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Universidade de Passo Fundo
Faculdade de Medicina
Curso de Fonoaudiologia
Profª Marilea Fontana
Acadêmica Solange Giaretta
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Solange Giaretta
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LARINGE
VOZ
 Meio fundamental de comunicação entre os homens
 Emissão sonora que permite a fala, exprime emoções, sentimentos e personalidade
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 Até a puberdade a laringe é bastante semelhante em ambos os sexos; e apenas baseando-se na voz em emissão sustentada, é difícil realizar a discriminação do sexo do falante. Nesse período ocorre um crescimento evidente na laringe, acompanhando o crescimento corporal mais acentuado nos rapazes. Esse crescimento associado à ação dos novos níveis hormonais transforma a laringe infantil em laringe adulta, com um conseqüente impacto vocal, a chamada mutação vocal fisiológica ou, simplesmente, muda vocal. 
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A muda vocal é apenas um aspecto das alterações globais que ocorrem no período da adolescência, mais particularmente dos 9 aos 15 anos de idade. Várias são as transformações decorrentes dessa fase. Particularmente, quanto ao aparelho fonador, ocorre um crescimento constante da laringe, das cavidades de ressonância, da traquéia e dos pulmões. A muda representa portanto, um período de desequilíbrios, onde o pescoço se alonga, a laringe desce, o tórax se alarga e a capacidade vital aumenta.
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dando condições para a 
produção dos sons e fonemas
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 Aumento do diâmetro ântero-posterior;
		Posicionamento cervical da laringe 		mais inferior em relação a coluna;
			Aumento do comprimento, largura 		e espessura das pregas vocais.
PRINCIPAIS MUDANÇAS LARÍNGEAS
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!
Essa modificação na laringe que altera a voz é conhecida como Muda Vocal 
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A muda vocal nas mulheres ocorre ao redor de 12-14 anos de idade. O alongamento das pregas vocais dificilmente passa de 4 mm. Funcionalmente é necessária uma adaptação às novas condições anatômicas, o que se traduz num abaixamento médio da freqüência fundamental em dois a quatro semitons. Essa adaptação funcional leva um período de alguns meses a um ano. A voz torna-se levemente rouca e instável, com várias flutuações, mas tendendo aos sons graves. Problemas na muda vocal são muito raros no sexo feminino, mas existem em grau discreto, o que pode se expressar numa voz infantilizada e numa laringe fixa, em posição elevada no pescoço, na fase adulta.
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A voz adulta é aquela que se apresenta após o término da muda vocal nos rapazes, ou seja, após os 18 anos. Para falantes do português brasileiro, a freqüência fundamental média para mulheres adultas (média de 18 a 45 anos) é de 204 Hz. Constata-se uma diminuição nesse valor a partir dos 50 anos de idade, quando na menopausa, que pode ser considerada a muda vocal feminina. Assim, mulheres de 18 a 29 anos apresentam uma freqüência fundamental de 231 Hz, que cai a 191 Hz na faixa etária de 80 a 89 anos.
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No envelhecimento, ocorrem diversas mudanças na estrutura e função das partes do corpo. Sendo assim, também ocorrem mudanças na musculatura da laringe. Essas mudanças foram atribuídas às alterações estruturais: irregularidades na vibração das pregas vocais, incompetência glotal, atrofia da prega vocal, e tensão laríngea. Durante a velhice as vozes dos indivíduos são parecidas independentes do sexo do falante. 
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 Boa produção vocal depende:
 desenvolvimento da percepção auditiva
 liberação de bloqueios no corpo
 aguçada percepção corporal
 capacidade de comandar o ar 
 possibilidade de relaxamento na laringe 
Rouquidão
Diplofonia
Voz áspera e soprosa 
Problemas na Muda Vocal 
alterações hormonais
causas orgânicas, como alterações congênitas ou neurológicas 
fator emocional 
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 Fenda em ampulheta
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A fenda glótica também é denominada como insuficiência glótica ou fechamento glótico imperfeito, pois durante a fonação as pregas vocais apresentam um fechamento imcompleto durante alguma parte da prega ou em toda a sua extenção. Segundo Pinho, a fenda glótica é determinada por desequilíbrios na musculatura laríngea. Dentro das fendas glóticas podemos encontrar as fendas em ampulheta, que serão citadas a seguir.
Fendas Glóticas
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Fenda em ampulheta
	As Fendas em Ampulheta são triangulares médio posteriores e apresentam lesão da mucosa (edema que produz o aparecimento de abertura anterior). Essa lesão na mucosa, predominantemente é um edema uni ou bilateral, que produz aparecimento da abertura anterior, muitas vezes refletem também um aspecto de contração excessiva da laringe, o que contribui para aproximação da parte central das pregas vocais. Essas fendas desaparecem rapidamente quando o paciente é submetido a Fonoterapia e ocorre reabsorção da lesão de massa. 
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	A voz apresenta uma qualidade vocal rouco/soprosa e nem sempre o grau de comprometimento vocal está diretamente associado ao tamanho do edema ou da fenda glótica. As fendas em ampulhetas apresentam duas regiões de abertura glótica, onde ocorre uma aproximação da abertura dos processos vocais das cartilagens aritenóides nas ampulhetas, é freqüente nos casos de alterações das estruturas mínimas (AEM) com lesão de massa secundária.
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Abaixo vemos exemplos de fenda em ampulheta com nódulos de tamanho variado.  Os nódulos são causa mais comum de rouquidão. No início esta rouquidão, relacionada ao  uso intenso da voz, ocorre apenas no final do dia e costuma desaparecer após repouso vocal. Com o tempo os nódulos vão ficando cada vez maiores e a rouquidão fica constante.
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 Fenda em duplo fuso
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A fenda duplo fuso consiste em uma compensação extrínseca da dificuldade de fechamento glótico. A musculatura da região cervical apresenta-se tensa, comprimindo a cartilagem tireóide e, provavelmente, auxiliando na adução da parte central das pregas vocais.
Fenda em duplo fuso
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Presença de fuso na região anterior e triângulo na região posterior, apresentando apenas duas regiões de coaptação.
Podem ser fendas  médio-posteriores com presença de lesão de massa (nódulos).
Ocorreria, então, pela disposição e acomodação da mucosa durante a fonação.
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Com a reabsorção da lesão de massa pode desaparecer automaticamente.
Região anterior é a primeira a ser fechada. 
QV rouco-soprosa.
Fadiga vocal.
Diminuição da intensidade.
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TRATAMENTO: 
Eliminação da lesão.
Higiene Vocal.
Suavização da emissão
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REFERÊNCIAS
 COIMBRA, Cal. A mudança da voz na puberdade (parte II). Disponível em: <http:// www.jfservice.com.br/viver/arquivo/vida_saudavel/2003/09/15-Cal/>. Acesso em: 15 de maio de 2010.
 Pontes PAL, Gadelha MEC, Gonçalves MIR. Alterações estruturais mínimas da laringe. - In Pinho SMR - Fundamentos em Fonoaudiologia -Koogan; 1998. p. 65-71.     Site: revista@sborl.org.br. 
 PINHO, Sílvia M. Rebelo; TSUJI, Domingos Hiroshi; BOHADANA, Saramira C.. Fundamentos em laringologia e voz. Rio de Janeiro: Revinter, 2006. 192 p.
 Site da revista brasileira de otorrinolaringologia, de novembro de 2001. Site: http//www.sborl.org.br – acesso em 16 de maio de 2010.
 PONTES Paulo, BEHLAU Mara. O desenvolvimento ontogenético da voz. - Avaliação e tratamento das disfonias - Lovise; 1995. p. 46-49.

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