanhar a evolução do 
tratamento das doenças infecciosas ou inflamatória e no controle de 
quimioterapia. Fatores como stress, exercício e digestão podem alterar 
os resultados.
CONTAGEM GLOBAL DOS LEUCÓCITOS
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
LEUCOCITOSE
É o aumento no número de glóbulos brancos, por volume de 
sangue circulante. É causada na maiorias das vezes, por infecções 
ou por descontrole em divisões celulares 
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
LEUCOPENIA 
É o redução no número de glóbulos brancos, por volume de 
sangue circulante. Podem estar associada a quimioterapia, 
radioterapia, leucemias quando as células malignas 
sobrecarregam a MO, mielofibrose e anemia aplastica. Muitos 
medicamentos comuns podem causar leucopenia. Outras causas 
incluem gripe, tifo, malária, AIDS, turbeculose, dengue e LUS.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
Trata-se de uma parte do Leucograma que envolve a contagem 
de 100 ou 200 leucócitos em esfregaço de sangue corado. Esta 
preparação deve se examinadas no microscópio com objetiva 
de imersão (100x), sendo registradas as especificações 
relacionadas a cada categoria dos leucócitos. Os resultados são 
expresso em porcentagem para valores relativos e milímetro 
cúbicos (mm3) em valores absolutos. 
CONTAGEM DIFERENCIAL DOS LEUCÓCITOS
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
CONTAGEM DIFERENCIAL DOS 
LEUCÓCITOS
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
Fórmula VA = WBC x VR
100 
VA= valores absoluto VR= valores relativo
WBC= número total de leucócitos.
Exemplo: Leucócitos = 7200/mL e Neutrófilos = 66 % 
VA= 66 x 7200 / 100 = 4.752/mL
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
NEUTROFILIO SEGMENTADOS
Células fagocitárias que atuam 
no combate de infecções 
contra bactérias e fungos.
Entre os leucócitos, são os mais 
numerosos e os primeiros na 
linha de defesa contra o ataque 
destas bactérias patogênicas.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
Professor Fábio Pacheco
Professor Fábio Pacheco
CINÉITICA DOS NEUTROFILIOS
CIRCULAÇÃO / MIGRAÇÃO /FAGOCITOSE
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
Ag + Ac
Fatores quimiotáticos
Atração do neutrófilo para o local da infecção/inflamação
Fagocitose
Aumento da atividade metabólica e produção de energia
Liberação dos grânulos específicos e azurófilos
Atividade bactericida mediada por H2O2, peroxidase, entre outras
Morte do microorganismo
Liberação de enzimas proteolíticas
Lesão do tecido subjacente
Inflamação
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
NEUTROFILIO BASTONADO
Pequena porcentagem de 
neutrófilos um pouco mais jovens 
no sangue periférico, cujo núcleo 
ainda não amadureceu por 
definitivo. Também denominados 
de bastões, são células 
desprovidas de lóbulos nucleares. 
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
METAMIELÓCITO
BASTÃO
SEGMENTADO
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
NEUTROFÍLIAS – definida como a contagem absoluta de 
neutrófilos bastonetes somados aos segmentados, superior ao valor 
de referência no adulto para idade e estado fisiológico ( 1800 –7500/ 
mL).
• Infecções bacterianas (especialmente bactérias piogênicas, 
localizadas ou generalizadas);
• Inflamação ou necrose tissular, por exemplo: miosite, vasculite, 
infarto ou miocárdio, traumatismo;
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
• Doenças metabólicas, por exemplo: uremia, eclampsia, acidose, 
gota;
• Neoplasias de todos os tipos, por exemplo: carcinoma, linfoma, 
melanoma;
• Hemorragia ou hemólise agudas;
• Tratamento com corticosteróides (inibe marginação);
• Doença mieloproliferativa, por exemplo: leucemia mielóide 
crônica, policitemia Vera, mielosclerose;
• Tratamento com fator mielóide de crescimento, por exemplo: G-
CSF, GM-CSF. 
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
Desvio à esquerda é definido pelo número de neutrófilos
imaturo bastonetes maiores que 6% do número total de
neutrófilos. Indica situações reativas que estimulam a medula
óssea para descarregar os leucócitos do compartimento de
maturação e reserva. Desvio à esquerda com eosinopenia,
linfopenia e monocitose representam reações de alarme, que
somadas às alterações toxicodegenerativas dos neutrófilos,
granulações tóxicas, microvacúolos, corpos de Döhle, constituem
quadro clássico hematológico das infecções bacterianas agudas
com sepse.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
Desvio à esquerda
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
Reações leucemóides é uma leucocitose benigna porém
excessiva, caracterizada pela presença de células imaturas
(blastos, promielócitos e mielócitos) no sangue periférico. A
maiorias destas reações é encontrada em associações com
infecções graves ou crônicas e algumas vezes também
constituem uma característica de câncer disseminado
metastático ou de hemólise.
REAÇÃO LEUCEMOIDES  NAP ≠ LMC  NAP
NAP = Fosfatase Alcalina Neutrofilica
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
NEUTROPENIAS – é definida como o número absoluto de
neutrófilos menor que os valores de referência pra idade e
estado fisiológico. Para crianças de um mês a 10 anos, o limite é
menos de 1500/mL para o adulto de ambos os sexos é inferior a
1800/mL e para adultos da raça negra abaixo de 1200/mL.
A neutropenia é considerada leve (1000 – 1500), moderada (500
– 1000)e grave ( menor que 500). Risco de infecção bacteriana
ou por fungos é maximizado nas neutropenias graves.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
ANORMALIDADES MORFOLÓGICAS DOS NEUTRÓFILOS # 1 
Desvio á direta no sangue periférico normal, a maiorias dos
neutrófilos tem de um a cinco lóbulos. Os neutrófilos com seis
lóbulos são raros. Diz que o desvio a direta quando há uma
percentagem elevada de neutrófiloscom cinco ou seis lóbulos. É
visto na anemia megaloblástica, ocasionalmente na deficiência de
ferro, infecção ou uremia.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
ANORMALIDADES MORFOLÓGICAS DOS NEUTRÓFILOS # 2 
Anormalia de Pelger-huet
A maioria dos neutrófilos 
apresenta núcleos 
bastonados ou 
bilobulados, estes com 
lóbulos mais arredondados 
que o normal e cromatina 
mais condensada, é 
característica uma forma 
de óculos. Outros núcleos 
têm forma de halteres ou 
amendoins. 
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
ANORMALIDADES MORFOLÓGICAS DOS NEUTRÓFILOS # 3 
Síndrome de Chediak-Higashi
É uma anomalia grave 
associada a presença de 
grânulos gigantes nos 
neutrófilos. É uma condição 
com herança autossômica 
recessiva em que as crianças 
afetadas normalmente 
apresentam neutropenia e 
trombocitopenia, e sofrem de 
infecções recorrentes grave 
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
BASÓFILOS
A Histamina dos basófilos atua 
como mediadora de reações 
de hipersensibilidade imediata 
em anafilaxia, asma e urticária
Responsável pela produção e 
liberação de histamina e 
resposta a processos alérgicos.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
EOSINÓFILOS
Participam no combate a infecções 
parasitarias por metazoários 
helmínticos e produção de uma 
serie de citosinas.
Importantes na mediação de 
processos inflamatórios associados 
a alergias e neoplásicos.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
VARIAÇÕES DOS EOSINÓFILOS
A atividade da peroxidase na célula é capaz de destruir numerosos tipos de
bactérias, fungos, helmintos e vírus. O principal componente dos grânulos
dos eosinófilos é a proteína básica Major (MBP = major basic protein) capaz
de destruir lava de parasitos. A neurotoxina (EDN = eosinophil derived
neurotoxin) é uma proteína com atividade extremamente potente contra
fibras nervos mielinizadas.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
MONÓCITOS
Remoção de células mortas, 
senescentes, alteradas, partículas 
estranhas, regulação da função de 
outras células, processamento e 
apresentação de antígenos nas 
reações imunológicas, participação 
em reações inflamatórias e 
destruição tanto de microrganismos 
como de células tumorais.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
A monocitose pode estar presente em certas infecções
bacterianas (acompanhadas de neutrofília e linfopenia),
inflamações crônicas, doenças imunes (lupus eritematoso e
artrite reumatóide), tuberculose, endocardite bacteriana, sífilis,
brucelose, estados neutropênicos (agranulocitose), listeriose,
recuperação de infecções agudas, malária, febre tifóide,
síndromes mielodisplásicas, doenças mieloproliferativas,
carcinoma de ovário, estômago e mama. Na endocardite
bacteriana, sífilis e brucelose ocorre monocitose sem
leucocitose.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
Professor Fábio Pacheco
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
LINFÓCITOS T TÍPICOS
São as únicas células do corpo 
capazes de reconhecer e distinguir 
especificamente diferentes 
determinantes antígenos e, 
portanto, são responsáveis pelas 
duas características que definem a 
resposta imune adquirida, ou seja, 
especificidade e memória.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
LINFÓCITOS T ATÍPICOS OU REATIVOS
Os linfócitos T, que são os 
mediadores da imunidade 
celular, são também bem 
divididos em células T 
auxiliares e células T 
citotóxicos (ou citolíticos). 
Não produzem moléculas de 
Anticorpo.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
LINFÓCITOS B OU PLASMÓCITOS
Células responsáveis pela 
imunidade humoral porque 
sintetizam imunoglobulinas 
(anticorpos) que se 
encontram solúveis no 
plasma.
INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL DO LEUCOGRAMA 
LEUCÓCITOS
Linfócitos NK – Natural Killer
Células matadoras 
naturais, esta envolvida na 
imunidade inata contra 
vírus, células tumorais e 
outros micróbios 
intracelulares. Função é
exercida na imunidade 
Inata.
PROCESSO INFECCIOSO
LEUCÓCITOS
PROCESSO INFECCIOSO
LEUCÓCITOS
PROCESSO INFECCIOSO
LEUCÓCITOS
Fábio Pacheco / Farmacêutico - Bioquímico
Fábio Pacheco / Farmacêutico - Bioquímico
Anatomia e Funções dos Tecidos Linfóides
FIM 
Revisão Imunologia Básica II

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