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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE EDUCAÇÃO 
FUNDAÇÃO CECIERJ CONSÓRCIO CEDERJ UAB 
 
Curso de Licenciatura em Pedagogia – modalidade EAD 
AVALIAÇÃO A DISTÂNCIA (AD1) – 2018/1 
Disciplina: Alfabetização 1 
Coordenador (a): Luiz Antonio Gomes Senna 
 
 
FICHAMENTO DE ARTIGO ACADÊMICO 
 
 
 O roteiro a seguir tem por finalidade orientá-lo(a) na elaboração de seu fichamento e está dividido em quatro partes 
complementares. Seu trabalho deve ater-se exclusivamente ao conteúdo do texto lido, sem comentários pessoais ou 
comparações com outros textos. Entretanto, é recomendável mesclar trechos transcritos do texto com trechos escritos por 
você mesmo(a). Não se esqueça: sempre que transcrever um trecho do texto, utilize aspas e informe a(s) página(s) onde se 
encontra. 
 Ao final, salve o arquivo com seu nome e o entregue a seu tutor presencial até a data limite, conforme constante no 
calendário da disciplina. Salvo instrução em contrário, você poderá efetuar a entrega desta AD pela plataforma on-line da 
disciplina. 
 
 
1. Autor e título do artigo em forma de citação bibliográfica: 
 
WEISZ, Telma. Alfabetização no contexto das políticas públicas. 
 
2. Objetivo geral do artigo (um único objetivo que sintetize a finalidade do texto como um todo): 
 
Esclarecer o índice de reprovação no ensino fundamental. 
 
3. Principais seções ou blocos de informação que constituem o texto: 
 
 “No Brasil, recém se descobriu que a repetência reiterada gera um fantástico desperdício de dinheiro público” 
(p 224). 
 “Considerando que nenhum país do mundo mesmo aqueles mais pobres que o Brasil, tem índices de fracasso 
escolar no 1ª ano de escolaridade como os nossos, as questões que se colocam são:” (p 224). 
 “Como foi possível aceitar esses índices passivamente por quase cinquenta anos? / Que explicações se 
constituíram para o fenômeno? / O que se fez – do ponto de vistas das políticas públicas – para mudar essa situação?” 
(p 224). 
 
4. Ideias principais de cada seção ou bloco de informação: 
 
 “A LBD anterior, de 1971, quando eliminou a separação entre primário e ginásio, acabando com o exame de 
admissão e tornando obrigatório o ensino até a 8ª série, produziu um política de garantia de acesso. Mas não de sucesso, 
ela garantiu a todas as crianças a entrada na escola, mas não a progressão” (p 224). 
 “O mecanismo pelo qual era possível dar acesso sem garantir o sucesso era a crença na reprovação como único 
dispositivo capaz de garantir a qualidade da educação” (p 224). 
 “A escola era obrigatória mas isso não significava que era para todos: apenas para os mais capazes. Que por 
acaso são os mais ricos. Ou melhor, os menos pobres.” (p 225). 
 “O fracasso escolar é fonte de preocupação em muitos e diferentes países. Nos anos 1960 essa preocupação se 
acentuou e muito dinheiro foi investido em pesquisas para tentar compreender o que havia de errado com as crianças 
que não aprendiam.” (p 225). 
 “Em resumo: a culpa seria da família que não estimula, não alimenta e não cuida adequadamente dos filhos, e 
nunca da escola”. (p 225). 
Aluno: Juliana Rodrigues de Oliveira 
Matrícula: 18212080405 Polo: Paracambi 
Tutor: Susana Almeida 
 “Políticas públicas voltadas para o fracasso escolar e mais especificamente para o fracasso de 50% dos alunos 
na alfabetização inicial estão agora dando os primeiros passos.” (p 226). 
 “Finalmente se começa a compreender o papel econômico da educação no desenvolvimento do país e, com isso, 
ela começou a ser levada a sério. Também a crescente preocupação com as questões de cidadania, da participação social 
e a compreensão, pela elite, que a exclusão de grandes contingentes da população volta-se contra essas próprias elites 
de duas formas: em primeiro lugar, porque só um grande mercado consumidor permite a economia sem a qual as 
empresas não são competitivas e, em segundo lugar, o medo”. (p 226). 
 “Essas preocupações permitiram que se rompesse o imobilismo e se conseguisse, finalmente, aprovar no 
Congresso uma nova Lei de Diretrizes e Bases. Nesta nova LDB, buscou-se garantir não só o acesso universal à escola 
mas também favoreceu a progressão dentro dela. O esforço de desmontar a armadilha excludente da repetência aparece 
na LDB como possibilidade”. (p 226). 
 “O que encontramos aponta para a enorme dificuldade que têm os professores de verificar o que os alunos já 
sabem e o que eles não sabem. Se considerarmos os alunos que produzem escritas silábico-alfabéticas e alfabéticas na 
1ª série, no início do ano – 414 anos, 33% dos alunos da 1ª série – e que poderiam perfeitamente acompanhar uma 2ª 
série pois podem ler e escrever, ainda que com precariedade, verificamos que esses alunos foram retidos porque os 
professores não tiveram condições de avaliar adequadamente e acabaram utilizando indicadores como “letra bonita” ou 
“caderno bem feito” para decidir o destino escolar de seus alunos”. (p 227). 
 “É de situações como essa que estamos partindo ao buscar saídas para a cultura da repetência, com a ambição 
de criar uma educação menos exclusora”. (p 227). 
 “Começou-se então a produzir um programa específico de formação de professores alfabetizadores, com 
duração de um ano, que ficou conhecido como PROFA. Espera-se que este Programa – que está, neste momento, sendo 
desenvolvido em 1.188 municípios de 22 estados, atingindo 75.436 professores – ajude a desmontar a armadilha que 
tem tornado a escola pública brasileira uma fábrica de analfabetos”. (p 227).

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