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Questões resolvidas

Um desafio compartilhado por diferentes povos indígenas na implementação e continuidade da escola indígena diz respeito à demanda por professores(as) indígenas.
Sobre isso assinale a alternativa incorreta:
A presença de professores(as) indígenas nas escolas indígenas é uma realidade que dialoga diretamente com os princípios da interculturalidade e da educação diferenciada.
A Escola indígena deve ser entendida como uma modalidade própria, comunitária, com professores especializados, de preferência que dialoguem com a da comunidade, sem aspecto segregacionista, mas optativo dentro da própria comunidade em especial na educação infantil.
A exemplo da experiência dos Guarani e Kaiowá do Mato Grosso do Sul, a demanda por professores(as) indígenas levou ao desenvolvimento de cursos específicos de formação de professores(as) indígenas.
A demanda exclusiva por professores(as) indígenas atuando nas escolas indígenas é uma constante entre todas as etnias, sem distinção.
No contexto da Educação Escolar Indígena, a demanda por professores(as) indígenas e a presença de estudantes indígenas em cursos regulares e licenciaturas indígenas nas Universidades Públicas são faces de um mesmo processo.

Um dos desafios ou problemas enfrentados pela Educação Escolar Indígena diz respeito à própria escola como instituição contraditória. A contradição inerente à instituição escolar consiste no fato de que elas são capazes tanto de promover a autonomia quanto a domesticação de conhecimentos tradicionais.
A respeito da escola como um lugar de contradições assinale a alternativa incorreta:
Os projetos comunitários e a sua cobrança por ações públicas mostram a dificuldade de sua implementação por uma razão simples: não existe apagamento, os conflitos presentes socialmente continuam existindo e se expressam nas escolas.
Uma vez reconhecido o caráter contraditório das escolas, especialmente seu potencial de domesticação decorrente de um currículo eurocêntrico, a implementação de uma Educação Escolar Indígena perde o sentido.
Apesar das contradições, as escolas continuam sendo um espaço importante de socialização e de aprendizado não apenas de conteúdos e disciplinas específicas, mas sobretudo do relacionamento com a alteridade.
Embora a escola possa ser pensada como um lugar de contradições ela não deve, por isso, ser demonizada ou destituída de seu caráter emancipador e formador.
A escola diferenciada, assim como as escolas regulares, são espaços de aprendizado capazes tanto de promover o empoderamento quanto o condicionamento do pensamento, pois foram pensadas como instituições disciplinadoras.

De maneira geral, "a cultura escolar continua fortemente marcada pela lógica da homogeneização e da uniformização das estratégias pedagógicas" (CANDAU, 2011). Isso significa que, embora ocorra a presença cada vez maior de estudantes oriundos de grupos socioculturais, os mais diversos no cotidiano escolar, a perspectiva intercultural na educação ainda tem um longo caminho para se consolidar nas práticas cotidianas das escolas.
Para incrementar a perspectiva decolonial, a escola deve:
Combater toda forma de preconceito e discriminação no contexto escolar.
Reconhecer e valorizar os princípios norteadores de sua ação educativa.
Aplicar com eficácia e combatividade as normas disciplinares, reforçando o comportamento ético dos estudantes.
Favorecer a construção de identidades culturais, de acordo com as diretrizes gerais da escola.
Fomentar os princípios neoliberais como solução para o processo educativo.

Sobre os paradigmas assimilacionista e emancipacionista na história da educação indígena é correto afirmar que:
Ambos os paradigmas coexistiram e seguem coexistindo na história da educação escolar indígena, desde as primeiras experiências de contato.
O paradigma emancipacionista é relativamente recente e resulta da luta histórica dos movimentos sociais indígenas e dos direitos conquistados com a promulgação da Constituição Federal de 1988.
O paradigma assimilacionista vigorou durante todo o período colonial, sendo substituído pelo paradigma emancipacionista com a independência do Brasil.
O paradigma emancipacionista, apesar de recente, já acumula conquistas importantes, dentre elas a erradicação do paradigma assimilacionista das políticas educacionais indígenas.
É uma demanda das comunidades indígenas que defendem seu direito de serem amplamente incorporados a sociedade brasileira sem processos segregacionistas, mas garantindo direitos iguais.

Pensar as questões contemporâneas na escola significa articular o ideal de igualdade com o respeito às diferenças.
De acordo com essa visão, seria correto, em uma perspectiva decolonial, debater em sala de aula:
Que as culturas devem se miscigenar e massificar, evitando assim as diferenciações entre etnias, culturas, gêneros etc.
Que devemos ser iguais nos direitos e na dignidade humana e diferentes na complexidade étnica, cultural, etária, de gênero e de classe.
Que a história deve ser compreendida como a mãe de todas as ciências e a raiz da cultura contemporânea.
Que as diferenças biológicas e genéticas interferem positivamente nas relações de preconceito étnico-raciais.
Que as diferenças são consideradas desigualdades, pois há uma hierarquia sociocultural de uma cultura dominante para culturas inferiores.

A função de formação das novas gerações, em termos de acesso à cultura socialmente valorizada, de formação do cidadão e de constituição do sujeito social, foi delegada à instituição escolar. Pensando na escola em seu contexto social,
assinale a alternativa incorreta:
Como espaço de convivência que favoreça o exercício da cidadania, a escola possui formas de organização, normas e procedimentos formais de sua estrutura respeitando sua história, que constituem nos mecanismos pelos quais podemos permitir e incentivar ou, ao contrário, inibir e restringir as formas de participação de todos os membros da comunidade escolar.
Com relação ao alunado, a escola como espaço de convivência social, torna-se um centro de referência pessoal que marca os sujeitos que por ali passam, pelo simples fato de estar nessa e não em qualquer outra, fruto de traços que a identificam, a tornam única: a educação ocidental formulada em seus preceitos deve nos nortear uma vez que pertencemos e defendemos esta modelagem cultural.
Devido à sua própria natureza e função, a unidade escolar possui espaço de compromisso que lhe permite, frente a todas as adversidades, construir práticas que favoreçam e contribuam, dentro de limitações que precisam ser diariamente reafirmadas.
Um passado que fundamente nossa relação com a antiguidade, os preceitos de valores medievais, o papel da razão e do estruturalismo moderno, sendo um espaço em que essas heranças se consolidam.
Uma escola que pretende atingir, de forma gradativa e consistente, crescentes índices de democratização de suas relações institucionais deve deixar de considerar, como parte integrante de seu projeto, o compromisso de participação nos movimentos políticos, econômicos e sociais.
A escola é herdeira de movimentos históricos marcados por ser um espaço de reprodução, sendo fortemente influenciada pela herança estruturalista. Atualmente vivemos uma crise dessa herança, por um lado pela ascensão de valores neoliberais e de outro pelas fortes críticas da representatividade dessa herança por autores que seguem proposições decoloniais.

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Questões resolvidas

Um desafio compartilhado por diferentes povos indígenas na implementação e continuidade da escola indígena diz respeito à demanda por professores(as) indígenas.
Sobre isso assinale a alternativa incorreta:
A presença de professores(as) indígenas nas escolas indígenas é uma realidade que dialoga diretamente com os princípios da interculturalidade e da educação diferenciada.
A Escola indígena deve ser entendida como uma modalidade própria, comunitária, com professores especializados, de preferência que dialoguem com a da comunidade, sem aspecto segregacionista, mas optativo dentro da própria comunidade em especial na educação infantil.
A exemplo da experiência dos Guarani e Kaiowá do Mato Grosso do Sul, a demanda por professores(as) indígenas levou ao desenvolvimento de cursos específicos de formação de professores(as) indígenas.
A demanda exclusiva por professores(as) indígenas atuando nas escolas indígenas é uma constante entre todas as etnias, sem distinção.
No contexto da Educação Escolar Indígena, a demanda por professores(as) indígenas e a presença de estudantes indígenas em cursos regulares e licenciaturas indígenas nas Universidades Públicas são faces de um mesmo processo.

Um dos desafios ou problemas enfrentados pela Educação Escolar Indígena diz respeito à própria escola como instituição contraditória. A contradição inerente à instituição escolar consiste no fato de que elas são capazes tanto de promover a autonomia quanto a domesticação de conhecimentos tradicionais.
A respeito da escola como um lugar de contradições assinale a alternativa incorreta:
Os projetos comunitários e a sua cobrança por ações públicas mostram a dificuldade de sua implementação por uma razão simples: não existe apagamento, os conflitos presentes socialmente continuam existindo e se expressam nas escolas.
Uma vez reconhecido o caráter contraditório das escolas, especialmente seu potencial de domesticação decorrente de um currículo eurocêntrico, a implementação de uma Educação Escolar Indígena perde o sentido.
Apesar das contradições, as escolas continuam sendo um espaço importante de socialização e de aprendizado não apenas de conteúdos e disciplinas específicas, mas sobretudo do relacionamento com a alteridade.
Embora a escola possa ser pensada como um lugar de contradições ela não deve, por isso, ser demonizada ou destituída de seu caráter emancipador e formador.
A escola diferenciada, assim como as escolas regulares, são espaços de aprendizado capazes tanto de promover o empoderamento quanto o condicionamento do pensamento, pois foram pensadas como instituições disciplinadoras.

De maneira geral, "a cultura escolar continua fortemente marcada pela lógica da homogeneização e da uniformização das estratégias pedagógicas" (CANDAU, 2011). Isso significa que, embora ocorra a presença cada vez maior de estudantes oriundos de grupos socioculturais, os mais diversos no cotidiano escolar, a perspectiva intercultural na educação ainda tem um longo caminho para se consolidar nas práticas cotidianas das escolas.
Para incrementar a perspectiva decolonial, a escola deve:
Combater toda forma de preconceito e discriminação no contexto escolar.
Reconhecer e valorizar os princípios norteadores de sua ação educativa.
Aplicar com eficácia e combatividade as normas disciplinares, reforçando o comportamento ético dos estudantes.
Favorecer a construção de identidades culturais, de acordo com as diretrizes gerais da escola.
Fomentar os princípios neoliberais como solução para o processo educativo.

Sobre os paradigmas assimilacionista e emancipacionista na história da educação indígena é correto afirmar que:
Ambos os paradigmas coexistiram e seguem coexistindo na história da educação escolar indígena, desde as primeiras experiências de contato.
O paradigma emancipacionista é relativamente recente e resulta da luta histórica dos movimentos sociais indígenas e dos direitos conquistados com a promulgação da Constituição Federal de 1988.
O paradigma assimilacionista vigorou durante todo o período colonial, sendo substituído pelo paradigma emancipacionista com a independência do Brasil.
O paradigma emancipacionista, apesar de recente, já acumula conquistas importantes, dentre elas a erradicação do paradigma assimilacionista das políticas educacionais indígenas.
É uma demanda das comunidades indígenas que defendem seu direito de serem amplamente incorporados a sociedade brasileira sem processos segregacionistas, mas garantindo direitos iguais.

Pensar as questões contemporâneas na escola significa articular o ideal de igualdade com o respeito às diferenças.
De acordo com essa visão, seria correto, em uma perspectiva decolonial, debater em sala de aula:
Que as culturas devem se miscigenar e massificar, evitando assim as diferenciações entre etnias, culturas, gêneros etc.
Que devemos ser iguais nos direitos e na dignidade humana e diferentes na complexidade étnica, cultural, etária, de gênero e de classe.
Que a história deve ser compreendida como a mãe de todas as ciências e a raiz da cultura contemporânea.
Que as diferenças biológicas e genéticas interferem positivamente nas relações de preconceito étnico-raciais.
Que as diferenças são consideradas desigualdades, pois há uma hierarquia sociocultural de uma cultura dominante para culturas inferiores.

A função de formação das novas gerações, em termos de acesso à cultura socialmente valorizada, de formação do cidadão e de constituição do sujeito social, foi delegada à instituição escolar. Pensando na escola em seu contexto social,
assinale a alternativa incorreta:
Como espaço de convivência que favoreça o exercício da cidadania, a escola possui formas de organização, normas e procedimentos formais de sua estrutura respeitando sua história, que constituem nos mecanismos pelos quais podemos permitir e incentivar ou, ao contrário, inibir e restringir as formas de participação de todos os membros da comunidade escolar.
Com relação ao alunado, a escola como espaço de convivência social, torna-se um centro de referência pessoal que marca os sujeitos que por ali passam, pelo simples fato de estar nessa e não em qualquer outra, fruto de traços que a identificam, a tornam única: a educação ocidental formulada em seus preceitos deve nos nortear uma vez que pertencemos e defendemos esta modelagem cultural.
Devido à sua própria natureza e função, a unidade escolar possui espaço de compromisso que lhe permite, frente a todas as adversidades, construir práticas que favoreçam e contribuam, dentro de limitações que precisam ser diariamente reafirmadas.
Um passado que fundamente nossa relação com a antiguidade, os preceitos de valores medievais, o papel da razão e do estruturalismo moderno, sendo um espaço em que essas heranças se consolidam.
Uma escola que pretende atingir, de forma gradativa e consistente, crescentes índices de democratização de suas relações institucionais deve deixar de considerar, como parte integrante de seu projeto, o compromisso de participação nos movimentos políticos, econômicos e sociais.
A escola é herdeira de movimentos históricos marcados por ser um espaço de reprodução, sendo fortemente influenciada pela herança estruturalista. Atualmente vivemos uma crise dessa herança, por um lado pela ascensão de valores neoliberais e de outro pelas fortes críticas da representatividade dessa herança por autores que seguem proposições decoloniais.

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A
B
C
1 Marcar para revisão
Um desafio compartilhado por diferentes povos indígenas na
implementação e continuidade da escola indígena diz respeito à demanda
por professores(as) indígenas. Sobre isso, assinale a alternativa incorreta:
A demanda exclusiva por professores(as) indígenas atuando nas
escolas indígenas é uma constante entre todas as etnias, sem
distinção.
A exemplo da experiência dos Guarani e Kaiowá do Mato Grosso
do Sul, a demanda por professores(as) indígenas levou ao
desenvolvimento de cursos específicos de formação de
professores(as) indígenas.
A presença de professores(as) indígenas nas escolas indígenas é
uma realidade que dialoga diretamente com os princípios da
interculturalidade e da educação diferenciada.
D
E
No contexto da Educação Escolar Indígena, a demanda por
professores(as) indígenas e a presença de estudantes indígenas
em cursos regulares e licenciaturas indígenas nas Universidades
Públicas são faces de um mesmo processo.
A Escola indígena deve ser entendida como uma modalidade
própria, comunitária, com professores especializados, de
preferência que dialoguem com a da comunidade, sem aspecto
segregacionista, mas optativo dentro da própria comunidade, em
especial na educação infantil.
2 Marcar para revisão
Sobre o Referencial Nacional para as Escolas Indígenas (RCNE/Indígena),
assinale a alternativa correta:
A
B
C
D
E
São princípios do RCNE/Indígena: multietnicidade, pluralidade e
diversidade, todos eles decorrentes da formação pluriétnica da
população brasileira.
Autodeterminação dos povos indígenas, em contraste com a
submissão dos interesses da sociedade nacional às demandas
territoriais indígenas.
Educação intercultural, comunitária, específica e privilegiada:
pois os povos indígenas devem ter prioridade em relação aos
demais grupos sociais no acesso à educação.
Comunidade educativa indígena: os povos indígenas possuem
processos próprios de socialização que são superiores aos
processos de socialização de não indígenas, corrompidos pela
experiência histórica nas cidades.
São princípios do RCNE/Indígena a tolerância genérica
enquadrando as comunidades indígenas como comunidades
especiais e com o direito a existirem, caso mantenham sua
cultura original.
A
B
C
3 Marcar para revisão
Um dos desafios ou problemas enfrentados pela Educação Escolar
Indígena diz respeito à própria escola como instituição contraditória. A
contradição inerente à instituição escolar consiste no fato de que elas são
capazes tanto de promover a autonomia quanto a domesticação de
conhecimentos tradicionais. A respeito da escola como um lugar de
contradições assinale a alternativa incorreta:
A escola diferenciada, assim como as escolas regulares, são
espaços de aprendizado capazes tanto de promover o
empoderamento quanto o condicionamento do pensamento, pois
foram pensadas como instituições disciplinadoras.
Embora a escola possa ser pensada como um lugar de
contradições ela não deve, por isso, ser demonizada ou
destituída de seu caráter emancipador e formador.
Apesar das contradições, as escolas continuam sendo um
espaço importante de socialização e de aprendizado não apenas
de conteúdos e disciplinas específicas, mas sobretudo do
relacionamento com a alteridade.
D
E
Uma vez reconhecido o caráter contraditório das escolas,
especialmente seu potencial de domesticação decorrente de um
currículo eurocêntrico, a implementação de uma Educação
Escolar Indígena perde o sentido.
Os projetos comunitários e a sua cobrança por ações públicas
mostram a dificuldade de sua implementação por uma razão
simples: não existe apagamento, os conflitos presentes
socialmente continuam existindo e se expressam nas escolas.
4 Marcar para revisão
De maneira geral, "a cultura escolar continua fortemente marcada pela
lógica da homogeneização e da uniformização das estratégias
pedagógicas" (CANDAU, 2011). Isso significa que, embora ocorra a
presença cada vez maior de estudantes oriundos de grupos socioculturais,
os mais diversos no cotidiano escolar, a perspectiva intercultural na
educação ainda tem um longo caminho para se consolidar nas práticas
cotidianas das escolas.
(CANDAU, V. M. F. Diferenças culturais, cotidiano escolar e práticas
pedagógicas. Currículo sem Fronteiras, v.11, n.2, pp.240-255,
Julho/Dezembro 2011)
Para incrementar a perspectiva decolonial, a escola deve:
A
B
C
D
E
Combater toda forma de preconceito e discriminação no contexto
escolar.
Reconhecer e valorizar os princípios norteadores de sua ação
educativa.
Favorecer a construção de identidades culturais, de acordo com
as diretrizes gerais da escola.
Aplicar com eficácia e combatividade as normas disciplinares,
reforçando o comportamento ético dos estudantes.
Fomentar os princípios neoliberais como solução para o processo
educativo.
5 Marcar para revisão
Segundo os pressupostos do referencial histórico-cultural, o ser humano
se desenvolve principalmente a partir:
A
B
C
D
E
Da interação, da troca consigo próprio e com outros sujeitos, pela
qual o sujeito vai internalizando conhecimentos, papéis e funções
sociais.
De fatores biológicos característicos da espécie, que permitem
ampliar seus esquemas de ação.
Da ação de sujeitos mais experientes que determinam o processo
de aquisição de conhecimento ao transmitir conceitos e valores.
Do acúmulo de informações memorizadas com o uso de
diferentes fontes, entre elas se destacando o professor.
Da história e como ela determina e cria as relações e as
fundamentações humanas e sua interação com a cultura.
6 Marcar para revisão
Sobre os paradigmas assimilacionista e emancipacionista na história da
educação indígena é correto afirmar que:
Karla
Realce
Karla
Realce
A
B
C
D
E
O paradigma assimilacionista vigorou durante todo o período
colonial, sendo substituído pelo paradigma emancipacionista com
a independência do Brasil.
Ambos os paradigmas coexistiram e seguem coexistindo na
história da educação escolar indígena, desde as primeiras
experiências de contato.
O paradigma emancipacionista é relativamente recente e resulta
da luta histórica dos movimentos sociais indígenas e dos direitos
conquistados com a promulgação da Constituição Federal de
1988.
O paradigma emancipacionista, apesar de recente, já acumula
conquistas importantes, dentre elas a erradicação do paradigma
assimilacionista das políticas educacionais indígenas.
É uma demanda das comunidades indígenas que defendem seu
direito de serem amplamente incorporados à sociedade brasileira
sem processos segregacionistas, mas garantindo direitos iguais.
7 Marcar para revisão
Karla
Realce
Karla
Realce
A
B
C
D
E
Pensar as questões contemporâneas na escola significa articular o ideal de
igualdade com o respeito às diferenças. De acordo com essa visão, seria
correto, em uma perspectiva decolonial, debater em sala de aula:
Que as diferenças biológicas e genéticas interferem
positivamente nas relações de preconceito étnico-raciais.
Que as culturas devem se miscigenar e massificar, evitando
assim as diferenciações entre etnias, culturas, gêneros etc.
Que as diferenças são consideradas desigualdades, pois há uma
hierarquia sociocultural de uma cultura dominante para culturas
inferiores.
Que devemos ser iguais nos direitos e na dignidade humana e
diferentes na complexidade étnica, cultural, etária, de gênero e
de classe.
Que a história deve ser compreendida como a mãe de todas as
ciências e a raiz da cultura contemporânea.
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SM2 Educação, Cultura e Diversidade
A
B
C
D
E
O lugar da cultura no processo educativo fundamenta-se na ideia de que:
"Os conhecimentos produzidos pela humanidade têm lugar em
diferentes setores da sociedade, excetuando-se na escola".
"Cultura é fonte de desenvolvimento humano".
"A cultura expressa-se na produçãohumana elaborada ao longo
da história e cada pessoa é um candidato a se apropriar dela
para elevar seu processo de desenvolvimento".
"As formas finais de cultura são elementos essenciais no interior
da escola da infância".
"Nem tudo o que é produzido pela humanidade constitui cultura
no seu sentido educativo primordial: organizar a vida para o
desenvolvimento humano".
9 Marcar para revisão
O tema da Educação Escolar Indígena é relativamente recente, ao contrário
da "educação indígena", termo utilizado para se referir às experiências
A
B
C
educacionais dos povos indígenas ao longo de sua própria história. Sobre
a educação indígena em perspectiva histórica, assinale a seguir a
alternativa correta.
A educação indígena é uma experiência anterior ao contato com
os não indígenas, pois todas as culturas têm seus próprios
processos de educação. Contudo, é com a experiência da
educação assimilacionista que os povos indígenas ingressam na
modernidade e começam a se tornar civilizados.
A experiência colonial com a educação indígena revela uma
preocupação específica com a educação de crianças, revelando
uma intenção explícita de dominação a médio e longo prazo.
Diferentemente da Educação Escolar Indígena, a educação
indígena nomeia experiências restritas ao espaço escolar.
D
E
Ao contrário do que possa parecer, a educação indígena em nada
se relaciona com processos educacionais formais e institucionais,
mas apenas a experiências informais e flexíveis de ensino-
aprendizagem.
Durante o período do Império e da República, o ideal
civilizacionista via problema na atuação da educação escolar
indígena, atuando para que eles fossem retirados de sua
comunidade, abandonassem seus hábitos e fossem
perfeitamente incorporados à cultura brasileira de forma
coercitiva.
10 Marcar para revisão
A função de formação das novas gerações, em termos de acesso à cultura
socialmente valorizada, de formação do cidadão e de constituição do
sujeito social, foi delegada à instituição escolar. Pensando na escola em
seu contexto social, assinale a alternativa incorreta:
A
B
C
Como espaço de convivência que favoreça o exercício da
cidadania, a escola possui formas de organização, normas e
procedimentos formais de sua estrutura respeitando sua história,
que constituem nos mecanismos pelos quais podemos permitir e
incentivar ou, ao contrário, inibir e restringir as formas de
participação de todos os membros da comunidade escolar.
Com relação ao alunado, a escola como espaço de convivência
social, torna-se um centro de referência pessoal que marca os
sujeitos que por ali passam, pelo simples fato de estar nessa e
não em qualquer outra, fruto de traços que a identificam, a
tornam única: a educação ocidental formulada em seus preceitos
deve nos nortear uma vez que pertencemos e defendemos esta
modelagem cultural.
Devido à sua própria natureza e função, a unidade escolar possui
espaço de compromisso que lhe permite, frente a todas as
adversidades, construir práticas que favoreçam e contribuam,
dentro de limitações que precisam ser diariamente reafirmadas.
Um passado que fundamente nossa relação com a antiguidade,
os preceitos de valores medievais, o papel da razão e do
estruturalismo moderno, sendo um espaço em que essas
heranças se consolidam.
D
E
Uma escola que pretende atingir, de forma gradativa e
consistente, crescentes índices de democratização de suas
relações institucionais deve deixar de considerar, como parte
integrante de seu projeto, o compromisso de participação nos
movimentos políticos, econômicos e sociais.
A escola é herdeira de movimentos históricos marcados por ser
um espaço de reprodução, sendo fortemente influenciada pela
herança estruturalista. Atualmente vivemos uma crise dessa
herança, por um lado pela ascensão de valores neoliberais e de
outro pelas fortes críticas da representatividade dessa herança
por autores que seguem proposições decoloniais.

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