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10 Marcar para revisão (FGV 2017 Analista Técnico Área Pedagogia Ministério Público BA) Inês Barbosa de Oliveira afirma que pensar alternativas curriculares como uma possibilidade de contribuição para a emancipação social traz em si dois pressupostos. Um deles refere-se à definição de currículo. Para a autora, adepta de uma visão pós- estruturalista, o currículo deve ser compreendido como criação: Dos sujeitos que compõem norte epistemológico e impõem indelevelmente seus saberes a outros A que se encontram em situações de miséria social e intelectual. Das estruturas do Estado totalitário, que se propõe a dirigir as nações em direção a uma sociedade B mais justa para todos e todas. Cotidiana daqueles que fazem as escolas e como prática que envolve todos os saberes e processos interativos do trabalho pedagógico realizado por alunos e professores. Dos intelectuais ligados aos governos centrais e que deve ser posta em ação pelos profissionais da D educação nas escolas, apresentando seus resultados através das avaliações externas. Dos movimentos sindicais, dos movimentos sociais e dos sindicatos ligados aos profissionais da E educação que conhecem as realidades dos sistemas de ensino do país.

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