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UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - CURSO DE MEDICINA INTRODUÇÃO A PROPEDÊUTICA Roteiro Prático – Exame Cabeça e Pescoço Lavar as mãos antes e após o contato com o paciente. Informar o paciente sobre o exame realizado Crânio 1.Inspeção Estática - Forma e tamanho do Crânio – Tamanho variável conforme biótipo mas simétrico, arredon- dado e proporcional entre os diâmetros. Ausência de retrações ou abaulamentos. Normocefálico: Microcefalia: Macrocefalia: 2.Inspeção Dinâmica: Observar implantação do couro cabeludo, quantidade, coloração e textura dos fios. Pre- sença de lesões em couro cabeludo. Implantação de cílios, sobrancelhas e barba. Facie 1.Inspeção: A. Tipos de Fácies: Sinais exibidos na face do paciente, simetria resultante dos traços anatômicos e da ex- pressão fisionômica. Observar lesões na pele, manchas, abaulamentos, tremores ou movimentos involuntários. Cushing Nefrótica/ Renal Mixidematosa Tireoidiana (Basedowiana) Olhos 1.Inspeção: Observar posicionamento e alinhamento dos Olhos e Pálpebras, presença do Canal Lacrimal, colo- ração da Esclera e Conjuntiva, esperado a coloração rósea. Observar formato das Íris e Pupilas. Conjuntiva Normal Conjuntiva Pálida Conjuntiva Hiperemiada Esclera Amarelada Ptose Capítulo 3 // Exame Físico Geral 61 Fácies Compreende o conjunto de sinais exibidos na face do paciente, resultante dos traços anatômicos e da expressão fisionômica, o que permite a avaliação ime- diata do seu estado emocional, intelectual e de saúde. Muitas vezes, somente a observação da face do pacien- te pode indicar determinado diagnóstico, já que certas doenças apresentam traços característicos no rosto. • Fácies acromegálica: aumento do volume da face em relação ao crânio (aspecto agiganta- do). Fácies presente em pacientes com acro- megalia (aumento da produção do hormônio de crescimento após o fechamento das epífi- ses). Observam-se o aumento do nariz, dos lábios, das orelhas, das arcadas supraorbitá- rias, da região malar e do mento (Figura 3.32). FIGURA 3.32 – Fácies acromegálica: paciente com acromegalia apresentando aumento do nariz, dos lábios, da língua, das orelhas, das arcadas supraorbitárias, da região malar e do mento. Observar ainda o aumento nas mãos (extremidades). Fonte: Gentilmente cedidas pelo Prof. Dr. Osmar Monte, Chefe da Disciplina de Endocrinologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. • Fácies de Hutchinson: presença de ptose pal- pebral bilateral em virtude do acometimen- to dos músculos elevadores das pálpebras em pacientes com miastenia grave e outras mio- patias. O paciente, no intuito de abrir os olhos, acaba elevando o supercílio, franzin- do a fronte e inclinando a cabeça para trás (Figura 3.33). FIGURA 3.33 – Fácies de Hutchinson: paciente portadora de miastenia grave apresentando ptose palpebral bilateral. • Fácies hipertireóidea (basedowiana): presen- ça de olhos salientes (exoftalmia) gerando uma fisionomia de espanto e presença de bó- cio (aumento do volume tireoidiano). Esse tipo de fácies é encontrado em pacientes com hipertireoidismo que apresentem a doença de Basedow-Graves, uma doença autoimune da tireoide (Figura 3.34). FIGURA 3.34 – Fácies hipertireóidea (basedowiana): paciente portadora de doença de Basedow-Graves apresentando exoftalmia. Propedêutica Médica_cap 03.indd 61 26/02/2015 14:58:37 ht tp s: //w w w. sa ud em ai s. or g/ m ac ro ce fa lia / Bates, propedêutica médica -11. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.il. B at es , p ro pe dê ut ic a m éd ic a -1 1. e d. - B at es , p ro pe dê ut ic a m éd ic a -1 1. e d LA F A LC E , T . S .;. P ro pe dê ut ic a M éd ic a – da C ria nç a ao Id os o cl in ic al ke y B at es , p ro pe dê ut ic a m éd ic a -1 1. e d UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - CURSO DE MEDICINA INTRODUÇÃO A PROPEDÊUTICA 2. Testes: A. Pupila e Reflexos Pupilares: Formato arredondado e simétrico. Avaliação dos Reflexo Fotomotor e Reflexo Consensual, consiste na reação pupilar à intensidade de luz. - Comando: Pedir ao paciente para permanecer com os dois olhos abertos sem move-los. - Ação: Com lanterna de exame incidir o foco de luz não perpendicular nas duas pupilas alternadamente e ob- servar a contração das mesmas. Observar também se há contração da pupila iluminada e da não iluminada si- multaneamente (resposta consensual). Na pesquisa da resposta consensual o examinador deve colocar a outra mão sobre o nariz para impedir que a luz atinja a pupila contralateral. Reflexo Fotomotor e Consensual Midríase Miose Pupilas Isocóricas Pupilas Anisocóricas B. Movimento Ocular: Avalia III, IV, VI pares cranianos. - Comando: Pedir ao paciente para fixar o olhar num objeto ou no dedo do examinador e seguir os movimen- tos verticais e horizontais apenas como o olhar. (formando um asterisco) - Ação: O examinador observa os movimentos dos olhos do paciente para cima, para baixo, para esquerda e para direita. Estes movimentos devem ser simétricos. Observar também se há a presença de nistagmo. C. Acomodação e Convergência Visual: O reflexo de acomodação, avalia os II, III e IV pares cranianos ob- servando a convergência do olhar e acomodação das pupilas ao aproximar o objeto. - Comando: Solicita ao paciente que olhe para fixamente para o dedo ou objeto selecionado a 60cm. - Ação: Aproxima o objeto a uma distância de 30-15cm, observa acomodação e convergência visual. https://lookfordiagnosis.com/ https://lookfordiagnosis.com/ https://lookfordiagnosis.com/ https://www.primehealthchannel.com/anisocoria.html Bates, propedêutica médica -11. ed. Bates, propedêutica médica -11. ed. - https://repositorio.hff.min-saude.pt/ https://www.mdsaude.com https://www.mdsaude.com/ Fonseca. Manual de Propedêutica médica ca médica: módulo 1. [recurso eletrônico] / Walter Luiz Moraes Sampaio da Fonseca; Marcilene Maria de Almeida Fonseca. FOA / UniFOA, 2. ed, 2018. 27 p. UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - CURSO DE MEDICINA INTRODUÇÃO A PROPEDÊUTICA Movimentos Oculares Reflexo de Acomodação e Convergência D. Campo Visual: - Comando: Solicita ao paciente que olhe fixamente em ponto do seu rosto, pode ser realizado com um dos olhos ocluídos. Solicitar que o paciente informe o momento que enxerga o objeto. - Ação: Posicione um objeto aproximadamente 60cm da lateral da cabeça do paciente. Traçe um semi- círculo em torno do campo visual do olho examinado, o semi-círculo deve ser repetido avaliando: inferiormente, superiormente, lateralmente. Campo Visual Nariz e Seios Paranasais 1. Inspeção: Inspecione a superfície anterior e inferior do nariz. Para inspeção da parte interna do nariz po- sicione a cabeça do paciente levemente inclinada para trás, introduza o otoscópio cuidadosamente observando as estruturas, se necessário movimente o otoscópio para trás e para cima delicadamente. Capítulo 5 // Propedêutica Oftalmológica 99 QUADRO 5.1 – Correlação funcional entre os NC III, IV e IV e suas respectivas inervações NERVO CRANIANO INERVAÇÃO RESPOSTA NC III (Nervo oculomotor) Músculo esfíncter da pupila Contração da pupila Músculo reto superior Elevação do bulbo ocular Músculo reto inferior Depressão do bulbo ocularMúsculo reto medial Adução do bulbo ocular Músculo oblíquo inferior Extorsão do bulbo ocular NC IV (Nervo troclear) Músculo oblíquo superior Intorção do bulbo ocular NC VI (Nervo abducente) Músculo reto lateral Abdução do bulbo ocular Avaliação do campo visual Entende-se por campo visual toda a área que um indivíduo consegue visualizar quando mantém seu olhar em um ponto fixo. Por fins clínicos, o campo visual é subdividido em quadrantes: tempo- ral superior; temporal inferior; nasal superior; e na- sal inferior. Ao selecionar pacientes que possam apresentar alguma alteração de campos visuais, inicia-se com o exame dos campos temporais (Figura 5.9). FIGURA 5.9 – Manobra para testar campos visuais. Exame dos campos visuais O exame é realizado pelo método de confrontação, que pode ser feito de duas maneiras. • Método 1: − o paciente deve estar preferencialmen- te sentado, relaxado e com um de seus olhos tapados; − o examinador, em frente ao paciente, deve solicitar que este fixe o olhar em um ponto de sua face (como a ponta do seu nariz), ou que olhe diretamente em seus olhos, enquanto faz o mesmo na face do paciente; − em seguida, posiciona um pequeno objeto (como uma caneta, ou a ponta de seu dedo) além de seu campo visual e o aproxima va- garosamente da periferia para o centro do campo visual, enquanto pergunta ao pa- ciente se este está vendo alguma coisa; − esse procedimento deve ser repetido para os quatro quadrantes (temporal su- perior, temporal inferior, nasal superior e nasal inferior) em cada olho separada- mente e depois com os dois olhos abertos simultaneamente. • Método 2: − olhando nos olhos do paciente, o exami- nador coloca os dedos de ambas as mãos a aproximadamente 60 cm de distância da parte lateral da cabeça dele. O médico vai aproximando os dedos em direção ao indivíduo de maneira circular, terminan- do com os dedos na frente do paciente. O indivíduo examinado deverá comunicar quando começar a enxergar os dedos do médico. Os dois lados devem começar a ver ao mesmo tempo; se isso não aconte- cer, pode haver algum desvio da norma- lidade. Se houver alguma alteração nesse primeiro exame, é necessário delimitá-la testando um olho da cada vez; − o resultado do exame é obtido contras- tando-se as respostas do paciente com as do examinador, que se supõe não possuir alterações em seu campo visual, e anota- do de acordo com a normalidade ou não do campo visual, e não da retina. As di- ferentes manifestações clínicas da perda do campo visual e sua correlação anatô- mica são esquematizadas na Figura 5.10. Propedêutica Médica_cap 05.indd 99 26/02/2015 14:59:42 P ro pe dê ut ic a M éd ic a 2a e d. – D a C ria nç a ao Id os o B at es , p ro pe dê ut ic a m éd ic a -1 1. e d. Bates, propedêutica médica -11. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.il. Ja rv is , 2 01 2 P ro pe dê ut ic a M éd ic a 2a e d. – D a C ria nç a ao Id os o UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - CURSO DE MEDICINA INTRODUÇÃO A PROPEDÊUTICA 1. Palpação dos seios nasais: avaliando há presença de dor à palpação e crepitação e desnivelamentos. - Ação: O examinador deve exercer uma discreta pressão com os polegares sob os seios da face. Que deve ser um procedimento indolor ao paciente. Digito Pressão dos Seios da Face Orelha: 1. Inspeção: Observar coloração, formato, simetria, deformidades, nódulos/massas, lesões cutâneas do Pavi- lhão Auricular, a implantação da orelha em relação à cabeça. 2. Palpação: Deve ser indolor ao paciente. - Ação: Deve ser realizada a palpação sutil do Pavilhão Auricular e mobilização cuidadosa bilateralmente. A presença de otite externa é dolorosa. 3. Otoscopia: Para visualizar o Meato Acústico e o Tímpano. A Membrana Timpânica tem como característica ser integra e translucida, com cabo do martelo evidente. - Comando: O paciente deve ser orientado a ficar sentado. - Ação: O examinador traciona levemente o Pavilhão Auricular para cima e para trás com uma de suas mãos a fim de retificar o Meato Acústico externo, e introduzir cuidadosamente o Otoscópio já realizando a inspeção do Meato Acústico . Otoscopia B at es , p ro pe dê ut ic a m éd ic a -1 1. e d. - R io d e Ja - ne iro : G ua na ba ra K oo ga n, 2 01 5. il. A: seios frontais; B: seios etmoi- dais; C: seios maxila- res. Propedêutica Médica 2 a ed. – Da Criança ao Idoso Bates, propedêutica médica -11. ed. -. UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - CURSO DE MEDICINA INTRODUÇÃO A PROPEDÊUTICA 4. Testes Auditivos: A. Teste de Weber: Avalia a condução óssea do estímulo auditivo via VIII par craniano. É esperado que a vibração seja percebida na linha média ou de maneira igual nas duas orelhas. -Comando: Solicitar que o paciente informe aonde o som é percebido mais intenso. -Ação: Induza uma discreta vibração no diapasão, apoie com firmeza a base do diapasão no vértice da cabeça do paciente ou no meio da fronte. Questione sobre o som. B. Teste de Rinne: Compara a condução aérea e óssea do som via VIII par craniano. Na ausência de patologias normalmente o som é percebido por mais tempo na condução aérea. -Comando: Solicitar que o paciente informe o determinado momento em que a percepção do som atrás da orelha desaparece, oriente a informar se o som volta a ser percebido. - Ação: Induza uma discreta vibração no diapasão e apoie no Processo Mastoide. Quando o paciente parar de escutar o som aproxime rapidamente o diapasão do Meato Acústico e verifique se o paciente volta a escutar o som. Teste de Weber Teste de Rinne Boca e Faringe: 1. Inspeção: Observar a presença de lesões, abaulamentos e simetria. - Comando A: Solicite ao paciente expor a língua e movimenta-la para cima e para baixo, para direita e esquerda. -Ação A: Observar simetria da língua, presença de lesões.(XII par craniano) - Comando B: Solicite que o paciente diga “ah” ou bocejar. -Ação B: Avalie a elevação do Palato Mole (X par craniano). Se necessário utilize o abaixador de língua expondo a Faringe, observe o Palato Mole, os pilares anterior e posterior, a Úvula, as Tonsilas e a Faringe, se há placas, exsudatos, assimetrias, hiperemia Oroscopia Normal Amigdalite Lesões Exsudativas Moníliase oral JAN-OTTO / ISTOCK B at es , p ro pe dê ut ic a m éd ic a -1 1. e d. - R B at es , p ro pe dê ut ic a m éd ic a -1 1. e d. cl in ic al ke y UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - CURSO DE MEDICINA INTRODUÇÃO A PROPEDÊUTICA Exame Pescoço 1. Inspeção geral: Avalie se há abaulamentos, retrações, cicatrizes, se há linfonodos visíveis ou alterações na coloração da pele. A. Inspeção da Tireoide: Inspecione o pescoço para localizar a glândula Tireoide, observe se há a presença de Bócio visível. -Comando: Oriente o paciente a inclinar a cabeça um pouco para trás. Ao longo do exame solicite que o paciente degluta. -Ação: Usando uma iluminação tangencial dirigida para baixo a partir da ponta do queixo do paciente ob- serve a região abaixo da cartilagem Cricóidea. Solicite que o paciente degluta e veja o movimento da glân- dula Tireoide para cima registrando seu contorno e simetria. A cartilagem Tireóidea, a cartilagem Cricóidea e a glândula Tireoide elevam-se durante a deglutição.Inspeção da Tireoide Conforme Deglutição do Paciente 2. Palpação: A. Traqueia: Observamos se há assimetria ou desvios, presença de creptos. -Ação: Posicione o dedo ao longo de um dos lados da Traqueia observado o espaço entre o musculo Es- ternocleidomastóideo. Repita o processo do outro lado. Palpação da Traqueia Deglutindo B at es , p ro pe dê ut ic a m éd ic a -1 1. e d. - R io d e Ja - ne iro : G ua na ba ra K oo ga n, 2 01 5. il. Repouso UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - CURSO DE MEDICINA INTRODUÇÃO A PROPEDÊUTICA B. Linfonodos: Avaliando o diâmetro, tamanho (ex: 1cm x 2cm), formato, limites, mobilidade, consistência, presença de dor. O parâmetro de normalidade são linfonodos indolo- res, menores que 1cm, móveis e com consistência fibroe- lástica. - Comando: Orientar o paciente a relaxar, flexionar o pes- coço discretamente para frente e levemente inclinado para o lado examinado. -Ação: Palpe os linfonodos utilizando as duas polpas do in- dicador e médio, desloque a pele sobre os tecidos subjacen- tes em cada área. Pode-se examinar os dois lados de modo simultâneo. Entretanto, no caso do linfonodo Submentoni- ano palpar com uma das mãos enquanto a outra segura a parte superior da cabeça do paciente. • Sequência de Palpação: 1. Pré-auriculares: em frente a orelha 2. Auriculares posteriores: superficiais, sobre o Pro- cesso Mastóide 3. Occipitais: na base do crânio posteriores 4. Tonsilares: no ângulo da Mandíbula 5. Submandibulares: no ponto médio entre o ângulo e a extremidade da Mandíbula (atenção para não palpar a glândula submandibular) 6. Submentoniano: linha média alguns cm atrás da extremidade da Mandíbula 7. Cervicais superficiais: superficiais ao músculo Es- ternocleidomastóideo 8. Cervicais posteriores: ao longo da borda anterior do músculo trapézio 9. Cadeia cervical profunda: maioria das vezes ina- cessível ao exame físico 10. Supraclaviculares: profundos, no ângulo formado pela Clavícula e o músculo Esternocleidomastóideo Palpação dos Linfonodos C.Tireoide: Identifique seus parâmetros anatômicos localizando o Istmo da Tireoide, geralmente sobreja- cente ao segundo, terceiro e ao quarto anéis traqueais. A glândula é simetricaa, consistência fibroelástica, lisa, móvel e indolor. Pode não ser palpável. - Comando: Solicitar ao paciente flexionar levemente o pescoço para a frente, visando relaxar os músculos Esternocleidomastóideos. Deve ser solicitado ao paciente que degluta ao longo do exame. - Ação: O examinador posiciona dedos das duas mãos no pescoço do paciente de modo que os indicadores fiquem logo abaixo da cartilagem Cricóidea, é solicitado ao paciente que degluta ao longo do exame en- quanto é realizado a palpação do Istmo tireoidiano que se eleva sob suas polpas digitais. O Istmo é quase sempre palpável. Desloque a Traqueia, palpando lateralmente, tentando perceber o lobo da tireoide no espaço entre a traqueia deslocada e o musculo Esternocleidomastóideo relaxado. Identifique a borda lateral. Examine o lobo oposto da mesma forma. - Ação 2: Se a glândula Tireoide estiver aumentada de tamanho ausculte sobre os seus lobos laterais com o estetoscópio para detectar um sopro. Bates, propedêutica médica -11. ed. B at es , p ro pe dê ut ic a m éd ic a -1 1. e d. - UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - CURSO DE MEDICINA INTRODUÇÃO A PROPEDÊUTICA Abordagem Posterior Abordagem Anterior Referências: Barbara Bates, 12a edição – Propedêutica Médica. Irineu, 1a edição – Propedêutica Médica da Criança ao Idoso. _________________________________________________________________________________________________ Dúvidas: Muna Badaoui – muna.badaoui@uni9.pro.br P ro f. D r. C le be r C am ac ho