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AÇÃO PENAL
Art. 5º, XXXIX, da Constituição da República:
Não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal.
tipo penal incriminador
Ex.: Art. 157 do Código Penal.
Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência:
Pena - reclusão, de quatro a dez anos, e multa.
Direito de punir em abstrato.
DIREITO DE PUNIR
x
Lide ou litígio
Estado-juiz
Devido Processo Legal 
(art. 5º, LIV, da Constituição da República)
Contraditório e Ampla Defesa
(Art. 5º, LV, da Constituição da República) 
DIREITO DE LIBERDADE
Art. 5º da Constituição da República :
 LIV- ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal;
LV - aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;
AÇÃO
PROCESSO
JURISDIÇÃO
provocação.
instrumento.
poder de dizer o direito.
AÇÃO PENAL
PÚBLICA
PRIVADA
Ministério Público
denúncia
Art. 129 da Constituição da República:
São funções institucionais do Ministério Público:
I - promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei;
 
dominus litis
AÇÃO PENAL
PÚBLICA
PRIVADA
Ministério Público
denúncia
ofendido / representante legal
queixa
* legitimidade extraordinária / substituição processual
*
AÇÃO PENAL
PÚBLICA
PRIVADA
INCONDICIONADA
CONDICIONADA
EXCLUSIVA
SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA
Art. 24 do CPP.
Nos crimes de ação pública, esta será promovida por denúncia do Ministério Público, mas dependerá, quando a lei o exigir, de requisição do Ministro da Justiça, ou de representação do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.
Ação Penal Pública Condicionada à Representação
Perigo de contágio venéreo
Art. 130 - Expor alguém, por meio de relações sexuais ou qualquer ato libidinoso, a contágio de moléstia venérea, de que sabe ou deve saber que está contaminado:
Pena - detenção, de três meses a um ano, ou multa.
§ 1º - Se é intenção do agente transmitir a moléstia:
Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa.
§ 2º - Somente se procede mediante representação.
Ação Penal Pública Condicionada à Representação
Manifestação de vontade do ofendido;
Não tem forma especial;
“Esta Corte, em inúmeros julgados, tem entendido que a representação do ofendido, como condição de procedibilidade, prescinde de rigor formal. Basta que haja a demonstração inequívoca de sua intenção em ver os autores responsabilizados criminalmente.” (STJ - HC 25690 / São Paulo – SP, Julgamento em 18/03/2004, RELATOR MINISTRO JORGE SCARTEZZINI (1113), QUINTA TURMA)
Ação Penal Pública Condicionada à Representação
Manifestação de vontade do ofendido;
Não tem forma especial;
Pode ser endereçada à autoridade policial, bem como ao juiz ou ao Ministério Público;
Art. 39 do CPP
O direito de representação poderá ser exercido, pessoalmente ou por procurador com poderes especiais, mediante declaração, escrita ou oral, feita ao juiz, ao órgão do Ministério Público, ou à autoridade policial.
Ação Penal Pública Condicionada à Representação
Manifestação de vontade do ofendido;
Não tem forma especial;
Pode ser endereçada à autoridade policial, bem como ao juiz ou ao Ministério Público;
Trata-se de um direito e não de um dever;
Prazo: 6 meses, salvo disposição em contrário;
Termo inicial: conhecimento da autoria;
Art. 38 do CPP
Salvo disposição em contrário, o ofendido, ou seu representante legal, decairá no direito de queixa ou de representação, se não o exercer dentro do prazo de seis meses, contado do dia em que vier a saber quem é o autor do crime, ou, no caso do art. 29, do dia em que se esgotar o prazo para o oferecimento da denúncia.
Ação Penal Pública Condicionada à Representação
Manifestação de vontade do ofendido;
Não tem forma especial;
Pode ser endereçada à autoridade policial, bem como ao juiz ou ao Ministério Público;
Trata-se de um direito e não de um dever;
Prazo: 6 meses, salvo disposição em contrário;
Termo inicial: conhecimento da autoria;
Decadência ao direito de representação (causa de extinção da punibilidade);
Prazo penal;
Art. 10 do CP.
O dia do começo inclui-se no cômputo do prazo. Contam-se os dias, os meses e os anos pelo calendário comum. 
Art. 798, § 1º, do CPP.
Não se computará no prazo o dia do começo, incluindo-se, porém, o do vencimento.
Ação Penal Pública Condicionada à Representação
Manifestação de vontade do ofendido;
Não tem forma especial;
Pode ser endereçada à autoridade policial, bem como ao juiz ou ao Ministério Público;
Trata-se de um direito e não de um dever;
Prazo: 6 meses, salvo disposição em contrário;
Termo inicial: conhecimento da autoria;
Decadência ao direito de representação (causa de extinção da punibilidade);
Prazo penal;
Morte ou ausência;
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Art. 24, § 1o do CPP.
No caso de morte do ofendido ou quando declarado ausente por decisão judicial, o direito de representação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão.  
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Ação Penal Pública Condicionada à Representação
Manifestação de vontade do ofendido;
Não tem forma especial;
Pode ser endereçada à autoridade policial, bem como ao juiz ou ao Ministério Público;
Trata-se de um direito e não de um dever;
Prazo: 6 meses, salvo disposição em contrário;
Termo inicial: conhecimento da autoria;
Decadência ao direito de representação (causa de extinção da punibilidade);
Prazo penal;
Morte ou ausência;
Curador especial;
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Art. 33 do CPP.
Se o ofendido for menor de 18 (dezoito) anos, ou mentalmente enfermo, ou retardado mental, e não tiver representante legal, ou colidirem os interesses deste com os daquele, o direito de queixa poderá ser exercido por curador especial, nomeado, de ofício ou a requerimento do Ministério Público, pelo juiz competente para o processo penal.
Art. 3o  do CPP.
A lei processual penal admitirá interpretação extensiva e aplicação analógica, bem como o suplemento dos princípios gerais de direito.
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Ação Penal Pública Condicionada à Representação
Manifestação de vontade do ofendido;
Não tem forma especial;
Pode ser endereçada à autoridade policial, bem como ao juiz ou ao Ministério Público;
Trata-se de um direito e não de um dever;
Prazo: 6 meses, salvo disposição em contrário;
Termo inicial: conhecimento da autoria;
Decadência ao direito de representação (causa de extinção da punibilidade);
Prazo penal;
Morte ou ausência;
Curador especial;
Retratação.
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Art. 25 do CPP.
A representação será irretratável, depois de oferecida a denúncia.
“Incabível declaração de extinção da punibilidade no caso de retratação da representação, posto que a ofendida poderá oferecer retratação da retratação no prazo decadencial de seis meses contados da ciência da autoria do fato, dando prosseguimento à persecução penal, consoante o disposto no art. 38 do CPP.” (TJ-DF - RSE 105213720118070005, Rel. Nilsoni de Freitas Custódio, TERCEIRA TURMA CRIMINAL, julgado em 26/03/2012.)
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“A reconsideração da retratação dentro do período decadencial é possível e permite o regular curso da ação penal condicionada (art. 303 da Lei n. 9.503/1997). Poderá o ofendido se retratar da representação, ou melhor, se arrepender de ter representado em desfavor do ofensor até o momento antes de ser oferecida pelo Ministério Público a denúncia, que é o início da ação penal. A doutrina e a jurisprudência admitem a retração de retratação dentro do prazo decadencial. Em outros termos, a decisão de arquivamento não implica extinção da punibilidade do autor da conduta delitiva, inclusive não faz coisa julgada material, podendo o órgão ministerial, diante da reconsideração da vítima, antes do termo final do prazo decadencial, requerer o desarquivamento.”
(AgRg no REsp 1131357/DF, Rel. Ministro SEBASTIÃO REIS JÚNIOR, SEXTA TURMA, julgado em05/11/2013, DJe 28/11/2013)
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Ainda sobre o tema retratação, deve-se observar a Lei 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), que trouxe inovações em relação ao instituto pela exigência da realização de uma audiência específica nos casos em que a vítima tenha se retratado. De acordo com o art. 16 da lei supracitada, a retratação da representação somente será admitida em audiência especialmente designada com tal finalidade, perante o juiz, e antes do recebimento da denúncia. 
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Art. 145 - Nos crimes previstos neste Capítulo somente se procede mediante queixa, salvo quando, no caso do art. 140, § 2º, da violência resulta lesão corporal.
Parágrafo único.  Procede-se mediante requisição do Ministro da Justiça, no caso do inciso I do caput do art. 141 deste Código, e mediante representação do ofendido, no caso do inciso II do mesmo artigo, bem como no caso do § 3o do art. 140 deste Código.
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Ação Penal Pública Condicionada à Requisição
Não é ordem;
Não tem prazo;
Não ocorre decadência;
Não se admite retratação.
“Quanto a retratabilidade anterior à denúncia, deve ser terminantemente excluída pela interpretação sistemática da lei: o Código fala da representação e da requisição no art. 24. E no art. 25 somente a respeito da primeira diz que é retratável antes de oferecida a denúncia. Sinal de que a requisição é irrevogável.” (TORNAGHI, Hélio. Curso de Processo Penal, Vol. 1, 6ª edição, Saraiva, São Paulo, 1989.)
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AÇÃO
PENAL
PÚBLICA
PRIVADA
INCONDICIONADA
CONDICIONADA
À REPRESENTAÇÃO
À REQUISIÇÃO
EXCLUSIVAMENTE PRIVADA 
SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA 
PERSONALÍSSIMA (Art. 236 do CP)
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Art. 236 do Código Penal
Contrair casamento, induzindo em erro essencial o outro contraente, ou ocultando-lhe impedimento que não seja casamento anterior:
Pena - detenção, de seis meses a dois anos.
Parágrafo único - A ação penal depende de queixa do contraente enganado e não pode ser intentada senão depois de transitar em julgado a sentença que, por motivo de erro ou impedimento, anule o casamento.
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AÇÃO PENAL PÚBLICA CONDICIONADA À REPRESENTAÇÃO
AÇÃO PENAL PRIVADA
“somente se procede mediante representação”
“somente se procede mediante queixa”
não possui forma especial
possui forma especial
autoridade policial / promotor / juiz
juiz
direito
direito
prazo de 6 meses a contar do dia do conhecimento da autoria
prazo de 6 meses a contar do dia do conhecimento da autoria
decadência ao direito de representação
decadência ao direito de queixa
causa de extinção da punibilidade
causa de extinção da punibilidade
morte ou ausência 
(art. 24, § 1º, do CPP)
morte ou ausência 
(art. 31 do CPP)
curador especial 
(art. 33 do CPP)
curador especial 
(art. 33 do CPP)
AÇÃO
PENAL
PÚBLICA
PRIVADA
INCONDICIONADA
CONDICIONADA
À REPRESENTAÇÃO
À REQUISIÇÃO
EXCLUSIVAMENTE PRIVADA 
SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA 
PERSONALÍSSIMA (Art. 236 do CP)
“Inércia do MP.”
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Art. 5º da Constituição da República:
LIX - será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal;
Código Penal:
Art. 100 - A ação penal é pública, salvo quando a lei expressamente a declara privativa do ofendido. 
.............................................................................................................................................................................
§ 3º - A ação de iniciativa privada pode intentar-se nos crimes de ação pública, se o Ministério Público não oferece denúncia no prazo legal. 
Código de Processo Penal:
Art. 29.  Será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal, cabendo ao Ministério Público aditar a queixa, repudiá-la e oferecer denúncia substitutiva, intervir em todos os termos do processo, fornecer elementos de prova, interpor recurso e, a todo tempo, no caso de negligência do querelante, retomar a ação como parte principal.
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MINISTÉRIO PÚBLICO
denúncia
baixa para complementação ou requisição para abertura de IP.
arquivamento
inquérito ou 
peças de informação
Art. 46 do CPP
opinio delicti
5 dias – preso
15 dias – solto 
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Ministério Público
Inquérito policial
Indiciado solto
ofendido
 15 dias
inércia do MP.
6 meses
decadência
prescrição
legitimidade concorrente
queixa
dever
denúncia
queixa
litispendência
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Art. 29 do CPP
Será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal, cabendo ao Ministério Público aditar a queixa, repudiá-la e oferecer denúncia substitutiva, intervir em todos os termos do processo, fornecer elementos de prova, interpor recurso e, a todo tempo, no caso de negligência do querelante, retomar a ação como parte principal.
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Repudiar
Aditar
Retomar
denúncia substitutiva
objetivo 
/ subjetivo 
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Ação Penal
Pública
x
obrigatoriedade
indisponibilidade
conveniência / oportunidade
disponibilidade
Ação Penal
Privada
Art. 76 da Lei 9.099/95
Transação Penal
Art. 89 da Lei 9.099/95
“Sursis” 
mitigada
mitigada
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Ação Penal
Pública
x
obrigatoriedade
indisponibilidade
conveniência / oportunidade
disponibilidade
Ação Penal
Privada
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ofendido
(querelante)
Juiz
sentença
queixa
decadência
renúncia
(unilateral)
perdão
(bilateral)
perempção
decadência ao direito de queixa
decadência ao direito de representação
renúncia ao direito de queixa
renúncia ao direito de representação
Somente na ação 
penal privada exclusiva
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 Código Penal
Decadência do direito de queixa ou de representação
Art. 103 - Salvo disposição expressa em contrário, o ofendido decai do direito de queixa ou de representação se não o exerce dentro do prazo de 6 (seis) meses, contado do dia em que veio a saber quem é o autor do crime, ou, no caso do § 3º do art. 100 deste Código, do dia em que se esgota o prazo para oferecimento da denúncia.  
Código de Processo Penal
Art. 38.  Salvo disposição em contrário, o ofendido, ou seu representante legal, decairá no direito de queixa ou de representação, se não o exercer dentro do prazo de seis meses, contado do dia em que vier a saber quem é o autor do crime, ou, no caso do art. 29, do dia em que se esgotar o prazo para o oferecimento da denúncia.
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Código de Processo Penal
Art. 49.  A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.
Art. 50.  A renúncia expressa constará de declaração assinada pelo ofendido, por seu representante legal ou procurador com poderes especiais.
Parágrafo único.  A renúncia do representante legal do menor que houver completado 18 (dezoito) anos não privará este do direito de queixa, nem a renúncia do último excluirá o direito do primeiro.
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Código Penal
Perdão do ofendido
Art. 105 - O perdão do ofendido, nos crimes em que somente se procede mediante queixa, obsta ao prosseguimento da ação.     
Art. 106 - O perdão, no processo ou fora dele, expresso ou tácito: 
I - se concedido a qualquer dos querelados, a todos aproveita;  
II - se concedido por um dos ofendidos, não prejudica o direito dos outros;  
III - se o querelado o recusa, não produz efeito. 
§ 1º - Perdão tácito é o que resulta da prática de ato incompatível com a vontade de prosseguir na ação.  
§ 2º - Não é admissível o perdão depois que passa em julgado a sentença condenatória.
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Código de Processo Penal
Art. 51.  O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.
        
Art. 52.  Se o querelante for menor de 21 e maior de 18 anos, o direito de perdão poderá ser exercido por ele ou por seu representante legal, mas o perdão concedido por um, havendo oposição do outro, não produzirá efeito.
        
Art. 53.  Se o querelado for mentalmente enfermo ou retardado mental e não tiver representante legal,ou colidirem os interesses deste com os do querelado, a aceitação do perdão caberá ao curador que o juiz Ihe nomear.
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Art. 54.  Se o querelado for menor de 21 anos, observar-se-á, quanto à aceitação do perdão, o disposto no art. 52.
        
Art. 55.  O perdão poderá ser aceito por procurador com poderes especiais.
        
Art. 56.  Aplicar-se-á ao perdão extraprocessual expresso o disposto no art. 50.
        
Art. 57.  A renúncia tácita e o perdão tácito admitirão todos os meios de prova.
        
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Art. 58.  Concedido o perdão, mediante declaração expressa nos autos, o querelado será intimado a dizer, dentro de três dias, se o aceita, devendo, ao mesmo tempo, ser cientificado de que o seu silêncio importará aceitação.
Parágrafo único.  Aceito o perdão, o juiz julgará extinta a punibilidade.
Art. 59.  A aceitação do perdão fora do processo constará de declaração assinada pelo querelado, por seu representante legal ou procurador com poderes especiais.
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Código de Processo Penal
Art. 60.  Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considerar-se-á perempta a ação penal:
I - quando, iniciada esta, o querelante deixar de promover o andamento do processo durante 30 dias seguidos;
II - quando, falecendo o querelante, ou sobrevindo sua incapacidade, não comparecer em juízo, para prosseguir no processo, dentro do prazo de 60 (sessenta) dias, qualquer das pessoas a quem couber fazê-lo, ressalvado o disposto no art. 36;
III - quando o querelante deixar de comparecer, sem motivo justificado, a qualquer ato do processo a que deva estar presente, ou deixar de formular o pedido de condenação nas alegações finais;
IV - quando, sendo o querelante pessoa jurídica, esta se extinguir sem deixar sucessor.
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Ação Penal
Pública
x
obrigatoriedade
indisponibilidade
conveniência / oportunidade
disponibilidade
Ação Penal
Privada
indivisibilidade
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Código de Processo Penal
Art. 48.  A queixa contra qualquer dos autores do crime obrigará ao processo de todos, e o Ministério Público velará pela sua indivisibilidade.
Art. 49.  A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.
Art. 51.  O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.
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ofendido
JUIZ
QUEIXA
Tício
Caio
inquérito policial
Tício e Caio
MP
Mévio?
Mévio
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Código de Processo Penal
Art. 45.  A queixa, ainda quando a ação penal for privativa do ofendido, poderá ser aditada pelo Ministério Público, a quem caberá intervir em todos os termos subsequentes do processo.
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ofendido
JUIZ
QUEIXA
Tício
Caio
Inquérito Policial
Tício, Caio e Mévio.
MP
Mévio?
Renúncia
Art. 49.  A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.
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Ação Penal
Pública
x
obrigatoriedade
indisponibilidade
conveniência / oportunidade
disponibilidade
Ação Penal
Privada
indivisibilidade
indivisibilidade?
divisibilidade?
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MP
JUIZ
DENÚNCIA
Tício
Caio
Inquérito Policial
Tício, Caio e Mévio.
arquivamento implícito (falta de provas).
Recebimento da denúncia.
Súmula 524 do STF.
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Ação Penal
Pública
x
obrigatoriedade
indisponibilidade
conveniência / oportunidade
disponibilidade
Ação Penal
Privada
indivisibilidade
indivisibilidade?
divisibilidade?
oficialidade
intranscendência
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CONDIÇÕES DA AÇÃO
POSSIBILIDADE JURÍDICA DO PEDIDO
LEGITIMIDADE
INTERESSE DE AGIR
* JUSTA CAUSA
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CONDIÇÕES 
ESPECÍFICAS DA AÇÃO
REPRESENTAÇÃO
REQUISIÇÃO
NOVAS PROVAS
NOVAS PROVAS
Arquivamento do IP por falta de provas.
Impronúncia.
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Arquivamento 
do 
Inquérito Policial 
Falta de provas.
Atipicidade ou extinção
 da punibilidade.
Coisa julgada formal.
Coisa julgada material.
Art. 18 do CPP
Súmula 524 do STF
Código de Processo Penal
Art. 18. Depois de ordenado o arquivamento do inquérito pela autoridade judiciária, por falta de base para a denúncia, a autoridade policial poderá proceder a novas pesquisas, se de outras provas tiver notícia.
Súmula 524 do STF
Arquivado o Inquérito Policial, por despacho do Juiz, a requerimento do Promotor de Justiça, não pode a ação penal ser iniciada, sem novas provas.
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Procedimento especial
 dos crimes dolosos contra a vida
1ª fase
juízo de 
admissibilidade
2ª fase
juízo de mérito
MP
JUIZ
Pronúncia (413 CPP)
Impronúncia (414 CPP)
Conselho de Sentença
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ELEMENTOS DA 
DENÚNCIA OU QUEIXA
(ART. 41)
exposição do fato criminoso, com todas as suas circunstâncias, 
qualificação do acusado ou esclarecimentos pelos quais se possa identificá-lo, 
a classificação do crime, 
quando necessário, o rol das testemunhas.
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Art. 395.  A denúncia ou queixa será rejeitada quando:  
I - for manifestamente inepta; 
II - faltar pressuposto processual ou condição para o exercício da ação penal; ou  
 
 demanda
 capacidade processual
 juiz competente e imparcial
 ausência de litispendência e coisa julgada
III - faltar justa causa para o exercício da ação penal. 
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