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UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL CURSO DE FISIOTERAPIA BIANCA VENÂNCIO DOS SANTOS DANIELA CHAVES MARTINI HELOISE NISHIMOTO YAMASHIRO LETÍCIA CRUZ BRITO MARIANNA GEREZ MORGADO DA SILVA LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS ENTORSE, LUXAÇÃO, FRATURA, CÃIBRA E DISTENSÃO SÃO CAETANO DO SUL 2023 BIANCA VENÂNCIO DOS SANTOS DANIELA CHAVES MARTINI HELOISE NISHIMOTO YAMASHIRO LETÍCIA CRUZ BRITO MARIANNA GEREZ MORGADO DA SILVA LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS ENTORSE, LUXAÇÃO, FRATURA, CÃIBRA E DISTENSÃO Trabalho submetido ao curso de Fisioterapia da Universidade Municipal de São Caetano do Sul como requisito para obtenção de nota. Orientadora: Adriana Paulino de Oliveira. SÃO CAETANO DO SUL 2023 Lista de Figuras Figura 1- Ferimentos nos membros 5 Figura 2- Lesão no ombro 5 Figura 3- Entorse de tornozelo 5 Figura 4- Entorse no tornozelo 5 Figura 5- Graus de entorse 6 Figura 6- Tipos de entorse 7 Figura 7- Luxação patelar 8 Figura 8- Lesão de acromioclavicular 8 Figura 9- A dessemelhança da posição normal, subluxação e a luxação da patela 9 Figura 10- Fratura exposta 10 Figura 11- Fratura na clavícula 10 Figura 12- Fratura exposta e fratura fechada 11 Figura 13- Tipos comuns de linhas de fraturas 13 Figura 14- Cãibra 14 Figura 15- Cãibra no esporte 14 Figura 16- Distensão muscular 15 Figura 17- Estiramento muscular 15 Figura 18- Tipos de distensão muscular 17 Sumário 1. INTRODUÇÃO 6 2. ENTORSE 6 2.1 Sinais e Sintomas 7 2.2 Classificação, tipos e graus 7 2.3 Atendimento de primeiros socorros 8 3. LUXAÇÃO 9 3.1 Sinais e Sintomas 9 3.2 Classificação, tipos e graus 10 3.3 Atendimento de primeiros socorros 11 4. FRATURA 11 4.1 Sinais e Sintomas 12 4.2 Classificação, tipos e graus 12 4.2.1 Graus de fratura 12 4.3 Atendimento de primeiros socorros 14 5. CÃIBRA 15 5.1 Sinais e Sintomas 15 5.2 Classificação, tipos e graus 15 5.3 Atendimento de primeiros socorros 16 6. DISTENSÃO 16 6.1 Sinais e Sintomas 16 6.2 Classificação, tipos e graus 17 6.3 Atendimento de primeiros socorros 18 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 19 1. Introdução São lesões que afetam os músculos, ossos, ligamentos, meniscos, cápsulas articulares e outras, esqueleto axial, coluna vertebral e os membros superiores e inferiores Elas são comuns em pacientes com trauma, mas raramente são fatais. Uma lesão musculoesquelética pode ser fatal se causar grande perda de sangue. São as fraturas, luxações, entorses, cãibras e distensões. Figura 1- Ferimentos nos membros Figura 2- Lesão no ombro Fonte- PHTLS Atendimento Pré-hospitalar, 2019 Fonte- Clínica Ex Vitam, 2021 2. Entorse A articulação muda de posição bruscamente, existindo uma torção, lesão/ força exagerada que vai além da capacidade elástica desse ligamento, são alongados até se romperem, rasgando parcial ou totalmente. Figura 3- Entorse de tornozelo Figura 4- Entorse no tornozelo Fonte: Dr. Carlos Mattos, 2020 Fonte: Dr. Sérgio Costa, 2019 2.1 Sinais e Sintomas Os sinais e sintomas mais comuns na entorse são: dor de intensidade variável, inchaço instantâneo do local, possível hematoma e falta de firmeza da articulação.O local fica sensível, existindo a possibilidade de inflamar e muitas vezes, há dificuldade para realizar movimentos. 2.2 Classificação, tipos e graus A entorse varia de acordo com o comprometimento das estruturas afetadas e pode ser dividida em três graus: · Leve: Pequenos machucados nos ligamentos com dor, edema e um leve estiramento muscular; · Moderado: Rompimento parcial desses ligamentos com dor intensa moderada, estiramento muscular e pode existir hematoma; · Grave: Rompimento total do ligamento com dor intensa, hematoma, dificuldade para manter-se em pé e já podendo existir fratura. Figura 5- Graus de entorse Fonte- Dr. Lucas Fonseca, 2021 Podendo também ser classificadas em tipos de entorse: · Entorse em inversão: o pé vira para fora, fazendo com que o pé fique voltado para o outro pé (inversão), causando dor. · Entorse em reversão: o pé vira para dentro causando dor ao longo do lado interno e pode representar uma lesão mais grave para os tendões e ligamentos. · Entorse em rotação: o tornozelo vira para fora ou para dentro, porém, com maior amplitude afetando os movimentos. Figura 6- Tipos de entorse Fonte- Bauerfeind, 2021 2.3 Atendimento de primeiros socorros · Deixar o membro torcido em repouso, movimentar o mínimo possível; · Compressa com gelo de 15 min, podendo deixar o membro elevado nesse primeiro momento, assim diminuindo a dor e inchaço; · A entorse pode ser simples conseguindo resolver em casa ou direto com a pessoa, ela pode se agravar, podendo ter fraturado algum osso perto da articulação ou rompido um ligamento; · Mesmo com tudo isso a dor continuar, procurar um atendimento médico. 3. Luxação A luxação é considerada uma lesão muscular de menor gravidade dentre as outras, ocorre quando os ligamentos que conectam os ossos através de uma articulação se desprendem, voltando cada fragmento do osso para direções divergentes fazendo com que suas extremidades não consigam se conectar novamente a sua devida articulação. Se manifesta em circunstâncias de alto impacto e pressão sob uma articulação que por conseguinte irá afetar os ossos, movimentos repetitivos, pancadas comuns em acidentes nas estradas, quedas e em esportes bruscos, como o surf. O diagnóstico desse tipo de lesão, é realizado a partir de um exame de radiografia no local de maior queixa reportada pelo paciente. Por ser visível um movimento de posição anormal do osso juntamente da deslocação de sua articulação, é possível trazer uma diagnose assertiva de que seja uma possível luxação. Figura 7- Luxação Patelar. Figura 8- Luxação de acromioclavicular. Fonte: Dr. Lucas Melo, 2020 Fonte: Dr. Bruno Akio, 2020 3.1 Sinais e Sintomas Os principais sintomas característicos da luxação se apresentam a partir de dores agudas nos ligamentos e articulações acometidos, sendo também comum de se ver em vítimas de luxação, a sensação de formigamento, dormência na região da lesão e uma atenuação dos movimentos conjugada de dores, impossibilitando a mobilidade do membro afetado. Por outrora, os sinais perceptíveis ao se deparar com condições desse modo, são de inchaços conspicuamente nos pontos doloridos, podendo ou não estar acompanhado de hematomas de aparência protuberante, ademais com a possibilidade dessa lesão estar exposta em casos mais graves de luxações. 3.2 Classificação, tipos e graus São avaliadas dois tipos de luxações, a completa e a incompleta. Identificar as articulações mais tendenciosas a serem afetadas em vítimas dessa lesão, se faz comumente nas conexões dos joelhos, mandíbula, articulação acromioclavicular (ligação presente entre a clavícula e escápulas), nos quadris, tornozelos e dedos. A luxação completa se apresenta através do rompimento total de um osso da sua articulação, tomando por si uma forma completamente desligada de seus antigos ligamentos. Sob outro enfoque, a luxação incompleta também conhecida pela nomenclatura “subluxação”, é caracterizada pelo deslocamento incompleto do osso em cooperação com a sua articulação, tornando na maioria das vezes de fácil acesso o seu retorno sem que seja preciso uma intervenção médica para recolocação do osso no seu ligamento. Figura 9- A dessemelhança da posição normal, subluxação e a luxação da patela Fonte: Dr. Denys Aragão, 2019 3.3 Atendimento de Primeiros Socorros · 1° Solicitar imediatamenteuma assistência médica; · 2° Tranquilizar a vítima e mantê-la agasalhada (de extrema importância para a prevenção de possíveis choques); · 3° Expor a área lesionada e imobilizar o local de luxação; se não houver a providência rápida dos socorristas, apoiar o membro em uma tala improvisada ou almofada (se escolher por imobilizar com o uso de faixas, se atentar para imobilizar as partes acima e abaixo da lesão); · 4° Monitorar o nível de pulso distal, perfusão periférica e responsividade da vítima antes e depois da estabilização; · 5° No caso de lesões abertas, fartar possíveis hemorragias, utilizando solução salina; · 6° Aguardar pelo socorro médico. 4. Fratura As fraturas são definidas como lesões onde ocorre uma rachadura ou quebra de um osso, a maioria das fraturas é resultado de uma força aplicada ao osso, podendo ser expostas ou fechadas. Figura 10- Fratura exposta Figura 11- Fratura da Clavícula Fonte- Henrique Alencastro Puls, 2016 Fonte- Instituto de fraturas, 2020 4.1 Sinais e sintomas Os principais sinais e sintomas da fratura são: dor intensa e contínua, principalmente quando há movimentação na parte afetada, dependência funcional, inchaço, encurtamento do membro, assim como também a presença de uma deformação no osso atingido de acordo com seu alinhamento. 4.2 Classificação, tipos e graus As fraturas podem ser classificadas em aberta (exposta) ou fechada. A fratura exposta é aquela onde há o rompimento da pele, fazendo com que o osso fraturado se torne exposto no corpo. Esse tipo de fratura é considerado mais grave, preocupante do que a fratura fechada. A fratura fechada é aquela onde apesar do osso ter se rompido, não há o rompimento da pele, assim, o osso fraturado acaba por não aparecer superficialmente, evitando a contaminação com o meio externo. Figura 12- Fratura exposta e fratura fechada Fonte- Vanessa dos Santos, 2023 4.2.1 Graus de fraturas As fraturas possuem graus I, II, IIIA, IIIB e IIIC, com as seguintes características: · Fratura grau I: Possui comprimento menor do que 1 centímetro. Não existe a presença alta de contaminação, possui lesão e fragmentação mínima de tecidos moles; · Fratura grau II: Possui comprimento maior do que 1 centímetro. Nela existe uma presença de lesão dos tecidos moles moderadamente, e estriamento pequeno do periósteo; · Fratura grau IIIA: É uma lesão mais grave que as anteriores. Possui lesão preocupante nos tecidos moles, apresentando um nível maior de contaminação. A cobertura de tecidos moles encontrada na fratura grau IIIA é classificada como adequada; · Fratura grau IIIB: Assim como a grau IIIA, a IIIB é identificada como lesão grave, onde os tecidos moles são grandemente prejudicados e existe um alto nível de contaminação. A cobertura de tecidos moles dessa fratura é tratada como inadequada; · Fratura grau IIIC: É uma fratura exposta, ou seja, há a ruptura da pele. Nesse grau, existe uma lesão arterial que irá necessitar de reparos. Além dessas formas de classificação, as fraturas podem ser classificadas de acordo com os traços formados nos ossos a partir do ocasionamento das lesões: · Fraturas transversais: São as fraturas que se formam perpendicularmente ao eixo de osso, de modo horizontal; · Fraturas oblíquas: Se formam a partir de um lesionamento diagonal, formando um determinado ângulo; · Fraturas espirais: O osso se separa de forma espiral, onde um pedaço do osso é lesionado a partir do movimento rotacional; · Fraturas cominutivas: São lesões que fazem com que um único osso se quebre em vários pedaços; · Fraturas por avulsão: Ocorrem quando uma forte contração muscular resulta na separação de tendão e osso, retirando fragmentos de ossos; · Fraturas no toro: São aquelas onde ocorre o encurvamento ósseo, deformando-o conforme o peso de carga; · Fraturas impactadas: São aquelas onde ocorre o encurtamento do osso lesionado, a partir de uma compressão que atinge os locais lesionados. Figura 13- Tipos comuns de linhas de fraturas Fonte- Manual MSD, 2020 4.3 Atendimento de primeiros socorros Em casos de fraturas não expostas: · Colocar o membro afetado em posição de repouso, em posição natural e confortável; · Imobilizar a fratura e região pouco acima e pouco abaixo da lesão; · Nunca endireitar a fratura. Em caso de fraturas expostas: · Controlar possíveis hemorragias com gaze ou pano limpo; · Não esticar o membro, nem movê-lo; · Aguardar pelo socorro médico. 5. Cãibra Uma cãibra é uma contração involuntária e dolorosa de um músculo ou grupo muscular. Elas geralmente ocorrem de repente e podem variar em intensidade e duração. As cãibras podem afetar diferentes partes do corpo, como as pernas, pés, mãos, braços ou abdômen. Figura 14- Cãibra Figura 15- Cãibra no esporte Fonte- Ludmilla Souza, 2020 Fonte- Blog Madá, 2021 5.1 Sinais e Sintomas Apesar da cãibra ser de difícil visualização existem alguns sinais e sintomas que podem indicar uma cãibra. Entre eles estão: dores súbitas e intensas que ocorrem de forma repentina, contrações rápidas dos músculos, surgimento de um caroço temporário sob a pele, sensações de aperto ou tensão no local antes de ocorrer a cãibra, dificuldade de mover o músculo afetado, e em alguns casos, dores e desconfortos podem persistir no local do músculo afetado após a cãibra. 5.2 Classificação, tipos e graus Existem alguns tipos de cãibras definidos por sua causa, são eles: · Câimbras idiopáticas: Cãibras de causa desconhecida que ocorrem esporadicamente em pessoas saudáveis, mais comuns em MMII. · Cãibras musculares associadas a exercícios:Resultam do uso excessivo ou fadiga muscular, geralmente após atividades físicas intensas. · Sintomáticas: Cãibras causadas por uma condição subjacente, como desidratação, deficiências nutricionais, doenças neuromusculares, gravidez, insuficiência renal, diabetes, entre outras. · Medicamentosas: Certos medicamentos podem desencadear cãibras como efeito colateral. 5.3 Atendimento de primeiros socorros Nos atendimentos de primeiros socorros para combater as cãibras é indicado que se coloque compressas quentes na região, alongar o músculo afetado não com muita força, realizar massagem de movimentos circulares na musculatura, e se as cãibras persistirem procurar um médico. 6. Distensão É quando ocorre o estiramento ou rompimento de um músculo ou do tecido muscular que liga o músculo ao osso (tendão), a distensão pode ser bastante dolorosa e impede a pessoa de realizar determinadas atividades físicas durante um tempo. Figura 16- Distensão muscular Figura 17- Estiramento muscular Fonte- Ortopedia Hospital Madre Teresa, 2019 Fonte- Daniel Cárdenas, 2011 6.1 Sinais e sintomas Os sintomas mais comuns de uma distensão incluem dor muscular, espasmos, hematomas, fraqueza, inchaço do músculo e dificuldade de movimentar o local afetado. Quando há ruptura completa das fibras e o rompimento dos vasos sanguíneos, acaba surgindo um grande hematoma no local que fica muito inchado. 6.2 Classificação, tipos e graus Existem dois tipos de distensão: · Distensão Muscular Aguda: Acontece quando os tendões e os músculos fazem uma contração repentina, de intensidade forte; · Distensão Muscular Crônica: É o resultado de exercícios repetitivos e prolongados de um mesmo músculo. As distensões também podem ser classificadas em 3 graus diferentes: · Grau I: É considerada a mais leve dela na acontece a ruptura de pequenas quantidades de fibrasmusculares, sem dados importantes ao músculo e a recuperação é rápida. Com isso, surge o principal sintoma que é a dor localizada durante a contração muscular, mas desaparecendo quando em repouso; · Grau ll: Chamada de distensão moderada, é quando metade das fibras musculares são lesionadas, os sintomas aumentam e incluem dor, hemorragia interna moderada, inchaço e redução da função muscular. Por ser mais grave, a recuperação é mais demorada; · Grau lll: Neste distensão ocorre a ruptura completa do músculo ou quase completa, seus sintomas são mais intensos e pode acontecer a perda total da função do músculo. Diferente dos outros graus, na distensão de grau lll a lesão é visível e palpável. Figura 18- Tipos de distensão muscular Fonte- Osmar da Costa Junior, 2017 6.2 Atendimento de primeiros socorros Geralmente, o próprio corpo se encarrega de consertar as fibras musculares lesionadas, porém algumas atitudes são muito importantes para acelerar o processo de recuperação · Aplicar gelo no local da lesão de 2 em 2 horas, porque o frio diminui a inflamação, dor e o inchaço; · Imobilizar a região lesionada, para ajudar a conter o inchaço e o sangramento interno; · Fazer repouso e evitar atividades físicas ou movimentos bruscos que podem piorar a lesão; · Manter a região afetada elevada, mais alto que o coração, para facilitar a circulação sanguínea; · Aplicar pomadas anestésicas na lesão; · Usar medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios prescritos pelo médico para diminuir a dor e a inflamação. Essas medidas devem ser tomadas durante as primeiras 48 horas, em seguida, com a autorização do médico, a recomendação é iniciar a fisioterapia. No caso de distensão de grau III, quando mais da metade do músculo é rompido, o tratamento cirúrgico é uma opção. Referências Bibliográficas CAMPAGNE, Danielle. Visão geral das fraturas. Manual MSD, 2022. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/les%C3%B5es-intoxica%C3%A7%C3%A3o/fraturas/vis%C3%A3o-geral-das-fraturas. Acesso em: 12 maio 2023. COMO IDENTIFICAR E TRATAR UMA LUXAÇÃO. Ortopedia & Traumatologia Hospital Madre Teresa, 2019. Disponível em: https://ortopediahmt.com.br/luxacao/. Acesso em: 16 mai. 2023. COSTA, Flávia. Distensão Muscular: o que é, sintomas, causas e tratamento. Tua Saúde, 2023. Disponível em: https://www.tuasaude.com/distensao-muscular/. Acesso em: 16 de maio de 2023. DUTRA, Milena; TEIXEIRA, Luzimar. Estiramento muscular. CEPEUSP, 2023. Disponível em: https://cepe.usp.br/tips/estiramento-muscular-durante-a-pratica-de-atividade-fisica/. Acesso em: 17 maio 2023. FUKUDA, Thiago. Entorse do Tornozelo. Instituto Trata, 2022. 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