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1) Masculino, 19 anos, jogador amador de handebol, chega ao PS, com limitação de 
movimentos e sinal da dragona presente. Segundo paciente, seria o primeiro episódio. 
Indique as radiografias preferenciais para o caso e tratamento indicado neste momento: 
 
 
A) Rx AP verdadeiro + perfil- Redução incruenta. 
B) Rx perfil + AP + Axilar- Tratamento cirúrgico. 
 C) Rx AP verdadeiro + perfil escapular + Axilar- Redução incruenta. 
D) Rx AP +P+Oblíqua- Tala luva. 
 
ADM LIMITADO 
SINAL DA DRAGONA -> LUXAÇÃO GLENOUMERAL 
SINAL DA TECLA -> LUXAÇÃO ACROMIO CLAVICULAR 
 
RX AP E PERFIL SEMPRE! 
PERFIL ESCAPULAR->coloca a escápula em perfil, formando o “Y” da espinha, corpo da 
escápula e processo coracoide. A cabeça do úmero deve estar centrada nesse "Y". Se 
estiver deslocada para frente → luxação anterior; se para trás → luxação posterior. 
ANTERIOR + COMUM 
POSTERIOR TRAUMA MAIS DIFERENTE -> CHOQUE ELÉTRICO OU CONVULSÕES 
 
AXILAR-> é o padrão-ouro para avaliar a posição real da cabeça umeral em relação à 
glenoide. É especialmente útil para confirmar luxação posterior, que costuma passar 
despercebida no AP. Também ajuda a identificar fraturas associadas. 
 
NÃO FAZER AXILAR DEPOIS DE REDUZIR PARA NÃO PERDER A REDUÇÃO 
 
REDUÇÃO CRUENTA OU INCRUENTA 
FALAR DE TESTES DE OMBRO E MANGUITO ROTADOR 
 
PARA REDUZIR-> TRAÇÃO CONTRA TRAÇÃO 
SMITH 
 
 
 
2) Paciente feminina, 60 anos, portadora de HAS, diabética mal controlada, DPOC 
descompensada, chega ao hospital regional por queda da própria altura ao se levantar da 
cama. Ao exame físico: encurtamento do membro direito. Evidenciado na radiografia fratura 
de colo de fêmur direito. Neste momento, indicado: 
 
A) Primeiro estabilizar a paciente e após optar por tratamento cirúrgico. 
B) Primeiro estabilizar a paciente e após realizar tratamento conservador com imobilização 
gessada. 
C) Levar imediatamente paciente para centro cirúrgico e realizar redução e fixador externo. 
D) Estabilizar a paciente e realizar tração cutânea 
 
 
ENCURTAMENTO DO MEMBRO INFERIOR + ROTAÇÃO EXTERNA É 
PATOGNOMÔNICO DE FRATURA DE COLO DE FÊMUR 
PACIENTE NÃO ESTÁ ESTÁVEL 
 
RISCO DE NECROSE POIS PASSA MUITA IRRIGAÇÃO POR ALI 
EM IDOSOS EXISTE CLASSIFICAÇÃO DE GARDEN PARA ARTROPLASTIA, ISSO 
PORQUÊ A CAPACIDADE DE OSTEOSSÍNTESE EM IDOSOS É BAIXA 
 
EM JOVENS REDUÇÃO ABERTA E FIXAÇÃO INTERNA 
 
EARLY TOTAL CARE VS DAMAGE CONTROL 
 
 
 3) Paciente masculino, 25 anos, jogador de futebol, com quadro progressivo de falseio da 
perna direita. Chega ao PS por bloqueio articular súbito, sem história de trauma, qual 
deverá ser sua conduta: 
A) Suspeitar de lesão ligamentar. Imobilização gessada por 2 semanas + RTP (Return to 
play). 
B) Suspeitar de lesão meniscal. Orientar tratamento conservador, gelo + aines. 
C) Suspeitar de lesão ligamentar e provável lesão meniscal em alça de balde Solicitar 
radiografias e Rnm + PRICE + encaminhar ao ortopedista. 
 D) Suspeitar de fratura de tíbia. Redução + fixação externa, e em no máximo duas 
semanas realizar conversão para síntese definitiva. 
 
OS FALSEIOS FAZEM PENSAR EM LESÃO LIGAMENTAR CRÔNICA 
 
BLOQUEIO ARTICULAR -> CARACTERÍSTICO DE LESÃO DE MENISCO EM ALÇA DE 
BALDE 
O PEDAÇO DO MENISCO FOI PARAR NO MEIO DA LINHA INTRAARTICULAR 
 
MENISCO EM ALÇA DE BALDE É CIRÚRGICO 
O QUE É PRICE? PROTECTION, REST, ICE, COMPRESSION, ELEVATION 
NA MAIORIA DAS VEZES É MEDIDA INICIAL 
 
Lesões meniscais 
Quando tratar conservador (não cirúrgico): 
Lesões degenerativas ou pequenas em pacientes sem bloqueio e sem instabilidade 
significativa. 
Sintomas: dor leve, estalos ocasionais, derrame mínimo. 
Localização: lesão em zona vascularizada (zona vermelha) pode cicatrizar melhor com 
repouso, fisioterapia. 
Idade e atividade: paciente jovem, ativo, com lesão traumática ou bloqueio → cirurgia 
indicada. 
 
 
 
Quando tratar cirurgicamente: 
Bloqueio articular (alça de balde) → indicação absoluta de artroscopia. 
Lesões sintomáticas persistentes após 4–6 semanas de fisioterapia. 
Lesões em atletas jovens que desejam retorno rápido à atividade esportiva. 
 
Lesões ligamentares 
Quando tratar conservador: 
LCA parcial, instabilidade mínima, paciente sedentário ou não atleta. 
Lesão de LCM isolada geralmente responde bem a repouso + fisioterapia + órtese. 
LCP isolada leve também pode ser conservadora. 
 
Quando tratar cirurgicamente: 
LCA total, paciente jovem ou atleta → reconstrução ligamentar para evitar instabilidade 
crônica e lesões meniscais secundárias. 
Instabilidade persistente que prejudica atividades diárias ou esportivas. 
Lesões combinadas (ex.: LCA + menisco ou LCA + LCM) → cirurgia geralmente indicada. 
 
 
 4) Nas luxações glenoumerais, assinale a correta: 
A) geralmente tem associação com fratura do colo umeral 
B) sempre é acompanhada de instabilidade multidirecional 
C) após a redução, se a fisioterapia for adequada, evoluem com estabilidade 
D) a lesão de Hill-Sachs, corresponde a lesão do labrum inferiormente 
E) a luxação posterior tem relação com choque elétrico e convulsão 
 
RARO TER FRATURA DE COLO UMERAL (IDOSOS) 
 
LUXAÇÃO É PERDA DE CONGRUÊNCIA ARTICULAR 
(ALINHAMENTO/ENCAIXE) 
 
DEPOIS QUE UMA PESSOA LUXA O OMBRO TEM POR VOLTA DE 80% DE CHANCE 
DE LUXAR NOVAMENTE, ISSO AUMENTA AINDA MAIS QUANDO ABAIXO DE 21 ANOS. 
ISSO OCORRE POR INSTABILIDADE UNIDIRECIONAL 
O OMBRO É A ÚNICA ARTICULAÇÃO DO CORPO QUE GIRA 360 
O OMBRO TEM POR VOLTA DE 1600 MECANOCEPTORES (QUE GARANTEM A 
PROPRIOCEPÇÃO) 
QUANDO A GENTE LUXA ELE, ACABA LESANDO, POR ISSO A PESSOA PRECISA SER 
REABILITADA 
 
EM HILL-SACHS A CABEÇA DO ÚMERO ESCAPA E BATE EM UMA PARTE DA 
GLENÓIDE, CAUSANDO UMA FRATURA GERALMENTE PÓSTERO LATERAL DO 
ÚMERO EM UMA PARTE ONDE O OSSO É MAIS ESPONJOSO. 
 
BANKART É QUANDO O ÚMERO ESCAPA DA GLENÓIDE E AVULSIONA UMA PARTE 
DO LABRUM 
 
 
 
● Hill-Sachs → fratura por impactação da cabeça do úmero (póstero-lateral) 
 Não é qualquer fratura, é compressão/impaction após bater na glenoide 
● Bankart → avulsão do labrum anteroinferior da glenoide 
 Especificar anteroinferior é o detalhe que diferencia quem acerta prova 
 
 
POSTERIOR menos COMUM 
 
 
 
 
 
5) Estatisticamente, o nível mais frequente de lesões traumáticas cervicais situa-se entre: 
A)C2C3 
B)C3C4 
C)C4C5 
D)C5C6 
E)C6C7 
 
ATLAS 
AXIS-> PROCESSO ODONTÓIDE (RX TRANSORAL) 
 
O ODONTÓIDE FAZ A CABEÇA ROTAR 
O ATLAS FAZ A GENTE ESTENDER E FLETIR 
 
 C1–C2 (atlantoaxial) 
● O dente do áxis (odontoide) é o pivô 
● Movimento principal: rotação (“não”) 
 C0–C1 (occipitoatlantal) 
● Entre o occipital e o atlas 
● Movimento principal: flexão-extensão (“sim”) 
 
As lesões traumáticas da coluna cervical ocorrem mais frequentemente nos níveis móveis e 
de transição, principalmente onde a mobilidade é grande e a estabilidade menor. 
 
C5–C6 é o segmento mais móvel do pescoço, sendo assim o nível mais comum de fraturas 
e luxações traumáticas. 
 
C6–C7 também é móvel, mas já começa a transição para a coluna torácica mais rígida, 
oferecendo um pouco mais de estabilidade. 
 
 
 6) Assinale a incorreta: 
A) A aposição das camadas de gesso durante sua confecção deverá ser de 50% 
B) Na confecção do gesso, as articulações adjacentes ao foco fraturário deverão ser 
sempre imobilizadas 
C) Dor a extensão ou flexão passiva dos dedos é o principal dado diagnóstico para a 
síndrome compartimental pós confecção de um gesso 
D) O tratamento inicial de uma fratura deverá sempre ser iniciado de tala gessada, seguido 
por gesso definitivo a sua consolidação 
E) São componentes da tala gessada: malha tubular, algodão ortopédico, crepom 
ortopédico e gesso 
 
D ERRADA EU EXPLICO O RESTO PESSOALMENTE. 
 
 
 7) Sobre lesões musculares, é CORRETO afirmar: 
A) Quando a tensão excede a capacidade tênsil do músculo. Ocorrem principalmente na 
fase concêntrica de contração 
B) Estado nutricional, uso de medicamentos, idade, carga de treino não são fatores que 
influenciam 
C) Ocorrem mais comumente na junção miotendínea durante fase excêntrica 
D) Devem ser sempre imobilizadasna fase aguda, respeitando o protocolo PRICE 
E) Não precisam de imobilização e pode ser aplicado carga desde o início 
 
 
 
 
TENSÃO EXCEDE A CAPACIDADE TÊNSIL NA FASE EXCÊNTRICA 
 
Potencial de ação não consegue mais gerar contração eficiente. 
O sistema nervoso central reduz o recrutamento de unidades motoras para proteger o 
músculo. 
Se a tensão excede a capacidade das fibras, ocorre ruptura de sarcômeros e proteínas 
contráteis (actina, miosina, titina). 
A fibra danificada não consegue mais transmitir força, ou seja, “desliga” mecanicamente. 
Os fusos musculares e órgãos tendíneos de Golgi detectam excesso de alongamento ou 
força. 
Ativam reflexo inibitório → relaxamento do músculo, para evitar ruptura maior. 
 
A imobilização completa pode causar: 
● Rigidez articular 
 
● Atrofia muscular 
 
● Perda de amplitude de movimento 
OU SEJA, NESSA QUESTÃO É BENÉFICO O REPOUSO RELATIVO 
 
 
 
 8) Idosa, 78 anos, DM, HAS, Osteoporose, sofreu queda da própria altura, apresentando 
dor lombar intensa e dificuldade de deambular. Dá entrada na emergência do regional, em 
cadeira de rodas. Exame neurológico NORMAL. Ao RX, apresenta fratura de corpo de L1 
com acunhamento de 25%, sem translação, sem comprometimento do canal medular, com 
cifose segmentar de 10 graus. O tratamento mais indicado é: 
 A) Cirúrgico: descompressão do canal, artrodese via posterior 
 B) Cirúrgico: artrodese 360o 
C) Conservador com Colete tipo Jewitt 
D) Metilprednisolona, tração e halo vest 
E) Conservador com uso de cadeira de rodas e restrição ao leito, sem uso de colete 
 
GABARITO C 
FRATURA DE CORPO DE L1 SEM 
ACUNHADA QUE 50%, SEM DESVIO E SEM ACOMETIMENTO DO CANAL MEDULAR= 
TTO CONSERVADOR COM JEWITT (ACOMETIMENTO LOMBAR) 
 
HALO VEST É PARA FRATURA DE CERVICAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
9) Atleta profissional de futebol alega ter percebido estalido audível e aumento de volume 
articular após ter realizado entorse do joelho direito ao executar giro e sua chuteira ter 
ficado presa no gramado. Em relação a maior probabilidade de lesão, destaca-se a seguinte 
estrutura: 
A) Ligamento cruzado posterior 
B) Menisco medial 
C) Ligamento colateral medial 
D) Ligamento cruzado anterior 
E) Menisco Lateral 
 
HEMARTROSE IMEDIATA-> + PROVÁVEL LESÃO DE LCA 
ESTALIDO AUDÍVEL-> LIGAMENTAR 
TRAUMA TORCIONAL-> LIGAMENTAR 
 
LCA-> IMPEDE QUE A TÍBIA SE ANTERIORIZA AO FÊMUR 
+ ESTABILIDADE LATERAL E MEDIAL (IMPEDE ROTAÇÃO INTERNA) 
 
 10) Paciente de 22 anos sofre entorse de tornozelo durante corrida em terreno irregular. 
Da entrada no pronto socorro deambulando com dificuldade, contudo, é capaz de apoiar o 
membro acometido no solo. Quanto ao caso: 
 A) Não há necessidade de radiografar o tornozelo pois a paciente é capaz de apoiar o 
membro no solo 
 B) De maneira geral, os entorses de tornozelo são melhor conduzidos com o tratamento 
cirúrgico 
 C) Caso haja necessidade de ser solicitado exame radiográfico para o tornozelo, a melhor 
série a ser requisitada é anteroposterior, perfil e anteroposterior do tornozelo com rotação 
interna 
D) Os entorses de tornozelo são causa frequente de fraturas complexas bimaleolares e o 
tratamento cirúrgico é comum 
 E) Ressonância magnética é o padrão ouro nestes casos e deve ser sempre solicitada 
 
RADIOGRAFIA DE TORNOZELO TEMOS REGRA DE OTTAWA 
 
 
1) Procurar sensibilidade à palpação no bordo posterior do maléolo lateral e medial: 
começar distalmente e deslocar-se seis centímetros para cima. 
2) Em seguida, palpar para detectar dor ou sensibilidade sobre o osso navicular e o quinto 
metatarso. 
3) Para o último critério, pedir aos pacientes que andem quatro passos consecutivos. Não 
importa como o doente está a andar, mais vale que esteja a coxear. 
 
Se o doente referir dor nos passos 1 ou 2 e não for capaz de andar 4 passos consecutivos, 
os OARs são classificados como positivos. 
 
 
Tenha em atenção que isto não significa que haja uma grande probabilidade de fratura 
(ainda abaixo de 1 em 3 devido à baixa sensibilidade), mas não podemos excluir com 
segurança uma fratura. 
incidência mortise (ou "AP com rotação interna do pé em ~15–20°"). 
Ao rodar o pé 15–20° internamente, alinhamos o eixo do maléolo lateral com o maléolo 
medial → isso “abre” o espaço da articulação (o espaço claro tibio-talar ou mortise). 
Permite visualizar todo o espaço articular de forma uniforme (medial, superior e 
lateral). 
 
Ajuda a avaliar: 
Alargamento do espaço medial → sugere lesão do ligamento deltóide (instabilidade). 
Lesão da sindesmose (quando o espaço tibiofibular está aumentado). 
Pequenas fraturas da margem do maléolo lateral/medial que poderiam passar 
despercebidas na AP. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
20) O teste do impacto fêmoro-acetabular anterior consiste em: 
A) Flexão / Adução / Rotação Interna 
 B) Flexão / Abdução / Rotação Externa 
C) Extensão / Abdução / Rotação Externa 
 D) Extensão / Adução / Rotação Interna 
 
 
FABER (Flexion, Abduction, External Rotation) usado para avaliar sacroilíaca e quadril. 
 
LITERALMENTE TU ABRE AS SACROILIACAS 
 
 
 
FADIR: 
Flexion 
ADduction 
IR = Internal Rotation 
CLARAMENTE TU GERA IMPACTO 
impacto femoroacetabular (FAI), 
 
 
 
 
 
 
 
. Avaliação inicial 
ABCDE (se trauma maior → politrauma). 
 
Avaliação local do membro: 
 
○ Inspeção: deformidade, edema, hematoma. 
 
○ Palpação: dor localizada (rádio distal + tabaqueira anatômica). 
 
○ ADM: limitada. 
 
○ Exame neurovascular distal: pulsos radiais/ulnares, perfusão, sensibilidade 
e motricidade da mão/dedos. 
 
 
 
 
 
 
Quadro clínico resumido 
 
Sexo feminino, 27 anos 
 
Mecanismo: queda sobre mão estendida → trauma típico de punho. 
 
Clínica: dor, deformidade, hematoma, limitação de ADM, dor em tabaqueira anatômica 
(sugere risco de fratura de escafoide). 
 
RX: fratura de rádio distal, traço único, extra-articular, sem afundamento, sem envolvimento 
da ulna. 
 
1) Exames complementares 
 
Radiografias em AP e perfil do punho → já realizadas. 
 
Como há dor em tabaqueira anatômica, mesmo sem fratura visível do escafoide: 
 
Considerar incidência específica para escafoide (4 incidências: AP, perfil, AP em desvio 
ulnar, oblíqua). 
 
Se dúvida persistir → TC ou RM (RM é mais sensível para fratura oculta de escafoide). 
 
2) Classificação da fratura 
 
Fratura do rádio distal, extra-articular, estável (traço único, sem desvio, sem ulna, sem 
articular). 
 Corresponde a uma fratura de Colles não desviada (apesar de não usar o termo clássico, é 
o padrão). 
 
3) Conduta inicial 
Se não desviada e estável: 
 
Imobilização: 
 
Tala gessada braquiopalmar (em posição neutra) ou 
 
Tala gessada sugar-tong para conter supinação/pronação. 
 
Após regressão do edema (7–10 dias), substituir por gesso braquiopalmar fechado por 4–6 
semanas. 
 
Analgésicos + crioterapia. 
 
Elevação do membro para reduzir edema. 
 
Controle radiográfico em 7 dias para avaliar se houve perda de redução. 
 
Se houvesse desvio ou instabilidade (não é o caso aqui): 
 
Redução incruenta (manobra de tração) e imobilização. 
 
Se incongruência articular, cominuição ou instabilidade → indicar fixação cirúrgica (placa 
volar, fio de Kirschner, fixador externo). 
 
 Ponto importante no caso 
 
Dor em tabaqueira anatômica = suspeita de fratura de escafoide. 
Mesmo se RX inicial negativo, deve-se tratar como fratura até exclusão: 
 Imobilizar com talas que incluam polegar (tala gessada tipo "spica de polegar") até 
elucidação diagnóstica com exames. 
 
 
 
 
 
 
 
REANIMAR, ESTABILIZAR (ABCDE) 
PASSAR LENÇOL EM TROCANTERES 
ATB PROFILÁTICO E ANTITETÂNICA 
CX FIXADOR EXTERNO (DAMAGE CONTROL) 
	 
	. Avaliação inicial

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