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REVISÃO PARA A PROVA DE NEUROPSICOLOGIA N1 HISTÓRICO / NEUROANATOMIA NEUROPSICOLOGIA FUNÇÕES COGNITIVAS = ATENÇÃO, MEMÓRIA, LINGUAGEM E FUNÇÇOES EXECUTIVAS AVALIAÇÃO NEUROPSICOLOGIA = ETAPAS, MÉTODOS E TÉCNICAS E DIAGNÓSTICO NEUROIMAGEM HISTÓRICO / NEUROANATOMIA VISÃO MONISTA – cérebro e mente é a mesma coisa, é integrado. Ex.: Psicanálise VISÃO DUALISTA = cérebro e mente se influenciam, são coisas separadas. PRÉ HISTÓRIA Trepanação = retirar espírito – acreditam que os problemas psicológicos estão no cérebro. IDADE ANTIGA GREGOS História do pensamento. Valorizar o pensamento. Preocupação coma alma e a razão humana. HIPÓCRATES – cérebro é a parte mais importante do corpo. Pai da medicina. Descobre a epilepsia que partia do cérebro. SOCRÁTES – razão como principal característica humana que nos diferencia de outros animais. ARISTÓTELES – Cardiocentrismo – alma e corpo indissociáveis. Reside no coração as funções de emoção e não no cérebro. Psiche é o princípio da vida. IDADE MÉDIA Teoria dos ventrículos Faculdades mentais relacionadas com os ventrículos. Ventrículo é formado pelo tubo neural, problemas no fechamento causam fissura palatina, tubo neural passa por alterações para formar os giros e sulcos. Recebe sensação e percepção. Juízo, razão e pensamento. Os ventrículos eram considerados como os que controlam as funções cognitivas (mas não é, é no córtex). IDADE MODERNA Primeiros tratados de anatomia Desenvolvimento e conhecimento/método científico – observação, explicação, generalização, repetição. Conhecimento não é somente na filosofia e religião. ANDREAS VERSALIUS – desenvolve as pessoas anatômicas. Rompe com a ideia da localização ventricular e não acreditava que as funções cognitivas derivavam dos ventrículos. RENÉ DECARTES – Dualismo = corpo é responsável pelos mecanismos físicos e biológicos e mente = invisível, racional, imaterial, responsável pelo juízo moral e sofrimento. Glândula pineal no diencéfalo é responsável pela união corpo e mente, ela integra corpo e mente. Método cartesiano, mais racional. IDADE CONTEMPORÂNEA ERA CIENTÍFICA – MÉTODO CIENTÍFICO - Galilei, Newton e outros. GALL - Localizacionismo das funções cognitivas (relação de função e área). Cérebro como responsável por todas as funções. importante precursor da neuropsicologia. Diferenças entre substância branca e cinzenta. Desenvolvimento do método cranioscopia (apalpar o crânio). Deu início à Frenologia (medida do cérebro). WUNDT avaliava a personalidade com teste. Começa a entrar a Psicologia. PAUL BROCA – questão mais científica do uso do método científico – estudo do cérebro e mente. Estudo da relação de uma área específica do encéfalo e a linguagem. Área de Broca é a área de programação e planejamento motora da fala, não é ela que executa. Fica no giro frontal inferior (área anatômica) do hemisfério esquerdo. Paciente TAN – lesão na área motora da fala, no lobo frontal esquerdo no giro frontal inferior. Tinha um quadro de neurosífilis – (zona do cérebro destruída), lesionou a área de Broca. TAN tinha boa compreensão, entende, pensa, formula o que quer falar, mas na hora de falar, ele não consegue, tem dificuldade de expressão oral, o sintoma era de dificuldade de expressão oral na área motora da fala, linguagem expressiva. Tem compreensão mas não tem linguagem expressiva, não consegue falar. A área de Broca joga a informação para o giro central e para a área de Wernicke executar. Giro pré central – resposta motora Giro pós central = resposta = sensorial Sulco central na vertical divide o córtex frontal no meio Sulco lateral = lobo temporal. O sulco central divide o córtex frontal em 3 giros: giro frontal superior, giro frontal médio e giro frontal inferior Outras áreas de compreensão motor: área motora suplementar e área pré motora. CARL WERNICKE – estudou os efeitos do TCE- traumatismo craniano encefálico na linguagem receptiva. Identificou que regiões posteriores também no hemisfério esquerdo – área relacionada a compreensão – área importante para conversação, para grafema-fonema – converter letras em som – organização do discurso oral e escrita. Área de WERNICKE – são áreas corticais e fica do lado de fora. É a junção da área parietal, occipital e temporal. Fica no final do sulco lateral que tem 2 giros = giro angular e giro supra marginal. Vai pronunciar os sons, as palavras. É a área relacionada a compreensão e área responsável na linguagem escrita/leitura. Organiza as palavras em uma frase, organiza o discurso oral e escrito. Importante para conversão grafema/fonema (converter letras em sons), Linguagem receptiva é a compreensão, entender o significado = oral e escrita. WERNICKE estudou relações entre lesões no traumatismo crânio encefálico. Estudou lesões na região posterior da junção dos lobos temporal, occipital e parietal. Compromete a compreensão das palavras. Consegue pronunciar mas não tem facilidade de compreensão, repercute na escrita/leitura. Ex.: quem tiver AVC, traumatismo craniano, tem que ser alfabetizado novamente. Giro pré central é o boneco de Penfield = giro pré central – motor e giro pós central – sensorial. AFASIA = é um sintoma neurológico que está dentro de um diagnóstico. Afasia - lesão na área da linguagem, perda de alguma habilidade, de algum componente da linguagem. Funcionalmente - se eu tenho uma perda de tecido, eu perdi. Na reabilitação é difícil o indivíduo ter uma restituição funcional completa. Ex.: paciente TAN tinha neurosifílis (diagnóstico), e teve sintomas ex.: AFASIA. O neurônio não tem capacidade de mitática. Mitose – capacidade da célula de se reproduzir, fazer novas células. Somente na área do cérebro = bulbo olfatório e no hipocampo. PACIENTE COM TEA = espectro - síndrome de .... Alteração de linguagem na pragmática (alteração no componente específico da linguagem que não a pragmática) , no contexto. Ex.: chovendo canivete, o paciente não vai entender. Conforme Wernicke - na afasia motora, os sujeitos falam pouco, mas compreendem a linguagem, enquanto na afasia sensorial a fala está preservada, mas a sua linguagem é inapropriada e a sua compreensão da linguagem dos outros está prejudicada. Obs.: a área de Broca vai mandar impulsos para a região da boca (no boneco de Penfield) e de lá vai sair neurônios para a boca pronunciar o fenômeno porque já tenho a programação que a área de Broca já fez. A área de Broca joga para o giro pré frontal e ele vai mandar minha boca executar os músculos da fala para ele executar aquilo que foi pensado e planejado. JOHN HARLOW – CASO PHINEAS GAGE – a barra de ferro lesionou o crânio entrando na região temporal e saindo na região parietal (em cima). Lesão na área pré frontal do encéfalo, no lobo pré frontal. Teve alterações de comportamento, de desinibição, não seguia regras, não tinha freio inibitório, não tinha um planejamento e organização de comportamento, não regulava as emoções. Gage teve perda de funções executivas quentes. Essas funções são complexas e nos auxiliam na realização de metas, no comportamento para realizar as metas. Exemplos de funções executivas: organização, planejamento e controle de estímulos, regulação das emoções e da motivação, pensamento prospetivo (que é planejar para mais adiante), auto avaliação, auto motivação. O córtex pré frontal é um córtex de regulação de todos os comportamentos. Ex.: ansiedade, esquizofrenia, dislexia, TDAH, dep. Químico. Todos os transtornos têm alguma disfunção, algum nível de disfunção executiva. No final do sulco lateral fica o giro supra marginal e o giro angular. WUNDT – a psicologia surge no meio do processo histórico Idade contemporânea. Se dedicou nas relações entre cérebro e mente. Nos primórdios a mente tinha relação com o cérebro, com o corpo, então a psicologia era experimental, organicista, psicométrica e neurológica. Desenvolvimento de métodos e técnicas para estudo dos fenômenos psicológicos. Afastamentodo psicólogo filosofia e entrada do psicólogo no campo da ciência. A psicologia como uma ciência natural (1º curso de Wundt), criação de um laboratório dedicado ao estudo do comportamento humano, das percepções e início da pesquisa experimental. SÉCULO XX - APLICAÇÕES DE TODOS OS CONHECIMENTOS IVAN PAVLOV – estudos científicos do aprendizado e da memória. Surgimento da pesquisa cientifica (biológica -medicamentosa e não biológica – por meio da fala, transtornos Ex.: Freud). Doença mental – cérebro. 1929 – Eletroencefalograma, estudos sobre essas aplicações – a psiquiatria e a neurologia vai se dedicar a cuidar do ponto de vista medicamentoso, com neurocirurgia. Ex.: se o indivíduo tivesse uma mega alteração comportamental, violento, faziam lobotomia, lesionavam o lobo frontal para deixar de ser violento. Hoje outras técnicas = estimulação magnética transcraniana – não invasiva e eficaz para tratamento de depressão e esquizofrenia. LURIA – tem várias formações na área da psicologia, medicina e educação. Neurologista soviético – é uma figura importante, avô da neuropsicologia soviética. Concepção sobre o sistema funcional e complexo (livro), enfatiza aspecto motor. Divide o encéfalo em unidades de funcionamento 1ª, 2ª e 3ª unidade. BRENDA MILNER – CASO PACIENTE HM – década e 50, jovem era portador de epilepsia refratária. Tinha epilepsia de lobo temporal (atividade elétrica anormal). Refratária = caso que a doença não respondia aos medicamentos. Procedimentos de neurocirurgia em epilepsia para retirada da área cerebral que tem uma atividade epileptiforme anormal. Vai ter alterações funcionais e não terá mais epilepsia. Recebeu cirurgia que removeu o hipocampo dentro do lobo temporal. Hm foi submetido a uma cirurgia para remoção dos lobos temporais bilateralmente, HD e HE. Após a remoção dessas áreas, HM perdeu a capacidade de formação de novas memórias. É como se ele tivesse ficado preso no tempo antes da cirurgia, ele lembrava das coisas antes da cirurgia, mas tinha dificuldade de formar novas memórias. Se relacionou o hipocampo com a memoria de curto prazo. Na linguagem, a formação de novas memórias depende do hipocampo, mas a memória de longo prazo não depende. 3 CASES ESTUDADOS (funções cognitivas) POR MEIO CLÍNICO da neurociências Paciente TAN - área de Broca – linguagem, fala expressão. Gage – córtex pré frontal – funções executivas. HM – memória de curto prazo– hipocampo. A DÉCADA DO CÉREBRO – 1991-2000 – BUSH – teve investimento em estudos nos EUA e muitas publicações em neurociências. Enfatiza e incentiva pesquisas sobre o funcionamento cerebral. Século XXI – Avanço tecnológico – importância da tecnologia para o estudo dessas relações para pesquisa, diagnóstico e outras aplicações e intervenções. Eletroencefalograma (para pesquisa, diagnostico e outras aplicações), tomografia computadorizada, ressonância magnética é usada para diagnóstico, ressonância magnética funcional (RMf), tomografia computadorizada por emissão de fóton único (SPEET). A tomografia é uma fotografia do cérebro, eu vejo se tem lesão, uma massa estranha em alguma região. Na tomografia computadorizada por emissão de fóton único (SPEET), avaliar distribuição de fluxo de sangue em áreas do cérebro. Na ressonância magnética funcional (RMf), usada só para pesquisas, não tem protocolo para usar. Vê áreas do cérebro que estão mais ativa ou menos ativas na hora que está fazendo uma atividade. PROJETO CONECTOMA – visa mapear os padrões de conexão que temos no encéfalo. APA – ASSOCIAÇÃO PSICOLÓGICA AMERICANA - DIVIDÃO 40 – ÁREA DA NEUROPSICOLOGIA CLÍNICA SÍNTESE DOS ASPECTOS MAIS HISTÓRICOS – 4 GRANDES IDEIAS 1) existe relação entre mente e cérebro (desde a pré história) tem sido discutida, pensada e evidenciada desse a pré-história e vem avançando. 2) importância do desenvolvimento do método científico (idade moderna para idade contemporânea). A ciência teve início na idade moderna e a consolidação do método científico na idade contemporânea. Psicologia com Wundt. O método científico, o desenvolvimento da ciência permitiu que pudesse estudar essa relação saindo da filosofia e metafisica e indo para o ponto de vista da ciência. 3) papel da tecnologia – avanço do conhecimento e da tecnologia (Eletroencefalograma, ressonância, tomografia) aplicado aos estudos na história das neurociências para ver/estudar relação cérebro e mente. 4) aplicações do conhecimento – vamos desenvolver formas e métodos de estudar e aplicar esses conhecimentos, áreas como: psicologia, neurologia. NEUROPSICOLOGIA A neuropsicologia é a disciplina que tem por objeto o estudo dessas relações entre estruturas cerebrais e funções cognitivas. História das neurociências Várias áreas juntas profissionais e de conhecimento distintos que tem em comum o estudo do cérebro, do funcionamento do encéfalo. Cada área enfatiza alguma coisa. Ex.: neurocientista, psicólogo, fisioterapeuta, educador, neurologista, fonoaudiologia, terapeuta ocupacional, psicopedagogia, pedagogia. Area multidisciplinar de estudo do sistema nervoso Transversalidade – conhecimentos que transcendem uma determinada área e passa para outra. Ex.: psicologia – linguagem – estudamos na psicologia e tem outra área de formação profissional que estuda a linguagem que e a fonoaudiologia. A neurociências atua em duas perspectivas, é multidisciplinar = NEUROCIENTISTAS = atividade profissional é a pesquisa cientifica, faz experimentos, laboratório de pesquisa, mestrado, doutorado, publicar artigos. E tem os neurocientistas, os PROFISSIONAIS DA SAÚDE - que vão se dedicar a uma prática profissional específica clínica de aplicação de todos os conhecimentos. Ex.; psicólogo, fonoaudiologia, fisioterapeuta, geneticista, neurologista, psiquiatra. NEUROPSICOLOGIA – ciência multidisciplinar que estuda as relações entre cérebro (funções cerebrais) e o comportamento humano. Em 2004 - reconhecimento – resolução CFP 002/2004 Área da neurociências está entre a neurologia e a psicologia. Ex.: o interesse do psicólogo é o comportamento, do geneticista é aspectos moleculares. Vamos inferir o funcionamento cerebral a partir do comportamento. Por trás do comportamento temos funções cognitivas, funções executivas, personalidade. Neuropsicologia relação entre processos biológicos e comportamento = a gente olha para o comportamento, vamos entender as funções, o funcionamento e a estrutura, mas sempre olhando o comportamento. AREA DE ATUAÇÃO/DE INTERESSE: infância/adolescente (transtorno de neurodesenvolvimento), idade adulta, idosos. O neuropsicólogo pode atuar em: 1) pesquisa, 2) clínica, área hospitalar, aval. Neuropsicológica, auxiliar no diagnóstico, reabilitação neuropsicológica, treino cognitivo (reabilitação. Ex.: treino de memória em saúde, clinica), 3) escolar, 4) prevenção. CONHECIMENTOS: Técnicas: técnica de entrevista, psicodiagnóstico, domínio técnico dos instrumentos de avaliação, estatística e psicometria. Áreas: neurociências, neuroanatomia, genética, neurofisiologia, neurologia, psiquiatria, educação, tecnologia, fonoaudiologia, neuroimagem. FORMAÇÃO: 1) Cursos de formação, 2) prova de títulos do CFP, domínio teórico e técnico , prática e supervisão. NEUROPSICOLOGIA DAS FUNÇÕES COGNITIVAS: ATENÇÃO E MEMÓRIA William James - Função cognitiva Atenção – estabelecer o foco, capacidade de selecionar os estímulos. Estímulos externos – chega em nosso encéfalo por vias aferentes = barulho (olfato, tato, paladar – estímulos sensoriais). Estímulos internos vem dos órgãos, da própria cognição (quando penso e processo a informação), ex.: lembrança, raciocínio. Vias sensórias – aferente – sobe. Vias motoras – eferentes – desce – resposta motora. Ex.: pela fala. ATENÇÃO - é uma função cognitiva básica, capacidade do indivíduo responder predominantemente os estímulos que lhessão significantes em detrimento de outros. A atenção seleciona, foca os estímulos que vamos atender. É a capacidade de selecionar e responder os estímulos mais importantes. Depende de fatores como o contexto, história da pessoa, características da personalidade. Os estímulos distratores são aqueles que não foram selecionados. SUBTIPOS DE ATENÇÃO 1) SELETIVA = capacidade de o indivíduo diante de vários estímulos, escolher e selecionar o mais importante. 2) SUSTENTADA = expectativas e motivação (fator tempo). Fofo, concentração quando consigo manter a minha atenção, meu foco, concentração ao longo do tempo na mesma coisa para executar uma tarefa. 3) ALTERNADA = exige energia. Relevância da tarefa e estado emocional. Capacidade de desengajar, sair de um e focar em outro estímulo, flexibilidade de troca. Hora eu atendo um estímulo, hora eu atendo outro estímulo. Quando saio do foco e me direciono para outro foco, posso ir e voltar. Ex.: eu estou lendo um texto e olho o celular depois volto a ler. 4) DIVIDIDA = experiências anteriores, (memória). Divido minha atenção em duas coisas ao mesmo tempo. Capacidade de prestar atenção em duas coisas ao mesmo tempo. Em neuropsicologia, tem duas formas de processamento de estímulos (tem a ver com a memória): AUTOMÁTICA E CONTROLADA. A controlada tem mais gasto de energia e mais esforço porque a demanda cognitiva é maior. A automática tem menos gasto de energia e menos esforço. Ex.: ouvir música e ler ao mesmo tempo. Se no final eu consigo contar o que li e contar a história da música, eu estou dividindo, se conto partes, eu alternei. Obs.: qualquer alteração nessas capacidades podem ser indicativos de algum transtorno mental. Alternar e dividir exige esforço, energia porque tenho que controlar muito, tenho que entender qual é a demanda da atividade. Ex.: dirigir (aprendendo a dirigir) carro e alguém conversa comigo. Eu perco a minha atenção poque o processo de direção não está automatizado. FATORES QUE PODEM INFLUENCIAR POSITIVAMENTE OU NEGATIVAMENTE NA ATENÇÃO 1) Característica física dos estímulos. Ex.: barulho, captura a nossa atenção, é involuntário, não tem controle. 2) Expectativas que tenho em relação a aqueles estímulos. 3) Período do dia, vigília, se estou sonolento não consigo processar a demanda.4) Motivação para me manter processando aqueles estímulos. 5) Relevância da tarefa que é a atribuição de significado, de sentido. 6) Estado emocional. 7) Memória com experiência anterior com aquele estímulo vai ser mais rápido processar. Em termos cerebrais de BASES NEUROLÓGICAS podemos dividir da seguinte maneira: Sistema atencional posterior = lobo parietal (visoespacial), área visual da forma da palavra (letras) e tálamo Sistema atencional anterior = córtex pré frontal, cingulado anterior e núcleos da base do corpo estriado. Encéfalo tem áreas posteriores que são áreas de processamento, atrás do sulco central. Os lobos temporais, occipital e parietal são responsáveis pelo processamento de informações sensoriais. Lobo temporal - processa estímulo sensorial auditivo Lobo parietal – processa estímulo tátil/ somestésico (corpo, dor, temperatura, pressão) Lobo occipital – processa estímulo sensorial visual. Informações que chegam no encéfalo que vem elas vias aferentes, sempre desembocam em algum desses lobos porque são informações sensoriais, elas vão direto para as áreas posteriores do encéfalo para serem processadas e o tálamo é o porteiro, que vai distribuir os estímulos/informações. O tálamo é uma área subcortical no diencéfalo que controla = top-down de cima para baixo). Do ponto de vista atencional, essas regiões que é a base neurológica da atenção. Então a atenção tem a ver com as sensações e percepções porque quando chega os estímulos, eles precisam ser encaminhados para as áreas sensoriais para que eles sejam processados adequadamente. Tem uma região, um sistema que fica na frente do sulco central, em todo o córtex frontal. Então o sistema atencional anterior está na frente do encéfalo ligado a várias regiões corticais e subcorticais, dentro do encéfalo no córtex frontal. Então o sistema atencional anterior não tem a função de processar os estímulos e sim, de controlar o processamento dos estímulos pelo controle de atenção. O sistema atencional anterior é o maestro da orquestra, está na frente controlando, monitorando e avaliando tudo que está fazendo. Controle é sempre frontal, no córtex frontal, tem a função de elaborar respostas e controlar tudo o que está acontecendo no encéfalo e na cognição. Ex.: controlar impulsos, controlar estímulos, sustentação da minha atenção, controlar meu comportamento de ter consciência de que eu estou alternando e me distraindo demais. Ex.: déficit de controle é sempre frontal – relação com o cérebro – comportamento. Pode ser lesão ou disfunção. Elaboração de respostas e controle da minha cognição é sempre execução de resposta, é sempre no frontal, respostas motoras sempre saem do frontal. Do giro pré central vão sair neurônios para as áreas de execução motora que são os músculos, os tendões - via aferente. O córtex pré frontal é uma região que demora para ser desenvolvida porque é a área mais complexa e controla as funções mais complexas que temos como: controle de atenção, de impulsos, de comportamento, de estímulos, de emoções, etc. Obs.: Se um indivíduo tiver um transtorno mental, pode ter alguma disfunção não só na área posterior, mas também uma dificuldade na hora de receber uma informação e no controle dessas informações e teremos falha no comportamento. PARADIGMA DE AVALIAÇÃO DE ATENÇÃO – PARADIGMA DE CANCELAMENTO Paradigma é um modelo de organização e apresentação de estímulos. Ex.: beta III se baseia no paradigma de matriz inteligência fluida/raciocínio fluido. Na neuropsicologia o principal modelo teórico de avaliação para atenção é o paradigma de cancelamento. Cancelamento de figuras geométricas. O indivíduo tem que atender somente ao estímulo que é relevante e os demais estímulos precisam se tornar distratores. MEMÓRIA Memória é a capacidade de processamento, armazenamento, manipulação e recuperação de informações. No início do aprendizado a gente fica tentando reverberar as informações, depois fica automatizada. Quando eu recebo uma informação, eu processo, guardo, armazeno, recupero e acesso essa informação, eu organizo essas informações em categoria. Memória é a capacidade de processar informações, guardar e acessar 3 (TRÊS) GRANDES COMPONENTES DA MEMÓRIA: processar, armazenar e recuperar a informação. A memória tem relação com a construção da identidade, a gente mantém a nossa identidade porque a gente lembra quem nós somos. Ex.: habilidade mais ampla = aprendizagem/aprender Função cognitiva específica - ex.: memória, hab. Motoras, sensoriais, atenção, linguagem, funções executivas Ex.: Habilidade música – funções: raciocínio, percepção e atenção. Se já aprendeu vai lembrar. Ex.: andar de bicicleta, vai lembrar como faz o movimento. Acesso as informações pela memória. Temos 2 (duas formas) de RECUPERAR A INFORMAÇÃO (memória) Recuperar por meio de reconhecimento (automático). Acesso minha memória e consigo entender. Ex.: ver uma garrafa (automático) e reconhecer uma informação por meio de um reconhecimento o que é mais automático. Recuperar por meio da evocação (é mais trabalhoso, quando fazemos um esforço para buscar a informação), exige um processamento mais controlado, exige mais atenção devido a demanda cognitiva, preciso de mais tempo, mais controle. SUBTIPOS DE MEMÓRIA: Memória de curto prazo, memória de longo prazo e conteúdo Memória de curto prazo (função de registro sensorial e receber a informação pelo hipocampo) – primeiro critério = tempo (tempo que armazeno a informação na minha memória) / segundo critério = linguagem Memória de longo prazo – implícita (não declarativa) – pode ser algo automático. Se é uma habilidade motora = ação comportamentalé não declarativa, implícita. Ex.: dirigir carro, andar de bike, escrever. Memória de longo prazo – explícita (declarativa) – semântica (significados de conceito. Ex.: fazer prova, conteúdo que está a muito tempo) e episódica (contar sobre a vida dela). Explícita/declarativa – eu uso a linguagem para explicitar, declarar o que foi acessado na memória. O conteúdo que estou explicitando por meio da linguagem. Explícita/declarativa/episódica Se o conteúdo é uma situação da minha vida, aspecto emocionais da minha vida. Autobiográfica. Explícita/declarativa/semântica – Ex.: na prova. Semântica = significado – buscar o significado, qual é o conteúdo da informação, significado de uma palavra, conhecimento. Paradigma de avaliação de memória de curto prazo é o PARADIGMA SPAN (de extensão da memória). Teste Span de dígitos (sequência direta) LINGUAGEM Estruturação de pensamento como um organismo - expressão oral por meio da linguagem – preciso organizar meu discurso, a sequência. Linguagem expressiva e linguagem receptiva. Escrita – transtorno específico de aprendizagem, a alteração de acordo com os subtipos. TEA – transtorno específico de aprendizagem Conceito de linguagem subdivisões dos 4 (quatro) componentes – relações com o HE Leitura, escrita e compreensão = linguagem COMPONENTES DA LINGUAGEM – relacionado com HE 1) Fonético – questão motora da fala. Maneira como articular minha boca para pronunciar sons. Ex.: área de Broca - área de programação motora da fala, como vou movimentar os meus órgãos fonoarticulatórios. 2) Fonológico – diz respeito aos sons, produção e percepção dos sons, consciência dos sons. Ex.: diferenciar sons que foneticamente é o mesmo movimento (do ponto de vista motor). Ex.: V e F – vaca, faca. Do ponto de vista fonológico (percepção) são sons diferentes, vibração. 3) Morfosintático – usar a língua de acordo com regras. Morfo = as letras. Sintático são as regras. Aprende regras para estruturação dos pensamentos para estruturar o que quer comunicar. Tem que incorporar regras morfológicas e sintáticas. 4) Semântico – (MLP) diz respeito ao significado das palavras, ao vocabulário, ao léxico que é o vocabulário semântico. Guarda informações em redes semânticas. Ex.: categoria de animais em redes e arquivos, conceito de áreas e subdivisão. 5) Pragmático – uso social, na prática, no dia a dia, como vou usar para cumprir a função da linguagem que é se comunicar, descrever, compreender. Uso comunicativo da linguagem, contexto – uso da linguagem. Variação prosódica – HD hemisfério direito - entonação da linguagem diferente, tom, intensidade. Posso falar uma frase de formas diferentes, tom, variação, tom emocional, ritmo. Ex.: a janela está aberta – a janela está aberta? Prosódia – aspecto emocional, entonação na linguagem. Ex.: falar uma frase com entonações prosódicas, diferentes. Subdivisões conceituais = linguagem oral, escrita, expressiva e receptiva (compreensão) BASES NEURAIS – MODELO CLÁSSICO Linguagem Oral - Compreensão (linguagem receptiva) e expressão Linguagem oral e leitura (escrita) Áreas cerebrais diferentes para processamento, são muitos circuitos. Área de Broca e área de Wernicke - (HE). Área de Broca relacionado com expressão da fala. Área de Wernicke relacionado com a compreensão da fala (Wernicke facilita a organização do pensamento em palavras, transformar as palavras em respostas). Recebe auditivamente por ondas mecânicas – cóclea, núcleos cocleares – córtex auditivo. Linguagem oral = compreensão e expressão – compreende e elabora uma resposta. Ele recebe auditivamente e vai desembocar no encéfalo, nos lobos temporais (isso porque é processamento auditivo). 1ª análise sensorial – os sons. E para compreender e transformar meu pensamento em palavras é na área de Wernicke. Numa área transformo o que quero responder em palavras com frases organizadas, organização do pensamento. Essas informações são jogadas para o frontal (área de saída), porque todas as respostas de out put são sempre frontais. Então essas informações da área de Wernicke são jogadas para a área de Broca (giro frontal inferior) para fazer a programação motora da fala e depois quem vai executar é o boneco de Penfield representação de todo o corpo – giro pré central. Do ponto de vista sensorial O imput é sempre pelos lobos temporal, occipital e parietal e o out put é sempre pelo frontal (execução), sempre giro pré frontal. Ex.: se é fala, a programação motora da fala é o GFI Ex.: se é movimento tem áreas de planejamento de movimento – área motora suplementar e área pré motora que também é planejamento de movimento. Então tem áreas anteriores que ficam antes do giro pré central que fazem o planejamento e joga esse planejamento para o giro pré central para executar. O GPC é o córtex motor primário que é de onde sai todos os movimentos voluntários (sempre giro pré central – boneco de Pienfield). Córtex pré frontal na frente de tudo fazendo o controle de tudo isso, ele é o maestro, promove ajustes. Ex.: se leio em voz alta, vou ter informações chegando visual e auditivo, escuto o que leio. Lobos temporais e visualmente também área de Wernicke. ÁREAS CLASSIFICADAS DE PROCESSO DA LINGUAGEM Se tenho um comprometimento na recepção da informação, o restante vai estar comprometido. Ex.: confusão de letras, a compreensão já está prejudicada na hora de executar, a pessoa faz troca. Sulco central divide anterior (córtex pré frontal) e posterior (lobos parietal – tátil, somestésico), occipital - visual e temporal - auditiva) Tem dois giros no sulco central = giro pré central (no frontal – área de execução) e giro pós central (atrás – processamento sensorial) Córtex pré central – execução, elaboração de respostas (out put) para a informação chegar. Linguagem – a comunicação do que está lá atrás com o que está na frente ocorre no fascículo arqueado – faz a ponte, comunicação de área de Wernicke (giro supra marginal e giro angular é a área que está a área de Wernicke) com área de Broca (giro pré frontal inferior). Área de Wernicke joga para giro pré frontal inferior que é área de Broca. GFI manda neurônios para o giro pré central que é o córtex motor primário que é de onde sai todos os comportamentos voluntários. Os comportamentos involuntários têm áreas do diencéfalo, áreas subcorticais que controlam o comportamento involuntários. Somatotópico – cada parte do corpo representada no cérebro porque na hora que sinto as coisas, é localizado. Ex.: tocar no joelho. Acontece do ponto de vista motor (elabora uma reposta) e sensorial (recebe informação sensorial). O GFI programação motora da fala segue pela boca (eferentes) sai neurônios para o giro pré central para movimentar. Sulco central – antes pré central – depois pós central Boneco de Penfield – giro frontal inferior manda informações para o giro pré central (que é área motora/voluntária) para movimentar e executar as ações que foram processadas e planejadas. Ex.: as informações sensoriais chegam, elas vão bater/desembocar primariamente, saindo do ouvido e vai desembocar no córtex auditivo primário no temporal. Informação visual vai no córtex occipital – visual primário Tem áreas do temporal que não são auditivas, são visuais e do parietal que não é tátil, são visuais. Primariamente, inicialmente é temporal-auditivo, occipital – visual e parietal – tátil. São divididas 3 áreas em termos de processamento mais complexo: níveis de complexidade Primárias – análise de estímulos modalidade sensorial = visual, auditivo e tátil. Secundárias – juntar as informações para entender que estímulo é aquele. Terciárias – passa a ser multimodal, não é unimodal. Área de Wernicke é área terciária, porque ela é as três coisas – Na alfabetização multissensorial – envolve o que escuta, vê, sente as diferenças táteis das letras - a criança aprende. LEITURA ORAL Área de Wernicke – processamento fonológico.Lobo parietal – controle da atenção visoespacial. Lobo occipital – processamento visual – reconhecimento das letras. 1º estímulo visual – órgão sensorial. Área de Broca – planejamento motor da fala. Giro pré frontal - (Homúnculo do Penfield). Pré-frontal – controle de todo o processamento, funções executivas. Áreas importantes. Área giro pré frontal. Função área motora. Lobo parietal. Giro pós central. Área de Wernicke é área terciária, as informações vão para as três modalidades, o pensamento está no encéfalo. FUNÇÕES EXECUTIVAS Definição: conjunto de habilidades de processos cognitivos e metacognitivos que auxiliam o indivíduo no engajamento autônomo e independente em atividades dirigidas a objetivos. As funções executivas em termos funcionais, vão representar processos e habilidades tanto cognitivas quanto metacognitivo (acima da própria cognição). Metacognitivo são mais complexos, está acima da cognição. Ter auto percepção do que estou pensando, fazendo. Ajuda a atingir metas e objetivos. Ex.: metacognitivo = quando percebo minhas emoções, mês comportamentos. Quando tenho autopercepção e autoavaliação do que estou pensando, sentindo e como estou agindo. Quanto mais engajamento de função executiva temos em uma atividade, mais autônomo, independente e autorregulado para atingir meta e objetivos. Quanto mais desenvolver essa funções, mais autônomo e independente seremos, mais auto desempenhado, teremos mais percepção dos pensamentos, sentimentos para atingir uma meta. Obs.: rede de modo default (rede padrão) network não é a mesma coisa que funções executivas. Se opõe é contrário de funções executivas. Funções executivas estão relacionadas às tarefas, metas e funções. As funções executivas dependem da maturação e do desenvolvimento de circuitos de redes do lobo frontal, precisa de estímulos. Na atenção o lobo frontal cumpre o papel de controle de atenção. Na linguagem tem área que tem função de planejamento e execução da linguagem, de fala, de elaboração de comportamento, de saída de resposta. Ele recebe informação que vem de áreas posteriores do encéfalo que processam informação e elabora respostas e ao mesmo tempo ele monitora e avalia tudo o que está acontecendo. Ex.: na linguagem – área de Wernicke, fascículo arqueado, GFI, GFC que é no frontal e as vias eferentes motoras. Lobo frontal – grandes maestros, funções executivas. Todas as respostas voluntárias saem do lobo frontal. As respostas involuntárias não, elas saem de redes menos complexas. Arco reflexo – a informação é recebida por uma via sensorial e dá volta na medula e automaticamente tenho reflexo de retirada, não precisa de funções executivas para isso. Tenho estímulo sensorial que não precisa ir para o córtex, não precisa de planejamento para esta resposta. Ex.: colocar a mão na chapa quente. Todos os comportamentos que exigem nível de organização de monitoramento, auto avaliação e ajustes, eu preciso de funções executivas porque são complexos, são voluntários que exigem um monitoramento. Todos os transtornos mentais comprometem as funções executivas em níveis diferentes, alteram as funções cognitivas. Ex.: Autismo, TDAH, esquizofrenia. Alterações nas funções executivas é primária, é o que define o transtorno. Ex.: TDAH é o que define o transtorno. Na depressão o transtorno que define é o humor e não as funções executivas. A alteração de funções é secundária. Em termos neurais – lobo frontal mais especificamente – córtex pré frontal cumpre duas funções = receber e planejar a execução das respostas. Área dorsolateral mais em cima. Medial orbito frontal – onde Gage lesionou com a barra de ferro. BASES NEURAIS Gage – Ventrolateral – alterações nas funções executivas – lesão frontal (alterações comportamentos emocionais). Ventromedial (frontal orbito frontal) onde a barra de ferro entrou em baixo Na linguagem especificamente as áreas posteriores se conectam com o lobo frontal. Ex.: no circuito da linguagem. Na área de Wernicke tem o fascículo arqueado que faz a ponte, a conexão de ida e de volta de envio de informações para monitoramento. Controle funções complexas – lobo frontal As áreas de processamento emocional são subcorticais e estão no sistema límbico. Sistema límbico – emoções, áreas de processamento emocional são no sub corticais = amígdalas, giro do cíngulo, hipocampal. É primitivo em termos evolutivos sobre o cérebro. Como processamos e representamos essas emoções é no frontal (chega no córtex e nós as representamos). MODELOS TEÓRICOS – explicativos a respeito das funções executivas, quais são os componentes das funções executivas primárias e secundárias Controle de atenção Controle inibitório – para atingir um objetivo, preciso controlar estímulos, controlar pensamento também é um tipo de controle de estímulos. Ex.: quando estou estudando. Controle de emoções Controle de comportamento que é o controle de respostas prepotentes, que são comportamentos impulsivos que podem interferir na execução dirigida a um determinado objeto. Ex.: teste do Marschimallow MODELO ZELOSO - Funções executivas quente e frio (atingir metas) mais na inferência Frias – baseado na lógica, planejamento sequenciamento, inibição, flexibilidade cognitiva. Preciso de estratégias, planejamento e raciocínio. As áreas dorsolateral = priorizar e planejar, controle de estímulo, engaja mais. Ex.: organizar os materiais para estudar para a prova, separar e ver qual vou ler primeiro. Quentes – baseada nas emoções em comportamentos emocionais, regulação de comportamentos sociais, resolução de conflitos. Autorregulação e controle das emoções para atingir os objetivos. Área ventro lateral é embaixo. Ex.: tenho que autorregular minhas emoções caso tenha uma alteração emocional e um objetivo para cumprir. MODELO DE MIYAKE com base em estatística (modelo psicométrico) São três componentes principais, conjunto de habilidades: Memoria operacional, controle inibitório e flexibilidade mental 1) MEMÓRIA OPERACIONAL (preciso dela para cumprir uma tarefa naquele momento). É de curto prazo, manter a informação na memória para cumprir uma meta, capacidade de manter uma representação mental. 2) CONTOLE INIBITÓRIO é o controle de estímulos, de atenção para atingir objetivos. Selecionar as informações relevantes. Paradigma de Postergação de reforço = Paradigma experimental – paradigma de controle inibitório – usado para controle inibitório e tomada de decisão. Ex.: vídeo de criança diante do Mashmallow. 3) FLEXIBILIDADE MENTAL é amis complexo, exige percepção do erro, exige repertório, relação do indivíduo com o ambiente. Mudança de um estado para o outro. Capacidade de mudar o curso dos seus pensamentos, comportamentos de acordo com um feedback. Preciso de um feedback que pode ser interno ou externo. Ex.: mudar o comportamento devido a orientação de uma pessoa. Ex.: Feedback - criança colocar a estrela dentro do quadrado. Tem que ter autopercepção e estratégia para mudar, indicio quantitativo. Capacidade de se monitorar, autorregulação. Se ele lembra das instruções e percebe o erro e tenta flexibilizar, são indícios qualitativos. AVALIAÇÃO NEUROPSICOLOGICA Diferença entre av. psicológica e av. neuropsicológica. A av. psicologia demanda de ordem mais psicológica e a av. neuropsicológica demanda do ponto de vista mais pela cognição. Nas etapas da avaliação, o tempo é o método é diferente, mas o raciocínio é o mesmo. Os dois tipos de avaliação tem um objetivo. A av. neuropsicológica um procedimento técnico com objetivo clínico limitado no tempo (tem começo, meio e fim). Sempre tem um objetivo (o que, prá que), tem como base teórica o raciocínio sobre o funcionamento neuropsicológico para embasar a observação do comportamento em modelos da neuropsicóloga, usa modelo das neurociências. Ex. de duas demandas: Dislexia e aspectosemocionais. A dislexia que guia o processo para fazer a intervenção. Os aspectos emocionais o psicólogo pode atender as duas, mas é mais difícil. Na neuropsicologia parte do pressuposto que o comportamento tem relação com o funcionamento cerebral e bases anatômicas. Relação do comportamento com o funcionamento neuropsicológico e base anatômica e todo esse aparato neurológico vem de um processo da constituição biológica/genética e ambiente. A av. neuropsicológica tem que ter um raciocínio sobre o funcionamento cerebral do indivíduo. Ex.: Autismo, não é usado um método técnico da Av. psicológica, e sim, da Neurociências. Exemplos de demandas para av. neuropsicológica Acidente vascular cerebral – AVC isquêmico TEA – criança com hipótese de TEA TCE – traumatismo cranioencefálico para avaliar o funcionamento neuropsicológico para ver sequelas de uma lesão causada pelo TCE Escola envia uma adolescentes com queixa de aprendizagem e hipótese de transtorno de aprendizagem Individuo com sintomas de TDAH sequelas Indivíduo que sofre AVC cognitivo Filhos que procuram uma equipe interdisciplinar para investigar queixas de memória da mãe. Essa avaliação é importante para fazer o diagnóstico diferencial de demência. PROCEDIMENTO TÉCNICO com objetivos clínicos Inferir e organização e o funcionamento cerebral por meio do desempenho do indivíduo. Genética (cromossomo) – bases anatômicas – função cognitiva, comportamento complexo OBJETIVOS NA AV. NEUROPSICOLÓGICA - Levantamento de sinais indicativos e preditores/prodrômicos (conjunto de sinais e sintomas que prenunciam uma doença ou uma alteração da normalidade orgânica) de determinados transtornos. Ex.: quadro demencial/sinais: pode ser indicativo de). Ex.: autismo – criança com sinais de autismo. Na av. neuropsicológica dá para entender o funcionamento e se esse funcionamento é um sinal de indicativo de autismo ou não. Ex.: idosa que apresenta problemas de memória, mas não se sabe se o problema é quadro demencial, então posso avaliar e indicar se isso é indicativo ou não de um quadro demencial. - Diagnóstico neuropsicológico (não é necessariamente diagnóstico classificatório/nosológico). Avaliar se tem sequelas ou não. Indicar o perfil, o funcionamento neuropsicológico do indivíduo já é um diagnóstico diferencial. Pode ser um objetivo da avaliação, dizer como o indivíduo funciona. - Diagnóstico diferencial (entre dois transtornos – dúvida entre duas demandas X ou Y, ou a possibilidade de uma comorbidade, ou seja, uma sobreposição de um transtorno com o outro, também pode ser um objetivo da avaliação. Quem determina os objetivos são: quem encaminha, o porquê a pessoa procurou e qual o entendimento que eu fiz daquele caso. Quando tenho dúvida sobre as duas demandas X e Y, então o objetivo é diagnóstico diferencial. - Identificação de comorbidades – sobreposição de um transtorno com o outro. - Delineamento do perfil neuropsicológico (1º ou 2º) entre dois transtornos ou um com o outro. Dar orientação, avaliar o prognóstico ou acompanhar o indivíduo em uma outra intervenção para delinear o perfil e o outro profissional continua com a intervenção e de tempo e tempo, o paciente volta para reavaliarmos e acompanhar se ele está evoluindo ou não. - Elaboração de programas de intervenção (ver se ela está respondendo a intervenção, tem que monitorar para saber) - Planejamento de outras intervenções (parte sempre da cognição). Ajudar a pensar em programas de intervenção. Ex.: TDAH, autismo, quadro demencial para ajudar outro profissional que vai intervir como o terapeuta ocupacional, o fisioterapeuta. O RACIOCÍNIO CIRCULAR parte de uma hipótese, um objetivo e uma demanda (do funcionamento cerebral) – usar vários procedimentos para responder o objetivo. Depois tem a conclusão e essa conclusão vai direcionar para a intervenção. Tem princípios clínicos norteadores para fazer a intervenção. ETAPA DO PROCESSO AVALIATIVO (5 etapas) – Exploratória, Planejamento, Avaliação, Resultados, Devolutiva. São processos distintos com etapas diferentes. Parte de um objetivo com várias perguntas para responder e ter uma conclusão que vai dar em uma intervenção. 1ª etapa exploratória = coleta inicial, anamnese, entrevista clínica com paciente, familiares. Estabelece hipóteses e respostas provisórias. 2ª etapa – planejamento = dependendo da hipótese, do objetivo, vou selecionar métodos e técnicas. Entrevista, jogos, testes, conversar com a escola, com outras pessoas, aplicar testes. Na av. neuropsicologia sem parto sempre da cognição, das funções cognitivas: atenção, memória, percepção, habilidades motoras, linguagem, inteligência, funções cognitivas. 3ª etapa avaliação = vou aplicar testes, entrevista, encontrar esse paciente, posso rever e refazer o planejamento, posso criar ou mudar hipóteses. 4ª etapa resultados = juntar todos os materiais e organizar os resultados, delinear o perfil, qual é a interpretação dos resultados, se a hipótese faz sentido ou não, o que vou fazer, encaminhar para outro profissional? Vou sugerir intervenção? Qual? 5ª etapa devolutiva = organizo as informações no laudo e marco entrevista de devolutiva para entregar o laudo e explicar os resultados, orientar, encaminhar para outros profissionais se necessário. Obs.: posso encaminhar para outro profissional antes para agilizar quando percebo a necessidade durante a avaliação. ETAPAS DA AVALIAÇÃO – DO PROCESSO AVALIATIVO Tipos de métodos e técnicas Entrevista clínica; entrevista com múltiplos informantes (familia, escola, outros profissionais que atendem aquele paciente); instrumentos padronizados (No SATPSI, psicométricos): escalas (com os pais para observar os sintomas), inventários, baterias, teste de desempenho; Tarefas ecológicas; análise de tarefas. Na neuropsicologia pode usar tarefas neuropsicológicas que tem estudos de validade e normatização e que não são testes restritos ao psicólogo e que podem ser comprados em sites de editoras. Tarefas ecológicas tem relação mais direta com o que o indivíduo faz no dia a dia. Posso usar um teste padronizado de leitura e escrita para crianças com dificuldades, mas posso elaborar uma atividade mais ecológica pensando nas demandas dele no dia a dia. podemos reproduzir estas demandas no consultório, é uma tarefa que vou pensar e criar para aquela pessoa. Não é um teste padronizado. Posso aplicar um teste de desempenho padrão para ver o desempenho dela onde vou aplicar e corrigir, mas posso pensar em como é o desempenho dele em função cognitiva no dia a dia, ex. dar para um idoso uma lista de supermercado (ver como ele planeja, se organiza, paga). Não é um teste psicométrico, é mais qualitativo de observar o comportamento. Análise de tarefas = preciso observar como o indivíduo realiza o teste, se ele verbaliza ou não. Não tem protocolo para isso, eu tenho que treinar. Jogos e métodos lúdicos com crianças e adolescentes e com adultos e idosos também. Tem que fazer análise dos jogos pois está sendo usado em contexto de avaliação. Métodos observacionais (é intencional)- posso ter protocolo de observação. Ex.: no consultório, observar a interação dos pais com a criança ou por exemplo observar na escola. Vídeos e fotos – ver linguagem e comportamento a partir do vídeo (crianças e adolescentes). Escalas clínicas - na TCC tem várias escalas clínicas. O protocolo de conceitualização cognitiva é clínica, não tem pontuação, se baseia no modelo teórico que é cognitivo, posso usar no processo de avaliação, é um instrumento clínico, exige raciocínio clínico. No geral, na av. neuropsicológico sempre vai envolver funções cognitivas, tem que fazer um rastreio de todas as funções cognitivas. Não precisamos nos limitar nessas funções cognitivas, pois dependendo da queixa e das características do paciente, podemos incluir na avaliação, outros construtos, ex.: criatividade, comportamento, personalidade, habilidades sociais, estilosparentais. Sintomas específicos como ansiedade, depressão (pode não ser o foco principal, pois principal é o processamento cognitivo), mas não vamos deixar de lado esses outros construtos psicológicos de lado durante a av. neuropsicológica, podemos incluir. Com crianças tem instrumentos para av. de personalidade psicométricos, mas eles são mais rasos (porque a criança ainda está desenvolvendo estes traços). Ex.: BIFFIVE – traços de personalidade por meio do computador. PLANO DE AVALIAÇÃO QUEIXAS: Funções / habilidades de domínio do desenvolvimento Funções cognitivas: = Inteligência, Percepção, Atenção, Memória, Linguagem, Habilidades Motoras, Funções Executivas, leitura e escrita. Outros construtos: Personalidade, Sintomas específicos, Inteligência emocional, Suporte social e familiar, Criatividade, Estilos parentais, Habilidades escolares. Métodos e técnicas para avaliação: Planos para usar SATEPSI - Sistema de avaliação de testes psicológicos e sites de editoras para testes específicos: MEMNON, VETOR, HOGREFE E PERSON. RASTREIO NEUROPSICOLOGICO – identificar onde tem problema para investir em outros testes mais específicos. Visão geral do paciente, do funcionamento neuropsicológico dele. Instrumento que vai avaliar funções ao mesmo tempo, vai ter pequenas tarefas de todas as funções. NEUROPSILIN: Instrumento de avaliação neuropsicológica - •Infantil: 6 -12 anos •Breve: 12 -90 anos TESTE DE INTELIGÊNCIA – eles tem vários subtestes WISC IV • ESCALA WECHSLER DE INTELIGENCIA PARA CRIANÇAS 6 16 ANOS WISC III : ESCALA WECHSLER DE INTELIGENCIA PARA ADULTOS > 17 ANOS • Avalia: – Inteligência, – Percepção, – Memória, – Atenção Tempo é o parâmetro do desempenho no teste WAIS. Os teste de inteligência, a maioria envolve tempo para fazer. Organização visual é o cubos = vai exigir organização perceptual = percepção. Tem o subteste Beta III raciocínio matricial = Gf inteligência fluida e exige mais raciocínio. ATENÇÃO TAVIS-4 é online sustentada visual e atenção alternada visual – cor e forma Paradigma de cancelamento – paradigma de Lince. O jogo de LINCE ver a função do jogo, pode ser manipulado. É usado para atenção se a criança tem que procurar o alvo. É memória se eu mostro a cartinha que ela tem que procurar e tiro, estou engajando memória, não é mais atenção. MEMÓRIA Memória de curto prazo visual e memória operacional – Cubos de Corsi Paradigma de SPAN – tarefa de Span de memória – Cubos de Corsi 3 processos de memória: como adquirir a informação, como armazenar e como recuperar. Tem sequência de números. Ex.: 4-5-7 – a criança tem que repetir a ordem. Tem também a versão indireta – memória visual operacional. A criança tem que repetir a sequência dos números ao contrário, de trás para a frente. Paradigma de avaliação de memória de curto prazo é o PARADIGMA SPAN (de extensão da memória). Teste Span de dígitos (sequência direta) LINGUAGEM Paradigma de linguagem Token Test - Tarefa de compreensão, linguagem receptiva. Tem que compreender, reproduzir e executar. O Token Test também é uma tarefa neuropsicológica, é tarefa de compreensão, tem parâmetros para crianças, adolescentes, adultos e idosos. Ex.: figuras geométricas em madeira em formato quadrado e circulo com cores e tamanhos diferentes. Pedir para a pessoas tocar em uma figura tal e de cor tal. Coloque o quadrado verde entre o circuito vermelho e o quadrado azul, ou seja, vai ficando mais difícil a tarefa. FUNÇÕES EXECUTIVAS Tarefa mais ecológica, aplicada mais em situação acadêmica, para escola. Ex.: para fazer prova, qual estratégia usa? Vamos questionar as funções executivas dentro das situações acadêmicas, é mais clínico e não tarefa de desempenho com pontuação. Outro material é o baralho das cognições e aprendizagem. Se baseia no modelo cognitivo de Aaron Beck para avaliar as distorções de pensamento de uma pessoa em situação de aprendizagem. São cartas de pensamento, sentimentos, situações e questionamentos divididas por cores. Para as funções executivas tem a Torre de Londres (planejamento), Torre de Hanói, Torre de Coimbra. Avaliação do planejamento, ex.: mostrar para a criança o material estímulo que estão em posições diferentes. A criança tem que mudar os discos de lugar para chegar na posição que está sendo mostrado. Tem regras para a execução, a criança tem uma meta, um objetivo para cumprir, tem que fazer um planejamento e tem que usar uma estratégia para atingir os objetivos. Tarefas neuropsicológicas não tem no SATEPSI Diagnóstico categórico + diagnóstico nosológico Caso M.O.G – 10 anos e 7 meses Hipóteses Dislexia - explica a desatenção, leva a alterações funcionais que explica a leitura e escrita (que é a queixa), tem alteração no proc. Auditivo, alteração de atenção, na leitura e na escrita. Dificuldade de aprendizagem. TDAH – poderia ter dificuldade de aprendizagem, a alteração principal é nas funções executivas, na atenção, ou seja, se fosse TDAH, seria para chamar mais atenção a função executiva e não na linguagem, a linguagem pode ser uma consequência. TDAH pode desenvolver comorbidades emocionais, ex.: ansiedade, mas a ansiedade não explica o transtorno de aprendizagem. Agitado, ansioso, dificuldade para ficar parado. Transtorno específico de aprendizagem – alteração no processo auditivo central – pode ser diagnóstico funcional, não é diagnóstico nosológico porque não tem no manual. É um resultado de exame que ele fez e que deu alterado. Pode ser um achado clínico. Transtorno de linguagem – se fosse, outras alterações de linguagem oral ficariam mais evidenciados. O diagnóstico é clínico e não tem relato dos pais que tem problemas desde cedo. Habilidade motora fina (mão) e habilidade global – como ele pega no lápis. Métodos e técnicas = WISC-IV, percepção visual, atenção, memória, habilidades motoras, funções executivas. DIFERENTES NÍVEIS DE DIAGNÓSTICOS NEUROPSICOLÓGICOS O diagnóstico vem a partir do raciocínio clínico. Diagnóstico não categoria, tem que explicar. FUNCIONAL= sindrômico – descreve os sintomas e sinais em termos de padrões de associação. Explicar, descrever, apresentar os sintomas, as características do funcionamento neuropsicológico. Descrição de sintoma e funcionamento e de dissociações. Utilização de modelos teóricos para a explicação do funcionamento neuropsicológico. Depois que termina o processo de avaliação, a gente explica o funcionamento neuropsicológico do indivíduo. Padrão de alteração de uma função – ter relevância clínica – usar muitas técnicas e métodos. Ex.: WISC-IV – 4 funções, índices que o WISC avalia = comportamento verbal, organização perceptual, memória operacional e velocidade de processamento. TOPOGRÁFICO – localização, estrutural, exames de neuroimagem, relacionar as áreas com as funções. Relação entre estrutura e função. Correlação anátomo-funcional. Comportamento e cérebro. Lesão cerebral mais evidente. O neuropsicólogo localiza o déficit em um modelo cognitivo e a seguir correlaciona o déficit funcional com a localização cerebral estabelecida na literatura ou na sua experiência prévia. NOSOLÓGICO – nosoterápico – nome do transtorno. São sindrômicos, juntam vários sintomas e dá um diagnóstico. Associação entre o padrão (representa um nome: TEA, TDAH, Esquizofrenia, TOC, TAG) de funcionamento e um diagnóstico específico. Importância do conhecimento das diretrizes diagnósticas dos diferentes transtornos mentais e neurológicos, presentes nos manuais diagnósticos internacionais. Tem que saber consultar os critérios de entrada. É apenas um tipo, um nível de diagnóstico que pode definir em neuropsicologia, não é um único. CID 11 – funções e estruturas do corpo, funções psicológicas, funções cognitivas. DSM-5 – Usamos por conta da descrição, coloco na laudo a hipótese e o código. ECOLÓGICO – impacto dos transtornos sobre o funcionamento do indivíduo. Qualidade de vida, representaçãosobre suas dificuldades e potencialidades, participação familiar, profissional, acadêmica, dentre outras. Como ele funciona no dia a dia no ambiente natural. Impacto da dificuldade no dia a dia da pessoa (comparação com ela mesma). Para diagnóstico ecológico pode usar a CIF – classificação internacional de funcionalidades (incapacidade e saúde) – estrutura e função do corpo. Ex.: psiquiatra com TCE – traumatismo crânio encefálico. Limitação por causa da TCE para fazer algumas funções – o que esse problema o afeta. No pessoal é ecológico. NEUROIMAGEM Estudar o encéfalo “in vivo” Usado para a pesquisa científica, investigação estrutural: integridade anatômica e funcional: ex. transtorno do neurodesenvolvimento, estuda a parte funcional ou NÃO funcional. Tem aplicações clínicas como exames complementares para o diagnóstico. clínica sempre é soberana Estrutural: Constituição física e morfológica do encéfalo em determinado momento e não depende de uma atividade cognitiva (clínica). Funcional: Mede diretamente a atividade neuronal. Pode estar associada a uma atividade cognitiva ou estado de repouso (pesquisa/ não tem aplicação clínica) EEG: Eletroencefalograma-Técnica eletrofisiológica, mede e mapeia a atividade elétrica por meio dos potenciais de ação gerados pelo córtex. O sinal pode ser dividido em bandas com frequências distintas (Beta>10Hz,Alfa8- hz,Delta=