Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Pedro Lucas Cariri Moura – 4º Período | FMIT – Faculdade de Medicina de Itajubá 
Habilidades e Atitudes Médicas IV – HAM IV 
 
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS 
Lavar as mãos antes de iniciar e após realizar o 
exame físico (preferencialmente na presença do 
acompanhante da criança). 
 Evitar a transmissão de agentes infecciosos 
para o paciente; 
 Reforçar a relação de confiança com acompa-
nhantes. 
RECOMENDAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO 
DO EXAME FÍSICO 
 Presença do responsável, que deve estar envol-
vido na abordagem; 
 Sequência do exame “mais ou menos” determi-
nada pela criança; 
 Posição confortável: uma criança maior pode 
ser avaliada na maca, já um lactente pode co-
meçar a ser avaliado no colo; 
 Se a criança se atraca à mãe: examinas as cos-
tas e as extremidades primeiro e o restante em 
seguida; 
 Crianças mais agitada e resistente: examinar 
nos braços da mãe. 
O exame inicia-se pela ectoscopia. Os instrumentos 
utilizados são: 
 Estetoscópio, termômetro, otoscópio – introdu-
zidos na medida em que forem necessários; 
 Responsável: ficar junto à mesa de exame (pró-
ximo a criança/colaborar); 
 Estabelecer uma comunicação “amigável” com 
a criança; 
 Explicar sobre o que irá ocorrer durante o 
exame físico. Se procedimentos desagradá-
veis/dolorosos: informar, deixar para o final, ser 
rápido. 
 Ocasionalmente: necessidade de conter a cri-
ança (exame de ouvido, nariz e garganta). 
Não há uma regra precisa e única, o princípio deve 
ser uma boa relação médico-paciente, 
Além disso, o médico estar preparado para as possí-
veis reações da criança durante a consulta. 
EXAME FÍSICO COMPLETO 
 Criança completamente despida; 
Analisar os fatores que envolvem o exame físico, 
como: 
 Sala fria; 
 Paciente acanhado; 
 Retirar um grupo de roupas, examinar e tornar 
a vesti-las; depois retirar um novo grupo de rou-
pas; 
 Grau de pudor: variado; 
 Maior em crianças maiores/meninas – deve ser 
respeitado; 
O paciente deve ser “conquistado”, utilizar de afeti-
vidade, atenção, simpatia, respeito e principal-
mente da paciência do pediatra. 
O recém-nascido e lactente (6 meses) reagem posi-
tivamente ao examinador, as crianças maiores ten-
dem a cooperar. 
A prática e a vivência desenvolvem as habilidades 
para a abordagem do paciente pediátrico. 
TÁTICAS 
Conversar sobre assuntos do seu cotidiano e inte-
resse: escola, animais, histórias infantis, roupas, 
calçados, sempre respeitando a idade da criança, a 
linguagem deve ser simples. 
Deixar a criança brincar com os instrumentos médi-
cos, brinquedos ou outras coisas atraentes durante 
a consulta. 
Inicia-se desde a entrada da criança no consultório: 
 Marcha; 
 Postura; 
 Atitude; 
 Coloração da pele; 
 Mucosas; 
 Fácies; 
 Padrão respiratório. 
OUTROS ASPECTOS 
Postura de quem traz a criança, a maneira que a 
conduz, como se relaciona com ela. 
ASPECTO GERAL 
 Estado geral – bom, regular, ruim. Saudável ou 
enfermo; 
 Fácies; 
 Malformações congênitas; 
 Atitude – ativo, hipoativo; 
 Estado psíquico – irritado, prostrado, obnubi-
lado, sonolento, comatoso; 
 Posições características, movimentos significa-
tivos; 
 Estado nutrição e hidratação; 
 Coloração da pele, anexos, subcutâneo e muco-
sas: cianose, palidez, icterícia; 
 Cabelo – distribuição, coloração, textura. 
SINAIS VITAIS 
 Temperatura; 
 Frequência cardíaca – pulso; 
 Frequência respiratória; 
 Pressão arterial. 
Oximetria de pulso: atendimentos de urgên-
cia/emergência. 
EXAME FÍSICO SEGMENTAR 
 Palpação das cadeias de linfonodos: localiza-
ção, tamanho, consistência, mobilidade, sensi-
bilidade, calor; 
 Cabeça e pescoço: crânio, face, olhos, orelhas, 
nariz, boca e garganta, pescoço; 
 Tórax: aparelho respiratório e cardiovascular; 
 Abdome; 
 Gênito-urinário e Região Perineal; 
 Aparelho locomotor; 
 Neurológico. 
ANTROPOMETRIA 
Medidos – peso, altura, perímetro cefálico, períme-
tro torácico e IMC. 
Anotas os escores Z e consultar os gráficos de 
acordo com a faixa etária. 
Nesse ponto, deve ser avaliado o estado nutricional 
da criança e a avaliação do Desenvolvimento Neu-
ropsicomotor. 
HIPÓTESES DIAGNÓSTICAS 
 Diagnóstico clínico: hipótese principal e diag-
nósticos diferenciais; 
 Diagnóstico nutricional; 
 Diagnóstico neuropsicomotor; 
 Diagnóstico vacinal/alimentar. 
A partir das hipóteses, você estabelece a conduta. 
 Solicitação de exames complementares; 
 Prescrição – tratamento farmacológico e não 
farmacológico, orientações. 
 
Hidratação- 4+ / +
mucosas da boca
N sair lágrima 
Saliva espessa 
Língua mais seca 
Diurese (melhor parâmetro p indicar os pais)
Fontanela- bebês recém nascido (deprimida- muleiro baixa)
Coloração 
Cianose
Periférica - membros 
central - ao redor boca(cardíaca ou lunar)
Icterícia- bilirrubina = grau de kramer 
Tratamento fototerapia 
Comum na pediatria 
Hipocorado
Pálpebra; palma da mão; planta do pé 
Marcha atípica; miopatica comum na pediatria: diminuir a resistência 
Marcha em tesoura em paralisia cerebral

Mais conteúdos dessa disciplina