Prévia do material em texto
TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS ADMINISTRAÇÃO ÍNDICE 01 02 03 NOMES DOS INTEGRANTES EXPERIÊNCIAS DE HAWTHORNE 05 06 07 CONTRIBUIÇÕES (PONTOS POSITIVOS) LIMITAÇÕES (PONTOS NEGATIVOS) LEGADO DA TEORIA 08 CONCLUSÃOCARACTERÍSTICAS DA TEORIA 04 CONTEXTO HISTÓRICO Victor Rafael Lopes Cardozo Matheus Silvio Carolino Gama Antony Carlo Frederico Juliana Sophia Pivetta Décio Soares Neto INTEGRANTES Grupo 4 Contexto Histórico Mudanças • Até os anos 1930, predominava a Teoria Clássica de Taylor e Fayol, que via a empresa como uma “máquina” e o trabalhador como uma “engrenagem”. • Nesse modelo, o foco era na eficiência, disciplina, tarefas e produtividade. • A Grande Depressão de 1929 e as mudanças sociais da época evidenciaram a necessidade de olhar além da produção mecânica. Elton Mayo • Foi nesse cenário que surgiram as Experiências de Hawthorne (1924–1932), realizadas na Western Electric Company (Chicago), lideradas por Elton Mayo; um estudo que foi fundamental para a origem da Teoria das Relações Humanas na administração, revelando a importância dos fatores sociais e psicológicos na produtividade. 1. Iluminação: a produtividade aumentava tanto com mais luz quanto com menos luz → mostrou que fatores psicológicos eram determinantes. 2. Condições físicas (intervalos, pausas, jornadas menores): melhorias no rendimento eram mais ligadas à atenção recebida pelos trabalhadores do que às mudanças físicas em si. 3. Grupos informais: os operários criavam regras próprias de produtividade, mostrando a força das relações sociais. Experiências de Hawthorne Essas experiências investigavam como variáveis do ambiente afetavam a produtividade: Conclusão: o fator humano, social e psicológico é central no desempenho organizacional. Ênfase nas pessoas: cada indivíduo é visto como um ser social com necessidades emocionais. Motivação e moral: trabalhadores motivados produzem mais. Características da Teoria Grupos informais: influenciam fortemente o comportamento individual. Comunicação: essencial para integração e cooperação. Liderança participativa: o chefe deve ser mais líder do que apenas autoridade. Clima organizacional: ambientes saudáveis favorecem maior produtividade. PONTOS POSITIVOS Contribuições Introduziu a visão humanística na administração. Estimulou a valorização de recursos humanos como área de gestão. Mostrou que a produtividade depende de fatores sociais e psicológicos, não só técnicos. Incentivou a criação de programas de bem- estar, motivação e treinamento. Abriu caminho para as teorias Comportamental e Sistêmica. PONTOS NEGATIVOS Limitações Ingenuidade: acreditava em harmonia natural entre patrões e empregados, ignorando conflitos de interesse. Pouco foco em estrutura e economia: problemas salariais, hierarquia rígida e desigualdades foram minimizados. Ênfase excessiva na motivação psicológica: reduzia questões complexas a “satisfação no trabalho”. Generalização: pressupunha que os resultados de Hawthorne se aplicariam universalmente. Hoje, suas ideias ainda estão presentes em práticas como: • Pesquisas de clima organizacional. • Programas de bem-estar corporativo. • Políticas de motivação e engajamento. • Valorização da liderança participativa. Foi a base para o desenvolvimento do movimento comportamentalista, que aprofundou o estudo da motivação (Maslow, Herzberg, McGregor). Influenciou a gestão de pessoas, destacando liderança, comunicação e cultura organizacional. Legado da Teoria A Teoria das Relações Humanas foi um divisor de águas. Ela mudou o olhar das empresas, que antes tratavam trabalhadores como máquinas, para uma visão mais humana e social. Apesar de suas limitações, foi fundamental para o avanço da administração moderna, servindo como ponte entre a rigidez da Teoria Clássica e a visão mais ampla da Teoria Comportamental e Sistêmica. Conclusão Referências bibliográficas: CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. MAYO, Elton. The Human Problems of an Industrial Civilization. New York: Macmillan, 1933. OBRIGADO A TODOS.