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Inteligencia Artificial Para Devs
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Inteligência Artificial Universidade Estácio de Sá - EADUniversidade Estácio de Sá - EAD

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Resumo sobre Fundamentos de Inteligência Artificial A inteligência artificial (IA) é um campo da ciência da computação que visa desenvolver máquinas capazes de simular a inteligência humana, incluindo raciocínio, percepção e tomada de decisões. O entendimento dos fundamentos da IA é crucial para profissionais de tecnologia da informação, pois essa tecnologia está cada vez mais integrada em diversas aplicações do cotidiano. O curso, ministrado pela Profa. Daisy Cristine Albuquerque da Silva, tem como propósito explorar a origem, os paradigmas e as aplicações da IA, permitindo que os alunos reconheçam os fundamentos e identifiquem as diferentes abordagens e suas respectivas aplicações. A história da IA remonta à década de 1950, quando o termo foi oficialmente cunhado durante a conferência de Dartmouth em 1956. Desde então, a IA passou por várias fases de desenvolvimento, incluindo períodos de grande entusiasmo e outros de estagnação, conhecidos como "invernos da IA". A evolução da IA é marcada por marcos significativos, como a quebra de códigos por Alan Turing durante a Segunda Guerra Mundial, o teste de Turing, e a vitória do Deep Blue sobre Garry Kasparov em 1997. Esses eventos demonstraram o potencial das máquinas em resolver problemas complexos e impulsionaram o interesse em pesquisas na área. Os paradigmas da IA são fundamentais para entender como as máquinas podem simular comportamentos inteligentes. Segundo Luger e Stubblefield, a IA pode ser dividida em três paradigmas principais: simbólico , conexionista e evolutivo . O paradigma simbólico utiliza representações lógicas e sistemas especialistas para simular a expertise humana em áreas específicas. O paradigma conexionista, por sua vez, é baseado em redes neurais artificiais que imitam o funcionamento do cérebro humano, permitindo o aprendizado a partir de grandes volumes de dados. Já o paradigma evolutivo se inspira na teoria da evolução de Darwin, utilizando algoritmos genéticos para resolver problemas complexos por meio de processos de seleção natural. Paradigmas da Inteligência Artificial Paradigma Simbólico : Este paradigma é caracterizado pela utilização de representações lógicas e sistemas que simulam o raciocínio humano. Os sistemas especialistas, que surgiram na década de 1970, são um exemplo notável, permitindo a tomada de decisões em áreas específicas, como medicina e direito. A linguagem de programação Prolog é frequentemente associada a esse paradigma, que se baseia em regras e símbolos explícitos. No entanto, a dificuldade de generalização e a necessidade de um conhecimento específico para resolver problemas são algumas das limitações desse paradigma. Paradigma Conexionista : Este paradigma se concentra em redes neurais artificiais, que são modelos computacionais inspirados no funcionamento do cérebro humano. O aprendizado ocorre através da manipulação de grandes quantidades de dados, permitindo que as máquinas reconheçam padrões e façam classificações. O conceito de "caixa preta" é uma característica marcante, onde o conhecimento é implícito nos algoritmos, dificultando a interpretação dos processos de decisão. O avanço do deep learning, que utiliza redes neurais profundas, revolucionou a IA, permitindo aplicações em reconhecimento de voz, imagem e até mesmo na criação de arte. Paradigma Evolutivo : Inspirado na teoria da evolução, este paradigma utiliza algoritmos que imitam os processos naturais de seleção e adaptação. Os algoritmos genéticos, por exemplo, são utilizados para otimizar soluções em problemas complexos, permitindo a geração de designs inovadores em diversas áreas, como saúde e engenharia. A flexibilidade e adaptabilidade dos métodos evolutivos são suas principais vantagens, permitindo que soluções sejam encontradas sem a necessidade de especificar todos os passos do processo. Implicações e Conclusões A jornada da inteligência artificial, desde suas origens até os avanços contemporâneos, reflete uma narrativa de inovação e descoberta. A IA não apenas transformou a forma como interagimos com a tecnologia, mas também levantou questões éticas e filosóficas sobre a natureza da inteligência e o papel das máquinas na sociedade. À medida que a IA continua a evoluir, os desafios relacionados a viés algorítmico, privacidade e a busca pela inteligência artificial geral (IAG) se tornam cada vez mais relevantes. A compreensão dos fundamentos e paradigmas da IA é, portanto, essencial para profissionais que desejam navegar neste campo dinâmico e em constante mudança. Destaques A inteligência artificial simula a capacidade humana de raciocinar e tomar decisões, sendo crucial para profissionais de TI. A história da IA inclui marcos significativos, como o teste de Turing e a vitória do Deep Blue sobre Kasparov. Os principais paradigmas da IA são simbólico, conexionista e evolutivo, cada um com suas características e aplicações. O paradigma simbólico utiliza representações lógicas, enquanto o conexionista se baseia em redes neurais e o evolutivo em algoritmos genéticos. A evolução da IA levanta questões éticas e desafios que precisam ser abordados à medida que a tecnologia avança.

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