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MANUAL DE DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 8.26.2 Formulários e instrumentos utilizados Requerimento de ex-aluno aprendiz de solicitação de emissão da Certidão de Tempo de Aprendizagem; Declaração assinada pelo Gerente da Escola; Certidão de Tempo de Aprendizagem. 8.27 Sobre processo de Emissão de Certificados e Diplomas De acordo com a legislação vigente, cabe às instituições de ensino a emissão/expedição e registro de certificados, diplomas e históricos escolares de cursos da Educação Profissional e Tecnológica. Da emissão de Diplomas: Aos alunos que concluírem com êxito os cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Curso Técnico e Aprendizagem Técnica), que comprovarem a conclusão do Ensino Médio e, quando obrigatória a conclusão do estágio supervisionado ou as atividades da unidade curricular de Práticas Profissionais (para turmas iniciadas até período de oferta 2023.1) será expedido o Diploma de Técnico correspondente à habilitação cursada. Diploma atesta a realização de um curso de nível técnico com Habilitação Profissional, conferindo a titulação e consequente direito de obter credenciamento para exercício legal da profissão pertinente, perante o respectivo órgão de classe, quando aplicável. Histórico Escolar tem como finalidade informar sobre o cumprimento, total ou parcial, do currículo desenvolvido no curso técnico, no que se refere à carga horária cumprida e aos resultados de rendimento obtidos (aproveitamento e frequência) pelo aluno. Os diplomas deverão ser gerados no Sistema de Gestão Escolar (SGE) pela CSA da Diretoria de Educação no prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias, contados a partir da data de conclusão do curso, considerando sua emissão e registro. Caso haja previsão no plano de curso do Curso Técnico de etapa de terminalidade, que caracterize efetiva qualificação profissional técnica, para o exercício no mundo do trabalho, serão expedidos aos alunos que comprovarem a conclusão com êxito Certificados de Qualificação Profissional Técnica. Os certificados deverão ser gerados no Sistema de Gestão Escolar pela CSA da Diretoria de Educação, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, contados a partir da data de conclusão do curso/terminalidade/módulo Da emissão de Certificados: 120DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Aos alunos que concluírem com êxito os demais cursos da Educação Profissional, será expedido Certificado correspondente ao curso realizado. Cerificado é o documento expedido pela escola, que descreve e reconhece que a formação profissional desenvolvida pelo aluno nos cursos ofertados pelo SENAI Pernambuco, ocorreu de forma exitosa e ele obteve o desempenho necessário para ser certificado. Certificado é emitido para as modalidades de Iniciação Profissional, Aperfeiçoamento Profissional, Qualificação Profissional Básica Aprendizagem Básica e Especialização Técnica de Nível Médio (Pós Técnico). Os certificados de Aprendizagem Básica deverão ser gerados no Sistema de Gestão Escolar (SGE) pela CSA da Diretoria de Educação, no prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias, contados a partir da data de conclusão do curso. ?) Os certificados de Qualificação Profissional Básica, Aperfeiçoamento Profissional e Iniciação Profissional deverão ser gerados no Sistema de Gestão Escolar pela CSA da Diretoria de Educação, no prazo máximo de 05 (cinco) dias uteis, contados a partir da data de conclusão do curso. Caso necessite do Certificado ou Diploma com urgência, o aluno deverá solicitar "prioridade" ou "apressamento" por meio do Requerimento Geral e demais documentações comprobatórias para análise da escola SENAI, nas seguintes situações: Exigência para participação de concurso ou processo seletivo; Viagem de estudo ao exterior; Mudança de residência para outro País. Eminência de contratação imediata ou promoção A CSA (Secretaria Escolar) poderá emitir uma declaração de conclusão de curso, até a emissão final do diploma ou certificado. A CSA (Secretaria Escolar) somente poderá realizar a entrega ou o envio digital de diplomas para terceiros, somente mediante procuração registrada em cartório. A entrega ou envio digital de certificados para terceiros, somente será realizada mediante apresentação de documento de identificação com foto do aluno concluinte. Quando da emissão de certificados e/ou diplomas, a equipe da CSA da Diretoria de Educação, deverá expedi-los respeitando a legislação vigente, que determina o emprego obrigatório da flexão de gênero correspondente ao sexo do aluno certificado, a fim de nomear profissão ou grau em diplomas. Também deve ser assegurado, mediante matrícula, a utilização do nome social de acordo com a legislação vigente. 121MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 8.27.1 Procedimento 1. Com Workflow de rendimento escolar (processo sobre critério de aprovação, retenção e recuperação de estudos descrito neste manual) validado pelo NEP, a CSA (Secretaria Escolar) confere as informações para emissão de documentos, que deve ocorrer prioritariamente de forma digital, e encaminha a CSA da Diretoria de Educação. 2. Caso seja emissão de documentos de cursos de Curta Duração (Iniciação Profissional, Aperfeiçoamento Profissional, Qualificação Profissional Básica, Aprendizagem Básica, Qualificação Profissional Técnica como terminalidade de Curso Técnico e Especialização Técnica de Nível Médio): A CSA da Diretoria de Educação confere as informações relacionadas ao certificado, como os documentos obrigatórios e gera os certificados para os alunos aptos; Caso a emissão seja física, a CSA da Diretoria de Educação encaminha WF para emissão física do documento pela CSA (Secretaria Escolar); A CSA (Secretaria Escolar) emite o documento de conclusão no SGE e encerra o workflow de expedição documental. Caso seja um certificado de Norma Regulamentadora (NR), a CSA (Secretaria Escolar) deverá recolher as assinaturas do respectivo Responsável Técnico (RT) e docente no certificado de NR. Seja certificado de NR ou outros cursos de curta duração, a CSA (Secretaria Escolar) também deverá recolher as assinaturas do Secretário Acadêmico e do Gerente da Escola. Na ausência do Secretário Acadêmico e/ou do gerente da escola, a Diretoria de Educação do SENAI Pernambuco poderá assinar os certificados. A CSA (Secretaria Escolar) deverá entregar o documento ao aluno no prazo estabelecido por modalidade, recolher a assinatura do aluno em Ata de Entrega e arquivar a Ata de Entrega de documento de conclusão de curso. Aprendizagem Básica: prazo máximo de 45 (quarenta e cinco dias) Qualificação Profissional Básica: no prazo máximo de 05 (cinco) dias uteis; Aperfeiçoamento Profissional: no prazo máximo de 05 (cinco) dias uteis Iniciação Profissional: prazo máximo de 05 (cinco) dias uteis. Caso a emissão seja digital, a CSA da Diretoria de Educação gera documento digital no SGE e disponibiliza o documento para assinatura digital no GED; 122DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Caso seja um certificado Norma Regulamentadora (NR), respectivo Responsável Técnico (RT) e docente deverão realizar a assinatura digital do certificado de NR. Seja certificado de NR ou outros cursos de curta duração, Secretário Acadêmico e o Gerente da Escola deverão realizar a assinatura digital do certificado. Na ausência do Secretário Acadêmico e/ou do gerente da escola, a Diretoria de Educação do SENAI Pernambuco poderá assinar digitalmente os certificados. 3. Caso seja emissão de documentos de cursos de Longa Duração (Aprendizagem Técnica e Curso Técnico): A CSA (Secretaria Escolar) confere as informações relacionadas ao diploma e valida a documentação do aluno; A CSA (Secretaria Escolar) deve abrir o workflow para emissão e expedição de diploma no SGE; ACSA da Diretoria de Educação, caso haja necessidade de ajustes, solicita a CSA (Secretaria Escolar) a complementação de informações, com a indexação de documentos no SGE/GED; Se o processo for deferido, a CSA da Diretoria de Educação confere os cadastros no SGE, com os ajustes de cadastro realizada, conforme documentação do aluno, e realiza a alteração de status final do aluno no SISTEC, gera o código autenticador de diploma e cadastro o respectivo código no SGE e gera diploma para os alunos aptos; Caso a emissão seja física, a CSA da Diretoria de Educação encaminha WF para emissão física do documento pela CSA (Secretaria Escolar); A CSA (Secretaria Escolar) o documento de conclusão no SGE e encerra workflow de expedição documental. A CSA (Secretaria Escolar) deverá recolher as assinaturas do Secretário Acadêmico e do Gerente da Escola. Na ausência do Secretário Acadêmico e/ou do gerente da escola, a Diretoria de Educação do SENAI ? Pernambuco poderá assinar diplomas. A CSA (Secretaria Escolar) deverá providenciar a cópia do Diploma e recolher a assinatura do aluno na cópia. CSA (Secretaria Escolar) deverá entregar documento ao aluno no prazo estabelecido por modalidade, recolher a assinatura do aluno em protocolo de entrega. Aprendizagem Técnica: prazo máximo de 45 (quarenta e cinco dias) Curso Técnico: prazo máximo de 45 (quarenta e cinco dias) 123MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Caso a emissão seja digital, a CSA da Diretoria de Educação gera diploma e histórico digital no SGE e disponibiliza os documentos para assinatura digital no GED; O Secretário Acadêmico e Gerente da Escola deverão realizar a assinatura digital do diploma e histórico. Na ausência do Secretário Acadêmico e/ou do Gerente da escola, a Diretoria de Educação do SENAI Pernambuco poderá assinar digitalmente os diplomas e históricos escolares. Os documentos são assinados com ICP Brasil e-CPF; CSA da Diretoria de Educação assina documentos com e-CNPJ, compartilha o documento digital via GED no e-mail do aluno, e encerra o Workflow de expedição documental. 8.27.2 Formulários e instrumentos utilizados Requerimento Geral; Protocolo de Entrega de Certificado; Ata de Entrega de Documento de Conclusão. 8.28 Sobre processo de emissão de outros documentos e (segunda) via A escola SENAI, mediante solicitação do aluno, poderá realizar a emissão de documentos escolares, por meio de declarações e via de certificados e diplomas. Declarações são documentos expedidos pela equipe da CSA (Secretaria Escolar), para atendimento à solicitação dos alunos matriculados ou concluintes, devendo ser assinados pelo Secretário Acadêmico e Gerente da Escola. O prazo de validade das declarações é de até 30 (trinta) dias. N SÃO ? no minimo? Segunda via é uma cópia oficial dos registros originais de Certificados e Diplomas emitidos pela primeira vez, e pode ser expedida tanto por motivo de extravio quanto por danificação do original, ou alteração de informações/dados a pedido do aluno. Para diploma ou certificado digital, por se tratar de um arquivo codificado e que possuiu validade permanente, fica dispensada a necessidade da emissão de via. 124DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 8.28.1 Procedimentos 1. Mediante solicitação do ex-aluno ou do aluno, via requerimento geral/Portal do aluno/educonnet, a CSA (Secretaria Escolar) avalia tipo de solicitação. 2. Caso a solicitação de documento ocorra no ato da matrícula ou rematrícula, a CSA (Secretaria Escolar) avalia se há taxa a ser paga para a referida solicitação. Alguns documentos ficam disponibilizados automaticamente no portal para aluno, somente se o aluno estiver com o status de matriculado. 3. Se não houver cobrança de taxa para emissão, a CSA emite o documento, recolhe a assinatura do Secretário Acadêmico e Gerente da Escola. documento pode ser entregue presencialmente ao aluno e recolhe a assinatura em protocolo de entrega. documento também pode ser enviado por e-mail de forma escaneada. Caso a solicitação seja de ementa de curso, o documento deve ser emitido em word. Caso a solicitação seja de outros documentos, os mesmos deverão ser emitidos no SGE. Caso a solicitação de emissão de documentos ocorra em função da necessidade de alteração de dados no certificado ou diploma, ex-aluno deve, obrigatoriamente, apresentar documento com o dado correto para alteração e emissão do certificado ou diploma. 4. Se houver cobrança de taxa, a CSA (Secretaria Escolar) e Núcleo Administrativo Financeiro (NAD) emitirá a cobrança que poderá ser paga pelo aluno via boleto, via cartão de crédito ou pix. Caso o pagamento ocorra via boleto, a CSA (Secretaria Escolar) emite boleto avulso no SGE e encaminha ao aluno via e-mail ou entrega presencialmente; Caso o pagamento ocorra via cartão de crédito, a CSA (Secretaria Escolar) emite link para pagamento por cartão de crédito e envia o link via e-mail. pagamento também poderá ocorrer presencialmente na escola. Caso o pagamento ocorra via pix a CSA (Secretaria Escolar) gera a chave pix e envia ao aluno. 5. Com a confirmação do pagamento recebida via e-mail a CSA (Secretaria Escolar) emite o documento, recolhe a assinatura do Secretário Acadêmico e Gerente da Escola. documento pode ser entregue presencialmente ao aluno e recolhe a assinatura em protocolo de entrega. documento também pode ser enviado por e-mail de forma escaneada. 8.28.2 Formulários e instrumentos utilizados Requerimento Geral; 125MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 8.29 AUDITORIAS INTERNAS As auditorias têm como objetivo realizar um exame sistemático e independente das atividades desenvolvidas nas escolas SENAI para averiguar se estão de acordo com as disposições planejadas e/ou estabelecidas previamente. Sua principal função é avaliar os diversos aspectos do processo de gestão, como a gestão de riscos e procedimentos de aderência às normas regulatórias, apontando eventuais desvios e a vulnerabilidade às quais a organização esteja sujeita. A CSA da Diretoria de Educação realizará a intermediação das solicitações de auditorias internas oriundas da Gerência de Pesquisa e Prospectiva, assim como, das solicitações feitas pela Governança e Compliance, sempre respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As auditorias internas são: Auditoria Educacional, sob a gestão da Gerência de Pesquisa e Prospectiva; Auditoria da ação e monitoramento e controle AMC (Governança e Compliance); 8.29.1 Sobre a Auditoria Educacional A auditoria educacional do SENAI PE é realizada dentro de um método elaborado para um processo de verificação de um escopo pré-definido. Os requisitos e os critérios para a realização da auditoria decorrem das legislações aplicáveis à atividade do SENAI, assim como das políticas e procedimentos internos. A gestão desse processo é realizada pela equipe auditora da Gerência de Pesquisa e Prospectiva, que elabora um cronograma a partir das entradas dos cursos, com as etapas de auditoria e revisitação, com escopo que será auditado e divulga com corpo gestor das escolas técnicas do SENAI PE. O objetivo da auditoria educacional é que 100% dos alunos auditados tenham em seu dossiê todos os documentos comprobatórios exigidos em cada modalidade. Os resultados de cada entrada auditada são inseridos no BI AUDITORIA, para que o gestor escolar tenha acesso aos resultados e monitore a sua respectiva escola. Modalidades auditadas: A auditoria educacional é realizada em 100% das turmas das modalidades abaixo: Cursos Técnicos Pagos e Gratuitos Aprendizagem Técnica Paga e Gratuita 126DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Aprendizagem Básica Paga e Gratuita 8.29.1.1 Procedimento: A auditoria educacional é realizada a partir das seguintes etapas: 1. É retirado do SGE as turmas/alunos que serão auditadas naquela entrada específica. 2. É verificada a documentação através do SGE e do sistema docexpress e em caso de não-conformidades, serão sinalizadas. 3. resultado é encaminhado equipe gestora da escola para análise e é informado o prazo para retorno da escola. 4. Após recebimento da análise feita pela escola, a equipe auditora realiza nova verificação e o resultado é inserido no BI AUDITORIA. Documentos exigidos: Na auditoria educacional cada modalidade tem uma respectiva relação de documentos que serão verificados e pontuados: Curso técnico pago CPF RG ou CNH ? ou certidão nascimento N SENDO SOLICITADA NO ATO/ Comprovante de escolaridade Contrato de prestação de serviço Curso técnico gratuidade CPF RG ou CNH ou certidão nascimento Comprovante de escolaridade Contrato de prestação de serviço Auto-declaração de baixa renda Aprendizagem técnica ou básica paga ou gratuidade CPF RG ou CNH ou certidão nascimento Comprovante residência Comprovante escolaridade Contrato de aprendizagem ou CTPS digital Carta de encaminhamento (caso tenha o contrato, não será exigido a carta) 127MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 8.29.2 Sobre as Ações de monitoramento e controle - AMC (Governança) A Ação de Monitoramento e Controle (AMC) está prevista no Plano Anual de Monitoramento e Controle, e tem por objetivo avaliar o cumprimento dos requisitos relacionados à oferta de cursos pertinentes à Gratuidade Regimental no âmbito do Departamento Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Pernambuco (SENAI/PE), no cumprimento de metas regimentares e na operacionalização realizada no âmbito das Escolas Técnicas, mediante processos seletivos e matrículas para cursos presenciais e a distância. A AMC realiza processo de análise documental por amostragem. A AMC é realizada com o objetivo de analisar a Gestão da Gratuidade Regimental, subsidiada pela aplicação da Receita Líquida de Contribuição Compulsória (RLCC) no cumprimento de metas físicas e financeiras relativas às alocações de recursos nas ações de Gratuidade, além de verificar, por amostragem, a documentação arquivada em dossiês de alunos matriculados nas seguintes modalidades de cursos: Aprendizagem Industrial Básica; Aprendizagem Industrial Técnica de Nível Médio; Qualificação Profissional; Técnico de Nível Médio; Profissional. As AMC's envolvem verificações de documentos e informações em registros de matrículas extraídos da Solução Integradora de Consolidação da Produção, segundo as práticas adotadas pelas Escolas Técnicas, com base nos Referenciais da Gratuidade SENAI, Editais de Processos Seletivos e outros instrumentos normativos vigentes. Para isso, foram realizadas análises nos registros de novas matrículas e na documentação arquivada nos dossiês de alunos matriculados em vagas ofertadas nos processos seletivos para Programa de Bolsas de Estudo em cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio e Formação Inicial e Continuada. 8.29.3 Procedimentos Os procedimentos das AMCs são compostos pelas seguintes etapas: 1. É comunicado início da AMC, com a primeira solicitação de documentos normativos vigentes e a indicação de representantes para assessoramento; 2. É solicitado relatório/relação de matrículas da Solução Integradora de Consolidação da Produção; 128DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 3. São solicitados os Editais dos Processos Seletivos de Gratuidade; 4. São solicitadas informações gerenciais, dados de metas de gratuidade e indicadores de resultados; 5. São solicitados, por amostragem, a documentação dos alunos matriculados na Gratuidade Regimental; 6. É realizada a verificação do cumprimento de Plano de Ação anterior; 7. São analisados tanto os registros de matrículas do Sistema de Gestão Escolar quanto a documentação dos alunos novatos; 8. resultado é encaminhado a equipe da Diretoria de Educação e, em seguida, é realizada a Reunião de Busca de Solução Conjunta. 9. relatório é emitido em via definitiva e, paralelamente, solicitado Plano de Ação para regularização das constatações identificadas. Documentos exigidos: Na AMC são verificados documentos exigidos nos Referenciais da Gratuidade SENAI e Editais de Processos Seletivos, observadas os programas/modalidades da Gratuidade Regimental, e os principais são: Autodeclaração de Baixa Renda; Contrato de Adesão de Prestação de Serviços Educacionais; Contrato de Aprendizagem Industrial; - Declaração de Matrícula em Programa de Aprendizagem; Termo Aditivo ao Contrato de Adesão de Prestação de Serviços Educacionais; Carteira de Identidade (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH) com foto ou Passaporte emitido pela Polícia Federal ou Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS); Certificado de Conclusão do Ensino Médio, Histórico Escolar, declaração de cursando o ou de conclusão do Ensino Médio; Comprovante de residência (atualizado); CPF de representante legal (menor sem capacidade jurídica); Cadastro de Pessoa Física (CPF). 8.29.4 Formulários e Instrumentos Decreto 494/1962 (Regimento do SENAI, atualizado pelo Decreto n° 6.635/2008); Decreto n° 6.635/2008 (Altera e acresce dispositivos ao Regimento do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI); Metodologia de Apuração da Gratuidade Regimental; Referenciais da Gratuidade SENAI; 129 SENAIMANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR Regulamento do Programa de Bolsas de Estudos para Cursos Técnicos Presencial e EAD; Resolução n° 394/2009 (Dispensa de Declaração de Baixa Renda para Aprendizagem Industrial); Resolução n° 10/2020 (Dispensa de Declaração de Baixa Renda para Emprega Mais e Brasil Mais Produtivo). Parecer n° 1.498/17 da CNI (Obrigatoriedade da apresentação da declaração de baixa renda); Resolução n° 43/2014 da CNI (Diretrizes da Educação Profissional e Tecnológica do SENAI); Resolução n° 394/2009 da CNI (Vagas gratuitas nos cursos e programas de educação profissional destinadas a pessoas de baixa renda). Regimento Escolar Unificado do SENAI Pernambuco. Manual de Operacionalização dos Processos Educacionais e de Escrituração Escolar do SENAI Pernambuco 130MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR 9 REFERÊNCIAS BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, 1996. BRASIL. Decreto-Lei 4.048, de 22 de janeiro de 1942. Cria Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI). Rio de Janeiro, 1942. BRASIL. Decreto-Lei 5.452, de 1° de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho). Presidência da República. Rio de Janeiro, 1943. BRASIL. Decreto-Lei 9.576, de 12 de agosto de 1946. Rio de Janeiro, 1946. BRASIL. Decreto n° 6.949, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007. Disponível em: Acesso em: 03 set. 2023. BRASIL. Decreto n° 6.481, de 12 de junho de 2008. Regulamenta os artigos 3°, alínea "d", e 4° da Convenção 182 da OIT que trata da proibição das piores formas de trabalho infantil e ação imediata para sua eliminação, aprovada pelo Decreto Legislativo n° 178, de 14 de dezembro de 1999, e promulgada pelo Decreto n° 3.597, de 12 de setembro de 2000, e dá outras Providências. BRASIL. Lei 10.097, de 19 de dezembro de 2000. Altera dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n° 5.452, de 1° de maio de 1943. BRASIL. Lei n° 11.180, de 23 de setembro de 2005. Institui o Projeto Escola de Fábrica, autoriza a concessão de bolsas de permanência a estudantes beneficiários 46 SENAI APRENDIZAGEM INDUSTRIAL do Programa Universidade para Todos, institui o Programa de Educação Tutorial PET, altera a Lei n° 5.537, de 21 de novembro de 1968, e a Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei 5.452, de 1° de maio de 1943, e dá outras providências. 131MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR BRASIL. Lei 8069, de 13 de julho de 1990 Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília, BRASIL. Presidência da República. Lei 12.513, de 26 de outubro de 2011. Brasília, 2011. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria 984, 27 de julho de 2012. Dispõe sobre a integração dos Serviços Nacionais de Aprendizagem ao Sistema Federal de Ensino, no que tange aos cursos técnicos de nível médio. Brasília, 2012. BRASIL. Ministério da Educação. Portaria 32, de 18 de janeiro de 2022. Dispõe sobre a integração dos Serviços Nacionais de Aprendizagem ao Sistema Federal de Ensino, no que tange aos cursos técnicos de nível médio e de qualificação profissional com carga horária igual ou superior a 160 (cento e sessenta) horas. Brasília, 2022. Disponível em: Acesso em 30 de agosto de 2023. BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Portaria n° 31, de 18 de janeiro de 2022. Dispõe sobre as normas para funcionamento do Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica Sistec. Brasília, 2022. Disponível em: https://abmes.org.br/arguivos/legislacoes/Portaria-MEC-031-2022-01-18.pdf Acesso em 30 de agosto de 2023. BRASIL. Portaria MTE n° 671, de 8 de novembro de 2021. Cria Cadastro Nacional de Aprendizagem Profissional CNAP, destinado à inscrição das entidades qualificadas em formação técnico-profissional metódica. BRASIL. Manual Da Aprendizagem Profissional: que é preciso saber pará contratar aprendiz. 1. ed. Brasília: SINAIT, 2019. SENAI. DEPARTAMENTO NACIONAL. Guia metodológico de implementação do grupo de apoio local GAL. Brasília: SENAI, 2013. SENAI. DEPARTAMENTO NACIONAL. Desafios e sugestões para avaliação de pessoas com deficiência nos cursos de educação profissional do SENAI. Brasília, 2012 SENAI. DEPARTAMENTO NACIONAL. Departamento Nacional. Método de adequação de curso para inclusão da pessoa com deficiência. Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Brasília: SENAI, 2015. SENAI. DEPARTAMENTO NACIONAL. Metodologia SENAI de Educação Profissional. Departamento Nacional. Brasília, 2019. 132MANUAI DE MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR SENAI. DEPARTAMENTO NACIONAL. Programa SENAI de Ações Inclusivas. Guia de Diversidade. Departamento Nacional. Brasília, 2023. Disponível em inclusao/ acessado em 31 de outubro de 2023. SENAI. Departamento Regional de Pernambuco. Regimento Escolar Unificado 2023. Recife, 2023. BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Anísio Teixeira (Inep). Disponível em: indicadores/censo-escolar Acesso em: 30 de agosto de 2023. BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Disponível em: gestores-da-educacao-basica/30000-uncategorised/65681-sistec- em: 30 de agosto de 2023. BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Manual do Usuário. SISTEC Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com manual-sistec&category Acesso em: 30 de Agosto de 2023. SENAI, Departamento Nacional. Guia de Operação. Oferta Nacional com Central de Tutoria e Monitoria. Brasília: SENAI/DN, 2019. MORAES, Gustavo Henrique. Avaliação da Educação Profissional e Tecnológica: um campo em construção. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2020. Disponível em: da educacao profissional tecnol ogica/avaliacao da educacao profissional e tecnologica um campo em construcao.pdf Acesso em 30 de agosto de 2023. PERNAMBUCO. SIEPE Sistema de Informações da Educação de Pernambuco. Disponível em: Acesso em 30 de agosto de 2023. PERNAMBUCO. Decreto Executivo n° 48.477, de 26 de dezembro de 2019. Institui o Regimento Escolar Unificado Substitutivo das Unidades Escolares da Rede Estadual de Ensino do Estado de Pernambuco. Recife, 2019. Disponível em: Acesso em 30 de agosto de 2013. 133MANUAL DE OPERACIONALIZAÇÃO DOS PROCESSOS EDUCACIONAIS E DE ESCRITURAÇÃO ESCOLAR PERNAMBUCO. Secretaria de Educação e Esportes. Instrução Normativa 01/2004. Orienta procedimentos para equivalência e revalidação de estudos realizados no exterior. Diário Oficial do Estado de Pernambuco. Recife, 23 de janeiro de 2004. PERNAMBUCO. Secretaria de Educação e Esportes. Instrução Normativa n° 10/2008. Orienta as escolas integrantes do Sistema Estadual de Ensino sobre procedimentos concernentes ao arquivamento e a incineração de documentos escolares. Diário Oficial do Estado de Pernambuco. Recife, 27 de novembro de 2008. PERNAMBUCO. Secretaria de Educação e Esportes. Instrução Normativa 10/2013. Fixa normas quanto à escrituração dos documentos relativos à vida escolar dos estudantes das escolas integrantes do Sistema Estadual de Ensino do Estado de Pernambuco. Diário Oficial do Estado de Pernambuco. Recife, 09 de abril de 2014. BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução n° 06 de 20 de setembro de 2012. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. Brasília, 2012. Disponível em: docman&view=download8alias=11663- rceb006-12-pdf&category slug=setembro-2012-pdf&ltemid=30192 Acesso em 30 de agosto de 2023. BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução n° 03 de 30 de setembro de 2009. Dispõe sobre a instituição Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC), em substituição ao Cadastro Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio (CNCT), definido pela Resolução CNE/CEB n° 4/99. Brasília, 2009. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb003 pdf&category Acesso em 30 de agosto de 2023. BRASIL. Ministério da Educação (MEC). Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP n° 01, de 05 de janeiro de 2021. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica. Brasília, 2021. Disponível em: 297767578. Acesso em 30 de agosto de 2023. Yasminn Martins de QUA 631.007 de Eletricista 134

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