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Neoplasias Profa. Dra. Andressa Letícia Lopes da Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS – CCM PROCESSOS PATOLÓGICOS GERAIS Epidemiologia Até 2035 24 milhões de novos casos no mundo; 14,6 milhões de óbitos; Fatores genéticos e ambientais; Aumento em 70% no número de casos nas próximas 2 décadas; Segunda principal causa de morte no mundo; (OMS, 2024) Epidemiologia No Brasil 704 mil novos casos entre 2023-2025; Homem = 30% câncer de próstata; Mulher = 30,1% câncer de mama; Nordeste Mulher = 28,1% câncer de mama; Homem = 38,1% câncer de próstata; (INCA, 2024) https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/3700/2681 História Karkinos O que é? Lesões com proliferação celular anormal, descontrolada e autônoma, com perda ou redução da diferenciação celular - Mutações; - Crescimento autônomo; - Proliferação anormal; - Perda da diferenciação celular; - São clones; (Bogliolo, 2016) Processo Microevolutivo Mutações 6 Podem ser causadas por agentes químicos, físicos como radiação e biológicos como vírus Celulas normais se dividem entre 50 e 60 vezes Celulas tumorais são imortais 6 Classificação Comportamento clínico; Aspecto histopatológico; Origem (célula e tecido); Célula normal X Célula neoplásica (ALBERTS, 2017) Progressão Progressão tumoral - acúmulo gradual de mutações em um número de genes diferentes; População inicial de células anormais descendentes de uma única célula mutada evolui através da seleção natural; 9 (ALBERTS, 2017) Progressão Mais mutações ou mudanças epigenéticas progressão no ambiente; Baixos níveis de oxigênio, escassez de nutrientes, barreiras naturais; A medida que o tumor cresce, a progressão acelera através de clones dominantes; Diversos clones celulares geneticamente diferentes; Coexistem na mesma massa tumoral Migrar – processo independente de metástase (Bogliolo, 2016) 10 Tipos BENIGNA - Tumores localizados; - Células bem diferenciadas; - Figuras celulares atípicas discretas; - Proliferação baixa; - Crescimento lento; - Envoltos por cápsula; MALIGNA - Podem disseminar e infiltrar; - Variados graus de diferenciação - Figuras mitóticas; - Alta proliferação; - Sem cápsula; Tipos 12 Neoplasia benigna Células bem diferenciadas; Atipias celulares e arquiteturais discretas; Baixo índice mitótico; Sem infiltração; Crescimento expansivo – compressão; Cápsula fibrosa; Nomenclatura Benignos Nomenclatura Mesenquimais Tipo celular + OMA Epiteliais com padrão glandular Adenoma https://anatpat.unicamp.br/lamneo5.html tecido glandular e tecido conjuntivo. A histologia do fibroadenoma mostra um padrão de células epiteliais e estromais, comumente apresentando um padrão de empuxo e puxão. O estroma pode mostrar hiperplasia, mas as células epiteliais são uniformes e não apresentam atipia. 14 Leiomioma uterino https://anatpat.unicamp.br/lamneo4.html Neoplasias malignas Células indiferenciadas – anaplasia; Atipias celulares e arquiteturais; Alto índice mitótico – crescimento rápido; Figuras de mitose atípicas; Pleomorfismo; Perda de adesão por contato; Infiltrativo; Sem cápsula; Recidiva; Nomenclatura Malignos Nomenclatura Epitélio de Revestimento Carcinoma Epitélio Glandular Adenocarcinoma Hematopoiéticos Linfomas e Leucemias Não-hematopoiéticos / Mesenquimal Sarcoma Características de células embrionárias Blastoma Carcinoma Broncogênico Epidermóide https://anatpat.unicamp.br/lamneo12.html Leiomiossarcoma de útero http://anatpat.unicamp.br/lamneo20.html Teratoma Oriundos dos 3 folhetos embrionários (multipotentes); Origem em gônadas; Teratoma maduro (cisto dermóide) da pineal https://anatpat.unicamp.br/rpgteratomapineal1b.html Teratoma maduro (cisto dermóide) da pineal 19 Composição celular O estroma fornece uma estrutura para o tumor. Ele é composto de tecido conectivo normal contendo fibroblastos e leucócitos inflamatórios, assim como células endoteliais que formam vasos sanguíneos e linfáticos associadas a pericitos e células musculares lisas 20 Microambiente tumoral Estroma - Fibroblastos, leucócitos inflamatórios, células endoteliais, vasos sanguíneos e linfáticos, células musculares lisas; Tumor - Secreção de proteínas de sinalização; - Secreção de enzimas proteolíticas; Células estrômicas - Secreção de proteínas de sinalização; - Estímulo do crescimento e divisão celular; Proteases: remodelação da matriz extracelular Desenvolvimento em Conjunto (Bogliolo, 2016) Ele é composto de tecido conectivo normal contendo fibroblastos e leucócitos inflamatórios, assim como células endoteliais que formam vasos sanguíneos e linfáticos associadas a pericitos e células musculares lisas modificações no estroma pela secreção de proteínas de sinalização que alteram o comportamento das células do estroma e também enzimas proteolíticas que modificam a matriz extracelular. As células estrômicas, por sua vez, secretam proteínas de sinaliza- ção que estimulam o crescimento das células cancerosas e a divisão celular, assim como proteases que remodelam a matriz extracelular. 21 Células tumorais Fenótipo transformado – anormalidade na motilidade, em resposta a FC; Perda de inibição por contato; Polimorfismo celular; Aneuploidia; Relação núcleo-citoplasma; Mitoses atípicas; 22 (Bogliolo, 2016) Células normais não se dividirão a menos que se encontrem aderidas à superfície; células altera- das se dividirão mesmo se mantidas em suspensão Metabolismo parecido com o de um embrião – maior consumo de glicose uma grande quantidade de lactato é produzida, e muitos dos átomos de carbono remanescentes da glicose são desviados para serem utilizados na síntese de proteínas, ácidos nucleicos e lipídeos necessários ao crescimento tumoral Aneuploidia: alteração na quantidade normal de cromossomos Citoplasma basófilo com muitos ribossomos Citoesqueleto reduzido ou completamente desorganizado, com concentração de microtúbulos 22 Células tumorais 23 Lactato Metabolismo alterado; Consumo de glicose Desviados para síntese de proteínas, ácidos nucléicos e lipídeos Microambiente tumoral efeito Warburg (Bogliolo, 2016) tendência que as células tumorais têm de desviar a ênfase da fosforilação oxidativa, mesmo quando o oxigênio é abundante, ao mesmo tempo em que consomem elevadas quantidades de glicose 23 Células tumorais Tumor sólido morte celular em grande escala = necrose; Taxa de geração de novas células > taxa de morte celular; O tempo que o tumor leva para dobrar o tamanho é maior que o tempo do ciclo celular de células tumorais; 24 Adenocarcinoma de cólon com metástase no pulmão no interior de um tumor sólido, a morte celular ocorre em grande escala – as condições de sobrevivência são difíceis, com uma grande competição entre as células por oxigênio e nutrientes. Muitas morrem, em geral mais por necrose do que por apoptose (Figura 20-14). O tumor continua crescendo porque a taxa de geração de novas células é maior do que a taxa de morte celular, porém essa margem costuma ser pequena. Por essa razão, o tempo que um tumor leva para dobrar de tama- nho é maior do que o tempo do ciclo celular das células tumorais. 24 Células tumorais Mutações adicionais Evitar ou bloquear defesas contra comportamento celular anormal; Estresse celular; 25 (ALBERTS, 2017) Apopstose no qual mecanismos homeostáticos celulares são inadequados para lidar com a perturbação imposta – é referido como estado de estresse celular. 25 Células tumorais http://patoestomatoufrgs.com.br/patologia-bucal/2_neoplasias.php Anaplasia Falta ou perda da diferenciação celular; Pleomorfismo Figuras mitóticas atípica pleomorfismo Celular: variação de forma e tamanho das células e seus núcleos. 2. Hipercromasia:núcleos com coloração bem escura 1- célula tumoral multinucleada 2- mitose tripolar Quanto mais anaplásico mais diferentessão as células Células gigantes tumorais 27 Neoplasias https://anatpat.unicamp.br/lamneo16.html http://patoestomatoufrgs.com.br/patologia-bucal/2_neoplasias.php Células gigantes Figuras de mitose atípicas Perda da polaridade 28 Características do Câncer 29 Crescimento Fracao de crescimento Velocidade de crescimento = compartimento proliferativo 30 Autossuficiência nos sinais de crescimento Os oncogenes promovem o crescimento celular, mesmo na ausência de sinais normais de promoção do crescimento; Podem secretar seus próprios fatores de crescimento ou induzir células estromais a produzir fatores de crescimento no microambiente tumoral; 31 (ALBERTS, 2017) Insensibilidade aos Sinais Inibidores do Crescimento Os produtos dos genes supressores de tumor aplicam “freios” à proliferação celular; Perda de sua função contribui para o crescimento celular desordenado; O sinal pode fazer com que as células em divisão entrem em G0 (quiescência); Senescência não replicativa, mecanismo de escape do crescimento celular sustentado; Apoptose; 32 (ALBERTS, 2017) onde permanecem até que sinais externos estimulem sua reentrada no ciclo proliferativo 32 Inibição de contato As células não transformadas param de proliferar uma vez que formam monocamadas confluentes; Β-catenina se liga a E-caderina (mantém a adesão celular); Perda de contato célula-célula = Interrupção da interação da β-catenina com a E-caderina, com isso a β-catenina livre promove proliferação celular; Perda de caderinas = permite fácil desagregação das células. 33 (Bogliolo, 2016) Um segundo mecanismo pelo qual a E-caderina pode regular a inibição de contato envolve sua capacidade de se ligar à β- catenina, outra proteína de sinalização. A β-catenina é um componente essencial da via de sinalização WNT (descrita a seguir), que possui funções amplas, mas ainda incompletamente compreendidas na regulação da morfologia e organização de estruturas de revestimento de células epiteliais, como o intestino. 33 Metabolismo Celular Alterado Mesmo na presença de oxigênio suficiente, as células cancerosas demonstram uma forma distinta de metabolismo celular; Altos níveis de absorção de glicose e maior conversão de glicose em lactato (fermentação) através da via glicolítica; Efeito Warburg; Fosforilação oxidativa não consegue produzir grupamentos de carbono; 34 (Bogliolo, 2016) a glicólise aeróbica fornece às células tumorais, que se dividem rapidamente, os intermediários metabólicos necessários para a síntese de componentes celulares, enquanto a fosforilação oxidativa mitocondrial não. ela deve duplicar todos os seus componentes celulares – DNA, RNA, proteínas, lipídeos e organelas – antes de poder dividir e produzir duas células filhas. Enquanto a fosforilação oxidativa produz ATP abundante, não consegue produzir quaisquer grupamentos de carbono que possam ser usados para construir os componentes celulares necessários para o crescimento (proteínas, lipídeos e ácidos nucleicos). Mesmo as células que não estão crescendo ativamente devem desviar alguns intermediários metabólicos, a partir da fosforilação oxidativa, para sintetizar macromoléculas que são necessárias para a manutenção celular. 34 Evasão da Morte Celular Mutações em genes que regulam a apoptose, tornando as células resistentes à morte celular; Mutações adquiridas e alterações na expressão gênica que desativam componentes da via intrínseca; Reajustaram o equilíbrio dos fatores reguladores, de modo a favorecer a sobrevivência celular em face aos estresses intrínsecos; (Bogliolo, 2016) Potencial de Replicação Ilimitado (Imortalidade) Telômeros encurtados reparo do DNA como rupturas na cadeia dupla do DNA interrupção do ciclo celular e senescência, mediada por TP53 e RB; Manutenção do telômero; Regulação positiva da enzima telomerase; 36 (Bogliolo, 2016) Se, durante a “crise”, a célula consegue reativar a telomerase, os ciclos ponte-fusão-ruptura cessam, e a célula pode evitar a morte. No entanto, durante este período de instabilidade genômica que precede a ativação da telomerase, numerosas mutações podem se acumular, ajudando a célula a marchar em direção à malignidade. A telomerase, ativa em células- tronco normais, está ausente ou presente em níveis muito baixos na maioria das células somáticas. Em contrapartida, a manutenção do telômero é encontrada em praticamente todos os tipos de câncer. Em 85% a 95% dos cânceres, isso se deve a uma regulação positiva da enzima telomerase. Alguns tumores usam outros mecanismos, denominados alongamento alternativo dos telômeros, que dependem da recombinação do DNA. 36 Angiogênese Sustentada Suprimento de oxigênio e nutrientes e remoção de resíduos; Angiogênese também contribui para a metástase; Brotamento, vasculogênese, mimetização vasculogênica; 37 (Bogliolo, 2016) Mimetizacao: CT indiferenciadas se diferenciam e se desenvolvem em células endoteliais 37 Angiogênese Sustentada Produção por células tumorais ou por células inflamatórias (macrófagos) ou células residentes no estroma (fibroblastos associados a tumores); Hipóxia ativa a transcrição de citocinas pró-angiogênicas, como VEGF; 38 (Bogliolo, 2016) Invasão Interações complexas envolvendo células cancerosas, células estromais e a matriz extracelular (MEC) (1) Invasão da MEC; (2) Disseminação vascular e realojamento das células tumorais; Rompem a membrana basal subjacente, depois atravessar o tecido conjuntivo intersticial; Acesso à circulação penetrando a membrana basal vascular; 39 (Bogliolo, 2016) Invasão Afrouxamento das conexões intercelulares entre as células tumorais; Degradação local da membrana basal e do tecido conjuntivo intersticial; Alterações na fixação das células tumorais às proteínas da MEC (perda de adesão); Locomoção; 40 (Bogliolo, 2016) Invasão Local Infiltraçao progressiva Metastase – disseminação, propagação, quanto mais anaplasico mais metastático 41 Disseminação Localização anatômica e a drenagem vascular do tumor primário e o tropismo de tumores específicos para tecidos específicos; Primeiro leito capilar disponível; Fígado (área portal) e Pulmão (veia cava); (Bogliolo, 2016) Metástase Células cancerosas podem se multiplicar e migrar; Metástase; - Disseminação de um tumor para locais que são anatomicamente distantes do tumor primário; 43 (Bogliolo, 2016) A metástase também é um processo de muitas etapas: primeiro, as células devem desprender-se do tumor primário, invadir o tecido local e os vasos, mover-se ao longo da circulação, deixar os vasos e, então, estabelecer uma nova colônia em locais distantes (Figura 20-16). Cada um dos eventos é complexo, e muitos dos mecanismos moleculares envolvidos não estão bem esclarecidos. 43 Metástase Invasividade Padrão de crescimento desorganizado com extensões a tecidos circunvizinhos; Ruptura de mecanismos de adesão (matriz extracelular) – Transição epitelial-mesenquimal; 44 (Bogliolo, 2016) a invasividade certamente requer a ruptura dos mecanismos de adesão que em geral conservam as células unidas às suas vizinhas e à matriz extracelular. transição epitelial-mesenquimal (do inglês, epitelial-mesenchymal transition, EMT) que ocorre em alguns tecidos epiteliais durante o desenvolvimento norma 44 Metástase Entrada das células tumorais na circulação; Penetração da parede de vasos sanguíneos e linfáticos; Células tumorais circulantes (CTCs); 45 (Bogliolo, 2016) entrada de células tumorais na circulação: as células cancerosas inva- sivas devem penetrar a parede dos vasos sanguíneos e linfáticos. Os vasos linfáticos são maiores e têm paredes mais fracas do que os vasos sanguíneos, permitindo que as células cancerosas entrem em pequenos aglomerados; esses aglomerados podem ficar presos nos linfonodos, dando origem a metástases nos linfonodos. Ao contrário, as células cancerosas que entram nacorrente sanguínea parecem estar sozinhas. Com técnicas modernas para separação de células de acordo com suas propriedades de superfície, tem se tornado pos- sível, em alguns casos, detectar essas células tumorais circulantes (CTCs) em amostras de sangue de pacientes com câncer, mesmo que sejam apenas uma pequena fração em toda a população de células sanguíneas. Essas células, pelo menos a princípio, são uma amostra da população de células tumorais que pode ser utilizada para análise genética. De todas as células que entram no sistema linfático ou na corrente sanguínea, ape- nas uma pequena fração consegue atingir seu objetivo final, alojar-se em um novo local, sobreviver, proliferar e tornar-se fundadora de metástases. Porém, uma micrometástase não detectada permanecerá latente por muitos anos, para então revelar a sua presença me- diante um grande crescimento, formando um tumor secundário bem distante do tumor primário que já havia sido retirado. 45 Características Elas crescem (biossintetizam) quando não deveriam, principalmente por uma mudança no metabolismo de fosforilação oxidativa para glicólise aeróbica; Elas entram em divisão celular quando não deveriam; Elas escapam dos tecidos aos quais pertencem e sobrevivem e proliferam em sítios estranhos; Escape da senescência replicativa; Imortalidade; (ALBERTS, 2017) Elas apresentam respostas anormais ao estresse, permitindo que sobrevivam e continuem se dividindo em condições de estresse que iriam bloquear ou matar células normais, e elas são menos propensas à morte por apoptose do que as células normais. Elas são genética e epigeneticamente instáveis. Elas escapam da senescência celular replicativa, seja pela produção de telomerase ou pela aquisição de outros modos de estabilizar seus telômeros. 46 Evasão do Sistema Imune Imunoedição; Alterações que anulam as respostas dos CTLs; Mutações impedem a montagem de moléculas funcionais de MHC de classe I; Aumento da expressão várias diferentes proteínas que inibem a função do CTL; 47 (Bogliolo, 2016) Linfocitos t citotóxicos Proteína chamada PD-L1 (ligante de morte celular programada 1 frequentemente é expressa na superfície das células tumorais 47 Aspectos macroscópicos dos tumores Císticos e sólidos Cistoadenoma de ovário https://anatpat.unicamp.br/pecasneo9.html Cistadenoma seroso multilocular do ovário. Esta é a forma mais comum de neoplasia epitelial benigna do ovário (derivada do epitélio celômico da superfície do ovário, que provém embriologicamente dos ductos de Müller). O epitélio mülleriano pode ter três tipos principais de diferenciação: serosa (semelhante ao epitélio tubário), mucosa (semelhante ao epitélio endocervical ou intestinal) e endometrióide. Como o material secretado pelo epitélio neoplásico fica retido no interior de cistos, usa-se o termo cistadenoma. Os cistadenomas do ovário são mais freqüentemente serosos, sendo constituidos por um ou mais cistos preenchidos por líquido claro amarelado. A superfície dos cistos pode ser lisa (como no presente caso), ou papilífera. Como aqui há vários cistos, fala-se em cistadenoma multilocular. 48 Aspectos macroscópicos dos tumores Císticos e sólidos Adenoma da tireóide https://anatpat.unicamp.br/pecasneo6.html 49 Tumores sólidos Nodular Vegetante https://www.famerp.br/atlasvirtualpatologia/NeoplasiasGerais/Intestino/Carcinoma_Vegetante_de_Colon.html Tumores sólidos Infiltrativo Estenosante image1.jpeg image2.png image3.jpeg image4.png image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image15.png image16.png image17.png image18.png image19.png image20.png image21.png image22.png image23.png image24.png image25.png image26.jpeg image27.png image28.png image29.png image30.png image31.png image32.png image33.png image34.png image35.png image36.png image37.png image38.png image39.png image40.png image41.jpeg image42.png image43.png image44.png image45.jpeg image46.jpeg image47.png image48.png image49.png image50.png image51.png image52.jpeg image53.jpeg image54.png image55.png image56.png image57.png image58.png image59.png image60.png image61.png image62.png image63.png image64.png