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PGR PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS SERGIO RODRIGUES VERSÃO DO PGR: 04/2025 RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PGR: FABRICIO FIRMO TAVARES - CREA 141824832-0/MG IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA _____________________________________________________________________________ Razão Social: SERGIO RODRIGUES CNPJ: 14.839.231/0001-06 Endereço: Antônio Marinho Campos, 138 Bairro: Bela vista Município: Ibirité Estado: MG CEP: 32421-130 Contato: Sergio Rodrigues Telefone: (31) 3599-5586 E-mail: sepoxipisos@gmail.com Nº de Funcionários: 07 CNAE: 4330-4/05 Atividade: Aplicação de revestimentos e de resinas em interiores e exteriores Grau de Risco: 3 IDENTIFICAÇÃO O DO RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO _____________________________________________________________________________ Nome: Fabricio Firmo Tavares Especialização: Engenheiro de Segurança do Trabalho CREA: 141824832-0/MG Contato: 31 97232-5022 INTRODUÇÃO _____________________________________________________________________________ O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) faz parte da Política de Gestão da empresa e tem como objetivo promover a melhoria contínua do ambiente de trabalho, visando a proteção da saúde e da integridade física dos colaboradores próprios e contratados. Sua elaboração segue as diretrizes estabelecidas pela Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), conforme estabelecido pela Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, com redação atualizada pela Portaria nº 6.730, de 12 de março de 2020. Conforme exigido pela legislação vigente, o PGR deve conter minimamente: ● Inventário de Riscos; ● Plano de Ação. Esses documentos devem ser elaborados sob responsabilidade direta da organização, respeitando as demais Normas Regulamentadoras pertinentes. Devem ser datados, assinados e mantidos disponíveis para consulta pelos trabalhadores, seus representantes legais e pela Inspeção do Trabalho. OBJETIVO Este documento base tem como objetivo estabelecer as disposições gerais, definir o campo de aplicação, apresentar termos e definições comuns às Normas Regulamentadoras (NR) relacionadas à segurança e saúde no trabalho, além de detalhar as diretrizes e requisitos fundamentais para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e as medidas preventivas em Segurança e Saúde no Trabalho (SST). DIREITOS E DEVERES - NR 01 _____________________________________________________________________________ De acordo com a NR-1, as empresas e trabalhadores têm responsabilidades específicas relacionadas à segurança e saúde no trabalho; Responsabilidades da empresa: ● Cumprir as disposições legais relativas à segurança e saúde; ● Informar trabalhadores sobre riscos e medidas preventivas; ● Elaborar ordens de serviço e permitir acompanhamento por representantes dos trabalhadores; ● Definir procedimentos em casos de acidentes e doenças ocupacionais; ● Disponibilizar informações à Inspeção do Trabalho; ● Implementar medidas preventivas seguindo ordem de prioridade estabelecida. Responsabilidades dos trabalhadores: ● Cumprir normas de segurança; ● Realizar exames médicos obrigatórios; ● Cooperar com a empresa nas ações de segurança; ● Usar corretamente Equipamentos de Proteção Individual (EPI). INFORMAÇÕES PRELIMINARES _____________________________________________________________________________ O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) é um conceito introduzido pela nova redação da NR-1. Seu objetivo é abordar de forma abrangente todo o escopo do gerenciamento dos riscos ocupacionais por estabelecimento da empresa. O GRO foi desenvolvido para que as empresas possam identificar de maneira eficiente os perigos e riscos aos quais seus colaboradores estão expostos. O GRO engloba todos os perigos e os consequentes riscos ocupacionais presentes na organização, incluindo aqueles relacionados a agentes físicos, químicos e biológicos, fatores ergonômicos e riscos de acidentes, como choques elétricos, quedas de altura, superfícies escorregadias e aqueles relacionados ao uso de ferramentas e materiais. Além disso, o GRO estabelece a sistematização dos processos de identificação de perigos, avaliação e controle dos riscos ocupacionais, articulando-os com ações de saúde, análise de acidentes e preparação para resposta a emergências, entre outros requisitos legais. Os processos obrigatórios do GRO são documentados no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), composto pelo Inventário de Riscos Ocupacionais e pelo Plano de Ação. Outros documentos adicionais também podem ser exigidos pela norma, como relatórios de análise de acidentes e doenças do trabalho. A nova NR-1 requer um ciclo contínuo de acompanhamento dos perigos e riscos identificados no inventário de riscos, que pode ser realizado utilizando a metodologia do ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act). Dessa forma, exige-se das empresas uma constante avaliação de seus processos produtivos sob o prisma da Saúde e Segurança do Trabalho (SST). LEVANTAMENTO PRELIMINAR E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS _____________________________________________________________________________ Avaliação dos Riscos Ocupacionais A organização deve realizar uma avaliação minuciosa dos riscos ocupacionais relacionados aos perigos identificados em seus estabelecimentos, com o objetivo de coletar informações detalhadas para implementar medidas preventivas eficazes. Cada risco identificado deverá ter indicado seu respectivo nível de risco ocupacional, que será determinado considerando a combinação entre a severidade das lesões ou danos potenciais à saúde dos trabalhadores e a probabilidade de tais eventos ocorrerem. Para garantir uma avaliação precisa e eficaz, a organização precisa selecionar ferramentas e técnicas adequadas para cada tipo específico de risco ou circunstância analisada. A classificação da gravidade das possíveis lesões ou agravos à saúde deverá considerar não somente a magnitude das consequências individuais, mas também o número total de trabalhadores potencialmente impactados. O processo de avaliação dos riscos deve ser contínuo e revisado regularmente, sendo obrigatória a revisão a cada dois anos ou sempre que ocorrer uma das seguintes situações: 1) Após a implementação ou alteração das medidas preventivas, com o objetivo de avaliar possíveis riscos residuais; 2) Após inovações ou mudanças significativas nas tecnologias empregadas, no ambiente de trabalho, nos processos produtivos, nas condições de trabalho ou nas rotinas operacionais que possam introduzir novos riscos ou modificar aqueles já existentes; 3) Quando forem detectadas inadequações, insuficiências ou falhas nas medidas preventivas adotadas; 4) Após a ocorrência de acidentes ou diagnóstico de doenças ocupacionais; 5) Quando houver alterações nos requisitos legais e regulamentares pertinentes. 6) Para organizações que possuam certificação reconhecida em sistemas de gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), o período para revisão poderá ser ampliado para até três anos. Identificação dos Perigos A fase de identificação dos perigos deve incluir, obrigatoriamente: 1) Uma descrição detalhada e clara dos perigos existentes e das possíveis consequências em termos de lesões ou danos à saúde dos trabalhadores; 2) A identificação precisa das fontes geradoras desses perigos e as circunstâncias específicas em que ocorrem; 3) A indicação clara dos grupos de trabalhadores que estão expostos ou que possam ser afetados pelos riscos identificados. 4) Além disso, essa identificação deve abranger também os perigos externos que sejam previsíveis e relacionados ao trabalho, considerando possíveis impactos sobre a saúde e segurança ocupacional dos colaboradores. MATRIZ DE RISCO _____________________________________________________________________________ Para determinar o nível de risco ocupacional, será aplicada a metodologia baseada na matriz de risco 5x5. Este método consiste nas seguintes etapas: a) Estimar a consequência: Avaliar o potencial dano ou gravidade das possíveis lesõese agravos à saúde decorrentes dos perigos identificados. b) Estimar a probabilidade: Determinar a frequência ou chance de ocorrência dos eventos indesejados relacionados a esses perigos. c) Determinar o nível de risco: Combinar as estimativas de consequência e probabilidade para definir a classificação do risco. d) Avaliar os riscos: Após determinar o nível de risco, realizar uma avaliação detalhada e identificar ações necessárias para controle ou mitigação. A classificação do nível de risco deve ser feita para cada Grupo Homogêneo de Exposição (GHE), considerando cada agente de risco específico e suas respectivas atividades. A classificação final é obtida pela interação entre a severidade e a probabilidade estimadas, utilizando-se a matriz de risco conforme apresentado abaixo. Fonte:https://sistemaeso.com.br/blog/seguranca-no-trabalho/avaliacao-de-riscos-no-pgr. Acesso em: 31 mar. 2025. MATRIZ DE RISCO - SEVERIDADE _____________________________________________________________________________ Fonte:https://arquivos.sistemaeso.com.br/blog/imagens/imagens-artigos/gradacao-severidade-avaliacao- qualitativa-aiha-2.jpg. Acesso em: 2 abr. 2025. AVALIAÇÃO DE RISCOS _____________________________________________________________________________ MEDIDAS DE PREVENÇÃO _____________________________________________________________________________ A empresa deve implementar medidas de prevenção com o objetivo de eliminar, minimizar ou manter sob controle os riscos ocupacionais, sempre que se verificarem as seguintes condições: a) Quando houver obrigações definidas nas Normas Regulamentadoras ou em outros dispositivos legais aplicáveis; b) De acordo com o grau de risco identificado na classificação dos riscos ocupacionais; c) Quando forem identificadas correlações, por meio do monitoramento da saúde dos trabalhadores, entre os agravos à saúde e os riscos e condições presentes no ambiente de trabalho. Caso a empresa comprove que não é tecnicamente viável aplicar medidas de proteção coletiva, ou quando estas forem insuficientes, estiverem em processo de desenvolvimento, estudo, planejamento ou implantação, ou ainda quando houver necessidade emergencial ou caráter complementar, devem ser adotadas alternativas de controle, obedecendo à seguinte ordem de prioridade: a) Adoção de medidas administrativas ou de organização do trabalho; b) Utilização de equipamento de proteção individual – EPI. É essencial que a adoção de qualquer medida preventiva seja acompanhada da devida orientação aos trabalhadores, abordando tanto os procedimentos a serem seguidos quanto às limitações associadas às medidas de prevenção implementadas. PLANO DE AÇÃO _____________________________________________________________________________ A empresa deve estruturar um plano de ação que detalhe as medidas de prevenção que serão implantadas, aperfeiçoadas ou mantidas. Para cada medida prevista, é necessário estabelecer um cronograma de execução, definir mecanismos de acompanhamento e formas de mensuração dos resultados. Implantação e monitoramento das medidas de prevenção A implementação de cada medida preventiva, bem como eventuais alterações, devem ser devidamente documentadas. O acompanhamento da eficácia dessas ações deve seguir um planejamento específico e incluir: a) A verificação do cumprimento das atividades previstas no plano; b) A realização de inspeções periódicas nos ambientes de trabalho e nos equipamentos utilizados; c) A observação e controle das condições ambientais, bem como a exposição dos trabalhadores a agentes prejudiciais, sempre que aplicável. Sempre que os dados de monitoramento apontarem falhas ou baixa eficácia das medidas implantadas, estas deverão ser revistas e ajustadas. Monitoramento da saúde ocupacional dos trabalhadores As ações voltadas à saúde ocupacional dos empregados devem estar integradas às estratégias de prevenção em Segurança e Saúde no Trabalho (SST), levando em consideração os riscos identificados nas atividades desempenhadas. O acompanhamento da saúde dos trabalhadores deve ser conduzido de forma preventiva, com planejamento contínuo e sistemático, em conformidade com a classificação dos riscos ocupacionais e com as diretrizes da NR-07. PREPARAÇÃO PARA EMERGÊNCIAS _____________________________________________________________________________ O Plano de Resposta à Emergência (PRE), também chamado de Plano de Ação de Emergência (PAE), constitui uma exigência obrigatória dentro do escopo do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Segundo a NR 01, no item 1.5.6 – Preparação para Emergências: 1.5.6.1 A organização deve estabelecer, aplicar e manter procedimentos que possibilitem respostas adequadas aos diferentes cenários de emergência, considerando os riscos envolvidos, bem como as características e particularidades das atividades desenvolvidas. 1.5.6.2 Tais procedimentos devem contemplar: a) Os recursos e meios necessários para atendimento de primeiros socorros, transporte de acidentados e evacuação de áreas; b) As ações específicas a serem adotadas em situações emergenciais de maior proporção, sempre que cabível. O PRE é um documento essencial que reúne todos os procedimentos e orientações a serem seguidos diante de situações que representem riscos iminentes à integridade física dos trabalhadores. Emergência, neste contexto, refere-se a uma situação grave e perigosa provocada por eventos imprevistos que requerem resposta imediata. O PRE determina, de forma clara, quais ações cada pessoa envolvida deve tomar durante esses eventos, incluindo responsabilidades e condutas específicas. Este plano deve ser elaborado em conformidade com os padrões definidos pela norma técnica ABNT NBR 15219, garantindo que esteja adequado aos requisitos legais e às melhores práticas de gestão em segurança e saúde no trabalho. INVENTÁRIO DE RISCOS _____________________________________________________________________________ O Inventário de Riscos Ocupacionais deve conter, no mínimo, as seguintes informações essenciais: a) A descrição detalhada dos processos produtivos e dos ambientes onde as atividades são realizadas; b) A caracterização das atividades desenvolvidas pelos trabalhadores; c) A identificação dos perigos e das possíveis lesões ou danos à saúde, incluindo as circunstâncias e fontes geradoras desses perigos, a descrição dos riscos decorrentes, os grupos de trabalhadores expostos e as medidas de prevenção já implementadas; d) Os dados obtidos por meio de análises preliminares ou do monitoramento das exposições a agentes físicos, químicos e biológicos, bem como os resultados das avaliações ergonômicas, conforme previsto na NR-17; e) A avaliação dos riscos identificados, com sua respectiva classificação para subsidiar a elaboração do plano de ação; f) Os critérios utilizados para análise dos riscos e para a tomada de decisões relacionadas à gestão preventiva. O inventário deve ser mantido permanentemente atualizado, refletindo as condições reais do ambiente de trabalho. Além disso, o histórico de alterações e atualizações realizadas no inventário deve ser arquivado por um período mínimo de 20 (vinte) anos, ou conforme determinado por norma específica aplicável. ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO _____________________________________________________________________________ Este Programa de Gerenciamento de Riscos foi desenvolvido com base nas etapas de antecipação, reconhecimento e avaliação dos riscos ambientais presentes nas atividades executadas pelos colaboradores da empresa, considerando todos os ambientes de trabalho envolvidos. As informações utilizadas foram coletadas e analisadas por profissionais do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), e posteriormente integradas ao Inventário de Riscos deste PGR. O gerenciamento dos riscos ambientais identificados foi consolidado por meio da Planilha de Caracterização da Unidade de Trabalho, também conhecida como Planilha de Gerenciamento de Riscos. Como apoio técnico,foram utilizadas evidências obtidas durante a realização das tarefas executadas nos diferentes setores e instalações da empresa. A estratégia adotada visa atingir os seguintes objetivos principais: ● Reconhecimento dos riscos ambientais relacionados aos processos de trabalho e às condições de exposição dos colaboradores; ● Avaliação quantitativa dos riscos, conforme disposto na NR-09.4.2, especialmente quando houver a possibilidade de exposição a agentes acima dos limites de tolerância estabelecidos pela legislação vigente; ● Interpretação dos dados obtidos, realizada por profissionais qualificados, com análise crítica e proposição de medidas de controle adequadas. A metodologia aplicada neste programa está em conformidade com a legislação vigente, especialmente as Normas Regulamentadoras (NR) emitidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), conforme a Lei nº 6.514 de 22 de dezembro de 1977, que define os parâmetros mínimos e diretrizes gerais adotados neste documento. Em situações nas quais não existam limites de tolerância previstos na NR-15 e seus anexos, ou quando se fizer necessário, serão utilizados os Critérios Técnicos internacionalmente reconhecidos, especialmente aqueles estabelecidos pela American Conference of Governmental Industrial Hygienists (ACGIH). Esses critérios têm como base os limites de exposição TLV – TWA, TLV – STEL e TLV – C, conforme adotado por essa instituição. CONCLUSÃO _____________________________________________________________________________ A revisão da NR 01 representa um importante avanço no campo da segurança e saúde no trabalho no Brasil, ao proporcionar uma abordagem mais ampla e integrada sobre os perigos e riscos ocupacionais existentes nas organizações. Essa nova diretriz fortalece o processo de gerenciamento de riscos, alinhando-o às melhores práticas internacionais de prevenção e controle. O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), conforme definido na norma, estrutura um processo contínuo e sistematizado que envolve a identificação dos perigos, a análise e avaliação dos riscos, a definição de medidas preventivas e o acompanhamento das ações implementadas. Esse processo também se articula com ações voltadas à promoção da saúde, à investigação de acidentes e à preparação para situações de emergência. Dessa forma, é imprescindível que as empresas adotem o GRO e desenvolvam o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) em conformidade com o que estabelece a NR 01, mantendo-o sempre atualizado conforme as especificidades das atividades realizadas e das condições dos ambientes de trabalho. RELAÇÃO DOS RISCOS OCUPACIONAIS ______________________________________________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE DE TRABALHO ______________________________________________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE DE TRABALHO ______________________________________________________________________________________________________________________ Perigo Circunstância Descrição do Risco Consequência Exposição Limite Controles Existentes Prob. Sev. Nível de Risco Nº Ação Máquinas e Equipamentos Preparação do piso Postura Inadequada Problemas circulatórios e lombalgias. Qualitativa N/A Elaborar Análise Ergonômica do Trabalho conforme NR17 para uma melhor avaliação do agente. Utilizar carrinho de suporte para transporte de equipamentos e materiais C 2 TOLERÁVEL 3, 17 Máquinas e Equipamentos Preparação do piso Queda de materiais sobre os membros inferiores Possíveis ferimentos, lesões e/ou escoriações nos membros inferiores. Qualitativa N/A Manter o ambiente limpo, organizado e sinalizado. Isolar, sinalizar e identificar os locais de armazenamento de materiais, Respeitar áreas isoladas, Não armazenar materiais acima do limite permitido Utilizar calçado de proteção C 2 TOLERÁVEL 3 Máquinas e equipamentos do setor de produção Preparação do piso Ruído contínuo ou Intermitente 1.Perda da Audição Provocada pelo Ruído; 2.Alteração Temporária do Limiar Auditivo; 3.Comprometimento da Discriminação Auditiva; 4.Hiperacusia; 5.Hipertensão Arterial; 6.Ruptura Traumática do Tímpano. 87,36 dB (A) 85 dB (A) Manter o uso do protetor auricular durante a jornada de trabalho. Realizar avaliação quantitativa de ruído sempre que houver mudança do layout, do processo produtivo e de inserção de maquinários D 3 MODERADO 3, 11 Materiais Deslocamento de materiais para a área de atividade Postura Inadequada Problemas circulatórios e lombalgias. Qualitativa N/A Elaborar Análise Ergonômica do Trabalho conforme NR17 para uma melhor avaliação do agente. Utilizar carrinho de suporte para transporte de equipamentos e materiais C 2 TOLERÁVEL 3, 17 Politriz de Piso Lixamento e nivelamento do piso Choque elétrico Queimaduras, lesões, arritmia cardíaca, parada cardíaca. Qualitativa N/A Manter as extensões industriais sem emendas Observar as voltagens das tomadas e dos equipamentos Utilizar pluges e tomadas industrial para ligar as máquinas. Proibir o uso de extensões com emendas. C 2 TOLERÁVEL 1, 3, 4 Politriz de Piso Lixamento e nivelamento do piso Corte dos Membros Superiores Possíveis lesões nos membros superiores. Qualitativa N/A Manter os dispositivos de segurança das partes móveis dos equipamentos e maquinários e botão de parada de emergência das máquinas Uso de luvas de segurança C 2 TOLERÁVEL 2, 3, 5 INTRODUÇÃO OBJETIVO