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1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES INICIAL E CONTINUADA Karla Saraiva NESTE CAPÍTULO VOCÊ IRÁ APRENDER: ● A contextualizar historicamente a formação de professores no Brasil; ● A analisar o processo de formação docente a partir dos marcos legais; ● A reconhecer a importância da formação continuada para o exercício da docência. INTRODUÇÃO Neste capítulo, estudaremos os processos de formação docente no país. Ele se inicia com uma breve contextualização histórica, que permite uma melhor compreensão do cenário atual. A seguir, é discutida a Resolução CNE/CP Nº 2, de 20 de dezembro de 2019, conhecida como BNC- Formação, que dispõe sobre a formação inicial de professores. O capítulo é finalizado tratando da Resolução CNE/CP nº 1, de 27 de outubro de 2020, que vem sendo chamada de BNC-Formação continuada, que trata dos 2 processos de formação continuada de professores na escola e em cursos de extensão, aperfeiçoamento, especialização e pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado). Bons estudos! Formação de professores inicial e continuada – trajetória no Brasil A formação de professores no Brasil iniciou-se com a criação da primeira escola normal, em 1835, no Rio de Janeiro. Durante o Império, foram fundadas, pelo menos, 22 instituições deste tipo, porém com grande heterogeneidade de currículos. A formação variava entre dois e quatro anos e não havia nenhuma regulamentação nacional (PRADO, 2020). Os currículos proporcionavam uma formação precária. As poucas escolas públicas da época, à cargo das Províncias (antigo nome dos Estados), em geral não exigiam esta formação, sendo suficiente a aprovação em exames aplicados aos candidatos ao cargo de professor. Entretanto, nas últimas duas décadas do Império, este quadro começou a se modificar, havendo uma valorização da educação e, por conseguinte, melhorias nos currículos das escolas normais (TANURI, 2000). Em 1889, foi proclamada a república. As escolas normais não sofreram mudanças significativas com a nova forma de governo e continuam em expansão. Na década de 1920, elas são numerosas, com currículos mais consistentes, podendo ter uma duração de até cinco anos. Mas foi apenas https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/570967/1/PRODUTO%20EDUCACIONAL-%20LIVRO%20PARADID%C3%81TICO.pdf https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-24782000000200005 3 no final da década de 1930 que surgiram os primeiros cursos de licenciatura, integrando a formação de professores ao Ensino Superior. Escola Normal Modelo (MG, instituída em 1906). Fonte: Wikipedia A LDBEN de 1971 transformou o curso normal em Habilitação Específica para o Magistério (HEM), uma das opções profissionalizantes, conforme tratamos no Capítulo 1. Ela permitia que professores com HEM lecionassem da 1ª a 4ª série do 1º Grau. Para lecionar da 5ª a 8ª série, seria necessária uma licenciatura curta, que eram cursos com duração de dois anos. Já para lecionar no 2º Grau, era necessária a licenciatura plena, com duração de https://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Normal_Modelo 4 quatro anos. A Educação Infantil só foi regulamentada em 1996, com a 3º LDB, não havendo exigências relativas à formação de professores. Com a supressão do ensino profissionalizante obrigatório, os cursos normais foram reabilitados em 1983. Também na década de 1980, os cursos de Pedagogia ganham força, havendo um crescente número de docentes graduados atuando nos anos iniciais. A LDBEN de 1996 suprimiu a chamada licenciatura curta e estabeleceu em seu art. 62 que a docência em todo Educação Básica exigiria formação em curso de licenciatura, sendo admitida a formação em curso normal de nível médio para atuar nos cinco primeiros anos do Ensino Fundamental e na Educação Infantil. Como já foi mencionado em capítulos anteriores, é esta lei que irá regulamentar pela primeira vez a Educação Infantil no país, tirando-a do lugar da assistência social. Portanto, é somente em 1996 que passa a haver exigência de formação para atuar nesta etapa educacional (TANURI, 2000). A partir da LDBEN, a legislação para formação de professores foi reformulada. Em 2002, foram instituídas as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, que foram reformuladas em 2015. Em 2019, foram publicadas novas orientações para a formação inicial e, em 2020, para a formação continuada, que serão estudadas de modo mais detalhado adiante. Além das diretrizes curriculares para a formação de professores, foram desenvolvidas diretrizes curriculares para os diversos cursos de graduação. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-24782000000200005 http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CP012002.pdf http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CP012002.pdf http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=17719-res-cne-cp-002-03072015&category_slug=julho-2015-pdf&Itemid=30192 5 DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO Até 1996, cada curso de graduação era orientado por uma resolução do CNE, que detalhava minuciosamente os conteúdos e a duração do curso. A partir de então, visando um alinhamento com a nova LDBEN, estas resoluções foram substituídas por outras que estabelecem as diretrizes curriculares dos cursos de graduação. Estas novas normativas já não são pautadas por exaustivas listas de conteúdos, mas pelo desenvolvimento de competências, podendo haver indicações. O detalhamento destas diretrizes varia bastante de curso para curso. Em geral, elas contêm, além das competências que devem ser desenvolvidas pelos egressos, indicações gerais sobre os conteúdos e sobre a estrutura do curso. Em relação a áreas que tenham cursos de bacharelado e licenciatura, ambos serão tratados na mesma resolução. A maioria destas diretrizes foram estabelecidas nos primeiros anos do século XXI, mas as dos cursos de Educação Física foram reformuladas em 2018. A conclusão de um curso de licenciatura concede ao egresso o título de licenciado. As diretrizes curriculares são estabelecidas por meio de resoluções da Câmara de Ensino Superior (CES) do CNE, que remetem aos pareceres deste Conselho, que é onde realmente elas estão detalhadas. Alguns cursos têm suas diretrizes estabelecidas em um parecer conjunto. Cabe notar que em alguns casos podem haver pareceres posteriores com alguma retificação. A documentação legal completa para cada curso de graduação está reunida em uma página do MEC. http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=12991 http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=12991 http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=12991 6 Além das diretrizes específicas de cada curso, existem diretrizes curriculares nacionais para a formação de professores, que sofreram múltiplas transformações desde as primeiras homologadas em 2001. Estas diretrizes são instituídas por resoluções do Conselho Pleno (CP) do CNE, formado pelos membros da Câmara de Educação Básica (CEB) e da Câmara de Ensino Superior (CES). Atualmente, encontram-se em vigor a Resolução CNE/CP Nº 2, de 20 de dezembro de 2019 (BRASIL, 2019), que institui as DCNs para a formação inicial de professores para a Educação Básica e a Base Nacional Comum para a formação inicial de professores da Educação Básica (BNC-Formação), e a Resolução CNE/CP nº 1, de 27 de outubro de 2020 (BRASIL, 2020), que normatiza a formação continuada. Estas duas resoluções substituem a Resolução nº 2, de 1º de julho de 2015, que tratava tanto da formação inicial, quanto da formação continuada. FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES A Resolução CNE/CP Nº 2, de 20 de dezembro de 2019 (BRASIL, 2019), que instituiu as DCNs para a formação inicial de professores para a Educação Básica e a BNC-Formação, reformulouas diretrizes homologadas em 2015 sob a justificativa de que seria necessário um alinhamento com a BNCC. Contudo, analisando ambas as resoluções, é possível perceber que as transformações foram muito mais profundas, ressignificando o processo de formação docente no Ensino Superior. De acordo com artigo de Felipe (2020), publicado pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-2019-pdf/135951-rcp002-19/file http://portal.mec.gov.br/docman/dezembro-2019-pdf/135951-rcp002-19/file https://anped.org.br/news/novas-diretrizes-para-formacao-de-professores-continuidades-atualizacoes-e-confrontos-de 7 em Educação (ANPED), esta regulamentação promove um enfraquecimento da formação e desmantela as regras de 2015, construídas democraticamente, por meio do diálogo como as entidades de classe e pesquisadores, uma vez que foram propostas e votadas por membros do CNE nomeados pelo Governo. Críticas no mesmo sentido estão em outro artigo, de Taffarel (2019), publicado pela Associação Nacional pela Formação de Profissionais da Educação (ANFOPE). De acordo com esta Resolução, a formação de professores deve ser orientada para garantir as aprendizagens essenciais previstas na BNCC. Ela determina que os docentes devem desenvolver dez competências gerais, que estão associadas com as dez competências gerais da BNCC. Também devem desenvolver competências específicas, distribuídas em três dimensões: I - conhecimento profissional; II - prática profissional; e III - engajamento profissional. Em relação ao conhecimento profissional, as competências a serem desenvolvidas referem-se aos objetos de conhecimentos específicos e o modo como ensiná-los; ao conhecimento sobre os estudantes e sobre o modo como aprendem; à capacidade de reconhecer os contextos de vida dos estudantes; e ao conhecimento sobre a organização dos sistemas educacionais. Em relação à dimensão da prática profissional, as competências a serem desenvolvidas estão relacionadas com a capacidade de planejar ações de ensino que produzam uma aprendizagem efetiva; de criar e gerir ambientes de aprendizagem; de avaliar as aprendizagens e o ensino; e de conduzir http://www.anfope.org.br/wp-content/uploads/2019/11/BNCF-Celi-Taffarel-24112019.pdf 8 práticas pedagógicas adequadas aos objetos de conhecimento e às competências e habilidades a serem desenvolvidas. Por fim, a dimensão do engajamento profissional compreende competências relacionadas com o comprometimento com seu desenvolvimento profissional; com a aprendizagem dos estudantes; com o desenvolvimento do projeto pedagógico e com a construção de valores democráticos; e com o engajamento com as famílias e com a comunidade visando melhorar o ambiente escolar. A BNC-Formação destaca que no processo de formação docente a ênfase deve estar na prática. Embora isso apareça em diversas partes da Resolução, isto fica particularmente explícito no art. 7º, inciso VIII, ao colocar que um dos princípios norteadores deve ser a “centralidade da prática por meio de estágios que enfoquem o planejamento, a regência e a avaliação de aula”. Este é um dos pontos criticados por pesquisadores e entidades de classe, pois a Resolução não destaca a importância de uma formação teórica voltada para um exercício profissional crítico. Em relação à estrutura dos cursos de licenciatura, detalhada no Capítulo IV, a BNC-Formação determina que tenham uma carga horária mínima de 3200 horas, assim divididas: 9 Grupo I 800 horas Formação Pedagógica Grupo II 1600 horas Conteúdos específicos do curso (BNCC) Grupo III 800 horas Prática 400 horas: estágios em escolas 400 horas: práticas no curso Segundo o documento, a formação pedagógica deve abranger estudos sobre o currículo e seus marcos legais; sobre didática; sobre práticas de ensino específicas para os conteúdos; sobre gestão escolar; sobre Educação Especial; sobre avaliações externas; sobre cultura escolar; sobre fundamentos históricos, sociológicos e filosóficos da educação; sobre as teorias de desenvolvimento e aprendizagem; sobre o sistema educacional brasileiro; sobre os contextos socioculturais dos estudantes. Em relação ao Grupo II, haveria três tipos de curso: I - formação de professores multidisciplinares da Educação Infantil; II - formação de professores multidisciplinares dos anos iniciais do Ensino Fundamental; e III - formação de professores dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Referente ao Grupo III, a BNC-Formação traz que “a prática deve estar presente em todo o percurso formativo do licenciando, com a participação de toda a equipe docente da instituição formadora”. Quanto aos estágios, estes devem ser realizados, preferencialmente em escolas e instituições públicas. 10 A Resolução trata, ainda, da formação para atividades de administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional para a Educação Básica em seu Capítulo VII, que poderá se dar por meio de um acréscimo de 400 horas nos cursos de Pedagogia ou por meio de cursos de pós-graduação. Para exercer estas funções é necessário, além de formação, experiência docente. Após a homologação das normas para a formação inicial de professores, foram instituídas, em 2020, normas para a formação continuada. FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA As diretrizes curriculares para formação de professores de 2015 tratavam tanto da formação inicial, quanto da formação continuada de modo integrado. As normas vigentes atualmente separaram estas etapas formativas. Em 2020, por meio da Resolução CNE/CP nº 1, de 27 de outubro (BRASIL, 2020), foram estabelecidas as diretrizes curriculares e a base nacional comum para formação de professores da Educação Básica (BNC- Formação Continuada). Esta resolução assume que a formação continuada é componente essencial para a atuação profissional dos docentes. Em seu art. 6º, aponta as instituições de ensino da Educação Básica como o contexto a ser privilegiado neste processo, fortalecendo a articulação entre ensino e pesquisa. Já no art. 7º, destaca a importância de um processo formativo continuado, alertando para a pouca eficácia de formações curtas. Neste sentido, existe uma orientação de que as escolas e os sistemas de ensino http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=136731-rcp002-15-1&category_slug=dezembro-2019-pdf&Itemid=30192 http://portal.mec.gov.br/docman/outubro-2020-pdf/164841-rcp001-20/file#:~:text=CONSELHO%20PLENO-,RESOLU%C3%87%C3%83O%20CNE%2FCP%20N%C2%BA%201%2C%20DE%2027%20DE%20OUTUBRO%20DE,(BNC%2DForma%C3%A7%C3%A3o%20Continuada). 11 proporcionem condições para o desenvolvimento contínuo dos professores em serviço, estimulando sua atualização e o desenvolvimento de pesquisas com potencial de aprimorar a ação docente. O capítulo III da BNC-Formação Continuada está voltado especificamente para a discussão dos cursos de formação continuada. Em seu art. 9º, estão apresenta as modalidades de cursos, assim distribuídas: I – Cursos de atualização, com um mínimo de 40h; II – Cursos de extensão, com carga horária determinada em função do projeto, tendo pro propósito o aprofundamento de um determinado tema; III – Cursos de aperfeiçoamento, com um mínimo de 180h; IV - Cursos de pós-graduação lato sensu, que são os cursos de especialização (incluindo os MBAs), com um mínimo de 360h; V - Cursos de pós-graduação stricto sensu, que se dividem em dois níveis: mestrado e doutorado. Os cursos de atualização e aperfeiçoamento diferem entre si basicamente pela carga horária. Eles visam atualizar e aprimorar as competências profissionais em um campo específico, porém não têm uma regulamentação mais detalhada. Podem ser ministrados por qualquer entidade, não necessitando cadastramento junto ao MEC. Sua ocorrência é eventual,não havendo necessariamente uma regularidade de oferta. Não existe obrigatoriedade de avaliação da aprendizagem. Os cursos de extensão geralmente são ministrados por universidades e também têm caráter eventual. Eles diferem dos cursos anteriores por terem foco em temas específicos, sendo, em geral, ligados a um projeto mais 12 amplo para disseminar conhecimento naquela temática. Estas três modalidades podem ser ministradas presencialmente ou a distância. Já os chamados cursos de pós-graduação dividem-se em lato e stricto sensu. Os cursos lato sensu são as especializações, sendo regulamentados pela Resolução nº 1, de 6 de abril de 2018 (BRASIL, 2018). Eles não precisam ser autorizados pelo MEC, mas só podem ser ministrados por instituições credenciadas: instituições de ensino superior, instituições de pesquisa reconhecidas e instituições de reconhecida qualidade na formação profissional. Pelo menos, 30% do corpo docente deverá ter título de mestre ou doutor; sua carga horária será de, no mínimo, 360 horas; e devem prever avaliação da aprendizagem dos alunos. Assim como nos casos anteriores, não existe uma necessária regularidade de oferta. Os que concluem uma especialização, recebem um certificado. Cabe destacar que certificados não concedem titulação, apenas diplomas. Portanto, em termos legais, não existe o título de especialista. Os cursos stricto sensu possuem uma regulamentação bem mais complexa, baseada em um maior número de regras emitidas principalmente pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Os cursos de mestrado podem ser acadêmicos, com maior ênfase na formação para pesquisa, ou profissional, com maior articulação com o mercado de trabalho. A conclusão de qualquer uma destas modalidades habilita a dar continuidade no doutorado. A duração destes cursos não é em termos de carga horária, mas de extensão temporal: os cursos de mestrado têm duração de dois anos e os http://portal.mec.gov.br/docman/abril-2018-pdf/85591-rces001-18/file 13 de doutorado, de quatro. Estes cursos estão vinculados a um Programa de Pós-Graduação (PPG), composto por linhas de pesquisa que articulam os professores-pesquisadores que constituem o corpo docente, uma vez que cursos stricto sensu são indissociáveis da pesquisa. Todos docentes dos PPGs devem ter título de doutor e ainda cumprir exigências relacionadas com a pesquisa. Os cursos de mestrado e doutorado exigem que se cursem disciplinas e que se realize uma pesquisa que resultará em uma dissertação (no caso do mestrado) ou em uma tese (no caso do doutorado). Estes trabalhos são desenvolvidos sob a supervisão de um orientador. Os concluintes de cursos stricto sensu recebem um diploma, o que lhes concede o título de mestres ou doutores. A Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) mantém uma variada oferta de cursos de pós-graduação lato sensu na modalidade presencial em seus campi. Na modalidade a distância, oferece diversos cursos de extensão, muitos deles gratuitos (veja a oferta dos cursos de extensão), e cursos de especialização (veja a oferta de especializações). A ULBRA também mantém cursos de mestrado e doutorado presenciais no campus Canoas, entre eles os cursos do PPG em Educação e do PPG em Ensino de Ciências e Matemática (veja a oferta completa aqui). https://www.ulbra.br/canoas/extensao/cursos https://www.ulbra.br/canoas/pos-graduacao/especializacao/ead https://www.ulbra.br/canoas/pos-graduacao/presencial/ppgedu https://www.ulbra.br/canoas/pos-graduacao/presencial/ppgecim https://www.ulbra.br/canoas/pos-graduacao/presencial/ppgecim https://www.ulbra.br/canoas/pos-graduacao/mestrado-doutorado 14 REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CP nº 1, de 27 de outubro de 2020. Disponível em: . Acesso em: 18 jan. 2020. BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CP nº 2, de 20 de dezembro de 2019. Disponível em: . Acesso em: 18 jan. 2020. BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CS nº 1, de 6 de abril de 2018. Disponível em: . Acesso em: 18 jan. 2020. FELIPE, Eliana. Novas Diretrizes para a Formação de Professores: continuidades, atualizações e confrontos de projetos. ANPED, 29 jul. 2020. Disponível em: . Acesso em: 18 jan. 2020. PRADO, Douglas. Escolas normais no Brasil no período imperial (1835- 1889). Curitiba: Instituto Federal do Paraná, 2020. Disponível em: . Acesso em: 18 jan. 2020. TAFFAREL, Celi. Base Nacional Comum para Formação de Professores da Educação Básica (BNC-Formação): Ocultar, silenciar, inverter para o capital dominar. ANFOPE, 27 nov. 2020. Disponível em: . Acesso em: 18 jan. 2020. https://tinyurl.com/y2n6zhdl https://tinyurl.com/yb6dtyhj https://tinyurl.com/yyapfax7 https://tinyurl.com/yxn26snz https://tinyurl.com/y447hhxj https://tinyurl.com/y4hvuwnr 15 TANURI, Leonor. História da formação de professores. Revista Brasileira de Educação, n. 14, p. 61-88, ago. 2000. Disponível em: . Acesso em: 18 jan. 2020. https://tinyurl.com/y28lm2ev