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Avaliação III - Desafio Profissional - Individual

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Prova Impressa
GABARITO | Avaliação III - Desafio Profissional - Individual
(Cod.:1600989)
Peso da Avaliação 3,00
Prova 114965153
Qtd. de Questões 1
Nota 10,00
DESAFIO PROFISSIONAL DE FISIOPATOLOGIA E DIETOTERAPIA NAS DOENÇAS 
CRÔNICAS E SISTÊMICAS 
 
Esta é a descrição do seu Desafio Profissional. Para que você possa desenvolver sua atividade e 
chegar à conclusão desta avaliação, é preciso baixar e salvar o Template Padrão Único em Word, que 
está disponível no link ao final desta descrição. Para baixá-lo, clique em Arquivo > Criar uma cópia > 
Baixar uma cópia. Você só conseguirá editar o template depois de salvá-lo. 
 
Vamos adiante! Leia com atenção. 
 
Seja bem-vindo ao Desafio Profissional da Disciplina Fisiopatologia e Dietoterapia nas Doenças 
Crônicas e Sistêmicas. Aqui, você assume o papel de profissional responsável por analisar a situação, 
tomar decisões e propor soluções. É o momento de aplicar seus conhecimentos de forma prática e 
mostrar como lidaria com um desafio real. 
 
ETAPA 1 - Apresentação do Desafio Profissional. 
Você é nutricionista em uma clínica multiprofissional que realiza atendimentos ambulatoriais de 
pacientes com doenças crônicas não transmissíveis. 
Recebe para avaliação S.M.P, 45 anos, sexo feminino, professora do Ensino Fundamental, casada, que 
relata ganho de peso progressivo nos últimos anos, rotina de trabalho sedentária, azia e regurgitação 
após refeições e dificuldade de controle da glicemia. 
Refere longos períodos de jejum durante o dia e refeições volumosas à noite, geralmente 
acompanhadas de refrigerantes ou sucos artificiais. Dorme logo após o jantar e relata sono agitado. 
Histórico: 
- Diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2 há quatro anos, em uso regular de metformina.
- Diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) confirmado por endoscopia há oito 
meses. 
- Relata tentativas frustradas de emagrecimento.
- Nega tabagismo; consumo social de vinho e café. 
 
Medicações em uso: Metformina 850 mg 2x/dia; Omeprazol 20 mg/dia. 
 
Dados antropométricos e sinais vitais: 
- Altura: 1,62 m. 
- Peso atual: 86 kg. 
- Circunferência da cintura: 98 cm. 
- Circunferência do quadril (CQ): 110 cm. 
- Circunferência do pescoço (CP): 37 cm. 
- Pressão arterial: 132/86 mmHg. 
 
Exames laboratoriais recentes: 
- Glicemia em jejum: 148 mg/dL. 
- Hemoglobina glicada (HbA1c): 7,6%. 
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1
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- Colesterol total: 210 mg/dL . 
- LDL: 132 mg/dL. 
- HDL: 42 mg/dL. 
- Triglicerídeos: 180 mg/dL. 
 
Seu desafio é: 
- Elaborar o diagnóstico nutricional, com base nos dados apresentados. 
- Estabelecer, no mínimo, cinco metas e objetivos do acompanhamento nutricional. 
- Calcular a estimativa das necessidades energéticas. 
- Propor a distribuição de macro e micronutrientes do plano alimentar. 
- Indicar estratégias de fracionamento da dieta, métodos de cocção e alimentos que devem ser 
evitados. 
- Sugerir orientações gerais de estilo de vida. 
 
ETAPA 2 - Materiais de referência (ambientação) para o Desafio Profissional 
Tema de aprendizagem 1 – Obesidade e Cirurgia Bariátrica 
Tema de aprendizagem 5 – Diabetes Melito Tipo 2 
Tema de aprendizagem 7 – Doenças do Trato Gastrointestinal Superior 
https://abeso.org.br/wp-content/uploads/2022/11/posicionamento_2022-alterado-nov-22-1.pdf 
https://abeso.org.br/wp-content/uploads/2019/12/Diretrizes-Download-Diretrizes-Brasileiras-de-
Obesidade-2016.pdf 
https://diretriz.diabetes.org.br/terapia-nutricional-no-pre-diabetes-e-no-diabetes-mellitus-tipo-2/?
generate_pdf=8968 
 
ETAPA 3 - Levantamento de conceitos teóricos (preencher no Template Padrão Único). 
 
ETAPA 4 - Aplicação dos conceitos teóricos ao Desafio Profissional (preencher no Template 
Padrão Único). 
 
ETAPA 5 – ETAPA AVALIATIVA - Redação do produto - Memorial Analítico - (preencher no 
Template Padrão Único e, após a finalização, copiar e colar no campo de resposta a seguir). 
Chegou a hora de transformar todo o seu percurso investigativo em um texto claro, bem estruturado e 
objetivo. Você deverá desenvolver um Memorial Analítico. Este será o produto final do Desafio 
Profissional, que será avaliado com nota de zero a dez e terá peso três na média final da disciplina 
Fisiopatologia e Dietoterapia nas Doenças Crônicas e Sistêmicas. 
 
Lembre-se: para baixar o Template Padrão Único do Desafio Profissional, clique no link a seguir e 
siga o passo a passo: clique em Arquivo > Criar uma cópia > Baixar uma cópia. Você só conseguirá 
editar o template depois de salvá-lo. 
Bons estudos! 
SELL, I. M.; MEURER, M. C. Fisiopatologia e Dietoterapia nas Doenças Crônicas não 
Transmissíveis. Florianópolis: Arqué, 2025.
LINK DO TEMPLATE PADRÃO UNICO
Resposta esperada
GABARITO DE REFERÊNCIA DE CORREÇÃO 
 
Resumo do que você descobriu (1 parágrafo) - – vale 1 ponto 
O estudante deve apresentar, em até um parágrafo, uma síntese integrada do caso clínico
analisado e das principais conclusões alcançadas. 
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https://www.uniasselvi.com.br/extranet/o-2.0/download/arqu_download.php?link=549786
Espera-se que destaque que a paciente adulta apresenta obesidade grau I associada a diabetes
mellitus tipo 2 mal controlada, dislipidemia e doença do refluxo gastroesofágico, em um
contexto de hábitos alimentares inadequados, sedentarismo e padrão de consumo que favorece
hiperglicemia, inflamação crônica de baixo grau e agravamento dos sintomas gastroesofágicos.
Deve ficar claro que a análise conjunta dos dados antropométricos, laboratoriais e alimentares
fundamenta a necessidade de intervenção nutricional estruturada, com foco em perda ponderal
gradual, controle glicêmico e melhora dos sintomas de refluxo, baseada em diretrizes científicas
nacionais. 
 
Contextualização do desafio (1 parágrafo): Quem? Onde? Qual a situação? - vale 0,5
ponto 
O estudante deve contextualizar adequadamente o desafio, identificando quem é a paciente, onde
ocorre o atendimento e qual é a situação clínica apresentada. 
Espera-se que mencione que se trata de uma mulher adulta, professora, atendida em uma clínica
multiprofissional ambulatorial, portadora de doenças crônicas não transmissíveis (DM2,
obesidade e DRGE), com queixas gastrointestinais, dificuldade de controle glicêmico e histórico
de tentativas frustradas de emagrecimento, inserida em uma rotina de trabalho sedentária e
hábitos alimentares desorganizados. 
 
Análise (1 parágrafo): use de 2 a 3 conceitos da disciplina, mostrando como eles explicam a
situação. Dê exemplos diretos e contextualizados -– vale 2 pontos 
Nesta etapa, espera-se que o estudante utilize de dois a três conceitos centrais da disciplina para
explicar a situação clínica apresentada, de forma aplicada e contextualizada. 
Deve relacionar a fisiopatologia da obesidade com resistência à insulina, inflamação crônica e
dislipidemia, explicando sua associação com o diabetes tipo 2. Também deve abordar os
mecanismos fisiopatológicos da DRGE, como aumento da pressão intra-abdominal, relaxamento
do esfíncter esofágico inferior e influência negativa de refeições volumosas, noturnas e ricas em
gordura e açúcares simples. Espera-se ainda que o aluno exemplifique como o padrão alimentar
descrito (jejum prolongado, consumo de ultraprocessados e bebidas açucaradas) contribui para o
descontrole glicêmico e o agravamento dos sintomas gastroesofágicos. 
 
Propostas de solução (até 2 parágrafos): o que você recomenda? Por quê? Qual teoria apoia
sua ideia? – vale 3 pontos 
O estudante deve apresentar, em até dois parágrafos, propostas de conduta nutricional coerentes
com o diagnóstico, justificando-as com base teórica. 
Espera-se que recomende uma dieta hipocalórica moderada, com estimativa energética entre 20–
25 kcal/kg/dia, distribuição equilibrada de macronutrientes, priorizando carboidratos complexos
e de baixo índice glicêmico, proteínasadequadas para preservação da massa magra e lipídios de
boa qualidade. Deve propor fracionamento alimentar em 5–6 refeições, métodos de cocção
saudáveis e exclusão de alimentos que agravam a DRGE. Também deve indicar orientações de
estilo de vida, como evitar deitar após as refeições, estimular atividade física regular e melhorar a
higiene do sono, fundamentando as propostas em diretrizes nacionais para obesidade, diabetes
tipo 2 e doenças do trato gastrointestinal superior. 
 
Conclusão reflexiva (até 2 parágrafos): O que você aprendeu com essa experiência? – vale 2
pontos 
Na conclusão, espera-se que o estudante apresente uma reflexão crítica sobre a experiência,
demonstrando aprendizado. 
O aluno deve reconhecer a importância da avaliação nutricional integrada, do raciocínio clínico
baseado em fisiopatologia e da individualização da conduta dietoterápica em pacientes com
múltiplas doenças crônicas. Espera-se que reflita sobre o papel do nutricionista no cuidado
longitudinal, na educação alimentar e na promoção de mudanças sustentáveis de estilo de vida,
destacando a relevância da prática baseada em evidências científicas. 
 
Referências (somente o que você realmente usou, incluindo o livro) – vale 0,5 ponto 
O estudante deve indicar somente as referências efetivamente utilizadas na construção do
memorial analítico. 
Neste desafio, espera-se a utilização de: 
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Livro da disciplina: Fisiopatologia e Dietoterapia nas Doenças Crônicas Não Transmissíveis 
Diretrizes Brasileiras de Obesidade – ABESO (2016) 
Posicionamento da ABESO sobre o tratamento nutricional do sobrepeso e da obesidade (2022) 
Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes (2025): Terapia nutricional no DM2 
Autoavaliação (1 parágrafo): o que você percebeu sobre seu próprio processo de estudo? 
O estudante deverá descrever sua percepção sobre o próprio processo de aprendizagem ao longo
do desafio. 
Todo o conteúdo apresentado nesta etapa deve ser considerado correto. O aluno poderá relatar
uma experiência positiva, negativa ou neutra, refletindo sobre dificuldades, facilidades,
aprendizado adquirido ou conhecimentos previamente dominados. Espera-se que demonstre
autopercepção crítica, ainda que breve, sobre seu envolvimento com a atividade. 
 
Assim, a resposta esperada é: 
A análise do caso evidencia que a paciente apresenta obesidade grau I associada a diabetes
mellitus tipo 2 com controle glicêmico inadequado, dislipidemia e doença do refluxo
gastroesofágico, em um contexto marcado por hábitos alimentares inadequados e estilo de vida
sedentário. A avaliação integrada dos dados antropométricos, laboratoriais e do consumo
alimentar demonstra risco metabólico e cardiovascular aumentado, além de comportamentos
alimentares que contribuem tanto para o descontrole glicêmico quanto para a intensificação dos
sintomas gastroesofágicos. Dessa forma, torna-se necessária uma intervenção nutricional
estruturada, individualizada e baseada em evidências científicas, com foco na perda ponderal
gradual, melhora do perfil metabólico e controle da DRGE. 
O desafio refere-se ao atendimento nutricional de uma mulher adulta, professora do ensino
fundamental, acompanhada em uma clínica multiprofissional ambulatorial voltada ao cuidado de
pacientes com doenças crônicas não transmissíveis. A paciente relata ganho de peso progressivo
ao longo dos anos, rotina de trabalho sedentária, longos períodos de jejum durante o dia e
consumo de refeições volumosas no período noturno, frequentemente acompanhadas de bebidas
açucaradas. Possui diagnóstico prévio de diabetes mellitus tipo 2, em uso de metformina, e de
doença do refluxo gastroesofágico confirmada por endoscopia, além de histórico de tentativas
frustradas de emagrecimento, o que exige do nutricionista análise crítica e tomada de decisão
fundamentada em conhecimentos de fisiopatologia e dietoterapia. 
Do ponto de vista fisiopatológico, a obesidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento
de resistência à insulina, inflamação crônica de baixo grau e alterações no metabolismo lipídico,
fatores que contribuem para a hiperglicemia persistente observada na paciente e para o
agravamento do diabetes tipo 2. O acúmulo de gordura visceral, evidenciado pelo índice de
massa corporal e pelas medidas de circunferências corporais, intensifica o risco
cardiometabólico. Paralelamente, a doença do refluxo gastroesofágico pode ser explicada pelo
aumento da pressão intra-abdominal decorrente do excesso de peso, associado ao relaxamento do
esfíncter esofágico inferior. Esse quadro é agravado por hábitos alimentares inadequados, como
refeições volumosas, ricas em gordura e realizadas no período noturno. Além disso, o consumo
frequente de açúcares simples, bebidas açucaradas e a prática de longos períodos de jejum
favorecem picos glicêmicos, maior lipogênese e piora dos sintomas gastroesofágicos. 
A proposta de intervenção nutricional deve priorizar uma dieta hipocalórica moderada, com valor
energético estimado entre 20 e 25 kcal por quilograma de peso corporal ao dia, visando uma
perda ponderal gradual de 5 a 10% do peso em médio prazo. A distribuição de macronutrientes
deve favorecer carboidratos complexos e de baixo índice glicêmico, proteínas em quantidade
adequada para preservação da massa magra e lipídios predominantemente insaturados. O
fracionamento da dieta em cinco a seis refeições diárias é fundamental para evitar longos
períodos de jejum, melhorar o controle glicêmico e reduzir episódios de refluxo gastroesofágico.
Devem ser priorizados métodos de cocção como cozimento, preparo no vapor, grelhados ou
assados, com restrição de frituras, alimentos ultraprocessados, bebidas gaseificadas, chocolate,
café em excesso e condimentos irritantes. Orientações de estilo de vida, como evitar deitar-se nas
duas a três horas após as refeições, elevar a cabeceira da cama, manter hidratação adequada e
incentivar a prática regular de atividade física, são essenciais para o sucesso do tratamento e
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estão alinhadas às diretrizes nacionais para obesidade, diabetes mellitus tipo 2 e doenças do trato
gastrointestinal superior. 
A realização deste desafio possibilitou compreender a importância da avaliação nutricional
integrada e do raciocínio clínico fundamentado na fisiopatologia das doenças crônicas. Ficou
evidente que a atuação do nutricionista vai além da prescrição de um plano alimentar, exigindo
compreensão do contexto de vida, dos hábitos alimentares e das comorbidades do paciente. A
experiência reforçou a relevância da prática baseada em evidências científicas, da
individualização das condutas dietoterápicas e do acompanhamento contínuo, destacando o papel
do nutricionista na promoção da saúde, prevenção de complicações e melhoria da qualidade de
vida em pacientes com doenças crônicas. 
As referências utilizadas para fundamentar a análise incluem o livro da disciplina Fisiopatologia
e Dietoterapia nas Doenças Crônicas Não Transmissíveis, as Diretrizes Brasileiras de Obesidade
da ABESO, o Posicionamento da ABESO sobre o tratamento nutricional do sobrepeso e da
obesidade e a Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes sobre terapia nutricional no diabetes
mellitus tipo 2. 
Ao longo do desenvolvimento do desafio, foi possível refletir sobre o próprio processo de
aprendizagem, reconhecendo avanços na compreensão da relação entre fisiopatologia e
dietoterapia. A atividade contribuiu para consolidar conhecimentos teóricos e aplicá-los a um
caso clínico, favorecendo o desenvolvimento do raciocínio crítico e da autonomia no estudo,
ainda que alguns aspectos tenham exigido maior aprofundamento e revisão dos conteúdos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Minha resposta
Diante do caso apresentado e com as informações fornecidas, é constatado que além Diabetes
Tipo 2 descompensada mesmo com uso de medicação regularmente, a paciente apresenta
diagnóstico de Obesidade Grau I, IMCde 32,7. Essa condição está diretamente ligada ao
desenvolvimento de resistência à insulina, além de alterações o metabolismo lipídico e
inflamação crônica de baixo grau, que contribuem para a hiperglicemia persistente observada na
paciente e para o agravamento do diabetes tipo 2. A doença do refluxo gastroesofágico também
pode ser explicada pelo excesso de peso, já que peso extra no abdômen exerce pressão direta
sobre o estômago, facilitando a subida do ácido, o que leva as ocorrências de regurgitação e azia
relatada pela paciente. As doenças gastrointestinais são associadas também aos maus hábitos
alimentares, como consumo exagerado de açúcar, produtos ultraprocessados, alimentos
gordurosos, refeições volumosas antes de deitar. É importante também alertar que de acordo com
medidas de circunferência, massa corporal da paciente e aumento da gordura visceral podem
resultar em problemas cardíacos. A paciente, mulher adulta, 45 anos, professora, acompanhada
em clínica ambulatorial multiprofissional para manejo de doenças crônicas não transmissíveis.
Relata ganho de peso progressivo nos últimos anos, rotina sedentária, longos períodos de jejum
durante o dia e maior concentração do consumo alimentar no período noturno, frequentemente
associado à ingestão de bebidas açucaradas. Dessa forma, entendendo os riscos de agravamento
do quadro e fatores já existentes, propõe para essa paciente a seguinte intervenção: • Dieta
hipocalórica moderada, importante retirar, refrigerantes, alimentos ultraprocessados, bebidas
gaseificadas, café em excesso, chocolate, priorizando o consumo de produtos in natura; • Ajustar
a distribuição de macronutrientes para contemplar carboidratos de baixo índice glicêmico,
proteínas em quantidade suficiente para preservação da massa magra e lipídios
predominantemente insaturados, com adequado aporte de fibras alimentares; • Restringir no
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preparo de alimentos frituras, priorizando as técnicas de cozimento a vapor, grelhados e assados.
• Incluir atividade física regulamente, entendendo que além o sedentarismo como fator agravante
para várias doenças metabólica, já que é comprovado que prática regular de atividade física,
melhorar a qualidade do sono, melhora o desenvolvimento cognitivo, contribui para o melhor
ritmo cardíaco e é fundamental no processo de emagrecimento e redução de medidas. • Melhorar
o consumo de água – adotando monitoramento e lembrete no celular para estimular o consumo.
Este desafio foi muito satisfatório e importante para concluir este desafio para entender como
deve ser atuação do nutricionista diante de um caso, que é preciso entender as necessidades,
rotina de cada paciente, estudar os resultados dos exames para realizar a aplicação de um plano
alimentar eficiente, que gere resultados. A prática clínica exige bastante dedicação, conhecimento
e um olhar atento e individualizado para cada paciente. REFERÊNCIAS: Fisiopatologia e
Dietoterapia nas Doenças Crônicas não Transmissíveis / Isabela Maria Sell, Mariane Caroline
Meurer;organizador: Isabela Maria Sell. - Florianópolis, SC: Arqué, 2025.
desafio.pdfClique para baixar sua resposta
Retorno da correção
Prezada(o) acadêmica(o),
A atividade apresenta um desempenho satisfatório, demonstrando bom domínio dos conteúdos
avaliados.
Reforçamos a importância de manter atenção às orientações e seguir as diretrizes para a
adequada entrega da atividade e continuidade do seu bom desempenho ao longo da jornada
acadêmica.
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