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SOEDUCAR-ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA DE JANAÚBA Rua Cirilo Barbosa, nº 18, Centro, Janaúba/MG, CEP 39440-000 TELFAX: (38) 3821-1070, email: colegiosejan@hotmail.com.br Normas de trabalhos científicos da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Janaúba Janaúba – MG Maio - 2015 SOEDUCAR-ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA DE JANAÚBA Rua Cirilo Barbosa, nº 18, Centro, Janaúba/MG, CEP 39440-000 TELFAX: (38) 3821-1070, email: colegiosejan@hotmail.com.br SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 4 2 PESQUISA EM SITES ACADÊMICOS .................................................................... 8 3.2 Resumo .............................................................................................................. 13 5.1.1– CITAÇÃO TEXTUAL OU DIRETA ................................................................ 29 5.1.1.1 Citação Direta Curta .................................................................................. 29 6. ESTRUTURA DE TRABALHOS ........................................................................... 36 6.1 Capa ................................................................................................................... 37 6.2 Contra-capa ....................................................................................................... 37 6.3 Sumário ............................................................................................................. 37 6.4 Resumo .............................................................................................................. 38 6.5 Corpo do texto ................................................................................................... 38 Introdução ................................................................................................................ 38 Metodologia ............................................................................................................. 39 Conclusão ou Considerações Finais ..................................................................... 39 Referências bibliográficas ...................................................................................... 40 Apêndices e/ou anexos .......................................................................................... 40 7 FORMATO DE APRESENTAÇÃO ........................................................................ 40 Papel e Fonte ........................................................................................................... 40 Margem .................................................................................................................... 41 Espaçamento e parágrafos .................................................................................... 41 Paginação ................................................................................................................ 43 8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................... 47 4 1 INTRODUÇÃO A elaboração de um trabalho acadêmico (seja um projeto, monografia, TCC ou artigo científico) exige do pesquisador um trabalho intenso na busca de uma ou mais respostas ao problema proposto. Tal busca – que mais se assemelha a uma “garimpagem” intelectual que se denomina pesquisa (CARTONI, 2011). A pesquisa é um trabalho em processo não totalmente controlável ou previsível. Como descreve Demo (1991), em sua origem, a palavra “metodologia” significa estudos dos caminhos dos instrumentos utilizados para um trabalho científico). Não determina um único caminho, mas busca apresentar os caminhos possível do processo científico, como problematizar criticamente, indagar sobre os limites da ciência e estabelecer um padrão de inteligibilidade na apresentação da pesquisa. Para a elaboração de um trabalho científico correto, o autor deverá considerar que este não será lido apenas por seus professores, banca examinadora ou por profissionais de sua área. Dessa forma, é essencial o uso das normas técnicas para uma boa apresentação e compreensão da leitura (PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS, 2010). A linguagem dos relatórios científicos não é literária nem retórica. Deve ficar evidente ao leitor suas características informativas e técnicas que, como tais, primar pela impessoalidade, objetividade e coerência. Dentre os critérios que regem um bom texto científico, Lakatos e Marconi (2001) destacam: Forma: uso de palavras adequadas, enfocar imagens e comparações, a fim de transmitir as ideias de forma objetiva e coerente. Simplicidade: evitar uso de termos pomposos, controvertidos ou artificiais. Proibido o uso de jargões. A simplicidade no escrever significa clareza de pensamento. Precisão: evitar termos de sentido dúbio ou impreciso. Concisão: exposição das ideias de forma enxuta e corente. O autor precisa de objetividade e não ser prolixo, evitando longas explicações e pormenores insignificantes. Imparcialidade: deixar claros os pressupostos do trabalho desde o seu 5 início, evitando levar o leitor a conclusões incorretas. Inclui a preocupação de não se deixar influencias por ideias preconcebidas, com um julgamento exato e justo. Originalidade: significa a novidade na forma de exposição ou do conteúdo. Não refere-se apenas a um tema nunca estudado (isso não é requisito para o artigo, o qual pode ser uma revisão bibliográfica sobre o assunto), mas à apresentação diferenciado do que há publicado. Ordem: estabelecimento de uma ordem lógica na informação e ideias apresentadas, de forma ordenada. Harmonia: coordenação das partes e do todo, senso de proporção. Deve haver harmonia no estilo de redação, de citação e de ideias. Acuidade: implica em observações cuidadosas, medidas e verificadas sobre as palavras e ideais expostas. Persuasão: apresentação dos argumentos que visam convecer sobre o assunto exposto. Interesse: o trabalho deve ser agradável ao leitor, despertando seu interesse, atenção e agrado. A seguir, alguns problemas que podem ser evitados: Períodos longos ou breves demais; Repetição de palavras; Frases desconexas ou confusas; Expressões vulgares (gírias, expressões populares etc); Chavões e expressões de uso na linguagem corriqueira; Jamais usar “gerundismo” Eco – destaque para: hiato (sucessão de vogais iguais), cacofonia (repetição de sons desagradáveis) e colisão (concorrência das mesmas consoantes). Deve-se prestar atenção na redação do texto, observando o tempo verbal e pessoal. O trabalho acadêmico deve observar as normas gramaticais específicas para a sua redação. Nesse sentido, a objetividade passa a ser uma característica 6 importante do texto, com o uso de frases curtas e simples, empregando vocabulário adequado, com linguagem impessoal. Na elaboração do texto, expressões como “eu penso”, “na minha pesquisa”, “eu deduzi”, “verificamos” devem ser evitadas, sendo substituídas de preferência por “esta pesquisa”, “este trabalho”, “o estudo em questão”, “verificou-se”, “conclui-se daí que”, utilizando-se verbos que tendem à linguagem impessoal (GONÇALVES, 2004). Erros de redação comuns em textos acadêmicos: Exemplo 01. Utilização de formas pronominais diferentes. Percebe-se que a indisciplina constitui o principal problema que acomete a escola, embora acreditemos que haja uma saída para tal dificuldade, ou seja, a atuação da família. Exemplo 02. Repetição de palavras e termos em excesso. Paulo Freire (1980) afirmou que a educação deve servir à autonomia do sujeito. Nessa linha de raciocínio, Miguel Arroyo afirmou que a educação do campo merece um olhar mais atento. Exemplos 03. Erros ortográficos, gramaticais,regência e concordância. Exemplo 04. Mudança de ideias sem a devida contextualização. A educação brasileira está longe do ideal. Precisa-se que haja políticas públicas voltadas para a formação docente. (Perceba que há a necessidade de inserir outras ideias entre essas duas frases, visto que, nesse caso não há uma harmonia entre as duas, o que impede o maior entendimento do texto. Poderia se escrever da seguinte forma para dar maior clareza ao texto: “A educação brasileira está longe do ideal. Um dos maiores problemas evidenciados que explicam tal constatação é a má formação dos professores. Por isso, precisa-se que haja políticas públicas voltadas para a formação docente.” Exemplo 05. Utilização de apenas um ou poucos autores. Quando o acadêmico utiliza apenas um autor em uma sequência de parágrafos dá a impressão que falta discussão teórica, sugerindo que o texto seja 7 um resumo e não um debate entre diferentes autores. Exemplo 06. Falta de discussão entre os autores O texto científico deve apresentar diferentes autores, destacando as diferenças, semelhanças, aproximações e distanciamento entre as ideias de um autor e outro. Não adianta simplesmente descrever os autores, e sim apresentá-los de forma a destacar a teoria que defende, contrapor a outras, dentre outros. Em alguns casos, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) apresenta em suas normas, algumas regras que são opcionais ou que permitem ao autor definir seus próprios critérios. Diante disso, nestas normas optou-se por utilizar alguns critérios que facilitariam a compreensão de qualquer leitor. a) Citações: optou-se pelo sistema autor-data; Ex.: GUIMARÃES (2010, p.10) optou-se por não utilizar as expressões latinas Ibid, Idem, Ibdem, op cit; (citar o autor e trabalho em todo parágrafo que se repetir) b) Referências: optou-se por destacar os títulos das publicações em negrito; optou-se por repetir o nome do autor na listagem bibliográfica, quantas vezes se fizerem necessário. Não será utilizado o travessão ponto ( ________.). c) Notas: as notas explicativas devem ser breves, sucintas e claras. Notas muito longas prejudicam a compreensão e leitura. d) Abreviaturas: deve-se evitar ao máximo o uso de abreviaturas em textos corridos. Caso necessário, deve-se consultar normas, dicionários para verificar a forma correta. Exemplo: edição (ed.); organizador (org.). optou-se por redigir os títulos de periódicos por extenso. Exemplo: RBCS (Revista Brasileira de Ciência do Solo); RT (Revista dos Tribunais), etc. 8 e) Siglas: utilizar apenas as siglas consagradas mundialmente. Exemplo: Unesco; ONU; FMI, etc. deve-se evitar o uso de siglas. Caso necessário, deve-se colocar seu significado na primeira vez que ela aparece no texto, colocando sempre o seu significado por extenso e a sigla entre parênteses. Exemplo: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). f) Formato: optou-se por utilizar o parágrafo recuado a a 1,25 cm da margem esquerda, sem espaços entre os parágrafos. g) Divisão dos capítulos: optou-se pela diferenciação das seções da seguinte forma: 2 PESQUISA EM SITES ACADÊMICOS Sabe-se que nem todos os sites são confiáveis. Os trabalhos acadêmicos devem ser baseados em informações confiáveis, prioritariamento em artigos, livros, resenhas, monografias, dissertações de mestrado e teses de doutorado. Todos esses trabalhos devem ser de autoria de mestres, doutores, bem como provenientes de Instituições de Ensino Superior-IES como a Universidade Estadual de São Paulo- USP, Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG, Universidade Federal de Uberlândia-UFU, Universidade Estadual de Montes Claros-Unimontes, dentre outros. Para realizar a pesquisa existem formas e canais importantes para que se tenha êxito em sua pesquisa. Google livros: http://books.google.com.br/bkshp?hl=pt-BR&tab=wp Pesquisa de livros que estão disponíveis na internet. Google acadêmico: http://scholar.google.com.br/ Pesquisa direta em artigos, livros, dissertações e teses sobre determinado tema. Ao entrar nesse endereço (site) abrirá uma página semelhante a essa abaixo. 9 IMAGEM 01 Fonte: http://scholar.google.com.br/. No retângulo ao lado do menu pesquisar o acadêmico digitará o assunto que se quer pesquisar. Após digitá-lo clique em pesquisar e os resultados da pesquisa aparecerão. Obs: Se o acadêmico pretender pesquisar uma frase de um autor, para que a pesquisa seja direta e o seu resultado não seja de qualquer palavra que contenha a frase faz-se necessário colocar aspas no início e fim da frase. Sugestões de sites para pesquisa: Scielo: www.scielo.org/ (pesquisa de trabalhos acadêmicos disponibilizados em revistas, dentre outros) Domínio público: www.dominiopublico.gov.br/ (pesquisa de livros diversos, documentos como documentários de Paulo Freire, dissertações, teses, dentre outros). Bireme: http://www.bireme.br 10 IMAGEM 02 Fonte: www.dominiopublico.gov.br/ Dentro desse site o espaço para pesquisar é esse abaixo. IMAGEM 03 Fonte: www.dominiopublico.gov.br/ No espaço tipo de mídia o acadêmico deverá optar por textual, visual, vídeo, dentre outros. Depois é só preencher os demais campos e clicar em pesquisar. Estante virtual: www.estantevirtual.com.br/ (Sebo virtual para se comprar livros usados). 11 3. TIPOS DE TRABALHOS CIENTÍFICOS 3.1 Fichamento Na atualidade vive-se em uma sociedade da informação em que, surpreendentemente, os diversos sujeitos sociais são alvo de diversas notícias e conhecimentos diversos. Por isso, surge a necessidade da prática da documentação pessoal. No caso da universidade em que os acadêmicos estão constantemente tendo contato com diversos textos, a documentação deve ser uma prática constante, visto que constitui uma forma de apreender, fixar e registrar conteúdos e informações importantes. Lembrando que o fichamento também pode ser de uma aula, grupo de estudos, seminário, dentre outros. O fichamento é uma forma de investigação que se caracteriza pelo ato de fichar (registrar) todo o material necessário à compreensão de um texto ou tema. Ele permite a ordenação dos assuntos pesquisados para que, depois de fichada uma obra, não haja necessidade de voltar a consulta-la. A partir do fichamento é possível transcrever frases do livro pesquisado, desde que feitas às referências, colocadas as aspas e a página. Essas normas facilitam posteriormente que o leitor encontre as informações com maior facilidade no livro que foi fichado, bem como pode dispensar a sua releitura. Quanto à forma de documentação existem várias. No entanto, a mais comum no meio acadêmico é feita em fichas, visto que o seu manuseio e sua armazenagem (em fichários e organizadas por assunto) são mais adequados. Um bom fichamento pode dispensar a releitura de um livro. Quanto a ficha, os tamanhos mais comuns são 20X12,5 cm, 20X25 cm ou 25X15cm, podendo-se utilizar os dois lados da ficha. Normas para as fichas: Apresentar a referência completa do(s) texto(s) fichado(s); As fichas devem ser numeradas; Padronizar o tamanho das fichas; 12 Pode-se transcrever com fidelidade o texto da obra pesquisada, desde que não se prolongue, bem como utilizar aspas para identificar as citações e colocar a página de onde a citação foi retirada. Ex. Marconi e Lakatos definem que “o fichamento é uma prática de documentação pessoal.” (2001, p.51). A estrutura de um fichamento consiste em: cabeçalho, com indicação da bibliografia e o corpo do texto. O cabeçalho deve se repetir quando utilizar mais de uma ficha. Deve portanto, apresentar os seguintes dados: Indicação bibliográfica: mostrando a fonte da leitura nos padrões da ABNT Resumo: sintetizando o conteúdo da obra Citações: apresentando as transcriçõessignificativas da obra Comentários: expressando a compreensão crítica do texto, baseando- se ou não em outros autores e outras obras Ideação: colocando em destaque as novas ideias que surgiram durante a leitura reflexiva. Ex. Prática da documentação pessoal Conteúdo das fichas A MARCONI, A. M.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2001. Marconi e Lakatos definem que “o fichamento é uma prática de documentação pessoal.” (2001, p.51). “Na sociedade moderna o fichamento constitui uma das práticas mais eficazes de documentação.” (2001, p.51). Existem diferentes tipos de fichamentos, que se adequam aos interesses e necessidades do pesquisador: 13 a) Ficha bibliográfica: apresenta característica da obra b) Ficha de citações: consiste na reprodução fiel e frases ou sentenças consideradas relevantes ao estudo (devem vir entre aspas) c) Ficha de resumo ou de conteúdo: apresenta uma síntese clara e concisa das ideias principais do autor d) Ficha de comentário ou analítica: consiste na explicitação ou interpretação crítica das ideias expressas pelo autor. 3.2 Resumo Resumir é apresentar de forma breve, concisa e seletiva um certo conteúdo. Isto significa reduzir a termos breves e precisos a parte essencial de um tema. Saber fazer um bom resumo é fundamental no percurso acadêmico de um r=estudante em especial por lhe permitir recuperar rapidamente ideias, conceitos e informações com as quais ele terá de lidar ao longo de seu curso. Obs: O resumo deve ser escrito com as palavras do autor do resumo. Se for copiada alguma frase ou conjunto de palavras do autor do texto resumido deve-se referenciar. Ex: Segundo o autor X(ANO, p.10) “a educação é ideológica”. O erro mais comum de resumo é quando o autor do mesmo copia frases aleatórias do texto resumido e as une, formando um texto sem conexão e cometendo um plágio. Conforme Lakatos e Marconi(1987) destaca que quando se fizer um resumo de um texto tem que se procurar responder as seguintes questões: de que trata o texto? Qual o objetivo central do texto? Quais os argumentos o autor utiliza para defender o seu ponto de vista? Existem vários tipos de resumos a saber: a) Resumo indicativo: não dispensa a leitura completa do texto original e faz referência às partes mais importantes, descrevendo a natureza, forma e objetivo do texto-base, através de frases curtas. b) Resumo informativo: pode dispensar a leitura do texto-base, sendo que seu objetivo é informar o conteúdo e as principais ideias do autor, destacando o objetivo, a metodologia e as conclusões, apresentado um conjunto de palavras-chaves. 14 c) Resumo crítico: resenha. Resumo informativo que apresenta um julgamento sobre o texto lido. Estrutura resumo Capa Contra-capa Sumário Introdução (apresenta o trabalho resumido, ano de publicação, editora, natureza do trabalho – artigo, livro e outros – autor, objetivo geral da obra, principal conclusão e metodologia utilizada (questionários, mapas, fotografias, pesquisa bibliográfica, pesquisa de campo e outros). Desenvolvimento (apresenta os diversos argumentos apresentados pelo autor) Conclusão (apresenta as conclusões do texto) Referências Bibliográficas (apresenta as referências utilizadas em ordem alfabética) 3.3 Esquemas O esquema é outra ferramenta de apoio à organização da informação. É um registro gráfico dos pontos principais de um determinado conteúdo. Não há normas para elaboração do esquema, ele deve ser um registro útil para o pesquisador. Um exemplo a ser utilizado é a construção de mapas conceituais, que é uma ferramenta para organizar e representar conhecimento. Para elaborar um bom esquema é necessário: Evidenciar o esqueleto do texto em questão, apresentando rapidamente a organização lógica das ideias e a relação entre elas, a partir dos temas centrais Ser o mais fiel possível ao texto, limitando-se a reproduzir e compreender o conteúdo esquematizado Colocar esses itens no papel como uma sequencia ordenada por números para indicar suas divisões Após a leitura do texto, dar títulos e subtítulos às ideias identificadas no 15 texto, anotando-os as margens Utilizar símboso para relacionas as ideias esquematizadas, como setas para indicar que uma ideia leva à outra, sinais de igual para indicar semelhanças ou cruzer para indicar oposição Utilizar chaves ou círculos para agrupar ideias semelhantes. Exemplo de mapa conceitual Fonte: https://www.google.com.br/search?q=exemplo+de+mapas+conceituais&espv=2&biw=1366&bih=643& tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=oSDGVPfuG- yHsQSOtIKoBA&ved=0CBwQsAQ&dpr=1#imgdii=_&imgrc=pLVELbwA_KehPM%253A%3B2KjOaOK yrYFY8M%3Bhttp%253A%252F%252F3.bp.blogspot.com%252F_1kMgM3SlZIk%252FTRgIsfyzEjI%2 52FAAAAAAAAADQ%252FMTAw5Uol4cU%252Fs1600%252FMapa%252Bconceitual.jpg%3Bhttp%2 53A%252F%252Fmicaelanunes.blogspot.com%252F2010%252F12%252Fsuper-show-mapa- conceitual-e-otimo-para.html%3B960%3B720 3.4 Resenha O termo indica, de modo geral, o trabalho de examinar e apresentar o 16 conteúdo de obras prontas, acompanhado ou não de avaliação crítica. Consiste em um trabalho de síntese e excelente exercício inicial de autonomia intelectual, um vez que o exame da obra já está pronto. A resenha pode ser crítica, descritiva ou temática. Seu objetivo de análise pode ser livros, filmes, peças teatrais etc. A resenha bibliográfica, na verdade, é um resumo crítico de um livro ou coletânea que tem como objetivo sintetizar de forma informativa e crítica uma obra e apresentá-la a um determinado grupo de pessoas. Para elaborar a resenha de um livro o resenhista deve ter conhecimento aprofundado da obra e do autor da mesma. De uma forma em geral a resenha é composta de duas partes: A primeira é dedicada à apresentação de questões gerais da obra (título da obra, ano de publicação, editora, resumo da obra, objetivo geral da mesma e outros) e do autor (titulação, instituição a que pertence, teoria a qual se vincula e outros); a segunda é dedicada a metodologia empregada pelo autor do livro, apresentação dos principais argumentos utilizados pelo mesmo, análise crítica da obra, a apreciação, concordância ou discordância da mesma, dentre outros). ESTRUTURA DA RESENHA Capa Contra-capa Sumário Introdução (Apresenta as credenciais do autor, titulação, instituição ao qual está vinculado, obra, ano de publicação, editora, objetivo do texto, importância do tema em discussão, e outros) Desenvolvimento (Apresenta os argumentos e ideias do autor, apresentando resumo detalhado da obra, os capítulos que divide a obra, de quê trata cada um, como abordou o assunto, apresenta citações do texto resenhado e outros) Conclusão (Conclusões principais do autor, apreciação da obra, o mérito da obra - contribuição para que área -, indicação da obra, a que grupo de pesquisadores e sujeitos é indicada, estilo - coerente, preciso, objetivo, claro, original e outros) Apreciação (julgamento da obra, que pode ser sobre as contribuições dadas as correntes teóricas nas quais se baseiam, ponderação sobre a originalidade 17 das ideias, etc) Referência bibliográfica Para a resenha é importante observar que o texto deve ser coeso, não muito extenso e também não se apresentar como simplesmente um formulário ou com subdivisões. Deve ser fluido e suas opiniões aparentarem um diálogo com o autor da obra selecionada. Para uma avaliação crítica da obra resenhada é importante perceber que não se trata apenas de um resumo informativo, mas sim de uma análise interpretativa. Por isso, depende da capacidade do pesquisador em relacionar os elementos do texto lido com outros textos, autores e ideias sobre o tema em questão, contextualizando o que está sendo analisado. Resumindo...... 18Fonte: https://www.google.com.br/search?q=caracter%C3%ADsticas+de+fichamento,+resumo,+esquema+e +resenha&espv=2&biw=1366&bih=643&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=rCLGVM- 3GejjsATqtIHwAg&ved=0CAYQ_AUoAQ#imgdii=_&imgrc=irj0lCBQLs1xsM%253A%3BDFdtmgHD5o2 HgM%3Bhttp%253A%252F%252F3.bp.blogspot.com%252F_ikkgR84XH9A%252FTEzbhdbjcAI%252 FAAAAAAAAGdk%252FBJBoc- 6CsuY%252Fs1600%252Fsem%252Bt%2525C3%2525ADtulo1.gif%3Bhttp%253A%252F%252Fmet odologiaci.blogspot.com%252F2010%252F07%252Falfabetizacao-em-textos- cientificos.html%3B759%3B697 3.5 PROJETO DE PESQUISA Desde o início dos tempos o ser humano tem procurado planejar as suas ações a fim de diminuir os riscos de uma ação não dar certo. Nesse sentido, toda a ação que se quer apresentar eficaz deve possuir um planejamento e organização. O projeto de pesquisa constitui uma exigência para a elaboração dos artigos. 19 O acadêmico deve estar atento aos seguintes pontos: O projeto de pesquisa será realizado em dupla; O projeto de pesquisa passará por uma qualificação que substituirá a avaliação do período em que for requerido; O projeto de pesquisa deve ser um tema de interesse do discente e do curso que está vinculado, pois a sua mudança após a qualificação é proibida; O projeto de pesquisa deverá gerar um artigo científico que será apresentado pelos acadêmicos (as) em defesa pública de Trabalho de Conclusão de Curso perante banca composta pelo professor orientador e dois avaliadores. Na elaboração do Projeto de Pesquisa o acadêmico deverá escolher um tema em que tenha afinidade, pois deverá pesquisar diversos materiais sobre o mesmo durante um longo tempo. A escolha de um tema que não há afinidade pode acarretar no desinteresse pela pesquisa e em um mau resultado da pesquisa. PASSOS DA PESQUISA 01. Escolha do tema O acadêmico deverá escolher um tema que tem afinidade. 02. Definição do tema Na definição do tema o acadêmico (a) deverá delimitar o quê dentro de um tema geral pretende pesquisar. Ex. 01. Tema Geral: Educação Inclusiva. Delimitação: A inclusão de deficientes auditivos. EX. 02. Tema Geral: Educação quilombola. Delimitação: Formação docente em uma comunidade quilombola. EX. 03. Tema Geral: Geografia urbana. Delimitação: Vertizalização na cidade X. Delimitação: Favelização na cidade y. EX. 04. Tema Geral: Biomas. Delimitação: Mata seca no município de Jaíba. 20 Levantamento bibliográfico O acadêmico (a) deverá realizar o levantamento bibliográfico do tema em pesquisa como livros, artigos, dissertações e teses. A pesquisa poderá ser realizada em sites acadêmicos, a saber: scielo, Google acadêmico, domínio público, instituições de ensino superior (USP, UniCamp, Unesp, Unimontes, UFU, UFMG, e outras). Após o levantamento o acadêimo(a) realizará a leitura e analise do material, fichando-o. Delimitação Na definição do tema o acadêmico deverá escolher se a pesquisa será baseada em pesquisa de campo ou bibliográfica. A pesquisa de campo requer a elaboração de instrumentos (questionários, entrevistas estruturadas, semi- estruturadas e não estruturadas, dentre outros) para ser aplicado em uma realidade (escola, empresa, bairro, cidade, dentre outros) a fim de comparar os resultados obtidos com a teoria produzida sobre o tema pesquisado. Já a pesquisa bibliográfica se baseia na discussão de autores acerca de determinado tema, apontando opiniões divergentes e convergentes dos mesmos e traçando um panorama das discussões e conclusões atuais acerca do que está sendo pesquisado. Os questionamentos iniciais da pesquisa são: O que pesquisar? Por que pesquisar o tema? Como fazer para pesquisar o tema? Onde realizará a pesquisa? O que: A resposta do primeiro questionamento define o tema da pesquisa. Por que: A resposta do segundo questionamento gerará a justificativa da pesquisa. Como: A resposta do terceiro questionamento será a metodologia da pesquisa, ou seja, como será realizada a pesquisa. Se a pesquisa de campo for bibliográfica ou de campo, qualitativa, quantitativa, quali-quantitativa, antropológica, histórica, comparativa, analítica, e outros. Se os instrumentos de pesquisa são questionários, 21 entrevistas (estruturadas, semi-estruturadas ou não estruturadas), dados do IBGE, relatórios do MEC, dentre outros. Onde: Lugar de escolha da pesquisa. Escola (pública, estadual, municipal, federal, particular, confessional e outras), hospital, bairro, cidade, estado, país e outros. Problemática Todo tema precisa de uma problemática. Para definir a problemática de uma pesquisa o acadêmico precisa pensar em qual o questionamento o mesmo quer responder com a pesquisa. Essa pergunta que se quer responder com a pesquisa originará a problemática. Ex. 01. Tema: Indisciplina no ambiente escolar. Problemática: Quais os motivos do aumento da indisciplina na escola? Ex. 02. Tema: Educação e etnia. Problemática: Como as escolas públicas têm aplicado a Lei n.º 10.639/2003 que tornou obrigatório o ensino de História da África e do negro no Brail? Ex. 03. Tema: Projetos de desenvolvimento regional: O Projeto Jaíba. Problemática: O Projeto Jaíba conseguiu promover o desenvolvimento regional? Hipótese A hipótese constitui possíveis respostas aos questionamentos realizados na problemática. Ex. 01. Problemática: Quais os motivos do aumento da indisciplina na escola? Hipótese: A falta ou pouca participação da família na vida escolar do filho. 22 Ex. 02. Problemática: O Projeto Jaíba conseguiu promover o desenvolvimento regional? Hipótese: A maioria dos pequenos colonos faliram e não tiveram condições de concorrer com o grande capital. Objetivos Os objetivos devem ter o verbo no infinitivo e precisam ser divididos em objetivo geral e específicos. A conclusão dos objetivos específicos juntos respondem ao objetivo geral. Ex. Objetivo geral Analisar como o bullying interfere no processo de ensino-aprendizagem. Objetivos específicos Rastrear os casos de bullying n ambiente escolar. Identificar como a escola (professores e pedagogo) se comporta frente aos casos de bullying verificados no ambiente escolar. Analisar as ações da escola frente a esse problema. Obs: A delimitação do tema é realizada após o levantamento e leitura da bibliografia sobre o tema. Teoricamente baseado e conhecendo a realidade a ser pesquisada o acadêmico (a) elabora os objetivos e, posteriormente os instrumentos de pesquisa (questionários, entrevistas, dentre outros) a fim de atender os objetivos. ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA Capa Folha de rosto Sumário(índice) 1 Introdução e Justificativa 2 Objetivos: Geral e Específicos 23 3 Referencial teórico 4 Metodologia 5 Cronograma de atividades 6 Orçamento Bibliografia Anexos e/ou apêndices 2.5 ARTIGO CIENTÍFICO Os artigos científicos constituem a parte principal das revistas científicas, são textos claros, concisos e de dimensão reduzida se comparado a um livro. Entre seus objetivos está publicar os resultados de uma pesquisa original, concluída ou em andamento, bem como apresentar uma nova leitura acerca de um tema. Existem dois tipos de artigo: os de pesquisa de campo e os de revisão bibliográfica. Artigo de pesquisa de campo Artigo baseado em uma pesquisa sobre um tema específico (Ex. pesquisa em uma escola X, uma comunidade quilombola Y e outros), contrapondo os resultados da pesquisa de campo com a discussão teórico presente nas obras lidas. Estrutura do artigo O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser organizado de acordo com a estrutura abaixo: 24 Artigo científico – Pesquisa de Campo Título (caixa alta) Resumo (100-250) Palavras-chave (3 palavras) Abstract Keywords 1Introdução 2 Referencial teórico 3 Metodologia4 Resultados e Discussão 5 Conclusões ou Considerações Referências Anexos (opcional – o que foi produzido por instituições ou terceiros) Apêndices(opcional – o que foi produzido pelo autor do artigo. Ex. questionários) Artigo científico – Pesquisa bibliográfica Título (caixa alta) Resumo (100-250) Palavras-chave (3 palavras) Abstract Keywords 1Introdução 2 Referencial teórico 3 Conclusões ou Considerações Referências Anexos (opcional – o que foi produzido por instituições ou terceiros) Apêndices(opcional – o que foi produzido pelo autor do artigo. Ex. questionários) 25 4. Técnicas de coleta de dados Para a realização de um trabalho científico, a análise do pesquisador deverá ser baseada em fatos e comprovações, de acordo com o método e tipo de pesquisa selecionados. Números, dados e entrevistas auxiliam na análise do objeto de pesquisa e explicação/correção entre as variáveis. 4.1. Dados primários x dados secundários Quanto à fonte, os dados podem ser primários ou secundários: Dados primários são caracterizados pela proximidade da fonte com o acontecimento registrado, ou seja, são coletivas pelo pesquisador diretamente em um trabalho de campo. Portanto, todo material ainda não trabalhado sobre determinado assunto constitui o que se denomina fonte primária que, pela sua relevância, dará origem a outras obras, compondo e ampliando uma literatura especializada em determinado assunto. Ex.: entrevistas pessoais, relatórios, atas de reunião, fotos, recursos audiovisuais, ilustrações, desenhos, pinturas, aplicação de questionário, documentos históricos, documentos de acervo público e parlamentar, diários, relatórios de visitas a instituições etc. Dados secundários não apresentam relação direta com o acontecimento, mas com o conhecimento através de elementos mediadores; ou seja, são dados de segunda mão, que já passaram pelo entendimento de alguém e lhes atribuiu determinado sentido. Ex.: relatórios internos da empresa pesquisada, estatísticas (como IBGE, associações, sindicatos, além de outros órgãos) artigos, livros, resenhas, informação produzida pelos meios de comunicação de massa (revistas, jornais etc). 26 4.2. Dados qualitativos x dados quantitativos Os dados qualitativos são aqueles que não precisam ser expresso necessariamente na forma de números, ou seja, podem ser descritos com substantivos e adjetivos. Não tem como intuito a mensuração dos atributos, embora possam ser ordenados. Desta forma, caso eles possam ser ordenados, eles são variáveis ordinais. Caso contrário, são variáveis nominais. Os dados quantitativos são aqueles que só podem ser expressos na forma de números e medidas. Permitem explanação das causa associadas ao fenômeno estudado e testar hipóteses por meio de medidas objetivas, como o uso da estatística. 4.3. Instrumentos para coleta de dados Segundo Severino (2007) existem várias técnicas para coleta de dados, a seguir: Questionários e formulário: instrumentos usados para levantamento de informações, a partir de um conjunto de questões articuladas, com o objetivo de levantar informações escritas, para conhecer a opinião desses sobre o assunto em estudo. Podem ser estruturados (perguntas objetivas – fechadas, semi-estruturados (questões objetivas e abertas) ou não estruturados (questões abertas). No formulário é o entrevistador que preenche as respostas, após a consulta ao entrevistado; também as perguntas podem ser mais complexas, pois o entrevistador poderá esclarecer dúvidas e também fazer anotações sobre suas próprias observações. Documentação: é toda informação organizada de maneira sistemática e registrada em material durável, podendo assumir várias formas de comunicação (oral, visual, escrita, gestual) colocando-os em condições de análise por parte do pesquisador. Assim, documento é livro, jornal, escultura, edifício, ferramenta, túmulo foto, filme, vídeo, disco etc. 27 Entrevista: trata-se de uma interação entre o pesquisador e pesquisado, podendo ser não diretivas – discurso livre – ou estruturadas – questões direcionadas, com respostas mais facilmente categorizáveis. Podem ocorrer face a face, pela internet, por correspondência, por telefone etc. Deve-se ser gravado. História de vida: coleta de informações da vida pessoal de um ou vários informantes. Pode assumir formas variadas: autobiografia, memorial, crônicas, em que se possa expressar as trajetórias pessoais dos sujeitos. Observação: é todo procedimento que permite acesso aos fenômenos estudados. É etapa imprescindível em qualquer modalidade de pesquisa. Sendo que a observação torna-se uma técnica científica, na medida que sofre uma sistematização, planejamento e é submetida a controles de objetividade. A maior vantagem do uso da observação está relacionada à possibilidade de se obter a informação na ocorrência espontânea do fato. Estudo de caso: considerado uma metodologia qualitativa de estudo, busca a coleta de informações sobre vários casos particularizados, sem a preocupação fundamental de se obter generalizações do estudo ou com um tratamento estatístico. Pode-se realizar o estudo de caso tipificando um indivíduo, uma comunidade, uma organização, uma empresa, um bairro comercial, uma cultura etc. Grupo focal: é considerado instrumento útil para obtenção de opinião e atitudes a respeito de políticas, serviços, instituições, produtos etc, bem como para se identificar percepções e representações sociais. Ex: pesquisa de opinião pública sobre programas de rádio e na eficácia de filmes de treinamento e moral do exército. 28 5. Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) A ABNT foi fundada em 1940, a partir de uma demanda levantada pela Associação Brasileira de Cimento Portland – ABCP, em 1937. Nessa época, os ensaios com materiais de concreto eram realizados em dois laboratórios tidos como referências em termos de qualidade: o Instituto Nacional de Tecnologia ( INT – RJ) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT – SP). Os laboratórios, apesar de respeitados e rigorosos em suas avaliações, utilizavam procedimentos diferentes para testar materiais de concreto, o que gerava uma enorme confusão: um ensaio realizado e aprovado em um laboratório poderia não ser aprovado no outro (e vice-versa), devido á diferença de metodologia de testes entre eles. A partir dessa necessidade começaram os estudos para determinar uma padronização única para essa demanda. Com o tempo surgiram necessidades de padronização em diferentes setores e a ABNT expandiu sua atuação. Uma das áreas em que também é responsável pela divulgação das normas é a elaboração de trabalho acadêmicos. Todo e qualquer trabalho acadêmico necessita estar normalizado para ser apresentado e/ou publicado. Qualquer norma brasileira (definida pela sigla NBR) segue padrões mundiais de normalização (ISO). NBR 14724 – regulamenta a estrutura de apresentação de trabalhos acadêmicos. NBR 10520 – regulamenta as citações NBR 6023 – regulamenta as referências 5.1. Citações Citação é a informação extraída de outra publicação que é utilizada para ilustrar, esclarecer, comparar ou confirmar o assunto em questão. Podem ser de três 29 tipos que estão 5.1.1– CITAÇÃO TEXTUAL OU DIRETA (Transcrição literal de textos de outros autores. Neste caso, especificar as páginas da fonte consultada). 5.1.1.1 Citação Direta Curta: possui até 3 linhas, deve vir destacada dentro do texto entre aspas. Pode-se perceber a ausência de democratização no acesso ao ensino para o trabalhador rural, sendo “[...] negado o cultivo do ser pensante, racional, que eles são. É lhes negada uma experiência sistematizada de saber duvidar, questionar, indagar os porquês.” (ARROYO, 1986, p. 51).O que veio sendo examinado, até agora, caberia sem riscos nesta formulação de Narodowski, para quem a pedagogia: “dedica seus esforços para fazer destes pequenos ‘futuros homens de proveito’, ou ‘adaptados à sociedade de maneira criativa’, ou ‘sujeitos críticos e transformadores’, etc.” (s.d., p.24) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARROYO, Miguel G. Da escola carente à escola possível. 2. ed. São Paulo: Loyola, 1986. NARODOWSKI, Mariano. Infancia y poder - la conformación de la pedagogia moderna. Buenos Aires: AIQUE, s/d. 5.1.1.2. Citação Direta Longa: possui mais de 3 linhas, deve vir separada do texto por um espaço de 1,5 cm, com espaçamento simples entrelinhas, tamanho de letras 10 e com recuo esquerdo de 4 cm. E se este pouco se constituía em programas marcados por um caráter paternalista, moralizador, discriminador, de qualidade questionável, era porque: via de regra a política de atendimento à criança pequena [vinha] sendo utilizada com um sentido nitidamente desmobilizador de que o discurso avançado se serve para dissimular a manutenção de práticas retrógradas, obtendo favores e votos com custo relativamente baixo e, com isto, ajudando a manter o atávico desinteresse que certas camadas dirigentes nutrem pelos problemas da maioria da população. (GARCIA, 1993, p. 139) Em Com a pré-escola nas mãos, é no capítulo das conclusões que encontro esta segunda síntese que serve aos propósitos deste trabalho: 30 A partir dos fundamentos teóricos que orientam a proposta [...] e do conhecimento de quem são as crianças [...] propusemos formas de organização dos conteúdos e das metodologias de trabalho [...], apontamos estratégias concretas para a organização do tempo e do espaço [...], penetrando na dinâmica das práticas escolares [...]. (KRAMER, 1991, p.105) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS GARCIA, Regina Leite. Revisitando a pré-escola. São Paulo: Cortez, 1993. KRAMER, Sonia. Com a pré-escola nas mãos: uma alternativa curricular para a educação infantil. São Paulo: Ática, 1991. 5.1.2 CITAÇÃO LIVRE OU INDIRETA (quando se reproduzem as idéias, sem transcrever literalmente as palavras do autor). Neste caso, a idéia do autor consultado é reescrita usando suas próprias palavras. Encontra-se em Cervo e Bervian (1978, p. 97) uma importante justificativa para a correta utilização de citações, quando sugere que deve-se indicar sempre, com método e precisão, toda documentação que serve de base para a pesquisa, assim como idéias e sugestões alheias inseridas no trabalho. Em documento recentíssimo, que coloca em discussão os referenciais curriculares para a educação infantil: contemplar o cuidado na esfera da instituição da educação infantil significa compreendê-lo como parte integrante do educar (BRASIL, 1998, p. 23). Outros enfoques vão se tornando significativos na área de educação especial, principalmente em fins da década de 1980 e nos anos 90, através dos cursos de pós-graduação: dissertações e teses têm sido elaboradas com base em outras abordagens, como a materialista histórica, a teórico-crítica e a sócio-histórica (BUENO, 1991). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: SEF, 1998, 82 p. 31 BUENO, J.G.S. Educação especial brasileira: a integração/segregação do aluno diferente. 1991. Tese (Doutorado em Educação) – Pontifícia Universidade Católica, São Paulo. CERVO, A.; BERVIAN, P. Metodologia científica. São Paulo: McGraw-Hill, 1989. 5.1.2 CITAÇÕES DE CITAÇÕES (Informação retirada de um documento consultado, cuja obra original não se teve acesso) a) Indicar o autor do trecho citado, seguido da data da obra original, a expressão latina "apud" (em itálico), o nome do autor consultado, a data da obra consultada e a página onde consta a citação. Ex.: Aforismos podem ser compreendidos como filosofia e expressões de questionamento. Este é um exemplo: "o homem é precisamente o que ainda não é. O homem não se define pelo que é, mas pelo que deseja ser." (ORTEGA Y GASSET, 1963, apud SALVADOR, 1977, p. 160). 5. 2 – NOTAS ESPECIAIS SOBRE CITAÇÕES: a) ENTRADAS (primeiro nome da chamada) e CHAMADA (autor, ano, página) o Entradas pelo sobrenome do autor, pela instituição responsável e pelo título incluído na sentença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas. o Entradas pelo sobrenome do autor, pela instituição responsável e pelo título, quando estiverem entre parênteses, devem ser em letras maiúsculas. o Exemplos: Segundo Paulo Freire (2000, p. 34) a educação de jovens e adultos ................. A educação de jovens e adultos ....................... (FREIRE, 2000, p. 34). Segundo Costa; Bueno e Freire (2003, p.12) a pedagogia dedica-se a .................. ....................... ................................ A pedagogia dedica-se a... .................. ........................... ............... (COSTA; BUENO e FREIRE, 2003, p.12). Os novos PCN são muito flexíveis com a ordem dos conteúdos ................ ...................... ....................... . (BRASIL, 1999, p. 23). 32 ENTRADA: (com dois e três autores separadas por ponto e vírgula) 1 autor (FREIRE, 2000, p. 34). 2 autores (BUENO e FREIRE, 2003, p.12). 3 autores (COSTA; BUENO e FREIRE, 2003, p.12). mais de 3 autores usa-se et al (itálico). (COSTA et al., 2001, p. 234). 5.2. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (ABNT 6023) Referência é a representação dos documentos efetivamente citados no trabalho. Objetiva permitir a identificação correta da publicação; Facilitar ao leitor o acesso a estas informações; Credenciar o trabalho científico; Uniformizar a apresentação de publicações mencionadas num determinado trabalho. Referência bibliográfica MENDES, E.V. Uma agenda para a saúde. São Paulo: Hucitec, 1996. ESTRUTURA DAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS LIVRO: - AUTOR. Título do livro. Edição. Cidade: Editora, Ano. Exemplo: MINAYO, M.C. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 5. ed. São Paulo: Hucitec, 1999. PARTE DE LIVRO (CAPÍTULO): - AUTOR da parte. Título da parte. In: AUTOR do Livro (Org.). Título do livro: subtítulo (se houver). Edição. Cidade: Editora, Ano. página inicial-final da parte. 33 Exemplos: CAMPOS, G.W.S. Paidéia e modelo de atenção: um ensaio sobre a reformulação do modo de produzir saúde. In: CAMPOS, G.W.S. (Org). Saúde paidéia. São Paulo: Hucitec, 2003. p. 103-121. ROMANO, G. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI, G.; SCHIMIDT, J. (Org.). História dos jovens 2: a época contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 7-16. DOCUMENTO OFICIAL - AUTOR (Território, Órgão Responsável). Título. Cidade: Editora (órgão responsável), Ano. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República do Brasil. Brasília, DF: Senado, 1988. BRASIL. Ministério da Educação. PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais – História e Geografia. 3. ed. Brasília: Secretaria de Ensino Fundamental, 2001. v. 5. MINAS GERAIS. Secretaria de Estado da Educação. Tempo escolar: hora de planejar e construir a Escola Sagarana. Belo Horizonte, 1999. Série Lições de Minas. 132p. RIO DE JANEIRO. Secretaria de Estado de Saúde. Plano Estadual de Saúde. Rio de Janeiro: Subsecretaria de Planejamento e Desenvolvimento/SES, 1995. JANAÚBA. Secretaria Municipal de Saúde. Plano Municipal de Saúde. Janaúba, MG: Divisão de Planejamento em Saúde/SMS, 1995. BRASIL. Portaria n° 1892, de 18 de dezembro de 1997. Dispõe sobre a internação domiciliar no SUS e dá outras providências. Brasília, DF: Diário Oficial da República Federativa do Brasil; 22 dez. 1997. Documento Oficial/Retirado na Internet Unidade territorial (PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO). Título. Disponível em: . Acesso em: data. BRASIL. Ministério da Saúde. Plano plurianual de gestãoem saúde. Disponível em . Acesso em: 20 jun. 2006. 34 ARTIGO E/OU MATÉRIA DE JORNAL - Autor(es) (se houver). Título: subtítulo (se houver). Título do jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, paginação. NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de São Paulo, São Paulo, 28 jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p.13. OBS: quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data. LEAL, L.N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999. Artigo e/ou Matéria de Jornal, retirado na internet deve-se colocar as informações citadas anteriormente e acrescentar o endereço e a data de acesso. RIBEIRO, P.S.G. Adoção à brasileira: uma análise sócio-jurídica. Datavenia, São Paulo, ano 3, n. 18, ago. 1998. Disponível em: . Acesso em: 10 set. 1998. ARTIGOS DE PERIÓDICOS/REVISTAS AUTORIA DO ARTIGO. Título do artigo. Título do periódico. Local de publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número, página inicial- final quando se tratar de artigo ou matéria, data ou intervalo de publicação e particularidades que indicam a parte (se houver). GONÇALVES, H.A. Marco histórico da educação no Brasil e a informatização na sala de aula. Abceducatio, São Paulo, n. 27, p. 28-34, 2003. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997. Artigo, reportagem publicada em periódicos, retirado na internet deve-se colocar as informações citadas anteriormente e acrescentar o endereço e a data de acesso. RIBEIRO, P.S.G. Adoção à brasileira: uma análise sócio-jurídica. Datavenia, São Paulo, ano 3, n. 18, ago. 1998. Disponível em: 35 . Acesso em: 10 set. 1998. OUTROS TIPOS DE REFERÊNCIAS: Teses, dissertações e monografias AUTORIA. Título: subtítulo (se houver). Ano. número de folhas. Tese, Dissertação, Monografia (grau e área) – Unidade de ensino, local e data. GONÇALVES, H.A. As cartas de alforria e a religiosidade: Sergipe (1780-1850). 1998. 340 p. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Universidade Federal de Sergipe, Sergipe, 1998. Eventos como um todo (congressos, seminários, simpósios, reuniões, encontros e outros) NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver), ano, local (cidade) de realização. Titulo do documento (anais, atas, tópicos temáticos etc.) Local: Editora, data. número de páginas ou volume. REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA, 46., 1994, Vitória. Anais... Vitória: Spige, 1994. 947p. Trabalhos apresentados em eventos científicos AUTORIA. Título do trabalho. In: NOME DO EVENTO, numeração de evento (se houver), ano, local (cidade) de realização. Títuto do documento (anais, atas, tópicos temáticos, etc.). Local: Editora, data. Página inicial-final da parte referenciada. VIEIRA, S.R.S. et al. Freqüência da esquistossomose mansonica no município de Estância/SE – 2001. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PARASITOLOGIA, XVIII., 2003, Rio de Janeiro. Livro de Resumos. Rio de Janeiro: SBP, 2003. p.153. 36 6. ESTRUTURA DE TRABALHOS 37 6.1 Capa Proteção externa do trabalho devendo conter dados essenciais que identifiquem a obra: nome da instituição em tamanho 12 e caixa alta, título em tamanho 14, negrito e caixa alta, autor (colocado à direita da folha); local (cidade e estado) e época (mês e ano) em tamanho 12. Seguir modelo em anexo. 6.2 Contra-capa A folha de rosto deve conter elementos essenciais que identifiquem a obra, na seguinte ordem (modelo em anexo). Autor(es) – primeiro elemento da folha de rosto, inserido no alto da página, centralizado, em tamanho 12, caixa alta. título principal – o título deverá ter posição de destaque na folha de rosto, devendo ser com letra tamanho 14 em caixa alta e negrito; subtítulo (se houver, deve ser precedido de dois pontos) e não deve ser em caixa alta; nota de apresentação – natureza (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso); nome da instituição a que é submetida e área de concentração ou disciplina. Devem ser digitados com alinhamento justificado e com recuo direito 8 cm, em tamanho 12, nome completo do orientador e co-orientador (quando houver) em tamanho 12, no mesmo alinhamento da nota de apresentação; local – nome da cidade e estado em tamanho 12; data – mês e ano de publicação em tamanho 12. 6.3 Sumário (elemento obrigatório) Nesta seção será feita a enumeração das seções e partes que compõem o 38 trabalho, seguido de sua localização dentro do texto. Devem ser empregados a numeração progressiva, limitada até a seção quinária. Utilizar somente algarismos arábicos e os títulos devem ser destacados gradativamente, usando-se os recursos negrito, itálico ou grifo, caixa alta e caixa baixa. Devem ser digitados, alinhados à esquerda da página. SEÇÕES PRIMÁRIAS 1 INTRODUÇÃO (CAIXA ALTA, NEGRITO, TAMANHO 12) 2 METODOLOGIA (CAIXA ALTA, NEGRITO, TAMANHO 12) 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO (CAIXA ALTA, NEGRITO, TAMANHO 12) 3.1 História da Educação 3.2 Ensino-aprendizagem 4 CONCLUSÕES (CAIXA ALTA, NEGRITO, TAMANHO 12) SEÇÕES SECUNDÁRIAS 1.1 Seção secundária (Caixa baixa, negrito, tamanho 12) 6.4 Resumo Apresentação concisa dos pontos relevantes do texto em linguagem clara, concisa e direta. Devem ressaltar o objetivo, o método, resultados e conclusões do trabalho. A norma ABNT 6028 recomenda a utilização de parágrafo único, espaçamento simples entre linhas e com extensão de 150 a 500 palavras. Deve conter palavras-chave representativas do conteúdo do trabalho, logo abaixo do resumo (utilizar no máximo 5 palavras-chave). Deve ser inserido o resumo e as palavras chave em língua estrangeira, de preferência o inglês. 6.5 Corpo do texto Introdução Parte inicial do texto, na qual o assunto abordado é apresentado juntamente com seus objetivos, e sua situação no contexto em que se encontra, acrescido da 39 justificativa da sua escolha, relevância e contribuições para a área em que o assunto se insere. Ao finalizar a “Introdução” deve-se colocar informações de forma sintética (bem resumida) das partes que compõe o trabalho, ou seja, em quantas partes ele se encontra dividido e o que contêm cada uma. Metodologia Apresenta a metodologia do trabalho, ou seja, a trajetória da pesquisa empregada como torná-lo realidade. A pesquisa pode ser de campo, bibliográfica, quantitativa, qualitativa, quali-quantitativa, estudo de caso, histórica, antropológica, exploratória, comparativa, analítica, e outros. Quanto aos instrumentos de pesquisa podem ser questionários, entrevistas estruturada, semi-estruturada e não estruturada, gráficos, mapas, tabelas, fotografias. Baseados em artigos, teses, dissertações, livros, dentre outros. Nesta parte, caso seja pesquisa de campo identifica-se o lugar de estudo, a amostragem da pesquisa, dentre outros. Resultados e discussão Representa os títulos, subtítulos, itens e subitens criados pelo autor, devendo manter relação direta com o tema e lógica entre si, ou seja, deve obedecer a uma sequência que permita a melhor compreensão do assunto. Pode conter material explicativo e ilustrativo (quadro, gráficos, tabelas, fotos, etc.). A demonstração dos resultados encontrados, suas representações gráficas (quadros, tabelas, gráficos, etc.) juntamente com a interpretação e análise dos resultados encontrados, relacionando-os com o referencial teórico existente sobre o assunto. Conclusão ou Considerações Finais Parte final do texto, na qual se apresentam as conclusões alcançadas pelo autor, os objetivos correspondentese as hipóteses comprovadas ou não. Poderá também apresentar sugestões de novas linhas de estudo. A conclusão não deve apresentar citações e interpretações de outros autores. Caso não seja possível 40 concluir sobre o assunto estudado, deve-se elaborar as “Considerações Finais”. Referências bibliográficas Referências são o conjunto de elementos que identificam as obras consultadas e/ou citadas no texto. As referências devem ser apresentadas em uma única ordem alfabética, independentemente da fonte consultada (livros, periódicos, publicações eletrônicas, etc.) justificada, em espaço simples e com espaço duplo entre elas (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS, 2006). Apêndices e/ou anexos Os apêndices compreendem os materiais elaborados pelo autor que servem de comprovação de sua argumentação. Ex: questionário aplicado, roteiro de entrevista, etc. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e seus títulos. Ex: APÊNDICE A – Questionário aplicado aos alunos; APÊNDICE B – Questionário aplicado aos professores. Os anexos são textos ou documentos que são de autoria de terceiros, não foram elaborados pelo autor, que servem de comprovação de sua argumentação. Ex: leis na íntegra, um folder institucional, etc. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Ex: ANEXO A – Leis de Diretrizes e Bases; ANEXO B – Propaganda da Coca-Cola em 1964. São elementos opcionais que, caso presentes no TCC, devem vir ao final, após as referências bibliográficas. 7 FORMATO DE APRESENTAÇÃO Papel e Fonte O trabalho deve ser digitado em papel formato A4 (21,0 x 29,7 cm). Utilizar na digitação a fonte Arial com fonte tamanho 14 para os títulos, 12 para o texto e 10 para citações acima de 3 linhas, notas de rodapé e legendas das ilustrações e 41 tabelas. Margem As folhas devem apresentar margem superior e esquerda de 3 cm; inferior e direita de 2 cm. Figura 1. Tamanho das margens que devem ser utilizadas na formatação de trabalho acadêmico. Espaçamento e parágrafos Todo o texto deve ser digitado em espaço de 1,5 entre linhas. As citações longas, notas de rodapé, referências bibliográficas, legendas de ilustrações e tabelas devem ser digitados em espaço simples. Entre os títulos de capítulos, seções e subseções e seu texto e entre o texto que o antecede, deve-se deixar dois espaços de 1,5. 42 Segundo a NBR 14724/2006, o projeto gráfico é de responsabilidade do autor. Neste caso, optou-se por utilizar o parágrafo recuado a 1,25 cm da margem esquerda, sem espaço entre os parágrafos. Espaçamento no word Visualizar os espaços no word 43 Figura 2. Parágrafo e espaçamento que deve ser utilizado no texto da monografia. Paginação A numeração das páginas deve aparecer a partir da primeira página do texto (Introdução), porém devem ser contadas as páginas preliminares desde a capa. Deve ser feita em algarismos arábicos, dentro da margem direita superior; todo trabalho deverá ser numerado, incluindo apêndices e anexos. 2 espaços 1,5 cm 2 espaços 1,5 cm 2 espaços 1,5 cm 1 espaço 1,5 cm 1 espaço 1,5 cm Espaço de 1,5 cm entre linhas Parágrafo de 1,25 cm Recuo esquerdo de 4 cm Letra tamanho 12 Letra tamanho 10 Espaço simples entre linhas 44 OBSERVAÇÕES: O Trabalho de Conclusão de Curso deve ter no mínimo 12 páginas contando a partir da “Introdução” até a conclusão. Os alunos deverão entregar uma cópia encadernada da versão definitiva 07 dias antes da data da apresentação para cada membro da banca. Caso esse prazo não seja respeitado o aluno será penalizado na sua média final com a perda de 1 ponto para cada dia de atraso. O aluno que entregar a monografia no dia anterior à data da apresentação será penalizado com a perda de 10 pontos na média final. Após aprovada pela banca, o aluno terá 07 dias para corrigir as correções feitas pela banca e entregar uma versão corrigida encadernada e uma cópia digital. Adicionar páginas no word 45 A Banca será constituída do orientador e por 2 professores da Instituição, sendo a banca formada pela Coordenação de curso. A avaliação da Monografia é feita segundo a Ficha de Avaliação (em anexo). Para ser considerado aprovado o aluno deve alcançar média geral de 70 pontos. Esta média é calculada de acordo com a nota final dada pelos professores componentes da banca. O tempo máximo de apresentação será de 20 minutos para cada monografia. A banca terá de 10 a 15 minutos para questionamentos, haverá um intervalo de 5 minutos entre cada apresentação. Neste caso, as apresentações ocorrerão a cada 40 minutos. Cada orientador ficará responsável pela apresentação da monografia do seu orientando. Ou seja, irá iniciar as apresentações, cronometrar o tempo, distribuir a ficha de avaliação da monografia para os componentes da banca, calcular a nota e passar para o seu orientando. DICAS IMPORTANTES PARA A DEFESA DO TCC Fique atento a programação de qualificação e defesa do TCC e faça a sua agenda particular, sem se esquecer de entrar em contato com seus avaliadores. Os avaliadores serão informados pelas coordenações sobre as defesas, mas entre em contato e reforce a participação dos mesmos; Chegue 1 hora antes do seu horário oficial. Uma boa opção é assistir a algumas qualificações e defesas anteriores à sua para observar como é conduzido o processo; Use um traje adequado de acordo com a importância do evento. Uma boa apresentação pessoal contribui para passar uma imagem positiva aos avaliadores. Para homens a sugestão é usar traje social e sapatos limpos. Evite tênis. Para mulheres um traje básico e formal, bem como uma maquiagem discreta; 46 Treine antecipadamente a sua apresentação para evitar contratempos de última hora. Antecipe se você irá conduzir a apresentação do Power Point diretamente no teclado ou com outro recurso ou se algum colega irá fazê-lo por você. Caso opte pelo auxílio de um colega, treine antecipadamente e estabeleça com o ajudante o tempo destinado a cada slide e o momento correto de avançar; Para a construção dos slides converse com seu orientador e escolha um modelo agradável e que facilite a sua apresentação. É importante considerar o tamanho da sala, a parede onde será projetada e ainda a iluminação do local; Seja objetivo na utilização de cada slide. Escolha bem a fonte (tipo de letra) e tamanho de fonte. Evite sobrecarregar o espaço do slide com excesso de texto. Sugere-se tamanho 24 para a fonte dos textos, e, tamanho 32 para os títulos; Não utilize efeitos especiais nos slides; Evite o excesso de gráficos, tabelas, quadros (ideal de 03 ou 04). Utilize somente aqueles de maior expressão para apresentação dos seus resultados. 47 8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CARTONI, DANIELA. M. Apostila de metodologia da pesquisa científica. IBTA. Metrocamp. Campinas, 2011. DEMO, P. Metodologia científica em ciências sociais. 3 ed. São Paulos: Atlas, 1991. GONÇALVES, Hortência de Abreu. Manual de monografia, dissertação e tese: inclui exercício prático e normas de referências, citações e notas de rodapé – NBRs 14724/10520/6023 – 2002. São Paulo: Avercamp, 2004. 124 p. LAKATOS, E.M., MARCONI, M.de A. Fundamentos da metodologia científica. 3ed. São Paulo: Atlas, 2001. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. Pró-reitoria de Graduação. Sistema de Bibliotecas. Padrão PUC Minas de normalização: normas da ABNT para apresentação de trabalhos científicos, teses, dissertações e monografias. Belo Horizonte, 2006. Disponível em: .Acesso em: 20 jul. 2006. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2007. SOUZA, A. L., PORTUGAL, A. F., LONDE, L.N. Padrão para normalização dos trabalhos científicos da Faculdade Promove de Janaúba. Janaúba: SOEBRAS, 2012. 38p. 48 Luciana Nogueira Londe Coordenadora do curso de Ciências Biológicas 49 ANEXOS 50 AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC Aluno(a): __________________________________________________________ Tema:______________________________________________________________ Data: ______/______/______ Horário: ______:_____ CRITÉRIOS AVALIATIVOS CONCEITOS Valor total: 100 pontos Texto escrito: Apresentação oral: MB 90 a 100 B 80 a 89 R 70 a 79 I 69 ... TEXTO ESCRITO 1 – Apresentação de todos os itens previstos em uma monografia. 2 – Adequação da bibliografia com a temática. 3 – Nível adequado de linguagem considerando correção ortográfica e as características do texto científico. 4 – Adequação às normas da ABNT 5 -Temática pertinente ao conteúdo do curso. 6 – Resultados claramente descritos com ordenação lógica das ideias. 7 – Análises pertinentes ao problema e objetivos delimitados. APRESENTAÇÃO ORAL 1 – Explicitação dos objetivos do trabalho monográfico. 2 – Domínio do conteúdo. 3 – Clareza na abordagem. 4 – Pontualidade e uso adequado do tempo para apresentação. 5 – Uso da linguagem (tom de voz, pausas), adequação vocabular. 6 – Respondeu, adequadamente, às argüições propostas. 7 – Utilização adequada dos recursos didáticos (se forem utilizados). Com base na avaliação acima, a Monografia (TCC) recebeu: NOTA _________________ no texto escrito. NOTA _________________ na apresentação oral. ( ) está APROVADA com nota ______________. ( ) está REPROVADA com nota ________________. SOEDUCAR-ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA DE JANAÚBA Rua Cirilo Barbosa, nº 18, Centro, Janaúba/MG, CEP 39440-000 TELFAX: (38) 3821-1070, email: colegiosejan@hotmail.com.br CNPJ: 05.842.305/ 0001-64 51 SOEDUCAR – ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA DE JANAÚBA FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE JANAÚBA Título do trabalho Nome Completo do Autor Janaúba - MG Março - 2015 Modelo de Capa 52 NOME COMPLEO DO AUTOR Título do trabalho Artigo apresentado a Faculdade de Janaúba como requisito para obtenção do Grau de Licenciatura ... (colocar o nome do curso). Orientador(a): Nome do Orientador Janaúba - MG Março- 2015 Modelo de Folha de Rosto 53 SUMÁRIO pg 1 SEÇÃO PRIMÁRIA (CAIXA ALTA, TAMANHO 12).......................................... 5 1.1 Seção secundária (Caixa baixa, tamanho 12)............................................... 6 1.1.1 Seção terciária (Caixa baixa, itálico, tamanho 12)...................................... 6 1.1.1.1 Seção quaternária (Caixa baixa, sublinhado, tamanho 12).............................. 7 Exemplo 1. INTRODUÇÃO................................................................................................. 9 2. CAPÍTULO I : A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇAO INFANTIL NO BRASIL..... 12 2.1. História da educação infantil no Brasil ......................................................... 12 2.2. Principais autores na educação infantil no Brasil ......................................... 17 3. CAPÍTULO II: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX............................... 18 4. CAPÍTULO III. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX......... 29 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................ 35 6. REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO................................................................... 36 54 TÍTULO DO ARTIGO RESUMO: O presente experimento objetivou (deve ficar claro o objetivo do trabalho no resumo) avaliar as alterações químicas no solo e o acúmulo de matéria seca de Brachiaria brizantha cv. Marandu com o uso de diferentes doses de cama de frango. O experimento foi realizado (se houver metodologia, deve descrever os pontos mais importantes) no ano agrícola de 2006/2007 e foi conduzido no Campus II das Faculdades Integradas de Mineiros - FIMES em Mineiros – GO. O experimento foi conduzido em blocos casualizados com três tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram: 0 Mg/ha de cama de frango, 4 Mg/ha de cama de frango e 8 Mg/ha de cama de frango. Avaliou-se a produção de matéria seca e a condição química do solo após 2 anos de uso com 8 Mg/ha de cama. A Brachiaria brizantha cv. Marandu obteve respostas significativas com ambas as doses de cama de frango. (Se houver, deve ressaltar os principais resultados) O uso desse resíduo aumentou significativamente a produção de matéria seca em relação à não utilização do mesmo. A aplicação da cama de frango aumentou os teores de nutriente no, entretanto não alterou significativamente os teores de matéria orgânica do solo. De maneira geral, houve melhoria na condição química do solo com o uso de cama, demonstrando que esse resíduo agrega qualidades que justificam o seu uso como uma opção de fertilizante em pastagens. (colocar as principais conclusões) PALAVRAS-CHAVE: adubação orgânica; brachiaria; matéria seca. ABSTRACT COLOCAR MESMO TEXTO DO RESUMO EM INGLES OU ESPANHOL (NESTE CASO ESCREVER RESUMEM AO INVÉS DE ABSTRACT) Key words 55 1.INTRODUÇÃO 2. REFERENCIAL TEÓRICO 3. METODOLOGIA 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 5. CONCLUSÃO / OU CONSIDERAÇÕES FINAIS 6.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 56 RESUMO NORMAS TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser organizado de acordo com a estrutura abaixo: TCC com base em Revisão Bibliográfica TCC – Trabalho de Campo Capa; Folha de rosto; Sumário Resumo na língua original (em português) – Palavras chave Abstract – Key words Corpo do texto: - Introdução - Referencial teórico - Conclusão - Considerações Finais Referências Bibliográficas Apêndices (material elaborado pelo autor) Anexos (material de autoria de terceiros) Capa; Folha de rosto; Sumário Resumo na língua original (em português) – Palavras chave Abstract – Key words Corpo do texto: - Introdução - Referencial teórico - Metodologia - Resultados e discussão - Conclusão - Considerações Finais Referências Bibliográficas Apêndices (material elaborado pelo autor) Anexos (material de autoria de terceiros) O Trabalho de Conclusão de Curso deve ter no mínimo 12 páginas contando a partir da “Introdução”.