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Diabetes Mellitus E Hipertensão Equipe: Disciplina: Saúde Coletiva II Leo Batista; Luana Renê; Renata Kristine; Thalles Farias; Pedro Victor. Fernanda Lima Diabetes Mellitus O que é Diabetes? A diabetes mellitus é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade desta exercer adequadamente os seus efeitos, o que ocasiona um aumento da glicose (açúcar) no sangue. Quais os tipos de Diabetes? Causas da Diabetes ESTRESSE OBESIDADE INFECÇÕES VIRAIS MEDICAMENTOS HISTORICO FAMILIAR SEDENTARISMO Sinais e Sintomas da Diabetes E qual o diagnóstico? Curva glicêmica Glicemia de jejum Hemoglobina glicada (HbA1c) Tratamento Quais os tipos de insulina? Ultra- Rápidas Inicio 10-15 minutos Duração 04 horas Rápidas 30 minutos 05-06 horas Lenta (NPH) 1-2 horas 14-20 horas Grupos e fatores de risco Etnia Faixa etária Gravidez Histórico familiar Pessoas obesas Sedentarismo Pré-diabetes não tratada Complicações Arteriosclerose Retinopatia diabética Nefropatia diabética Neuropatia diabética Pé diabético Infarto do miocárdio e AVC Infecções Hipertensão Como prevenir? Assistência de enfermagem ao paciente diabético • Orientar e educar a população saudável a manter hábitos de vida que diminuam o risco de adquirir o Diabetes Tipo II, como por exemplo, manutenção de uma dieta adequada, realização de exercícios físicos, parar de fumar, realização de exames periódicos; • Orientar o paciente portador do Diabetes de qualquer tipo a manter os hábitos de vida saudáveis citados no item anterior como forma de diminuir a ocorrência de complicações advindas de um tratamento diabético ineficaz; • Monitorar o paciente e educar quanto ao tratamento farmacológico prescrito pelo médico. Identificar primeiramente a clareza do paciente para realizar o tratamento domiciliar, usar mecanismos para que o paciente não esqueça os horários das medicações e explicar a ele sobre reações e atitudes frente ao uso de hipoglicemiantes; • Instruir o paciente para que seja menos exposto possível a situações de estresse; • Auxiliar o paciente a manter níveis adequados de glicemia como forma de proporcionar uma melhor qualidade de vida; • Educar e monitorar o paciente em uso de insulinoterapia, demonstrar a aplicação da insulina, fornecer esquema de rodízio ao paciente, instruir sobre como se faz a aspiração das unidades de insulina e mesmo as complicações que podem ocorrer nos locais onde se aplica insulina, bem como o armazenamento, conservação e transporte. Fornecer informações sobre o uso dos instrumentos existentes para uso da insulina; • Orientar o paciente a realizar a automonitorização e ensiná-lo a manusear o material e equipamento utilizado para tal, nos casos em que o paciente não tem condições de realizar em casa e necessita, deve ser orientado a comparecer ao posto de saúde; • Monitorar a participação dos pacientes nas consultas médicas conforme a preconização do médico de retorno ao consultório, realização de exames e participação nos grupos de diabéticos; • Interagir com a família do diabético para que a mesma compreenda certas manifestações do paciente e a correlação com a doença, tornando-se a família incentivadora do tratamento; • Questionar sempre ao paciente sobre questões que podem envolver sinais de complicações da doença; • Promover ao máximo o autocuidado eficiente; • Incentivar o paciente a manter uma boa higiene bucal e relatar quaisquer casos de hemorragias, edemas ou dores na gengiva; • Manter uma boa higiene e cuidados com a pele, orientar o paciente para que realize em casa e nos casos de pacientes hospitalizados realizar os cuidados; Hipertensão O que é hipertensão arterial? A hipertensão arterial, também conhecida popularmente como pressão alta, é considerada como uma doença silenciosa por, muitas vezes, não manifestar os sintomas e atrasar, assim, o diagnóstico por parte do médico. A doença se dá quando a pressão arterial do paciente, maior de 18 anos, é superior a 140 x 90 mmHg (milímetro por mercúrio) – ou 14 por 9. Classificação A hipertensão possui uma classificação que varia de acordo com a sua gravidade, conforme a tabela abaixo Causas Sinais e Sintomas da hipertensão Riscos Insuficiência cardíaca; Infarto do miocárdio; Arritmias cardíacas; Morte súbita; Aneurismas; Perda da visão; Insuficiência renal crônica; AVC isquêmico e hemorrágico; Demência por micro infartos cerebrais; Arteriosclerose. Diagnóstico Urinálise; Hematócrito; Ureia e/ou Creatinina; Potássio; Glicose em jejum; Cálcio; TSH e T4; Lipidograma. Prevenção e Tratamento Medicamentos usados para o tratamento da hipertensão Medicamentos usados para o tratamento da hipertensão Medicamentos usados para o tratamento da hipertensão 28 Cuidados de enfermagem ao paciente hipertenso • Monitorização da Pressão Arterial: a monitorização da pressão arterial é dirigida aos pacientes já hipertensos e à população saudável. • Monitorização dos Sinais e Sintomas: a enfermagem deve investigar sinais e/ou sintomas que possam indicar lesão de outros órgãos, desta forma é sempre importante manter um diálogo com o paciente e questionar sobre: sangramentos nasais, dor anginosa, falta de ar, alterações na visão, vertigens, dores de cabeça ou nictúria; • Monitorização dos Pulsos: indica-se que sempre ao monitorizar a pressão arterial do paciente também seja incluída a verificação dos pulsos apical e periférico (frequência, ritmo e características) para com isso detectar possíveis efeitos da hipertensão sobre o coração e vasos periféricos;