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CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO
JUIZ DE FORA
Nível de serviço e a Estratégia 
Logística 
UNIDADE 2
Prof. Adm.: Ary Ferreira dos Santos Junior, Me.
CRA 34.866
ary.santos.adm@hotmail.com
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS
GST0045
UNIDADE 2/5 Profº. Ary Ferreira dos Santos Jr. 
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2
PLANO DE ENSINO
Atenção para o 
PLANO DE ENSINO
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333
PLANO DE ENSINO
• Unidade 1 – Logística Empresarial e Competitividade
• Unidade 2 – Nível de Serviço e Estratégia Logística
• Unidade 3 – Tecnologia de Informação e Cadeia de
Suprimentos
• Unidade 4 – Armazenagem e Distribuição Física
• Unidade 5 – Operações de Transporte
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4
PLANO DE ENSINO
Unidade 2 – Nível de serviço e a estratégia logística
2.1 – Medindo o desempenho logístico
2.2 – Métodos de previsão de demanda
2.3 – Estratégia logística e política de produção
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5
FATORES CHAVE 
DA CADEIA DE 
SUPRIMENTOS
UNIDADE 2/5 Profº. Ary Ferreira dos Santos Jr. 
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2.1 Fatores chave da cadeia de suprimentos 
• FATORES-CHAVE LOGÍSTICOS: Instalação, estoque,
transporte
• FATORES-CHAVE INTERFUNCIONAIS: Informação,
contratação e preços
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7
2.1 Fatores chave da cadeia de suprimentos 
FATORES-CHAVE LOGÍSTICOS:
• INSTALAÇÃO: São locais físicos reais na rede da cadeia de
suprimentos onde o produto é armazenado, montado ou
fabricado.
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2.1 Fatores chave da cadeia de suprimentos 
FATORES-CHAVE LOGÍSTICOS:
• ESTOQUE: Abrange todas as matérias-primas, o trabalho
em processo e os produtos acabados dentro de uma cadeia
de suprimentos.
• Mudar política de estoques pode alterar dramaticamente a
eficiência e a responsividade da cadeia de suprimentos.
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9
2.1 Fatores chave da cadeia de suprimentos 
FATORES-CHAVE LOGÍSTICOS:
• TRANSPORTE: Envolve movimentação de estoque de um
ponto para outro na cadeia de suprimentos.
• O transporte pode tomar a forma de muitas combinações de
modais e de rotas, cada uma com suas próprias
características de desempenho.
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10
2.1 Fatores chave da cadeia de suprimentos 
FATORES-CHAVE INTERFUNCIONAIS:
• INFORMAÇÃO: Consiste em dados e análise referentes a
instalações, estoque, transporte, custos, preços, clientes por
toda cadeia de suprimentos.
• A informação é potencialmente o maior fator-chave de
desempenho na cadeia, pois afeta diretamente cada um dos
outros fatores.
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11
2.1 Fatores chave da cadeia de suprimentos 
FATORES-CHAVE INTERFUNCIONAIS:
• CONTRATAÇÃO (sourcing): É a escolha de que realizará
determinada atividade da cadeia de suprimentos, como
produção, armazenamento, transporte ou a gestão da
informação.
• Em nível estratégico, essas decisões determinam que
funções uma firma realiza e que funções a firma terceiriza.
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12
2.1 Fatores chave da cadeia de suprimentos 
FATORES-CHAVE INTERFUNCIONAIS:
• PREÇO (princing): Determina o quanto uma firma cobrará
por bens e serviços que ela torna disponíveis na Cadeia de
Suprimentos.
• Preços afetam o comportamento do comprador do bem ou
serviço, afetando assim, o desempenho da Cadeia de
Suprimentos.
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2.1 Fatores chave da cadeia de suprimentos 
� A Gestão da cadeia de Suprimentos inclui o uso de Logística
e fatores-chave interfuncionais para aumentar o excedente
dessa cadeia.
� Os fatores-chave interfuncionais tornam-se cada vez mais
importantes para elevar o excedente dessa cadeia.
� Embora a Logística permaneça uma parte importante, a
Gestão de Cadeia de Suprimentos está se tornado cada
vez mais focada nos três fatores-chave interfuncionais.
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14
2.1 Fatores chave da cadeia de suprimentos 
• RESPONSIVIDADE - Denominamos de responsividade, o
resultado de uma política da empresa capaz de satisfazer
os anseios dos clientes de forma precisa, rápida e sem
alterações do nível de qualidade dos bens e dos serviços.
• RESPONSIVIDADE DE VOLUME – Habilidade do sistema
de gestão industrial de mudar rapidamente o volume de
produção, em resposta às mudanças da demanda de
mercado.
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15
ORGANIZAÇÃO 
DOS FATORES 
CHAVE
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2.2 Organização dos fatores chave 
Pode-se dizer que a cadeia de suprimentos pode ser
considerada uma ferramenta que faz o elo entre:
• o mercado, a rede de distribuição,
• o processo de produção e a atividade de compra de um bem
ou serviço
• para que o consumidor final tenha um alto nível de serviço
por um custo menor, simplificando negócios e ganhando
eficiência
(BALLOU et al., 2000 apud COSTA; RODRIGUES; LADEIRA, 2005). 
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17
ESTOQUES, 
TRANSPORTES, 
INSTALAÇÕES E 
INFORMAÇÕES
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2.3 Estoques, transportes, instalações e 
informações 
ESTOQUE
• É a matéria-prima, os produtos em processamento e os
produtos acabados dentro de uma cadeia de suprimentos
(CHOPRA; MEINDL, 2003).
• Estoques, também podem ser entendidos como
acumulações de matérias-primas, suprimentos,
componentes, materiais em processo e produtos acabados
que surgem em numerosos pontos do canal de produção e
logística das empresas (BALLOU, 2004).
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19
2.3 Estoques, transportes, instalações e 
informações 
ESTOQUE
• A existência de estoque busca equacionar as diferenças
entre oferta e demanda, com o objetivo de garantir aos
clientes a disponibilidade do produto em momentos de maior
demanda.
• Ao mesmo tempo, proporciona flexibilidade à produção e
logística.
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20
2.3 Estoques, transportes, instalações e 
informações 
ESTOQUE
• Para Fleury; Wanke e Figueiredo (2000) definir uma política
de estoques depende de:
• 1) quanto pedir;
• 2) quando pedir;
• 3) quanto manter em estoques de segurança e
• 4) onde localizar
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21
2.3 Estoques, transportes, instalações e 
informações 
ESTOQUE
• E que para responder a essas quatro questões é preciso
refletir,
• levando em conta o valor agregado do produto, sobre a
previsibilidade da demanda
• e às exigências dos consumidores finais com relação aos
prazos de entrega e a disponibilidade do produto.
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Estoques
• É um procedimento que tem por objetivo identificar os
produtos em função dos valores que eles representam e,
com isso, estabelecer formas de gestão apropriadas à
importância de cada item em relação ao valor total dos
estoques.
CLASSIFICAÇÃO ABC
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Estoques
É a classificaçãoem função do valor de consumo.
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Poucos 
Itens
importantes
Importância
média
Muitos itens 
menos 
importantes
%
 
a
c
u
m
u
l
a
d
a
 
d
e
 
v
a
l
o
r
 
d
e
 
u
s
o
itens (%)
A
B
C
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
1005020 75
Classe % itens
% 
demanda 
monetária 
anual
A 10-20 50 a 60
B 30-40 25 a 40
C 50 5 a 15
Estoques
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25
Estoques
• Foi aplicada, pela primeira vez, na General Electric
Corporation, e seu introdutor foi H. F. Dixie, que publicou
em artigo sobre o assunto em 1951.
• Os itens mais importantes são em pequeno número e
representam uma grande parcela do valor total.
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Estoques
• Vilfredo Pareto
(1848-1923)
• Cientista, político,
sociólogo e
economista
italiano.
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Estoques
• Em 1897 executou um estudo sobre a distribuição de
renda.
• Através deste estudo, percebeu-se que a distribuição de
riqueza não se dava de maneira uniforme, havendo
• grande concentração de riqueza (80%)
• nas mãos de uma pequena parcela da população (20%).
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Estoques
• O sistema de classificação ABC de estoques responde às
primeiras duas perguntas, determinando a importância dos
itens permitindo assim diferentes níveis de controle baseado
na importância relativa dos itens.
• A maioria das empresas mantém um grande número de
itens em estoque.
• Para se ter um controle melhor a um custo razoável, é útil
classificar os itens de acordo com sua importância.
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Estoques
• Geralmente essa classificação baseia-se na utilização anual
em valores monetários, mas outros critérios podem ser
utilizados.
• O princípio ABC baseia-se na observação de que um
pequeno número de itens frequentemente domina os
resultados atingidos em qualquer situação.
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Estoques
• PRINCÍPIOS DE PARETO
• Os itens mais importantes são em pequeno número
• Representam uma grande parcela do valor total
ENTÃO
devem ser controlados rigidamente
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Estoques
• PRINCÍPIOS DE PARETO
• Os itens de menor importância são em grande número
• Representam uma parcela reduzida do valor total
ENTÃO
devem ser controlados com menor rigor
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Estoques
• CLASSE A
� Um pequeno número de itens representando grande parte 
do valor
• CLASSE B
� Um número médio de itens representando um valor médio
• CLASSE C
� Um grande número de itens representando um pequeno
valor do estoque
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Estoques
CLASSIFICAÇÃO 
X Y Z 
DE ESTOQUES
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Estoques
• A CLASSIFICAÇÃO XYZ DE ESTOQUES tem como critério 
o grau de criticidade ou imprescibilidade do material para 
as atividades onde eles estarão sendo utilizados.
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Estoques
• Existem materiais que, independentemente do fraco
consumo, poderão, caso venham a faltar, prejudicar
seriamente a continuidade de produção de uma empresa.
• Então, para evitar situações de falta, os itens em estoque
são classificados quanto à importância operacional
(custo/risco de falta):
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CLASSE CARACTERÍSTICAS
X
•Máxima criticidade; imprescindíveis.
•Faltas podem provocar paradas e colocar em risco as pessoas, 
o ambiente e o patrimônio.
•Não podem ser substituídos por outros equivalentes 
Y
•Criticidade média.
•Faltas podem provocar paradas e colocar em risco as 
pessoas, o ambiente e o patrimônio da empresa.
•Podem ser substituídos por outros com relativa facilidade.
Z
•Baixa criticidade.
•Faltas não acarretam paralisações, nem riscos à segurança 
pessoal, ambiental e patrimonial. 
•Elevada possibilidade de usar materiais equivalentes.
•Grande facilidade de obtenção. 
Estoques
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Estoques
ITEM O ITEM é IMPRESCINDÍVEL?
O ITEM POSSUI
EQUIVALENTES ?
O ITEM e/ou
EQUIVALENTE 
É ENCONTRADO 
FACILMENTE ?
CLASSE
LMN Não Sim Sim Z
KLF Sim Sim Sim Y
RTC Sim Não Não X
FGH Sim Sim Não Y
PLC Não Não Não Y
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OS MARMITEIROS DE MUMBAI
DABBAWALAHS
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39
OS MARMITEIROS DE MUMBAI
DABBAWALAHS
• Por mais de 130 anos, o dabbawalahs (homens de entrega)
entregaram caixas de almoço com comida quente aos
trabalhadores em todo Mumbai, quarta cidade mais
populosa do mundo.
• Com mais de 12 milhões de habitantes, locomover-se pela
cidade torna-se um sério desafio.
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40
OS MARMITEIROS DE MUMBAI
DABBAWALAHS
• Na verdade, fazer a coordenação da jornada diária de mais
de 200.000 caixas de almoço em toda a cidade parece
totalmente impossível.
• E, no entanto, usando nada além de bicicletas, trens,
trabalho em equipe e dedicação a 4.000 dabbawalahs e
obter menos de 1 erro em 6 milhões de entregas.
� Seu compromisso com o excelente serviço pode servir
como uma rica fonte de inspiração para qualquer
empresário!
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41
OS MARMITEIROS DE MUMBAI
DABBAWALAHS
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OS MARMITEIROS DE MUMBAI
Quem leu o case?
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OS MARMITEIROS DE MUMBAI
Dr. Pawan Agrawal 
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OS MARMITEIROS DE MUMBAI
• Em 2001, Pawan G. Agrawal realizou seu doutorado de
pesquisa em "Um Estudo e Logística & Supply Chain
Management da DABBAWALA em Mumbai".
• Ele apresenta seus resultados sobre a
eficiência do dabbawallas em vários
fóruns.
• Em 2005, o Instituto Indiano de Administração (Ahmedabad)
apresentou um estudo de caso sobre a Mumbai dabbawallas
partir de uma perspectiva de gestão de logística.
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OS MARMITEIROS DE MUMBAI
• Em 2010, Harvard Business School, acrescentou o estudo
de caso O Sistema DABBAWALA:
• Entrega no prazo, pelo seu alto nível de serviço (equivalente
a Six Sigma ou melhor) com um baixo custo e sistema
operacional simples.
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ALINHAMENTO 
ESTRATÉGICO
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2.4 Alinhamento estratégico 
• Conceitos como eficiência - capacidade de operar de
maneira enxuta, com menor nível de consumo de recursos -
ou responsividade –
• capacidade de responder de maneira ágil a movimentos
de mercado, operando com desempenho superior em
quesitos como velocidade,flexibilidade e confiabilidade
(VACHON et al., 2009).
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2.4 Alinhamento estratégico 
• Cadeias de suprimento dirigidas pelas necessidades do
mercado devem ser formatadas e gerenciadas em uma
estratégia única apoiada em algum ponto do espectro entre
eficiência ou responsividade (CHOPRA e MEINDL, 2011;
CHRISTOPHER, 2007).
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2.4 Alinhamento estratégico 
• Tal estratégia única torna possível que se atinja o
alinhamento estratégico da cadeia de suprimentos.
• Para Chopra e Meindl (2011), a expansão do escopo do
alinhamento estratégico ao longo da rede é uma forma de
aprimorar o desempenho competitivo de toda a cadeia de
suprimento.
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2.4 Alinhamento estratégico 
• O alcance do alinhamento estratégico surge de maneira
gradual (LEE, 2004).
• Para este autor, o processo inicia-se quando há o
alinhamento de informações sobre previsão de demanda e
planos de produção;
• intensifica-se quando há o alinhamento de identidades, ou
seja, a definição do papel e responsabilidades de cada
membro;
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